Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 30 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
8 de março de 2019, 0:45
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É preciso maturidade para interpretar com seriedade à Palavra de Deus. O que Deus quer nos falar neste capítulo?

O contexto deste texto revelam-nos uma abordagem sobre “leis referentes à terra, as ofertas e os votos (capítulo 27-30)” (Gordom J. Wenham). Especificamente, as leis deste capítulo mormente são referentes às mulheres, assim, elas “estavam protegidas por seu pai e por seu marido. O que prometessem não deveria tirá-las desta proteção” (Edgardo I. Iourno).

As leis sobre os votos referentes às mulheres focavam a legislação civil vigente em Israel como nação. “A palavra é dirigida aos chefes das tribos, visto que seriam responsáveis por exercer o juízo nesses casos (v. 1)”, comenta F. F. Bruce. Esse mesmo teólogo observa:

“Os votos poderiam estar associados a alguma oferta no altar, à abstinência de algum elemento de carne ou bebida, à observância de jejum pessoal ou à realização de algum serviço para Deus, além do que se exigia”.

Especificações: O voto de uma…

1. FILHA SOLTEIRA morando com os pais poderia ser anulado pelo pai dela somente no ato do voto (vs. 3-5);
2. ESPOSA poderia ser anulado pelo marido somente se a objeção ao voto fosse feita no ato do voto (vs. 6-8).

Marido e esposa são considerados uma só carne perante Deus; portanto, caso a esposa não cumprisse seu voto, era obrigação do marido cumpri-lo.

Havia leis referentes a votos também para:

1. Homens (v. 2);
2. Viúvas e divorciadas (vs. 9-16).

A legislação era para ser utilizada pelos responsáveis (v. 1) pelo cartório de Israel na Terra Prometida. Designadamente, são “ordenanças que o Senhor deu a Moisés a respeito do relacionamento entre um homem e sua mulher, e entre um pai e sua filha moça que ainda vive na casa do Pai” (v. 16, NVI).

Estas leis eram para um período patriarcal da nação teocrática, na qual Deus era Rei/Monarca e legislador. Não vivemos nesse contexto. Hoje devemos respeitar as leis civis que regem nosso país (Romanos 13) quando não confrontam à Legislação Moral do Criador (Êxodo 20; Atos 5:29).

Princípios extraídos deste capítulo: Deus…

…cuida daqueles que prometem irrefletidamente;
…quer votos/compromissos conscientes, aprovados e cumpridos;
…preza pelo bem-estar/paz familiar;
…anseia por integridade/fidelidade/honestidade;
…respeito àqueles que fazem votos a Deus.

Amados… reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 30 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
8 de março de 2019, 0:05
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NÚMEROS 29 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
7 de março de 2019, 0:55
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NÚMEROS 29 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
7 de março de 2019, 0:45
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Nos últimos dias do ano, o povo de Deus, deveria avaliar-se, humilhar-se e entregar-se solene e totalmente a Deus; infelizmente, nos dias atuais as pessoas fazem festas que Deus não aprova, exaltam-se em vez de humilhar-se, e entregam-se ao pecado, não a Deus.

F. F. Bruce apresenta-nos os seguintes tópicos:

1. Tocando as trombetas (vs. 1-6);
2. O dia da expiação (vs. 7-11);
3. A festa dos tabernáculos (vs. 12-38)
4. Conclusão (vs. 39-40).

“O cap. 29 trata de três festas celebradas no sétimo mês do ano sagrado […] ou no primeiro mês do ano civil (para nós, a época de setembro e outubro). No primeiro dia, ainda hoje chamado de ano-novo (Rosh Hashaná), deveria haver uma reunião sagrada em que não deveriam fazer trabalho algum. Era um dia em que se tocariam as trombetas”, explica Bruce.

As trombetas/shofares soavam convocando ao povo para preparar-se objetivando a consagração que começava dez dias antes do dia da expiação, a maior festa judaica. Das festas, esta era a única que não promovia alegria no povo de Deus, mas humilhação e renúncia do pecado; era o ato de afligir a alma preparando-se para que começassem bem e em paz com Deus no ano novo.

Após solene Yon Kippur (dia da Expiação), em que se afligia a alma, o dia do juízo, tempo de confissão e consagração, vinha a festa dos tabernáculos:

“Esta era a última festa do ano, vindo de ordinário na última parte de nosso outubro, depois de concluída a colheita dos frutos. Era uma jubilosa ocasião para todos. Passara o dia da Expiação, todos os mal-entendidos se haviam ajustado, todos os pecados tinham sido confessados e postos à margem. Israel sentia-se feliz, e esta felicidade encontrava expressão na festa dos tabernáculos […]. Na festa dos tabernáculos, deviam alegrar-se ‘perante o Senhor vosso Deus por sete dias’. Era na verdade a mais feliz ocasião do ano, quando amigos e conhecidos renovavam sua comunhão e habitavam juntos em amor e harmonia” (Milian Lauritz Andreasen).

Estas festas ensinavam que as pessoas…

• São pecadoras;
• Precisavam de perdão;
• Devem encontrar-se e reconciliar-se com Deus;
• Encontram alegria e felicidade no perdão e na salvação

Perdão, paz, alegria, felicidade, harmonia… Hoje, é possível experimentar tudo isso entregando-se a Jesus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



NÚMEROS 29 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
7 de março de 2019, 0:05
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NÚMEROS 28 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
6 de março de 2019, 0:55
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NÚMEROS 28 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
6 de março de 2019, 0:45
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O evangelho a este mundo pervertido em cada geração sempre foi alvo dAquele que entregou Seu amoroso Filho para morrer por asquerosos pecadores.

Antes mesmo de Jesus vir para nascer como indefeso bebê, Deus intentava impactar ao mundo com emblemas que transmitiam mensagens proféticas aos culpados pecadores e condenados à morte eterna.

Através de sacrifícios diários de animais perfeitos e inocentes, e de festas devidamente programadas anualmente (algumas até mensais), Deus intencionava inculcar o plano de salvação em seres que viviam desnorteados por tamanha perdição neste mundo de pecado.

Intensifique tua atenção:

1. Ofertas deveriam ser diárias e contínuas: um sacrifício de manhã, outro à tarde (vs. 1-8);

2. O fogo do sacrifício estaria sempre acesso (vs. 9, 13);

3. No sábado, continuidade dos sacrifícios; mas, além desses, realizava-se um especial (vs. 9-10);

4. Os sacrifícios da lua nova antecediam às festas da Páscoa, Pentecostes (das Semanas), das Trombetas, Dia da Expiação e dos Tabernáculos (28:11-31 – 29:1-40).

A morte era central no Santuário. Ofertas consumidas pelo fogo eram repugnantes. Mortes eram contempladas diariamente pelos israelitas.

“Alguns se admiram de que Deus desejasse tantos sacrifícios e indicasse a oferta de tantas vítimas sangrentas na dispensação judaica. Toda vítima moribunda era um símbolo de Cristo, lição que era gravada na mente e no coração na mais solene e sagrada cerimônia, e positivamente explicada pelos sacerdotes. Os sacrifícios foram explicitamente planejados pelo próprio Deus a fim de ensinar essa grande e importante verdade de que só pelo sangue de Cristo há perdão de pecados” (Ellen G. White).

• A morte de Cristo deve ser central em nossa vida.
• Cristo consumido por nossos pecados é terrível imaginar e assimilar.
• O sacrifício de Cristo deveria ser o alvo de nossa meditação diária.
• A morte do imaculado Filho/Cordeiro de Deus deve impactar-nos muito mais que as mortes de milhares de animais no altar de sacrifício no Santuário.

A nova geração de israelitas deveria compreender estas sublimes verdades antes de adentrar à tão esperada Terra Prometida.

• Comunicar estas preciosas verdades da salvação à nova geração é sempre uma missão indispensável!
• A mesma importância dada à justificação pela fé e salvação pela graça baseada nos méritos de Cristo deve ser dada pelo povo que espera adentrar nos portais celestiais.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 28 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
6 de março de 2019, 0:05
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DEUTERONÔMIO 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
5 de março de 2019, 0:55
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NÚMEROS 27 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
5 de março de 2019, 0:55
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