Reavivados por Sua Palavra


III JOÃO – COMENTÁRIO PR Adolfo Suarez
19 de setembro de 2018, 0:55
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II JOÃO – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
18 de setembro de 2018, 0:55
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II JOÃO – COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
18 de setembro de 2018, 0:05
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I JOÃO 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
17 de setembro de 2018, 0:56
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I JOÃO 5 – COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
17 de setembro de 2018, 0:05
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I JOÃO 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
16 de setembro de 2018, 0:55
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I JOÃO 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
16 de setembro de 2018, 0:45
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I JOÃO 4 – O amor do cristão difere do incrédulo. Neste capítulo, os tópicos destacados por Merrill F. Unger continuam na questão da comunhão. Observe com atenção:

1. O discernimento do erro e a comunhão:
• A presença do erro (v. 1);
• O claro teste do erro (vs. 2-6).
2. O amor e a manifestação da comunhão:
• Amor, característica da família (vs. 7-8);
• A suprema manifestação de amor (vs. 9-10);
• A obrigação de amar (vs. 11-12);
• O amor e a presença de Deus dentro de nós (vs. 13-16);
• A perfeição do amor em nós (vs. 17-18).
3. O incentivo ao amor e a comunhão:
• O incentivo ao amor é o amor de Deus por nós ao entregar Seu Filho (v. 19);
• A comunhão do amor. Nosso amor pelos irmãos prova nosso amor por Deus (vs. 20-21).

Nossa ligação a Cristo e Sua vontade é a proteção contra o erro e a falta de amor tão evidente não apenas na sociedade secular, mas também nos círculos religiosos das igrejas cristãs.

A falta de amor em nossas comunidades é a prova do quanto estamos desprovidos de espiritualidade. Nossa sociedade secular tem ditado até mesmo o ritmo das pessoas que alegam estar ligadas a Cristo.

A natureza de Deus é “verdade” que é intolerante com a falsidade; assim, como também, Seu caráter é essencialmente “amor,” que é intolerante à hipocrisia, à frieza, ao ódio e à indiferença. Por isso, quem tem Jesus no coração não vive preso a esses sentimentos diabólicos nem amarrado às injustiças e imoralidades sociais.

O efeito do amor e da verdade de Deus é visto nas decisões e atitudes de cada um de Seus representantes convertidos da filosofia secular. Assim, você tem Cristo no coração ou não tem, você é cristão ou não é.

• Tuas ações falam mais alto que tuas declarações!

Sendo que existem falsos cristãos, fique atento ao que toda pessoa intenta ensinar e, recorra sempre à Bíblia para examinar as doutrinas proclamadas por quem quer que seja. Assim como existem heresias, que são verdades adulteradas, há também sentimentos fingidos, como também existem cristãos falsificados. Então, muito cuidado!

Concentre-se em firmar tua vida em Deus e em Sua revelação, a fim de que não sejas um cristão apenas de fachada.

“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.



I JOÃO 4 – COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
16 de setembro de 2018, 0:05
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I JOÃO 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
15 de setembro de 2018, 0:45
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I JOÃO 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
15 de setembro de 2018, 0:45
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I JOÃO 3 – Como agir corretamente diante de situações complicadas de relacionamento? A carta em análise oferece-nos princípios para o bom andamento das atividades na comunidade eclesiástica.

O capítulo supracitado pode ser assim sintetizado, conforme Merrill F. Unger:

1. O justo viver e a comunhão:
• O amor dado por Deus como incentivo à vida santa (v. 1);
• A vinda de Cristo como incentivo à vida santa (vs. 2-3);
• A vida santa como propósito da salvação (vs. 4-5);
• A vida santa e a comunhão (vs. 6-10).
2. Amor fraternal e comunhão:
• A comunhão no amor (vs. 11-15);
• A manifestação do amor (vs. 16-18);
3. A certeza cristã e a comunhão:
• A natureza da certeza (vs. 19-21);
• A realização da comunhão (vs. 22-24).

Esta carta serve de espelho. Nosso tipo de obediência aos mandamentos de Deus prova nosso nível de moralidade (2:3-6). Nosso jeito de amar serve de avaliação de nossa condição social (2:7-11). Nossa forma de expressar a fé prova nosso compromisso com a doutrina bíblica (2:18-27).

João Stott destaca, dos capítulos subsequentes, mais três itens para nossa avaliação: Uma elaboração da…

• …prova moral: justiça (2:28-3:10);
• …prova social: amor (3:11-18);
• …prova doutrinária: fé (4:1-6).

Ao aceitarmos o amor divino tornamo-nos diferentes dos egoístas do mundo. Como filhos de Deus, purificamo-nos dos feios traços comportamentais influenciados pelo diabo. Libertos da escravidão do pecado, somos livres para obedecer a Cristo, O qual morreu para tirar de nós os nossos pecados, inclusive o ódio.

O crente não assume impecabilidade, pois devido a sua vulnerabilidade espiritual, pode escorregar e ter recaídas; porém, não aceita permanecer caído, pois já não é mais escravo das garras do diabo – Nisto reside a diferença do pecador sem Cristo e do pecador com Cristo.

• O amor altruísta em lugar do amor egoísta é a maior evidência de que alguém realmente está convertido. Isso só é possível tendo Jesus no coração!

Desta forma, “a religião de Cristo revela-se como um princípio vitalizante e dominante, uma energia espiritual operante e viva. Quando o coração é aberto à influência celestial da verdade e do amor, esses princípios fluirão de novo como torrentes no deserto, fazendo que apareçam frutos onde agora há esterilidade e penúria” (Ellen G. White).

Olhemos no espelho espiritual desta carta e, então procuremos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.