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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 63 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 63 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ISAÍAS 63 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COMENTÁRIO ALETA BAINBRIDGE (Associação Geral – rodada anterior)
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/63
Justiça e misericórdia. Duas faces da mesma moeda chamada Amor. Isaías fala muito a respeito dessas virtudes. Neste mundo pecaminoso, muitas vezes passamos por um ciclo: Amamos a Deus e somos muito felizes. Ficamos maravilhados com o Seu poder e abençoados por Sua paz. Não conseguimos pensar em nada melhor do que estar com Deus e O louvamos continuamente por Suas bênçãos.
Mas então vem o desastre. Começamos a não dar valor às coisas e achamos que nada irá mudar. Negligenciamos a devoção diária. Antes costumávamos louvar a Deus pelas bênçãos, mas agora começamos a achar que o mérito é nosso. Começamos a pensar que nossa paz é resultado de um excelente autocontrole. Que as bênçãos que nos cercam são certamente o resultado de nosso próprio trabalho árduo. Quando surgem problemas, decidimos que podemos lidar com eles – certamente isso não é algo grande o suficiente para incomodarmos a Deus!
Em pouco tempo, a rebelião aberta se instala. Decidimos que somos autossuficientes. Em momentos como estes, Deus freqüentemente permite que colhamos os resultados do nosso egoísmo. Então percebemos que a falsa paz e a falsa “liberdade” não produzem a verdadeira felicidade e alegria que tínhamos quando sob os Seus cuidados.
Vamos começar agora mesmo a lembrar as coisas incríveis que Deus tem feito. Com a ajuda dEle, podemos retornar àquela paz que excede todo o entendimento.
Lisa Ward
Escriturária da Igreja Adventista do Sétimo Dia Country Life, Cleburne, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=988
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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615 palavras
1 Edom. Neste versículo, Edom representa os inimigos de Deus e de Seu povo… Os edomitas eram descendentes de Esaú. … Adotaram atitude de persistente hostilidade para com Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 344.
Bozra. Cidade importante de Edom. CBASD, vol. 4, p. 344.
3 Lagar. Antigamente colocavam-se as uvas em grande tanques, onde pessoas as pisavam para extrair o suco. CBASD, vol. 4, p. 344.
Sozinho. Quando o Messias veio, passou sozinho pela amarga agonia do Getsêmani. … Na cruz, rodeado por multidão sobrenatural, sentiu-Se ainda mais sozinho (Mt 27:46; DTN, 754). CBASD, vol. 4, p. 344.
5 Admirei-Me. Do heb shamam, traduzido por “espantava-me”, em Daniel 8:27. CBASD, vol. 4, p. 345.
6 Pisei. Os ímpios são representados como uvas a serem pisadas no lagar da ira de Deus. CBASD, vol. 4, p. 345.
Embriaguei-os. …bebendo o cálice da ira derramado pelo Senhor. CBASD, vol. 4, p. 345.
7 Celebrarei. Este versículo dá início a uma nova seção, que se estende até o fim do cap. 64. Trata-se de uma oração de louvor e gratidão. Sião se lembra do eterno amor e das misericórdias de Deus recebidos apesar da ingratidão e da rebelião. O poema se inicia com a atitude de se meditar na bondade de Deus e tornar conhecida a outras Sua misericórdia (cf. Sl 89). CBASD, vol. 4, p. 345.
8 Mentirão. Certamente Israel desejaria manter a aliança com Deus. Seria pouco provável que o povo fosse tão tolo a ponto de quebrar finalmente os termos de tal aliança, perdendo assim as bênçãos prometidas. CBASD, vol. 4, p. 345.
Salvador. Cristo é o Salvador de Seu povo tanto no AT quanto no NT (ver PP, 366). CBASD, vol. 4, p. 345.
9 O Anjo da Sua presença. Este era o anjo pelo qual se manifestava a presença de Deus [citações omitidas], e era o próprio Cristo (ver PP, 366). CBASD, vol. 4, p. 345.
10 Pelo que Se lhes tornou em inimigo. Isto é, parecia ser um inimigo. De fato, os juízos que caíram sobre o povo tinham um objetivo misericordioso. Deus tinha em mente a salvação final deles. CBASD, vol. 4, p. 346.
11 Onde está aquele … ? Moisés, Arão e outros líderes importantes. CBASD, vol. 4, p. 346.
15 Atenta para o ceú e olha. Esta é uma oração de clamor e ajuda. CBASD, vol. 4, p. 346.
16 Mas. Do heb. ki, “pois”. Visto que Deus era o Pai de Israel, o povo poderia estar certo de Sua ajuda e orientação. CBASD, vol. 4, p. 346.
17 Por que nos fazes desviar … ? Na linguagem bíblica, Deus é representado como autor daquilo que Ele não impede. … A pergunta deve ser interpretada da seguinte forma: “Senhor, por que permitistes que nos desviássemos?” CBASD, vol. 4, p. 346, 347.
18 Só por breve tempo. Deus prometeu a Abraão que a terra de Canaã seria dada a ele e à sua descendência como herança eterna (Gn 13:14, 15; 17:8). em comparação com a eternidade, o período entre Josué e Isaías não passava de “breve tempo”. CBASD, vol. 4, p. 347.
Pisaram o Teu santuário. O templo ainda estava em pé quando Isaías proferiu estas palavras. Contudo, ele vislumbrava profeticamente o dia em que o edifício não mais existiria (ver Is 64:11; ver vol. 1, p.3). … Um século depois, os babilônios, sob o comando de Nabucodonosor, puseram fim à nação de Judá e destruíram Jerusalém, bem como o templo e os muros (2Rs 25:8-16). CBASD, vol. 4, p. 347.
19 Tornamo-nos como aqueles. O clamor dos judeus se baseia no fato de que tinham se rebaixado ao nível dos pagãos, que não conheciam a Deus. … A confissão de Isaías em favor do povo (ver com. de Is 59:12, 13) alcança a mais profunda angústia. Eles se sentiam profundamente humilhados com o fato de que Deus aparentemente os tivesse rejeitado, e com humildade rogaram que não fossem de todo abandonados. É esse espírito de completo desalento e desespero que faz com que levantem os olhos aos céus com a oração que introduz o capítulo seguinte. CBASD, vol. 4, p. 347.
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“Porque o dia da vingança Me estava no coração, e o ano dos Meus redimidos é chegado” (v.4).
Irmão gêmeo de Jacó, Esaú tomou um caminho totalmente contrário ao de seu irmão. Ainda que igualmente amado por Deus e tendo como direito a primogenitura, Esaú escolheu o caminho da desobediência unindo-se aos impenitentes e dando origem a um povo (Edom) que simboliza a inimizade para com Deus e Seus redimidos. Numa linguagem simbólica e cheia de significado, o capítulo de hoje oferece um vislumbre do juízo final: dia de destruição para os ímpios e dia de salvação para os remidos do Senhor. Mas também nos dá a exata compreensão acerca de como Jesus espera encontrar o Seu povo: em constante oração e vigilância.
A figura do Senhor com vestes tingidas de vermelho pisando “uvas no lagar” (v.2) era bastante familiar para Israel. Comparada a uma videira bem cuidada e amada por Deus, tudo cooperava para que Israel “desse uvas boas, mas deu uvas bravas” (Is.5:2). A história de Israel simboliza a história da humanidade e o desejo do Criador em salvar Suas criaturas. Mas onde a Sua Lei é pisada não pode haver salvação. Enquanto há relutante oposição ao santo regimento que revela o Seu caráter e amor imaculados, há uma inevitável repetição dos dias da antiguidade: “Mas eles foram rebeldes e contristaram o Seu Espírito Santo” (v.10).
A figura do Senhor pisando sozinho o lagar (v.3) é tão única em direito adquirido quanto o ato da cruz. Assim como o plano da redenção é “sem auxílio de mãos” (Dn.2:45), “o dia da vingança” (v.4) também será exercido somente por Cristo, “no grande lagar da cólera de Deus” (Ap.14:19). Assim como a Bíblia relata a última oração de Isaías, haverá na Terra a última oração do remanescente de Deus, a última intercessão e o último apelo. Diante de um mundo em ebulição, pelo desprezo aberto à vontade divina e ao apelo final do Espírito Santo, os redimidos pelo sangue do Cordeiro, assaltados pela derradeira fúria de um inimigo derrotado, erguerão o seu último clamor: “Volta, por amor dos Teus servos e das tribos da Tua herança” (v.17).
Assim como Asafe olhou para o santuário e viu o perfeito exercício do juízo de Deus (Sl.73:17), com fé viva, olhemos para o Santíssimo e contemplemos Aquele que “pelo Seu amor e pela Sua compaixão” (v.9) nos remiu e nos prometeu a vida eterna. Foi olhando o resultado final da obra do santuário, que Isaías ergueu ao Céu uma oração de adoração e louvor, confissão e súplica. É no momento mais escuro da Terra, que ficará evidente a luz do conhecimento de Deus e de Jesus na vida dos redimidos. “A dispensação em que vivemos”, reforça Ellen White, “deve ser, para os que pedem, a dispensação do Espírito Santo. Pedi-Lhe a bênção. É tempo de sermos mais dedicados em nossa devoção. É-nos confiado o trabalho árduo, mas feliz e glorioso, de revelar Cristo aos que se acham em trevas. Somos chamados para proclamar as verdades especiais para este tempo. Para tudo isto, é essencial o derramamento do Espírito Santo” (E Recebereis Poder, p.304).
Clamemos pelo batismo com o Espírito Santo. Façamos disso um compromisso diário e indispensável, confiando nas fiéis e infalíveis promessas de Deus. Pois, “Não fará Deus justiça aos Seus escolhidos, que a Ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?” (Lc.18:7). “Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem” (Lc.21:36). Vigiemos e oremos!
Bom dia, redimidos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías63 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 63 – O autor do livro em análise “é o maior dos profetas e oradores hebreus. O esplendor da linguagem, a vivacidade das figuras de linguagem, além da versatilidade e beleza do estilo de seu texto são inigualáveis. É justificado ter recebido o título de ‘príncipe dos profetas do Antigo Testamento’”, expressou-se Merril F. Unger.
Jesus virá segunda vez. Não como um bebê dependente de pais humanos, mas como Rei dos reis e Senhor dos senhores a fim de resgatar deste mundo aos que foram resgatados do pecado. Os perversos, arrogantes e imorais que rejeitarem ao plano da redenção divino não suportarão a glória de Cristo e morrerão enquanto os salvos forem elevados às moradas celestiais.
A linguagem dos seis primeiros versículos deste capítulo de Isaías coincide com a linguagem escatológica de João em Apocalipse 14:17-20. Vale a pena conferir os dois textos. Eles revelam um caráter simétrico nos dois Testamentos: Justiça e amor. Deus oferecendo salvação aos que se inclinam para aceitá-la, mas punição aos amantes dos diversos tipo de pecados.
Os versos 7-19 é uma magnífica prece. “Assim como a oração em Dn 9 ela começa falando sobre o relacionamento de aliança entre Deus e Seu povo. A lealdade do Senhor à aliança é mencionada em primeiro lugar e, logo em seguida, os louvores a Ele devidos. A oração propriamente dita, em forma de pedidos, entra em foco do v. 15 até o fim do capítulo”, (John MacArthur).
Do capítulo em apreço destacamos algumas preciosas lições:
• Jesus vencerá a batalha do Armagedom. Está profetizado! Assim será! Quem faz aliança com Ele e permanece fiel, será salvo no dia da vingança (ver Joel 3:13; Apocalipse 19:11-21).
• As figuras utilizadas por Isaías como “lagar”, “pisar”, etc. mostram que Jesus eliminará radicalmente o mal, para que prevaleça somente o bem. Essa é promessa positiva e devemos aguardá-la, para que o sacrifício de Cristo valha a pena para nós.
• Devemos alegrar, jamais entristecer ao Espírito Santo. Ele é essencial para transformar-nos!
• Precisamos orar para preparar-nos para esse dia. Devemos olhar ao passado na história sagrada e ver como Deus foi Pai bondoso, misericordioso e paciente para, então, erguer nossos esperançosos olhos ao futuro – com confiança!
Ao compreendermos melhor a Deus, clamaremos mais por Sua intervenção! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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O primeiro verso deste capítulo ressoa com poder e esplendor imponente. Aqui vemos a figura majestosa de um Guerreiro vitorioso que venceu seus inimigos (aqui representados por Edom e Bozra) que ao longo dos tempos têm sido persistente e cruelmente hostis e destrutivos para com Ele e os assuntos de Seu reino.
Quase imediatamente, no entanto, o tom muda. Nossa admiração se alterna para uma preocupação de parar o coração. Esta não foi uma vitória fácil. As roupas do Guerreiro estão encharcadas de sangue e há uma sensação de terrível tristeza quando Ele pronuncia as palavras: “O lagar, eu o pisei sozinho, e dos povos nenhum homem se achava comigo” (v. 2, ARA) A vitória é aparentemente amarga.
“Eu choro e meus olhos se enchem de lágrimas. Ninguém está perto para me consolar” (Lam 1:15). Não houve nenhum conforto para este guerreiro divino no Getsêmani ou na cruz, na hora da Sua maior necessidade. Ele foi abandonado por seus amigos mais próximos e, ao que Lhe parecia, até mesmo por Seu Pai. Este é um pálido vislumbre do que custou a Jesus trazer o Reino de Graça para toda a humanidade (Is 61).
Mas existe uma parte que comumente não prestamos atenção no capítulo 63: “Porque o dia da vingança me estava no coração, e o ano dos meus redimidos é chegado” (v. 4 ARA). Será que o nosso Messias-Guerreiro foi ao Getsêmani e à cruz para trazer a salvação para a humanidade ou para vingar-se dos ímpios? Em Isaías 61 também lemos que o Messias-Servo viria proclamar o ano do favor do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus” (Is 61:2, NVI). É o nosso Deus vingativo? Certamente que não. A morte, mesmo do ímpio, é um ato estranho à natureza amorosa de Deus. Isaías 28:21,22 mostra que Deus viu que não havia ninguém para ajudá-lo a “realizar a sua obra, a sua obra estranha… determinada sobre toda a terra” (ARA).
Não podemos separar a Redenção da destruição de maldade. Deus odeia a iniquidade e tomou as medidas necessárias para eliminá-la. Jesus sofreu a fúria de seu Pai contra a maldade. Seu sangue vital foi derramado no chão para que milhões a perecer pudessem ganhar a vida eterna (v. 3). Não havia outra maneira pela qual pudéssemos ser resgatados.
Ambos, redenção e vingança contra o mal, são “benignidades do SENHOR.” Ele é digno de ser louvado por Sua “grande bondade para com a casa de Israel, bondade que usou para com eles, segundo as suas misericórdias e segundo a multidão das suas benignidades” (v. 7, ARA).
Embora estranha e difícil, a obra de exterminar a maldade é componente indispensável do plano da salvação. Isaías 53:11 nos diz que Jesus verá o resultado do seu trabalho e ficará satisfeito. Todos os que aceitarem os méritos do Seu sacrifício viverão eternamente em paz e harmonia, livres de qualquer maldade.
Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália
Publicado originalmente em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/28
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 62 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 62 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ISAÍAS 62 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COMENTÁRIO ALETA BAINBRIDGE (Associação Geral)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/62
Um magnífico relógio de pêndulo embeleza um canto da sala de estar da minha irmã. Suas badaladas a cada quinze minutos trazem uma sensação calmante de paz em toda a casa, exceto para o novo visitante que tenta dormir. Leva algumas horas, às vezes uma ou duas noites, para que essas harmonias ricas assumam a natureza de uma canção de ninar induzindo ao sono – como vigias nas paredes gritando, “quatro badaladas bem executadas.”
Estranhamente, o tique-taque rítmico de suas engrenagens de latão, movendo-se num mecanismo com pedras preciosas, todas alojadas em um estojo de cerejeira altamente polida, me lembra Isaías 62. Quanto mais você estuda a engenharia de precisão e os materiais de qualidade utilizados no relógio, mais aprecia a sua beleza. A constância do relógio é um pequeno reflexo do amor infalível de Deus expressado na poesia de abertura.
“Por amor de Sião eu não sossegarei, por amor de Jerusalém não descansarei…” (v. 1, NVI)
Quer sejamos consolados ou incomodados pelo som de Sua voz, Ele continua a proclamar Seu amor metodicamente.
No restante do capítulo, Deus garante o que acontecerá quando as pessoas sincronizarem suas vidas com a dEle. Infelizmente, isso nunca aconteceu nacionalmente no antigo Israel, mas aconteceu e está acontecendo individualmente. E tão certo quanto os ponteiros do relógio continuam se movendo, um dia a sincronização com Deus acontecerá universalmente. Jesus voltará e estabelecerá Seu reino!
Glenn Aufderhar
Ilha de Lopez, estado de Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=987
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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522 palavras
1 Por amor de Sião. Este capítulo continua o tema de Isaías 61, sem interrupção: o glorioso futuro de Israel como o mensageiro escolhido por Deus para proclamar a verdade ao mundo, sob a condição de que permanecesse fiel (ver p. 13-17 [CBASD]). Israel falhou em viver à altura dos privilégios da aliança, por isso as promessas ainda se cumprirão para o novo Israel (ver p. 21-23). Ainda é o Messias quem fala, como em Isaías 61:1, e diz o que fará em favor de Sião ( ver com. do Sl 48:2). Sião é o nome poético para Jerusalém. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 341.
Não Me aquietarei. Cristo promete não deixar de trabalhar em favor de Seu povo até que o propósito eterno para ele se cumpra (ver com. de Is 42:4). CBASD, vol. 4, p. 341.
2 Um nome novo. Os filhos de Deus recebem um novo nome apropriado à sua condição, ao estágio glorioso ao qual alcançaram como nação. CBASD, vol. 4, p. 341.
4 Hefzibá (ARC e NVI; ARA: “Minha-Delícia”). Literalmente, “meu deleite está nela”. Esse nome era uma promessa da restauração do favor divino.CBASD, vol. 4, p. 341.
Desposada (ARA; NVI: “Beulá”). Literalmente, “possuída” ou “casada” (ver Ez 16:8). Aquela que ficara viúva e desolada seria a esposa honrada do Rei-Messias! CBASD, vol. 4, p. 341.
5 Como o jovem desposa a donzela. Na Bíblia, usa-se com frequência o casamento para representar a aliança entre Deus e Seu povo (ver Is 54:5; Jr 3:14; Ez 16:8-14; Os 2:19; 2Co 11:2; Ef 5:23, 27; Ap 19:7; 21:2). Como a noiva traz alegria ao noivo, a igreja alegra o coração de Deus. ele cuidará dela como um esposo fiel provê sustento e protege a esposa amada.CBASD, vol. 4, p. 341.
6 Guardas. Todo líder espiritual é um guarda, cujo dever é vigiar sobre os muros de Sião (ver com. de Is 21:11). CBASD, vol. 4, p. 342.
Todo o dia e toda a noite. A obra de um ministro fiel jamais está completa (ver 2Tm 4:2). Quando outros estão fracos, ele deve ser forte. Ele deve ser vigilante, abnegado e alerta, pois de sua fidelidade depende a segurança do povo sob seu cuidado. Se ele dorme ou falha, o inimigo pode obter vitórias, e almas se perdem. CBASD, vol. 4, p. 342.
Fareis lembrado o Senhor (ARA: NVI: “Vocês que clamam pelo SENHOR). O guarda espiritual não deve prestar contas somente ao povo, mas também a Deus. CBASD, vol. 4, p. 342.
9 Os que o ajuntarem [o cereal, o trigo (NVI)] o comerão … e os que o recolherem [o vinho] beberão nos átrios do Meu santuário. A Lei levítica dizia que as ofertas pacíficas deviam ser levadas ao templo em gratidão pelas bênçãos recebidas (Dt 12:5-18;14:23). CBASD, vol. 4, p. 342.
10 Passai pelas portas; preparai o caminho ao povo. Isaías se refere de forma profética à vinda do Messias (ver com. de Is 40:3-5). Todos os obstáculos seriam removidos; toda ofensa deveria ser posta de lado. CBASD, vol. 4, p. 342.
Arvorai [erguei] bandeira. Uma bandeira significa autoridade e exorta o ser humano a ser leal a essa autoridade. É dever solene dos guardas espirituais de Deus arvorar [erguer] a bandeira da verdade que Deus lhes confiou. CBASD, vol. 4, p. 342.
11 Até as extremidades da terra. A mensagem de salvação deve alcançar as partes mais distantes da Terra. CBASD, vol. 4, p. 342.
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“Eis que o Senhor fez ouvir até às extremidades da Terra estas palavras: Dizei à filha de Sião: Eis que vem o teu Salvador; vem com Ele a sua recompensa, e diante dEle, o seu galardão” (v.11).
Ao longo dos anos, inúmeras peregrinações e excursões têm sido realizadas a Jerusalém. Conhecida como “terra santa”, é aclamada pelos judeus, reclamada pelos muçulmanos e reverenciada por cristãos de todo o mundo que almejam pôr os pés sobre as estradas que acreditam ter Jesus caminhado. A atmosfera local e os principais pontos históricos remontam as cenas dos evangelhos, levando-os a uma experiência única e inesquecível. Nunca pisei em Jerusalém. Nunca senti essa emoção que tantos declaram ter vivido. Mas foi sozinha em meu quarto que pude começar a viver a maior e melhor peregrinação de minha vida; a experiência que, certamente, mudou a minha história de uma forma única e inesquecível. Com muito amor e paciência, o Espírito do Senhor me conduziu ao lugar de minha primeira lição:
“Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:6).
Como um Apocalipse do Antigo Testamento, o livro de Isaías apresenta em seus últimos capítulos cenas do glorioso triunfo dos filhos de Deus. A Bíblia apresenta o casamento como uma ilustração da união entre Cristo e “a noiva, a esposa do Cordeiro… a santa cidade, Jerusalém” (Ap.21:9 e 10). Há um profundo e genuíno amor nesta relação. E, como Noivo que conquistou todos os méritos de Sua possessão, Jesus compartilha a Sua vitória e conquista com “o fruto de Seu penoso trabalho” (Is.53:11). E a cidade que é dEle por direito nos é prometida como sendo também nossa recompensa e galardão (v.11). Não mais a cidade terrena de Jerusalém, mas aquela cidade que “tem a glória de Deus” (Ap.21:11).
Como aqueles que amam a vinda do Senhor e desejam estar em Sua santa morada, nos átrios do Seu santuário (v.9), “vós, os que fareis lembrado o Senhor, não descanseis, nem deis a Ele descanso até que restabeleça Jerusalém e a ponha por objeto de louvor na Terra” (v.6-7). O Céu começa aqui, quando Cristo reina soberano em nossa vida. Podemos viver, pela fé, a santa peregrinação através de uma relação de amizade com Ele. Mediante a oração e a intimidade com as Escrituras, abrimos caminho para que o Espírito Santo nivele a estrada de nosso coração e limpe-a “das pedras” (v.10) que nos serviriam de tropeço. “Orai sem cessar” foi o apelo de quem sabia que somente por este meio o povo de Deus se mantém forte nas batalhas.
É mediante um jornadear com Deus que adquirimos ouvidos sensíveis à voz do Seu Espírito. Foi porque Enoque andou com Deus que “Deus o tomou para Si” (Gn.5:24). Da mesma forma, no glorioso Dia do Senhor, Ele tomará para Si “aos que O aguardam para a salvação” (Hb.9:28). Sobre esta maravilhosa experiência, a irmã White contribuiu com as palavras de esperança:
“Cristo tem sido companheiro diário, amigo familiar de Seus fiéis seguidores. Eles viveram em contato íntimo, em comunhão constante com Deus. A glória de Deus resplandeceu sobre eles. Refletiu-se neles a luz do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo. Agora se regozijam nos raios não ofuscados do resplendor e glória do Rei em Sua majestade. Estão preparados para a comunhão do Céu; pois têm o Céu no coração” (Visões do Céu, p.23).
Vigiemos e oremos!
Bom dia, Povo Santo, Remidos-Do-Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías62 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100