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2-14 a proclamação do evangelho é como um convite a uma festa maravilhosa. Ainda assim há pessoas que o rejeitam. Bíblia Shedd.
5 negócio. Do gr. emporia, “comércio”, “negócio” ou “mercanciar”; de emporos, “negociar”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 510.
6 e mataram. Nas perseguições que os judeus promoveram contar a igreja cristã primitiva, Estêvão foi o primeiro a morrer (ver At 6:9-15; 7:54-60). Tiago, o primeiro dos doze a ser martirizado, também foi vítima da inimizade dos líderes judeus. CBASD, vol. 5, p. 510.
7 incendiou a cidade. Sem dúvida, uma alusão à queda de Jerusalém pelas legiões de Roma, em 70 d.C. (ver Mt 24:15; Lc 21:20; p. 64). CBASD, vol. 5, p. 510.
9. Ide, pois. Este é o terceiro chamado da parábola; de modo bem evidente representa o convite de misericórdia aos gentios. CBASD, vol. 5, p. 510.
11 não estava usando veste nupcial. Acredita-se que talvez fosse um costume o anfitrião fornecer aos convidados as roupas apropriadas à festa. Nesse banquete em especial, teria sido necessário, pois os hóspedes eram trazidos diretamente da rua (v. 9, 10). Por isso, o homem que não quis usar a veste nupcial que o anfitrião lhe pusera à disposição desprezava a generosidade deste. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A veste nupcial representa “a justiça de Cristo” (PJ, 310). Portanto, a rejeição da veste representa a rejeição daqueles traços de caráter que qualificam as pessoas a se tornarem filhos e filhas de Deus. Como os convidados da parábola, não temos nada adequado para usar. Somos aceitáveis na presença do grande Deus somente se nos vestirmos da perfeita justiça de Jesus Cristo, pela virtude de Seus méritos. Estas são as vestes brancas que os cristãos são aconselhados a “comprar” (ver Ap 3:18; cf Mt 19:8). O homem sem a veste nupcial representa os professos cristãos que não sentem necessidade de uma transformação no caráter. CBASD, vol. 5, p. 510.
13 lançai-o para fora. O homem, na parábola, estava apto a entrar no salão do banquete apenas pelo convite do rei, mas só ele era responsável por permanecer ali. CBASD, vol. 5, p. 511.
nas trevas. Ver Mt 8:12; 25:30. Esta é a escuridão do esquecimento, da separação eterna de Deus, do aniquilamento. Na parábola, as trevas eram o que havia de mais palpável em contraste com a luz brilhante da câmara festiva. CBASD, vol. 5, p. 511.
16-17 Os herodianos eram judeus que apoiavam o governo romano de Herodes, em contraste com os fariseus, que eram nacionalistas, desejando independência dos romanos. Aqui, os dois grupos trabalharam em conjunto para enredar Jesus, desacreditá-Lo e, talvez, acusá-Lo de traição. Se Ele tivesse dito “sim” à questão se era lícito pagar tributos a César, então os fariseus O denunciariam como um judeu desleal; se Ele tivesse dito “não”, os herodianos O acusariam de incitamento a rebelião e traição e pediriam Sua execução. Andrews Study Bible.
16. discípulos. Os “discípulos” dos fariseus eram homens mais jovens, aos quais os líderes esperavam que Cristo não reconhecesse. CBASD, vol. 5, p. 511.
sabemos. Sua falsa honestidade era, de fato, uma tentativa de engano. Por meio da lisonja, esperavam distraí-Lo de sua vigilância. CBASD, vol. 5, p. 512.
17 tributo. Provavelmente era o imposto per capita romano, cobrado em todos os territórios sob a jurisdição de Roma. O pagamento do tributo era particularmente irritante para os judeus, não por ser um fardo excessivo, mas porque era símbolo de submissão a um poder estrangeiro e um lembrete amargo de sua liberdade perdida. A questão politicamente explosiva que confrontou Jesus envolvia o problema: “Devemos nos submeter a Roma ou lutar por nossa independência?”. CBASD, vol. 5, p. 511.
21. Dai. Ou “devolva”. O dinheiro do imposto (ver o v. 19) então em circulação normal portava a imagem de César; e, portanto, devia ter sido emitido por ele e pertencia a ele. O fato dos judeus terem a posse do dinheiro e de usá-lo como moeda oficial era, em si, uma evidência de que reconheciam, embora de má vontade, a autoridade e a jurisdição de César; portanto, César tinha direito de exigir o que era seu. CBASD, vol. 5, p. 513.
A resposta de Jesus coloca a questão num nível mais profundo do compromisso último a Deus. A moeda que traz a imagem de César pertence a ele; os seres humanos, criados à imagem de Deus, pertencem a Deus. Bíblia de Genebra.
22. Ouvindo isto, se admiraram. os fariseus tinham antecipado uma resposta do tipo “sim” ou “não”, e não haviam considerado a possibilidade de uma alternativa ao dilema que propuseram. Foram forçados a perceber que não podiam competir com Jesus, a despeito do cuidadoso plano que haviam traçado. CBASD, vol. 5, p. 513.
23 saduceus. O partido aristocrático que dominava a política dos judeus, inclusive a posição do sumo sacerdote. Não acreditavam nem em ressurreição, nem em anjos, nem na imortalidade da alma; nisto diferiam dos fariseus. Agora vinham copiosamente lançar sobre Jesus sua dúvida predileta. Bíblia Shedd.
Os saduceus aceitavam a autoridade apenas dos cinco primeiros livros da Escritura (o Pentateuco) e não haviam encontrado neles nenhum ensino sobre a ressurreição. Andrews Study Bible.
Embora professassem crer nas Escrituras, os saduceus eram, para propósitos práticos, materialistas e céticos em sua filosofia de vida. Criam em Deus como criador, mas negavam que Ele Se preocupasse com os problemas da humanidade. … se consideravam intelectualmente superiores aos demais e passavam por alto o legalismo rígido dos fariseus. CBASD, vol. 5, p. 513.
29 Errais. Os saduceus provaram que pessoas cultas podem ser tão ignorantes e aprisionadas ao erro como as incultas. Sábios e confiantes em sua própria filosofia como eram, não percebiam que o conhecimento sobre esse assunto era incompleto, e havia, pelo menos, um fator vital que não haviam considerado: “o poder de Deus”. Jesus seguiu mostrando que, embora a doutrina da ressurreição pudesse não ser explicitamente ensinada no AT, como alguns poderiam desejar, ela está implícita em todo o AT. CBASD, vol. 5, p. 514.
não conhecendo as Escrituras. Conceitos teológicos baseados em especulações que partem de informações incompletas podem, com certeza, levar á deriva aqueles que se apoiam nesse método fantasioso de buscar a verdade. Hoje, os cristãos precisam ter cuidado, senão também “errarão não conhecendo as Escrituras”. CBASD, vol. 5, p. 514.
poder de Deus. Os saduceus haviam se esquecido de que o Deus poderoso o bastante para ressuscitar os mortos também tinha sabedoria e poder para estabelecer uma nova ordem social na terra renovada e perfeita. Além disso, todos os salvos se sentirão contentes e felizes com a gloriosa nova ordem das coisas, mesmo que, nesta vida, eles não compreendam totalmente o que o futuro lhes reserva (ver 1Co 2:9). CBASD, vol. 5, p. 514.
31-32 não tendes lido. Jesus cita o Pentateuco (Êx 3.6) … Que Deus “é” (e não “era”) o Deus dos patriarcas proclama a ressurreição… Bíblia de Genebra.
32 o Deus de Abraão. Não há honra em deus reinar sobre os mortos. Abraão, Isaque e Jacó já haviam morrido quando Deus apareceu a Moisés na sarça ardente. CBASD, vol. 5, p. 514.
34-36 Os fariseus voltam agora à tona com sua dúvida predileta. Haviam abstraído do AT 248 preceitos afirmativos (em número idêntico ao total dos membros do corpo segundo a enumeração dos judeus) e 365 negativos (cf dias do ano). A soma é igual a 613 (o número de letras do decálogo), e sempre debatiam sobre a prioridade entre eles. Bíblia Shedd.
37-39 Ame. O verbo aqui não é phileo, que denota afeição entre amigos, mas agapao, compromisso de dedicação dirigida pela vontade, podendo ser exigida como obrigação. Bíblia de Estudo NVI Vida.
37 Amarás o Senhor. Jesus cita Deuteronômio 6:5 (ver com. de Lc 10:27). Primeiramente deve haver amor no coração antes que uma pessoa possa, na força e na graça de Cristo, começar a observar os preceitos da lei de Deus (cf Rm 8:3, 4). Obediência sem amor é tão impossível quanto inútil. Porém, onde o amor estiver presente, a pessoa ordenará sua vida naturalmente em harmonia com a vontade de Deus expressa em Seus mandamentos (ver com. de Jo 14:15; 15:10). CBASD, vol. 5, p. 515.
40 Destes dois mandamentos. Jesus resumiu de forma profunda a largura e a profundidade dos desejos de Deus para Seu povo: amar a Deus (Dt 6:5;) e aos outros (Lv 19:18). Estes são os dois grandes princípios do Decálogo. Andrews Study Bible.
toda a Lei e os Profetas. Um modo de referir-se a todo o Antigo Testamento. O amor cumpre a lei, porque resume os mandamentos de Deus e motiva a obediência a eles (Rm 13.8-10; 1Co 13). Bíblia de Genebra.
45 como é Ele seu filho? Em outras palavras, se Davi chama o Messias de “Senhor”, implicando que o Messias é mais velho que o próprio Davi, como poderia o Messias ser também Filho de Davi e ser mais novo que Davi? A única resposta possível à pergunta de Jesus é que Aquele que devia vir como o Messias já deveria existir antes de Sua encarnação para vir ao mundo. Como o “Senhor” de Davi, o Messias era ninguém menos que o Filho de Deus; como “Filho” de Davi, o Messias era o Filho do Homem (ver com. de Mt 1:1). … Eles [os líderes judeus] não podiam responder à pergunta sem admitir que Jesus de Nazaré era o Messias, o Filho de Deus. CBASD, vol. 5, p. 516.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-21
Comentário devocional:
Este capítulo nos leva aos acontecimentos finais da vida de Jesus, pouco antes de Seu julgamento e crucificação. Após Sua entrada triunfal em Jerusalém e a purificação do templo, Jesus deixa o Templo a caminho de Betânia e passa por uma figueira. Suas folhas vistosas proclamam que ela deveria ter frutos, mas a árvore era estéril. Isso equivale a alguém que faz uma profissão vistosa de amor e apoio a Cristo, mas que se revela sem fruto. E foi exatamente isso que aconteceu: as mesmas pessoas que aclamaram triunfalmente a Jesus, menos de uma semana depois, pediram a Sua crucificação.
Deus não está à procura de vistosas demonstrações públicas de apreço e louvor, mas busca pelos tranquilos frutos de piedade na vida pessoal. Deus valoriza o filho que faz vontade do Pai. Um dos filhos disse que iria, mas não foi. O outro, apesar de ter recusado inicialmente trabalhar na vinha, mais tarde se arrependeu e fez a vontade do pai.
A lição é clara: o louvor público a Deus não tem sentido sem uma prática que o acompanhe. Uma árvore que produz mais folhas vistosas que frutos não é uma árvore saudável. Se estamos produzindo mais elegantes demonstrações públicas de culto do que frutos de uma vida piedosa, isto é um sinal de que nossa vida espiritual é deficiente. Precisamos adorar a Deus por meio uma vida santa, ao invés de apenas palavras bonitas. Somente conseguiremos isto nos ligando a Deus, a Videira verdadeira.
Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/21
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/22
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados15-02-2018.mp3
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1 Betfagé. Significa “Casa do figo”. Começa aqui o relatório da última semana da vida humana de Jesus. Bíblia Shedd.
Era o domingo … antes da Páscoa, que caiu na sexta -feira em 31 d.C. … Jesus havia chegado a Betânia, a cerca de três quilômetros de Jerusalém, na sexta-feira precedente e havia descansado no sábado. Foi durante essa visita que Simão recebeu Jesus e Lázaro. … O relato de João apresenta essa sequência de eventos (ver Jo 12:1-19). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 497.
1-11 Dos Evangelhos Sinóticos [“semelhantes”, Mateus, Marcos e Lucas], só Mateus menciona a mãe do jumentinho, provavelmente para dar ênfase ao fato de que o jumento era um animal jovem e ainda não desmamado e, portanto, nunca montado (cf. Mc 11.12) e por causa da citação de Zc 9.9, que profetiza que o rei virá “montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta”. Jesus faz o cumprimento da profecia ser inequívoco. A Entrada Triunfal é claramente um ato simbólico. Zc 9.9 era reconhecido pelos judeus como messiânico, e o clamor “Hosana ao Filho de Davi” (v. 9), assim como o estender dos mantos pelo caminho (cf 2Rs 9.13), indica que a multidão reconhece a reivindicação de Jesus ser o Messias. Notemos que Davi proclamou Salomão como seu herdeiro quando o fez entrar na cidade montado na sua mula (1Rs 1.33, 38, 44). Bíblia de Genebra.
2 jumenta. Animal que simbolizava a humildade, a paz e a realeza davídica (Zc 9.9n; Lc 19.30n). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Uma personalidade política ou imperial do tempo de Jesus faria esta entrada não em um jumento, mas em um cavalo de guerra, demonstrando grandeza, intimidação, dominação e poder. Andrews Study Bible.
5 Eis aí te vem o teu Rei. Jesus estava seguindo o costume de uma entrada real na cidade, como se fazia no passado (ver DTN, 570). … Jesus não estava, naquela circunstância, assumindo Seu papel como Rei do reino da glória (ver Mt 25:31), mas como Rei do reino espiritual da graça … As memórias sagradas e as visões futuras devem ter impressionado Sua mente quando Cristo passou pelo caminho que levou ao cume do monte das Oliveiras e ao descer a encosta … em direção a Jerusalém. O shekinah sagrado, momentos antes de deixar o primeiro templo, pouco antes da destruição por Nabucodonosor, havia pousado brevemente no alto do monte (ver DTN, 829; ver com. de Ez 11:23). A entrada triunfal foi um “pálido prenúncio” do retorno de Jesus nas nuvens do céu (ver DTN, 580). CBASD, vol. 5, p. 499.
8 estendeu seus mantos pelo caminho. Ato de homenagem régia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 Hosana. Gr hõsanna, que translitera o heb hôshi ‘ â nã’, “salva, por favor”, que por fim veio a ser uma simples expressão do júbilo religioso. Bíblia Shedd.
12 Tendo Jesus entrado no templo. A primeira purificação do templo é registrada apenas em João (ver Jo 2:13-25), que, por sua vez, não relata a segunda purificação. A primeira purificação ocorreu na primavera de 18 d.C., bem como no início do ministério na Judeia. CBASD, vol. 5, p. 500.
Na manhã da segunda-feira (Mc 11.12), Jesus continuou Sua obra de moralização do templo, que havia dado início ao Seu ministério em Jerusalém, três anos antes (Jo 2.14). A profanação passou a invadir novamente o recinto sagrado. Era necessário haver certa transação financeira para se poderem vender sacrifícios e cambiar moedas do templo com os que vinham de longe. Não era, porém, correto ocupar o recinto inteiro com extorsionários que roubavam o dinheiro dos peregrinos. O culto estava se tornando apenas uma desculpa para o comércio fraudulento: a venda dos animais cultualmente aceitáveis se realizava a preços bastante elevados. As moedas estrangeiras não eram aceitáveis nas urnas (caixas das ofertas), por serem cunhadas com imagens do imperador (que era tido por um deus) ou de várias divindades. Bíblia Shedd.
Isto, contudo, era utilizado como uma oportunidade de cobrar preços extremamente altos e oprimir o pobre. Andrews Study Bible.
O átrio exterior, ou pátio dos gentios, era o cenário desse negócio profano. CBASD, vol. 5, p. 501.
pombas. Ou “pombos”. As pombas eram a oferta dos pobres (ver Lev 12:8; ver com. de 1:14; Lc 2:24). CBASD, vol. 5, p. 501.
13 covil de salteadores. Ou, “antro de ladrões”. … Ao fazerem dos símbolos sagrados do Cordeiro de Deus uma fonte de lucro pessoal, os líderes estavam tornando comuns as coisas sagradas e roubando a Deus Sua honra e glória. Também roubavam de todos os adoradores o conhecimento do caráter e dos requisitos de Deus e, aos adoradores gentios, roubavam a oportunidade de conhecer a Deus como Ele é. CBASD, vol. 5, p. 501.
14 cegos e coxos … os curou. Pessoas com enfermidades não eram admitidas no templo. … Jesus não apenas aceitou e saudou os inaceitáveis no templo, mas os curou. Andrews Study Bible.
16 Ouves […]? A situação estava fora do controle dos “principais sacerdotes e escribas”. As multidões que se reuniram na área do templo para ver Jesus, aclamavam a Ele como o Rei-Messias, e isso despertou nos líderes judeus o mesmo misto de medo e raiva que haviam sentido no final da tarde do dia anterior (ver com. de Lc 19:39). Então, fizeram um apelo frenético a Jesus, como no dia anterior, para silenciar as aclamações de louvor. CBASD, vol. 5, p. 502.
17 Betânia. Aldeia na encosta leste do monte das Oliveiras, quase 4 km de Jerusalém, e última parada na estrada de Jericó a Jerusalém. Bíblia de Estudo NVI Vida.
23-27 Jesus recusa este tipo de pergunta que não é feita com humildade e fé, mas como em um desafio, pois tinha, já, feito tudo para revelar a presença do Reino de Deus entre os homens. Uma revelação mais dramática não produziria a conversão, mas só a obediência provocada pelo terror. Jesus passa a vencer os sacerdotes com o mesmo tipo de lógica que estes praticavam. Bíblia Shedd.
24 Eu também vos farei uma pergunta. Responder uma pergunta propondo outra era um procedimento aprovado nos debates rabínicos. A segunda pergunta era supostamente designada para apontar o caminho para responder à questão original. … Na realidade, Jesus não estava Se evadindo da questão, pois a resposta deles à Sua pergunta proveria, em princípio, parte da resposta. A sabedoria e a habilidade com a qual Jesus enfrentava os desafios era uma evidência adicional de Sua divindade. CBASD, vol. 5, p. 502.
25 Por que não acreditastes nele? A pergunta foi feita a Jesus com o intuito de provocá-Lo a declarar que era o próprio Messias (e os sacerdotes poderiam, então, prendê-lO e entregá-lO aos romanos), ou a negar que tivesse autoridade sobrenatural, passando, então a perder o apoio popular. Jesus, por Sua vez, os convocou a fazer uma declaração semelhante, acerca de João Batista, o que não ousaram fazer (27). Bíblia Shedd.
Se eles reconhecessem as credenciais divinas de João deviam necessariamente aceitar sua mensagem, e o clímax de sua mensagem era a identificação de Jesus de Nazaré como o Messias (ver Jo 1:26, 27, 29). Desse modo, reconhecer a autoridade de João era equivalente a reconhecer a de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 503.
26 temer o povo. O temor da violência física parece ter controlado a mente dos líderes (ver Lc 20:6). Se a opinião popular se voltasse contra eles, sua influência sobre o povo se perderia. Para eles, posição e influência significavam mais do que a verdade. CBASD, vol. 5, p. 503.
21:28 – 22:14 A medida que o conflito que os líderes religiosos e Jesus se intensificava, Jesus conta uma série de parábolas que ataca sua arrogância, ganância e justiça própria. Estas parábolas de confrontação ilustram a grande inversão ao Messias: os líderes de Israel o rejeitaram; e os excluídos e rejeitados O aceitaram. Este é o grande tema da reversão e inversão que perpassa através dos Evangelhos: aqueles que se esperavam que se salvassem, se perdem, e os “pecadores” são salvos. Andrews Study Bible.
28 dois filhos. Desde a entrada do pecado, as duas classes aqui representadas estão presentes no mundo: os que obedecem e os que desobedecem. Assim será até o fim do mundo. CBASD, vol. 5, p. 503.
31 publicanos e meretrizes. Esta pe uma frase generalizadora que designa todos os párias da sociedade e da religião que, geralmente, evitavam o templo e a sinagoga porque não eram bem recebidos quando compareciam. … O fato de que coletores de impostos e prostitutas reespondiam tão prontamente à pregação de João e de Jesus ofendia os líderes judeus … Estes não estavam dispostos a trabalhar na mesma vinha em que coletores de impostos convertidos, como Zaqueu (ver Lc 19:1-10), e prostitutas restauradas, como Maria (ver com. de Lc 7:36, 37) eram aceitos como trabalhadores. CBASD, vol. 5, p. 503, 504.
33 uma vinha. A vinha era um dos símbolos nacionais de Israel. Bem perto do lugar onde Cristo estava, naquela ocasião, na entrada do templo, havia uma grande e magnífica videira esculpida em ouro e prata que representava Israel. CBASD, vol. 5, p. 504.
Cercou-a. A cerca representa os preceitos da lei divina e obediência àqueles princípios da verdade que protegem contra a prática do erro. CBASD, vol. 5, p. 504.
34 os frutos que lhe tocavam. Israel devia mostrar o fruto do caráter e revelar ao mundo os princípios do reino dos céus. O fruto do caráter devia se manifestar primeiramente em sua vida e, então, na vida dos povos ao redor. Do mesmo modo, Deus espera que Sua igreja hoje partilhe as grandes bênçãos que Ele tem derramado sobre ela (ver PJ, 296). CBASD, vol. 5, p. 504.
37 E, por último. Quando os judeus rejeitaram jesus como o messias, desprezaram a última oferta de misericórdia a eles como nação. Aqui, Jesus não prevê tempo algum no futuro em que os judeus deviam recuperar o favor divino, como nação (ver vol. 4, p. 19, 20). CBASD, vol. 5, p. 505.
38 Sua herança. Seria loucura que os mordomos de uma vinha pudessem imaginar que, ao assassinar o herdeiro da mesma, pudessem passar a possui-la. Loucura maior seria a dos sacerdotes que agiam como se a crucificação do Filho de Deus lhes deixaria a herança de Israel por conta deles. Bíblia Shedd.
42-44 Jesus é a pedra fundamental para os que confessam o Seu nome, e edificam suas vidas nEle, passando então a fazer parte do edifício de Cristo, pedras vivas da Igreja (cf 16,18n; At 4.11n); para quem se recusa crer em Cristo, Ele deixa de ser a pedra que alicerça esta vida. Torna-se-lhe pedra de tropeço e condenação no julgamento (Is 8.14-15; Lc 20.17n; Rm 9.32; 1Pe 2.8). Mais tarde, Pedro mostrou que Cristo era sua pedra fundamental para operar milagres, pedra de cuja aceitação depende a salvação de cada um (At 4.11-12). Bíblia Shedd.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-20
Comentário devocional:
O grande perigo de adiar a escolha de seguir ao Senhor é que os hábitos formados ao longo dos anos podem ser muito difíceis de quebrar. Depois de uma vida inteira dizendo “não” à liderança do Espírito Santo será que a pessoa conseguirá dizer “sim”, na última hora? Só Deus sabe o que vai no coração, mas algumas decisões no “leito de morte”, podem ser mais frutos de egoísmo ou do medo do que do amor a Deus. Agora é o dia de aceitarmos a salvação (2 Cor. 6:2; Hb 10:26).
O criador do universo iria enfrentar a sua própria execução cruel nas mãos de agentes de Satanás. Pior ainda, ele sentiria o peso esmagador dos pecados de todos os que seriam salvos e o sofrimento intenso de separação de Deus por causa do pecado. O Criador do universo tinha plena consciência do ódio e da dor que o aguardavam. Mas sabia, também, que este era o único caminho para provisionar a salvação àqueles que decidissem aceitá-la.
Uma das nossas maiores satisfações na Terra é ministrar as necessidades espirituais e físicas daqueles que nos rodeiam. 1Jo 3:16-18 nos chama a morrer para o egoísmo e viver para os outros. Entregar sua vida por um irmão significa empregá-la para ajudar os necessitados (v. 17) até o ponto de um grande sacrifício pessoal.
Leo Van Dolson, Jr.,
Califórnia, E.U.A.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/20
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/21
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados14-02-2018.mp3
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1-16 Esta parábola dos trabalhadores da vinha vira os valores tradicionais de cabeça para baixo. Também é um claro ensino de que a entrada no reino se dá pela boa vontade em aceitar a graça de Deus somente e não por mérito ou pela quantidade ou qualidade de obras. A parábola também ensina que é Deus quem determina quem entra no reino. Alguns que não esperamos estarão lá. Andrews Study Bible.
Esta parábola só é difícil de entender para aqueles que falham em reconhecer sua absoluta dependência da graça diante de qualquer coisa boa que vem da mão de Deus. Não há espaço para o cristão ter ciúme das boas dádivas de Deus dadas aos outros. Bíblia de Genebra.
A divisão [inapropriada] entre o fim do cap. 19 e o início do 20 obscurece a íntima relação cronológica e temática entre ambos. Foi a conversa de Jesus com o jovem rico (Mt 19:16-22) e Sua subsequente discussão com os discípulos que levou à narração da parábola dos trabalhadores da vinha. De fato, a parábola ilustra especificamente a verdade declarada em Mateus 19:30, que é repetida no final como recurso de ênfase (Mt 20:16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 489.
4 o que for justo. Isto é, correto. Seria um pagamento proporcional às horas trabalhadas. Nesse exemplo, não houve negociação com nenhum dos últimos homens contratados. Não fizeram perguntas, mas aceitaram a oferta do empregador, confiando em sua promessa e em seu senso de justiça. CBASD, vol. 5, p. 490.
5-6 hora sexta… hora undécima, O dia, em Israel, estava dividido em quatro partes iguais, convencionalmente chamadas “terceira hora”, 9 horas da manhã; “a sexta hora”, meio dia; “a nona hora”, 15 horas; “o pôr do Sol” [a duodécima hora], 18 horas. Cada dia não era igual no verão e no inverno, por isso era raríssimo, senão difícil, especificar precisamente as horas; daí a necessidade da expressão “undécima hora”, v. 9, que, atualmente, num mundo de precisão mecânica, equivaleria a “cinco para as seis”. Bíblia Shedd.
8 Ao cair da tarde (NVI). Como os lavradores eram pobres, a lei de Moisés exigia que fossem pagos no fim de cada dia (cf. Lv 19.13; Dt 24.14, 15). Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 os primeiros. estes representam aqueles que esperam e reivindicam um tratamento preferencial, pois julgavam ter se sacrificado mais e trabalhado mais diligentemente do que seus colegas. Também representam os judeus, que haviam sido os primeiros a aceitar o chamado do Senhor para trabalhar na Sua vinha (ver PJ 400; vol. 4, p. 13-19). CBASD, vol. 5, p. 491.
15 não me é lícito […]? O proprietário não se refere a qualquer estatuto legal, mas simplesmente pergunta: “Não é admissível que eu faça o meu desejo?”. CBASD, vol. 5, p. 491.
porque eu sou bom? Eles haviam acusado o proprietário de parcialidade e, por implicação, de injustiça. O proprietário explica que não é uma questão de justiça ou injustiça, mas de generosidade. Tratou todos os diaristas com justiça e, caso quisesse, não poderia fazer melhor que isso? Jesus deixa claro que não se ganha o favor divino, como os rabis ensinavam. Os obreiros cristãos não negociam com Deus. Se Deus lidasse com os seres humanos com base na estrita justiça, ninguém se qualificaria para a infinita generosidade do Céu e da eternidade. CBASD, vol. 5, p. 492.
18 Eles O condenarão à morte. Os líderes judaicos estavam planejando assassinar Jesus desde a cura do paralítico no tanque de Betesda, dois anos antes, e haviam designado espiões para segui-Lo aonde fosse … O sucesso da missão de Cristo na Galileia os levou a intensificar esses esforços … Depois disso, eles se tornaram mais agressivos em seus frequentes ataques públicos … Nos últimos meses, durante o ministério na Pereia, eles haviam feito várias tentativas de prendê-Lo e matá-Lo … Seus planos, por fim, tomavam uma forma mais definida, particularmente depois da ressurreição de Lázaro, poucas semanas antes. CBASD, vol. 5, p. 493.
19 e O entregarão. Pela primeira vez Jesus menciona o fato de que os gentios, as autoridades romanas, serviriam de instrumento em Sua morte. CBASD, vol. 5, p. 493.
22 ser batizados (ARC). Do gr baptizo. … Aqui é óbvio que a palavra é usada figurativamente. Assim como o cálice representa os sofrimentos de Jesus, o “batismo” representa Sua morte. CBASD, vol. 5, p. 494.
23 cálice. No Antigo Testamento, o “cálice” normalmente significa o derramamento da ira de Deus (Sl 75.8; Is 51.17, 22; Jr 25.15-16). Que os discípulos beberiam este cálice significa que eles passariam por sofrimentos, porém note-se que Jesus o chama “meu cálice”. Pelo fato de Jesus ter bebido o cálice da ira de Deus sozinho, os crentes não bebem a ira que merecem. Bíblia de Genebra.
26 sirva. Do gr. diakonos, “mordomo, “servo”, ou “diácono” (ver com. de Mc 9:35). CBASD, vol. 5, p. 494.
28 resgate. Do gr. lutron, “resgate”, “expiação”, ou “recompensa”. CBASD, vol. 5, p. 494.
Este termo se refere ao preço pago para livrar alguém da escravidão ou da prisão. O preço para a libertação do pecado e da condenação é a vida de Jesus, oferecida por nós. Bíblia de Genebra.
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MATEUS 19 – A batalha do bem contra o mal é percebida nitidamente nas histórias de Jesus. Muitas vezes o mal agia através da liderança espiritual da igreja verdadeira.
Neste capítulo, Jesus deixa “a Galileia e percorre a região da Judeia a leste do Jordão. Ali, numerosos enfermos fazem mais solicitações à sua compaixão, e os fariseus se esforçam mais uma vez para encontrar os meios de desacreditá-lo e a seu ensino” (R. V. G. Tasker).
Para uma visão geral do capítulo, veja o esboço a seguir baseado no trabalho de Leon Morris:
1. Viagem de Jesus a Jerusalém:
a) Ensino sobre o divórcio (19:1-12);
b) Jesus e as crianças (19:13-15);
c) Ensinamentos e viagem:
• O perigo das riquezas (19:16-30);
• A parábola dos trabalhadores da vinha (20:1-16);
• Previsão da paixão (20:17-19);
• Cargos para os filhos de Zebedeu (20:20-28);
• Dois cegos de Jericó (20:29-34).
Após obter uma visão mais ampla, volte-se para Mateus 19, o qual possui muitos assuntos profundos. Jesus aborda vários temas importantes e sempre relevantes, que muitas vezes nós não damos o devido valor.
Jesus instruiu sobre…
1. …casamento, divórcio e celibato. Aceitamos Suas orientações ali?
2. …as crianças. Seguimos Seus princípios neste quesito ou deixamos que Satanás leve nossos filhos através de jogos, programas midiáticos e outros meios diabólicos?
3. …as riquezas. Elas jamais devem interferir entre nós e Cristo, elas não são divinas para receber nossa devoção como se fossem deuses. Seguiremos os passos do jovem rico ou o convite de Jesus?
4. …a recompensa terrestre e celestial para aqueles que “abrem mão” de tudo para O seguirem. Acatamos tais ensinamentos?
Como o jovem rico, muitos sacrificam a vida eterna por coisas efêmeras, ao invés de sacrificar coisas efêmeras pela vida eterna.
Como o jovem rico, muitos pensam que sua religião externa, as práticas espirituais corretas e até a obediência, garantirão sua entrada no reino de Deus. Jesus mostra que é preciso segui-lO diariamente, pois sem Ele até a melhor pessoa é impossível salvar-se.
Os fariseus intentaram atrapalhar a multidão de seguir a Jesus e crer em Seus ensinamentos. Hoje muitos líderes eclesiásticos fazem a mesma coisa.
• Seguiremos a Jesus em tudo o que Ele orientar, ou daremos ouvidos a líderes espirituais cegos, orgulhosos e presos em seus emaranhados conceitos?
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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770 palavras
7-8 Ouvindo o ponto de vista de Jesus a respeito do casamento, os fariseus pensaram que podiam colocá-Lo contra Moisés. Porém Jesus mostra que Moisés, em Dt 24.1-4, não estava dando justificativas para o divórcio, mas oferecendo providências no caso de divórcio. Dr 24.1-4 consiste de uma longa afirmação condicional introdutória (“se acontecer”), terminando com a proibição para um homem casar novamente com uma mulher de quem ele já havia se divorciado anteriormente. Bíblia de Genebra.
9 não sendo por causa de relações sexuais ilícitas. A palavra grega para “relações sexuais ilícitas” é bastante ampla e inclui, além do adultério, vários pecados de natureza sexual. Bíblia de Genebra.
Dos ensinamentos de Jesus aqui, pode-se inferir que a parte inocente está livre para escolher se o relacionamento conjugal deve continuar ou não. A reconciliação é sempre ideal, especialmente se envolve filhos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 481.
10 Não convém casar. Evidentemente, os discípulos argumentaram que, sendo a natureza humana o que é e havendo tantas circunstâncias em que o marido e mulher se mostram incompatíveis, não seria melhor renunciar à vida de casado por completo? sem dúvida, à primeira vista, o padrão que Jesus proclamou parecia muito elevado até mesmo para os discípulos, como, por vezes, fazem os cristãos de hoje, O que os discípulos esqueciam, e o que os cristãos de hoje são propensos a esquecer, é que Cristo oferece outra solução para a infidelidade conjugal. Se acordo coma fórmula de Cristo, onde as disposições e personalidades não são adequadas, a solução é mudar as disposições, o coração e a vida (ver com. de Rm 12.2), não o cônjuge. … Não há problema conjugal que não possa ser resolvido para a satisfação de ambos, marido e mulher, em que os dois estejam dispostos a seguir os princípios estabelecidos por Cristo no Sermão do Monte. E, quando um dos cônjuges está disposto a fazê-lo, mesmo que o outro não esteja, é possível atingir um grau verdadeiramente notável de paz conjugal, resultando na conquista daquele que não está disposto. Essa recompensa vale mais do que a paciência e o sacrifício necessários. CBASD, vol. 5, p. 481.
12 que … se fizeram eunucos. O casamento é desejável. A formação do caráter pode ser muito mais eficaz e completa em estreita associação com outro ser humano do que quando a pessoa está solteira. … O celibato não é um estado comum, normal, e é um engano dizer que, por si só, ele pode levar a um estado superior de santidade do que seria possível de outra forma. Entre os judeus, o celibato era desaprovado ou digno de pena, e era praticado somente por grupos ascéticos extremos, como os essênios. CBASD, vol. 5, p. 482.
14 Deixai os pequeninos … vir a mim. Os discípulos consideravam as crianças como um embaraço na obra de Jesus, mas Jesus as acolhe como súditos do reino e as abençoa. Bíblia de Genebra.
16 que farei eu de bom? Essa questão reflete o típico conceito farisaico de justiça pelas obras como passaporte para a “vida eterna”. O jovem rico tinha cumprido conscienciosamente todos os requisitos da lei (PJ, 391), pelo menos de maneira formal, e também todos aqueles impostos pelos rabinos, mas estava consciente que algo faltava em sua vida. Ele admirava Jesus e pensava seriamente em se tornar um de Seus discípulos (DTN, 518). CBASD, vol. 5, p. 483.
23-26 A riqueza era considerada evidência da aprovação de Deus e o rico parecia ser o mais provável candidato ao reino. Jesus inverteu esta ideia e o resultado não passou despercebido aos discípulos: “quem pode ser salvo?” (v. 25). Bíblia de Genebra.
24 Camelo. Jesus trata de uma impossibilidade humana, como afirma claramente (v. 26). A verdade declarada foi precisamente o oposto do que as pessoas, mesmo os discípulos, criam … Os fariseus pensavam e ensinavam que a riqueza constituía uma prova do favor divino (ver com. de Lc 16.14). Quando Jesus discutiu as riquezas nessa ocasião, Ele pode ter tido em mente particularmente Judas Iscariotes, que, por amor ao dinheiro, estava prestes a vendê-Lo (Jo 12:6; 13:29). O problema de Judas era fundamentalmente o mesmo que o do jovem rico (ver com. de Mc 3:19). CBASD, vol. 5, p. 486.
Fundo de uma agulha. Há uma explicação de que o “fundo de uma agulha” se refere a um portão menor aberto em um grande portão da cidade, pelo qual as pessoas poderiam passar quando a grande porta fosse fechada para o tráfego principal. Contudo, essa explicação se originou séculos depois da época de Cristo. Não existe, portanto, base válida para essa explicação, por mais plausível que pareça. Jesus estava lidando com impossibilidades (v. 26), e não há nenhum proveito em maquinar uma explicação pela qual tornar possível o que Jesus apontou especificamente como impossível. CBASD, vol. 5, p. 486
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-18
Comentário devocional:
Para muitos de nós a vida é muito ocupada, uma luta diária apressada. Temos muitas prioridades a considerar e muitas vezes temos que correr para alcançar nossos objetivos. Se pudermos desenvolver uma visão das prioridades da vida mais descomplicada, como as crianças, seremos muito mais capazes de nos envolver com as coisas de Deus. Isto não é um apelo à infantilidade, mas um convite à simplicidade como a de Jesus, mais facilmente observada em crianças pequenas. Para muitos de nós, a vida é muito ocupada, uma luta diária apressada. Jesus nos exorta a voltar a uma vida de confiança, inocência, conformidade e satisfação muito mais simples e afetada.
Precisamos verificar se nosso estilo de vida não está encorajando esposo(a), filhos, amigos, colegas, membros da igreja a misturar sua fidelidade a Deus com os prazeres deste mundo. Que coisa terrível será no dia do julgamento ter contribuído para a perda espiritual de uma pessoa. Se você está em posição de liderança, os riscos e a responsabilidade de enganar os outros é ainda maior.
Quando Jesus falou de perdoar os outros “setenta vezes sete”, Ele estava falando de uma contínua disposição para perdoar. Ao levarmos em consideração o número de vezes que Deus está disposto a nos perdoar, devemos, também nós, demonstrar um espírito de perdão para com todas as pessoas.
Leo Van Dolson, Jr.,
Califórnia, E.U.A.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/18
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/19
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados12-02-2018.mp3
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/