Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 20 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de agosto de 2024, 0:45
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Relatada apenas no livro de Mateus, a parábola dos trabalhadores na vinha ressalta dois princípios do reino dos céus: a justiça e a misericórdia. De forma justa, o dono da vinha acertou “um denário por dia” (v.2) com os primeiros trabalhadores. Na “terceira hora” (v.3), o chamado do senhor da vinha ainda consistia em um pagamento justo: “Ide vós também para a vinha, e vos darei o que for justo” (v.4), e com os “da hora sexta e da nona, procedeu da mesma forma” (v.5). Mas com os “da hora undécima”, que ficaram “desocupados o dia todo” (v.6), além de contratá-los quando praticamente não tinha mais claridade para se trabalhar, ainda os pagou primeiro e o mesmo salário dos que haviam trabalhado desde o início da manhã. Pelo regime trabalhista atual, certamente isso caberia um processo judicial que provavelmente favoreceria os trabalhadores que haviam suportado “a fadiga e o calor do dia” (v.12).

Existem homens e mulheres que, como Paulo, têm a autoridade de dizer: “Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns” (1Co.9:22). São pessoas que receberam de Deus um chamado à Sua seara e que têm trabalhado com ardor pela causa de Cristo, dedicando sua vida e abrindo mão de muitas coisas a fim de seguir a ordem do Mestre. A estes o Senhor promete o Seu galardão se permanecerem sob o poder do Espírito Santo. Porém, creio eu e ouso afirmar que já estamos vivendo na hora undécima, quando o Senhor está chamando e reunindo os Seus últimos escolhidos que têm aceitado o convite da graça ainda que estejamos beirando as horas da noite. Filhos que, ainda que muito machucados pelos dias ociosos de pecado, carregando cicatrizes e marcas profundas, ao ouvir o convite da graça prontamente se dispõem a trabalhar com gratidão e inteireza de coração. Desde os primeiros até os últimos, todos desfrutarão da mesma recompensa: a vida eterna em Cristo Jesus.

É na cruz que a justiça e a misericórdia se abraçam e é olhando para ela que compreendemos que a morte e ressurreição de Cristo representa um dom imerecido que nem todas as boas obras poderiam pagar. Quando entendemos que nós somos os devedores e que Jesus é o único digno do salário, então fica mais fácil olhar para o nosso semelhante como nosso igual. Todos somos chamados pelo amor do Pai. A diferença é que nem todos aceitam a eleição de filhos. Não fomos chamados para requerer posições privilegiadas (v.21), mas para imitar o exemplo dAquele “que não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos” (v.28). Até quando iremos a Jesus com nossos pedidos de favores egoístas (v.20) enquanto ainda existem tantos cegos “à beira do caminho” (v.30) clamando por misericórdia?

Muitos há que ainda estão como os cegos de Jericó, clamando pela misericórdia divina enquanto uma multidão, que aparentemente está seguindo a Jesus, os repreende para que se calem (v.31). A quem nós representamos hoje? A multidão que atrapalha ou a Jesus com Sua cura linda e imediata? A verdadeira grandeza está em servir, abrindo caminho para aqueles que precisam ter seus olhos abertos para a beleza do evangelho. Que em meio aos gritos de corações que reconhecem em Jesus a sua única esperança, façamos parte dos “poucos escolhidos” (v.16) que os ajudarão a andar no caminho e que ficarão satisfeitos em compartilhar a recompensa eterna com eles. E, quem sabe, sejamos nós os “da hora undécima” (v.6).

Oh, Senhor, quão misericordioso és Tu, nosso Deus! Tens um trabalho especial para cada um de nós. E não importa a ordem da chamada, mas em que a obedeçamos. Pai Celestial, limpa o nosso coração de todo egoísmo, orgulho, vaidade, presunção, enfim, de tudo o que possa nos afastar da Tua presença e da Tua vontade. Tem compaixão de nós, e abre os nossos olhos para que possamos Te seguir, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, poucos escolhidos!

Rosana Garcia Barros

#Mateus20 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 20 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
19 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 20 – Jesus, ao longo dos capítulos anteriores, vinha preparando Seus discípulos através de profecias claras sobre Sua missão messiânica, Sua morte e ressurreição, e ensinamento sobre o verdadeiro significado de Seu Reino (Mateus 16:21-23; 17:22-23).

Em Mateus 17:1-9 aconteceu um evento significativo antecipando os eventos de Mateus 19. A transfiguração serviu como confirmação divina da identidade messiânica de Jesus, reforçada pela voz de Deus que declarou: “Este é o meu Filho amado de quem Me agrado. Ouçam-nO!”, dando aval à percepção de Pedro em sua afirmação sobre Jesus: “Tu És o Cristo, o Filho do Deus vivo”.

Em diversas situações, Jesus desafiava Seus seguidores a abandonar as concepções errôneas que tinham sobre o Messias, chamando-os a uma compreensão mais profunda de Sua obra redentora. Jesus preparava-os à realidade de Sua rejeição, sofrimento e morte, contrariando a expectativa deles de um Messias conquistador que libertaria Israel do domínio romano. Suas profecias foram um aviso crucial, indicando que o caminho para a glória messiânica passaria pela cruz.

• Em Mateus 20:1-16, Jesus utiliza a parábola dos trabalhadores na vinha para ilustrar a natureza diferenciada do Reino Celestial, destacando a graça e a soberania divina. Os trabalhadores representam diferentes grupos, e a paga igualitária reflete a justiça divina que não se baseia em méritos humanos, mas na generosidade de Deus. A parábola desafia a expectativa humana de justiça, enfatizando que a graça ultrapassa a lógica humana.

A entrada no Reino de Deus é uma dádiva da graça divina, acessível a todos, independentemente do tempo ou das obras realizadas.

• Na sequência, Jesus continuou a preparar Seus discípulos para os eventos de Sua Paixão, sublinhando a necessidade de entenderem que Sua missão não seria de glória terrena, mas de sacrifício redentor (Mateus 20:17-19).

• Contudo, Tiago e João revelaram incompreensão sobre o verdadeiro significado do Reino de Deus – ainda estavam impregnados com expectativas de poder e status. Jesus responde corrigindo a visão deles, ensinando que a grandeza do Reino é medida pelo serviço e sacrifício, não pela posição, poder ou autoridade (Mateus 20:20-28).

Por fim, a cura física dos cegos simboliza a iluminação espiritual que Jesus oferece, restaurando a visão e o entendimento sobre a Sua verdadeira identidade e missão (Mateus 20:29-34).

Provavelmente… nossos olhos ainda precisam ser abertos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 19 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 19 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 19 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 19- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MATEUS 19 by Luís Uehara
18 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/19

“O que ainda me falta?”

Que pergunta arriscada para fazer a Jesus, o Divino Leitor de corações. Aquele que fez a pergunta não estava preparado para a resposta penetrante de Cristo, o convite restritivo que exigia que ele entregasse o ídolo de seu coração. O preço do céu era muito alto; ele não estava disposto a pagar. Em vez disso, ele escolheu apegar-se a investimentos terrenos em vez de investir no futuro do céu.

Deus sempre nos pede que abramos mão da única coisa a que desejamos nos apegar, a única coisa que nos impede de estarmos comprometidos com a vida sacrificial de todo o coração.

“Senhor, o que me falta ainda?”

Aposto que você já sabe o que Ele quer que você entregue, aquilo que você se recusa a renunciar, aquilo que é doloroso demais de entregar. Talvez seja um vício, um rancor, um comportamento doentio, uma atitude de controle, um relacionamento pecaminoso. Talvez pareça tão inofensivo. No entanto, é a única coisa que impede Cristo de reivindicar 100% do seu coração.

Você se renderá quando Deus apontar seu ídolo de estimação? Ou você se afastará Dele, insistindo em manter seu vício idolatrado, seu pecado acariciado?

Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/19
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MATEUS 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de agosto de 2024, 0:50
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770 palavras

7-8 Ouvindo o ponto de vista de Jesus a respeito do casamento, os fariseus pensaram que podiam colocá-Lo contra Moisés. Porém Jesus mostra que Moisés, em Dt 24.1-4, não estava dando justificativas para o divórcio, mas oferecendo providências no caso de divórcio. Dt 24.1-4 consiste de uma longa afirmação condicional introdutória (“se acontecer”), terminando com a proibição para um homem casar novamente com uma mulher de quem ele já havia se divorciado anteriormente. Bíblia de Genebra.

9 não sendo por causa de relações sexuais ilícitas. A palavra grega para “relações sexuais ilícitas” é bastante ampla e inclui, além do adultério, vários pecados de natureza sexual. Bíblia de Genebra.

Dos ensinamentos de Jesus aqui, pode-se inferir que a parte inocente está livre para escolher se o relacionamento conjugal deve continuar ou não. A reconciliação é sempre ideal, especialmente se envolve filhos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 481.

10 Não convém casar. Evidentemente, os discípulos argumentaram que, sendo a natureza humana o que é e havendo tantas circunstâncias em que o marido e mulher se mostram incompatíveis, não seria melhor renunciar à vida de casado por completo? Sem dúvida, à primeira vista, o padrão que Jesus proclamou parecia muito elevado até mesmo para os discípulos, como, por vezes, fazem os cristãos de hoje, O que os discípulos esqueciam, e o que os cristãos de hoje são propensos a esquecer, é que Cristo oferece outra solução para a infidelidade conjugal. Se acordo com a  fórmula de Cristo, onde as disposições e personalidades não são adequadas, a solução é mudar as disposições, o coração e a vida (ver com. de Rm 12.2), não o cônjuge. … Não há problema conjugal que não possa ser resolvido para a satisfação de ambos, marido e mulher, em que os dois estejam dispostos a seguir os princípios estabelecidos por Cristo no Sermão do Monte. E, quando um dos cônjuges está disposto a fazê-lo, mesmo que o outro não esteja, é possível atingir um grau verdadeiramente notável de paz conjugal, resultando na conquista daquele que não está disposto. Essa recompensa vale mais do que a paciência e o sacrifício necessários. CBASD, vol. 5, p. 481.

12 que … se fizeram eunucos. O casamento é desejável. A formação do caráter pode ser muito mais eficaz e completa em estreita associação com outro ser humano do que quando a pessoa está solteira. … O celibato não é um estado comum, normal, e é um engano dizer que, por si só, ele pode levar a um estado superior de santidade do que seria possível de outra forma. Entre os judeus, o celibato era desaprovado ou digno de pena, e era praticado somente por grupos ascéticos extremos, como os essênios. CBASD, vol. 5, p. 482.

14 Deixai os pequeninos … vir a mim. Os discípulos consideravam as crianças como um embaraço na obra de Jesus, mas Jesus as acolhe como súditos do reino e as abençoa. Bíblia de Genebra.

16 que farei eu de bom? Essa questão reflete o típico conceito farisaico de justiça pelas obras como passaporte para a “vida eterna”. O jovem rico tinha cumprido conscienciosamente todos os requisitos da lei (PJ, 391), pelo menos de maneira formal, e também todos aqueles impostos pelos rabinos, mas estava consciente que algo faltava em sua vida. Ele admirava Jesus e pensava seriamente em se tornar um de Seus discípulos (DTN, 518). CBASD, vol. 5, p. 483.

23-26 A riqueza era considerada evidência da aprovação de Deus e o rico parecia ser o mais provável candidato ao reino. Jesus inverteu esta ideia e o resultado não passou despercebido aos discípulos: “quem pode ser salvo?” (v. 25). Bíblia de Genebra.

24 Camelo. Jesus trata de uma impossibilidade humana, como afirma claramente (v. 26). A verdade declarada foi precisamente o oposto do que as pessoas, mesmo os discípulos, criam … Os fariseus pensavam e ensinavam que a riqueza constituía uma prova do favor divino (ver com. de Lc 16.14). Quando Jesus discutiu as riquezas nessa ocasião, Ele pode ter tido em mente particularmente Judas Iscariotes, que, por amor ao dinheiro, estava prestes a vendê-Lo (Jo 12:6; 13:29). O problema de Judas era fundamentalmente o mesmo que o do jovem rico (ver com. de Mc 3:19). CBASD, vol. 5, p. 486.

Fundo de uma agulha. Há uma explicação de que o “fundo de uma agulha” se refere a um portão menor aberto em um grande portão da cidade, pelo qual as pessoas poderiam passar quando a grande porta fosse fechada para o tráfego principal. Contudo, essa explicação se originou séculos depois da época de Cristo. Não existe, portanto, base válida para essa explicação, por mais plausível que pareça. Jesus estava lidando com impossibilidades (v. 26), e não há nenhum proveito em maquinar uma explicação pela qual tornar possível o que Jesus apontou especificamente como impossível. CBASD, vol. 5, p. 486



MATEUS 19 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de agosto de 2024, 0:45
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A jornada terrestre de Jesus incluía constantes viagens em busca das ovelhas perdidas da casa de Israel. Multidões O seguiam e Ele as curava. E entre ensinamentos e curas, Jesus também era experimentado pelos fariseus, que frequentemente O interrogavam acerca de questões da Lei. Na verdade, a questão do divórcio era algo muito sério e que lidava com consequências eternas. O repúdio tornou-se algo corriqueiro, como bem disseram os fariseus, “por qualquer motivo” (v.3), sendo que Moisés o permitiu na condição de ter achado o marido “coisa indecente” na mulher (Dt.24:1), justamente na tentativa de evitar a prática do divórcio por causa da dureza de coração do povo (v.8). Ao fazer menção da união entre Adão e sua mulher no Éden, Jesus deixou bem claro o Seu modo de ver o casamento: uma instituição sagrada.

Jesus mesmo disse que “Nem todos são aptos para receber este conceito” (v.11). Hoje, viver uma relação conjugal dentro dos parâmetros divinos tornou-se fora de moda, e falar sobre isso é considerado praticamente um crime. Pessoas têm sido investigadas e processadas pelo simples fato de expor a sua crença no que diz a Palavra de Deus. A vontade do Senhor para o matrimônio e a sexualidade humana é claramente revelada “desde o princípio” (v.4) e ainda que existam dificuldades pessoais quanto a isto, Jesus assegurou que existe sim oportunidade de escolher o celibato voluntário por amor a Ele, pois muitos “a si mesmos se fizeram eunucos, por causa do reino dos céus” (v.12).

Mas além dos casados e solteiros, Cristo também lidava com outras classes de pessoas. Dentre elas, uma Lhe era muito especial e transmitia leveza à Sua pesada lida: as crianças. A empatia, simplicidade e sinceridade dos pequeninos enchia o coração do Mestre de uma doçura singular. E a fim de que Seus discípulos pudessem desfrutar de semelhante bênção, declarou: “Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a Mim, porque dos tais é o reino dos céus” (v.14). Entre Seus ouvintes, porém, estava alguém que tentava assimilar todos esses ensinamentos e cujo coração se enterneceu ao ver Jesus recebendo crianças com tanto afeto e consideração. O jovem rico havia aprendido em sua infância a guardar os mandamentos, mas nunca tinha associado a obediência com o amor.

À sua pergunta: “Mestre, que farei eu de bom, para alcançar a vida eterna?” (v.16), primeiro Jesus deixou bem claro que “Bom só existe um” (v.17). Portanto, é a bondade de Deus que deve estar em evidência e é ela que nos “conduz ao arrependimento” (Rm.2:4), o primeiro passo na direção do reino dos céus. Em seguida, Jesus apresentou a guarda dos mandamentos como um passaporte para a vida: “Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos” (v.17). Como escreveu o salmista: “Nunca me esquecerei dos Teus preceitos, visto que por eles me tens dado vida” (Sl.119:93). Citando os mandamentos relativos ao amor ao próximo, Jesus falou o que aquele jovem com facilidade assegurou observar, mas que nunca havia aprendido a amar.

O perfeito caráter que Deus requer de Seus filhos é a disposição em ouvir e praticar as Suas palavras (Gn.17:1; Mt.5:48; 2Tm.3:17). O pedido que Ele fez ao jovem rico pode ser replicado na vida de qualquer pessoa, ainda que o objeto a ser abandonado seja diferente. Jesus pode estar lhe dizendo, hoje: “Se queres ser perfeito”, abandone a pornografia, “depois, vem e segue-Me”. “Se queres ser perfeita”, exclua esta rede social que em nada lhe edifica, “depois, vem e segue-Me”. “Se queres ser perfeito”, abandone esses jogos, séries e filmes que estão manchando o seu caráter, “depois, vem e segue-Me”.

Infelizmente, como o jovem rico, muitos ouvindo “esta palavra” (v.22) vão embora tristes pelo amor às coisas deste mundo, perdendo o privilégio de participar dos tesouros do Céu, “onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam” (Mt.6:20). A verdadeira riqueza está em uma vida de santificação no Espírito. A inquietação daquele jovem tem sido a de muitos que, ainda que reconheçam em Jesus um Mestre, Alguém que dispensa uma multidão de ouvintes só para dar atenção a crianças, não estão dispostos a depor dos ídolos do coração a fim de segui-Lo.

Guardar os mandamentos não se trata de uma imposição dada por um Deus arbitrário, mas de uma proteção dada por um Deus amoroso. É como numa ilustração dada em certa lição da escola sabatina, em que uma garotinha nadava com seu pai no mar, quando perceberam que a correnteza os tinha levado para águas mais profundas. O pai então instruiu a garota a boiar e aguardar porque ele nadaria em busca de ajuda e voltaria para buscá-la. Quatro horas depois, seu pai e os socorristas a encontraram tranquila boiando em alto mar. Chegando na praia, estranhando a comoção de amigos e familiares, ela disse mais ou menos assim: “Eu só fiz o que meu pai mandou, pois eu sabia que ele voltaria para me buscar”.

É tão simples, não é mesmo? Que tal experimentarmos esta maneira infantil, mas tão sábia, de aguardarmos o Pai vir nos buscar? Não se trata apenas de obediência, amados, mas de um relacionamento de amor e confiança com Deus. Pode ser que você não tenha que deixar para trás grandes riquezas ou vícios secretos, mas “casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe [ou mulher], ou filhos, ou campos”, por causa do nome de Jesus, mas, se assim você tiver de fazer, saiba que “receberá muitas vezes mais e herdará a vida eterna” (v.29).

Todo aquele que conhece e prossegue em conhecer Jesus a cada dia não sonha com ruas de ouro ou palácios de cristal, mas com o dia em que “Jesus, fitando neles o olhar” (v.26), lhes dirá: “Vinde, benditos de Meu Pai” (Mt.25:34). Chegou a hora de abandonarmos tudo aquilo que nos impede de nos entregarmos por completo a Cristo. Que você e eu possamos boiar seguros no mar da vida na certeza de que logo nosso Pai virá em nosso resgate. Ele nos diz hoje: “anda na Minha presença e sê perfeito” (Gn.17:1).

Querido Pai amoroso, muitas vezes as crianças compreendem melhor o Teu evangelho do que nós adultos. Impõe a Tua santa destra sobre nós e nos abençoa, Senhor! Livra-nos da dureza de coração e derrama uma bênção especial sobre os casais do Teu povo! Que como aquela garotinha confiou em seu pai mesmo na demora, ó Deus bendito, nos ajuda a confiar em Ti, enquanto o Senhor não vem! Dá-nos fome e sede da Tua Palavra e a ardente expectativa de contemplar o Teu olhar amoroso. Perdoa-nos, Pai! Somos tão tardios para entender a Tua Palavra e discernir a Tua voz. Oh, Deus de misericórdia, ilumina o nosso entendimento e que nada mais neste mundo nos impeça de segui-Lo, ainda que isso implique perdas e renúncias. Socorre-nos, Pai! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, perfeitos pela graça de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Mateus19 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 19 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 19 – Antes de chegar aos eventos de Mateus 19, foi revelado aos discípulos a verdadeira natureza do Reino dos Céus, cujos valores são completamente diferentes dos reinos corruptos deste mundo (Mateus 18).

Em Mateus 19, Jesus continua a aprofundar os ensinamentos que começou a desenvolver nos capítulos anteriores, revelando que a ética do Reino de Deus se aplica a áreas fundamentais da vida, como o casamento (vs. 1-12), a riqueza (vs. 16-24) e o discipulado (vs. 25-30), destacando a realidade do chamado de Jesus e a necessidade de os discípulos se conformarem ao padrão do Seu Reino, em contraste com os valores mundanos.

Através do discurso sobre o casamento, as riquezas, e o discipulado, Jesus continua a moldar a visão dos Seus seguidores sobre o que significa segui-lO. A ética radical que Ele apresenta desafia os padrões da sociedade, reafirmando que entrar no Reino dos Céus exige um coração puro, transformado (como de uma criança, Mateus 19:13-15), e uma vida de total consagração a Deus (Mateus 19:28-30).

Na narrativa deste capítulo…

• Jesus restaura a concepção original de que Deus criou o homem e a mulher para se unirem em casamento e se tornarem uma só carne – e, o que Deus uniu, não deve ser separado pelo homem. A ética do Reino valoriza a fidelidade e o compromisso, mostrando um padrão elevado e contra-cultural em relação ao matrimônio.

• Ao valorizar as crianças em contraste com o comportamento de seus discípulos (Mateus 19:13-15), Jesus subverte a hierarquia social comum e sugere que a simplicidade, a dependência e a humildade, qualidades geralmente associadas às crianças, são essenciais para participar do Reino Celestial.

• A ética do Reino de Deus exige um desapego radical das riquezas e bens materiais, enfatizando que a riqueza (ou mesmo familiares, Mateus 19:29) não devem ser obstáculos ao compromisso ao compromisso total com Deus.

• No Reino de Deus, a hierarquia é invertida, aqueles que são humildes, sacrificam tudo e servem a Deus de todo o coração, serão exaltados – estarão no trono com Cristo.

Jesus já havia falado sobre as recompensas no Reino dos Céus (Mateus 5:12; 10:41-42). Agora (Mateus 19:28-30), Ele reafirma que aqueles que sacrificarem tudo por Sua causa receberão cem vezes mais no mundo e herdarão a vida eterna.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 18 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
17 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 18 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 18 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 18- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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MATEUS 18 by Luís Uehara
17 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/18

Se pudermos abraçar uma visão descomplicada, organizada e infantil das prioridades da vida, seremos muito mais capazes de abraçar as coisas de Deus. Este não é um chamado à infantilidade, mas um convite a uma simplicidade semelhante à de Cristo frequentemente vista em crianças pequenas. Para muitos de nós, a vida é muito ocupada, uma luta diária apressada. Jesus nos exorta a retornar a uma vida muito mais simples e não afetada de confiança, inocência, obediência e contentamento.

Você está encorajando seu cônjuge, filhos, amigos, outros membros da igreja a misturar lealdade a Deus com os prazeres deste mundo? Que coisa terrível será no dia do julgamento se você contribuiu para a perda espiritual de uma pessoa. Se você está em uma posição de liderança, os riscos e a responsabilidade de enganar os outros são ainda maiores.

Um querido amigo me disse que quando Jesus falou sobre perdoar os outros “setenta vezes sete”, Ele estava falando de uma atitude contínua de disposição para perdoar. Quando consideramos o número de vezes que Deus está disposto a perdoar, devemos apresentar espírito de perdão para com os outros.

Leo Van Dolson, Jr.
Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/18
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MATEUS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de agosto de 2024, 0:50
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1704 palavras

[Nota: O Comentário Bíblico Adventista deixa muito claro que em todo o capítulo 18, Jesus responde à pergunta: “Quem é o maior?” Em resumo, a resposta é: aquele que é capaz de perdoar de coração, como uma criança…]

1-35 Este capítulo é o quarto dos cinco grandes discursos, em Mateus. Bíblia de Genebra.

1 Naquela hora. Esta instrução foi dada no mesmo dia em que ocorreu o incidente sobre o tributo no templo. … A discussão entre os discípulos … atingiu o clímax no momento em que o grupo entrou em Cafarnaum. A referência de Jesus sobre ir novamente a Jerusalém (ver Mt 16:21), de onde Ele tinha estado ausente por quase um ano e meio (ver com. de Jo 7:2), tinha reavivado no coração dos discípulos esperanças equivocadas … de que havia chegado o tempo de Jesus estabelecer Seu reino. … Todo o discurso [cap 18] pode muito bem ser intitulado: “Como lidar com as diferenças de opinião e conflitos que surgem na igreja”. O grande problema que tornou necessário o discurso foi um grave choque de personalidades entre os doze. Era necessário resolver isso para que a unidade do grupo fosse preservada. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 469.

Quem … é o maior? Os discípulos se consideravam os mais altos oficiais do reino. No reino da própria imaginação, a posição ocupava o primeiro lugar, fazendo-os esquecer o que Jesus lhes dissera sobre o sofrimento e a morte. A opinião preconcebida efetivamente isolava a mente contra a verdade. CBASD, vol. 5, p. 470.

3 Este não é um chamado para ser “infantil”. Era deste modo que os discípulos estavam agindo em sua disputa para ser o maior. O chamado de Jesus é para ser “como uma criança” – desenvolver a humildade, inocência e dependência que é facilmente encontrada nas crianças. Andrews Study Bible.

6 fizer tropeçar. Aqui, Jesus Se refere principalmente a qualquer coisa que possa causar desunião entre os irmãos. Paulo admoesta os cristãos maduros a não fazer nada que leve um cristão imaturo a tropeçar (1Co 8:9-13). CBASD, vol. 5, p. 470.

pedra de moinho. Do gr. mulos onikus, literalmente, “uma pedra de moinho de jumento”, isto é, uma pedra tão grande que era necessário um jumento para movê-la. CBASD, vol. 5, p. 470.

Isto é, pedra de moinho girada por jumento – bem maior e mais pesada que as pequenas (24.41), manipuladas pelas mulheres todas as manhãs em casa [24.41]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 corta-o. Jesus não está sendo literal aqui. Ele está enfatizando a seriedade de fazer com que um irmão fraco se extravie. Infelizmente, alguns cristãos através dos séculos entenderam literalmente este ensino de Jesus e se mutilaram, no que consideraram ser uma obediência à instrução de Jesus neste verso e em outros similares (5:29; 19:12). O exemplo mais famoso foi Orígenes, o pai da igreja do terceiro século, que se castrou por causa de seus pensamentos lascivos [de forte desejo sexual].  Andrews Study Bible.

10 A referência aos pequeninos pode ser tanto à criança quanto aos neófitos da fé. O escândalo e o desprezo a estes novos teria efeito negativo no exemplo ou ensino, afastando-os da fé. Bíblia Shedd.

12-14 A parábola da ovelha perdida também se acha em Lc 15.3-7. Ali se aplica aos incrédulos, mas aqui aos crentes. Jesus usou a mesma parábola para ensinar verdades diferentes em situações diferentes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 indo procurar. A salvação consiste não na busca do homem por Deus, mas na busca de Deus pelo homem. O raciocínio humano vê na religião nada mais do que tentativas humanas de encontrar paz e resolver o mistério da existência, encontrar uma solução para as dificuldades e incertezas da vida. É verdade que no fundo do coração humano há um desejo dessas coisas, mas o ser humano, por si só, nunca pode encontrar a Deus. A glória da religião cristã é que ela conhece um Deus que tanto Se preocupa com o ser humano que deixou tudo a fim de “buscar e salvar o perdido” (Lc 19:10). CBASD, vol. 5, p. 472.

a que se extraviou. Do gr. planao, “desviar-se”, “vagar” ou “levar ao erro”. Nossa palavra “planeta” vem da palavra grega relacionada planetes, que significa “errantes” (ver Jd 13). Os planetas do sistema solar receberam esse nome porque parecem vagar sem rumo [em suas órbitas em torno do Sol], entre as estrelas aparentemente “fixas”. CBASD, vol. 5, p. 472.

15 pecar. Evidentemente, o “irmão” que “erra” é o mesmo que a “ovelha” que “se extraviou”. CBASD, vol. 5, p. 472.

mostre-lhe o erro (NVI). Esta é mais do que uma advertência sábia, é um mandamento. “Somos tão responsáveis pelos males que poderíamos haver reprimido, como se fôssemos nós mesmos culpados da ação” (DTN, 441). CBASD, vol. 5, p. 472.

entre ti e ele só. Fazer circular relatos sobre o que “teu irmão” possa ter feito tornará mais difícil, talvez mesmo impossível, chegar até ele. Aqui, talvez mais do que em qualquer outro aspecto das relações interpessoais, é nosso privilégio aplicar a regra de ouro … Quanto menos publicidade for dada a um ato errôneo, melhor. CBASD, vol. 5, p. 472.

ganhaste teu irmão. Alguém já disse que a melhor forma de nos desfazer de nossos inimigos é fazer deles nossos amigos. CBASD, vol. 5, p. 472.

Estes três estágios para tratar com o cristão em pecado constituem o coração de toda disciplina eclesiástica. O objetivo é levar ao arrependimento, enquanto procura reduzir a consciência pública do referido pecado ao mínimo. Em hipótese alguma deve este assunto ser propagado ao mundo em geral. Bíblia de Genebra.

16 uma ou duas pessoas. Estas “mais uma ou duas pessoas” não estão pessoalmente envolvidas, portanto estão em posição melhor para expressar uma opinião imparcial e aconselhar o irmão ofensor. CBASD, vol. 5, p. 472.

17 considera-o como gentio ou publicano. Caso haja desrespeito à igreja, o culpado deve ser excluído da comunhão e tratado como a um pagão (o que não deixa de estar dentro do objetivo do amor). Bíblia Shedd.

pagão (NVI). Para os judeus, significava qualquer tipo de gentio. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A sociedade judaica geralmente não se socializava com gentios ou coletores de impostos. A remoção do corpo de membros da igreja é o primeiro passo no processo que visa trazer pessoas ao arrependimento e reconciliação. … Contudo, os termos usados por Jesus nos lembram do Seu exemplo ao tratar com pecadores e coletores de impostos (9:9-11; 11:19). Seu cuidado amoroso e perdão demonstram como a igreja deveria tratar aqueles que estão desligados, buscando a restauração definitiva de todos os pecadores. Andrews Study Bible.

19-20 Estes versículos devem ser tomados no seu contexto mais amplo, como tratando ainda da disciplina na igreja. Bíblia de Genebra.

20 A declaração de Mt 18:20, é claro, é verdadeira em sentido geral, embora, no contexto do capítulo (v. 16-19) se refira principalmente à igreja em sua capacidade oficial de lidar com um membro ofensor. CBASD, vol. 5, p. 473.

A congregação que se reúne em nome de Cristo é a que O tem em seu meio. Bíblia Shedd.

21 até sete vezes? Pedro quis ser generoso, pois as tradições dos rabinos falavam em perdoar até três vezes. A resposta de Jesus, tomando-se em consideração o que Pedro disse, significa que o espírito de perdão vai muito além dos mesquinhos cálculos humanos. Bíblia Shedd.

O perdão, seja da parte de Deus, seja da parte do homem, é muito mais do que um ato judicial, é a restauração da paz onde havia conflito (cf. Rm 5:1). mas o perdão vai além e envolve o esforço de restaurar o próprio irmão que erra. CBASD, vol. 5, p. 474.

22 até setenta vezes sete. Se o espírito de perdão age no coração, a pessoa está tão pronta a perdoar aquele que se arrepende pela oitava vez como na primeira vez, tão pronta a perdoar na 491ª vez como na oitava. O verdadeiro perdão não se limita a números; além disso, não é o ato [do perdão] que importa, mas o espírito que precede o ato. CBASD, vol. 5, p. 474.

23-25 A parábola do credor sem compaixão ensina a Pedro o motivo pelo qual deve-se perdoar sem limites. Deus perdoou-nos tanta coisa ao nos conceder o dom gratuito da Salvação em Cristo, que qualquer ofensa que outro ser humano possa praticar contra nós é irrisória em comparação a isto. Perdoá-lo seria o mínimo que poderíamos fazer, refletindo, assim, algo da bondade divina que tem sido derramada em nossas vidas (6.14, 15). Bíblia Shedd.

24 dez mil talentos. Um talento era a mais alta medida monetária da moeda corrente, e era equivalente a seis mil denários ou dracmas. … Uma tal soma de dinheiro era praticamente incontável e ilustra a enorme dívida do pecado em que todos temos incorrido diante de Deus. Bíblia de Genebra.

Cerca de 215 toneladas de prata, o suficiente para contratar 10 mil trabalhadores por 18 anos. CBASD, vol. 5, p. 474.

Cerca de 60 milhões de vezes o salário de um dia de um trabalhador. Andrews Study Bible.

O verdadeiro perdão: 1) Cristo ensinou-nos a perdoar sempre; 2) Isto refere-se especialmente a ofensas praticadas contra nós mesmos; 3) Pelo fato de também sermos pecadores, não nos compete julgar com demasiado rigor às faltas do nosso próximo; 4) Deus, finalmente, julgará a todos segundo Sua reta justiça: que será de nós se não praticarmos misericórdia? (Tg 2.13). Bíblia Shedd.

28 cem denários. Cerca de 100 vezes o salário de um dia de um trabalhador. Andrews Study Bible.

35 perdoar. O ensino principal da parábola. Bíblia de Estudo NVI Vida.

do íntimo. O problema na pergunta de Pedro … foi que o tipo de perdão a que ele se referia não era do coração, mas, sim, um tipo mecânico e legalista de “perdão”, com base no conceito de obtenção de justiça pelas obras. Como foi difícil para Pedro entender o novo conceito de obediência do coração, motivada pelo amor a Deus e aos seus semelhantes! Isso completa a resposta de Jesus à pergunta de Pedro (v. 21), resposta que também trata indiretamente da pergunta: “Quem é o maior no reino dos céus? (v. 1). O “maior” é simplesmente aquele que, “de coração”, reflete sobre a misericórdia do Pai celestial e que faz “o mesmo” em relação a seus semelhantes. … As palavras de perdão, por mais importantes que sejam, não são de primordial importância aos olhos de Deus. Pelo contrário, é a atitude de coração que dá às palavras a plenitude de sentido que, de outra forma, lhes faltaria. A aparência de perdão, motivada por circunstâncias ou por objetivos escusos, pode enganar aquele a quem é atribuída, mas não Aquele que vê o coração (1Sm 16:7). O perdão sincero é um aspecto importante da perfeição cristã. CBASD, vol. 5, p. 475, 476.