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Santidade não depende de comportamento. Santidade depende do sacrifício de Cristo e Seu sangue derramado por, e, em nós, para remissão/eliminação dos nossos pecados. Aceitando de fato tal sacrifício, a vida será pautada pela santidade (vs. 1-2).
Salvação sempre foi, e continua sendo, unicamente pela graça divina; o livro de Levítico deixa tal verdade absolutamente clara aos que estão atentos às sequencias da Palavra de Deus nele.
Após apresentar pedagógica, simbólica e didaticamente o plano de purificação que resulta em libertação do pecado e em salvação (Levítico 16), Deus apresentou-nos (nos capítulos seguintes) a forma de vida daqueles que, sinceramente, entregam-se completamente ao Seu serviço.
Síntese do capítulo 19:
1. A santidade requer não só respeito aos pais e idosos, guarda do sábado, rejeição total à idolatria, mas também dependência radical no sacrifício de Cristo apontado pela morte de inocentes animais (vs. 3-8, 30, 32).
2. A santidade requer preocupação com pessoas desprovidas de recursos para viver: pobres, mendigos, órfãos, etc. (vs. 9-10).
3. A santidade requer conduta correta: Não roubar, mentir, enganar, jurar em vão, explorar, extorquir, amaldiçoar, trapacear, zombar, perverter, fofocar, injuriar, negligenciar socorro, guardar rancor ou vingar-se, prostituir-se (vs. 11-18, 29, 33-37). O amor será a regra áurea de todo relacionamento!
4. A santidade requer respeito aos imperativos divinos: Não cruzar espécies diferentes de gado, não plantar espécies diferentes na lavoura, nem vestir roupas com dois tipos de materiais (v. 19).
5. A santidade requer reparo quando se pratica imoralidade. Deus promete perdão a quem O buscar (vs. 20-22).
6. A santidade requer respeito à flora. Nos três primeiros anos, árvores frutíferas não seriam comestíveis; frutos do quarto ano seriam ofertadas a Deus; e, do quinto ano resultariam grandes bênçãos, somente neste ano seus frutos seriam comestíveis na terra prometida (vs. 23-25).
7. A santidade preza por vida descente em cada aspecto: Não comer carne com sangue; nem praticar mágicas/adivinhações/horóscopo, ocultismo/espiritismo/necromancia/médiuns; não cortar o cabelo dos lados da cabeça nem as pontas da barba, nem fazer corte no corpo pelos mortos, nem tatuagem – estes são costumes pagãos/idólatras (vs. 26-28, 31).
Conversão a Cristo que não resulta em santidade não passa de mera fantasia; esta religiosidade pauta-se pela falsidade, clara hipocrisia!
Precisamos desprezar o pecado para prezar pela pureza! Deus quer transformar-nos! – Heber Toth Armí.
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Os cuidados com o corpo não se relacionam apenas com o que ingerimos (gordura de animais, sangue ou carnes imundas); envolver-se com certas práticas sexuais contamina a alma, tornando-a imprópria para morada de um Deus santo; própria, porém, para esconderijo de demônios.
A imoralidade proibida no sétimo mandamento (Não adulterarás) é especificada neste capítulo. Deus fez órgãos sexuais para eliminação daquilo que o corpo não necessita e também para satisfação/prazer e procriação.
Contudo, Satanás almeja tornar maldição o que Deus fez para ser benção. Por isso, rigorosamente…
1. Deus proíbe relações sexuais com parentes próximos: Mãe, avó, irmãos, netos, enteados, madrasta/padrasto, sobrinhos, tios, nora, cunhado (vs. 6-16). Tais práticas desonram a Deus, a si mesmo, e aos familiares.
2. Deus proíbe relações sexuais com mulher e filha desta mulher (relacionar-se com ambas), nem neta (pedofilia). Proíbe casar-se com a cunhada, sem ser viúvo. Proíbe relações com a esposa na menstruação e com a esposa do vizinho (vs. 17-20). Tais práticas são perversão de caráter.
3. Deus proíbe relações sexuais do mesmo gênero sexual tanto quanto proíbe queimar filhos em sacrifícios a deuses falsos (vs. 21-22).
4. Deus proíbe relações sexuais com animais como gorila, jegue, tatú, vaca, cavalo, etc. (v. 23). Tal bestialidade é repugnante e contaminante.
Para resolver tais perversões Deus prepara juízo que condena os nefários à destruição. Tal castigo faz a terra vomitar àqueles que contaminam o mundo com sua conduta depravada.
Os verdadeiro servos de Deus não se conformam com tais coisas abomináveis. O capítulo não descreve ordens de Moisés. Deus dá ênfases para demonstrar que tais imperativos são divinos, não humanos (vs. 1-5). Estas práticas provocam ira no Deus que é santo.
Ame a Deus, afaste-se delas! Combata a pecaminosidade! Promova a santidade!
A fúria visível de Deus contra os canaanitas perversos é evidência clara aos israelitas e a nós o quanto Ele é intolerante a tais práticas detestáveis. Deus usa a destruição dos povos antigos como advertência para Seu amado povo, o qual deve ser santo (vs. 24-30).
Deus não fez ninguém para viver atolado no chiqueiro do diabo chafurdando na lama do pecado; Deus nos criou para a pureza e a beleza da santidade. Anuncie isso aos teus amigos!
Deus quer nossa companhia. Santifiquemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Você come morcilha ou alguma receita preparada com sangue? Sabia que o sangue é o filtro do corpo, o qual absorve todas as impurezas, por isso frente a doenças pede-se exames de sangue? Além disso, você sabia que Deus proíbe comer sangue?
O servo de Deus fiel às Suas orientações não come aquele churrasco que vem pingando sangue. Ele cuida para não contaminar seu corpo que é o templo do Espírito Santo. Cuidar da saúde implica deixar o corpo limpo e apropriado para a santa presença do Espírito Santo.
Este capítulo apresenta os seguintes pontos que merecem nossa atenção porque não é invenção de Moisés, mas Deus Lhe falou e ele escreveu (vs. 1-2).
1. Deus pede que os sacrifícios não sejam fora do Santuário, caso acontecesse, a pessoa seria culpada de derramar sangue de forma imprópria; portanto, pagaria com sua vida por esse ato (vs. 3-4). O ritual de sacrifício só teria sentido se as orientações de Deus fossem seguidas. No processo da salvação não é como a pessoa quer, mas como o Salvador orienta.
2. O animal deveria ser morto como oferta de paz perante Deus e, o sacerdote deveria aspergir/borrifar sangue no altar de Deus (vs. 5-6). O sangue é sujo e vida, representa nosso pecado e nossa vida. Nossa contribuição para a salvação é a entrega de nossa vida pecaminosa a Deus.
3. Satanás desvirtua o propósito de Deus; ele adultera o culto e a adoração além de manipular o sistema divino de salvação. Quem não segue toda a Palavra que sai da boca de Deus torna-se presa fácil dele e desvia-se da salvação disponível a todo pecador (vs. 7-9).
4. A razão de Deus proibir comer sangue é pelo fato de sangue ser vida. Deve-se respeitar a vida. Sangue representa a morte. Ao comer carne que não seja imunda (Levítico 11), deve-se antes retirar todo o sangue e enterrá-lo (vs. 10-14). Isso vale para judeu e estrangeiro – nós!
5. Deus não é a favor de comer carne de animal encontrado morto ou despedaçado (vs. 15-16), nosso corpo é Sua morada.
Que tipo de carne se come hoje? Quem está mantendo limpo o lugar de habitação de Deus?
Jesus deu Seu sangue por nós para que vivamos. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Feriados em Israel foram determinados por Deus. O calendário israelita era regido por Deus. Do início ao fim do ano, este calendário tem maravilhosas revelações instrutivas de Deus para Seu povo. Vale a pena prestar atenção.
O dia da expiação era a cereja do bolo da revelação do calendário instituído por Deus. Portanto, desde o início, a mensagem deste capítulo implica em solenidade, santidade e religiosidade.
• Deus fala, a ordem é dEle; Ele inicia Seu discurso relembrando a morte instantânea de Nadabe e Abiú (v. 1);
• Deus adverte Moisés que oriente Arão a não entrar em qualquer momento dentro do véu, diante do propiciatório, para que não morresse; a entrada deveria ser mediante uma oferta pelo pecado e um holocausto no dia da expiação (vs. 2-3);
• A indumentária para adentrar o lugar santíssimo deveria ser túnica, calças, cinto e mitra de linho (v. 4);
• Nesse dia se ofereciam ofertas pela congregação: Dois bodes para a expiação e um carneiro para holocausto (v. 5);
• Em seguida a estas orientações, Deus pede a expiação de Arão e sua casa (v. 6);
• Na sequência os bodes seriam apresentados perante o Senhor: Um morria como símbolo de Cristo, outro era levado ao deserto como símbolo do autor do pecado, Azazel (vs. 7-10); vislumbres do milênio (Apocalipse 20);
• Apenas neste dia Arão ministrava no Lugar Santíssimo do Santuário: O perfume cobria o propiciatório, sozinho o Sumo sacerdote fazia a expiação do altar. Com sangue do bezerro e do bode mortos faria expiação/purificação das impurezas/transgressões do santuário e da congregação (vs. 12-19);
• Após essa purificação geral, o bode Azazel/emissário era apresentado vivo perante Deus e, então, levado vivo para morrer sozinho no deserto após colocar-se as mãos sobre sua cabeça para levar a culpa por todos os pecados (vs. 20-22);
• Depois disso, Arão trocaria de roupa e lavaria seu corpo (o mesmo faria quem levasse o bode ao deserto). Em seguida, Arão ofereceria holocausto por si e pelo povo e limparia o santuário queimando fora tudo o que sobrou dos sacrifícios (vs. 23-28);
• A data estipulada por Deus para tudo isso era o décimo dia do sétimo mês para judeus e estrangeiros (22 de outubro) (vs. 22-34).
Aqui está esboçado o plano da salvação do mundo! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.