Reavivados por Sua Palavra


I SAMUEL 15 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
20 de junho de 2019, 0:45
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Sabemos advogar nossa causa. Criamos mecanismos de defesas para anestesiar até nossas atitudes mais horrendas.

“Alguém já disse que a ‘racionalização’ é uma técnica mental que permite que sejamos injustos com os outros sem que nos sintamos culpados. Gosto dessa definição. No entanto, ela é simplista demais” – expressa Gene Getz. E, continua: “Há algo mais envolvido. A racionalização é uma maneira de nos auto-enganarmos”.

Assim, Gene Getz diz do capítulo em análise:

“Quando Saul foi ungido rei, o Senhor o instruiu a destruir os amalequitas, pois eles haviam atacado impiedosamente os filhos de Israel no deserto. Ele não deveria poupar nada, nem mesmo seus ‘bois e ovelhas, camelos e jumentos’” [v. 3].

“Infelizmente, Saul desobedeceu ao Senhor. Ele reteve ‘o melhor… tudo o que era bom’ (v. 9). O Senhor ficou insatisfeito com aquilo – assim como Samuel. Em meio a sua dor, Samuel foi ver Saul e o confrontou com sua desobediência”.

“Ele racionalizou e colocou a culpa em seus homens. Ele disse a Samuel: ‘Os soldados os trouxeram dos amalequitas; eles pouparam o melhor das ovelhas e dos bois para sacrificarem ao Senhor, o teu Deus’ (v. 15, NVI)”.

Percebeu? – “Teu”, não “meu/nosso” Deus!

Ousadia, atrevimento e insubordinação de Saul a Deus e às Suas orientações tornaram-no inadequado à regência do povo do qual nasceria o Messias – o Filho de Deus encarnado.

Note este esboço feito por Merril F. Unger:

1. Saul é incumbido de exterminar Amaleque (vs. 1-8);
2. Desobediência e rejeição de Saul (vs. 9-31);
3. Destruição de Agague (vs. 32-33);
4. Samuel se afasta de Saul (vs. 34-35).

Convite à reflexão:

• Pecados acabam conosco…

• Afastar culpas usando desculpas – ainda que lógicas, inteligentes e racionais –, não isenta ninguém das consequências fatais de nossos erros.

• Os orgulhosos, quando confrontados por um servo de Deus, inventam várias respostas que não coadunam com sinceridade, arrependimento e confissão, mas com racionalização.

• Coração audacioso/astuto torna a consciência do pecador impenetrável diante da repreensão, deixando o indivíduo perdido, inalcançável pelo perdão divino.

• Por mais excelente/nobre que seja a racionalização (sacrificar ao Senhor), não nos torna obedientes diante de Deus.

• Atitudes impenitentes afastam pecadores do Senhor deixando espaço livre ao tentador.

• Diante do Senhor, não adianta “o jeitinho brasileiro”.

“Senhor, reconheço meus erros. Perdoa-me” – Heber Toth Armí.



1 SAMUEL 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA
20 de junho de 2019, 0:05
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1 SAMUEL 14 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ
19 de junho de 2019, 0:55
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I SAMUEL 14 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
19 de junho de 2019, 0:45
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Quando alguém está cheio de si, age diferentemente de quando está cheio do Espírito Santo. Quem está cheio de si acha que sabe mais que os outros, pensa que pode agir como quiser sem dar satisfação aos servos de Deus. Quem está cheio do Espírito revela as características de Cristo.

Saul já tinha sido humilde, tímido, submisso, cheio do Espírito e profeta; mas, seu orgulho o deformou, descaracterizou e arruinou sua vida logo no início de seu reinado – cerca de um ano após ter sido ungido. Sem consagração diária e constante, ele excluiu Deus de seu coração mesmo sendo rei do povo de Deus.

• O poder pode perverter até pessoas tão humildes como era Saul antes de reinar.

Ler e interpretar corretamente a Bíblia nos ajuda a conhecer a Deus como Ele realmente é e não como muitas pessoas o imaginam, pintam, descrevem e pregam.

Orar diariamente significa relacionar-se com o Deus que pode nos dar vida, recursos e nos fazer prosperar. Mas, proclamar independência de Deus resultará em emprego, família e vida estraçalhados, devido aos terríveis efeitos do pecado.

1. Diferentemente de seu pai, Jônatas confiava mais em Deus, era mais consagrado e cria mais nas promessas divinas. Deste modo, quando o exército de Saul covardemente se escondeu, Jônatas, confiando em Deus a cada passo, saiu com seu escudeiro, enfrentou os filisteus, os venceu… e motivou todos os israelitas a saírem dos esconderijos para vencer aos inimigos (vs. 1-23).

2. Saul rejeitou a presença e a orientação de Deus (vs. 18-19); proferiu uma maldição desnecessária que prejudicou seu exército, dispôs-se a matar seu filho que desconhecia seu voto maluco, mas o povo não permitiu que cometesse tamanha loucura (vs. 24-46); contudo, Deus ajudou Israel mediante a regência de Saul a derrotar vários povos inimigos (vs. 47-48).

3. Saul tinha uma esposa e cinco filhos, uma família estruturada: Presente e bênção de Deus (vs. 49-52).

Neste relato, nota-se que Saul orou, mas não havia realidade espiritual em sua vida. Todavia, Deus abençoa quem não merece ser abençoado. A lição mais importante, talvez, seja Jônatas demonstrando que nem todo filho de pai relapso e instável na fé está destinado a viver a mesma frouxidão espiritual.

Portanto,

• …liberte-se!
• …consagra-te!
• …entregue-se!
• …dedique-se!

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



1 SAMUEL 14 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA
19 de junho de 2019, 0:05
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1 SAMUEL 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ
18 de junho de 2019, 0:55
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I SAMUEL 13 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
18 de junho de 2019, 0:45
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Não existe meio termo: Você serve a Deus ou é escravo do pecado, está avançando rumo ao céu ou, indo diretamente ao inferno.

Samuel era um homem de oração como foi Ana, sua mãe; porém, Saul não. A independência de Deus é a mãe do orgulho, da arrogância; ignorar a oração é não submeter-se a Deus, mas aos próprios caprichos. “A negligência na oração é pecado, não apenas desleixo” (William MacDonald).

Por não orar, Saul deixou despontar traços que fizeram Lúcifer converter-se em Satanás:

1. Quando os filisteus souberam que Jônatas atacou e matou o comandante filisteu, “Saul mandou tocar as trombetas no território inteiro, e a notícia correu por todo o Israel: ‘Saul matou o comandante filisteu. Os filisteus estão agitados e furiosos’. [Então], os filisteus juntaram as forças para atacar Israel”. Os israelitas acovardaram e fugiram aterrorizados (vs. 1-7).

2. Movido por medo, ansiedade e angústia, Saul precipitou-se e, inconvenientemente agiu contrário à clara revelação de Deus (10:8) oferecendo sacrifício que era função apenas de um sacerdote levita (vs. 8-9).

3. Confrontado por Samuel, Saul deu sua justificativa; todavia, por mais verdadeira que fosse a desculpa, não anularia sua falta de respeito para com Deus. Por menor que seja, “o pecado sempre tem uma consequência” (Kay Artur). Com seu pecado Saul selou o fim de seu reinado, o qual começou enfraquecer-se (vs. 10-23).

Saul não fez oração, não arrependeu-se, nem pediu perdão. Cansado de esperar e de depender de Samuel, ele proclamou independência mostrando que o rei devia estar acima de tudo – então, ofereceu holocausto.

• A Bíblia substituída por TV, Jogos, filmes, pornografia, cinema, bailes, festas, barzinhos, boate, vícios, músicas diabólicas, bebidas alcoólicas, etc., faz a vida ruir; tais coisas te arrancam do caminho com destino certo e te levam ao destino mais que duvidoso, desastroso. Assim, nem há necessidade de ser profeta para prever o futuro de alguém.

• “Não importa qual tenha sido nossa experiência, não importa quão elevada seja nossa posição, precisamos orar e vigiar constantemente. Temos de ser diariamente guiados pelo Espírito de Deus, ou havemos de ser dirigidos por Satanás” (Ellen G. White).

• Desrespeitar profetas de Deus significa rejeitar o próprio Deus: Independência é morte!

Quer vitória? Ouça mais aos profetas enviados por Deus! – Heber Toth Armí.



1 SAMUEL 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA
18 de junho de 2019, 0:05
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1 SAMUEL 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ
17 de junho de 2019, 0:55
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1 SAMUEL 12 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
17 de junho de 2019, 0:45
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Deus Se envolve diretamente com Seu povo mesmo quando este está envolvido com decisões, atitudes e comportamentos errados.

Os erros dos filhos de Samuel (Jael e Abias) geraram o erro da liderança de Israel em pedir rei. O erro dos filhos dos líderes espirituais pode influenciar a erros coletivos do povo de Deus, quando não uma reação negativa. Mas, como Pai amoroso, Deus caminha com Seu povo em meio aos seus erros tentando conquistar novamente o coração dos indiferentes.

Sobre Deus guiar Samuel na escolha de um rei para Israel, mesmo sabendo que o desejo de um rei representava a rejeição de Sua regência, Rosalie Haffner Lee faz a seguinte aplicação:

“A mensagem para nós é que, mesmo quando o Seu povo se desvia de Sua vontade, Deus está diretamente envolvido em suas atividades. Ele designa dirigentes para reanimá-los, renovar-lhes as energias espirituais e dirigi-los à Fonte divina de sabedoria e força”.

Não podemos enclausurar Deus em nossos limitados conceitos, pois assim inventaremos um deus inexistente. Lee ainda diz: “A humanidade pode falhar, mas Deus nunca falha. A mão de Deus dirige as atividades de Sua igreja; a compassiva Providência Divina paira sobre os crentes, embora sejam imperfeitos; o amoroso Pai celestial executa bondosamente o Seu infinito propósito para a SALVAÇÃO da humanidade perdida”.

Sobre o capítulo em foco, David Tsumara oferece o seguinte esboço, destacando que Samuel discursa a Israel:

1. “Testemunhem contra mim!” (vs. 1-6);
2. “Olhem ao rei!” (vs. 7-15);
3. “Esperem e olhem!” (vs. 16-17);
4. “Temam ao Senhor e sirvam-Lhe!” (vs. 18-25).

Samuel é líder transparente. Conhecedor da história sagrada e de teologia. Também sabe distinguir maus procedimentos éticos do povo. Fala ao coração e chama o povo à decisão. Seu coração era terno e compassivo, refletia o caráter de Deus…

• Como precisamos de pessoas assim! Carecemos de “Samuéis”…

Samuel não ignora o povo que despreza a Deus. Ele é um exemplo ilustre de intercessor/professor no Antigo Testamento.

• Ao invés de criticar o povo em seus pecados, oxalá eu e você fizéssemos como Samuel: “Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o SENHOR, deixando de orar por vós; antes, vos ensinei o caminho bom e direito” (v. 23).

Eu me disponho! E, você?