Reavivados por Sua Palavra


LAMENTAÇÕES 5 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
20 de setembro de 2017, 0:20
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LAMENTAÇÕES 4 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
19 de setembro de 2017, 0:55
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LAMENTAÇÕES 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
19 de setembro de 2017, 0:45
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LAMENTAÇÕES 4 – Fazer autoavaliação espiritual baseando-se na Bíblia é uma forma de buscar explicações concretas para nossas situações complexas.

“Duas ideias distintas, mas relacionadas, ajudam a unificar o livro das Lamentações. Primeiro, embora o texto lastime claramente a condição de Jerusalém, a retidão de Deus nunca é deixada de lado. O Senhor manteve as promessas de punição (2.17) [ver Levítico 26; Deuteronômio 27-28; II Reis 17; 25]. Segundo, Deus é fiel ao povo de Israel (3.22,23), o que significa que nele permanece a esperança para o futuro. Deus não rejeitará o povo para sempre, um fato que Deuteronômio 30, Isaías 65 e 66, Jeremias 30-33, Ezequiel 36 e 37 e inúmeros outros textos já proclamaram. A retidão de Deus exige que o pecado seja castigado. A fidelidade divina exige que as promessas feitas ao crente sejam mantidas” (Paul R. House).

Sobre o capítulo 4, House afirma: “Apesar de constante esperança baseada no caráter de Deus, expressa em Lamentações 3, Israel como um todo tem ainda que voltar-se para o fiel Yahweh. Por isso, a realidade continua severa. Cada elemento da sociedade israelita foi afetado pela queda de Jerusalém. Crianças morrem (4.4), algumas cozidas pela própria mãe, que as comem devido ao sítio (4.10). Profetas (3.13) e nazireus (4.7 [na NVI: príncipes]) compartilham a miséria nacional. Em resumo, a ira de Deus ‘dividiu’, ou espalhou, o povo pelo mundo (4.16). Tão efetiva foi essa dispersão que seu efeito em Isael é comparada à destruição de Sodoma (4.6)”.

Pecadores precisam arrepender-se!

• Desvalorizar ao Senhor é armadilha fatal que leva pecadores a serem e se sentirem desvalorizados na sociedade (vs. 1-4);
• Justos não são desamparados nem sua descendência mendiga o pão (Salmo 37:25); mas, a imoralidade e a impiedade resultam em misérias inigualáveis (vs. 5-10);
• A intolerância de Deus ao pecado é visível em Suas atitudes, as quais visam corrigir e libertar Seu povo, inclusive profetas e sacerdotes, das marcas do diabo (vs. 11-16).
• A disciplina de Deus não é exclusiva para Seu povo, Ele quer restaurar Edom e o mundo. O castigo divino objetiva eliminar o mal, por isso há esperança em Deus (vs. 17-22).

Antes de irritar-se com Deus por tua situação, irrite-se com o pecado; depois, busque perdão em Deus!

“Senhor, perdoa-nos! Restaura-nos! Reaviva-nos…” – Heber Toth Armí.



LAMENTAÇÕES 4 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
19 de setembro de 2017, 0:20
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LAMENTAÇÕES 3 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
18 de setembro de 2017, 0:55
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LAMENTAÇÕES 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
18 de setembro de 2017, 0:45
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LAMENTAÇÕES 3 – Todos nós temos problemas, enfrentamos desafios e lutamos por soluções. Há momentos de bonança, mas são muitos (e intensos) os momentos tensos e angustiantes.

“Os problemas nunca vão desaparecer durante nossa existência. Problemas existem para ser resolvidos e não para perturbar-nos. Quando a ansiedade ou a angústia invadir sua alma, não se desespere, extraia lições de sua aflição. É a melhor maneira de ter dignidade na dor. Caso contrário, sofrer é inútil. E, infelizmente, a maioria das pessoas sofre inutilmente. Elas expandem a sua miséria sem enriquecer a sua sabedoria”, explica o médico, psicoterapeuta e psiquiatra Augusto Cury.

O Comentário Bíblico Adventista observa que “por 40 anos, Jeremias instou o povo de Judá a que se arrependesse; ele procurou fortalecer as mãos de Josias e de seus sucessores por meio de um governo justo e uma política externa sábia e honesta; e, acima de tudo, alertou a Judá da certeza da destruição que viria caso a nação persistisse em seus maus caminhos. As Lamentações são o clímax destas profecias. Testificam do seguro cumprimento dos juízos prometidos por Deus. Contudo, sua mensagem não é desesperadora. Em meio à mensagem de desolação corre um fio de esperança de que o Senhor perdoará e abrandará o sofrimento de Seu povo”.

Note que o remanescente sofre ao ver o povo de Deus sofrendo. Entretanto, ao voltar-se para Deus, sem ignorar a prevalência da justiça divina sobre o pecado de um povo injusto, apoia-se sobre a esperança e misericórdia divinas. Então, clama por libertação e pede justiça contra inimigos.

W. Osborne sintetiza o terceiro lamento de Jeremias da seguinte forma:

1. O homem que viu a aflição (vs. 1-21);
2. O tempo de esperar em Deus (vs. 22-39);
3. Um tempo para avaliação (vs. 40-54);
4. Um Deus pronto para responder (vs. 55-66).

Misericórdia e graça de Deus transbordam em um mundo sofredor. Elas se renovam a cada amanhecer. Quando você acorda, o saldo de misericórdia Deus está sempre positivo!

• Sábio é quem aprende tirar o foco das preocupações e colocar na oração que espera pelo Senhor.

Relembrar atos divinos na história sagrada enche-nos o coração de esperança. Na cruz aconteceu a maior demonstração da graça e misericórdia divinas. Reflita no sofrimento de Jesus por ti.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LAMENTAÇÕES 3 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
18 de setembro de 2017, 0:25
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LAMENTAÇÕES 2 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
17 de setembro de 2017, 0:55
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LAMENTAÇÕES 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
17 de setembro de 2017, 0:45
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LAMENTAÇÕES 2 – Junto com o livro de Jó, o livro de Lamentações trata do sofrimento. Em Jó, o justo sofre. Em Lamentações, justos e injustos sofrem. Em ambas situações o sofrimento motiva a buscar explicações, induzindo indivíduos à reflexões profundas para alcançar conclusões positivas.

“O livro de Lamentações não contém apenas queixas. O autor percebe a importância de refletir sobre o próprio sofrimento e sobre a dor de seu povo. Ele busca – e encontra – as razões do sofrimento e do infortúnio. Portanto, o livro serve de modelo para meditação sobre o sofrimento ou durante um momento difícil, para que se possa entender a razão da dor no esquema das coisas e tomar a atitude correta, reconhecendo que o sofrimento não é o fim de tudo” (Issiaka Coulibaly).

R. K. Harrison nos dá os seguintes tópicos do segundo capítulo de Lamentações:

• Hostilidade de Deus para com Seu povo (vs. 1-9);
• Sofrimento pelo homem (vs. 10-13);
• Verdadeiros e falsos profetas (vs. 14-17);
• Uma chorosa oração a Deus (vs. 18-22).

Deixar de confiar em Deus para confiar em qualquer outra coisa, faz Deus evidenciar a insensatez desse tipo de confiança. O texto nos ensina, por meio dos erros de Israel, que de nada vale colocar a confiança em:

1. Líderes (v. 2);
2. Poderes (v. 5);
3. Palácios (v. 5);
4. Fortalezas (v. 5);
5. No templo (Igreja) e seus oficiantes (v. 6);
6. Nas festas religiosas (v. 6).

Confiar em tudo, exceto em Deus, significa preencher o próprio atestado de óbito. Nem mesmo rituais religiosos possuem algum tipo de valor desvinculado de íntimo relacionamento com o Soberano Senhor do Universo.

Não adianta criticar aqueles que erram. Jeremias percebe a situação de Israel e sem criticar chora ao ver os filhos de seu povo morrendo de fome. O profeta não ficou importunando os miseráveis sofredores, dizendo: “Eu avisei”, “não me quiseram ouvir”, etc. Pelo contrário, veja o que o profeta disse:

“Como poderei entender sua terrível condição, amada Jerusalém?
O que posso dizer para dar a você conforto, amada Sião?
Quem pode restaurar você? Esse rompimento está além da compreensão” (v. 13).

Só em Deus existe esperança. Só nEle há restauração. Ele é o único que pode reverter qualquer situação, inclusive as piores consequências do pecado! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LAMENTAÇÕES 2 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
17 de setembro de 2017, 0:25
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