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Comentário Devocional
Tendo desafiado a aparente inatividade de Deus e ouvido a resposta divina, Habacuque responde com uma oração. A petição é encontrada no versículo 2, onde o profeta expressa sua devoção a Deus e depois suplica por uma renovação. Em seguida, ele expressa sua confiança no Senhor por meio de um salmo de louvor. Ele recheia o seu louvor com lembranças da liderança de Deus junto ao Seu povo no passado. Este é um método poético frequentemente usado pelos profetas e poetas da Bíblia.
A mensagem de Habacuque é para os nossos tempos. Ele formula perguntas que muitos se fazem hoje: Por que Deus não age? Como pode um Deus justo permitir que tais coisas terríveis aconteçam? A garantia de Deus de que Ele está no controle é tão verdadeira hoje como era no tempo de Habacuque.
Somos rodeados por atos de maldade e nos perguntamos: “Até quando, Senhor…?” (v 2, NVI) Que esta oração de Habacuque seja a nossa oração. Ao nos lembrarmos de como Deus guiou o seu povo e nos tem conduzido em nossas vidas individuais, isto nos dará força para confiar nEle nos tempos difíceis também. E como Habacuque respondamos por meio do louvor, confirmando a nossa fé no Deus que nunca falha.
Audrey Andersson
Secretária Executiva da Divisão Trans Europeia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hab/3 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1152
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/09/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Habacuque 3 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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HABACUQUE 3 – Ao olhar à política, educação, saúde, economia, sociedade e até à religião, poderás ter grandes decepções, tristezas e angústias; porém, quando se olha além do horizonte e, pela fé, é possível contemplar ao Soberano Deus, que tem a história nas mãos. Tal visão alegra o coração em meio à corrupção.
Ainda que o mundo esteja em estado de calamidade pública total devido a tanta corrupção e imoralidade, é possível enxergar luz no fim do túnel: A glória divina.
Habacuque deixa, segundo Isaltino Filho, as seguintes aplicações:
• Uma lição estarrecedora: O povo de Deus não está isento do julgamento.
• Uma lição gloriosa: A história não está descontrolada, Deus deu-lhe destino.
• Uma lição moral: Os violentos e maldosos colherão o que plantaram.
• Uma lição espiritual: O justo viverá pela fé, não pelas circunstâncias.
• Uma lição final: Há alegria em viver pela fé.
Além dessas, o último capítulo do livro do profeta Habacuque revela-nos alguns princípios essenciais para nossa espiritualidade. Grave-as no coração:
1. O crente fiel, que confia plenamente em Deus, não reclama da situação, mas clama a Deus para agir em favor de Seu amado povo (vs. 1-2).
2. O servo de Deus não faz greve ou critica pessoas erradas, Ele ora a Deus e recorda Seus cuidados especiais (vs. 3-15).
3. O indivíduo que se submete a Deus não se vinga do inimigo, espera pela vingança divina: a justiça de céu não falha (v. 16).
4. O filho de Deus se dispõe a confiar totalmente nEle, a despeito do que os olhos carnais veem, pois a fé enxerga mais longe (vs. 17-19).
Quando contemplamos situações específicas, pode ser que não entenderemos Deus; porém, quando Ele nos desvenda os olhos, veremos as maravilhas de Suas ações; então, como Habacuque, exclamaremos:
“Mesmo que não haja figos na figueira, e as uvas da videira não amadureçam; mesmo que não se colham azeitonas, e os campos de trigo não produzam; mesmo que os apriscos estejam sem ovelhas e as estrebarias sem gado, desde já cantem louvor jubilante ao Eterno. Pulando de alegria diante de Deus, meu Salvador. Por saber que o governo do Eterno será vencedor, sinto-me fortalecido e encorajado…” (vs. 17-19).
Unamo-nos em Oração: “Aviva a tua obra, ó Senhor! Dá-nos urgentemente o reavivamento prometido!” – Heber Toth Armí.
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2031 palavras
1 faze-nos deuses. “Deuses”, nesta passagem devia ser traduzido como “um deus”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 716.
que vão adiante de nós. Cansados de esperar no Sinai e desejosos de continuar a jornada rumo à terra prometida, os israelitas exigiam ser liderados por um deus visível, que lhes inspirasse confiança e coragem (ver 1Sm 4:3-8). Teria sido bom se tivessem usado esse tempo de espera para meditar na lei de Deus e assim preparado o coração para receber nmais revelações dEle. Se tivessem feito isso, seriam capazes de resistir a essa tentação. Em grande medida, o espírito de apostasia foi gerado pelo “misto de gente” que se uniu aos israelitas para escapar das pragas do Egito. Essas pessoas foram um constante estorvo e uma armadilha para Israel (Êx 12:38; Nm 11:4). Podem ser comparados aos “homens maus” de Atos 17:5. CBASD, vol. 1, p. 716, 717.
2 tirai. Alarmado pela loucura desenfreada do povo e por sua atitude ameaçadora, ao mesmo tempo temendo por sua própria segurança, Arão se rendeu às exigências damultidão, em vez de defender a honra de Deus com toda nobreza e valor (ver Êx 23:2). Na esperança de que se recusassem a entregar suas apreciadas posses, ordenou que reunissem “argolas de ouro” e lhe trouxessem. ele, porém, estava equivocado. Após ter dado o primeiro passo, não pôde voltar atrás. CBASD, vol. 1, p. 717.
5 apregoou. Sentindo a aprovação popular, Arão se envolveu ainda mais com essa apostasia ao anunciar uma “festa”, a qual devia ser ao Senhor. Esse espírito de condescendência, o esforço para harmonizar o culto ao Senhor com o culto aos ídolos, não foi manifestado por Israel apenas nesse caso; também iria motivar grande parte da idolatria que acometeria Israel no futuro (1Rs 12:26-33; 2Rs 17:32, 33; Zc 1:5). CBASD, vol. 1, p. 717.
5 Um bom exemplo de mistura de verdade com erro. Celebrar uma festa ao Senhor diante do bezerro de ouro não iria validar a ação errada (Andrews Study Bible).
6 madrugaram. O povo estava tão entusiasmado e cheio de fervor com sua nova religião que se levantou bem cedo para começar o culto. CBASD, vol. 1, p. 717.
assentou-se para comer e beber.Em geral, eram queimadas apenas algumas porções dos sacrifícios. O restante era comido pelos ofertantes. CBASD, vol. 1, p. 717.
divertir-se. Este aspecto da celebração se assemelha a outras festas religiosas que frequentemente incluiam danças ruidosas e interações sexuais. O verso 25 também sugere celebrações descontroladas (Andrews Study Bible).
levantou-se para divertir-se (ARA; NVI: levantou-se para se entregar à farra). Esta diversão foi sensual. As festas religiosas pagãs terminavam em orgias (Nm 25:1-9; 1Co 10:7, 8). Este episódio ilustra a luta constante da natureza humana entre a carne e o Espírito (Rm 7:23; 8:1-13). Desde o momento em que deixaram o Egito, os israelitas tinham levado uma vida espiritual de dependência do Deus invisível e repousado sob Sua proteção. Contudo, com o tempo, quando ficaram sem a influência do exemplo e da direçã ode Moisés, o mal prevaleceu. Eles se voltaram à idolatria e à licenciosidade que estava ligada ao culto pagão. O prazer sensual se passava por religião (2Tm 3:4, 5). Tal religião é tão agradável às multidões hoje quanto nos dias de Israel. CBASD, vol. 1, p. 717.
Paulo cita essa expressão como um exemplo vívido da tendência de Israel em direção à idolatria (v. 1Co 10.7). O verbo hebraico traduzido por “entregar-se à farra” muitas vezes tem conotações sexuais (v., e.g., “acariciando”, Gn 26.8). Bíblia de Estudo NVI Vida.
11 Moisés suplicou. O primeiro argumento de Moisés foi que Deus não podia fazer aquilo [destruir todo o povo] pelo bem de Seu próprio nome. … As acusações dos egípcios de que, em vez de levar o povo ao deserto para oferecer sacrifícios (Êx 5:1-3), Ele os tinha levado para serem sacrificados (10:20) se provariam verdadeiras. O segundo argumento de Moisés foi evitar o triunfo dos pagãos sobre Israel…. O terceiro argumento foi fazer com que Deus Se lembrasse das promessas a Abraão, Isaque e Jacó [citações omitidas]. Até, então, essas promessas tinham sido cumpridas apenas em parte e certamente Deus não falharia em cumprir Sua palavra. CBASD, vol. 1, p. 718.
13 Lembra-Te. Não era Moisés que tinha de suscitar a misericórdia de Deus (14), mas sim, o próprio Deus que, graciosamente, dera a Moisés a oportunidade de tomar parte na bem aventurada obra da intercessão, em condições ideais, nas quais não estava irado e fora de si (Bíblia Shedd).
14 Então, Se arrependeu o Senhor. Uma tentativa débil de expresar a vontade divina em linguagem humana. Na verdade, Deus não pode mudar de propósito, pois conhece o fim desde o princípio (1Sm 15:29; Is 46:9, 10; 55:11). No entanto, quando pecadores abandonam o pecado e se voltam para Ele, quando Seus filhos suplicam por misericórdia e perdão, Ele não se “arrepende”. ele muda da ira para a misericórdia, do juízo para o perdão (Sl 106:44, 45; Jr 18:5-10; 26:3; Jl 2:12-14; Jn 3:9, 10; 4:2). CBASD, vol. 1, p. 718.
19 Logo que se aproximou. As cerimônias religiosas da maioria das nações da Antiguidade incluíam danças. Entre os hebreus eram algumas vezes solenes e dignas, como as de Davi (2Sm 6:14), outras vezes festivas e alegres (ver com. de Êx 15:20). Porém, entre os pagãos, e principalmente entre as nações orientais, tais danças tinham um caráter lascivo. Os dançarinos egípcios eram profissionais do tipo mais degradante, e sua dança era sensual e indecente. Na Síria, Ásia Menor e babilônia, a dança era uma orgia selvagem. Era a esse tipo de dança que os israelitas tinham se entregado, fato que explica a grande ira de Moisés. Era idolatria do pior tipo. Não é estranho que tenha jogado as duas tábuas de forma violenta ao chão e as quebrado. Com esse ato indicava que como haviam quebrado sua aliança com Deus, Ele havia quebrado Sua aliança com eles (Dt 9:17; PP, 320). CBASD, vol. 1, p. 718.
20 A destruição do bezerro de ouro é completa (queimado, triturado, diluído em água) e é similar à destruição de uma divindade como citado em um texto canaanita (Andrews Study Bible).
queimou-o. Talvez o bezerro tenha sido de madeira folheada a ouro. (Bíblia de Genebra).
24 Saiu este bezerro. Era uma desculpa ridícula, como se o bezerro tivesse fabricado a si mesmo. Mas, pelo contrário, no mundo espiritual, quem dá ouvidos às dúvidas, às tentações e às forças que destroem sua consciência, verá, com espanto, que seu pecado, pesado e bem forjado, já se tornou uma realidade concreta em sua vida (Bíblia Shedd).
Para justificar ainda mais sua conduta, Arão insinuou que um milagre tinha ocorrido, que um poder sobrenatural tinha convertido o ouro lançado no fogo naquele bezerro. … Arão teria sido destruído pelo pecado, se não fosse a fervorosa intercessão de Moisés em seu favor (Dt 9:20). Devido à sua posição de líder na ausência de Moisés, a iniquidade de Arão era tanto mais condenável. Àquele a quem muito foi dado, muito será exigido (Lc 12:48). CBASD, vol. 1, p. 719.
25 estava desenfreado. Isto é, o povo dava rédeas soltas às paixões desenfreadas. Todo freio moral tinha sido abandonado, os israelitas estavam praticamente amotinados, tendo chegado a um frenesi total. Tinham se tornado uma turba incontrolável. Arão foi responsável pela orgia, pois ele tinha feito o bezerro e proclamado a festa. CBASD, vol. 1, p. 719.
26 entrada. Termo equivalente a “porta”, que era o lugar do juízo na cultura israelita (Andrews Study Bible).
pôs-se em pé. Incapaz de deter o vil espetáculo e, percebendo que algo devia ser feito, Moisés pôs-se em pé “à entrada do arraial” e reuniu a todos que quisessem se unir a ele para aquietar o tumulto. Na guerra entre o bem e o mal, não há campo neutro. Ou se está do lado de Deus ou do lado de Satanás. … A determinação se revela na capacidade de resistir à influência da multidão. É preciso coragem para ser diferente (ver Dn 3:14-18). Sozinhos entre seus irmãos, os “filhos de Levi” se colocaram ao lado do Senhor. Eles não participaram do culto idólatra. CBASD, vol. 1, p. 719.
Todos os levitas. Generalização, pois Dt 33.9 subentende que alguns dos levitas também foram mortos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
27 cada um cinja a espada. Os levitas deviam matar à espada todos os que ainda persistissem em tomar parte dos ritos licenciosos, ignorando laços de família ou de amizade (Dt 33:8, 9; Ez 9:6). Necessitava-se de ação resoluta para pacificar a rebelião. … O lugar da festa se tornou lugar de mortandade. A execução sumária dos que tinham levado o povo à idolatria era necessária para mostrar às nações vizinhas o ódio com que Deus considerava o culto pagão. O Senhor tinha que mostrar a Seu próprio povo que tamanha iniquidade não seria tolerada. Se Deus deixasse a ofensa sem punição severa, no futuro os judeus teriam cedido mais facilmente às tentações da idolatria. Como o amoroso protetor de Israel, Deus removeu do meio deles os que estavam determinados a seguir em sua conduta à ruína. Algumas vezes, em Sua misericórdia Deus permite que alguns pereçam a fim de salvar a muitos. Além disso, se o pecado tivesse persistido, Deus não poderia ter continuado a protegê-los, e teriam caído, indefesos diante de seus inimigos. CBASD, vol. 1, p. 719, 720.
28 Fizeram os levitas conforme Moisés ordenou. Seu zelo pelo Senhor é posteriormente repetido pelo neto de Arão, Finéias, o que resultou numa aliança perpétua do sacerdócio (v. Nm 25.7-13). Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 consagrai-vos. Moisés pronuncia o favor dos Céus sobre os levitas que haviam se unido a ele para punir os idólatras. A palavra heb. para “consagração” tem a ideia de ser ordenado para um serviço sagrado. Nesse caso, indica também a “bênção” especial que Deus tinha guardado aos levitas: a honra de serem escolhidos para servir no santuário (Nm 3:5-9; 18:1-7; Dt 10:8). CBASD, vol. 1, p. 720.
30 No dia seguinte disse Moisés ao povo. Isto sugere que o povo tinha por fim percebido sua grande culpa e estava aterrorizado, imaginando que todos os culpados seriam mortos. O amor e a misericórdia de Moisés para com o povo o levaram a interceder por ele novamente. Eis uma importante lição sobre a qual os ministros do evangelho deveriam refletir. Como pastores do rebanho, devem amar suas ovelhas e conduzi-las para mais perto de Deus, porém, não devem falhar em mostrar ao povo as suas transgressões (Is 58:1). Ao mesmo tempo, devem rogar a Deus pelo perdão do pecado por meio da misericórdia de Cristo. CBASD, vol. 1, p. 720.
32 risca-me. O amor de Moisés por seus irmãos pecadores era tão grande que, se não pudesse evitar a destruição deles, não queria vê-la (Nm 11:15). Ele estava disposto a não estar entre os “inscritos para a vida” (ver Is 4:3). CBASD, vol. 1, p. 720.
Moisés se identificou de tal maneira com o povo que Deus havia confiado aos seus cuidados pastorais, que se tornou semelhante a Cristo (Hb 2.17; Jo 15.12-15; Sl 77.20) (Bíblia Shedd).
do livro que escreveste. Isto se refere ao “livro da vida”, no qual estão registrados os nomes de todos que professam ser filhos de Deus (Sl 69:28; Dn 12:1; Fp 4:3; Ap 3:5; 13:8; 17:8; 20:12, 15; 21:27). Aqueles que se afastam de Deus e os que devido à sua indisposição para abandonar o pecado se tornam endurecidos para a influência do Espírito Santo (Gn 6:3; Ef 4:30; Hb 10:29; 1Ts 5:19) terão seus nomes riscados do livro da vida e serão destruídos. CBASD, vol. 1, p. 720.
33 Riscarei do Meu livro todo aquele que pecar. A Bíblia ensina que todos devem carregar seu próprio castigo (Dt 24:16; 2Rs 14:6; Sl 49:7, 8; Jr 31:29, 30; Ez 18:20). Há apenas uma expiação aceita pela Palavra de Deus como substitutiva, a expiação de Jesus Cristo, que, não tendo pecado, foi punido pelos pecados de outros (Js 53:5, 6; Jo 1:29; 1Co 15:3; Hb 9:28; 1Pe 2:24). Ao interceder por Israel, Moisés tipificou a intercessão de Cristo pelo pecadores. Contudo, ele não podia, como fez nosso Senhor, carregar a culpa dos transgressores. CBASD, vol. 1, p. 720, 721.
34 Agora vá, guie o povo. Foi assim que Moisés recebeu a garantia de que o Senhor continuaria sua aliança com o Israel obstinado e cumpriria a sua promessa a respeito da terra. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35 feriu, pois, o Senhor. Após a morte de três mil (v. 28) houve uma praga no acampamento. Até mesmo isso foi uma evidência da misericórdia divina para enfatizar o perigo de ceder ao pecado. Embora Deus estivesse disposto a perdoar, se o perdão fosse obtido com facilidade, eles seriam mais ousados para pecar novamente. … No trato de Deus com o ser humano, devemos estudar e refletir a fim de entender o propósito divino e aprender as lições que Ele deseja nos ensinar. É assim que Ele opera para desenvolver e fortalecer o caráter. CBASD, vol. 1, p. 721.
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Comentário Devocional
Embora possa haver um atraso, os propósitos de Deus certamente se cumprirão. Ao abrir as cortinas e mostrar ao Seu povo como Ele está trabalhando nos bastidores, Deus convida o Seu povo a confiar nEle, a esperar com paciência e a viver pela fé. Não importa o quanto o mal predomina sobre a terra, não importa o quanto as coisas possam aparecer sem esperança aos olhos humanos, Deus sempre tem um remanescente que seguirá a Sua pura vontade.
Cada grupo de três lamentos termina com uma significativa declaração.
Os versos 14-16 confirmam que, embora Babilônia possa parecer invencível, cheia de glórias mundanas, impondo, por um tempo, seu domínio de violência e terror, será completamente destruída na plenitude do tempo de Deus. A glória de Deus encherá a terra e Babilônia e tudo o que ela representa serão apenas uma vaga lembrança.
Logo, o Senhor voltará para julgar o mundo, e todos aqueles que a Ele se opuseram nada terão a dizer, em vista de Seu poder (v. 20). A justiça de Deus encherá a terra e a fé do remanescente que confiou nEle será recompensada. Amém.
Audrey Andersson
Secretária Executiva da Divisão Trans Europeia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hab/2 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1151
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/08/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Habacuque 2 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
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Comentário Devocional
O livro de Habacuque é único porque mais do que um livro de profecias, ele registra um diálogo entre o profeta e Deus. Habacuque está tentando entender o que ele vê e Deus responde ao seu sofrimento. No entanto, isto não deve ser considerado apenas como um diário pessoal. Habacuque verbaliza as preocupações das pessoas piedosas de Judá que estão tentando compreender e conciliar o que elas veem acontecendo ao seu redor com o seu conhecimento de Deus como o Soberano que está no controle de todas as coisas.
Nos versos 2-4 Habacuque expressa indignação com a violência e a injustiça existente ao seu redor em Judá. Ele não está falando sobre as nações vizinhas, mas acerca do que ele vê entre o povo de Deus, onde estas coisas não deveriam acontecer.
Ao nos aproximarmos do fim da história da Terra, as perguntas feitas por Habacuque são semelhantes às que nos fazemos hoje. À semelhança do profeta, temos orado a Deus para que Ele intervenha e ponha fim à dor, ao sofrimento e ao mal que nos sobrevêm de todos os lados.
Da mesma forma que Deus não estava indiferente ou inativo na época de Habacuque, Ele não está indiferente ou passivo hoje. Depositemos nEle toda a nossa confiança.
Audrey Andersson
Secretária Executiva da Divisão Trans Europeia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hab/1 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1150
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/07/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Habacuque 1 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
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Comentário Devocional
Embora as palavras de Naum trouxessem esperança a Israel, elas não foram bem recebidas pelos assírios como as de Jonas. Este obteve mais êxito em levar, em sua época, Nínive ao arrependimento e reforma, adiando assim a condenação deles por um tempo. Os assírios, no entanto, retornaram aos seus hábitos de pecado e crueldade e agora receberam uma mensagem de condenação apresentada pelo profeta Naum.
Várias lições espirituais se destacam neste livro profético:
1. Deus controla o seu universo; nações são comissionadas a serem ministros Seus realizando os Seus desígnios.
2. Deus graciosamente concede liberdade a todas as pessoas para que cooperem com a Seus santos princípios e vivam uma vida correta.
3 A maldade colhe o que plantou; a justiça prevalece ao final.
4. Deus nos surpreende com Suas “reversões sagradas” – num mundo onde os erros parecem tão corretos, Ele retorna as coisas como elas deveriam ser.
Durante os dias mais sombrios, muitas vezes o Senhor tranquiliza Seu povo através da voz de um profeta pouco conhecido. A mensagem pode ser curta, direta e falar de mudanças aparentemente impossíveis, mas é a verdade e renova a esperança.
Considere o que o Senhor fez em 1884 em favor de um grupo de cristãos desapontados, através da fraca voz de uma adolescente.
Gary Councell
Capelão aposentado
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/nah/3 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1149
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/06/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Naum 3 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
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Comentário Devocional
Como os orgulhosos governantes de Nínive Senaqueribe e Assurbanipal, um grande número de líderes arrogantes afirmaram que seus reinos durariam para sempre. Nabucodonosor fez para si mesmo uma estátua inteiramente coberta de ouro (Dan 3:1), proclamando que seu reino não teria fim. Hitler declarou que seu Terceiro Reich duraria mil anos, mas este durou apenas mil dias, e trouxe enorme sofrimento e inúmeras morte para o mundo. Khrushchev prometeu “enterrar o Cristianismo”, mas em vez disso foi enterrado em uma cova bastante comum.
As profecias de Naum sobre a destruição de Nínive e do poder assírio tem também uma aplicação secundária, descrevendo o fim de todos os reinos da terra, cidades e riqueza. Eles vão ficar devastados, destruídos, desolados (Naum 2:10) durante o período de mil anos após a Segunda Vinda de Cristo.
É surpreendente como os homens confiam em alianças, poder militar e riqueza para a segurança! No entanto, em tudo isso, eles exibem uma sensação de insegurança e erguem torres de Babel para se protegerem, ignorando Aquele que lhes deu a inteligência e a força para realizar grandes coisas (Deut 8:11-20).
Quando os homens confiam em conquistas, falsos deuses, governos, força militar, riquezas ou tecnologia a fim de alcançarem “paz e segurança”, ao invés de buscarem ao Senhor, para eles vem a advertência: “…a destruição virá sobre eles de repente, … ; e de modo nenhum escaparão” (I Tes 5: 3 NVI).
Gary Councell
Capelão aposentado
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/nah/2 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1148
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/05/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Naum 2 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
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Comentário Devocional
Naum reafirma que Deus é o poder acima de todos os poderes; Aquele que mantém o controle dos acontecimentos mundiais e governos. Quando os “os reis da terra tomam posição e os governantes conspiram unidos contra o Senhor e contra o Seu ungido … Do seu trono nos céus o Senhor põe-se a rir e caçoa deles.”(Salmo 2:2-4 NVI).
Apesar do poder assírio controlar grande parte do mundo bíblico no século VII aC, os cruéis abusos e a rejeição das advertências proféticas rapidamente encheram sua taça de iniquidade e trouxe a eles o juízo. As bênçãos da liderança vêm com responsabilidades de usar a autoridade e o poder a fim de garantir direitos humanos básicos para o bem de todos.
O profeta desconhecido, Naum, lembra os assírios que Deus atenta para as ações das nações. Se as oportunidades de serviço à humanidade são desperdiçadas, então tenha cuidado! A ira divina é lenta, mas os juízos infinitos certamente irão prevalecer.
Por fim, Deus não somente livrará Seu povo da opressão, mas colocará um fim ao mal para sempre; este nunca se levantará novamente. Mesmo ao passar por injustiças e perseguições, o povo de Deus pode colocar a sua confiança em Sua bondade, porque Ele é “um refúgio em tempos de angústia” (Naum 1:7 NVI).
Gary Councell
Capelão aposentado
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/nah/1 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1147
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/04/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Naum 1 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
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