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Reflita nesta história:
“No período em que serviu na corte francesa, [Benjamin] Franklin ouviu alguns aristocratas se referirem à Bíblia de forma depreciativa como um livro desprovido de estilo, que não valia a pena ser lido… Apesar de ele próprio não ser cristão, sua mocidade nas colônias americanas lhe permitira certo contato com a excelência literária da Bíblia. Decidiu, portanto, pregar uma peça nos franceses. Copiou Rute à mão e mudou todos os nomes próprios para nomes franceses.
“Em seguida, leu o manuscrito para a elite francesa, e todos admiraram a elegância e simplicidade de estilo da história comovente.
– Charmant! Mas onde o senhor encontrou essa preciosidade literária, monsieur Franklin?
– Naquele livro que vocês tanto desprezam – Franklin respondeu. – La Saint Bible!
“Sem dúvida, muitos rostos coraram em Paris naquela noite, e o mesmo deve acontecer em nossa cultura biblicamente iletrada pela negligência à Palavra de Deus” (William MacDonald).
Lendo a história de Rute não estamos diante de uma novela, nem de um conto infantil, ou uma parábola ilustrativa; é história real, com personagens reais e aplicações espirituais que nos elevam, enobrecem e enriquecem integralmente.
Observe:
• Noemi e sua família foram buscar auxílio em Moabe visando preservar a vida; naquele ambiente pagão deparam-se com a morte.
• Rute abandonou sua terra, seus deuses e seu povo pagão para viver entre o povo de Deus; junto aos israelitas ela encontrou vida, esperança, família e salvação.
O plano de Deus às famílias é o melhor do universo. Diferentemente da saga de Noemi em Moabe, Rute experimentou emoções indescritíveis quando tudo parecia perdido. Isso revela-nos lições magníficas:
• Isolar-se do povo de Deus porque este povo está em aberta rebelião desprovidos de Sua proteção e bênçãos resultam em tristezas, frustrações e amarguras piores que as consequências da desobediência;
• Seguir caminhos em direção oposta ao povo de Deus resulta em perigos, riscos e mortes prematuras; mas, envolver-se diligentemente com o povo de Deus traz bênçãos, restauração e satisfação.
• Para um casamento feliz, ouça e acate bons conselhos (vs. 1-6); não se precipite sexualmente (vs. 6-11); aja segundo os princípios bíblicos (vs. 12-18).
• Encontra certeza, segurança e felicidade neste mundo confuso, incerto, perigoso e destrutivo aquele que decidir apegar-se à Bíblia e ao Seu Autor.
“Senhor, ajuda-me a ser feliz!” – Heber Toth Armí.
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Pessoas passam necessidades e criam adversidades ainda maiores ao não perderem tempo em fazer algo para remediar a situação tomando as rédeas da situação sem consultar ao Deus que sabe resolver qualquer coisa – essa é a lição do capítulo anterior!
A família de Noemi e seus contemporâneos conheciam o livramento que Deus realizara aos seus antepassados, conheciam os eventos relacionados à abertura do Mar Vermelho; sabiam que Deus alimentara Israel durante 40 anos no deserto. Sabiam que o sol havia parado, água saíra da rocha e muitas vitórias foram presenteadas aos israelitas.
• Imagine se o povo confiasse mais em Deus!
Somos iguais: Não confiamos em Deus como deveria! Provavelmente, estas histórias foram contadas à moabita por sua sogra. Contudo, conhecer a história de Deus não significa confiar nEle. Todavia, Rute aceitou pertencer ao Deus de Israel; agora está prestes a experimentar Sua providência.
1. Em meio à pobreza, miséria, dificuldades, escassez de alimento em casa, Rute ofereceu-se para colher restos da colheita no campo dos agricultores (vs. 1-7);
2. Diante da iniciativa e diligência da viúva pobre de Moabe, Boaz compadeceu-se e propôs cuidá-la e protegê-la (vs. 8-16);
3. Pelos gestos de generosidade, cavalheirismo e cortesia de Boaz em relação à Rute, a esperança raiou no coração da velha, pobre, viúva, desfilhada e amargurada Noemi (vs. 17-23).
Este capítulo fala de bondade, fidelidade e caridade. Rute trata bem e cuida de sua sogra sem ter o marido vivo. Boaz trata com respeito, generosidade e cavalheirismo à estrangeira intrusa. Noemi que se afeiçoara de Rute apresenta-lhe uma esperança baseada na Lei de Deus dada ao seu povo.
“Essa história encantadora de devoção e bondade humanas é uma das mais belas em todo o Antigo Testamento, constituindo um modelo da arte narrativa” – analisou R. K. Harrison.
Sendo que o contexto desse relato é o período crítico dos juízes, esta história é como “um jardim de rosas tão perfumado e repleto de cálices místicos quanto aqueles que o viajante moderno ainda encontra florescendo e enlaçando-se nas ruínas solitárias de Israel e Moabe, deste lado do Jordão e além” (Paulus Cassel).
Concluindo, a bondade e a generosidade do remanescente do povo de Deus num mundo em crise são como um oásis aos solitários corações necessitados! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Alguma vez você já enfrentou situações em que tudo estava bem e, de repente, tudo pareceu desmoronar rapidamente? Como você reagiu?
Como você lida com…
• …crises sociais?
• …crises econômicas/financeiras?
• …crises políticas?
• …crises religiosas?
• …a fome, perdas, mortes e tantas outras coisas desesperadoras?
Você sente angústia? Estresse? Depressão?
Você enfrenta, ou foge?
Onde você busca solução/ajuda?
• …No dinheiro/trabalho?
• …No governo?
• …Em parentes?
• …Em tua experiência, forças ou sabedoria?
Foque tua atenção totalmente neste primeiro capítulo do livro de Rute. Tenha em mente, primeiramente, o contexto desta história. Quando ocorreu? Em uma “era mais pacífica dos dias em que governavam os juízes” (Samuel J. Schultz). Lembrando que, o período dos juízes foram os momentos históricos mais críticos de Israel!
O contexto era de total crise moral, social e espiritual. Consequentemente, Deus cumpriu os regulamentos dos documentos das escrituras da terra em Deuteronômio 27 e 28. Houve fome na terra que manaria leite e mel. Resultado? Outras crises, econômicas/financeiras, políticas, etc.
Com isso, a próspera família de Noemi…
1. Fugiu de Belém para livrar-se da morte;
2. Procurou refúgio em Moabe;
3. Pai e filhos morreram tentando ganhar a vida;
4. Noemi ficou viúva, sobraram apenas as noras;
5. Noemi despediu-se de Moabe e das noras, também viúvas desprovidas de filhos;
6. Noemi recebeu a graça de uma companhia para a viagem de volta: Rute;
7. Noemi voltou amarga para Belém! Perdera tudo: Bens, família, e até a alegria…
Crises e mais crises… Apenas com a graça de uma companhia em meio a tantas crises sufocantes! Você já se sentiu assim?
O livro de Rute tem sido considerado “há muito tempo como uma história maravilhosa que mostra pessoas superando as tragédias da vida mediante a devoção e o caráter forte” (Paul R. House). Antes, porém, da superação, foi necessário reconhecer a fraqueza:
• Fugir de uma situação complexa nem sempre será uma boa solução;
• Procurar refúgio onde Deus não está nunca trará prosperidade, vida, nem bênçãos;
• Intentar salvar-se sem auxílio divino implica cavar a sepultura com as próprias mãos;
• Deixar tudo para trás para recomeçar a vida pode parecer uma ideia atraente, mas será decepcionante.
A única solução real, concreta e viável para situações complexas da vida está em buscar a Deus e esperar nEle!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Nota-se nestes últimos capítulos que, infelizmente, a espiritualidade pura do povo de Deus foi contaminada pelo lixão teológico dos pagãos.
A cultura do Céu instituída por Deus ao Seu povo, revelada em Sua Palavra, fora suplantada pela ideologia reinante da cultura secular. O sincretismo religioso era positivo porque, ainda que misturada com tradições humanas restavam ideias de um Deus verdadeiro.
A igreja nunca precisou de críticos para reformá-la, mas de exemplos positivos para influenciá-la. A frase citada três vezes (17:6; 18:1; 19:1;) no livro, “Naquele tempo, não havia rei em Israel. As pessoas faziam o que bem entendiam”, encerram as últimas palavras de Juízes.
Não havia quem guiasse o povo na lei de Deus. “O pecado humano precisa de governos que imponham a moralidade” (Kenneth A. Mathews).
• Neste último capítulo, o autor demonstra como soluções humanas para o pecado podem trazer maiores problemas; que fazer justiça com as próprias mãos pode resultar em terríveis desgraças; e, o que resta será lamentar o caos perante Deus, O qual não é responsável pela desgraça causada pelo pecado de ninguém (vs. 1-5).
• Sobraram 600 homens e nenhuma mulher da tribo de Benjamim – era o fim dessa tribo; os restantes dos israelitas tiveram pena. Por isso, criaram uma estratégia estranha para lograr que a tribo não fosse extinta de uma vez. A parte positiva é que deu certo! (vs. 6-24).
Analisado Juízes com oração e atenção, nota-se que, “justamente aqueles que Deus Se propõe a usar como Seus instrumentos para uma obra especial, Satanás, empregando seu máximo poder procura transviar” (Ellen G. White). Contudo, “a salvação é o alvo para o qual Deus dirigia e dirige a história. Como Senhor da história, Deus era livre para escolher qualquer pessoa para atuar como libertador” (Mathews).
Salvação? “Sexo, violência, estupro, massacre, brutalidade e fraude não parecem material adequado ao relato da história da salvação”. “Por isso, de certo modo, ficamos chocados sempre que lemos o livro de Juízes, pois deparamos com uma situação caótica” (Eugene Peterson).
Talvez, a maior lição de Juízes seja esta:
NÃO IMPORTA SE HOMEM OU MULHER, SÁBIO OU FORTE, LÍDER OU NÃO… INDEPENDENTE DE JESUS – O JUSTO JUIZ – JAMAIS HAVERIA SOLUÇÃO PARA O PECADO, NEM SALVAÇÃO AO PECADOR!
Assim, poderás reavivar-te estudando Juízes! – Heber Toth Armí.
Quero conhecer tua reação ao dedicar 21 dias meditando no livro de de Juízes. Escreva aqui: