Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
17 de fevereiro de 2019, 0:45
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Reclamar parece bom no momento, entretanto, o resultado deve conduzir-nos a rejeitar a reclamação. Reclamação oriunda da insatisfação com as bênçãos divinas é afronta a Deus, resultando em destruição.

Este capítulo será dividido com base em três termos extraídos do texto:

1. TABERÁ significa ‘incêndio’: Logo no início da viagem à Terra da Promessa, o povo, ao invés de alegrar-se, “começou a murmurar da vida difícil”; consequentemente, a ira de Deus “se ascendeu. Então, irrompeu um fogo que queimou as extremidades do acampamento”. O incêndio cessou quando procuraram a Moisés e ele intercedeu perante Deus (vs. 1-3).

2. POPULACHO eram estrangeiros entre o povo de Deus: Estes estrangeiros eram incrédulos que influenciavam os crentes infantis. Eles começaram a reclamar de falta dos prazeres do Egito quando tinham a sua disposição comida do Céu gratuita. “Moisés ouviu a queixa, todas aquelas famílias reclamando à porta das tendas, e a ira do Senhor se ascendeu”. Reclamar de Deus significa rejeitá-lo! Ele atende a reclamação para demonstrar que ela resulta em maldição (vs. 4-29).

3. QUIBROTE-HAVAATÁ significa ‘túmulos da luxúria’: Assim que Deus enviou carne de codornizes aos montes para os pidões/reclamões/insatisfeitos, “mal tendo engolido o primeiro bocado, a ira do Eterno se acendeu contra o povo. Ele os feriou com uma praga terrível. Eles chamaram o lugar Quibrote-Hataavá (Túmulo dos desejos). Ali enterraram as pessoas que queriam comer muita carne” (vs. 30-34).

“Um estudo da concordância mostrará que nas Escrituras há mais referências à cólera, fúria e ira de Deus do que ao Seu amor e bondade” (Arthur W. Pinnk). (Leia a tese doutoral de Emilson dos Reis: “A ira de Deus: Um estudo teológico e proposta homilética”).

Aplicações: QUANDO…

• …Deus faz o melhor pelo Seu povo e este almeja pelo pior, Deus pode atender a reclamação para que veja quão idiota é ignorar o que Ele faz.

• …o líder espiritual é pressionado pelos insatisfeitos incrédulos que deveriam ser gratos pelas bênçãos, Deus alivia a carga e distribui suas responsabilidades.

• …os desejos carnais estão acima da vontade divina o resultado sempre será negativo.

• …a incredulidade domina o povo de Deus tendo a reclamação baseada nos desejos perversos, ligados à insatisfação, o fim será a sepultura.

É tempo de reavivar, não de reclamar! Sejamos agradecidos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 11 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
17 de fevereiro de 2019, 0:06
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NÚMEROS 10 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
16 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
16 de fevereiro de 2019, 0:45
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Atenção! A viagem vai começar! Junte-se a nós…

Orientações para viajar:

1. As trombetas de pratas: Deus se ocupa com cada detalhe. Sem microfone, sem autofalante, sem megafone, a orientação para criar duas trombetas no deserto daria a mensagem certa para cada situação (vs. 1-10):

• Toque das duas trombetas simultaneamente convocava a congregação para reunir-se à porta do tabernáculo;
• Toque de apenas uma trombeta convocava os príncipes para a reunião;
• Retinir das duas trombetas sinalizava o momento de sair organizadamente.

2. A ordem de marchar: O verso 11 indica o início da viagem do povo de Deus, a qual duraria 38 anos, culminando em Números 21:35. Tudo sob a regência divina.

3. O convite de Hobabe: Moisés convida seu cunhado para ir com o povo de Deus à Terra Prometida (vs. 29-32).

4. O início da viagem: A coluna de nuvem leva o povo por caminhos mais difíceis visando evitar guerras contra os filisteus, caso fossem pelo caminho mais fácil. “Seu percurso estendia-se através de barrancos e desolação estéril. Tudo em redor deles era o grande deserto […]. As gargantas de pedra, de longe e de perto, estavam repletas de homens, mulheres e crianças, com animais e carros, e longas fileiras de rebanho e gado. Sua marcha era necessariamente lenta e trabalhosa; e as multidões, depois de seu longo acampamento, não estavam preparadas para suportar os perigos e incômodos do caminho” (Ellen G. White).

Imagina 2.000.000 de pessoas no deserto!

Temos muito que aprender com Deus assim como os ex-escravos do Egito em seu início de viagem. “Em sua marcha tribal de três dias, a nação foi liderada por Deus na coluna de nuvem e fogo. A marcha teve lugar ordeiramente, conforme os sinais das trombetas de prata, tendo os sacerdotes à frente, levando a arca. A nuvem os conduziu para o leste e em direção ao note no deserto de Parã” (Frank Houbrook).

Aplicações:

• Seguir orientações de Deus pode não ser fácil, mas é melhor do que não segui-las;
• Fazer a vontade de Deus não é somente para os preparados, mas para os disponíveis;
• Convidar parentes/amigos para a caminhada rumo o destino estipulado por Deus ajuda a suportar os desafios do caminho.
• Nunca rebelar-se/reclamar/duvidar das sábias orientações de Deus!

Avancemos juntos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 10 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
16 de fevereiro de 2019, 0:05
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NÚMEROS 9 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
15 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
15 de fevereiro de 2019, 0:45
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Nossa principal refeição matinal deve ser uma substanciosa reflexão espiritual. Sem ela, nossa alma empobrece, nossa esperança enfraquece e nossa fé esmorece.

Religião é relacionamento, compromisso, fidelidade… melhor dizendo, é entrega a Deus como não se entrega a mais nada. Religião é dependência total de Deus durante a caminhada para o Céu. Salvação resulta desse relacionamento.

Números 9 pode ser dividido em duas importantes partes:

1. A Páscoa como reconhecimento da necessidade de um Salvador que oferece perdão, restauração e salvação (vs. 1-14); início da caminhada após a conversão.
2. A coluna de fogo à noite e a nuvem de dia é evidência da orientação divina no deserto, mostrando a necessidade da dependência constante de Deus para avançar em santificação (vs. 15-23); a total orientação divina após a conversão é essencial.

Curiosidades: a Páscoa…

• …foi celebrada no Egito e no deserto (vs. 1-2).
• …era aberta aos israelitas e não-israelitas (v. 14).
• …era comemoração anual instituída por Deus.
• …foi instituída para ser uma festa comemorativa e instrutiva: Comemorava a libertação e celebrava o Libertador.
• …apontava para Cristo; portanto, a partir de Sua morte, “a ceia do Senhor é a páscoa cristã, paralelo do Novo Testamento à libertação de Israel do Egito” (Frank Holbrook).
• …não existe mais, pois Cristo é a nossa páscoa exclusiva na atualidade (I Coríntios 5:7).
• …era um emblema de morte para o pecado e renovação da vida com Deus, não se podia participar dela sem assimilar tais verdades à vida (vs. 6-7).
• …não poderia ser ignorada; ignorá-la implicava apegar-se ao pecado antes que a Deus. Pecado é veneno fatal! (vs. 10-13).

Desprezar a Páscoa/Santa Ceia implica desprezar sublimes orientações de Deus (vs. 8-9); O qual quer estar junto ao Seu povo para protegê-lo e guiá-lo (vs. 15-23). Deus protege àquele que permite ser guiado por Ele!

Quem se recusa participar da Santa Ceia está dizendo que prefere antes morrer com seu pecado do que viver ao lado de Deus.

Além da nuvem e do fogo como evidência da presença de Deus, Lauriston J. Du Bois observa que o povo tinha “a ordem direta do dito do Senhor [v. 18] para instruí-los enquanto viajavam”.

Servem verdadeiramente a Deus aqueles que estão dispostos a ir aonde Deus conduzir. Agir diferente é loucura! – Heber Toth Armí.




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