Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 32 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
15 de abril de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 32 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
15 de abril de 2019, 0:45
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A música cantada por Moisés foi ordenada por Deus, destinada ao povo de Deus, para que o povo cantasse e servisse de testemunha contra os negligentes aos ensinamentos contidos na música (Deuteronômio 31:19, 30).

Destacam-se neste cântico os seguintes pontos:

1. Um cântico com objetivo definido: Reafirmar o compromisso humano com Deus tendo céus e terra por testemunhas (vs. 1-3);

2. Proclamação da fidelidade impecável de Deus e corrupção irregenerável do povo (vs. 4-9);

3. Anúncio da bondade de Deus na formação de um povo neste mundo de pecado, confusão e morte (vs. 10-14);

4. Reconhecimento de que a abundância material induz ao abandono espiritual de Deus a tal ponto de cultuar aos demônios (vs. 15-18).

5. Assimilação do juízo divino sobre a corrupção física, moral, social e espiritual e, a ação da graça e bondade de Deus impondo limite ao Seu julgamento (vs. 19-27);

6. Aceitação da insensatez que caracterizou o comportamento humano diante de tanta sabedoria oferecida por Deus ao Seu povo (vs. 28-33);

7. Compreensão da misericórdia imensurável de Deus ao vindicar Seu povo no futuro para revelar Seu caráter perante todo o Universo (vs. 34-43).

Esta canção assimilada no coração era a teologia que Deus queria que o povo construísse sua história, moldasse seu caráter e regesse sua vida pessoal, familiar e coletiva. O futuro de todos dependia de uma vida desprendida da cultura pagã (vs. 44-47). E o nosso futuro?

Moisés está para dar o último suspiro. A lição aqui: Deus mostra que o fim de nossa história altera conforme vivemos a submissão a Ele (vs. 48-52).

Moisés cantou ao transpor o Mar Vermelho e compôs outra canção no final da vida. Este último cântico “tem sido considerado ‘como a chave de toda a profecia’, por se referir à origem de Israel como nação, à ingratidão e à apostasia do povo e, finalmente, ao castigo que sofreu e à restauração que, graças ao Senhor, o elevou à dignidade primitiva. O tema é o nome do Senhor, o carinho com que tratou o Seu povo, a justiça e a misericórdia com que o distinguiu. Abrange a história do povo eleito desde a criação do Universo até ao Dia do Juízo final” (G. T. Manley).

Reflita no que aprendeu! – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 32 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
15 de abril de 2019, 0:05
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DEUTERONÔMIO 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
14 de abril de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 31 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
14 de abril de 2019, 0:45
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Um futuro sem graça, ninguém merece! Portanto, sem Deus o futuro de qualquer um não terá graça nenhuma. A graça divina é fundamental para nossa existência. Sem a existência dessa graça a raça humana seria uma raça extinta há muito tempo.

1. Sucessor para um plano especial: O melhor que um líder pode fazer é treinar outros para ocupar seu lugar enquanto muitos cuidam de seu posto para que ninguém o “usurpe”. Tem muitos líderes de igreja que viram museu, apodrecem e ainda se orgulham, quando deveriam envergonhar-se, por não ter ninguém capaz de ocupar seu lugar. Moisés observou Josué, viu que ele era um líder em potencial e o treinou para continuar operando no plano divino (vs. 1-8);

2. Graça sobre graça, infinita graça: Mesmo sabendo da rebeldia, apostasia e perversão futura de Seu povo, Deus continuou investindo no presente desse povo. Embora com todo empenho em alertar amorosamente ao povo na obediência, Deus vê que futuramente a desobediência caracterizaria Seu povo; contudo o próprio Deus promete ir adiante, conquistar o inconquistável, vencer o invencível e alcançar o inalcançável ao povo que não aprendera a amar e confiar totalmente nEle (vs. 8-29);

3. Deus nunca abandona Sua obra, mesmo quando morre um grande líder espiritual: Com 120 anos, Moisés morreria. O projeto divino na terra não estava concluído; a Promessa da Terra ainda não se concretizara. O povo não deveria preocupar-se caso Moisés morresse pois Deus já havia “Se preocupado” e já tinha um nome para liderar Seu povo rumo à vitória. Josué seria o líder espiritual e militar das campinas de Moabe até o assentamento em Canaã (vs. 14, 23).

Nesse texto, “Moisés se dirige especificamente a Josué e lhe diz que seja forte e corajoso (31:7) – um incentivo repetido várias vezes (31:8,23; Js 1:6-9,18), sugerindo a dificuldade na tarefa da qual ele estava sendo incumbido. Para realizar essa tarefa, Josué deveria confiar na promessa de Deus de dar a terra a Israel (31:7) e de estar com ele o tempo todo (31:8)”, observa o comentário bíblico africano.

Se Deus nos…

· …chama para uma obra, jamais deveríamos fazê-la sem Sua orientação e presença!

· …escolhe para lidar Sua obra, devemos treinar outros líderes!

· …chama para algo difícil, Ele nos capacita!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
14 de abril de 2019, 0:05
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DEUTERONÔMIO 30 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
13 de abril de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 30 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ 
13 de abril de 2019, 0:45
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Precisamos ser avivados, pois estamos muito desanimados com as coisas espirituais, e muito animados com as coisas que nos desviam do Céu.

· O pecado custa muito caro, seu fim é a morte.

Estamos indo como boiada para o matadouro, ao precipício. Deus, porém, pretendo desviar-nos deste destino, agiu miraculosamente, revelando milagrosamente o caminho da salvação, o caminho da vida. Além disso, o Salvador não mede esforços para incentivar-nos a fazer a melhor das escolhas para evitar a pior das tragédias.

Suas promessas são alento ao aflito, alcançam ao pobre e ao rico, aos doentes e saudáveis… Pela fé, todos podem beneficiar-se delas, sem custo algum. Em nossa caminhada louca nesta vida corrida, Deus tenta chamar nossa atenção ao Seu espetacular plano de vida eterna. Ignorá-lO implica preferir à morte e o sofrimento em detrimento à vida e à felicidade eterna.

Este capítulo intitulado “Chamado a tomar uma decisão: Vida e bênção ou morte e maldição” por Peter C. Craigie, é o final dos sermões de Moisés. Ele prega/escreve inspirado pelo Espírito Santo, estando à beira da morte. Lidara com o povo de Deus por duros 40 anos no deserto. Ele não mediu esforços para apelar ao coração dos ouvintes.

· Primeiramente, Moisés deixa bem claro as bênçãos existentes de voltar-se para Deus com todo coração; ele enfatiza as promessas divinas baseadas na infinita misericórdia divina (vs. 1-10)

· Em seguida, demonstra que o ideal de Deus não é um padrão inatingível, inacessível, impossível de praticar diariamente – isso nunca deveria ser desculpa para nossos pecados (vs. 11-14);

· Finalmente, o sermão apresenta dois caminhos, da vida e da morte; e, apela veementemente aos ouvintes a darem preferência ao caminho da vida (vs. 15-20).

Atualmente nosso compromisso espiritual concretiza-se no tanque batismal. A partir daí cabe a nós perseverar diariamente até o dia final, quando daremos adeus a este mundo e receberemos de Deus as boas-vindas, na Canaã Celestial.

A palavra “HOJE” aparece sete vezes no texto: Hoje é dia de decidir. Em relação à salvação, Deus nunca pediu-nos para decidir amanhã. Pois, pode ser muito tarde!

Então, valorize esta oportunidade. Não ignore-a; aceite-a!

“Senhor, aviva-nos. Dá-nos poder para termos mais paixão por praticar Tua Palavra e mais amor pelas almas por quem Cristo entregou Sua vida…” – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 30 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
13 de abril de 2019, 0:05
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DEUTERONÔMIO 29 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
12 de abril de 2019, 0:55
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