Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
ISAÍAS 17 – Confiar em emprego, empresa, salário, bens materiais, política, e até na ciência não garante segurança nenhuma para o futuro. Pode até aparentar segurança, mas tudo isso é uma grande ilusão diante das terríveis consequências do pecado.
Damasco (Síria) e Efraim (Israel), pegaram atalhos para o desfiladeiro da destruição ao deixar de priorizar a Deus para priorizar qualquer outra coisa. O despencar de Efraim do sucesso ao fracasso ilustra a decadência de uma igreja, uma cidade, um país, um continente e do mundo todo.
Em 14 versículos o profeta utiliza várias figuras para indicar devastação causada pela negligência à proteção divina:
• O vigor e o esplender daqueles que um dia brilharam apagarão pelo desligamento da fonte da vida e da luz;
• O corpo sadio daqueles que exibiram a sua força se enfermarão tornando-se um esqueleto raquítico;
• A terra ficará vazia como um campo em colheita feita à mão;
• O respigar de uma colheita de pequeno porte revela o estrago feito pelo pecado;
• A exuberante vegetação duma floresta torna-se deserto, ou pior, cidades vazias, destruídas e derribadas pelo poder destruidor da falsa religião seguida por grandes multidões;
• A devastação provocada como por um dilúvio, ou um tsunami, oriundo dos oceanos da perversidade, imoralidade e iniquidade;
• O destino dos que perseguem e anseiam arruinar aos remanescentes fieis de Deus é semelhante ao pó e à palha soprados fortemente pelos vendavais arrasadores.
Assim como Israel devia aprender com a ruína dos ímpios, nós também precisamos aprender. As mesmas lições de que o povo de outrora careciam, nós, o povo de Deus de agora, carecemos.
Além destes pontos nada atraentes, temos no capítulo em questão, nobres verdades teológicas importantes, relevantes:
1. Deus está no controle tanto do céu quanto da terra;
2. Deus abençoa Seu povo, mas também o repreende por seus pecados;
3. Deus é o Criador, dono de tudo;
4. Deus é a Rocha segura, a única esperança de salvação para o pecador;
5. Deus é incomparável em relação a qualquer coisa, inclusive a qualquer outro deus.
Grandes verdades se podem extrair dos textos inspirados, pena que muitos não gostam ou não sabem ler a Bíblia. Se menos pessoas deixassem de desprezar e passassem a apreciar o livro de Deus, um reavivamento mundial seria evidente! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
ISAÍAS 16 – Não importa a nação ou a pessoa, não importa quão cruel ou perverso uma nação ou uma pessoa tenha sido, não importa quão longe do ideal de Deus uma nação ou uma pessoa vai… Deus está mais ansioso para salvar do que para condenar.
A ação de Deus em prol do pecador é grande e intensa visando desviar os perdidos da rota do inferno.
• A pesar de a profecia apresentar mulheres moabitas abandonadas como pássaros sem ninho clamando inutilmente por ajuda; e, embora a profecia declare que em três anos poucas pessoas restariam dentre os moabitas, o interesse de Deus é exortar os rebeldes a render obediência ao Salvador para o bem deles mesmos (vs. 1-5).
• Assim como a pregação contundentemente pessimista de Jonas levou a grande cidade de Nínive ao arrependimento e à conversão, a revelação de Deus a Moabe certamente objetivava o arrependimento e conversão dos seus cidadãos. As ameaças divinas visam despertar-nos de nossa indiferença (vs. 6-8).
• O coração de Deus bate no coração de quem morreu para o eu. A tristeza que Deus sente pela miséria dos pecadores arrogantes, orgulhosos e indiferentes inundam o coração dos verdadeiramente crentes. Diferentemente de Caim que matou seu irmão e respondeu a Deus: “Sou eu guardador de meu irmão?” Isaías demonstra sincera preocupação por inimigos de sua nação (vs. 9-11).
• Certamente Deus não fará nada sem antes revelar Seus segredos e propósitos a Seus profetas, conforme informa Amós 3:7. Sempre antes de qualquer evento Deus tenta alertar aos perversos e aos conversos o que Ele fará. O juízo dos impenitentes moabitas fora projetado para três anos, quem sabe alguém se arrependeria como a moabita Rute no passado (vs. 12-14).
Antes do dilúvio, Deus enviou Noé para alertar as pessoas da destruição mundial, na libertação do cativeiro egípcio Deus suscitou Moisés, frente à crescente idolatria Deus levantou vários profetas como Débora, Elias, Eliseu, Isaías, etc. Antes da primeira vinda de Cristo, João Batista foi o precursor.
Se Deus nada faz sem antes avisar, seria Seu perfil deixar-nos sem um porta-voz Seu nestes últimos dias, os quais representam a maior idolatria da história (Apocalipse 13), a maior destruição do Planeta (Apocalipse 14), a maior libertação ligado ao maior evento do Universo (Apocalipse 19)?
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
ISAÍAS 13 – Nem bem ainda estabelecera, o império babilônico recebe uma profecia de destruição. Nesse contexto, Babilônia crescia, enquanto a Assíria progredia. Mas de ambas, Deus já sabia o futuro.
Babilônia, na Bíblia, ganhou significados titânicos. Das terras de Sinear, da antiga cidade de Ninrode, construtor da Torre de Babel, ergue-se a megalomaníaca Babilônia dos caldeus. Babilônia nasce das lamas do dilúvio motivada pela rebelião às ordens de Deus (Gênesis 9:1; 10:8-11; 11:1-9).
O termo “Babilônia” é mencionado na Bíblica quase 300 vezes, só perde para Jerusalém das cidades mais citadas. Essas duas cidades se opõem nas páginas da história sagrada.
A cidade projetada para frustrar os planos divinos, que buscava unidade e poder político-religioso, construída por homens pretendendo alcançar o céu, recebe uma profecia divina da parte de Isaías (v. 1):
1. Babilônia seria atacada, e o próprio Deus seria o regente dos exércitos que a atacariam. Ele mesmo deu ordem, chamou valentes para executarem Sua ira. Ele é o Senhor dos exércitos (vs. 2-4).
2. A ira de Deus contra a Babilônia antiga vai além de sua conquista em 539 a.C. Atinge a escatologia apocalíptica. A Babilônia literal é símbolo da profética Babilônia espiritual como consta em Apocalipse – envolvendo “toda a terra” (vs. 5-8; Apocalipse 17, 18 e 19).
3. As convulsões cataclísmicas nos astros siderais antecedem ao grande dia do Senhor; ou seja, elas apontam para a majestosa segunda vinda de Cristo em glória. Será o fim do mundo – da Babilônia – para os perversos, e a salvação para os conversos (vs. 9-16; Joel 2:30-32; Mateus 24:29-31; Apocalipse 6:12-17; 16:12-21).
4. A destruição de Babilônia será a libertação do povo de Deus. O caos inabitável em que “a joia dos reinos, a glória e o orgulho dos caldeus” se transformaria é símbolo do que se tornará a terra imediatamente à ascensão dos salvos com Cristo (vs. 17-22; I Tessalonicenses 4:16-17; Apocalipse 20:1-15).
Os medos e persas foram despertados por Deus para invadir a opulenta Babilônia. A profecia se cumpriu como Isaías previu, e a Babilônia histórica não existe mais conforme Deus revelou. Assim, temos certeza que o que falta cumprir se cumprirá. Portanto, creiamos e preparemo-nos para o que a Bíblia revela para o futuro próximo!
Viva com esperança! Deus é Soberano! – Heber Toth Armí