Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
A sensação de estar purificado da lepra devia ser bem mais prazerosa que a de uma casa limpa ou a leveza após um banho tomado. Mas, muito além destas sensações é a alegria e paz que inundam o coração de quem foi perdoado e purificado do pecado e restaurado/transformado por Deus.
Este capítulo trata da purificação da lepra, um símbolo do pecado. Nele encontramos os seguintes pontos:
1. O ritual para a limpeza da lepra era complexo. Requeria duas aves: Uma para ser sacrificada como símbolo da purificação e, outra era solta como símbolo da libertação (vs. 1-7);
2. O indivíduo que, ora isolado, vivendo relaxadamente, agora se barbeia e se lava para, então, apresentar uma oferta de expiação e outra pelo pecado (vs. 8-32);
3. Até uma casa poderia ser contaminada e poluída por algum tipo de fungo; objetivando purificá-la, a cerimônia seguia o mesmo padrão exigido para uma pessoa infectada (vs. 33-57).
4. O ritual pela purificação dependia de um sacerdote, estava vinculado a sangue, representava uma forma de transferência, substituição e intercessão. Após todo o procedimento pelo ex-leproso, “o sacerdote fará expiação pela pessoa que está sendo purificada diante do Eterno” (v. 31, AM).
Deus quer pessoas purificadas, não contaminadas pelo pecado. “As leis levíticas tinham o claro objetivo de ensinar aos israelitas como e onde encontrar purificação e como podiam manter-se puros perante o Senhor” diz Leslie Hardinge e Frank Holbrook. Com um olhar neotestamentário, eles ainda afirmaram:
“O caso de todo ser humano será analisado no santuário celestial. O Sumo Sacerdote examinará nossa vida e declarará que somos puros ou impuros […]. Enquanto nossa fé estiver, porém, no poder de Cristo para purificar e preservar, poderemos estar certos de que o nosso Sumo Sacerdote nos declarará limpos”.
• Todo pecador carece de um poder restaurador;
• Todo pecador tem acesso a Cristo, o único Salvador;
• Todo pecador pode ser purificado da lepra do pecado.
• Todo pecador tem possibilidade de experimentar purificação/restauração.
Busque-O imediatamente! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
LEVÍTICO 13 – Deus é poderoso para curar qualquer doença; porém, Ele também é totalmente sábio para orientar-nos como e quando lidar com certas doenças. “Lepra” é a palavra mais próxima para traduzir ao português o que poderia ser hanseníase, morfeia e/ou qualquer outra infecção da pele.
Essas doenças revelam a deterioração que o pecado faz na raça humana. Elas apresentam efeitos terribilíssimos que o mal tem causado no mundo. O pecado está em intensas atividades em todas as áreas, corroendo física, mental e espiritualmente ao ser humano.
Em síntese, o capítulo apresenta os seguintes pontos:
1. Diagnóstico de um caso de “lepra” (vs. 1-8);
2. Diagnóstico de um caso antigo de “lepra” (vs. 9-17);
3. Diagnóstico de “lepra” por úlcera/tumor ou queimadura (vs. 18-28);
4. Diagnóstico da “lepra” situada na cabeça ou na barba (vs. 29-44);
5. As vestes dos leprosos (vs. 45-59).
A lepra tornava imunda a uma pessoa descente; portanto, deveria isolar-se, afastada de sua casa e familiares. “As leis relativas à lepra nos ensinam que o pecador está enfermo e condenado a morte solitária” (Lislie Hardinge e Frank Holbrook).
O pecado é uma praga, e a lepra apenas ilustra essa desgraçada doença.
• Assim como a “lepra” manchava o corpo, o pecado manha a alma.
• Assim como a “lepra” contaminava a pele, o pecado contamina o coração.
• Assim como a “lepra” consumia as extremidades, o pecado consome nossa consciência.
• Assim como a “lepra” apodrecia membros do corpo, o pecado apodrece a moral humana.
• Assim como a “lepra” levava suas vítimas à morte, o pecado também mata suas vítimas.
O capítulo apresenta rituais de purificação da contaminação da lepra. Os sacerdotes tinham papel fundamental nisso. Tal purificação resultava em restauração.
O princípio é válido para nós: Ao estarmos contaminados com a praga do pecado, carcomidos pela intensa capacidade de depravação moral, carecemos de um sacerdote que nos atenda, purifique e restaure. Somente em Cristo encontramos tal Sacerdote.
Cristo cura qualquer doença!
A purificação da contaminação da lepra do pecado, oriunda do plano de salvação concretizado em Cristo, promove nossa santificação. Por conseguinte, “a busca da santidade sob a orientação do Espírito Santo de Deus é obrigatória para o cristão crescer verdadeiramente na plenitude de Cristo”, afirma Roland K. Harrison.
“Senhor… purifica-nos… santifica-nos. Amém!” – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
LEVÍTICO 12 – A vida humana deriva da vida divina. Não haveria vida se não houvesse Deus. A morte é resultado do pecado. O pecado desconecta o ser humano da fonte da vida, e, isso resulta em interrupção/cessação da vida.
O salário do pecado é a morte. Para qualquer pecado, a morte é a sentença. Santidade não combina com pecaminosidade. Deus é intolerante ao pecado. O pecado opõe-se a Deus e Deus opõe-Se ao pecado.
Assim, este capítulo revela a graça divina frente à desgraça humana caída na lama do pecado. A mulher foi a primeira a pecar, deveria ter morrido antes de induzir o homem a fazer o mesmo; contudo, é a mulher que tornou-se Eva, mãe de todos os viventes. Ambos deveriam morrer, mas recebem de Deus a graça de gerar filhos/vida.
Assim, quando a mulher gerava vidas/filhos, seja menino ou menina, ela deveria levar um cordeiro de um ano ao santuário para ser sacrificado/morto e um pombinho ou rolinha para expiação do pecado (v. 6). Se a mulher fosse pobre e não tivesse condições de levar um cordeiro, deveria oferecer dois pombinhos ou duas rolinhas (v. 8).
Sem exceção, deveria haver morte após o nascimento de toda criança.
Além disso, havia um ritual de purificação da mulher, não da criança quando nascesse.
1. Se fosse menino, a mulher deveria se resguardar por sete dias, e depois mais 33 dias deveria ficar em casa e não tocar nada sagrado.
2. Se fosse menina, a mulher deveria se resguardar por 15 dias, e depois mais 66 dias deveria ficar em casa e não tocar nada sagrado.
Nisso consiste o cuidado gracioso de Deus à mulher. Com essa lei ela esta estava livre para descansar das exaustivas atividades diárias quando recuperava suas forças. Também, Deus limitava as visitas que pudessem contaminá-la quando estava num período de maior risco de contrair infecções. Além de ser um momento de reflexão sobre como alguém que merece morte, gerava vida.
• “A declaração de impureza desempenha, portanto, uma função religiosa, simbólica e higiênica” (Merril F. Unger).
• “As normas do parto neste capítulo mostram o terno cuidado de Deus pelas mães. As mulheres, com certeza, ocupam um lugar de honra nos planos de Deus” (Francis D. Nichol).
Por tudo isso, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria