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Nossas fraquezas são fortalecidas ao permitirmos que Deus trabalhe em nossa existência. Para Deus as consequências de nossos erros podem ser pedagógicas para ajudar-nos a crescer, amadurecer e desenvolver na fé, na confiança e no relacionamento com Ele.
O foco do rei Saul era incorreto. Como rei ele estava intentando destruir seus súditos. Sendo assim, os verdadeiros inimigos filisteus sentiam-se livres para invadir cidades do povo de Deus (vs. 1, 27).
• Governos focados em alvos errados é uma tremenda decepção, deixam muito a desejar à população!
O foco de Davi era Deus, sua oração consultando-o revela submissão. A busca por orientação sobre se devia defender Queila dos filisteus produziu questionamentos entre seus projetos de soldados. Davi não hesitou orientar-se novamente com Deus. Desta forma, saiu vitorioso (vs. 2-6).
• A oração é o meio de comunicação que aproxima-nos do Deus que conhece cada problema e conhece a solução para todos eles. Portanto, quem ora experimenta indescritíveis vitórias!
Ao tentar capturar Davi na cidade murada, o intento estratégico de Saul falhou. Por quê? Seu alvo era um homem de oração (vs. 7-14).
• “A súplica penetra a ralé dos assuntos da terra e do homem no que mais têm de decadentes e apropria-se da ordem soberana de Deus. É por isso que a chamamos de ‘a oração que faz contrato com Deus’ […]. Provavelmente verdade alguma é tão exigente quanto a oração” (Jack W. Hayford).
Deus nos surpreende fazendo que Jônatas, filho de Saul fizesse aliança com Davi. Inacreditável! Mas nada fez com que o rei Saul desistisse de destruir àquele que fora ungido para reinar em seu lugar. Afastado de Deus, Saul cria que Deus estava do seu lado e que Davi era astutíssimo/espertíssimo (vs. 15-29). A falta de oração e consagração de Saul impediu-o ter visão clara da realidade espiritual.
• Quem não tem experiência com a oração julga os resultados da oração na vida dos outros como esperteza.
Davi aprendeu e estava amadurecendo espiritualmente depois de sua loucura na terra dos filisteus. É necessário que amadureçamos também. “A fim de evitar o desânimo que pode vir quando falhamos em fazer que algo aconteça mediante a oração, devemos procurar crescer nos caminhos divinos” (Hayford).
Ao orar somos revigorados para glorificar a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Quem não lê a Bíblia todos os dias perde as mais sublimes lições a serem aplicadas à vida. Como ser um cristão de fibra sem meditar na Palavra e orar?
1. Davi falhou em não consultar Deus, consequentemente enfrentou situações complicadas. Contudo, por mais complexa e problemática que estivesse sua condição, devido às suas escolhas estúpidas, mesmo fugitivo esperava até saber o que Deus faria com ele (vs. 1-3).
2. Como pecador, falho e refugiado Davi torna-se tolerante com fracos expostos a situações difíceis, endividados e amargurados. Davi os liderou, orientou e os respeitou na caverna de Adulão até um profeta instruir-lhe sobre onde ir. Ele respondeu prontamente (vs. 4-5).
3. Saul, enraivecido, sentia-se traído por todos e ameaçado. Temendo o resultado de sua fúria, Doegue, que vira Davi fugindo, dedurou-o perante o rei zangado, azedo e furioso (vs. 6-10).
4. Saul mandou chamar o sacerdote, pediu explicação, o qual alegou inocência; entretanto de nada ajudou sua sinceridade e inocência; irado, Saul ordenou seus guardas executarem os sacerdotes de Deus; eles se negaram. Então, a mesma foi dada a Doegue; o qual não sendo israelita teve prazer em executar 85 sacerdotes, e aproveitou para matar homens e mulheres, juvenis e bebês, jumentos e ovelhas da cidade de Nobe (vs. 11-19).
5. Davi se culpou pela cruel tragédia instigada por Saul (vs. 20-23).
Saul era frio; Davi era humano. Ambos eram falhos e cheios de defeitos; mas, enquanto Saul desprezava a Deus, Davi esperava nEle. Saul era cruel, Davi amoroso. Saul era indiferente e intolerante; Davi, inclusivo e atencioso.
“Saul: uma chama na tempestade. Saul: um triunfo da melancolia. Sua história é uma história de solidão. Uma bela aventura que se fez amarga […]. Um exemplo de piedade mal direcionada”. Assim, Saul é um ícone dos sentimentos negativos. Ele é um exemplo de alguém “melancólico, triste, arredio, sujeito a acessos de raiva e depressão. De quando em quando cedia a impulsos estranhos” (Elie Wiesel).
Reflita:
• Você é mais parecido com Davi, ou com Saul?
• Como Davi, você aceita as pessoas complicadas, ou é intolerante com os servos do Senhor como Saul?
• Você é paciente e espera em Deus, ou vives tomando decisões independentemente dEle?
Espiritualidade faz total diferença! Conversão muda coração! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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O medo te leva a lugares que você nunca imaginou. Te induz a viver loucamente, como alguém desprovido de inteligência.
Dizem que “de médico e de louco todo mundo tem um pouco”. Provavelmente por isso Sêneca declarou: “Se me apetece rir de um louco, não preciso de ir procurar muito longe; rio de mim mesmo”.
Marcel Proust disse que, “para tornar a realidade suportável, todos temos de cultivar em nós certas pequenas loucuras”. Talvez Davi intentasse essa máxima!
Ao despedir-se de seu amigo Jônatas, Davi fugiu de Saul, que desejava avidamente sua morte sem razão alguma, senão sua inveja. Davi desceu a Node, omitiu informações, comeu pão sagrado, pegou a espada de Golias (vs. 1-9) e, dirigiu-se à Gate, terra de Áquis, habitada por inimigos filisteus (vs. 10-15).
Ali, fugindo com medo de Saul, Davi também teve medo dos filisteus. Davi já era famoso; portanto, foi reconhecido e entrou em pânico. E, buscando a sobrevivência, “fingiu estar louco, batendo com a cabeça na porta da cidade e espumando pela boca, enquanto a saliva corria pela barba”.
Que situação: Aquele que matou o gigante Golias nesse estado de humilhação! Como reagiu Áquis? “Aquis olhou para ele e disse àqueles líderes: ‘Não estão vendo que ele está louco? Por que o deixaram entrar? Já tenho loucos suficientes aqui, e vocês me trazem mais um! Tirem-no daqui!”
O que podemos aprender de tudo isso? Veja estes dois parágrafos apresentados por William MacDonald:
1. “Até mesmo os grandes homens têm pontos fracos. Davi não foi exceção. Esse capítulo triste registra as mentiras do fugitivo junto ao tabernáculo em Node (v. 1-9) e sua loucura fingida perante os filisteus (v. 10-15)”.
2. “Em meio a essa provação, porém, Davi aprendeu algumas lições importantes. Antes de passar ao capítulo seguinte de I Samuel, leia o salmo 34, escrito nessa época, e que nos permite entender melhor certos aspectos do caráter de Davi. Graças a sua resiliência admirável, mesmo quando errava, Davi crescia no conhecimento de Deus”.
Precisamos aprender a extrair lições de nossas loucuras. Pois, A MAIOR E PIOR DAS LOUCURAS É NÃO APRENDER NADA COM NOSSOS ERROS!
Martin Luther King alertou: “Temos de aprender a viver todos como irmãos ou morreremos todos como loucos”.
Sejamos sábios! – Heber Toth Armí.
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Baseando-se neste capítulo, Rosalie Haffner Lee sugere qualidades a serem consideradas na escolha de verdadeiros amigos:
1. Semelhança de gostos e interesses: Para andar juntas, duas pessoas precisam estar de acordo – assim como Davi e Jônatas.
2. Alguém que é sensível e bondoso: Embora em algumas pessoas se encontrem tais qualidades como força, coragem e persistência, em todo amigo verdadeiro deve haver uma fusão dessas qualidades com outras mais brandas, como delicadeza e simpatia – como na amizade de Davi e Jônatas.
3. Deve haver afeição: Jônatas estava disposto a renunciar à sucessão do trono de seu pai; seu desejo era ser leal ao amigo.
4. Deve haver aproximação de valores espirituais: Jônatas conhecia os caminhos de Deus do mesmo modo que Davi. Quando os dois amigos estavam prestes a separar-se, Jônatas foi confortado com o pensamento de que o Senhor dirigiria os acontecimentos de acordo com Sua vontade, e preservaria a amizade deles.
Sobre esse episódio na vida de Davi, quando corria risco de morte, Ellen G. White observou: “A amizade de Jônatas por Davi era também da providência de Deus, a fim de preservar a vida do futuro governante de Israel”.
Amigos são importantes para avançarmos neste mundo de tristezas. Um provérbio sueco reza: “A amizade dobra nossa alegria e divide a tristeza ao meio”. William Shakespeare declarou: “Depois de algum tempo você aprende que as verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida”.
Por causa dos satânicos objetivos do tentador, cumprir planos divinos é desafiador. Inimigos como Saul podem surgir de onde nem imaginamos. Cumprir os propósitos de Deus faz as hostes demoníacas se levantarem para criar estratégias intentando interrompê-los.
Diante desta realidade, “se desejamos uma vida além da mera existência biológica, é necessário interagir com Deus. Não há outra alternativa” – diz teólogo Eugene Peterson.
• Nossa amizade com Deus deve estar acima de qualquer amizade;
• Os amigos mais caros, nobres e importantes são aqueles presenteados por Deus;
• Os melhores amigos são aqueles que te apoiam e te ajudam a viver os planos divinos.
Assim, carecemos de boas amizades nos dias atuais. Por isso, precisamos ser bons amigos.
Faça sólidas amizades! – Heber Toth Armí.