Reavivados por Sua Palavra


JUÍZES 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
24 de maio de 2019, 0:05
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JUÍZES 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
23 de maio de 2019, 0:55
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JUÍZES 12 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ 
23 de maio de 2019, 0:45
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Tem coisas que sem oração não tem solução. A questão é mais séria do que muitos imaginam. Vida sem consagração é cheia de confusão.

Observe:

“O livro de Juízes começa com as tribos israelitas cooperando entre si (Juí. 1:1-3 e 22 – ‘casa de José’ = Efraim e Manassés’). Eles cooperaram liderados por Baraque (Juí. 5:14, 14 e 18) e Gideão (Juí. 7:23-25). Mas o problema entre as tribos cresceram desde a apatia (Juí. 5:15-17) até a contenda (Juí. 8:1-3) e finalmente a guerra (Juí. 12:1-6). Os israelitas se tornaram seus próprios inimigos!” (Roy Gane).

Brigas entre amigos, ou melhor, entre irmãos. A vida longe de Deus é de constante tensão, provocações e confusões. Houve guerra civil no povo de Deus. Nas palavras de Merril F. Unger, “o resultado foi disputa e guerra entre irmãos, morte e amargas e duradouras rixas, tão características de crentes que perderam o senso de unidade do Corpo de Cristo (1Co 12.13; Ef 4.1-6)”.

Jefté não teve a paciência e tolerância de Gideão (Juízes 8); consequentemente, morreram de Efraim, naquele tempo, 42.000 pessoas. Apesar disso, Gane afirma: “A despeito de suas faltas, Jefté foi um homem piedoso e zeloso perante o Senhor”; focando o Novo Testamento, ele atesta: “Levando em conta a época e as circunstâncias de sua vida, Deus registrou Jafté como um herói de fé (Heb. 11:32-34)”.

Após a morte de Jefté – que julgou por 6 anos –, levantaram-se outros juízes para governar a Terra Prometida:

• Ibsã, de Belém, que julgou Israel por 7 anos; porém, pouco se sabe sobre ele (vs. 8-10);

• Elom, de Zebulom, que julgou a Israel por 10 anos e foi sepultado em Aijalom (vs. 11-12);

• Abdom, de Piratom, que teve 40 filhos e 30 netos, que cavalgavam 70 jumentos. Julgou Israel por 8 anos e foi sepultado em terras amalequitas (vs. 13-15).

Juízes vêm, juízes vão; porém, a imoralidade em Israel continuava em ascensão. Isso é consequência da apatia do povo de Deus em relação à consagração.

Atenção:

1. Se for para guerrear, faça-o em prol da verdade;

2. Se for para lutar, que seja contra a imoralidade;

3. Se for para destruir, que seja a perversidade/iniquidade.

4. Se for para promover, que seja o sonho pela eternidade.

Consagremo-nos! Reavivemo-nos! Santifiquemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
23 de maio de 2019, 0:05
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JUÍZES 11 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
22 de maio de 2019, 0:56
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JUÍZES 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
22 de maio de 2019, 0:45
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Um grande homem não depende das circunstâncias, depende da dependência que ele tem de Deus. Ninguém é tão grosseiro, traumatizado e marginal que Deus não possa operar através dele e fazer história que culmina em vitória.

Deus atendeu as necessidades do povo quando este abandonou suas iniquidades, arrependeu dos pecados e buscou a Deus de todo coração. Então, “levantou-se um libertador na pessoa de Jefté, gileadita, o qual fez guerra contra os amonitas, e destruiu eficazmente o seu poderio” (Ellen G. White).

• Nossas angústias podem ser expulsas de nossa vida se tivermos a atitude correta diante de Deus; entretanto, preferimos apegar aos pecados que nos destroem.

Note este alerta de White. “Semelhantes a Israel, muito frequentemente os cristãos se rendem à influência do mundo, e conformam-se a seus princípios e costumes, a fim de obter amizades dos ímpios; mas no fim achar-se-á que tais professos amigos são os mais perigosos adversários”.

Por 18 anos o povo esteve sob a pressão de inimigos que os atormenta por negligência à oração. Se o povo reclama, não clama; se apenas chora, não ora. Entretanto, ao orar e clamar, coisas incríveis acontecem:

• Deus levanta alguém mesmo quando não tem ninguém com o perfil adequado (vs. 1-3);
• Deus mostra o nível de comprometimento de um líder para libertar Seu povo de mãos inimigas (vs. 4-11);
• Deus concede dons, sabedoria e habilidades ao líder para alcançar o sucesso almejado por Ele (vs. 12-40).

Cuidado com pré-julgamentos. Quem parece cristão pode ser ou tornar-se pagão; em contrapartida, quem parece não ter perfil para realizar planos divinos pode tornar-se poderoso instrumento de Deus.

Cuidado com interpretações impróprias. Jefté já foi considerado por intérpretes como assassino sem escrúpulo de sua filha; entretanto, creio pessoalmente ser inadmissível tal conclusão. Jefté conhecia os princípios divinos, estava cheio do Espírito Santo, etc. portanto, sua declaração designava oferecer a Deus um sacrifício e consagrar a Deus à primeira pessoa que lhe saísse ao encontro após obter a vitória dependo de Deus.

A verdade é que seguir a vontade de Deus traz prosperidade. A capacidade humana vinculada ao Espírito Santo alcança alturas inimagináveis. Jefté experimentou isso. Tanto é que ele fez uma promessa caso obtivesse a vitória que talvez pensou que nunca precisaria cumpri-la.

Entendeu? Então, compartilhe! – Heber Toth Armí.



1 SAMUEL 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA
22 de maio de 2019, 0:06
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JUÍZES 11 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
22 de maio de 2019, 0:06
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JUÍZES 10 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
21 de maio de 2019, 0:55
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JUÍZES 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
21 de maio de 2019, 0:45
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Crianças precisam de cuidado, amor e tolerância; os pecadores também. É evidente no livro de Juízes o cuidado, o amor e a tolerância de Deus para com Seus filhos imaturos, rebeldes e ingratos.

Embora seja necessário ter fé, ainda é muito mais fácil admitir o caráter de Deus do que assumir quem realmente somos. É por isso que precisamos ler a Bíblia para aplicá-la bem em nossa vida. Para isso, precisamos interpretá-la bem também!

O capítulo em apreço pode ser esboçado da seguinte forma:

1. Dois novos juízes na lista dos libertadores de Israel: Tola e Jair (vs. 1-5);
2. Os canaanitas influenciam mais os israelitas do que são influenciados (v. 6);
3. Deus não cruza os braços e deixa pecados tomarem conta; pelo contrário, Ele reage à maré do mal que se levanta (vs. 7-9);
4. O povo de Deus sabe encontrar o caminho de volta quando as coisas complicam, a situação aperta ou quanto a vida se torna difícil:
a) Confessa pecados (v. 10);
b) Deus ouve e responde (vs. 11-14);
c) Deus renova compromissos arruinados (vs. 15-16);
d) Tem suas necessidades supridas por Deus (vs. 17-18).

A graça divina invade a desgraça humana. Ao tocar o coração que clama na lama da desgraça, a graça opera a fim de restaurar a situação do pecador arrependido genuinamente.

Contudo, a graça pode ser rejeitada, desprezada; consequentemente, qualquer coisa passa a ocupar o coração. A graça divina encontra limites na rejeição humana. Deus não invade onde a decisão levanta a voz dizendo-lhe: “Aqui não”!

O ser humano é complexo, suas atitudes são difíceis de serem interpretadas e suas emoções difíceis de serem analisadas corretamente. Contudo, Deus nos conhece melhor do que nós mesmos. Baseando-se neste capítulo, Ellen G. White escreveu:

“O povo lamentava porque seus pecados lhes haviam acarretado sofrimento, mas não porque tivessem desonrado a Deus”.

Aplicações:

1. Reavivamento e reforma são necessários, reconhecemos; mas, não os buscamos como de fato, deveríamos buscar.
2. Arrependimento é importante, mas o verdadeiro arrependimento nem sempre é perseguido.
3. Deveríamos aprender a buscar a Deus antes que o sofrimento batesse à nossa porta e roubasse a nossa paz.
4. Deus está sempre disposto a ouvir-nos quando clamamos com sinceridade por perdão dos pecados.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.