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TEXTO BÍBLICO SALMO 85 – Leia a Bíblia antes
SALMO 85 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/85
“Mostra-nos, Senhor, a Tua misericórdia!”
Enquanto escrevo este comentário, relatam-se 998.047 casos COVID-19 em todo o mundo; onde moro, nos EUA, existem 237.063 casos COVID-19. Desses, 5.764 morreram e 10.324 se recuperaram. (Esses números mudam diariamente.)
O Salmo 85 é dado para encorajamento, uma canção de ação de graças pela libertação de Israel de seus captores, uma oração pela restauração completa, um reconhecimento de que o “amor e a fidelidade se encontrarão; a justiça e a paz se beijarão. A fidelidade brotará da terra, e a justiça descerá dos céus. O SENHOR nos trará bênçãos, e a nossa terra dará a sua colheita” (v. 10-11, NVI).
Nossos ‘captores’ diferem dos do antigo Israel, mas nosso mundo continua sendo mantido sob o inimigo das garras da alma; a batalha do bem e do mal ainda acontece; e a salvação dos homens ainda está na balança.
Podemos nos beneficiar deste salmo, pois é uma evidência do amor e da misericórdia de Deus. É a prova de que Ele é fiel, e Seu desejo é que vivamos em paz e retidão. Sim, o “SENHOR nos trará bênçãos, e a nossa terra dará a Sua colheita. A justiça irá adiante dele e preparará o caminho para os seus passos” (v. 12-13, NVI).
Encorajem-se mutuamente com estas palavras.
Kami Borg
Ancião, professor da Escola Sabatina de jovens, tesoureiro assistente
Igreja Adventista do Sétimo Dia em Forest Park, Everett, Washington EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=809
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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238 palavras
O Salmo 85 consiste num agradecimento pelo livramento de Israel das mãos de seus opressores (v. 1-3); uma oração por restauração completa (v. 4-7) e um prenúncio da resposta à oração do salmista na concessão de bênçãos materiais e espirituais.. … Diz-se que este salmo era o favorito de Oliver Cromwell. CBASD, vol. 3, p. 932.
2 Perdoaste. O cativeiro ocorreu em consequência do pecado; a remissão da punição era considerada evidência de que Deus havia perdoado o pecado nacional. CBASD, vol. 3, p. 932.
6 Em Ti se regozije. Não somente em bênção terrenas, mas em Deus, o doador de todas as coisas. O reavivamento da religião traz regozijo. CBASD, vol. 3, p. 932.
8 Paz. Do heb. shalom. Poucas palavras hebraicas são tão confortantes em sua conotação como a palavra “paz” (ver Nm 6:26; Sl 29:11; 72:3, 7; 122:6-8; Is 9:6;, 7; Zc 6:13). CBASD, vol. 3, p. 932.
10 A graça e a verdade. O extraordinário exemplo de paralelismo sinonímico apresentado neste verso une em cada frase os dois principais atributos do caráter de Deus (ver Sl 25:10; 72:3). Em pitorescas figuras de personalização, todo o plano da salvação é sintetizado (ver T5, 633; PP, 349; DTN, 762). CBASD, vol. 3, p. 932.
A estratégia de Satanás sempre foi separar justiça e misericórdia. Porém através das maravilhas do plano de salvação Jesus levou sobre Si nossos pecados e nos credita a Sua justiça, demonstrando que Deus é misericordioso e justo. “O amor e a fidelidade se encontrarão; a justiça e a paz se beijarão” (v.10; ver Desejado de Todas as Nações, p 762). Beatrice Neall, em http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/85.
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“Próxima está a Sua salvação dos que O temem, para que a glória assista em nossa terra” (v.9).
No original bíblico, há algumas expressões para a palavra “perdão”, cada qual com uma vertente diferente acerca deste dom divino. Mas a palavra que mais se encaixa no contexto do Salmo de hoje é a palavra hebraica “nasa”, no sentido de “levantar”. Ou seja, buscar o perdão divino para ser reerguido: “Porventura, não tornarás a vivificar-nos, para que em Ti se regozije o Teu povo?” (v.6). Israel desejava a restauração de sua prosperidade como nação do Senhor. E fez uma espécie de aliança com Deus: “Escutarei o que Deus, o Senhor, disser” (v.8). O que há de tão grande e de tão importante nestas palavras? Era justamente por não dar ouvidos ao que o Senhor ordenava, que o povo caía nas mãos dos inimigos e em caminhos de insensatez (v.8).
Observem que a salvação está próxima daqueles que temem a Deus (v.9), daqueles que O obedecem como Senhor. Portanto, aceitá-Lo e servi-Lo como nosso Senhor é um requisito essencial para todos os que desejam um Salvador. Quando o jovem rico, por exemplo, procurou a Cristo e fez a célebre pergunta: “Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” (Mc.10:18), ele ouviu claramente que deveria guardar os mandamentos de Deus. Só que aquele jovem, apesar de ser um exímio observador da lei, tinha o coração governado pelas riquezas desta terra. O desejo de Deus é que as palavras que Ele nos ordena estejam em nosso coração (Dt.6:6). Aquele jovem vivia apenas uma aparência de santidade, pois o seu coração estava longe dos propósitos divinos.
Avancemos agora nas páginas sagradas até o livro de Atos, onde encontramos a história do carcereiro romano. Ao deparar-se com dois homens tementes a Deus, sendo profundamente tocado pelo testemunho de Paulo e Silas, lhes fez a seguinte pergunta: “Senhores, que devo fazer para que seja salvo?” (At.16:30). Percebem? A mesma pergunta feita pelo jovem rico. Eis a resposta dos discípulos: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31). Já a resposta de Paulo e Silas foi diferente da de Cristo, não foi? Não, amados. Foi exatamente a mesma. Notem isto nas seguintes palavras de Jesus: “Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos céus” (Mt.7:21). E qual é a vontade de Deus? A Bíblia toda declara: Que O amemos e O obedeçamos, assim como é o desejo de qualquer pai para com seus filhos. E não há alegria maior para um pai do que um filho que o honra.
Bem, a pergunta foi igual, o contexto da resposta foi igual, mas a diferença está na decisão que cada um tomou. O jovem rico foi embora triste; não aceitou ser confrontado com a verdade. Já o carcereiro aceitou o chamado de Deus e levou a salvação para toda a sua casa: “Encontraram-se a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijaram” (v.10). Todos os atributos do Senhor andam juntos na vida do cristão. Não há paz se não há justiça, como também não há graça sem que haja verdade. Não há como pedir perdão por nossos pecados se não aceitamos ser confrontados pela Palavra de Deus (Leia 2Tm.3:16).
Quando entendemos que “o pecado é a transgressão da lei” (1Jo.3:4), passamos a enxergar que a lei não tem o papel de nos salvar, mas de nos mostrar a necessidade vital que temos de um Salvador. Então, seremos obedientes, tementes a Deus, porque cremos em Jesus e em Seu sacrifício de amor. E porque cremos nEle e O amamos, então, O obedecemos. A justiça só irá adiante daqueles que seguem as pegadas que abrem caminhos de vida eterna (v.13). Sigamos as pegadas do nosso Senhor e Salvador, que nos deixou o exemplo para seguirmos os Seus passos (1Pe.2:21), e a salvação entrará em nossa vida e em nossa casa! Vigiemos e oremos!
Bom dia, seguidores de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo85 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 85 – Quando das cinzas Deus nos levanta, quando dos cacos Deus reconstrói nossa vida, quando do caos Deus abençoa aos arrependidos… alegria, júbilo e vigor exalam de nosso coração.
Deus quer vivificar aos moribundos pecadores, entretanto, não o faz sem que Lhe permitamos pedindo que nos restaure/revigore.
Harold L. Willmington destaca três pontos deste Salmo:
1. Reconhecendo o passado (vs. 1-3): Deus restaura Seu povo, abençoa-o e perdoa-o. Deus encobre os pecados do povo e retira Sua ira.
2. Questionando o presente (vs. 4-7): “Estarás para sempre irado contra nós?” O povo pede a Deus que deixe de lado Sua ira contra eles e as gerações futuras. Também pede que Deus conceda salvação: “Mostra-nos, Senhor, a Tua benignidade”.
3. Antecipando o futuro (vs. 8-13): Há uma mensagem gloriosa de paz e salvação aos que honram a Deus e, revela-se dois encontros gloriosos:
a) A graça e a verdade se encontram;
b) A justiça e a paz se beijam.
A conclusão do Salmo é apoteótica. Ali, “em pitorescas figuras de personificação, todo o plano da salvação é sintetizado” (Comentário Bíblico Adventista).
“O amor de Deus tem-se expressado tanto em Sua justiça como em Sua misericórdia. A justiça é o fundamento de Seu trono, e o fruto de Seu amor. Era o desígnio de Satanás divorciar a misericórdia da verdade e da justiça. Buscou provar que a justiça da lei divina é um inimigo da paz. Mas Cristo mostrou que, no plano divino, elas estão indissoluvelmente unidas; uma não pode existir sem a outra” (Ellen G. White).
“A lei de Deus, encerrada na arca [da aliança], era a grande regra da justiça e juízo. Aquela lei sentenciava a morte ao transgressor; mas acima da lei estava o propiciatório, sobre o qual se revelava a presença de Deus, e do qual, em virtude da obra expiatória, se concedia o perdão ao pecador arrependido. Assim na obra de Cristo pela nossa redenção mobilizada pelo ritual do santuário, ‘a misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram’” (White).
Para nós, pecadores, sem a união entre a misericórdia e a verdade com a justiça e a paz não haveria…
• Reconciliação com Deus;
• Perdão dos pecados;
• Salvação ao pecador;
• Esperança aos perdidos.
Oremos: “Senhor, restaure-nos!” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO SALMO 84 – Leia a Bíblia antes
SALMO 84 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/84
Embora este Salmo expresse os sentimentos dos filhos de Corá, os sentimentos de Davi (o ungido do Senhor, v. 9) também são expressos. Ele adorava estar na casa do Senhor e chama de felizes os que lá habitavam (v. 4). Talvez Davi estivesse fora da casa de Deus em uma campanha militar, mas ele deseja fazer a peregrinação ao Tabernáculo. Ao passar pelo vale de Baca (v. 6, ARC), o “vale árido” (ARA), do choro, ele agradece a Deus pelas chuvas refrescantes. Mesmo como rei de Israel, ele clama: “Prefiro ser um porteiro na casa do meu Deus” do que habitar nas tendas da iniquidade (v. 10). Seu coração transborda de gratidão a Deus que o abençoou abundantemente.
O Salmo conclui com lindas expressões de gratidão a Deus, reconhecendo que o Senhor é luz, proteção e tem prazer de fazer o bem e favorecer e honrar os Seus amados (v. 11). E como é feliz aquele que nEle confia (v. 12).
Senhor, amamos nos reunir na Tua casa para Te adorar. Ali, na companhia dos irmãos, compartilhamos as bênçãos da Tua presença. Transforma o nosso coração para que estejamos em plena harmonia conTigo e sintamos o pleno prazer de estar em Tua presença.
Beatrice Neall
Professora aposentada de Religião
Union College, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=808
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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764 palavras
O Salmo 84 foi composto por Davi, o “ungido”do Senhor (v. 9; T4, 534), talvez enquanto exilado de Jerusalém. Esta é uma expressão lírica passional de devoção e amor pela casa de Yahweh e Seu culto. … O salmo parece descrever a felicidade daqueles que habitam nos arredores sagrados (v. 1-4, 9-11); a felicidade daqueles que peregrinam até o santuário (v. 5-8) e a felicidade daqueles que confiam em Deus apesar de serem privados do privilégio de cultuá-Lo em Sua casa. … Tratam-se dos sentimentos mais profundos de um filho d Deus que, privado do privilégio de comunhão com companheiros crentes, ansiava pela companhia de seus irmãos na adoração coletiva a Deus. … Diz-se que Isabel Alison e Marion Harris, participantes de um movimento político-religioso escocês, de fé presbiteriana, do século 17, cantaram as palavras do Salmo 84 na música “Mártires”, enquanto se dirigiam para o cadafalso. CBASD, vol. 3, p. 929.
2 Minha alma suspira. Tal sinceridade e fervor deveriam caracterizar a oração dos cristãos (ver T4, 534). CBASD, vol. 3, p. 929.
3 pardal…andorinha… Teus altares. O santuário, numa figura de metonímia [no caso, referir-se à parte (altares) em lugar do todo (santuário)]. O sentido geral deste verso, cuja conclusão o poeta somente insinua, é que até as aves têm livre acesso aos recintos sagrados do santuário, e seus ninhos ali não são perturbados. Enquanto isso, o salmista está exilado da fonte de sua alegria, e lhe é negado o privilégio de adorar no recinto sagrado. O nostálgico apelo deste verso é uma das mais belas expressões de saudade em toda a esfera da literatura. CBASD, vol. 3, p. 930.
4 Louvam-Te perpetuamente. O santuário é um local de oração contínua, numa antecipação do Céu. CBASD, vol. 3, p. 930.
5 Bem-aventurado o homem cuja força está em Ti. Feliz é o homem que percebe que Deus é a fonte de Sua força (ver v. 7). CBASD, vol. 3, p. 930.
em cujo coração se encontram os caminhos aplanados. Do heb. mesilloth, “estradas”. … é feliz a pessoa que medita nos caminhos que levam ao santuário, que se prepara para viajar neles, que decide fazer a peregrinação a Jerusalém e adorar no santuário. CBASD, vol. 3, p. 930.
6 vale árido (ARA; NVI: “vale de Baca”). Do heb. baka’. … A LXX e a Vulgata traduzem a frase “vale de Baca” como vale de lágrimas”. Com fé e esperança e alegria, os peregrinos transformaram o “vale de lágrimas” em “um manancial”. Esta é uma bela ilustração do efeito da religião verdadeira, que espalha júbilo e conforto onde antes havia apenas tristeza e dificuldades (ver Is 35:1, 2, 6, 7). CBASD, vol. 3, p. 930.
faz dele um manancial de bênçãos. Os verdadeiros peregrinos a caminho da Sião celestial abrem fontes no deserto para aqueles que o seguem. Os cristãos sempre tornaram o mundo um mundo melhor para se viver. CBASD, vol. 3, p. 930.
de bênçãos o cobre. As bênçãos de Deus repousam sobre tudo que os peregrinos contemplam porque o coração deles está cheio de alegria enquanto viajam. A prisão de Bedford, onde John Bunyan esteve encarcerado, tornou-se uma fonte de bênção a outros por causa do livro O Peregrino. A experiência de Florence Nightingale com febre, germes e gangrena resultou numa revolução no atendimento hospitalar. CBASD, vol. 3, p. 930.
7 de força em força. Não há fadiga sem fim na jornada destes peregrinos. … Cada exercício de força na jornada acrescenta-lhes vitalidade e revigora as forças para o estágio de peregrinação seguinte (ver Is 40:31; Jo 1:16; Rm 1:17; 2Co 3:18). CBASD, vol. 3, p. 930.
Aparece diante de Deus. A peregrinação foi terminada com êxito. CBASD, vol. 3, p. 930.
9 ó Deus,… contempla o rosto do Teu ungido.Ver 1Sm 16:1; 2Sm 22:51; Sl 89:20. Davi ora para que Deus olhe para ele com benevolência (ver Sl 119:132). Neste verso, há extrema delicadeza na mudança para a terceira pessoa. CBASD, vol. 3, p. 931.
10 Pois um dia nos Teus átrios vale mais do que mil. O verdadeiro filho de Deus sempre se deleita em participar na adoração a Ele. CBASD, vol. 3, p. 931.
prefiro estar à porta da casa do meu Deus, a permanecer nas tendas da perversidade. O salmista preferia ser um funcionário do santuário a desfrutar a honra entre os ímpios, longe de Deus e do templo. CBASD, vol. 3, p. 931.
11 Porque o Senhor Deus é sol e escudo. Deus é a fonte de vida, material e espiritual (ver Sl 27:1; Is 60:19, 20; Ml 4:2; Ap 21:23; 22:5). CBASD, vol. 3, p. 931.
Graça e glória. O cristão encontra graça interior aqui,no reino da graça, e glória externa lá, no reino da glória (ver Ap 21:11, 24). CBASD, vol. 3, p. 930.
12 Ó SENHOR dos Exércitos, feliz o homem que em Ti confia. Ver Com. de Sl 1:1. … Esta bênção é a experiência fundamental daqueles que confiam em Deus para a salvação pessoal (comparar com os ensinos do apóstolo Paulo sobre este assunto em Gl 2:20). CBASD, vol. 3, p. 930.
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“A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do Senhor; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo!” (v.2).
As peregrinações que os judeus realizavam para ir ao templo em Jerusalém eram feitas com muitos cânticos espirituais. Movidos pela ansiedade por estar na Casa de Deus, as viagens, mesmo longas, eram alegres e, ao mesmo tempo, provocavam um profundo senso de reverência e autoexame da consciência. Ou, pelo menos, deveriam ser assim; jornadas que revelassem, de maneira inconfundível, qual era o destino final.
Este Salmo compartilhado, atribuído aos filhos de Corá, apresenta a singular peregrinação de um verdadeiro adorador. De quem não ia a Jerusalém por causa do templo, mas por causa do Senhor do templo. A presença do “Deus vivo” (v.2) era o motivo de sua jornada. Ele admirava a função privilegiada dos cantores levitas, que louvavam a Deus no tabernáculo continuamente (v.4). Fortalecido em Deus e íntegro em fazer a Sua vontade (v.5), fazia do “vale árido” “um manancial” (v.6), do sofrimento uma oportunidade de crescimento. E sob a bênção da “primeira chuva” (v.6), chuva temporã, seguia “de força em força”, até aparecer “diante de Deus em Sião” (v.7).
A exortação a seguir do apóstolo Pedro, aponta para a nossa responsabilidade e missão durante o tempo de nossa peregrinação na Terra: “Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma, mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios” (1Pe.2:11-12). Para que isso aconteça e fique muito claro diante do mundo para que direção estamos caminhando, precisamos andar como os “que andam retamente” (v.11). Não com presunção, mas com confiança no Senhor (v.12), “escudo nosso” (v.9).
O Senhor dos Exércitos está preparando um povo que prefere estar à porta de Sua casa do que “permanecer nas tendas da perversidade” (v.10). Ele está cobrindo um remanescente com as bênçãos diárias do Espírito Santo e conduzindo-o “de força em força” (v.7) até que do alto receba a poderosa chuva serôdia. Filhos que não se vangloriam por conquistas pessoais, mas que “exultam pelo Deus vivo” (v.2), e “em cujo coração se encontram os caminhos aplanados” (v.5). Um povo que rejeitou os tesouros corruptíveis e adquiriu os tesouros do Céu: “ouro refinado pelo fogo, vestiduras brancas e colírio” (Ap.3:18).
Como tem sido a nossa peregrinação nos últimos instantes deste mundo? Encare o Salmo de hoje como um chamado do Senhor à verdadeira adoração. Tão perto como estamos de chegar em Casa, de aparecer “diante de Deus em Sião” (v.7), que possamos permitir que o Espírito Santo continue guiando os nossos passos, então, “quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele” (Is.30:21). E o caminho é Jesus Cristo (Jo.14:6)! Vigiemos e oremos!
Feliz semana, peregrinos a caminho de Sião!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo84 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 84 – Tem gente passando fome espiritualmente. Tem muito fast food espiritual nos diversos mercados da fé. Há muitas sopas ralas de “miojo” desnutrindo a espiritualidade de muitos crentes iludidos com comidas que mais prejudicam do que alimentam.
Vamos aprofundar mais na mensagem de Deus do que na mensagem das novelas, filmes, desenhos animados e seriados? Vamos valorizar o que realmente importa? Aprofundando no Salmo em apreço destacamos os seguintes pontos:
1. Primeiramente, há três bem-aventuranças ou bênçãos neste Salmo:
• A primeira bem-aventurança ou bênção (v. 4) “refere-se àqueles que habitam no templo. São felizes porque sempre podem louvar a Deus” (Bíblia Andrews).
• A segunda bem-aventurança ou bênção “se dirige às pessoas que encontram forças no Senhor. Como Ele é o Deus Todo-Poderoso, pode fortalecer os seres humanos a ir ‘de força em força’ (v. 7; ver Is 40:31)” (Bíblia Andrews).
• “A terceira bem-aventurança ou bênção é pronunciada sobre a pessoa que confia no Senhor; isso significa que sua vida inteira é ordenada em torno de Deus e da vontade divina” (Bíblia Andrews).
2. Em segundo lugar, os crentes são peregrinos neste mundo indo com destino à Casa de Deus no Céu, os quais podem fazer “estas três declarações” conforme lista Warren Wiersbe:
• Meu prazer está no Senhor (vs. 1-4);
• Minha força está no Senhor (vs. 5-8);
• Minha confiança está no Senhor (vs. 9-12).
3. Em terceiro lugar, aos fieis e submissos a Deus, a santa presença é uma bênção. “Ao mesmo tempo em que Deus é para os ímpios um fogo consumidor, é para Seu povo tanto Sol como Escudo (Sal. 84:11)” (Ellen G. White). Deus luta por Seu povo, Ele é o Deus vivo que age pelo bem e felicidade dos que O buscam genuinamente.
Após considerar estes pontos, meditemos neste versículo: “Prefiro esfregar o chão da casa do meu Deus a ser honrado no palácio do pecado” (v. 10).
• Será que somos humildes diante das atividades que precisam ser realizadas para Deus ou estamos buscando glórias para massagear nosso ego?
• Será que estamos dispostos a qualquer coisa para estarmos na presença divina ou preferimos o glamour dos prazeres do pecado?
• Será que poderíamos fazer das palavras do salmista as nossas palavras diante de Deus?
Compensa estar sempre na presença de Deus! – Heber Toth Armí.