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Qual é tua necessidade? Qual é tua luta? Você experimentou deixar Deus suprir tuas necessidades e lutar tuas batalhas? O resultado será grandes milagres. Viverás e terás histórias maravilhosas para compartilhar.
Veja como concluiu Kay Arthur ao examinar este capítulo: “Toda situação de falta de água, toda batalha, é uma prova vinda de Deus para verificar em quem, ou onde, você tem procurado socorro no dia da tribulação”.
O povo de Israel acabara de ver Deus alimentando toda aquela multidão no deserto, mas uma simples sede ofuscou Seu poder e o povo começou a reclamar. “Houvesse Israel sido transportado diretamente do Egito a Canaã, e não teria sido feita uma triste exibição do que é o coração humano”, diz C. H. Mackintosh. Somos diferentes dos antigos israelitas?
1. A atitude dos israelitas parece revelar descrença total em Deus, como se Deus não pudesse fazer nada ou como se Ele não existisse realmente (vs. 1-3);
2. Além de reclamar, assim que Deus graciosa e misericordiosa saciou miraculosa e maravilhosamente a sede do povo, ninguém agradeceu – revelando assim tamanha ingratidão (vs. 6-7);
Somos diferentes? Muitos conhecem o ditado visando promover esperança: “Água mole em pedra dura tanto bate até que fura”. Porém, os que conhecem a Deus vão além: “Se Deus quiser até de pedra sai água para saciar pessoas de cabeça dura”.
Precisamos aprender com Moisés, que, sendo humano como nós, sabia quanto carecia de Deus, principalmente diante de grandes desafios:
1. Confrontado, acusado, criticado pelos israelitas, Moisés recorreu a Deus em oração, seguiu prontamente Seus sábios conselhos e, o problema tornou-se oportunidade para Deus realizar milagres (vs. 4-6);
2. Confrontado, desafiado e intimado por inimigos amalequitas, Moisés organizou o povo com Josué e recorreu a Deus em intercessão. Com auxílio de Arão e Hur manteve as mãos ao alto; então, Deus concedeu vitória ao povo inexperiente na guerra (vs. 8-16).
Mackintosh faz a seguinte aplicação: “Sempre que somos postos à prova, podemos estar certos que, com a prova, há também uma saída, e tudo que precisamos é uma vontade submissa ao Senhor e um olhar simples para vermos a saída”.
Às vezes precisamos lutar; outras vezes, orar. Entretanto, nunca venceremos verdadeiramente sem oração!
Quem ora, faz história; pois, com Deus alcança vitórias! – Heber Toth Armí
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Havia dia que a padaria do Céu não abria para negócio, como fica evidente neste capítulo! Essa iniciativa ensina muitas lições, apenas para quem quer aprender.
Originado em um mundo sem pecado, o sábado sempre foi considerado santo pelo santo Deus (Gênesis 2:1-3). Contudo, nos quatro séculos de trevas espirituais durante a escravidão egípcia, a luz da verdade do sábado foi obscurecida na mente do povo de Deus.
Portanto, o Criador do Universo deu maná todos os dias, com exceção do sábado. Foram 40 anos de peregrinação, aprendizado e amadurecimento espiritual no deserto. Ali “se repetiu por mais de duas mil vezes o milagre do maná em relação com a observância do sábado” (Alberto R. Timm).
Além desta lição importante sobre a importância do sábado como um dia especial, outras lições sobressaem e merecem também nossa atenção:
- Reclamações do povo reflete desconfiança em Deus; estrategicamente, Deus aplica métodos para desenvolver dependência dEle. Maná é um ato diário da graça divina, sábado um ato semanal desta graça. Nossa aceitação revela nosso compromisso com Deus (vs. 1-5);
- Reclamação suscita ira em Deus porque revela ingratidão do povo; estrategicamente, Deus atende tais reclamações com chateação – Ele enviou comida agradável, mas não saudável (codornizes) a fim de disciplinar Seu povo (vs. 6-18);
- O maná, um tipo de farinha que vinha com o sereno, tornava-se imprestável se guardado para outro dia; na sexta-feira caia em dobro para sobrar para o sábado, pois sábado não caia maná. No sábado não estragava (vs. 19-35). “O milagre semanal que os acompanhava tinha como objetivo impressionar-lhes com a santidade do sábado, evitar que se esquecessem dele e proporcionar-lhes as condições adequadas para sua observância”, explica Timm;
- Além disso, o maná derretia com o sol, portanto, quem quisesse comer durante o dia deveria levantar cedo para recolhê-lo. A lição: A dependência de Deus deve começar pela manhã todos os dias. O sábado era o auge da dependência. Era um total descanso/confiança na graça divina!
- O maná devia ser preparado, mostrando que Deus não dá tudo pronto. A nossa dependência de Deus, nossa confiança, leva-nos à ação!
Tem gente que refere comer do “pão que o diabo amassou” do que depender do pão da padaria de Deus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Para alguns, Deus é prioridade; enquanto, para muitos, Deus é oportunidade. Os que O priorizam O adoram em toda situação. Os que O buscam quando tem oportunidade, não experimentam o resultado da intimidade e comunhão com Ele: Não vive milagres.
É visível em muitas congregações pessoas cantarem como se estivessem num velório, isso quando cantam – pois tem gente que já não tem disposição. Adivinha quem morreu? Não foi Deus; foi a fé, espiritualidade e adoração daquele que um dia tornou-se cristão.
Moisés louvou ao Senhor porque Ele é o Salvador. Ele priorizou Deus em sua vida e influenciou mais dois milhões de israelitas a confiarem nEle, por isso viveram o milagre divino e testemunharam das habilidades de Deus diante das impossibilidades humanas.
Esta canção é um hino de vitória a qual Douglas Stuart observa cinco partes:
- Primeira parte: Louvar ao Senhor (vs. 1-3);
- Segunda parte: Vitória sobre os Egípcios (vs. 4-10);
- Terceira parte: Louvor e agradecimento ao Senhor (vs. 11-13);
- Quarta parte: Reação dos futuros oponentes (vs. 14-16a);
- Quinta parte: Israel – santuário de Deus (vs. 16b-18).
Sobre o hino Ellen G. White comenta: “semelhante à voz do abismo, surgiu das vastas hostes de Israel aquela sublime tributação de louvor. Deram-lhe início as mulheres de Israel, indo à frente Miriã, irmã de Moisés, ao saírem elas com tamboril e danças. Longe, por sobre o deserto e o mar, repercutia o festivo estribilho, e as montanhas ecoavam as palavras de louvor – ‘Cantai ao Senhor, porque sumamente se exaltou’”.
Um detalhe interessante para que haja um louvor forte é a manifestação do Espírito Santo pelo menos no líder do ministério de louvor. “O Espírito de Deus repousou sobre Moisés, que dirigiu o povo em uma antífona triunfante de ações de graças, a primeira e uma das mais sublimas que pelo homem são conhecidas” (EGW).
Após Moisés, com mais de 80 anos cantar com toda empolgação, e Miriã e toda a congregação exultar e exaltar a Deus (vs. 1-21), o povo começou a reclamar por falta de água. Quando encontraram eram amargas. Contudo, Deus tornou a água amarga em água potável, saborosa e doce (vs. 22-27).
- Precisamos adorar a Deus com todo entusiasmo;
- Precisamos cuidar para que o louvor não seja mero entusiasmo.
Reavivemo-nos! –Heber Toth Armí
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