Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
16 de março de 2019, 0:45
Filed under: Sem categoria

Deus faz uma anamnese espiritual com Seu povo. Deus relembra pedagogicamente o passado para instruir Seu amado povo a fim de, no futuro, amadurecer espiritualmente.

No recordatório divino, três povos não deveriam ser subjugados:

1. Edomitas (vs. 1-8): Parentes dos israelitas, descendentes de Esaú, filho de Isaque. Além de não declarar guerra contra eles, Israel deveria pagar pela comida e água consumida no território deles. Deus cuida até daqueles que não dão a mínima a Ele.

2. Moabitas (vs. 9-16): Parentes dos israelitas. Filhos de Ló, sobrinho de Abraão, com sua filha mais velha (Gênesis 19:37). Embora esta nação fosse fruto de incesto (relacionamento sexual entre pai e filha), Deus pediu para não comprar briga com ela, pois seu território havia sido dado por Deus. Certamente Deus não toma de volta o presente que Ele dá, mesmo que o presenteado tenha sido ingrato.

3. Amonitas (vs. 17-23): Parentes dos israelitas. Filhos de Ló com a filha caçula (Gênesis 19:38). Deus os tornara vencedores contra os zanzumins (bárbaros) destruindo-os e conquistando suas terras. Portanto, os israelitas não deviam comprar briga com eles, apenas passariam perto deles. Deus estava dando oportunidades de arrependimento aos obstinados pecadores parentes de Seu povo.

Além disso, no recordatório divino, Israel recebera orientação para subjugar ao rei Seom, de Hesbom, juntamente com toda a terra deles. Deus mesmo entregou toda esta gente e sua terra nas mãos de Seu povo e, a vitória foi completa (vs. 24—37).

Após a experiência de estarem no deserto por 40 anos, terem andado em círculos por 38 anos, e agora estarem perante a Terra Prometida, Moisés relembra o cuidado, as orientações e vitórias que Deus dera aos israelitas.

Deste sermão de Moisés aprendemos que,

• É preciso relembrar ao povo de Deus o que Deus fez a fim de que confie nEle para avançar em direção ao futuro.
• Relembrar o passado segundo a visão de Deus não significa ser museu, mas estimula o aprendizado, ativa a memória e revela o cuidado divino em todas as situações.
• Aprender com o passado evita cair no mesmo erro duas vezes, machucar-se novamente, destruir-se; enfim, significa crescer, amadurecer e confiar mais em Deus.

Deus quer que aprendamos com os erros do passado para que sejamos sábios! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
16 de março de 2019, 0:05
Filed under: Sem categoria



DEUTERONÔMIO 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
15 de março de 2019, 0:55
Filed under: Sem categoria



DEUTERONÔMIO 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
15 de março de 2019, 0:45
Filed under: Sem categoria

Pregar sermão sobre Deuteronômio significa pregar sobre a pregação de Moisés. É pregar sermão de sermão.

“Este livro tem seu nome do grego Deuteronomion, que significa segunda lei, pois ele contém a repetição das leis anteriores. Inclui um relato do que passou no deserto do primeiro dia do décimo primeiro mês do quadragésimo ano após a partida dos israelitas do Egito, ao sétimo dia do segundo mês do mesmo, compondo no todo a história dos acontecimentos de exatamente cinco semanas” – analisa Adam Clarke.

Ele continua, “além de uma repetição das leis anteriores, este livro nos dá as mais belas ilustrações de cada uma, de modo que pode muito bem ser chamado um comentário espiritual sobre as leis de Moisés, e também um relato deste notabilíssimo homem, e todos os seus últimos discursos com o povo”.

Stanley A. Ellisen destaca: “O objetivo de Moisés ao escrever [este] livro ou a pronunciar os discursos era o de preparar a nova geração de Israel para viver em Canaã”. Para quem aguarda entrar na Canaã Celestial este livro é fundamental para ensinar princípios que visam preparar-nos para o Céu. Precisamos tanto dele como do Apocalipse!

O primeiro capítulo é o primeiro discurso de despedida de Moisés, o qual ensina-nos belíssimas verdades: PRECISAMOS:

• …cuidar para não cometer os mesmos erros de nossos pais;
• …aprender a olhar ao passado a fim de aprender com ele;
• …quebrar as tradições pecaminosas deixadas por nossos antepassados;
• …arrebentar com os exemplos espirituais negativos de ingratidão, incredulidade e rebeldia que se manifestam na petulância contra Deus;
• …amadurecer com os erros do passado e sermos melhores que nossos pais.

Deus cumpre Suas promessas, mas quer Seu povo confiante nEle. “A história acerca da estrada em Horebe vai de Êxodo 19 a Números 10.13. Agora Deus ordena que o povo vá para a Sua terra. É um momento grandioso em sua história, o cumprimento da promessa feita aos pais (8)” (D. A. Carson). Contudo, importa aprender com o passado a fim de, no presente, agir corretamente esperando um futuro conforme Deus promete.

Desta forma, por mais difícil e doloroso que nos seja, teremos benefícios se recapitularmos o passado, visando…

• Primeiramente, não cometer os erros de nossos pais
• Segundo, aprender dos acertos de nossos pais.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armi.



DEUTERONÔMIO 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
15 de março de 2019, 0:05
Filed under: Sem categoria



NÚMEROS 36 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
14 de março de 2019, 0:55
Filed under: Sem categoria



NÚMEROS 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
14 de março de 2019, 0:45
Filed under: Sem categoria

Concluiu-se quarenta anos de aprendizado, se realmente houve aprendizado. Após quarenta anos no deserto, o povo de Deus entraria na Terra Prometida. Deus promete; Deus cumpre.

Este é o último capítulo do livro de Números. “A narrativa final em Números destaca o desejo das filhas de Zelofeade de ter parte na herança da terra. Deus premiou o anseio delas por sua promessa provendo leis de herança para familiares que não possuíssem herdeiros do sexo masculino” (Eugene H. Merrill).

R. Dennis Cole destaca estes tópicos:

1. Leis da Herança: Esclarecimentos de Zelefeade (Leis e terra):
• Precedente legal: Contexto histórico da petição das filhas de Zelofeade (vs. 1-2);
• Caso apresentado pelos clãs de Gileade (vs. 3-4);
• Moisés apresenta o caso de concessão segundo o mandato de Jeová (vs. 5-12).
2. Conclusão do caso e do livro de Números (v. 13).

Após as últimas orientações e os últimos detalhes resolvidos, “estava tudo pronto para a declaração final da aliança incorporada no livro de Deuteronômio e para a conquista de Canaã relatada no livro de Josué” (Merrill).

Aplicações:

1. Procurar um líder verdadeiramente espiritual ao visualizar problemas à frente resulta em bênçãos; sem orientação, o problema vem à tona como uma enxurrada de drásticas consequências.
2. Mulheres tem valor, não devem jamais ser desprezadas por um servo de Deus; ao pedirem conselhos, nunca deveriam ser prejudicadas, ao contrário, elas precisam concluir que valeu à pena aconselhar-se com um líder espiritual.
3. Procurar seguir orientações de um servo de Deus irá proteger a família e a propriedade; acatar bons conselhos sempre resulta em verdadeira prosperidade, seja física, emocional, social ou espiritual.
4. Mulheres são pessoas tão importantes aos olhos de Deus como são os homens; Deus cuida de ambos com amor e preza pelo futuro de ambos; portanto, mulheres e homens estão incluídos em Suas sublimes promessas no Antigo e no Novo Testamento.

A herança celestial é nosso destino final (Filipenses 3:20-21; I Pedro 1:3-5). Aqui neste Planeta os cristãos verdadeiros são peregrinos em terras estrangeiras (Hebreus 11:13-16). Portanto, as lições aprendidas no livro de Números nunca deveriam ser ignoradas (I Coríntios 10:11).

Na jornada da vida precisamos da proteção e orientação de Deus e buscar incessantemente a santificação, ignorá-los implica desviar-se do caminho do Céu. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Gostaria de saber: O que você aprendeu do livro de Números?



NÚMEROS 36 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
14 de março de 2019, 0:05
Filed under: Sem categoria



NÚMEROS 35 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
13 de março de 2019, 0:56
Filed under: Sem categoria



NÚMEROS 35 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
13 de março de 2019, 0:45
Filed under: Sem categoria

Nosso coração é malvado. Praticamos o mal até sem intenção de praticá-lo. Infelizmente, nossas melhores intenções podem prejudicar alguém. Se isso é assim quando estamos em paz, quanto mais ao agirmos movidos pelo nervosismo: Desgraça na certa!

Se nossas melhores intensões podem resultar em grandes confusões, quanto mais se elas forem cruéis: O diabo nem precisará tentar-nos para levar-nos ao inferno. A ira que leva à vingança pode ser pior que o erro de quem merece punição. Para todos, Deus proveu solução.

O capítulo fala de cidades:

1. Dos levitas (vs. 1-8);
2. De refúgio (vs. 9-34).

O que cidades têm a ver com emoções e vinganças. Claramente, este texto, tem como aplicação primária à terra de Canaã. Desde Números 33:50 a 36:13 o contexto aponta a regulamentos a serem aplicados quando os israelitas assentassem na Terra Prometida. Contudo, seus ensinamentos oferecem-nos grandes e preciosas lições: ALGUÉM PODERIA…

• …ferir mortalmente uma pessoa sem intensão de assassiná-la.
• …ferver de raiva e intentar vingar a sangue da vítima.

Como impedir que o raivoso vingador cometa um crime assassinando alguém que supostamente cometeu homicídio doloso (assassinato intencional) quando, na verdade, foi homicídio culposo (por acidente)? Deus é sábio demais para errar. Ele conhece que nosso coração é mais parecido com um vulcão em erupção ou uma bola de pólvora pronta a explodir irracionalmente do que um justiceiro coerente.

1. Deus providencia proteção ao infrator e, também ao vingador.
2. Deus projetou cidades refúgios.
3. Deus só não proveu segurança para quem agisse intencionalmente.

Agora, observe as seguintes aplicações realizadas por Edgardo D. Iuorno:

• Uma das imagens mais poderosas que a Bíblia emprega para descrever o que Deus almeja que Sua igreja alcance está neste texto.
• A igreja é um refúgio do pecador que procura ajuda, não o esconderijo de delinquentes que fogem da justiça.
• Há perdão para o pecador que confessa, não para a transgressão consciente e acariciada.
• A igreja não pode ser cúmplice do pecado voluntário de ninguém. Ela não pode tolerar o que Deus não tolera.
• Enquanto esperamos ser declarados inocentes no juízo em virtude da morte do Sumo-Sacerdote podemos E TEMOS que encontrar refúgio na igreja de Deus.

O texto é muito rico para pouco espaço. Continue meditando e reavivando-se pela Palavra divina… – Heber Toth Armí.