Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
23 de setembro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 3 – Um amor infinito domina as ações de Deus em relação aos rebeldes. Deus nunca abandona Seu povo, nem mesmo em situações em que qualquer pessoa já teria desistido.

Warren Wiersbe sintetiza os três primeiros capítulos de Ezequiel:

O chamado do profeta:

1. Vendo a glória de Deus (capítulo 1);
2. Ouvindo a Palavra de Deus (capítulo 2);
3. Tornando-se atalaia de Deus (capítulo 3).

Embora no exílio, sofrendo com perversos pecadores, por causa das transgressões alheias, Ezequiel era homem de Deus, chamado para transmitir mensagens inspiradas aos humanos sofredores.

Deus deixou Jeremias com os fracos, doentes e inválidos, rejeitados por Babilônia; e, levantou Ezequiel no cativeiro.

“Enquanto Jeremias continuava a dar o seu testemunho na terra de Judá, o profeta Ezequiel foi suscitado entre os cativos em Babilônia, para advertir e confortar os exilados, e também para confirmar a palavra do Senhor que fora exposta pelo profeta Jeremias. Durante os anos que restaram do reinado de Zedequias, Ezequiel tornou muito clara a loucura de confiar nas falsas predições dos que estavam levando os cativos a esperar para breve o retorno a Jerusalém. Ele foi também instruído a predizer, por meio de variedade de símbolos e solenes mensagens, o cerco e posterior destruição de Jerusalém” (Ellen G. White).

Lições:

• Primeiramente, mensageiros de Deus precisam alimentar-se e ser nutridos pela mensagem: Sua vida deve assimilar as verdades divinas antes de revelá-la aos outros. Conquanto, diariamente, como alimento, deve ser ingerida e digerida (vs. 1-9).
• O porta-voz de Deus não cria ou inventa mensagens; recebe-a de Deus e não fala o que quer, senão o que Deus quer (vs. 10-15).
• Como uma atalaia, mensageiros de Deus precisam vigiar seu contexto e transmitir a mensagem certa para não ser conivente com a destruição almejada pelas hostes do mal (vs. 16-21).
• Como um arauto fiel, mensageiros da revelação divina precisam calar-se (ou falar) conforme Deus, o Autor das mensagens, orientar (vs. 22-27).

Ninguém pode dar do que não tem; nem pode fazer o que Deus quer, sem preparação. Ezequiel foi devidamente preparado por Deus para ser Seu mensageiro, porta-voz, atalaia e arauto. Ele recebeu a Palavra de Deus para compartilhá-la, embora houvesse descarada rejeição. Assim, fica nítido o amor e cuidado de Deus!

Compartilharemos esse amor? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 3 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
23 de setembro de 2017, 0:20
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EZEQUIEL 2 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
22 de setembro de 2017, 0:55
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EZEQUIEL 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
22 de setembro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 2 – Servir a Deus quando nem os religiosos estão dispostos a se submeterem ao Seu senhorio não é nada fácil. Os mensageiros de Deus são rejeitados porque seus ouvintes interpretam suas palavras como indignas para um servo do Altíssimo.

Alguém escreveu as seguintes informações:

“Ezequiel era filho de Buzi. Buzi significa ‘descaso’ ou ‘desprezo’. Ezequiel foi um profeta que foi muito desprezado pelo povo e que foi tratado com descaso. Em seu ministério ele não recebeu glória”. Em contrapartida, “Ezequiel significa ‘Deus fortalecerá’. Também significa ‘O Todo-Poderoso é sua força’”. Desta forma, “por um lado, ele era o filho de Buzi, desprezado por outros. Por outro lado, era Ezequiel, fortalecido por Deus, o Poderoso”.

• Quando a fraqueza humana enfrenta oposição e rejeição que tentam minar a motivação do mensageiro, Deus mesmo Se torna sua proteção.

Em sua fraqueza, Ezequiel contemplou a majestade e a glória do Soberano Deus do Universo. Por isso, “do primeiro ao último capítulo, encontramos em Ezequiel a ideia central da soberania e da glória do Senhor Deus. Ele é soberano em Israel e nos assuntos das nações do mundo, ainda que a jactância ruidosa dos homens pareça ter abafado essa verdade. Em sua vontade soberana, Deus criou com o propósito de glorifica-lo em vida e dar testemunho dele até os confins da terra” (Charles Lee Feinberg).

Abra tua Bíblia, acompanhe…

• Deus revela a mensagem, e o Espírito Santo capacita ao mensageiro que representa ao Senhor perante ouvintes indiferentes, irreverentes e arrogantes (vs. 1-2);
• Deus comissiona mesmo sabendo que o resultado será negativo. Nem mesmo um poderoso profeta, cuja mensagem recebera diretamente de Deus, cheio do poder do Espírito Santo não tem sucesso frente a pessoas rebeldes, calejadas em seus pecados, insensíveis à voz de Deus (vs. 3-4).
• Deus, embora soubesse da rejeição ao profeta, ainda assim o envia aos pecadores impenitentes; pois, Deus não faz nada sem antes avisar. Se ouvirão ou não ao profeta, não importa. O que importa é que Deus enviou mensageiro – isso é graça! (vs. 5-7);
• Deus providencia meios para que Seus servos não se contaminem com a forte influência de um povo religioso, porém rebelde (vs. 8-10).

A proteção contra a hipocrisia, apostasia e perversão religiosa é a Palavra de Deus. Como deveríamos valorizá-la! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 2 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
22 de setembro de 2017, 0:25
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EZEQUIEL 1 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
21 de setembro de 2017, 0:55
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EZEQUIEL 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
21 de setembro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 1 – Quando tudo mostra-se ruindo, quando o desespero parece aumentar e quando o povo de Deus pode ter espaço para duvidar de Sua existência e poder, o próprio Deus faz alguma coisa para auxiliar, orientar e confortar aos aflitos.

“Ezequiel datou suas profecias com precisão. A primeira (Ez 1:2) é do quinto ano de Joaquim no exílio (593 a.C.); a última profecia datada é de 571 a.C. (Ez 29:17). Seu ministério durou, portanto, 22 anos. Se, como sacerdote, Ezequiel começou seu ministério aos trinta anos, estava com mais de cinquenta quando terminou de profetizar” (William MacDonald).

O profeta “Ezequiel ministrou aos companheiros de exílio pouco antes e durante os primeiros vinte anos do cativeiro. Os judeus alimentavam a falsa esperança de voltar em breve a Jerusalém, daí Ezequiel lhes mostrar a necessidade de se voltarem, primeiramente, para o Senhor” (MacDonald).

Em meio dos cativos israelitas na Babilônia, sofrendo as consequências dos erros alheios, e experimentando o preço do pecado na pele (vs. 1-3), Ezequiel recebe visões da soberania e glória de Deus (vs. 4-28).

• Deus veio como uma tempestade com ventos assustadores para julgar o impenitente Israel que rejeitara todos os sinais de alerta e misericórdia visando privar-lhe de sofrerem no exílio (vs. 3-4);
• Os querubins, lembrando os registros em Gênesis 3:24, mostram o poder dos seres celestiais para colaborar com Deus e Seus propósitos (vs.5-14);
• Rodas gigantes, seres viventes misteriosos, fogo que se revolvia e olhos nas extremidades das rodas, mostram que Deus é Onisciente e Onipresente no Universo (vs. 15-21);
• O firmamento como cristal brilhante, sons assustadores de asas dos querubins e voz poderosa mostram a Onipotência de Deus no Universo (vs. 22-25).
• O imponente trono revela autoridade e domínio divinos acima da calamidade enfrentada pelos habitantes de Judá, exilados em Babilônia (vs. 26-28).

Diante das incertezas da vida, exausto pela situação aparentemente sem solução, e enfrentando dúvidas sobre a capacidade de Deus, o profeta Ezequiel recebe visões que transmitem segurança e esperança.

O apóstolo João precisou do mesmo conforto. Exilado na ilha de Patmos, com todos os colegas apóstolos martirizados, e, a igreja sendo perseguida e massacrada, as visões apocalípticas mostrou-lhe que Deus é soberano e está no controle na história de Seu povo.

Deus vê nossas aflições! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 1 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
21 de setembro de 2017, 0:25
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LAMENTAÇÕES 5 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
20 de setembro de 2017, 0:55
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LAMENTAÇÕES 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
20 de setembro de 2017, 0:45
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LAMENTAÇÕES 5 – Creio que não damos o devido valor que merece o livro de Lamentações. Os judeus o consideram importante e o leem pelo menos uma vez ao ano. Lamentações consta na lista de livros lidos numa das festas anuais:

• Cantares de Salomão: Páscoa.
• Rute: Pentecostes.
• Eclesiastes: Festa das cabanas ou tabernáculos.
• Ester: Purim.
• Lamentações: Queda de Jerusalém e destruição do templo, festa celebrada no nono dia de Av (meados de julho).

O Dicionário Bíblico Wycliffe faz a seguinte análise sobre Lamentações: “O lamento não é simplesmente por Jerusalém estar destruída e o povo devastado. É que a catástrofe é um ato de Deus, executando um castigo merecido. Aqueles que deveriam ter sido líderes responsáveis não agiram corretamente, e o povo, voluntariamente, os seguiu. Deus está castigando Israel por seu pecado. Mas a adversidade não é apenas punitiva, é também corretiva. O amor e o propósito da aliança de Deus jamais falharam e jamais falharão”.

O capítulo final vai além do lamento. D. L. Moody declara que “este capítulo é realmente uma oração nacional feita a Jeová, a única esperança e auxílio de Sião”.

Assim, este capítulo é o auge do livro, o ápice dos lamentos, a conclusão apoteótica – a “cereja do bolo”. Então, redobre a tua atenção nestes últimos 22 versículos:

1. Reconhecimento nacional de que a terrível situação deu-se devido ao histórico carregado de pecados é uma nobre motivação para começar uma oração (vs. 1-4);
2. Embora a profecia indicasse exílio em Babilônia de 70 anos no livro de Jeremias (25:1-14), é sábio expor aflições a Deus e suplicar-Lhe misericórdia para suportar as consequências dos pecados (vs. 5-16);
3. Os caminhos seriam outros caso pecados não fossem amados. A história seria diferente se houvesse aberta rejeição à corrupção. Os pecados arruínam a sociedade, adoecem o coração e saqueiam as bênçãos de Deus (vs. 17-18).
4. Deus é a esperança exclusiva e concreta para qualquer desespero e angústia. O poema termina assim:

Contudo, ó Eterno, Tu ainda és soberano,
E teu trono eterno permanece para sempre…

Leva-nos de volta para Ti, Senhor! Estamos prontos para voltar.
Dá-nos um novo início.
A não ser que não tenha mais volta, não nos queira mais,
e a sua fúria não tenha fim (vs. 19-22).

“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.

Escreva o que achou do livro de Lamentações de Jeremias: