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Não existe meio termo: Você serve a Deus ou é escravo do pecado, está avançando rumo ao céu ou, indo diretamente ao inferno.
Samuel era um homem de oração como foi Ana, sua mãe; porém, Saul não. A independência de Deus é a mãe do orgulho, da arrogância; ignorar a oração é não submeter-se a Deus, mas aos próprios caprichos. “A negligência na oração é pecado, não apenas desleixo” (William MacDonald).
Por não orar, Saul deixou despontar traços que fizeram Lúcifer converter-se em Satanás:
1. Quando os filisteus souberam que Jônatas atacou e matou o comandante filisteu, “Saul mandou tocar as trombetas no território inteiro, e a notícia correu por todo o Israel: ‘Saul matou o comandante filisteu. Os filisteus estão agitados e furiosos’. [Então], os filisteus juntaram as forças para atacar Israel”. Os israelitas acovardaram e fugiram aterrorizados (vs. 1-7).
2. Movido por medo, ansiedade e angústia, Saul precipitou-se e, inconvenientemente agiu contrário à clara revelação de Deus (10:8) oferecendo sacrifício que era função apenas de um sacerdote levita (vs. 8-9).
3. Confrontado por Samuel, Saul deu sua justificativa; todavia, por mais verdadeira que fosse a desculpa, não anularia sua falta de respeito para com Deus. Por menor que seja, “o pecado sempre tem uma consequência” (Kay Artur). Com seu pecado Saul selou o fim de seu reinado, o qual começou enfraquecer-se (vs. 10-23).
Saul não fez oração, não arrependeu-se, nem pediu perdão. Cansado de esperar e de depender de Samuel, ele proclamou independência mostrando que o rei devia estar acima de tudo – então, ofereceu holocausto.
• A Bíblia substituída por TV, Jogos, filmes, pornografia, cinema, bailes, festas, barzinhos, boate, vícios, músicas diabólicas, bebidas alcoólicas, etc., faz a vida ruir; tais coisas te arrancam do caminho com destino certo e te levam ao destino mais que duvidoso, desastroso. Assim, nem há necessidade de ser profeta para prever o futuro de alguém.
• “Não importa qual tenha sido nossa experiência, não importa quão elevada seja nossa posição, precisamos orar e vigiar constantemente. Temos de ser diariamente guiados pelo Espírito de Deus, ou havemos de ser dirigidos por Satanás” (Ellen G. White).
• Desrespeitar profetas de Deus significa rejeitar o próprio Deus: Independência é morte!
Quer vitória? Ouça mais aos profetas enviados por Deus! – Heber Toth Armí.
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Deus Se envolve diretamente com Seu povo mesmo quando este está envolvido com decisões, atitudes e comportamentos errados.
Os erros dos filhos de Samuel (Jael e Abias) geraram o erro da liderança de Israel em pedir rei. O erro dos filhos dos líderes espirituais pode influenciar a erros coletivos do povo de Deus, quando não uma reação negativa. Mas, como Pai amoroso, Deus caminha com Seu povo em meio aos seus erros tentando conquistar novamente o coração dos indiferentes.
Sobre Deus guiar Samuel na escolha de um rei para Israel, mesmo sabendo que o desejo de um rei representava a rejeição de Sua regência, Rosalie Haffner Lee faz a seguinte aplicação:
“A mensagem para nós é que, mesmo quando o Seu povo se desvia de Sua vontade, Deus está diretamente envolvido em suas atividades. Ele designa dirigentes para reanimá-los, renovar-lhes as energias espirituais e dirigi-los à Fonte divina de sabedoria e força”.
Não podemos enclausurar Deus em nossos limitados conceitos, pois assim inventaremos um deus inexistente. Lee ainda diz: “A humanidade pode falhar, mas Deus nunca falha. A mão de Deus dirige as atividades de Sua igreja; a compassiva Providência Divina paira sobre os crentes, embora sejam imperfeitos; o amoroso Pai celestial executa bondosamente o Seu infinito propósito para a SALVAÇÃO da humanidade perdida”.
Sobre o capítulo em foco, David Tsumara oferece o seguinte esboço, destacando que Samuel discursa a Israel:
1. “Testemunhem contra mim!” (vs. 1-6);
2. “Olhem ao rei!” (vs. 7-15);
3. “Esperem e olhem!” (vs. 16-17);
4. “Temam ao Senhor e sirvam-Lhe!” (vs. 18-25).
Samuel é líder transparente. Conhecedor da história sagrada e de teologia. Também sabe distinguir maus procedimentos éticos do povo. Fala ao coração e chama o povo à decisão. Seu coração era terno e compassivo, refletia o caráter de Deus…
• Como precisamos de pessoas assim! Carecemos de “Samuéis”…
Samuel não ignora o povo que despreza a Deus. Ele é um exemplo ilustre de intercessor/professor no Antigo Testamento.
• Ao invés de criticar o povo em seus pecados, oxalá eu e você fizéssemos como Samuel: “Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o SENHOR, deixando de orar por vós; antes, vos ensinei o caminho bom e direito” (v. 23).
Eu me disponho! E, você?
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Deus abençoa-nos para que as pessoas vejam que Ele é bom para que O sirvam de coração. Age nos planos puramente humanos para que, quando houver fracasso, ninguém alegue que Ele nada fez. Pelo contrário, qualquer coisa fora de Sua vontade, nem com Sua ajuda dá certo.
Deus ajudou Seu povo na escolha do rei. Ajudou Saul em tudo. Contudo, por mais que Deus faça tudo, sem a decisão de depender dEle, qualquer pessoa estará fadada ao fracasso, à perdição, e, causará grandes e graves problemas, de longo alcance, na vida de muitas pessoas.
Ser habilidoso sem ser piedoso não é suficiente para a realização de um grande propósito celestial no mundo. Deus pode preparar e usar quem quiser, porém, o maior empecilho de continuarmos sendo usados por Deus chama-se ORGULHO.
Veja mais ajudas divinas a Saul. Ele não tem desculpas para dizer que Deus não O ajudou:
• Ao saber da terrível ameaça dos amonitas aos habitantes de Jabes-Gileade, Saul, que continuava incansavelmente trabalhando na fazenda do pai, foi tomado do Espírito de Deus levando-o a incentivar ao povo de Israel a segui-lo juntamente com Samuel na batalhar contra inimigos cruéis (vs. 1-7).
• Milhares aprontaram-se rapidamente para guerrear contra os amonitas; e, movido pelo Espírito Santo, Saul alcançou uma estupenda vitória para Israel (vs. 8-11).
• Consequentemente, Saul foi honrado. Seu governo fora aclamado. Teve uma atitude de perdão aos opositores e, alegrou-se pela vitória (vs. 12-15).
Saul era convertido. Seu coração estava possuído do Espírito Santo. Tornou-se um tremendo instrumento para Deus.
Neste capítulo de sua história pública, “deu Saul prova da mudança que se tinha operado em seu caráter, deu glória a Deus. Em vez de mostrar desejo de vingança, manifestou espírito de compaixão e perdão. Isso é prova inequívoca de que a graça de Deus habita no coração” (Ellen G. White).
Imagine, “se ao menos Saul houvesse mantido o espírito generoso e perdoador evidenciado nessa ocasião! Se ao menos houvesse continuado a reconhecer que a vitória vem do Senhor! Como a história do primeiro rei de Israel poderia ter sido diferente! E quão diferente poderia ter sido também a história dessa nação!” (Rosalie Haffner Lee).
E… quanto à nossa vida, quão diferente seria? Quantos/as…
• Fracassos?
• Decepções?
• Aflições?
“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.
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Vitória ou derrota: Depende de nossa atitude diante de Deus! Deus consagra (v. 1), sanciona (vs. 2-3), acompanha (v. 7), transforma (v. 9), habilita (v. 10) e oferece recursos (v. 26), porém, para vencer, é preciso permanecer dependente dEle.
1. Começar bem é importante, mas terminar bem é muito mais importante. Saul começou bem, foi ungido pelo profeta Samuel, seguiu fielmente cada uma das instruções do profeta, foi cheio do Espírito Santo e teve a vida transformada. Quem dera ele tivesse permitido que Deus continuasse fazendo nele essa obra! (vs. 1-9).
2. Ser cheio do Espírito Santo e possuir o dom de profecia não é sinônimo de perfeição, impecabilidade e infalibilidade. Saul profetizou. Alcançou o posto de profeta, contudo ocultou ao seu tio o fato de ter sido ungido para reinar em Israel (vs. 10-16).
3. Ser escolhido por Deus, apreciado pelo povo, ungido pelo profeta, não anula a vontade de Deus quando esta é contrária à vontade humana. O povo foi devidamente convocado, a cerimônia estava pronta. Mas, cadê o rei? Samuel precisou consultar a Deus sobre o paradeiro de Saul: Escondido no meio da bagagem! (vs. 17-25).
4. Problemas surgem com facilidade quando a vontade divina é desprezada. Após encerrar a coroação e o povo ter gritado “viva o rei”, “Alguns vadios saíram resmungando: ‘Esse daí, um libertador? Vocês devem estar brincando!’. Eles o desprezavam; por isso, não deram honras a Saul. Mas Saul não deu bola para eles”. (vs. 26-27).
5. Problemas incomodam. O problema para enfrentar era grave. Saul era inexperiente/jovem. Começou seu reinado tendo que lidar com grandes desafios. Essa é a vida do líder (v. 27).
Esconder-se das responsabilidades não é uma maneira correta de transmitir confiança aos liderados. Contudo, a insegurança torna o fraco em dependente de Deus. Seria importante para a função designada a nós por Deus, que todos estivéssemos sempre submetidos ao Espírito Santo, como esteve Saul, logo no começo de sua vida pública.
“Não é que Deus não possa preparar o homem, mas o homem não quer humilhar o coração perante Deus, para que Ele, em tempo oportuno, o exalte” (Francis D. Nichol).
Mensagem do capítulo: O sucesso depende de muito esforço pessoal e total dependência de Deus (v. 7). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.