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CÂNTICO DOS CÂNTICOS 5 – Madre Tereza de Calcutá, que sacrificou-se por amor aos outros, declarou: “Um coração feliz é o resultado inevitável de um coração ardente de amor”. É desse amor que toda pessoa precisa, principalmente nos limites do casamento.
Vivemos numa sociedade onde…
• …os atributos divinos são atacados, e princípios sagrados deturpados – o amor tem sido falsificado, desvirtuado e desvalorizado.
• …o sexo tem sido visto como algo sujo/nojento no passado e no presente.
• …os relacionamentos carecem de entrega total e de compromisso real, perseverante e permanente.
Todavia, em meio a este lixo de amor falso na sociedade degradante, o livro em apreço nos convida a viver o amor verdadeiro. Mas, Como identificá-lo?
Atenção:
O capítulo em questão tem o poema catorze que inicia com o versículo 2 e termina no próximo capítulo. Então, este poema engloba mais de um capítulo em sua dimensão. Nele encontramos:
1. A doçura da lua-de-mel, prazeres sexuais (v. 1);
2. As preliminares de uma extasiante relação sexual (v. 2);
3. As intenções, esforços e dedicação tanto do marido quanto da esposa no processo de intimidade física e emocional (vs. 3-8);
4. Muitas pessoas não entendem o amor intenso, divino e santo (v. 9);
5. O amor atrai, aproxima, encanta, motiva, ilumina, eleva, revigora, entusiasma, satisfaz e sobrepuja a tudo (vs. 10-16).
O amor verdadeiro se sacrifica, se entrega e se compromete. Nada atrapalha nem ofusca o desenvolvimento desse dom celestial.
A lua-de-mel pode tornar-se em lua-de-fel caso os princípios que regem o casamento não forem os princípios do céu, mas os do inferno.
Sexo antes ou fora do casamento não atrai bênçãos de Deus, jamais terá Sua aprovação; contudo, dentro do casamento, é o plano para o homem e a mulher. Deus preparou Seus filhos para isso!
Como pecadores, somos o maior problema de nosso casamento; entretanto, ao enfrentarmos problemas, pensamos que o problema é nosso cônjuge. Devemos sacrificar nosso eu e vontades, para então Deus implantar Sua vontade e amor em nós. Assim um lar infernal pode-se transformar num pedacinho do céu.
• “O valor do amor está vinculado à soma dos sacrifícios que estás disposto a fazer por ele”, diz Ellen G. White.
Diante disto, o amor do namoro ganha forma no casamento – marca do verdadeiro amor! – Heber Toth Armí.
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CÂNTICO DOS CÂNTICOS 4 – O livro em análise é desprezado por uns, mas apreciado por outros: “Enquanto alguns judeus e cristãos puritanamente evitaram o livro, por considerá-lo ‘sensual’, alguns dos santos mais consagrados da história se deleitaram em suas páginas”. Outros tendem a alegorizá-lo visando amenizar sua mensagem erótica.
Porém, continuando o estudo no livro mais romântico do mundo, o capítulo em pauta oferece-nos mais três poemas, conforme destaca Tremper Longman:
• Poema onze: Da cabeça aos peitos; descrição sensual da mulher por parte do homem (vs. 1-7);
• Poema doze: O convite (vs. 8-9);
• Poema treze: Comer no jardim de amor (4:10-5:1).
A mensagem do livro é clara, nossos preconceitos tendem anuviar seu significado – nossa visão distorcida da sexualidade atrapalha nossa interpretação desse livro!
Observe este diagnóstico: “Até 3:11, não há indício de uma cerimônia de casamento ou de uma vida conjugal; assim, o cenário dos acontecimentos sustenta a ideia de que os fatos ocorridos em 1.2-3:5 referem-se aos dias pré-nupciais, enquanto os fatos de 4.1ss referem-se à cerimônia de casamento e à vida de amor dos noivos que se seguiu. Há várias razões que sustentam essa explicação:
1) ‘Desposório [casamento]’ não é mencionado antes de 3.11;
2) ‘Noiva’ não aparece até 4.8, e depois é mencionada por seis vezes, de 4.8 até 5.1; e
3) Antes de 4.1, a amada tem uma preocupação com a abstinência sexual (cf. 2.7; 3.5), o que não acontece depois, com os santos laços do matrimônio” (John MacArthur).
Fomos feitos pelo Deus do amor, para viver em amor. Isso dá sentido à vida. Desde o nascimento, passando pelo desenvolvimento, entrando no casamento, até o fim da vida, dependemos de um ambiente de amor, intimidade e respeito.
O livro em questão é…
• …um manual de orientação sexual dado pelo Criador do sexo, do orgasmo, do clitóris, em fim, do prazer.
• …um guia para viver a plenitude do amor conjugal de forma intensa resultando em plena felicidade.
• …como bússola que aponta a direção rumo ao plano de Deus para o relacionamento mais íntimo entre duas pessoas.
Desviar-se do plano bíblico significa seguir a própria rota pensando ser possível encontrar um destino melhor que o proposto por Deus. Infeliz ilusão!
Não há nada melhor que seguir instruções reveladas pelo nosso Criador! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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CÂNTICO DOS CÂNTICOS 2 – Este capítulo de belas canções dá sequência aos seis poemas de amor do primeiro capítulo, conforme sintetiza Tremper Longman:
• Poema sete: Flores e árvores (vs. 1-7);
• Poema oito: Poesias de primavera (vs. 8-17).
O amor romântico deve ser visto nos atos e palavras. É mais que emoções, é um princípio ativo que promove o bem da pessoa amada. Deus preza tanto por esse tipo de amor no casamento a tal ponto de relevar ao apóstolo Pedro que, maridos grosseiros, estúpidos, autoritários, frios, indiferentes, insensíveis, brutos e rudes em palavras e atitudes terão suas orações rejeitadas (I Pedro 3:7).
Deus preza pelo romantismo no casamento, a tal ponto de incluir na Bíblia um livro inteiro sobre ele. O romantismo começou no jardim do Éden, onde Deus realizou o primeiro casamento após formar homem e mulher. Ali Adão compôs o primeiro poema da Bíblia, da História e do mundo:
“Esta, afinal, é osso dos meus ossos
E carne de minha carne;
Chamar-se-á varoa,
Porquanto do varão foi tomada” (Gênesis 2:23).
O comentário da Bíblia de Estudo Andrews analisa:
“Em Cântico dos Cânticos, voltamos ao jardim do Éden. O livro retrata o ideal edênico para o amor sexual humano mesmo após a queda, com os seguintes componentes teológicos:
1. A sexualidade foi criada por Deus;
2. A sexualidade se expressa em um relacionamento heterossexual e monogâmico;
3. Igualdade plena dos dois parceiros no relacionamento amoroso;
4. Sexualidade holística, na qual os cônjuges necessitam que o outro se entregue por inteiro e que o amor envolva todo o ser (não só o físico);
5. O amor sexual como um relacionamento exclusivo, permanente e íntimo;
6. Sexualidade com o fim principal de expressar o amor, não de procriar;
7. A sexualidade como um presente pleno, belo e alegre de Deus”.
O amor é expresso em atitudes, mas avança através das palavras. A poesia é a forma mais romântica de expressar o amor conjugal, pois usa todos os meios retóricos para tentar revelar a beleza desse nobre dom. Por isso as palavras…
• Rosa
• Lírio
• Pomba
• Gamo
• Gazela
• Etc.
Fica claro que as mais rebuscadas comparações são insuficientes para demonstrar o verdadeiro amor; contudo elas são tentativas positivas!
Então, com sinceridade, faça um poema para teu amor! – Heber Toth Armí.
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CÂNTICO DOS CÂNTICOS 1 – “Muitos se surpreendem ao descobrir que o ponto de vista bíblico sobre sexo é extremamente positivo. Deus inventou o sexo, foi Ele que nos deu uma maneira maravilhosa de demonstrar amor a outra pessoa. Existe um livro inteiro do Antigo Testamento dedicado a exaltar a beleza do sexo e a mostrar o quanto Deus se agradou ao ver que o que Ele tinha feito era bom e agradável” – observa Amy Orr-Erwing.
No pensamento bíblico quando se quer dar um destaque sobre algo, se repete as palavras. Por exemplo (Salmo 136:2; Hebreus 9:3; Apocalipse 19:16),
• Santo dos santos = Santíssimo.
• Rei dos reis = acima de todos os reis e reinos.
• Senhor dos senhores = Senhor de todos os senhores.
• Deus dos deuses = O maior e mais importante dos deuses.
Assim, “Cântico dos cânticos” que compõe o Livro dos livros (a Bíblia) é o mais nobre, o mais importante, o melhor e o mais sublime de todos os cânticos. É com esse superlativo que reza a frase de abertura: “Cântico dos cânticos de Salomão”.
Segundo Tremper Longman o livro possui 23 poemas, só no primeiro capítulo encontramos os seis primeiros:
• Poema um: A busca da esposa (vs. 1-2);
• Poema dois: Morena, porém bonita (vs. 5-6);
• Poema três: Convite para um encontro amoroso (vs. 7-8);
• Poema quatro: Uma égua bonita (vs. 9-11);
• Poema cinco: Fragrâncias íntimas (vs. 12-14);
• Poema seis: Amor ao ar livre (vs. 15-17).
Deus é amor, Ele compartilha Seu amor com os seres humanos. O amor é um atributo divino comunicável. Consequentemente, o amor é lindo, e merece uma canção – a mais nobre das canções!
Neste maravilhoso livro bíblico, “Salomão narra 1) seus dias de namoro; 2) os primeiros dias de seu primeiro casamento, seguido pelo 3) amadurecimento de seu casamento real ao longo dos dias bons e maus da vida”. Além disso, John MacArthur destaca que, “o livro foi dado por Deus com a finalidade de demonstrar Sua intenção para o romance e o amor do casamento, a mais preciosa das relações humanas e ‘graça de vida’ (I Pe 3.7)”.
• O amor verdadeiro existe. Ele não acaba no casamento, ele se intensifica no casamento.
• O amor verdadeiro é real, busque-o na fonte certa, da forma correta!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.