Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 22 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de setembro de 2020, 0:45
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“Mas o Senhor dos Exércitos Se declara aos meus ouvidos, dizendo: Certamente, esta maldade não será perdoada, até que morrais, diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos” (v.14).

A situação do povo de Jerusalém era de completo descaso para com Deus e com a missão que Ele lhe havia confiado. O profeta sentiu-se tão desolado com aquela situação, que preferiu ficar sozinho e chorar amargamente (v.4). A atitude de Isaías indica que o que viria pela frente seria terrível e somente mediante genuíno arrependimento poderia haver livramento. Entretanto, o povo ao invés de “chorar, prantear, rapar a cabeça e cingir o cilício” (v.12), era “só gozo e alegria”, comendo e bebendo, e dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (v.13). Não cogitaram “de olhar para cima” (v.11).

As muitas brechas nos muros fizeram com que muitas casas fossem demolidas para que o material fosse usado “para fortalecer os muros” (v.10). Um reservatório de água também foi construído (v.11). Mas, apesar de todo o trabalho, o principal não foi feito: “olhar para cima”. Os muitos afazeres os fizeram esquecer do que realmente importava e acomodar-se em sua zona de conforto. Tudo era motivo de festa. E o pior: pensavam que isso era o melhor. Em tempo de contrição e profundo exame de consciência, havia festas e banquetes. Em tempo de choro, havia risos. Em tempo de súplicas, havia indiferença.

Uma vez ao ano, o sumo sacerdote entrava no terceiro compartimento do santuário, o lugar Santíssimo. Era o dia da expiação, “Yom Kippur”. Nesse dia, aquele que não afligisse a alma, ou seja, que não buscasse se arrepender, que não olhasse para cima a fim de obter perdão e purificação, seria destruído (Lv.23:26-32). Sabemos que hoje temos o nosso Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, intercedendo por nós no lugar Santíssimo do santuário celestial. Deveríamos, pois, considerar de pequena importância o tempo solene em que vivemos? Será que não estamos repetindo o mesmo procedimento dos habitantes de Jerusalém?

Existem muitas brechas hoje no meio do povo de Deus. E muitas casas têm sido destruídas por pensar que podem fechar as brechas por conta própria. Não é a nossa mão de obra o principal material para consertar o que necessita de reparos, mas a nossa dependência de Deus. O grande “Arquiteto e Edificador” (Hb.11:10) só espera a nossa aprovação para que possa realizar a maior obra de nossas vidas. Ele deseja nos dar a chave que abre e ninguém fecha e que fecha e ninguém abre (v.22). A não ser que morramos para o nosso “eu” e para este mundo, a nossa “maldade não será perdoada” (v.14).

Jesus declarou: “Quem quiser, pois, salvar a sua vida, perdê-la-á; e quem perder a vida por causa de Mim e do evangelho salvá-la-á. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mc.8:35-36). É tempo de santa convocação! É tempo de se preparar para a fornalha de fogo que se aproxima e permitir que Deus remova de nós toda escória do pecado, porque “o restante de Jacó estará entre as nações, no meio de muitos povos” (Mq.5:8) e o que os diferenciará dos demais será o testemunho de um viver santificado e aperfeiçoado em Cristo. Em nome de Jesus, precisamos de uma real conversão e atender, “agora mesmo…”, às palavras do Senhor: “… Convertei-vos a Mim de todo o vosso coração; isso com jejuns, com choro e com pranto. Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao Senhor, vosso Deus, porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-Se, e grande em benignidade, e Se arrepende do mal” (Jl.2:12-13). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, povo de coração contrito!

Sugestão: Faça um propósito de encontro com Deus nas madrugadas. Se seguirmos o exemplo de Jesus, certamente, com Ele seremos mais que vencedores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías22 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de setembro de 2020, 0:40
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ISAÍAS 22 – Pessoas crentes ou descrentes tendem a agir contrário à vontade de Deus. O ideal divino é ignorado para viver padrões inferiores de vida. O povo de Deus tem muito a crescer, entretanto, é mais fácil retroceder, regredir.

John MacArthur, comentando este capítulo, declara: “Que tens agora…? O profeta censurou o povo por celebrar cultos entusiásticos, quando, ao contrário, eles deveriam estar em profundo arrependimento por causa de seus pecados”.

O capítulo em análise “diz respeito a Judá e Jerusalém. Ele contém dois discursos de julgamento, uma sentença contra o ‘Vale da Visão’ (22:1-14) e uma mensagem dirigida ao oficial real Sebna (22:15-25). O Senhor denunciou o povo pela reação inadequada à crise. Em vez de confiar naquele que fundou a Cidade de Davi, o povo se apoiou nos próprios esforços, o que incluía a fortificação dos muros da cidade e a construção de um novo sistema hídrico. Recusando o convite do Senhor ao arrependimento, as pessoas festejavam, abandonando, de maneira fatal, toda esperança de livramento, subentendendo assim que o Senhor não estava no controle do destino da cidade. Para tais pessoas, o julgamento era inevitável… A falta de dedicação do povo ao Senhor foi resumida por Sebna, um oficial real que manifestou orgulho incomum ao construir para si um túmulo grandioso” (Robert B. Chisholm).

Aplicações:
1. Confiar em tudo, exceto em Deus, significa não estar nenhum pouco seguro diante das incertezas da vida.
2. Se não fugir para Deus, qualquer tentativa de fuga se demonstrará um fracasso catastrófico.
3. Quem enxerga o futuro sob as revelações divinas não se envolve em festas, quando há necessidade de arrependimento.
4. Quando a situação espiritual é precária as festanças deveriam ser substituídas por tristeza e choro causados pelo arrependimento dos pecados.
5. Gracejos e indolências diante de crises que devem despertar a espiritualidade é um tipo de alegria falsa; pois, à parte da vontade de Deus não há felicidade verdadeira.
6. O orgulho, arrogância e prepotência roubam a consciência e a sabedoria até das pessoas importantes na sociedade, as decisões resultam em desgraça mortal.
7. Alegria, euforia e entusiasmo por um livramento do Senhor não substitui o arrependimento que Ele espera após Seu ato de graça.

Conscientizemo-nos, arrependamo-nos e consagremo-nos para que haja reavivamento espiritual! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 21 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
11 de setembro de 2020, 4:00
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 21 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 21 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ISAÍAS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

VÍDEO PR Michelson Borges (link externo)



ISAÍAS 21 by Jobson Santos
11 de setembro de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/21

No capítulo anterior, o Senhor falou por intermédio de Isaías (v. 6) sobre pessoas fugindo do rei da Assíria quando de sua invasão do Egito, na época governado pelos etíopes. Assim, de fato, houve deportações em massa tanto de egípcios quanto de etíopes. Quando os assírios tomaram Samaria também deportaram israelitas. Esta é a razão porque Isaías no capítulo anterior fala das pessoas buscando por segurança e um lugar seguro.

Em Isaías 21, na visão contra Edom [Dumá e Seir são oásis e cidade de Edom] Isaías ouve alguém gritando: “Guarda, quanto ainda falta para acabar a noite?” A questão real aqui é: Quanto tempo teremos ainda que esperar até a chegada dos exércitos? O vigia responde que a manhã está chegando e também a noite, o que significa que o perigo potencial ainda não está no horizonte imediato, mas certamente acontecerá (vv. 11-12). Em sua última visão, contra a Arábia (vv. 13-15), Isaías exorta os habitantes de Temá para cuidarem dos refugiados que fugiram da guerra.

Querido Deus, ajude-nos a fazermos tudo que estiver ao nosso alcance para ajudar os refugiados e migrantes de guerra onde estiverem, especialmente aqueles que vieram para onde vivemos. Pedimos em nome de Jesus. Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=946
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



ISAÍAS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de setembro de 2020, 0:50
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926 palavras

1-10 A queda de Babilônia é descrita com imagens vívidas: uma mulher em trabalho de parto, aflita, consternada e assustada [v. 3]. A idolatria de Babilônia é mencionada. A nação foi conquistada enquanto seus líderes faziam um banquete (v. 5; Dn 5; ver outros importantes anúncios da queda de Babilônia em Jr 51:8; Ap 14:8). Bíblia de Estudo Andrews.

1 O deserto do mar. A nação contra a qual de dirige esta mensagem solene, embora o título não contenha o seu nome, é evidentemente Babilônia… Alguns traduzem esta expressão como “deserto arenoso”.

Ele virá. Não está claro se o que vem é a “sentença”ou a invasão medo-persa a Babilônia (v. 2). O último parece mais provável, pois o v. 2 diz que os elamitas e médios devem subir e sitiar. Neste caso, essa invasão é comparada a um tufão que vem do sul (do heb. negeb; ver com. [CBASD] de Gn 12:9), e a terra da Média seria a “horrível terra”à qual Isaías se refere.

2 Dura visão. O profeta tem uma visão dura e terrível de um poder saqueador, traidor, violento e destruidor. Esse era Babilônia (ver Is 14:4, 6), “o opressor”. Elão e Média foram chamados a subir contra ela para pôr fim ao gemido e miséria que causava.

3 Desfaleço-me. A cena de destruição apresentada ao profeta é tão horrível que ele fica completamente desfalecido.

4 O meu coração cambaleia. Isto é, “minha mente está confusa”.

A noite que eu desejava. O temor do profeta reflete o de Belsazar e dos babilônios na noite do banquete (ver v. 5), a qual Isaías previu nessa “dura visão” (v. 2; ver PR, 531).

5 Põe-se a mesa. Ver Dn 5:1-4; Jr 51:39. Uma festividade desenfreada marcou a noite da queda de Babilônia nas mãos dos exércitos da Média e da Pérsia.

Estendem-se os tapetes. … isto é, arrumem-se os tapetes ou sofás nos quais os convidados se reclinariam durante o banquete.

6 Põe-se o atalaia. Primeiro, mostrou-se a Isaías a aproximação do exército elamita e médio (v. 2), depois, os festivos babilônios (v. 4, 5) e, então, a entrada das forças invasoras na cidade (v. 6-9). O profeta se identifica como um atalaia nos muros de Babilônia antes de sua queda, e como tal relata o que vê.

7 Uma tropa de cavaleiros de dois a dois. Provavelmente, “cavaleiros a par” (ARC). Isaías vê o inimigo avançando para o ataque.

Ergueu ele a voz e disse. O atalaia ainda está falando.

Caiu Babilônia. Este é o clímax da cena que o profeta relata (ver com. do v. 6). Os ídolos de Babilônia foram humilhados até ao pó; eles não conseguiram proteger a orgulhosa cidade (Jr 50:2; 51:17, 18, 47, 52; cf. Is 47:13-15; comparar com Jr 51:8; Ap 14:8; 18:2).

10 Debulhado. … Na Bíblia, com frequência, o juízo é comparado a uma colheita.

11, 12 Edom recebe o nome simbólico de “Dumá”, que significa silêncio. Dumá também era uma cidade de Edom. Em Isaías, há várias acusações contra Edom (11:14; 34:1-17; 63:1-6). Bíblia de Estudo Andrews.

11 Sentença contra Dumá. … A LXX diz “Edom”em vez de “Dumá”.

A que hora estamos da noite? Literalmente, “o que da noite?”, talvez significando “que hora é da noite?”(ver T6, 407). Alguns em Edom perguntam com urgência e insistência ao profeta quais são as novas. A hora é de escuridão e perigo, e eles estão ansiosos para saber quando a manhã virá, trazendo alívio da ansiedade e do medo.

12 Vem a manhã. A resposta do atalaia é misteriosa e prevê coisas ruins. Ele não dá nenhuma resposta definitiva, simplesmente diz que, embora a manhã possa vir, haverá noite outra vez. Há pouca luz ou esperança no porvir. As horas adiante são escuras, lúgubres e incertas. Assim seria o futuro de Edom: ser pisado sob os pés por uma sucessão de conquistadores e, finalmente, reduzido à completa desolação. O atalaia de Deus sobre os muros de Sião hoje deve estar pronto para responder àqueles que perguntam que hora é da longa noite da Terra, e para quando se pode aguardar o alvorecer do dia eterno (ver GC, 632).

13-17 O povo e os lugares mencionados nesta profecia [v. 13-17] estão todos ligados à Arábia ou aos árabes: dedanitas (ver Ez 27:15), a terra de Tema, Quedar.

13 Sentença contra a Arábia. Ver com. [CBASD] de Is 13:1. Esta é outra profecia difícil de compreender. Caravanas de dedanitas passariam a noite no deserto Árabe. …

14 Traga-se água. As palavras indicam o pedido dos dedanitas (v. 13), que foram forçados a fugir do inimigo sem provisões. Seus vizinhos, os temanitas, foram chamados a se compadecer de sua sede e fome.

Terra de Tema. Tema e Dumá são alistadas como descendentes de Ismael (ver Gn 25:13-15; 1Cr 1:29, 30). Tema está situada no deserto Árabe, 264 km a sudoeste de Dumá, e 480 km a leste da ponta da península do Sinai.

16 Tal como o de jornaleiro. Ver com. de Is 16:14. Um jornaleiro trabalharia apenas o tempo pelo qual foi contratado. O significado é que a queda de Quedar não seria adiada. Dentro de um ano, o juízo certamente cairia.

Quedar. Isaías proclama um longo juízo que cairia dentro de um ano sobre toda a região desértica do norte da Arábia. Tiglate-Pileser III declara que impôs duro castigo sobre Samsi, uma rainha árabe. Afirma ter matado 1,1 mil de seu povo e tomado 30 mil camelos e 20 mil cabeças de gado. Da mesma forma, Sargão declara ter recebido tributo de uma rainha árabe na forma de pó de ouro, marfim, cavalos e camelos, e declara também ter dominado outras tribos árabes que nunca tinham pagado tributo. Contudo, não se sabe o ano exato em que isso ocorreu.

17 restante. Do heb. she’ar, “remanescente” (ver Is 10:20, 21, 22; 11:11, 16; 14:22; 16:14; 17:3). Sargão declara que, ao derrotar as tribos árabes de Tamud, Ibadidi, Marsimanu e Haiapa, deportou os restantes e os estabeleceu em Samaria.

Fonte principal: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.



ISAÍAS 21 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de setembro de 2020, 0:45
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“Pois assim me disse o Senhor: Vai, põe o atalaia, e ele que diga o que vir” (v.6).

Com dolorosos sintomas físicos e emocionais, Isaías revelou grande sensibilidade diante do que estava por vir. Sua comunicação com Deus receberia o reforço de uma terceira pessoa, um atalaia, que relataria o que o profeta não podia ouvir e nem ver (v.3). O Senhor conhece bem a estrutura de Seus filhos, e mesmo a Seus profetas, só pede o que sabe que podem realizar. Dia e noite, o atalaia aguardava o anúncio a ser proclamado. E a queda de Babilônia foi predita e proclamada como o rugido do símbolo de sua arrogância: “Caiu, caiu Babilônia” (v.9).

Enquanto a profecia anterior é clara, a profecia seguinte possui um requinte de mistério diante de uma pergunta sem uma resposta precisa: “Guarda, a que horas estamos da noite?… Respondeu o guarda: Vem a manhã, e também a noite; se quereis perguntar, perguntai; voltai, vinde” (v.11, 12). Já a sentença contra a Arábia revela detalhes de um cenário de batalha, com fuga para os bosques, escassez de água e alimento e a presença de armas de guerra. Para o profeta, eram palavras difíceis de falar e que, pela sua reação inicial, profecias que ele compreendeu em seu sentido mais fiel.

Assim declara a segunda voz angélica: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap.14:8). O vinho sedutor da grande meretriz espiritual dos últimos dias logo dará lugar ao “vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira” (Ap.14:10). Eis uma revelação que também deve ter feito o profeta João tremer. Se a justiça de Deus aplicada às nações antigas já era considerada com temor, que dirá a Sua justiça final mediante o clímax de Sua ira. Certamente se cumprirá o que está escrito: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos” (Mt.5:6).

Mesmo diante de mensagens tão fortes e decisivas, não há o que temer para os que aguardam com perseverança o tempo de seu resgate; para os que, movidos pelo saudosismo de alcançar uma pátria superior, aguardam com expectativa o cumprimento da promessa: “Guarda, a que horas estamos da noite?” (v.11). Mesmo que não tenhamos uma resposta específica, mesmo que não saibamos o tempo exato da vinda do nosso Senhor e Salvador, precisamos permanecer em nossa “torre de vigia” (v.8), até que do alto possamos ouvir “a voz do Arcanjo” (1Ts.4:16).

Tocai a trombeta em Sião e dai voz de rebate no Meu santo monte; perturbem-se todos os moradores da Terra, porque o Dia do Senhor vem, já está próximo” (Jl.2:1). Como derradeiros atalaias de Deus, precisamos gritar “como um leão” (v.8) que Jesus está voltando. Que Ele está às portas! Que este mundo está em contagem regressiva e não aguentará por mais tempo os destrutivos resultados do pecado. Ergamos as nossas cabeças, pois a nossa redenção se aproxima! E tão perto como estamos deste momento glorioso, se fizermos parte do seleto grupo dos salvos vivos, enfrentaremos o cenário da grande última batalha e nos sentiremos exaustos “diante do furor da guerra” (v.15). Mas teremos a nosso favor o Senhor dos Exércitos, poderoso nas batalhas, que de nossa fraqueza tirará forças. Ele nos sustentará até que do alto surja o raiar da tão desejada manhã gloriosa.

Enquanto aguardamos, amados, confiemos na confortante e fortalecedora promessa: “Reprime a tua voz de choro e as lágrimas de teus olhos; porque há recompensa para as tuas obras, diz o Senhor, pois os teus filhos voltarão da terra do inimigo. Há esperança para o teu futuro, diz o Senhor” (Jr.31:16, 17). Vigiemos e oremos!

Bom dia, atalaias dos últimos dias!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías21 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 21 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de setembro de 2020, 0:40
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ISAÍAS 21 – A revelação é progressiva. Assim que Deus revela, a mensagem vai ampliando. Quanto mais estudarmos a totalidade da Bíblia, mais amplo será nosso conhecimento.

O capítulo em análise é um complemento dos capítulos 13 e 14. O profeta Daniel e o historiador Heródoto registram o cumprimento dessas profecias que tratam da queda do megalomaníaco Império babilônico.

Babilônia (vs. 1-10) e seus aliados: Duma e Arábia (vs. 11-17) estão contemplados na mensagem de juízo de Deus. Daí aprendemos:
• Após revelar Deus revelar Seus planos, Sua ação é imediata, rápida e impossível interceptá-la. Como os tufões do Sul e as tempestades varrem repentinamente, assim seria varrida Babilônia resultando em sua queda fatal. O poder babilônico descrito no Apocalipse também não impedirá a varredura de Deus no mundo (ver Apocalipse 17 e 18).
• Os poderes do mundo atuam porque os poderes do Céu lhes dão permissão. Elão e a Média foram instrumentos de Deus na destruição do Império Babilônico; deste modo também os reis da terra se unirão para provocar a derrota da Babilônia mundial no tempo do fim.
• Da festa, bebedeiras e diversões, o pecado leva ao terror numa só noite (Daniel 5). Somente será preservado por Deus aquele que for fiel como Daniel.
• Vários textos de Apocalipse são baseados nos textos apocalípticos de Isaías. O mesmo anúncio da queda de Babilônia literal é ouvido na queda da Babilônia escatológica (Apocalipse 14:8; 18:2-4).
• O juízo contra os inimigos de Deus e opressores de Seu povo é a esperança de libertação dos fieis que confiam na promessa divina. O desespero e destruição de uns é a esperança e salvação de outros.
• A idolatria aponta para a proliferação da religião falsa, além de revelar a quantidade de deuses inválidos diante da ação do verdadeiro Deus Todo-poderoso.
• Os árabes (vs. 13-17) estão sob atento olhar de Deus; os mulçumanos deveriam humilhar-se e reconhecer a soberania do Deus da Bíblia se quiserem verdadeira salvação.

Deus quer salvar os perdidos, mas não poderá fazê-lo por aqueles que não querem salvar-se. Deus instou os babilônicos a vigiarem: Em vez de festejarem deveriam aprontar-se para a batalha. Dumá e Arábia também receberam graça (tempo e aviso), mas preferiram a desgraça.

E quanto a nós, que faremos das solenes mensagens de Deus? – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 20 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
10 de setembro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 20 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 20 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ISAÍAS 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



ISAÍAS 20 by Jobson Santos
10 de setembro de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/20

Onde podemos depositar nossa confiança? Alguns confiam no dinheiro, outros, em pessoas. Judá confiava em nações aparentemente estáveis, indestrutíveis: Egito e Etiópia. Contudo, estas nações não conseguiram se protegerem diante dos ataques assírios.

Quando enfrentamos desafios, onde podemos nos refugiar? O que fazer diante de situações ameaçadoras? Quando até as grandes potências mundiais falham, “como, pois, escaparemos nós?” (v. 6).

O profeta Isaías andou praticamente despido e descalço durante três anos para mostrar a humilhação que as potências humanas e mundanas enfrentariam (vs. 1-5). Jesus Se humilhou ainda mais do que Isaías para salvar a humanidade. Ele se tornou homem, viveu entre nós durante 3 1/2 anos, morreu numa cruz desprovido de roupas e proveu o único modo para nossa salvação.

Se os judeus atentassem para a mensagem do profeta estariam salvos. Nós, também, estaremos salvos se atentarmos para a mensagem do próprio Deus que Se humilhou (Fp 2:5-11).

Aceitemos a Cristo como nosso Salvador – o único que pode nos salvar.

Heber Toth Armí
Pastor Distrital em Fraiburgo, SC, Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=945
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



ISAÍAS 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de setembro de 2020, 0:50
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581 palavras

1-6 O juízo é contra o Egito e a Etiópia. Contudo, Deus estava tentando dissuadir seu povo de colocar a confiança em reinos sem futuro. Bíblia de Estudo Andrews.

1 Tartã. Literalmente, “comandante”, sendo tartã o título do comandante-em-chefe dos exércitos assírios, não seu nome pessoal. Nos anais do 11o. ano de Sargão (711 a.C.), registra-se que Azuri, rei de Asdode [da Filístia], se rebelou contra a Assíria e que Sargão imediatamente enviou um exército, depôs Azuri, e colocou seu irmão mais novo, Aimiti, no trono de Asdode. Contudo, os asdoditas se recusaram a aceitar o rei que a Assíria os impôs, e em lugar dele colocaram um aventureiro grego no trono. De acordo com os anais de Sargão, outras cidades filisteias se juntaram na batalha contra a Assíria. Enviaram um pedido a “Pir’ u [faraó?], rei do Musru [Egito?], para que fosse aliado deles, mas [que era] incapaz de salvá-los”. Quando Sargão atacou Asdode, o usurpador grego fugiu “para o território de Musru, que pertence à Etiópia”, e um assírio foi feito governador. O rei da Etiópia estava atemorizado com o avanço de Sargão e, rapidamente, tomou medidas para fazer paz com a Assíria: prendeu o grego e o enviou à Assíria.

Sargão. Por muitos anos, a única referência disponível a esse importante rei assírio foi esta declaração [da Bíblia]. Antes, céticos contestavam a exatidão histórica deste texto, mas durante as escavações em Khorsabad, nos anos de 1843 a 1845, Paul-Émile Botta descobriu o palácio de Sagão, junto com suas famosas inscrições que falam da história deste importante rei.

2 Solta de teus lombos o pano grosseiro. Em geral se usavam panos de saco em sinal de luto, e soltá-lo era, portanto, um sinal de alegria (Sl 30:11). Mas, neste caso, o pano de saco parece ter sido a veste distintiva de Isaías, como as vestes de pelo de camelo de João Batista (Mt 3:4) e o cinto de couro e pelos de Elias (2Rs 1:8).

Despido. A palavra ‘arom, “despido”tanto pode significar completamente nu ou parcialmente vestido. neste caso (como em Is 58:7; Ez 18:7, 16; Mq 1:8), aponta-se o último significado. Isaías deixou de lado sua veste exterior e usou apenas as vestes interiores, uma prática comum no Oriente até hoje, principalmente entre os trabalhadores. O ato seria sinal de humilhação, privação e vergonha.

Três anos. Não está claro se Isaías se vestiu continuamente assim por três anos ou apenas em vários intervalos durante um período de três anos, para recordar ao povo a humilhação que viria do Egito.

4 Levará os presos do Egito. Sargão não deixou registros de sua invasão ao Egito, mas se “Musru”, para onde o usurpador grego fugiu, era o Egito (ver com. do v. 1), é provável que muitos egípcios que fizeram parte do movimento contra a Assíria tenham sido do mesmo modo enviados à Assíria em humilhação, como retratados aqui. No entanto, nos reinados de Assurbanípal (669-627?), o Egito foi, em várias ocasiões, invadido pelos exércitos assírios, e muitos cativos, mesmo da linhagem real, foram levados à Assíria.

6 Ilha (ARC) [ARA: “desta região”]. Do heb, ‘i, “ilha”, ou, como neste caso, “costa”. os povos de toda a costa da Palestina, incluindo a Filístia e Fenícia, e talvez Chipre, fizeram parte da revolta contra os assírios, mas foram duramente dominados. Eles descobriram, para sua tristeza, que nem com a ajuda do Egito e da Etiópia poderiam resistir ao poder assírio.

Fugimos. O rolo 1QIsa. do Mar Morto diz “confiamos [no apoio]”. De qualquer forma, o significado será o mesmo.

 

Fonte principal: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.