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Aquele que não se entrega a Deus de verdade é porque tem um sério pacto com o pecado. A desgraça da vida está em não aceitar a graça divina.
O rei Saul desprezou a Deus. Sua vida tornou-se vulcão de sentimentos negativos. Perdeu o senso do dever. Desviou o foco administrativo para Davi com intuito de matá-lo. Em várias situações ele quase matou seu genro:
1. Queria que seu filho Jônatas, amigo e cunhado de Davi, o ajudasse a matá-lo (vs. 1-6);
2. Com sua lança tentou cravar Davi na parede de seu palácio (vs. 7-10);
3. Era para tê-lo matado em sua cama, mas os assassinos encontraram um ídolo que estava em seu lugar embaixo das cobertas (vs. 11-17);
4. O refúgio de Davi foi junto a Samuel, o profeta de Deus (vs. 18-24).
A vida não foi fácil para Davi após ter sido ungido por Samuel para ser rei em Israel. Davi só fazia o bem para o rei, mas este estava ávido para matá-lo. As palavras de Jônatas relembram ao pai que Davi era bom para ele – por um tempo Saul se convencera!
Davi era manso, sereno e calmo; tocava harmoniosamente sua harpa para acalmar o estresse, o conflito e a fúria de Saul. Mas, o brilho de Davi ofuscava os olhos do rei. Quanto mais se destacava, mais Saul o odiava.
Deus protege Seus servos de formas impensáveis. Com raiva e ódio à flor da pele, procurando Davi para assassiná-lo, Saul foi tomado pelo Espírito de Deus deixando-o estirado ao chão. Nota-se que, “a graça de Deus estava com Saul, mas a desobediência foi a sua ruína” (Merril F. Unger).
Reflita: O líder político…
• …que tem problemas pessoais deixa de administrar sua nação para criar problemas desnecessários.
• …sem princípios morais é regido por sentimentos baixos que o tornam inimigo dos bons e parceiro dos corruptos.
• …alheio as coisas espirituais – como oração, consagração e submissão a Deus – torna-se a desgraça de uma nação.
• …desfocado de seu dever devido a ter o foco no pecado provoca tragédias, que, se Deus não estivesse agindo, já teria provocado a ruína/destruição de todos.
• …desobediente a Deus é uma desgraça total!
Confiemos em Deus quando os políticos são corruptos! Ele cuida dos fiéis! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Quem ignora viver com Deus, tem raiva de quem anda e é abençoado por Ele. Que outra explicação há para o ódio mortal do rei Saul para com o menino Davi?
Aprofunde-se neste capítulo, note…
• Uma bela amizade que serve de inspiração para todos os amigos: Davi e Jônatas (vs. 1-4);
• Uma inveja demoníaca da parte de um rei para com um menino: Saul e Davi (vs. 5-16);
• Uma vil traição de um sogro para com o noivo de sua filha: Saul, Davi, Merabe e Mical (vs. 17-30).
Jônatas era herdeiro do trono de Saul por ser seu filho. Porém, ele abdicou dessa herança ao oferecer sua capa a seu amigo Davi – nenhum filho de pai depravado está destinado a viver a mesma miséria de caráter e loucura de seu pai.
Saul tentou assassinar Davi de várias formas porque estava possuído de inveja:
1. Duas vezes, o próprio rei quase o matou;
2. Nomeou-o como chefe de 1000 soldados, esperando que, na dianteira, Davi seria atingido e morto;
3. Ofereceu sua filha mais velha, Merabe, a quem conquistasse mais vitórias, esperando que Davi morresse logo;
4. O amor de Mical por Davi fez Saul concordar com o casamento; mas, o dote seria 100 prepúcios de inimigos fariseus – Davi aceitou o desafio, trouxe o dobro: 200 prepúcios!
Davi tornou-se genro de seu inimigo, Saul. E, quanto mais sucesso ele obtinha, mais crescia a raiva e o ódio do sogro para com o genro.
“A psiquiatria sugere que Saul talvez sofresse de uma grave doença mental, como a esquizofrenia, que assim explicaria seu comportamento errático. De modo nenhum isso reduziria a sua responsabilidade, pois a doença de Saul veio como resultado de sua incredulidade ter sido condenada por Deus” (Merril F. Unger).
Reflita:
• Nossos desvios de condutas podem ter explicações científicas/médicas, mas não justificativa perante Deus.
• Nossas loucuras podem ser doenças, mas procedem de nosso afastamento de Deus.
• Inveja, raiva, ódio, ciúmes resultam em atitudes que revelam que a pessoa está sendo regida pelos poderes do inferno.
• “A inveja é filha do orgulho, e, se é entretida no coração, determinará o ódio, e finalmente a vingança e o assassínio” (Ellen G. White).
Convertamo-nos… e contemos com a proteção divina por causa dos invejosos! – Heber Toth Armí.
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Estamos diante de um capítulo apreciado por adultos, e amado pelas crianças/juvenis/jovens. Uma história empolgante!
O duelo de Davi e Golias talvez seja a história mais conhecida do livro de Samuel. Davi era um menino sardento, ruivo e inexperiente, mas grande na fé, seguro de sua confiança em Deus e confiante na vitória contra o gigante experiente guerreiro, forte, que desafiava/provocava seu povo e seu Deus.
• Golias, um gigante de quase 3 metros de altura, cujo capacete de bronze pesava cerca de 60 Kg, só a ponta de sua lança pesava 7,200 Kg e ainda tinha um escudeiro (vs. 1-7);
• A proposta de Golias aterrorizou e desesperou ao povo de Deus sob a regência do rei Saul; 40 dias depois, nesta situação, Davi surgiu no campo de batalha levando comida aos seus irmãos mais velhos, soldados de Israel (vs. 8-13);
• O terror era notório em cada israelita, os filisteus estavam faceiros com Golias e suas provocações. O murmúrio era medonho; então Saul fez uma brilhante proposta a quem lutasse contra o gigante (vs. 24-27);
• Davi foi humilhado por seus irmãos, criticado por sua intromissão e desprezado por suas intenções. Todavia, sem opção, Saul soube de Davi e mandou chamá-lo. Tão rápido quanto a apresentação de Davi foi também a decepção de Saul; contudo, Saul o liberou para o duelo (vs. 28-40);
• No duelo, Golias subestimou Davi, mas os filisteus foram surpreendidos pela rápida derrota de seu herói (vs. 41-58).
Talvez a lição mais impactante deste relato seja: Nunca subestime ninguém que seja dependente de Deus, ainda que seja um menino ingênuo. Além dessa, que outras lições existem para crianças e adultos?
1. Não devemos enfrentar dificuldades da vida sem almejar a preservação da glória de Deus.
2. Não podemos ser arrogantes como Golias, nem ignorantes como Saul, mas dependentes de Deus como Davi – se quisermos vencer.
3. Ao viver totalmente dependente de Deus a vida se torna diferente!
Sem dificuldades não haveria possibilidades de revelar o poder da fé assim como sem lutas não existe vitórias. Diante destas possibilidades, alguns podem recuar e avaliar um problema como insolúvel, porém, para quem depende de Deus é o momento de exercer a fé e revelar o Deus que faz o impossível.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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