Reavivados por Sua Palavra


JOSUÉ 24 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
11 de maio de 2019, 0:05
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JOSUÉ 23 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
10 de maio de 2019, 0:55
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JOSUÉ 23 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
10 de maio de 2019, 0:45
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Quando cada indivíduo vive seus próprios interesses problemas tendem a aparecer com facilidade (veja o capítulo anterior); porém, quando todos têm objetivos comuns, a união é quase que automática…

Imagine se todos os habitantes do Planeta Azul estivessem dispostos unanimemente a seguir indicações morais instituídas pelo Criador do Universo!

Após ler Josué 23 em tua Bíblia, observe estes pontos:

• Josué considerava sua velhice e, por conseguinte, fez discurso de despedida diante do povo de Deus. “Josué fez uma promessa para o futuro, a qual estava firmada no tempo e no espaço. Ele não pediu ao povo que desse um salto kierkegaardiano de fé” (Francis A. Schaeffer). Fé verdadeira tem lógica, não é irracional (vs. 1-5).

• As palavras finais de Josué estão carregadas de teologia. A “ênfase sobre a ação de Deus na História reaparece ao longo de toda sua despedida […]. A fé bíblica está alicerçada em fatos que podem ser vistos e ouvidos […]. As Escrituras nunca nos confrontam repentinamente com uma linguagem celestial que nos levem a uma experiência religiosa sem conteúdo” (Schaeffer). Observe atentamente os versículos 6-16.

A religião bíblica baseia-se na divina revelação escrita. Sempre foi assim. A segurança presente, e futura, está em seguir o manual de instrução originado no Céu: “Agora, sejam fortes e constantes. Obedeçam a tudo que está escrito no livro da Revelação de Moisés – não omitam nenhum detalhe” (v. 6).

Deus liberta-nos para a obediência! A obediência sempre deve resultar da graça divina. A graça que foi relevante no passado é importante no presente. Amor e submissão ao Senhor, não ao pecado, ‘e o segredo do sucesso!

O capítulo em questão importa ser bem considerado por quem quer evitar o inferno e alcançar o Céu prometido por Deus. “A passagem de 2 Coríntios 6:14-18 faz um paralelo com esse texto. A vida de santidade é essencial para a comunhão do indivíduo com Deus. Não podemos ser fieis a Deus e ao mesmo tempo fazer alianças com inimigos do Senhor” (William MacDonald).

Se quisermos alcançar os propósitos que Deus traçou para nós precisamos…

1. …considerar seriamente Sua Palavra;
2. …orar e viver em todo tempo de acordo com a Palavra e as promessas reveladas;
3. …ficar distante daquilo que nos distancia de Deus.

Compartilhe! – Heber Toth Armí.



JOSUÉ 23 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
10 de maio de 2019, 0:05
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JOSUÉ 22 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
9 de maio de 2019, 0:55
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JOSUÉ 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
9 de maio de 2019, 0:45
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A vida de oração deve levar a uma vida de ação, ação fundamentada não na emoção, mas na direção do Deus que sabe o que é melhor para nós em cada situação. Sem consultar a Deus nossas reações serão desequilibradas, movidas pela emoção de um coração deturpado e julgaremos os outros de forma equivocada.

Você pode aproveitar teu tempo livre ou desperdiçá-lo. Aproveitar o tempo é investir na vida; desperdiçar o tempo é perder tempo, vida e coisas maravilhosas. A melhor forma de investir teu tempo é meditar na Bíblia a fim de harmonizar tua vida com a vontade de Deus. Isso resulta em bênçãos!

Neste capítulo encontramos:

• Após Josué parabenizar as tribos que obtiveram sua herança antes de cruzarem o rio Jordão por sua ajuda às outras tribos na conquista da Terra Prometida, os abençoou e os despediu (vs. 1-9);

• Antes de chegarem em casa, as tribos erigiram um altar na fronteira de Canaã, na região do rio Jordão, para testemunho do verdadeiro Deus às futuras gerações (vs. 10-11);

• Os israelitas que receberam ajuda dessas tribos se irritaram com a construção do altar. Planejaram uma guerra civil desde Siló. Tal construção foi interpretada como uma rebelião contra Deus e contra o restante das tribos de Israel. A parte positiva é que antes de guerrearem, houve um diálogo (vs. 12-29);

• A explicação com mansidão e calma resolveu o mal-entendido e a acusação entre as tribos do povo de Deus (vs. 30-32).

Com base nesta situação, Richard M. Davidson destaca: “Temos a estranha tendência de interpretar erradamente as ações de outras pessoas. Da mesma forma, algo que dizemos ou fazemos pode ser mal interpretado por outros. Josué revela que o equívoco tem três componentes básicos”:

1. AÇÃO: A inevitabilidade das nossas ações dá chance para o surgimento dos equívocos e conflitos. Deveríamos agir de forma a reduzir ao mínimo tais possibilidades.

2. PERCEPÇÃO: A percepção de um ato é, por natureza, muito superficial. O significado e objetivo dos atos estão escondidos dentro da pessoa que os praticou, inacessível ao observador. Por isso, evitemos julgar e criticar.

3. REAÇÃO: Os mal-entendidos tendem a provocar conflitos, os quais destroem o bem estar de indivíduos e da comunidade.

Portanto, aprendamos a resolver com satisfação os mal-entendidos! – Heber Toth Armí.



JOSUÉ 22 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
9 de maio de 2019, 0:05
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JOSUÉ 21 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
8 de maio de 2019, 0:55
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JOSUÉ 21 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
8 de maio de 2019, 0:44
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Leia este capítulo com atenção em sua Bíblia! Depois, avance com oração na leitura deste comentário; peça capacitação divina para obter discernimento espiritual para interpretar corretamente a Sua sublime Palavra.

O capítulo trata das cidades da trino de Levi em relação a seus filhos. Conforme apresenta David M. Howard, seu esboço é:

1. Introdução (vs. 1-3);
2. Visão geral (vs. 4-6);
3. Herança dos coatitas sacerdotes (vs. 9-19);
4. Herança dos coatitas não sacerdotes (vs. 20-26);
5. Herança do gersonitas (vs. 27-33);
6. Herança dos meraritas (vs. 34-40);
7. Resumo (vs. 41-42);
8. Conclusão da distribuição de terras (vs. 43-45).

Após demonstrar que os levitas ficaram espalhados “por todo território israelita para incentivar a pureza do culto, combatendo a idolatria” (M. F. Unger), os versículos restantes são essenciais à interpretação correta da teologia do livro.

• Versículo 43: síntese da teologia dos capítulos 13 a 21;

• Versículo 44: síntese da teologia dos capítulos 1 a 12;

• Versículo 45: síntese da teologia do livro inteiro: Deus é fiel a despeito de nossa infidelidade – TODAS as promessas feitas por Deus se cumpriram.

O sermão de Moisés em Deuteronômio criou expectativa no coração dos israelitas cansados do deserto. O livro de Josué conta a realização do sonho incentivado por Moisés.

“O livro de Josué tem lugar fundamental dentro da história do Antigo Testamento. Por um lado faz o remate do Pentateuco. Depois de 40 anos de andanças pelo deserto, ele descreve o cumprimento das promessas feitas por Deus aos patriarcas, em Gênesis, a respeito de ganhar a terra de Canaã como herança. Por outro lado, o livro de Josué corresponde à base de toda a história bíblica que se segue” (Richard M. Davidson).

O livro de Josué é indispensável para a compreensão real da Bíblia. Por isso, foi muito bem escrito: “O cânon sagrado apresenta aqui um livro de história do qual nossa geração, prolífica em escrever sobre história, porém deficiente em sentimentos e percepção histórica, necessita urgentemente” (Paulus Cassel).

Em relação ao livro de Josué, sinceramente precisamos…

• Valorizá-lo mais;
• Estudá-lo mais;
• Analisá-lo mais;
• Compreendê-lo mais;
• Assimilá-lo mais; e,
• Obedecê-lo mais.

Princípio do livro: Deus age na história para operar na terra a salvação dos seres humanos. Nada O limita, nem mesmo nossa desobediência!

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOSUÉ 21 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
8 de maio de 2019, 0:05
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