Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 33 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
11 de março de 2019, 0:55
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NÚMEROS 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
11 de março de 2019, 0:45
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Atenção para as palavras de A. W. Tozer: “Não leia somente os teus textos preferidos, nada como a Bíblia completa para fazer um cristão completo”.

Tomothy R. Ashley chama este capítulo de “Itinerário de viagem”. Tiremos lições importantes para nossa jornada espiritual…

Considere os três momentos destacáveis no capítulo em apreço:

1. PRESENTE: Diante do desafio de avançar e possuir a promessa, Moisés fez uma retrospectiva histórica à geração que sobreviveu ao deserto. Antes de prosseguir na jornada espiritual deve-se fixar e confirmar preciosas lições aprendidas com o passado (vs. 1-2). Faça este exercício!

2. PASSADO: Olhar no retrovisor da vida pode ser fundamental para avançar com fé rumo aos sublimes propósitos que Deus tem para nós. Deus, sabendo disso, relembrou aos israelitas os eventos desde a saída do Egito até aquele momento. “Quando os hebreus se aproximaram de Canaã, Moisés rememorou as fases da jornada. Cada fase era uma lembrança da guia de Deus […]. Esse registro marcou o nascimento de um povo prometido em caminho para a terra prometida. A mão de Deus podia ser vista em cada fase: os milagres da travessia do Mar Vermelho, a água que jorrou da rocha, a construção do tabernáculo e o maná diário; mas houve também advertências solenes na revolta de Corá e a praga das serpentes” (Frank Holbrook).

É certo que a vida nos ensina, mas o professor que está por trás é o próprio Deus; basta olhar nossa história com os olhos da fé e discernimento espiritual! (vs. 3-49).

3. FUTURO: Parados nas campinas de Moabe, à margem do Jordão, diante de Jericó, o povo de Deus recebe instruções de como avançar e o quê fazer:

• Expulsar toda a população que estiver na terra;
• Destruir todos os ídolos, deuses esculpidos e imagens fundidas;
• Derrubar os locais de adoração pagã;
• Não esquecer que Deus deu a promessa da terra;
• Distribuir a terra conforme o tamanho de cada tribo.

Sem eliminar cada influência de pecado, o que sobrar será farpas nos olhos e espinhos nos pés dos filhos de Deus (vs. 50-56).

Este pensamento encerra uma importante lição espiritual: “Nada temos a temer quanto ao futuro, a menos que nos esqueçamos como Deus tem nos conduzido no passado” (Ellen G. White).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 33 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
11 de março de 2019, 0:05
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NÚMEROS 32 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
10 de março de 2019, 0:55
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NÚMEROS 32 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
10 de março de 2019, 0:45
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Promessas divinas atrasam, devido a pecados; mas, jamais falham. Elas concretizam-se na vida daqueles que confiam no poder de Deus.

D. L. Moody ressalta os seguintes tópicos para este capítulo, o qual ele intitulou: Estabelecimento de duas tribos e meia na Transjordania:

1. Resposta de Moisés ao pedido de Gade e Rúben (vs. 1-33);
2. Cidades reconstruídas por Rúben e Gade (vs. 34-38);
3. Gileade toamada pelos manassitas (vs. 39-42).

Pessoas desprovidas de fé e perseverança fracassam, desencorajam outros e tornam-se péssimas influências, atraindo sobre si a ira divina (vs. 6-14). Por outro lado, quem agrada a Deus age em comunhão com a liderança instituída por Ele. Não age independentemente, nem isoladamente; ou seja, busca orientação, ouve a repreensão e age em conformidade com as estipulações dos líderes espirituais (vs. 15-22).

Agir independentemente da liderança que Deus levantou implica pecar contra o próprio Deus. Ao agir isoladamente do restante do povo pratica-se o tipo de pecado que persegue até causar a maior das desgraças. Isso não é ameaça, é advertência! (v. 23).

Gente de sucesso é gente de compromisso; honra o que fala e não faz as coisas para prejudicar seu próximo; luta “com” e “pelo” povo de Deus, não contra. Não é indiferente, mas colabora, dispõe-se e coopera pelo bem e pela vitória de todos (vs. 24-33).

A vitória acompanha a vida do povo de Deus tanto quanto o sucesso proveniente das promessas divinas; contudo, nada contaminado deve interferir para que tal sucesso não seja pior que o fracasso. Assim como os nomes das cidades conquistadas e reconstruídas foram alterados por conter influências de divindades pagãs, nosso lar não deve possuir vestígios de culturas paganizadas (vs. 34-42).

Sintetizando: Pessoas de sucesso…

• …valorizam a liderança espiritual;
• …lutam em favor e pelo povo de Deus;
• …aceitam advertências dos representantes de Deus;
• …cuidam para não prejudicar o povo de Deus.

Buscar o bem dos outros importa mais que dedicar-se em empreendimentos particulares. Acomodar-se pode parecer melhor, mas nada se compara com ajudar ao próximo.

Não devemos cobiçar nada alheio, muito menos o lugar de Deus; entretanto, devemos e podemos ansiar pelas preciosas promessas proferidas por Deus. Assim como foi para Israel, nossa maior promessa é morar no Céu, a Terra Prometida aos cristãos.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 32 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
10 de março de 2019, 0:05
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NÚMEROS 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
9 de março de 2019, 0:55
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NÚMEROS 31 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
9 de março de 2019, 0:45
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Sedução do pecado parece boa, mas a solução que ele oferece é destruição. Pecado atrai, depois destrói o ser humano por mais sábio, importante e poderoso que seja.

1. Balaão: Profeta que queria uma espada para matar sua jumenta; por desviar-se do caminho morreu à espada com os midianitas perversos. O que se planta, se colhe!

2. Midianitas: Não era alvo de destruição dos israelitas, muito menos de Deus; mas, ao tornarem-se instrumentos do mal para perverter Israel com pecados imorais e idolatria, seriam destruídos para não serem mais influências negativas para ninguém. O que planta o mal, colhe desgraça!

3. Israelitas: O povo escolhido de Deus que tinha muito que aprender sobre pecado, imoralidade, e, principalmente sobre Deus e Seus planos. Eram instrumentos de Deus para impactar o mundo com a verdade, com a revelação divina; mas, também, era alvo de Satanás visando impedir a execução dos planos divinos.

Os midianitas eram descendentes de Abraão tanto quanto os israelitas; após a morte de Sara Abraão tomou por mulher a Quetura/Cetura: um dos seis filhos era Midiã (Gênesis 25:1-2). Por se unirem aos moabitas, descambaram para a idolatria e perversidade sexual tornando-se influência muito forte para o mal – envolveram-se com o plano de Balaão que resultou na desgraça do povo de Deus em Números 25.

• Neste capítulo, a guerra não era plano de Deus; contudo, foi necessária devido à situação que os midianitas causaram aos israelitas. “Todo ato de juízo é para Ele uma obra estranha, alheia a Sua natureza, mas que deve realizar para resolver o problema do pecado”, como bem analisa Edgard Iuorno.

• E tem mais, aqueles “que não entendem as cenas bíblicas de violência devem começar a entender a realidade insondável do grande conflito como pano de fundo. Deve-se ver um inimigo que sempre intentou contaminar, e a Deus Quem preservou a um povo puro para que recebesse ao Redentor do mundo”.

Em Números 25:27 Deus, então, orienta a guerra contra os midianitas. Em Números 31 Deus concede a vitória aos israelitas sobre os midianitas.

• Ao viver neste mundo precisamos ter consciência do grande conflito e guerrear contra o mal até o dia em que Cristo vier para nos conduzir ao Lar Celestial.

• Dependendo de Deus, teremos vitórias!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
9 de março de 2019, 0:05
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NÚMEROS 30 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
8 de março de 2019, 0:55
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