Reavivados por Sua Palavra


APOCALIPSE 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
29 de março de 2025, 0:40
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APOCALIPSE 4 – O livro do Apocalipse não é somente revelações do futuro; é um retorno às origens. Em meio aos juízos e trovões e as visões do porvir, a criação ressoa como um tema relevante, lembrando-nos que a história do mundo não é um acidente cósmico, mas um drama divinamente arquitetado.

Apocalipse 4 descreve uma cena majestosa e solene: João vê uma porta aberta no Céu e é chamado para contemplar a sala do trono de Deus. O trono está no centro da visão, simbolizando o poder e a autoridade divinos. É essencial essa cena para a compreensão do livro de Apocalipse, pois estabelece a base para os eventos futuros, mostrando que Deus está no controle da história.

O trono de Deus é o elemento central. Nos dias de João, o Império Romano parecia ter domínio sobre a Terra. Entretanto, essa visão assegura aos cristãos que o verdadeiro Rei do Universo não é César, nem qualquer Imperador, mas Deus. Isso nos lembra que, independentemente das circunstâncias que enfrentamos, Deus continua reinando e Sua vontade será cumprida.

O trono não está vazio. Isso é crucial, pois mostra que a história não é caótica ou determinada por forças humanas ambiciosas e corruptas. João vê Alguém semelhante a jaspe e sardônico sentado sobre ele (Apocalipse 4:1-3), indicando a glória, a santidade e a justiça divina. O arco-íris ao redor do trono aponta à fidelidade de Deus às promessas, relembrando Sua aliança com Noé (Gênesis 9:1-17).

Apocalipse 4 prepara-nos para compreender a sequência de eventos do livro, mostrando-nos que, antes das tribulações futuras, precisamos estar ancorados na certeza de que Deus reina e que toda a criação existe para glorificá-lO (Apocalipse 4:4-10).

No centro do trono celestial, um coro eterno canta a verdade que sustenta todo o Universo:

“Tu, Senhor e Deus nosso,
És digno de receber
A glória, a honra e o poder,
Porque criaste todas as coisas,
E por tua vontade elas existem
E foram criadas” (Apocalipse 4:11).

A soberania de Deus não se fundamenta apenas em Seu poder, mas em Seu ato criador. Ele não é apenas o governador do Universo – Ele é Seu arquiteto. Seu domínio não é usurpado, mas inerente, porque tudo o que existe deve sua existência à vontade divina.

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



APOCALIPSE 4 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS by Jeferson Quimelli
29 de março de 2025, 0:30
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1845 palavras

Capítulo 4 – A visão do trono

“Apocalipse 4 descreve a sala do trono de Deus depois da ascensão de Cristo.” – LES892*, p. 71.

“Enquanto prossegue na Terra o conflito com o mal, louvor e devoção estão continuamente sendo oferecidos a Deus pelos habitantes do Céu que não têm pecado. Os capítulos 4 e 5 do livro do Apocalipse retratam diversos aspectos da mesma cena. O cenário do capítulo é a sala do trono celestial descrita no capítulo 4. Os dois capítulos juntos provêem a introdução e o cenário para a profecia dos sete selos.” – LES892, p. 57.

“Esses dois capítulos [4 e 5] apresentam o cenário em que são rompidos os sete selos como prelúdio da Segunda Vinda de Jesus.” – LES892, p. p. 71.

 

4:1 Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu, e a primeira voz que ouvira, voz como de trombeta, falando comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer.

Depois desta coisas – “Havendo escrito as cartas para as sete igrejas na Ásia Menor, João volta a atenção para a crise iminente em escala mundial.” – LES892, p. 58.

“O Objetivo da visão relatada em Apocalipse 4 era fortalecer os crentes, animando-os a ter fé na sabedoria, no poder e na santidade de Deus.” LES892, p. 65.

Porta aberta no céu – “No Céu. Não, ‘para o Céu’, como se João estivesse do lado de fora, olhando para dentro. Visto que, ao olhar, ele contemplou o trono de Deus, essa deve ter sido uma porta que dava acesso à sala do trono do Universo.” – SDABC, vol. 7, p. 766, citado em LES892, p. 58.

4:2 Imediatamente fui arrebatado em espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono;

Arrebatado em espírito – “O apóstolo é arrebatado em visão a uma porta dentro do Céu. Através da porta aberta ele contempla a santidade da presença de Deus numa gloriosa cena de adoração.” – LES892,  p. 58.

“Compare essa visão que João teve de Deus com as visões recebidas por outros profetas bíblicos: Ezeq. 1:26-28  Isaías 6:1-4  Daniel 7:9 e 10”. – LES892,  p.58.

Trono – “Apocalipse 4 descreve a sala do trono de Deus depois da ascensão de Cristo. Os vinte e quatro anciãos que foram ressuscitados com Cristo estão ali.” – LES892, p. 71.

4:3 e aquele que estava assentado era, na aparência, semelhante a uma pedra de jaspe e sárdio; e havia ao redor do trono um arco-íris semelhante, na aparência, à esmeralda.

Deus Pai assentado no trono – “O santuário israelita era um lugar no qual Deus podia habitar no meio de Seu povo num mundo pecaminoso (Êxo. 25:8). O santuário celestial é o lugar do Universo no qual Deus habita entre Suas criaturas (Apoc. 4:2-7; Sal. 11:4). Deus, que não pode ser limitado a um espaço (I Reis 8:27), escolheu tornar uma fração do espaço o local da Sua habitação no Universo.” – LES963, lição 3, p. 3A.

Jaspe – branco – santidade.

Sardônio – vermelho – misericórdia.

Arco-íris (celeste) – combinação da santidade com a misericórdia –

“Ezequiel [Ezeq. 1:26-28] e João falam de uma arco-íris ao redor do trono de Deus. Ellen White faz estes comentários: ‘No Céu, uma semelhança de arco-íris rodeia o trono, e estende-se como uma abóbada por sobre a cabeça de Cristo. … Quando o homem pela sua grande impiedade convida os juízos divinos, o Salvador, intercedendo junto ao Pai em seu favor, aponta para o arco das nuvens, para o arco celeste em redor do trono e acima de sua cabeça, como sinal da misericórdia de Deus para com o pecador arrependido.” – Patriarcas e Profetas, pág. 105.” – LES892, p. 53.

4:4 Havia também ao redor do trono vinte e quatro tronos; e sobre os tronos vi assentados vinte e quatro anciãos, vestidos de branco, que tinham nas suas cabeças coroas de ouro.

 Vinte e quatro anciãos – “Quando Cristo morreu na cruz, ‘abriram-se os sepulcros e muitos corpos de santos, que dormiam, ressuscitaram; e, saindo dos sepulcros depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos.’ S. Mat. 27:52 e 53. Esses santos ressuscitados não foram deixados na Terra para morrerem pela segunda vez. Foram levados para o Céu com Jesus, como as primícias de Seu sacrifício.” – LES892,  p.60.

“… aqueles que ressuscitaram com Cristo [S. Mat. 25:52 e 53] e são hoje os vinte e quatro anciãos no Céu foram mártires para Deus, desde o tempo da criação até o tempo de Cristo. Pode ser que Abel e João Batista estejam incluídos entre eles.” – LES892, p. 61.

“Aqui e em outros lugares do livro eles são retratados prostrando-se diante de Deus em adoração e louvor (Apoc. 4:10; 5:14; 7:11; 11:16; 19:4). Duas vezes é declarado que um dos anciãos conversou com João (Apoc. 5:5; 7:13), e numa ocasião os anciãos aparecem com os quatro seres viventes apresentando a Deus as orações de Seu povo (Apoc. 5:8). De dia e de noite eles prestam contínua adoração a Deus. – LES892, p.59.

O número 24 – “Em Apocalipse 4 o número 24 é usado simbolicamente. A cena toda é uma representação simbólica da realidade. Não devemos deduzir que há um número literal de 24 anciãos no Céu. Esse número chama nossa atenção para as funções dos anciãos. Como havia 24 divisões ou classes de sacerdotes que labutavam no santuário antigo, assim a obra dos anciãos é auxiliar a Cristo, nosso Sumo Sacerdote, em Seu ministério celestial.” – LES892, p. 59.

“Além de seus deveres sacerdotais no santuário […] Os antigos sacerdotes israelitas eram juízes adjuntos. Assim também, os anciãos celestiais ajudam a Cristo em Sua obra de julgamento.” – LES892, p. 59 e 60.

Vestidos brancos –  “… o linho fino são as justiças dos santos.” Apoc. 19:8

“As vestes brancas usadas por eles simbolizam a justiça de Cristo concedida aos crentes. Cristo, introduzido em nosso coração pelo Espírito Santo, é nossa justiça (Rom. 8:9 e 10; 10:6-10; I S. João 2:29; 3:7). As vestes brancas representam a Cristo no interior das pessoas. Sentados diante do trono de Deus no Céu há seres humanos redimidos que alcançaram a suprema vitória por meio de Cristo, que é a sua justiça.” – LES892, p. 60.

Coroas de ouro – “As coroas usadas pelos vinte e quatro anciãos representam a vitória espiritual que eles já receberam.” – LES892, p. 60.

4:5 E do trono saíam relâmpagos, e vozes, e trovões; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus;

 Sete Espíritos de Deus  Ver comentário sobre Apoc. 1:4.

4:6 também havia diante do trono como que um mar de vidro, semelhante ao cristal; e ao redor do trono, um ao meio de cada lado, quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por detrás;

 Animais – “A palavra grega que algumas versões traduziram por ‘animais’ também significa ‘criaturas ou seres viventes’.” – LES892, p. 61.

“…as evidências de Ezequiel [Ezeq. 10:1, 15 e 20] são suficientes: as criaturas viventes são querubins celestiais.” – LES892, p. 62.

“Do mesmo modo que havia querubins de ouro perto do trono no santuário terrestre (Êxo. 37:7-9), no Céu há querubins de posição superior aos anjos em geral. Desempenham a função de comandantes que transmitem aos outros anjos as ordens dadas pelo próprio Senhor […] Os anjos diante do trono de Deus estão diretamente envolvidos nas questões terrestres.” – LES892, p. 62.

“Embora estivessem sustendo o trono de Deus (Ezeq. 1:26-28), estavam em contato com os acontecimentos na Terra, pois Ezequiel viu ao lado de cada criatura vivente ‘uma roda na Terra’ (Ezeq. 1:15). A ‘roda dentro da outra’ (v.16), que se estendia do Céu à Terra era dirigida pela criatura vivente. As quatro rodas representam o controle dos acontecimentos terrestres que Deus exerce por meio das criaturas viventes.” – LES892, P. 61-62.

4:7 e o primeiro ser era semelhante a um leão; o segundo ser, semelhante a um touro; tinha o terceiro ser o rosto como de homem; e o quarto ser era semelhante a uma águia voando.

 Semelhantes a leão, bezerro, águia e homem – “Escritores judeus dão a entender que os símbolos em Ezequiel e no Apocalipse estão relacionados com os emblemas das tribos principais no acampamento do antigo Israel. Judá, ao leste, usava o símbolo de um leão; Rabin, ao sul, o símbolo de um homem; Efraim, ao oeste, o símbolo de um boi ou bezerro; e Dã, ao norte, o símbolo de uma águia.” – LES892, p. 62.

4:8 Os quatro seres viventes tinham, cada um, seis asas, e ao redor e por dentro estavam cheios de olhos; e não têm descanso nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, e que é, e que há de vir.

 Não descansam nem de dia nem de noite – “Enquanto prossegue na Terra o conflito com o mal, louvor e devoção estão continuamente sendo oferecidos a Deus pelos habitantes do Céu que não tem pecado.” – LES892, p. 57.

“As instrumentalidades do Céu estão continuamente em atividade, efetuando sua obra e prestando louvor a Deus. João Wesley chama isso de ‘feliz desassossego’.” – LES892, p. 65.

“Eles enaltecem incessantemente a grandeza de Deus proclamando Sua santidade, poder e eternidade. Santidade é o principal atributo de Deus. (Ver Lev. 11:44 e 45).” – LES892, p. 63.

“O reconhecimento da santidade de Deus por meio de adoração, louvor e ações de graça constitui algo aceitável a Ele. Sem apropriado conhecimento da santidade de Deus e de Seu amor e cuidado por Suas criaturas, é impossível prestar-lhe serviço.” – LES892, p. 56.

“O que faz a diferença entre os que sentem temor diante de Deus e os que estão cheios de terror? […] Respeito e reverência pela santidade e poder de Deus resultam da relação de amor com Ele.” – LES892, p. 64.

4:9 E, sempre que os seres viventes davam glória e honra e ações de graças ao que estava assentado sobre o trono, ao que vive pelos séculos dos séculos,

 Glória, e honra, e ações de graças – “ Estamos à mercê do inimigo quando deixamos de ter comunhão com Deus. No culto público obtemos força ao ouvir a Palavra de Deus, cantar hinos de louvor, entregar nossos dízimos e ofertas e fazer intercessão uns pelos outros. A experiência da adoração foi designada para nossa edificação e crescimento espiritual.” – LES892, p. 59.

“As cenas de adoração no Apocalipse foram reveladas a João para conforto e encorajamento da Igreja. Como devo ter comunhão com Deus e com Seu povo? Heb. 10:23-25.” – LES892, p. 59

Olhos – Ver comentário sobre Apoc. 5:6.

4:10 os vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o trono, e adoravam ao que vive pelos séculos dos séculos; e lançavam as suas coroas diante do trono, dizendo:

Lançavam as suas coroas diante do trono – “Simbolicamente, isto denota o reconhecimento da superioridade e benevolência de um monarca.” – LES892, p. 65.

4:11 Digno és, Senhor nosso e Deus nosso, de receber a glória e a honra e o poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade existiram e foram criadas.

Digno és … porque Tu criaste – “O dever de adorar a Deus se baseia no fato de que Ele é o Criador, e que a Ele todos os outros seres devem a existência.” – O Grande Conflito, p. 436.

Por causa da Tua vontade – “Aprouve a Deus trazer à existência o Universo e dar vida a suas criaturas. Ele viu que era bom fazer isso. Do seu ponto de vista, não era desejável estar só num universo vazio. Ele achou conveniente povoar o Universo de seres inteligentes, capazes de apreciar e refletir Seu amor infinito e caráter perfeito. Esta foi a Sua intenção ao criá-los.” – SDABC, vol. 7, p. 769, citado em LES892, p. 65.

LES892 – Lição da Escola Sabatina, 2º trimestre de 1989.



APOCALIPSE 3 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
28 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: APOCALIPSE 3 – Primeiro leia a Bíblia

APOCALIPSE 3 – BLOG MUNDIAL

APOCALIPSE 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

APOCALIPSE 3 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



APOCALIPSE 3 by Luís Uehara
28 de março de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ap/3

Em suas cartas às sete igrejas Jesus apresenta a história da igreja cristã e a nossa história como indivíduos. Cada carta aprofunda um pouco mais o assunto ajudando-nos assim a enxergar um pouco melhor. Desde os falsos apóstolos em Éfeso até a sinagoga de Satanás em Esmirna, os nicolaítas de Pérgamo e a Jezabel em Tiatira (Ap 2:2, 9, 15, 20), os problemas se tornam progressivamente piores. Vemos um quadro de declínio que culmina com a mais longa das sete cartas (Tiatira – Ap 2:18-29), que descreve a igreja sob o poder de uma mulher sedutora que leva o povo de Deus à idolatria e fornicação espiritual. Esta mulher reaparece mais tarde no livro como “Babilônia, a Grande, a mãe das prostituições” (Ap 17:5).

A mensagem à sétima e última igreja, Laodicéia, parece não ter nenhuma qualidade redentora. É a única igreja que Jesus não encontra nada para elogiar.

Mas ainda existe esperança para Laodicéia. Jesus se recusa a desistir, porque Ele ama a Sua Igreja. Nós somos o objeto de Sua suprema atenção. Ele morreu por nós. Ele vive para nos beneficiar. Jesus diz: [Eu] “repreendo e disciplino aqueles que eu amo. Por isso, seja diligente e arrependa-se” (v. 19 NVI).

Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rev/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara



APOCALIPSE 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de março de 2025, 0:50
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653 palavras

1 Nome. Neste caso, “reputação”. A hipocrisia caracterizava essa igreja, que não era aquilo que fingia ser. As igrejas da Reforma professaram ter descoberto o que significa viver pela fé em Jesus Cristo. Todavia, em sua maioria, caíram em um estado semelhante ao da organização da qual haviam se separado (cf. 2Tm 3:5). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 835.

Estás morto. Protegidas pelo poder e prestígio do estado e abrigadas pelo refúgio de credos confessionais rígidos, as igrejas nacionais do mundo protestante passaram a se contentar, de modo geral, com a forma de piedade, sem seu poder. CBASD, vol. 7, p. 836.

8 Uma porta aberta. Os adventistas do sétimo dia defendem que o encerramento do período de Filadélfia (1844) marca o início do juízo investigativo (ver com. de Dn 7:10; Ap 14:6,7). … O ritual do santuário terrestre consistia essencialmente de duas partes, o serviço diário da ministração pelo pecado, no lugar santo, e o serviço anual, no Dia da Expiação, que era considerado um dia de juízo, no lugar santíssimo (ver Hb 9:1, 6, 7; ver com. de Dn 8:11, 14). Considerando que o santuário terrestre era “figura e sombra das coisas celestes” (Hb 8:5), conclui-se que os serviços diário e anual do santuário terrestre encontram correspondentes no ministério de Cristo no santuário celestial. Falando em termos do santuário terrestre, que era uma “figura do verdadeiro” (Hb 9:24), no antitípico Dia da Expiação, iniciado em 1844, nosso grande Sumo Sacerdote deixou o lugar santo do santuário celestial e entrou no santíssimo. Assim, a “porta fechada” seria a do lugar santo do santuário celestial e a “porta aberta”, a do santíssimo, no qual Cristo se acha envolvido na obra do grande antitípico Dia da Expiação, desde 1844. … Em outras palavras, a “porta fechada” indica o encerramento da primeira etapa do ministério celestial de Cristo e a “porta aberta”, o início da segunda etapa. CBASD, vol. 7, p. 838.

Ninguém pode fechar. Cristo levará avante a obra de redenção até terminá-la. O ser humano nada pode fazer para impedir Seu ministério nas cortes do Céu, nem em Sua jurisdição e em Seu controle sobre as questões terrenas. CBASD, vol. 7, p. 838.

12 Nova Jerusalém. Não é “nova” no sentido de ser uma réplica da cidade literal com o mesmo nome, mas o contraste celestial de sua correspondente terrena. A antiga Jerusalém deveria ter se tornado uma metrópole nesta Terra e perdurado para sempre (ver vol. 4, p. 16, 17). Todavia, por sua falha em cumprir o plano designado, esse papel será concedido à nova Jerusalém. A expressão “nova Jerusalém” só ocorre no Apocalipse, mas o conceito é anterior (ver Gl 4:26; Hb 12:22; sobre o conceito de “Jerusalém”, ver com. de Js 10:1). CBASD, vol. 7, p. 838.

18 Ouro. Representa as riquezas espirituais, oferecidas como o remédio de Cristo para a pobreza espiritual dos laodicenses. Este “ouro” figurado pode ser interpretado como uma referência à “fé que atua pelo amor” (Gl 5:6; Tg 2:5; cf. PJ, 158) e às obras que resultam da fé (ver 1Tm 6:18). CBASD, vol. 7, p. 843.

Refinado pelo fogo. Sem dúvida, a referência aqui é à fé que foi provada e purificada pelo fogo da aflição (ver com. de Tg 1:2-5; cf. Jó 23:10). CBASD, vol. 7, p. 843.

Vestiduras brancas. Fazem contraste com a nudez dos laodicenses, que se destacava diante da ostentação de acharem que não careciam de nada (v. 17). As vestiduras brancas podem ser interpretadas como a justiça de Cristo (Gl 3:27; ver com. de Mt 22:11; Ap 3:4; cf. T4, 88). CBASD, vol. 7, p. 843.

Colírio. Perto de Laodicéia, havia um templo dedicado ao deus frígio Men Karou. Uma famosa escola de medicina se desenvolveu junto com o templo, e lá era possível conseguir um pó para os olhos. Esse fato pode formar o contexto para a figura empregada aqui. O colírio figurado oferecido aos laodicenses é o antídoto do Céu para a cegueira espiritual. O propósito é abrir os olhos para a verdadeira condição da igreja. Esta é a obra do Espírito Santo (ver Jo 16:8-11). Somente por meio de Sua obra de convencimento é que a cegueira espiritual pode ser removida. CBASD, vol. 7, p. 843.

 

Quadro resumo com as informações mais significativas das 7 Igrejas do Apocalipse, conforme as Lições da Escola Sabatina do 2º semestre de 1989 (LES892).

 



APOCALIPSE 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de março de 2025, 0:45
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A Idade Média, conhecida como “Idade das Trevas”, foi o marco histórico de uma decidida luta entre o engano e a verdade. Desde o mais simples casebre até o mais suntuoso palácio, havia a influência do clero ou da reforma. A mais acentuada batalha acontecia nos lares, dos quais saíam os mais fiéis defensores da verdade, ou os mais cruéis perseguidores. Não poucos tiveram que deixar o seu lar paterno devido às ameaças de seus próprios familiares. O período da igreja de Sardes (1517 a 1798) certamente foi um período de trevas de perseguição, mas também de grande luz, dada a divulgação da Palavra de Deus através dos reformadores, que levaram a Bíblia aos lares de seus conterrâneos em sua língua materna. Mas assim como no antigo Israel, quando a morte de um líder fiel marcava o início de esfriamento e apostasia nacional, com a morte daqueles que derramaram lágrimas e sangue em favor da verdade, a Reforma foi perdendo a sua força no sentido de buscar por mais luz a fim de compreenderem toda a verdade. Com a queda ascendente do papado e o período de trégua das perseguições, as fogueiras se apagaram, mas instalou-se o maior dos perigos: a letargia espiritual. Em 1798 o papa Pio VI foi preso pelo general napoleônico Berthier, marcando o fim da supremacia papal. Houve um cântico de alegria (que é o significado da palavra “Sardes”) entre os protestantes pela conquista da liberdade de culto. Também sinais extraordinários no mundo natural, como o terrível terremoto de Lisboa (1755) e o dia escuro na Nova Inglaterra (1780), marcaram o final desse período como uma preparação para o que estava por vir: o início do tempo do fim.

Sê vigilante” (v.2) deveria ser a ordem rigorosamente obedecida pelos cristãos, contudo, foram achadas apenas “umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras” (v.4). Restavam uns poucos fiéis que perceberam o cumprimento das profecias e que muitos tesouros ainda precisavam ser descobertos na preciosa mina da verdade. Munidos da Palavra de Deus, passavam horas em estudo e oração a fim de compreenderem as Escrituras, principalmente no que se referia às profecias de Daniel e Apocalipse. Foi assim que teve início o período profético da igreja de Filadélfia (1798 a 1844). Como a igreja de Esmirna, a igreja de Filadélfia (que significa “amor fraternal”) também não recebeu nenhuma repreensão. A sabedoria celestial foi derramada sobre os fiéis e sinceros estudantes da Bíblia que com súplicas clamavam por mais luz. O período profético de Daniel 8:14, que iniciou em 457 a.C., conforme a profecia contida em Daniel 9:25, as duas mil e trezentas tardes e manhãs (em tempo profético, dois mil e trezentos anos), foi concluído em 1844, ano que marcou o grande desapontamento para aqueles que acreditavam que Jesus retornaria no final desse período. A boa notícia do retorno do Salvador cruzou os oceanos e milhares de pessoas se reuniam expectantes pelo grande acontecimento. Mas, conforme revelado a João, o que foi doce ao paladar, tornou-se amargo ao estômago, quando Jesus não veio e a decepção e desânimo tomaram conta dos pregadores do advento (Ap.10:9-10).

Mas nem todos foram vencidos pelo desânimo, e, reunidos em grupos de oração, buscaram no Senhor a resposta à sua queixa. Como Habacuque, subiram à torre de vigia e de lá obtiveram a resposta: “Porque a visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-o, porque, certamente, virá, não tardará” (Hc.2:3). A Palavra de Deus não falhou. O que tinha que acontecer, aconteceu, como estava escrito: “É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap.10:11). A profecia se cumpriu. O tempo profético estava correto, mas o evento não era a volta de Cristo, e sim o início de Seu ministério como Sumo Sacerdote no lugar Santíssimo do santuário celestial. Foi dado início ao juízo investigativo conforme Daniel 7:9-10, onde o caso de cada ser humano desde Adão até o último ser humano antes da volta de Cristo seria avaliado e julgado no tribunal divino. A partir desse momento de decepção e descobertas de verdades que há muito haviam sido lançadas por terra (Dn.8:12), Deus levantou a Sua última igreja na Terra, detentora da última mensagem de advertência a ser dada ao mundo: a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Inicia-se o período da igreja de Laodiceia (1844 até a volta de Jesus), a última igreja. De todas as igrejas, esta é a única que não recebe nenhum elogio. Laodiceia significa “povo do juízo”. Com o passar do tempo, a fidelidade com que a derradeira igreja do Senhor foi alicerçada, foi perdendo a sua força pela mesma arrogância que privou os líderes judeus de reconhecer em Jesus o Messias prometido: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma” (v.17). O fato, portanto, de apenas pertencer à igreja de Deus antes do segundo advento de Cristo é tão inseguro quanto ter sido um escriba e fariseu na época do primeiro advento.

Cumpriu-se na vida dos perseverantes pioneiros adventistas a fiel profecia: “Porque guardaste a palavra da Minha perseverança, também Eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a Terra” (v.10). Hoje, todos estes fiéis atalaias da verdade descansam no pó da terra até que do alto a voz da Onipotência os desperte do sono. Nenhum deles passará pelo “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1). Estão guardados no sono dos justos pela fidelidade de um Deus que não mente e que jamais falha em Suas promessas. Oh, amados, quanto necessitamos obter de Cristo o ouro refinado da fé e do amor, as vestes de Sua justiça e o colírio de Seu Espírito, ou jamais reconheceremos a nossa miserável condição! A mensagem que temos em mãos só abalará o mundo quando ela estiver em nosso coração. A última igreja de Cristo não pode cumprir a sua missão enquanto Cristo estiver batendo do lado de fora! Quantas preciosas promessas Ele nos faz se tão somente dermos ouvidos ao “que o Espírito diz às igrejas”! Verdadeira conversão, fé inabalável, arrependimento, fidelidade às Escrituras, manter-se incontaminado do mundo, pureza de coração, perseverança e completa dependência de Deus, eis o que Ele espera encontrar na última geração dos justos.

Amados, não temos mais tempo a perder com coisas que atrasam e atrapalham a missão que Deus nos confiou. Um dia teremos de prestar contas ao Senhor da vinha, e nenhuma das desculpas que usamos diante de pessoas a fim de tentar justificar nossos erros servirá. Da boca dos servos de Deus, os verdadeiros profetas, nunca saiu um “eu acho”, mas sempre um claro e sonoro “assim diz o Senhor”. Isso, por si só, já não basta para entendermos que a sabedoria de Deus está em Sua Palavra e que precisamos abrir bem os ouvidos para a verdadeira palavra profética? Não haverá outra última igreja e nem outra última verdade presente. O relógio divino aponta para os minutos finais deste mundo de pecado, e a menos que demos ouvidos ao Espírito Santo, nossa “religiosidade” nos levará a ouvir a mais triste declaração: “Nunca vos conheci. Apartai-vos de Mim, os que praticais a iniquidade” (Mt.7:23). É porque Cristo tanto nos ama, que nos repreende e disciplina. Enquanto há graça e perdão, permita que Ele entre em seu íntimo e expulse dali tudo o que lhe impede de entregar-se a Ele por completo e de ser cheio do Seu Espírito. Aceite o convite da salvação: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (v.20).

Pai de amor e bondade, quão preciosa é a Tua Palavra! Quão preciosas as Tuas profecias, porque elas nos revelam que por tanto nos amar, o Senhor nos deixou claras orientações de como nos prepararmos para Te encontrar e de quão perto estamos nos aproximando deste glorioso momento. Ó, Senhor, fazemos parte da única igreja que não recebeu de Ti nem sequer um elogio. Tem misericórdia de nós, Pai! Somos uma geração tão tardia para entender e para Te conhecer! Eu me uno a cada um dos meus irmãos, neste momento, que desejam o Teu ouro refinado no fogo, as Tuas vestiduras brancas e o Teu colírio. Eis que abrimos a porta para que Tu, ó Rei da Glória, entre em nossa casa e juntos participemos do banquete de toda palavra que sai da Tua boca! Entra, Espírito Santo, e realiza a mudança genuína que tanto necessitamos! Nós suplicamos este milagre nos méritos e no nome de Jesus, o Amém, a Testemunha fiel e verdadeira, o Princípio da criação de Deus! Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, fiéis da última igreja de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Apocalipse3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



APOCALIPSE 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
28 de março de 2025, 0:40
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APOCALIPSE 3 – Cada aspecto da apresentação de Cristo em Apocalipse 1 está presente na abertura da mensagem a cada igreja. Jesus Se apresenta…

• …Para Éfeso, como Aquele que tem as sete estrelas em Sua mão direita e anda entre os sete candelabros de ouro.
• …Para Esmirna, como O Primeiro e O Último, que morreu e tornou a viver.
• …Para Pérgamo, como Aquele que tem a espada afiada de dois gumes.
• …Para Tiatira, como O Filho de Deus, cujos olhos são como chamas de fogo e os pés como bronze reluzente.
• …Para Sardes, como Aquele que tem os sete espíritos de Deus e as sete estrelas.
• …Para Filadélfia, como Aquele que é Santo e Verdadeiro, que tem as chaves de Davi.
• …Para Laodiceia, como O Amém, A Testemunha Fiel e Verdadeira, O Soberano da Criação de Deus.

Mais que qualquer outra coisa, o Apocalipse é a revelação de Jesus para uma igreja que aguarda Seu retorno, sofrendo neste mundo para cumprir a missão de levar o evangelho. Cada título revela um aspecto do caráter de Cristo e da Sua autoridade, direcionado às necessidades específicas de cada igreja.

Essas sete igrejas representam diferentes períodos da história da Igreja Cristã, revelando um processo de declínio espiritual e posterior restauração. Esse panorama profético pode ser assim resumido:

• Éfeso representa a igreja apostólica, fervorosa na fé, mas que começou a perder seu primeiro amor.
• Esmirna simboliza a igreja perseguida pelo Império Romano, mantendo-se fiel diante do martírio.
• Pérgamo marca a fase da aliança com o Estado, quando o cristianismo tornou-se a religião oficial do Império, trazendo prejuízos doutrinários.
• Tiatira representa a Idade Média e a supremacia papal, período de escuridão espiritual, perseguições e afastamento da verdade bíblica.
• Sardes está relacionada à Reforma Protestante, que trouxe redescobertas importantes, mas que, com o tempo, voltou a esfriar-se espiritualmente.
• Filadélfia simboliza um período de avivamento e restauração, com o reavivamento missionário e o estudo das profecias apocalípticas.
• Laodiceia representa a Igreja atual, morna e complacente, chamada ao arrependimento e à verdadeira restauração espiritual.

A profecia das sete igrejas mostra-nos um ciclo de fé, declínio e restauração, e Cristo chamando-nos ao reavivamento.

Hoje vivemos em tempo de mornidão espiritual, mas ainda há esperança no chamado ao arrependimento.

Jesus cuida de Sua igreja… Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



APOCALIPSE 3 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS by Jeferson Quimelli
28 de março de 2025, 0:30
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3112 palavras (inclui texto bíblico)

3:1 Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Isto diz aquele que tem os sete espíritos de Deus, e as estrelas: Conheço as tuas obras; tens nome de que vives, e estás morto.

Sardes – “Sardes significa: ‘cântico de alegria’, ou ‘a que permanece’, ou ainda ‘o escape do remanescente’. – O Apocalipse Revelado, p. 43.

Período: “Pós-Reforma [protestante]” – LES892, P. 44.

“Sardes corresponde à igreja no século XVII e primeira parte do século XVIII, quando a verdade bíblica começou a abrir caminho por meio da pregação dos reformadores.” – SRA/EP, p. 37.

Nome – “Em Apocalipse 3:1 é sinônimo de reputação.” – LES892, p. 46.

“Sardes, a Igreja da Reforma e do tempo posterior a ela, assim como Pérgamo – falando de um modo geral – foi uma igreja espiritualmente morta, mas com alguns membros cuja relação com o Senhor tornou suas obras agradáveis a Cristo.” – LES892, p. 43.

Tens nome de que vives, e está morto – “Essa igreja era apática, sem vida e sem amor. Tinha aparência, mas carecia de poder. Que é uma igreja morta? Que é um cristão que ‘está morto’? Os membros da Igreja em Sardes tinham a reputação de que estavam espiritualmente vivos, mas não possuíam fé viva. Conseqüentemente, suas obras não podiam ser aceitas por Deus.” – LES892, p. 44.

“A Igreja de Sardes tornara-se indolente e letárgica, manifestando alarmante satisfação consigo mesma – uma forma de morte espiritual. Cristo não vivia mais no coração dos membros; sua fé era morta, e suas obras eram obras mortas, que Cristo não podia aceitar. ” – LES892, p. 45.

“A hipocrisia caracterizou [a igreja de Sardes], que  não era o que pretendia ser. Declaradamente, as igrejas da Reforma haviam descoberto o que significa viver pela fé em Jesus Cristo; mas, em grande parte, elas acabaram caindo num estado que, nalguns aspectos, se assemelhava ao da organização da qual se haviam retirado. Seu nome – protestante – denotava oposição aos abusos, erros e formalismos da Igreja Católica Romana, e o nome Reforma dava a entender que nenhuma dessas faltas devia encontrar-se no rebanho protestante.” – SDABC, vol. 7, págs. 755 e 756), citado em LES892, p.48 e 49.

3:2 Sê vigilante, e confirma o restante, que estava para morrer; porque não tenho achado as tuas obras perfeitas diante do meu Deus.

Os restantes, que estavam para morrer – “Representa o que merecia ser preservado no protestantismo em decadência.” – LES892, p. 46.

“Apocalipse 3:2 profetiza a tragédia vivida pelas igrejas que, após a morte de seus fundadores deixaram morrer parte das verdades descobertas e pregadas pelos reformadores.” – SRA/EP, p. 37.

Não achei as tuas obras perfeitas – “…haviam deixado de manter comunhão com Ele. Estavam espiritualmente ‘mortos’, e não tinham, portanto, o poder interior do Espírito Santo para realizar as obras que Deus pudesse aceitar. O conceito bíblico de perfeição é semelhança com Cristo (Efésios 4:13). ‘A medida da estatura da plenitude de Cristo’ só é possível àquele que permite que Cristo habite continuamente no seu coração.” – LES892, p. 45.

“Obras perfeitas são as que Deus aceita. Em I S.João 2:29, verificamos que Deus considera justas as obras daquele que ‘é nascido dEle’. Tal indivíduo ‘é justo, assim como Ele é justo’ (I. S.João 3:7), não independentemente, mas porque o Cristo que é justo está vivendo no seu coração (Rom. 8:9 e 10). O problema dos membros da igreja em Sardes era haverem perdido a presença de Jesus no coração.” – LES892, p. 46.

“Nem todas as imperfeições são consideradas como pecado por Deus. … As obras imperfeitas das pessoas não eram consideradas pecado enquanto elas não haviam recebido a luz de Jesus. … Tudo o que fazemos é imperfeito, porque somos seres humanos decaídos e defeituosos. Mas nem tudo o que fazemos é pecado. Martinho Lutero estava certo ao escrever: ‘As obras que resultam da Palavra e são efetuadas com fé, são perfeitas aos olhos de Deus, não importa o que o mundo pensa sobre elas…’ – Luther’s Works, pg. 318.“ – LES892, p. 47.

 

3:3 Lembra-te, portanto, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. Pois se não vigiares, virei como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei.

 

3:4 Mas também tens em Sardes algumas pessoas que não contaminaram as suas vestes e comigo andarão vestidas de branco, porquanto são dignas.

Não contaminaram seus vestidos – “…não se contaminaram moralmente.” – LES892, p. 46.

“Quando João escreveu, em 95 A.D., Sardes estava vivendo principalmente de seu glorioso passado. As poucas coisas ainda vivas pareciam prestes a morrer. Sua atividade externa não era corroborada por espiritualidade interna. O que haviam recebido e ouvido não era lembrado e conservado. Mesmo em Sardes, porém, havia uns poucos que não tinham contaminado os seus vestidos.” – O Apocalipse Revelado, p. 44

“Os que lideraram a Reforma eram homens de vigorosa consagração, mas seus seguidores, supondo que todas as batalhas já haviam sido ganhas, acomodaram-se em religião organizada. Grandes movimentos iniciados por homens como Lutero e Knox tornaram-se meras religiões de Estado, sustentadas pelo erário público.” –O Apocalipse Revelado, p. 45.

 

3:5 O que vencer será assim vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; antes confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.

Vitória em Cristo – “Tentações e enganos serão suscitados pelo grande enganador para prejudicar a obra do instrumento humano; mas, se ele confia em Deus, se é manso e humilde de coração, guardando os caminhos do Senhor, o Céu se alegrará, pois ele alcançará a vitória.” – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, p. 960, citado em LES892, p. 48.

“Só Cristo pode ajudar-nos e conceder-nos a vitória. Cristo precisa ser tudo em todos para nós. Ele precisa habitar no coração, Sua vida deve circular por nós, assim como o sangue circula pelas veias. Seu Espírito tem de ser um poder vitalizador que nos leve a influenciar outros a tornarem-se semelhantes a Cristo e santos.” – Comentário de Ellen G. White, SDABC, vol. 5, p. 1144, citado em LES892, p. 48.

De modo nenhum apagarei o seu nome do livro da vida – “Em Sardes houve alguns cujas obras foram agradáveis a Deus (Apoc. 3:4). Eles permitiram que o Espírito Santo vivesse no seu coração. A vontade de Cristo é que todos sejam como esses vencedores em Sardes: ‘O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do livro da vida.’ Verso 5. Os nomes não são apagados do livro da vida antes que sejam examinados no juízo investigativo que precede o Segundo Advento (Ver Dan. 7:9 e 10; 12:1; Comparar com S. Mat. 22:11-14).” – LES892, p. 47 e 48.

“Os nomes de todos aqueles que uma vez se entregaram a Deus estão escritos no livro da vida, e o seu caráter está sendo passado agora em revista diante dEle. Anjos de Deus avaliam o valor moral. Eles observam o desenvolvimento do caráter naqueles que vivem agora, para ver se os seus nomes podem ser conservados no livro da vida. É-nos concedido um tempo de graça para lavarmos e alvejarmos as veste do caráter no sangue do Cordeiro. Quem está fazendo isso? Quem está se afastando do pecado e egoísmo?” – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, p. 960, citado em LES892, p. 48.

“O Senhor não irá remover os nomes dos vencedores do livro da vida (Apoc. 3:5). Já os nomes dos que não venceram serão apagados. O livro da vida é revisado no juízo pré-advento (Dan. 7:10; 12:1). Durante esse tempo de julgamento (de 1844 até a volta de Jesus), o Senhor nos está convidando a depender inteiramente dEle. (Ver João 15:5-7.)” – LES963, lição 4, p. 6.

“Os nomes dos que perderam sua relação com Cristo como nascidos de novo são apagados (Apoc. 3:5). O selo de Deus do tempo do fim é colocado sobre os nomes mantidos no livro da vida (Apoc. 7:1-3; 14:1-5).” – LES963, lição 4, p. 4.

“Agora, enquanto nosso grande Sumo Sacerdote está a fazer expiação por nós, devemos procurar tornar-nos perfeitos em Cristo.” – O Grande Conflito, p. 628.

 

3:6 Quem tem ouvidos, ouça o que o espírito diz às igrejas.

 

3:7 Ao anjo da igreja em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre:

Período – “Três são as datas prováveis que se indicam para o começo desse período: 1755, quando ocorreu o grande terremoto de Lisboa, 1798, ano do escurecimento do Sol e da Lua, e 1833, a queda das estrelas.Na verdade, na profecia dos 7 selos, as três datas marcam uma época: O início do tempo do fim(6º selo). … As três datas indicadas obedecem à mesma época. Filadélfia chegaria até 1844, quando surge o último remanescente fiel da profecia.” – SRA/EP, P. 37.

“No período que se estendeu desde a Revolução Francesa até o começo do Juízo em 1844, houve um avivamento do espírito que caracterizou a Igreja de Esmirna.” – LES892, p. 43.

“Duas grandes revoluções políticas, uma na América, em 1776, e outra na França, 1789, afetaram tremendamente o pensamento do mundo, que subitamente começou a abrir-se para o evangelho. Guilherme Carey foi para a Índia em 1793; Roberto Morrison para a China em 1807, e em 1817 Roberto Moffatt foi para a África, seguido de Davi Livingstone  em 1841. A Sociedade Bíblica Britânica começou a funcionar em 1804, e a Americana em 1816.” O Apocalipse Revelado, p. 48 e 49.

Filadélfia – “Filadélfia, que quer dizer amor fraternal, representa a última parte do século XVIII e a primeira do século XIX, com o nascimento da expansão missionária e a organização das Sociedades Bíblicas. Começa-se a estudar Daniel e Apocalipse e surgem os maiores reavivamentos da História.

“Constitui notável coincidência que as duas cidades, Esmirna e Filadélfia, que retiveram seu caráter e população cristã por mais tempo do que as outras cidades da Ásia Menor, são as cidades cujas igrejas foram tão puras e irrepreensíveis no tempo do apóstolo João, que as cartas escritas para elas são as únicas que não contém palavras de repreensão.” – SDABC, vol. 7, p. 757 e 758, citado em   LES892, p. 50.

A Chave de Davi – “Este verso aplica a Cristo a profecia de Isaías a respeito de Eliaquim (Isa. 22:20-22; ver II Reis 18:18). Eliaquim foi escolhido para ter supervisão sobre ‘a casa de Davi’, segundo é indicado pelo fato de que lhe seria dada ‘a chave da Casa de Davi’. A posse da ‘chave’ por Cristo representa Sua jurisdição sobre a Igreja e sobre o propósito divino que deve ser realizado por intermédio dela.” – SDABC, vol. 7, pg. 757 e 758, citado em LES982, p. 50.

A porta fechada e a porta aberta – “A profecia do Antigo Testamento escrita por Isaías, já dizia que embora Ele [Cristo] nunca tenha praticado maldade (Isaías 53:6), nossos pecados seriam postos sobre Ele (Isaías 53:6), e que Sua morte seria expiatória (Isaías 53:10). Sua ressurreição garantiria Sua vitória sobre o pecado e a morte. Por isso é que quando Cristo abre a porta da salvação ao crente, ninguém a pode fechar, e quando a fecha por falta de fé do pecador nos méritos de Cristo, não há quem possa abri-la.” – SRA/EP, p. 31

“Esta porta [do lugar santíssimo do santuário celestial] não foi aberta até que a mediação de Jesus no lugar santo do santuário terminou em 1844. Então Jesus Se levantou e fechou a porta do lugar santo e abriu a porta que dá para o santíssimo, e passou para dentro do segundo véu, onde permanece agora junto da arca e onde agora chega a fé de Israel. Vi que Jesus havia fechado a porta do lugar santo, e que nenhum homem poderia abri-la; e que Ele havia aberto a porta para o santíssimo, e que homem algum poderia fechá-la”.  – Primeiros Escritos, p. 42.

 

3:8 Conheço as tuas obras (eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, que ninguém pode fechar), que tens pouca força, entretanto guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.

A qual ninguém pode fechar – “Nenhum ser humano pode impedir que Cristo seja bem sucedido na realização de Sua obra no Lugar Santíssimo.” – LES892, p. 50.

“…não há nenhum poder que possa fechar a porta da comunicação entre Deus e a alma.” – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, p. 961, citado em LES892, p. 49.

 

3:9 Eis que farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não o são, mas mentem, eis que farei que venham, e adorem prostrados aos teus pés, e saibam que eu te amo.

Sinagoga de Satanás – Ver comentário sobre Apoc. 2:9.

3:10 Porquanto guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para pôr à prova os que habitam sobre a terra.

Hora da provação/tentação – “Um grande tempo de prova que precede o Segundo Advento. Não é declarado qual será a sua duração.” – LES892, p. 50.

 

3:11 Venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.

Guarda a tua coroa – “O povo de Deus, nos últimos dias, deve usar a coroa da vitória espiritual (Apoc. 3:11; 6:2). Eles usam a coroa de duas maneiras: 1ª Eles possuem a dádiva da vida eterna (I S. João 5:12 e 13); 2ª Obtém a vitória sobre o pecado pelo poder de Cristo que habita neles (I S. João 5:4; Rom. 6:14).” – LES892, p. 100.

 

3:12 A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, donde jamais sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, da parte do meu Deus, e também o meu novo nome.

Coluna no templo – “O vencedor terá uma posição importante na presença de Deus.” – LES892, p. 50.

 

3:13 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

 

3:14 Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus:

Laodicéia – “Laodicéia que dizer ‘julgamento do povo’. … também interpretado como ‘povo justo’, ou ‘povo justificado’. … A graça é a fonte; o sangue o meio; a fé o método pelo qual nos apropriamos da graça; nós a mostramos pelas obras, S. Tia. 2:22, 24. Boas obras jamais podem produzir justificação; mas a justificação é revelada pelas obras.” O Apocalipse Revelado, p. 51.

“A mensagem à Igreja de Laodicéia tem aplicação especial à Igreja nos últimos dias. A Igreja de Laodicéia era muito semelhante à Igreja contemporânea.” – LES892, p. 44.

 

3:15 Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; oxalá foras frio ou quente!

Conheço as tuas obras – “Muitos do professo povo peculiar de Deus estão tão conformados com o mundo que seu caráter peculiar não é discernido, e torna-se difícil fazer distinção ‘entre o que serve a Deus e o que não O serve’.Deus faria grandes coisas por Seu povo se eles se separassem do mundo. Caso se submetessem à Sua direção, Ele torná-los-ia um louvor em toda a Terra. Diz a Testemunha Verdadeira: ‘Conheço as tuas obras’ ” – Testimonies, vol. 2, p. 121, citado em LES892, p. 50 e 51.

“A Igreja de Laodicéia é repreendida por sua falta de fervor espiritual, mas os membros que recebem a dádiva da justiça de Cristo são reintegrados na condição de pureza que distinguiu os cristãos primitivos.” – LES892, p. 43.

 

3:16 Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca.

Morno – “Que não tem grande fervor espiritual.” – LES892, p. 52.

 

3:17 Porquanto dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;

 

3:18 aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas, e não seja manifesta a vergonha da tua nudez; e colírio, a fim de ungires os teus olhos, para que vejas.

Que de Mim compres – “Vinde e comprai, sem dinheiro  e sem preço…” Isaías 55:1.

Ouro – “Riquezas espirituais oferecidas por Cristo.” – LES892, p. 52.

“Fé, mais preciosa do que o ouro.” I. S. Pedro 1:7.

Vestidos brancos – “O manto da justiça de Cristo” – LES892, p. 52. Ver Apoc. 7:13 e 14.

“…o linho fino são as justiças dos santos.” Apoc. 19:8.

Colírio – “O Espírito Santo. Ele nos abre os olhos para que vejamos nossa verdadeira condição espiritual.” – LES892, p. 52.  

“O ouro que Jesus quer que compremos dEle é o ouro provado no fogo; é o fogo da fé e do amor, que não está misturado com nenhuma substância impura. As vestiduras brancas são a justiça de Cristo, a veste nupcial que só Cristo pode dar. O colírio é o verdadeiro discernimento espiritual, que faz tanta falta entre nós, pois as coisas espirituais se discernem espiritualmente.” – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, p. 965, citado em LES892, p. 51.

“Desvenda os meus olhos, para que eu veja as maravilhas da tua lei.” – Salmo 119:18;

“Ora, vós tendes a unção da parte do Santo, e todos tendes conhecimento.” – I S. João 2:20 e 27,

“…sendo iluminados os olhos do vosso coração, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos,…” – Efésios 1:18.

“Estando situada numa região em que eram criados grandes rebanhos de ovelhas negras, Laodicéia tornou-se o centro comercial de lã preta e lustrosa, bem como de vestimentas pretas de fabricação local. … A cidade também era conhecida como centro exportador do famoso pó frígio para os olhos, e era um forte centro financeiro com grandes casas bancárias que atraíam muita riqueza. Além disso, obteve fama por ficar perto do templo de Caru, onde funcionava bem conhecida escola de medicina.

“Assim Laodicéia distinguiu-se nos tempos do Império Romano como uma das cidades mais ricas do Oriente. …

“O conhecimento da história, da riqueza e dos principais produtos de Laodicéia contribui para esclarecer certas declarações da carta que João dirigiu à comunidade cristã nesta cidade.” – SDABC, vol. 7, p. 101, citado em LES892, p. 52

“O Grande Médico não somente diagnosticou a condição espiritual da igreja de Laodicéia, mas deu também uma prescrição ou receita para que seja produzida a cura completa. A prescrição de Cristo consiste de três medidas: 1) ungir os olhos com o colírio espiritual, para que possamos reconhecer nossa verdadeira condição; 2) tirar nossas vestes de pecado e justiça própria, e revestir-nos do manto da justiça de Cristo; 3) receber dEle o ouro da ‘fé que atua pelo amor’.

“Para maiores informações, ver Testemunhos Seletos, vol. 1, págs. 476-478.” – LES892, p. 52 e 53.

 

3:19 Eu repreendo e castigo a todos quantos amo: sê pois zeloso, e arrepende-te.

“Apesar da triste condição de auto-suficiência e miséria espiritual de Laodicéia, Deus continua a amá-la; não tolera seus erros, mas lhe dirige os conselhos mais comovedores e inclusive faz o mais terno oferecimento: entrar em comunhão íntima, se Lhe abrirmos o coração.” – SRA/EP, p. 38.

 

3:20 Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.

Porta: “A entrada do coração.” – LES892, p. 52.

 

3:21 Ao que vencer, eu lhe concederei que se assente comigo no meu trono.

…que se assente comigo no trono – Reinar com Jesus. Apoc. 5:10; 20:4 .

 

3:22 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

LES892 – Coffman, Carl – Lições da Escola Sabatina, 2º Trimestre de 1989, nº 375, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES963 – Gulley, Norman R. – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1996, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

* Estes comentários estão também disponíveis em: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com/2015/07/capitulo-3.html



APOCALIPSE 2 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
27 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: APOCALIPSE 2 – Primeiro leia a Bíblia

APOCALIPSE 2 – BLOG MUNDIAL

APOCALIPSE 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

APOCALIPSE 2 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



APOCALIPSE 2 by Luís Uehara
27 de março de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ap/2

A visão que João teve de Cristo em Apocalipse 1-3 descreve Jesus com imagens altamente simbólicas e apocalípticas, e também descreve a Igreja de Cristo em termos simbólicos. As sete igrejas literais da Ásia também são um símbolo da igreja ao longo da história. Na maioria deles, Jesus encontra algo a respeito de Sua Igreja para elogiar. Mas, como Médico fiel, Ele também diagnostica as enfermidades da Igreja em cada época.

O quadro geral da igreja em Apocalipse 2 é de uma igreja sob ataque, de dentro e de fora. A igreja de Éfeso, representando a era apostólica, é uma igreja fiel e ativa. Eles erradicam a apostasia e não se cansam de fazer o bem. A igreja primitiva foi tão bem-sucedida evangelisticamente que Paulo pode dizer que o evangelho havia sido “pregado a toda criatura debaixo do céu” (Colossenses 1:23). Mas eventualmente eles perderam seu primeiro amor (Ap 2:4). “Depois de um tempo, o zelo dos crentes começou a diminuir e seu amor por Deus e uns pelos outros diminuiu” (AA 580).

Todos os dias, também precisamos de uma nova visão a respeito de Jesus; precisamos da renovação do nosso amor por Ele; precisamos da certeza de que começamos o dia em Sua força e com um senso de Sua presença.

Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rev/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara