Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 12 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
1 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 12 – A verdadeira religião produz salvação para quem está sentenciado à condenação. A libertação, obviamente, produzirá alegria e adoração.

“Este capítulo 12 é uma conclusão poética da primeira grande divisão do livro de Isaías […]. É uma conclusão apropriada das mensagens dos primeiros onze capítulos, e especialmente de 11:1-10. Expressa com força e clareza a esperança do profeta de que Israel, apesar da sua infidelidade como nação, tem um grupo dos fieis ao Santo de Israel que cumprirá a sua missão messiânica” (A. R. Crabtree).

Tanto no capítulo anterior, como neste, percebe-se o plano de Deus contemplando toda a terra. Portanto, “Isaías revela que o Messias é um grande missionário de Deus, que deseja se tornar um ponto de ligação não só para seu povo escolhido, mas para todo o mundo” (Comentário Bíblia de Estudo Andrews).

“O cântico apresenta-se em duas porções. Os versos de 1 a 3 expressam a gratidão individual, talvez da assembleia congregada no culto. Os versos 4 a 6, no plural, falam da gratidão ao Senhor, e da proclamação das suas grandes obras em toda a terra” (Crabtree).

Jesus disse: “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo” (João 12:32).

Jesus é o Messias, o Salvador da humanidade. Assim como Israel seria restaurado, pecadores são salvos da escravidão resultantes do pecado. Quem realmente experimenta a graça do plano da salvação, exulta em louvor e adoração: Gratidão a Deus inunda o coração do pecador.

• Prevendo a futura libertação do pecado e suas consequências, o profeta declara como reagirá o povo de Deus e até mesmo o que dirá quando experimentar a salvação (v. 1);
• Os salvos reconhecem que a salvação não está fundamentada em coisas ou filosofias, mas em uma pessoa, o Messias – O Senhor é força, salvação e cântico do condenado pecador. A música comum difere do louvor ao Senhor! (v. 2);
• Os miseráveis pecadores resgatados exploram as bênçãos da conversão. Os salvos são beneficiados com o refrigério espiritual e se tornam fontes de bênçãos aos outros (vs. 3-4);
• Quem experimenta realmente o milagre da graça em sua vida desgraçada, proclamará alegremente ao mundo os divinos atos salvíficos (vs. 5-6).

A presença de Deus é nossa única esperança (v. 6)! Com tal mensagem, resta-nos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 11 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO
31 de maio de 2017, 0:55
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ISAÍAS 11 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
31 de maio de 2017, 0:45
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ISAÍAS 11 – Apesar do fracasso humano, os propósitos divinos são infalíveis. Ainda que Israel fosse escolhido para abençoar o mundo inteiro e desviou-se desse ideal, mesmo assim Deus abençoaria todas as nações enviando o rei ideal, o Messias!

• Embora o povo de Deus se volte para o pecado, Deus não lhe dá as costas.

A Assíria que ameaçava a extinção do povo de Deus, seria extinta; o povo de Deus, conquanto espalhado pela guerra no mundo inteiro, seria restaurado. “O Senhor retalharia o império assírio, mas da árvore genealógica de Jessé faria surgir um novo rei, o Messias” (Robert B. Chisholm).

“Nesse contexto imediato de guerra internacional, o Senhor uma vez mais anuncia paz mundial derradeira e duradoura. Além disso, essa paz será mediada pelo rei davídico (11.1-9). Depois do dia de Yahweh, o juiz davídico da terra atrairá todas as nações a si para dar-lhes um ‘lugar de descanso’ (11.10). Esse descanso, esse novo êxodo, será para o remanescente, mas não se limitará a ele. A ação purificadora de Deus criará um remanescente a partir de todas as nações, um fato que significa que o Senhor governa toda a criação” (Paul R. House).

1. Apesar do fracasso dos reis de Israel, Deus dará um rei perfeito, cheio do Espírito Santo, sabedoria e entendimento, o qual governará no temor do Senhor com alegria e prazer.

2. O justo rei Messias julgará com equidade a causa dos oprimidos e dos pobres da terra inteira; se dedicará arduamente para edificar a justiça e a fidelidade no mundo. Seu poder impressionará e Suas palavras inspirarão respeito e reverência..

3. O efeito da regência do Messias resultará em paz tão plenamente que, inclusive os animais ferozes serão todos tão dóceis que até as crianças poderão brincar com eles; assim, toda a terra encherá profundamente do conhecimento do verdadeiro Deus.

4. Nesse processo, será separado um remanescente. Dentre…

• …os judeus (os discípulos, mais alguns judeus conversos a Cristo);
• …todas as nações (os gentios que se tornam cristãos).

O plano escatológico de Deus não se concretizou completamente devido às falhas dos judeus; contudo, Deus ampliou a, e não falhará em, Suas promessas.

Na primeira vinda, Jesus cumpriu partes da profecia, em Sua segunda e terceira vinda, toda ela será completada! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 10 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO
30 de maio de 2017, 0:55
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ISAÍAS 10 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
30 de maio de 2017, 0:45
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ISAÍAS 10 – A observação criteriosa do Juiz do Universo não deixa escapar nada. Absolutamente, nada foge às Suas vistas, consequentemente, Seu julgamento é perfeito.

A Assíria, nação pagã, seria instrumento de Deus para punir Israel, o povo de Deus. A Assíria não atribuiria seu sucesso a Deus, mas creria ser vitoriosa sobre o povo de Deus graças às suas próprias habilidades e forças – triste ilusão!

O Comentário Bíblico Adventista sintetiza o capítulo em apreço com quatro pontos:

• Ais sobre os tiranos (vs. 1-4);
• Assíria, a vara dos hipócritas, por seu orgulho, será destruída (vs. 5-19);
• Um remanescente de Israel será salvo (vs. 20-23);
• Israel é consolado com a promessa de libertação do poder da Assíria (vs. 24-34).

“É evidente que o fato da Assíria servir de instrumento de Deus para punir Judá não a isenta da culpa pelas atrocidades no curso da guerra […]. Deus pode canalizar as ações más de homens ímpios para a realização de Seus desígnios, sem violar o livre arbítrio dos homens e sem isentá-los de responsabilidades por suas ações” – explica Siegfried J. Schwantes.

Reflita:

1. Através do profeta Deus revela que, quando executar Seu juízo, os governantes que roubam, oprimem e ditam leis injustas serão expostos à vergonha e à miséria (vs. 1-4);
2. O povo de Deus é castigado por seus pecados; para isso, Deus pode usar meios que, ao nosso ver, parece ilógico. Envolvendo pessoas como instrumento de punição, estas podem se perder, se exaltar e se vangloriar ultrapassando os limites propostos por Deus – também serão julgadas (vs. 5-19).
3. Um remanescente do povo de Deus ainda restará. Deus nunca permitiu que o mal tomasse conta totalmente do mundo. Embora sendo minoria, sempre houve quem se levantasse em favor do bem (vs. 20-23).
4. Deus liberta Seu povo, protege o remanescente, cuida daqueles que são Seus. Desta forma, estes não precisam temer, e, realmente não temem às forças do mal (vs. 24-34).

Orgulho, vaidade e vanglória atraem a ira divina até sobre nações desprovidas do privilégio da revelação da Palavra de Deus. Se Deus desgosta tais características inclusive em pagãos desavisados, quanto mais nos crentes avisados!

O Juiz do Universo observa tudo, age e interage com os habitantes do mundo, desejando a salvação de todos! Como responderemos? – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 9 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO
29 de maio de 2017, 0:55
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ISAÍAS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
29 de maio de 2017, 0:45
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ISAÍAS 9 – Embora os que não se rendem a Deus sofram terríveis consequências, como se vê no capítulo anterior, o capítulo em tese inicia com a seguinte frase:

“Mas não haverá escuridão alguma para os angustiados”. A luz da verdade não tem parte com a luz do espiritismo. Contudo, na história, ambas andam conectadas.

“Antes de toda grande crise da humanidade, sempre houve uma explosão de espiritismo. Foi esse o caso de Judá e Israel pouco antes do cativeiro. Também ocorreu um pouco antes da encarnação de Cristo e de Sua morte expiatória. E tem sido assim nos dias de hoje. Em sua Escritura da verdade, Deus proveu tudo o que é essencial para nos guiar e suprir nossas necessidades (cf. 2Tm 3:16-17)”, diz W. E. Vine.

Quando a chama da verdadeira religião está quase se apagando, o raio do evangelho irrompe no horizonte. O auge do desespero pode ser o início da esperança. O ápice da escuridão pode dar lugar para a luz do amanhecer.

• Deus é a luz dos que vivem nas trevas deste mundo. Ele é a vida aos que estão na região da morte. Deus é a esperança para o desesperado. Sua presença é a alegria dos infelizes – Deus restaura aos aflitos (vs. 1-3).

• Com Deus, toda aflição tem limite. Deus dá um basta aos opressores. Ele porá fogo nos instrumentos de humilhação; Ele é o autor de nossa libertação. Deus fará justiça contra aqueles que praticam a injustiça (vs. 4-5).

• Os ignorantes não percebem a mão de Deus na história; os incrédulos são indiferentes diante da Palavra de Deus. Eles desprezam a Deus no íntimo de seu ser ainda que no fundo sabem que Ele existe (vs. 8-12).

• Deus se ira, Seu furor contra a hipocrisia e a idolatria é nítido em suas ações. Contudo, as demonstrações de indignação divina não coage o duro de coração a render-se à salvação (vs. 13-17).

• Se até o povo de Deus é punido por causa de suas negligências, quanto mais os indiferentes que nunca querem saber de Deus? (vs. 18-21).

• Mesmo quando a situação seja preocupante, Jesus é a esperança para um reino em decadência. Jesus é a solução para todo coração aflito (vs. 6-7).

Sem Jesus, estaríamos todos irremediavelmente perdidos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 8 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO
28 de maio de 2017, 0:55
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ISAÍAS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
28 de maio de 2017, 0:45
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ISAÍAS 8 – As profecias divinas são incríveis. A didática divina é perfeita. Contudo, os seres humanos falham diante das mensagens reveladoras e desafiadoras oriundas de um Deus amoroso.

O esboço realizado por Merril F. Unger do capítulo em pauta ajuda-nos a ter um vislumbre maior de sua mensagem:

• A prefiguração da queda de Damasco e Samaria (vs. 1-4);
• A escolha da descrença e suas consequências (vs. 5-8);
• O desafio da graça de Deus (vs. 9-15);
• O desafio de confiar somente na graça de Deus (vs. 16-20);
• A opção de não confiar em Deus traria a indescritível angústia e aflição da invasão e deportação assíria (vs. 21-22).

Neste capítulo podemos observar três situações que geram três verdades ensinadas por três nações:

1. Damasco, uma nação pagã, que tendo a permissão de Deus, puniu as duas partes do povo de Deus: Israel do Norte e Israel do Sul. Porém, seu poder seria retirado e um juízo levaria esta nação a perceber que a força e a habilidade humanas não valem de nada.
2. Efraim, representando dez das doze tribos de Israel, enveredou-se para a direção da idolatria, e despencou-se da posição de povo de Deus. Assim, cavou a própria sepultura, preparou o próprio caixão e, tomou o veneno mortal: Preferir o pecado antes que a graça que livra do pecado.
3. Judá, embora rebelde, capengava entre confiar em Deus e desconfiar dEle. Eram relapsos na espiritualidade, mornos e frouxos no compromisso com Deus. Destes, por um julgamento que traria purificação, resultaria na formação de um remanescente fiel.

Podemos estar em um dos três grupos, a única segurança é depender única e constantemente de Deus e de Sua Palavra. Deus anseia o melhor de cada um de nós. Contudo, rejeitar Sua Lei e Seus testemunhos significa rejeitá-lO também. Quem assim fizer…

• …Jamais verá a alva (salvação);
• …Passará pela terra oprimido e faminto;
• …Será insaciável;
• …Se enfurecerá;
• …Amaldiçoará inclusive a Deus;
• …Será tomado pela angústia;
• …Viverá em trevas de incerteza e imoralidade;
• …Sofrerá ansiedade terrível;
• …Será lançado às trevas mortais.

Este só não será o destino daqueles que vivem para Deus! Apesar de todo empenho, didática, pedagogia, sinais, profecias, mensagens, apelos de Deus para arrependimento, os pecadores preferem seguir seus próprios caminhos.

Ouça a Deus, renda-se a Ele! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 7 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO
27 de maio de 2017, 0:55
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