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Nossas escolhas revelam se somos sábios ou ignorantes. Muitos vivem como animais, não pensam antes de agir. Parecem viver por instinto. Agem, depois pensam; se arrependem, mas é tarde demais.
• As consequências de más escolhas não levam em consideração nossa ignorância.
Os filhos inocentes sofrem por causa de pais displicentes. Muitos culpados e causadores dos próprios sofrimentos questionam Deus por permitir tamanha desgraça pela qual vivem. Outros tentam transferir sua culpa: Aos pais, governo, igreja e/ou a Deus, pelas irresponsabilidades vividas irrefletidamente!
De acordo com este sermão de Moisés, precisamos considerar…
1. As ações de Deus em nossa vida: Moisés reflete o que Deus fez a Israel desde o êxodo até a chegada aos campos de Moabe (vs. 1-8);
2. O compromisso de Deus conosco baseado na graça, não em méritos: Moisés reafirma o significado gracioso da aliança entre Deus e Seu povo antes de entrar na Terra Prometida (vs. 9-15);
3. As consequências de negligenciar as advertências de Deus: Moisés apresenta o que ocorreria aos que negligenciassem a Deus após entrarem em Canaã (vs. 16-29).
Cada um de nós tem capacidade de escolher sabiamente. Não precisamos viver por instinto, a não ser que não queiramos pagar o preço de buscar sabedoria em Deus. Mas, é importante saber que podemos pagar o preço de nossa negligência – o que é pior!
Cada um de nós sempre terá opções de escolhas, ainda que estejamos em uma prisão. Nosso coração e mente, e até mesmo nossas ações e reações podem ser submetidos a Deus ou ao diabo – a escolha é nossa!
Cada um de nós tem liberdade de obedecer ou desobedecer a Deus. Ninguém é obrigado a nada; por isso, Deus precisou insistir tanto, e revelar os prós e os contra de cada uma das opções disponíveis.
Sugestões:
• Antes de qualquer decisão, considere com atenção as nobres alternativas – assim escolherás bem!
• Antes de fazer qualquer escolha, considere o que a Bíblia diz – assim tomarás as mais nobres decisões de tua vida!
A Bíblia (v. 29)…
1. …Não é tudo o que Deus sabe – não devemos bisbilhotar/especular o que não foi revelado!
2. …É revelação daquilo que é útil para nosso bem – devemos estudar, praticar e transmitir aos filhos seus ensinamentos!
“Senhor, reaviva-nos por Sua Palavra!” – Heber Toth Armí.
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Nossas decisões determinam quem somos e como viveremos. Nossas escolhas atraem bênçãos ou maldições; infelizmente, muitos escolhem mal por ignorância em relação ao resultado final de suas decisões.
• Claro que este sistema de bênçãos e maldições deste capítulo deveria reger Israel como nação. Não se aplica a nós hoje tão diretamente; não vivemos um sistema político teocrático. Era o formato de aliança instituída por Deus à nação de Israel; contudo, vale a pena estudá-lo.
J. A. Thompson analisa: Este capítulo “assume seu lugar, bem apropriadamente, como a declaração das sanções da aliança, seguida às estipulações de suserania do Oriente Próximo vindo em seguida às estipulações da aliança. Neste capítulo as bênçãos são pronunciadas nos versículos 1 a 14 e as maldições nos versículos 15-68”.
• Como é incomparavelmente mais fácil o pecador descambar para o lado mau! Deus sabe ser necessário apresentar a carranca do mal para que não enveredemos em sua direção. Por isso há mais maldições do que bênçãos.
William MacDonald sintetiza bênçãos versus maldições assim: “As bênçãos prometidas abrangem a preeminência entre as nações, prosperidade material, fecundidade, colheitas abundantes, vitória nas batalhas e sucesso no comércio exterior”. Já, “as maldições incluíam escassez, esterilidade, ferrugem, seca, derrota nas batalhas, loucura, medo, adversidade, calamidade e vulnerabilidade”.
• Uma das verdades mais fortes deste texto, independente das aplicações específicas para nós no período da nova aliança, onde o foco de Deus é a igreja em todas as nações e não mais uma nação exclusiva como era Israel, é o livre-arbítrio. A predestinação ensinada por muitas denominações não cabem neste capítulo.
Warren W. Wierbe atesta que, “pelo fato de sermos criados à imagem de Deus, temos a capacidade de pensar, coração para sentir e vontade própria para decidir, e Deus pede que tomemos as decisões certas. Não somos robôs; podemos ouvir a Palavra de Deus, descobrir a vontade e decidir se vamos obedecer ou não. Afinal, temos a verdade de Deus revelada em sua palavra e temos essa palavra a nossa disposição”.
Temos liberdade de escolha, mas não para administrar resultados.
Podemos ESCOLHER…
• Obedecer a Deus ou desobedecê-lO!
• Servir a Deus ou ao diabo!
• O caminho do Céu ou do Inferno…
Antes, porém, considere os resultados: Vitória ou derrota, salvação ou perdição!
Sejamos sábios! – Heber Toth Armí.
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Creio que deveríamos ter aulas sobre decisão. Precisamos aprender decidir. Toda nossa vida gira em torno de decisões, somos e vivemos o que decidimos.
Para decidir corretamente é necessário ter consciência das consequências de nossas decisões, até quando decidimos não decidir. Se soubéssemos o estrago que faríamos a nós e a quem amamos com nossas decisões, nossas atitudes seriam diferentes.
Para precaver diversas desgraças, Deus revelou as consequências de decisões erradas; quem estuda a Bíblia torna-se sábio e vive melhor.
Leia em tua Bíblia o capítulo em apreço, e descubra o preço das decisões erradas, e evite desgraças:
· Possuir imagens de esculturas para veneração e adoração resulta em maldição, portanto, nunca as cultue no lugar de Deus (v. 15);
· Desprezar aos pais resulta em desgraça, por conseguinte, honre-os para teu bem (v. 16);
· Tirar vantagens, alterar o combinado, invadir propriedades, atraem desgraças; fique longe deste comportamento (v. 17);
· Aproveitar das deficiências dos outros, fazer o cego errar o caminho, por qualquer que seja o motivo, resulta em maldição; não faça isso (v. 18);
· Perverter o direito dos frágeis da sociedade, como estrangeiros, órfãos e viúvas, é preparar a própria armadilha para o sofrimento. Cuidado! (v. 19);
· Ter relação sexual com a madrasta, ou animal, ou com a irmã, mesmo sendo meia-irmã, ou com a sogra, resulta em profanação da bênção do sexo, o que é maldição; então, nunca descambe por esse caminho (vs. 20-23);
· Ferir pessoas pelas costas, ou em lugar escondido, ou aceitar suborno para matar gente inocente, implica cavar a própria sepultura; então, decida nunca ir por esse caminho (vs. 24-25);
· Aquele que ignorar estes ensinamentos e desprezar a lei do Senhor pode esperar a desgraça tomar conta de sua vida pessoal e/ou familiar (v. 26).
Visando o bem de seu povo, Moisés apresentou o caminho do sucesso, da felicidade e da bênção:
1. Guardar/obedecer a todos os mandamentos de Deus (v. 1);
2. Criar estratégias para relembrar todos os mandamentos (vs. 2-3);
3. Louvar, adorar, ofertar e servir somente ao Senhor Deus (vs. 4-7);
4. Escrever a lei como um contrato de compromisso com Deus (vs. 8-10).
Qual tua decisão? Decida-te pelo certo para que tua vida seja uma bênção!
Deus quer que sejamos sábios e felizes! – Heber Toth Armí.
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Existem cristãos de diversos tipos. Se usássemos uma classificação tipo A, B e C… que tipo de cristão seria você?
• Cristão tipo A, seria aquele que aceita a Bíblia inteira como soberana regra de fé e prática, valoriza toda a revelação de Deus e busca poder para viver a altura do padrão por Ele estabelecido.
• Cristão tipo B, nunca leu a Bíblia inteira e não crê que seja relevante no presente toda a revelação de Deus, congrega na igreja esporadicamente e ora de vez em quando.
• Cristão tipo C, passa uma semana sem orar, sem ler a Bíblia e alega estar cansado para ir à igreja, mas continua crendo que é cristão – GRANDE ilusão!
Moisés, exemplo de excelente líder espiritual, desejava implantar no coração de seu povo o mais alto nível de padrão moral. Ele queria que Deus estivesse em primeiro lugar, estivesse sempre acima das…
1. …bênçãos, da prosperidade e da produção das plantações (vs. 1-11);
2. …finanças, dos recursos e dos bens materiais – dinheiro (vs. 12-15);
3. …filosofias que regem a vida humana neste mundo (vs. 16-19).
Neste capítulo, Moisés apresenta ao povo uma ideia do que dizer a Deus ao oferecer-Lhe as primícias das colheitas; além disso, mostra também a declaração e a oração a ser proferida após a entrega do dízimo trienal (O dízimo prescrito neste capítulo refere-se ao dizimo do terceiro ano. Existiam três dízimos no período Teocrático de governo israelita. Não confunda um com outro); e, conclui apelando ao povo a ser íntegro no compromisso com Deus; por duas razões:
• Primeira, porque Deus é Deus, poderoso libertador, gracioso salvador;
• Segunda, pelo compromisso entre o povo e Deus.
A questão financeira é a que mais compromete nosso relacionamento com Deus; precisamos prestar atenção para que nossa religião não seja mera hipocrisia.
Amigo(a)… se Deus não for o primeiro em nosso coração, não restará nenhum espaço para Ele em nossa vida. Se Ele não for o primeiro em tudo, qualquer coisa ocupará o lugar do Autor da vida tornando-se ídolo que nos levará à morte.
Se não somos exclusivamente do Senhor, não somos nada dEle. Assim como ninguém quer um cônjuge que se entrega pela metade – um compromisso superficial –, Deus também anseia por relacionamento especial.
“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí