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Quem medita na Palavra de Deus diariamente terá, certamente, atitudes diferentes daqueles que não o fazem. Tal exercício incentiva alcançar elevado padrão moral.
Deus é o padrão de santidade. Portanto, qualquer coisa fora de Sua vontade despenca para a imoralidade, promiscuidade e perversidade.
Sendo tão pecadores, com nossas forças e habilidades jamais atingiremos a santidade estipulada por Deus em Sua Palavra; em contrapartida, Ele é tão santo que pode comunicar santidade a nós sem que perca a Sua santidade.
1. A santificação não está no comportamento humano, está na absoluta dependência do sacrifício apontando para Cristo. Qualquer desvio das orientações divinas implica desviar-se da rota da salvação para o desfiladeiro da perdição. Deus preza pela reverência, pelo zelo e pela total dedicação dos que O servem, por isso insiste na santificação deles (vs. 1-16).
2. A libertação realizada por Deus exige santificação. Deus não liberta o pecador para ser livre para pecar; liberta do pecado para não mais ser escravo do diabo. O pecador reconhece que merece a morte, e a oferta significa aceitação do perdão. Contudo, oferta oferecida de qualquer jeito implica na rejeição divina do ofertante, pois profana o nome de Deus (vs. 17-33).
O teólogo Paul R. House observa: “Talvez o pior castigo possível esteja implícito em Levítico 22:17-23. Aqui Yahweh explica que trazer animais defeituosos ao altar não conduz a nada proveitoso. Tais oferendas não agradam a Deus. Elas fazem a pessoa perder o direito à comunhão com Deus”.
Reflita nestas aplicações:
• Ao ofertar, o imperfeito pecador transmitia seus defeitos ao animal perfeito, o qual morria no lugar do imperfeito. Jesus morre pelo pecador.
• Ofertar, cultuar e adorar relaxada, incorreta e displicentemente é perca de tempo.
• Adulterar o plano de salvação significa perverter o único meio de obter solução ao problema da morte.
• Oferecer ofertas defeituosas implica tornar Cristo defeituoso, imperfeito para libertar ao pecador.
• Jesus é a perfeita oferta de Deus com excelsas qualidades morais que morreu para salvar-nos. Nossas ofertas devem revelar essa verdade.
Há nítido contraste entre bem e mal: Santidade não tolera pecaminosidade, nem pecaminosidade faz parceria com santidade. Pecadores que aceitam perdão do Salvador são intolerantes ao pecado, ainda que não estejam livres de cometê-lo.
Jesus é o único caminho, ande nEle! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Quem não lê e medita nas Sagradas Escrituras todos os dias nunca saiu da superficialidade/ mediocridade da fé. Quem nunca saiu da superficialidade/ mediocridade da fé apenas raspa na periferia da santidade; todavia, vive no subúrbio da perversidade, imoralidade e promiscuidade.
Santidade não brota do coração corrompido pelo pecado. Nosso coração é corrupto demais para produzir qualquer santidade. Santificação é impossível por mais que apliquemos inúmeras práticas religiosas. Santidade é um atributo que Deus nos outorga.
Torna-se santo somente quem permite que Deus santifique.
Os sacerdotes deveriam ser santos antes de servir no Santuário. Hoje, os cristãos deveriam ser santos para servir a Deus na comunidade. Este capítulo apresenta-nos os seguintes pontos revelados pelo Deus santo:
1. A santidade restringe questões em relação a defuntos: Com exceção de alguns parentes bem próximos, os sacerdotes não deveriam tocar cadáveres humanos para não se contaminarem (vs. 1-4);
2. A santidade restringe questões relacionadas à aparência: Nenhuma atitude deveria dar margens a que pessoas pensem que sacerdotes praticam algo pagão (vs. 5-6);
3. A santidade restringe questões relacionadas a matrimônio: O casamento é santo, mas práticas pecaminosas podem pervertê-lo. Casar com prostitutas, ainda que cultuais, é afrontar ao Autor do matrimônio. Se a filha de um sacerdote prostituísse deveria ser queimada (vs. 7-9).
Até o verso 9 o autor inspirado trata das restrições dos sacerdotes. A partir do versículo 10 o texto será específico ao Sumo Sacerdote:
4. O Sumo Sacerdote não deveria ter cabelos despenteados, mostrando-se descuidado; nem usar roupas rasgadas, revelando desprezo às coisas sagradas; e, nem entrar onde houvesse cadáveres. Ele deveria consagrar-se sem nunca contaminar-se (vs. 10-12);
5. O Sumo Sacerdote poderia casar-se, mas nunca com viúva, divorciada, prostituta, jugo desigual… para não contaminar-se (vs. 13-15);
6. O Sumo Sacerdote não deveria ter nenhum defeito físico, deveria ser perfeito para oferecer ofertas perfeitas a Deus (vs. 16-24).
Tudo que Deus pedia visava santificação. Ele abomina determinantemente a corrupção. Com toda eloquência, Deus almejava bloquear a cultura pagã no território de Seu povo… O texto revela Deus exigindo mais dos líderes pela influência que estes exercem sobre outros.
Imundícia é natural; pureza, é sobrenatural! Santidade não se conquista, se aceita. É Deus Quem santifica. Por outro lado, a santidade se perde com práticas imorais.
“Santíssimo Deus, santifica-nos… Amém!”– Heber Toth Armí.
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Práticas religiosas pagãs, por mais comoventes que sejam a ponto de entregar um filho para ser queimado em sacrifício, não geram um mínimo de santidade.
Moloque era um deus pagão que representava qualquer idolatria – fazia parte da cultura religiosa que causava repulsa em Deus (vs. 1-5).
Nem todo caminho leva a Deus; nem toda forma de religião é aprovada por Ele. Pelo contrário, por mais sincero que alguém seja no erro, o erro nunca deixará de ser opção errada. Deus não apenas condena o espiritualismo/espiritismo/ocultismo, mas Ele abomina quem se envereda para estas práticas. Tudo isso não passa de corrupção da verdadeira religião (v. 6).
Deus tem um alvo muito elevado, pois nos quer distante do pecado! O pecado mata. Quem peca assina sua sentença de morte!
1. Pecar contra os primeiros mandamentos resulta em pena de morte (vs. 1-6);
2. Deus apela ao Seu povo a viver em santidade: Não amaldiçoar pais, não adulterar nem perverter/deturpar/corromper o sexo para não assinar a sentença de morte (vs. 7-21);
3. Deus quer pureza de Seu povo liberto por Ele, Sua graça opera para transformar o que o pecado deformou. Deus relembra que quem é santificado não come porcarias (vs. 22-26);
4. Deus condena o espiritismo novamente ao concluir o capítulo (v. 27).
Parece que este capítulo reitera assuntos do capítulo 18, mas não. Este enfatiza a pena de morte para pecados daquele.
Refletindo sobre pena capital, José Flores Junior diz que o mandamento “Não matarás” proíbe o assassinato, que difere da pena de morte, a qual resulta de crimes hediondos. “Desde o princípio, Deus permitiu que o povo de Israel” diz ele, “aplicasse a pena capital para tipos específicos de transgressão. [ver Gênesis 9:6]. Aqui se encontra a primeira referência bíblica acerca da pena de morte como sentença judicial aplicada pelo ser humano”.
O método para aplicar a pena de morte era o apedrejamento e a fogueira (vs. 2, 14, 27). Deus é radical porque prefere eliminar o pecado antes que o pecado nos elimine radicalmente.
As advertências divinas aqui são preventivas. Deus quer frear a maré da corrupção, barrar a perversão. Deus nos quer distantes do pecado e uma sociedade menos corrompida.
ATENÇÃO! A ênfase divina não é matar, é santificar (vs. 7-8). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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