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Lucas 8:39 “Volte para casa e conte o quanto Deus lhe fez” (NVI).
Aqui vão alguns conselhos que poderão evitar situações embaraçosas em sua família. Tão logo me converti, causei estragos irreparáveis agindo como se fosse um “touro bravo dentro de uma loja de porcelanas”. Forcei a situação para que minha mãe, meu pai e vário amigos meus tomassem sua “decisão por Jesus”. Agi de forma sincera, zelosa, amorosa, gentil e estúpida. Não compreendia que a salvação não acontece com a “tomada de uma decisão”, mas por meio do arrependimento, e o arrependimento é um dom que vem de Deus, não pode ser imposto a ninguém (2Tm 2.25). A Bíblia diz que ninguém poderá vir até o Filho se o Pai não o “atrair” (Jo 6.44). Se você conseguir arrancar da pessoa uma decisão sem que ela tenha convicção do seu pecado, você possivelmente acabará tendo um “natimorto” em suas mãos.
No meu “zelo sem entendimento”, na verdade acabei retardando a salvação das pessoas que mais amava e tentava desesperadamente salvar. Não há nada mais importante para você do que a salvação de seus entes queridos, e ninguém deseja falhar nisso. Se falhar, perceberá que não existe uma segunda oportunidade. Ore fervorosamente por eles, e agradeça a Deus pela salvação deles. Faça com que eles vejam sua fé. Deixe-os sentir sua cordialidade, seu amor genuíno e sua gentileza. Dê-lhes presentes inesperados. Faça coisas que ninguém pediu para você fazer, como lavar a louça, recolher o lixo, etc. Tenha paciência. Ponha-se no lugar deles. Você sabe que encontrou a vida eterna – o aguilhão da morte foi retirado de você! É claro que sua alegria é indescritível. Todavia, quando você analisa a situação do ponto de vista de seus familiares, observa que eles possivelmente pensam em você como alguém que sofreu uma lavagem cerebral e aderiu a algum tipo de seita estranha. Portanto, suas ações amorosas falarão bem mais alto do que dez mil sermões eloquentes.
Por essa razão, evite a todo custo confrontos verbais, pelo menos até que adquira o conhecimento que dirigirá corretamente seu zelo. Ore por sabedoria e sensibilidade para saber o momento propício que Deus concede. Talvez você tenha somente uma bala na agulha de seu revólver, por isso não a desperdice. Fique tranquilo. Se não for devagar, talvez tenha o resto da vida para lamentar o fato de ter sido afoito. Acredite no que estou dizendo. É melhor ouvir um parente ou amigo íntimo dizer: “Fale um pouco a respeito de sua fé em Jesus Cristo” do que insistir com a pessoa para que ela pare e o escute, principalmente se você quiser falar de Jesus num momento em que ela não deseja. Persevere na oração por eles, então você verá que Deus abrirá os olhos de seus parentes para a verdade.
Ray Comfort. Bíblia NVI Evangelismo em Ação.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-8/
Comentário devocional:
Uma mulher pressionada pela multidão acreditava que, se ela tão somente pudesse tocar a roupa de Jesus, seria curada. A oportunidade veio – ela pressionou a multidão, estendeu a mão e tocou sua roupa. Instantaneamente ela sentiu sua dor e fraqueza desaparecerem, e a energia de uma saúde perfeita. Então Jesus disse à mulher: “Sua fé a fez completa”.
Assim é com coisas espirituais. Falar sobre religião de maneira casual, orar sem ter fome de alma e fé viva, de nada se aproveita. Uma fé nominal em Cristo, que o aceita apenas como o Salvador do mundo, nunca pode trazer cura para a alma.
A fé salvadora não é um mero consentimento intelectual. É uma relação pela qual aquele que recebe Cristo se une em uma relacionamento de aliança em plena confiança com Deus.
Jack Blanco, autor da The Clear Word
com pensamentos do DTN, pp. 342-343
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1226
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados18-03-2018.mp3
Também em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/luk/8
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LUCAS 8 – Vamos meditar na Palavra de Deus?
1. Jesus faz uma turnê na Galileia por aproximadamente dezesseis meses com cura, restauração e pregação. Na abertura do capítulo, contou com a companhia das seguintes pessoas:
· Os doze;
· Maria Magdalena, que fora liberta de sete demônios;
· Joana, mulher rica e esposa de um político da casa de Herodes;
· Suzana e muitas outras mulheres.
As mulheres ajudaram a sustentar o ministério de Jesus e Seus doze discípulos.
2. Jesus conta uma parábola em público e a explica aos seus discípulos, (vs. 4-15). “Geralmente conhecida como a Parábola do Semeador, poderia antes ser chamada de Parábolas das Terras” (D. L. Moody). Reflita em algumas lições desta parábola:
· As pessoas recebem a Palavra individualmente, ninguém deve ser forçado a aceitá-la.
· Cada pessoa recebe a Palavra conforme lhe convém, ninguém deve ser manipulado para aceitá-la.
· Só quem recebe a Palavra de forma plena, intensa e profundamente dará frutos, ou seja, proclamará verdadeiramente a Palavra de Cristo a outros.
3. Quando ouvimos a Palavra e não a aplicamos à vida, demonstramos negligência. Devemos ouvir a Palavra, recebê-la, vivê-la na rutina do dia e, por fim, anunciá-la; do contrário, perderemos seus benefícios, seremos inúteis como uma lâmpada coberta (vs. 16-18).
4. Só faz parte verdadeiramente da real família de Jesus quem ouve a Palavra e a pratica no dia a dia (vs. 19-21).
5. A palavra de Jesus tem muito poder, assim como no princípio, na criação do mundo em Gênesis 1. Observe: Jesus…
· …deu ordens ao forte vente e à fúria da água, e imediatamente os discípulos experimentaram bonança, calmaria (vs. 22-25).
· …deu ordens a uma legião de demônios para que saísse de um homem feroz e perigoso que vivia no cemitério; então, o endemoninhado ficou livre dos espíritos imundos (vs. 26-34).
· …deu ordens a uma menina morte para que se levante (muitos riram do disparate ridículo); então, a menina se levantou – para espanto de todos (vs. 44-42, 49-56).
· …mesmo sem usar Palavras revelou poder, porque Ele próprio é o verbo de Deus (vs. 43-48).
Assim como sementes nos diversos solos, temos diversas reações a Jesus; neste capítulo, por exemplo, os gerasenos rejeitaram a Jesus (vs. 35-39). E quanto a nós, como reagiremos às palavras de Jesus?
Clamemos: “Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.
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2 algumas mulheres. Os rabis recusavam-se a ensinar mulheres. Assim, ao aceitá-las em Seu grupo de seguidores, Jesus agiu de maneira incomum. Bíblia de Genebra.
É como se Lucas dissesse que o evangelho do reino dos céus era para homens e mulheres, e que a parte delas na proclamação era tão importante quanto a dos homens. … Com a segunda viagem à Galileia, o alcance do ministério de Cristo expandiu-se rapidamente, e o grupo de pessoas que então O acompanhava cresceu muito em comparação com o grupo que esteve na primeira viagem. Essa situação envolveu gastos e trabalho considerável, a fim de prover alimento e manter as roupas limpas e restauradas. Cristo nunca realizou milagres em proveito próprio (ver com. de Mt 4:6); agir dessa forma seria contrário ao Seu propósito. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 848
3 com seus bens. Jesus e Seus discípulos mantinham os recursos numa bolsa comum (ver com. de Jo 13:29; cf. Lc 12:6), e parece que essas discípulas ajudavam a evitar que a bolsa ficasse vazia. Pode-se dizer que esse grupo de mulheres devotas constituiu a primeira sociedade missionária feminina da igreja cristã. CBASD, vol. 5, p. 849.
4 parábola. Na parábola, os inimigos de Jesus não conseguiriam encontrar declarações diretas para usar contra Ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 o semeador. Inevitavelmente não era todo terreno em que a semente caiu era solo adequado para o desenvolvimento. Andrews Study Bible.
6 sobre a pedra. Isto é, sobre a pedra coberta com uma camada de terra muito rasa para ter umidade suficiente. Bíblia de Genebra.
10 mistérios. O reino de Deus envolve verdades que estão além da compreensão e sabedoria humanas, mas que Deus agora tornou conhecidas. Bíblia de Genebra.
15 retém a palavra … perseverança. O Senhor frisa que só a perseverança garante a vida eterna. Bíblia Shedd.
16 a luz. A palavra de Deus pode ser comparada à luz que ilumina todas as coisas. Andrews Study Bible.
19 A mãe os os irmãos de Jesus foram vê-lo. A família, pensando que estava “fora de si”, provavelmente queria afastá-Lo de Seu cronograma pesado de tarefas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
irmãos. Na igreja primitiva surgiram várias interpretações quanto ao grau de parentesco deles com Jesus … A conclusão mais natural (proposta por Helvídio) é que eram os filhos mais novos de José e Maria, meio-irmãos de Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 Minha mãe e meus irmãos. Não uma rejeição de Sua própria mãe e irmãos, mas um convite para que todos se incluam em Sua família por escutarem e praticarem a palavra de Deus. Andrews Study Bible.
As palavras de Jesus não constituem um repúdio à família terrena; Ele mostrou cuidado para com Maria mesmo quando estava pendurado na cruz (Jo 19.26-27). Seu ensino é que o serviço de Deus e Sua obra como Messias são mais importantes do que qualquer parentesco natural. Bíblia de Genebra.
22, 23 O mar da Galileia fica a duzentos e treze metros abaixo do nível do mar e é cercado por montanhas. Por isso o ar frio [do Mediterrâneo] pode descer canalizado e pode provocar repentinas tormentas. O sono de Jesus seguiu-se a um dia de trabalho pesado. Bíblia de Genebra.
25 Quem é este…? Esta pergunta e a anterior são deixadas para que a audiência de Lucas responda. Andrews Study Bible.
27 um homem possesso de demônio. A vítima dos demônios foi ao encontro de Jesus, provavelmente, para maltratá-Lo. Logo reconheceu sua fraqueza diante do poder absoluto de Deus. Bíblia Shedd.
37 Todo o povo … rogou-Lhe que Se retirasse. Como na parábola do semeador, a colocação em prática da palavra de Deus resultou na rejeição de muitos mas o discipulado de alguns (vv. 38-39). Andrews Study Bible.
39 Volta para casa e conta aos teus tudo o que Deus fez por ti. A família e a vizinhança serão os que melhor poderão confirmar o poder de Deus numa vida transformada. Bíblia Shedd.
41 chefe da sinagoga. Era o homem que organizava o serviço litúrgico, escolhendo os que deviam ler as Escrituras ou conduzir a oração. Bíblia de Genebra.
42 filha única. Na mente de um oriental, um filho único ou filha única é a única chance de se preservar o nome da família; e, assim, é portador de grande responsabilidade. A morte desse filho ou filha era visto como especialmente trágica. Os israelitas consideravam esse acontecimento como uma tragédia para a família, que se extinguiria (ver com. de Dt 25:6). CBASD, vol. 5, p. 849.
43 uma hemorragia. A condição da mulher a tornava cerimonialmente imunda (Lv 15.25), excluindo-a de muitos relacionamentos sociais. Bíblia de Genebra.
44 tocou na orla da veste. Apesar de impura, o seu toque não contaminou Jesus; em vez disso, purificou a mulher. Andrews Study Bible.
45 a cura da mulher precisava ser conhecida publicamente, de modo que ela pudesse retornar à sua vida normal. Jesus tem o cuidado de providenciar isso. Bíblia de Genebra.
48 Filha. É a única mulher a quem Jesus chama de “Filha”, uma afirmação de ternura. Bíblia de Genebra.
50 Não temas, crê somente. 1) a razão diz: crê no possível; 2) a experiência diz: ninguém voltou do túmulo (Lc 16:30); 3) As emoções dizem: “terrores de morte me assaltam” (Sl 55.4); 4) Cristo diz: Crê somente em Mim; Eu sou a única esperança (Jo 11.25). Bíblia Shedd.
52 dorme. Jesus compara a morte ao sono, em vez de confortar seus pais com a afirmação de que ela está agora no Céu. Andrews Study Bible.
55 Voltou-lhe o espírito. Da palavra grega pneuma, que significa “vento” ou “respiração” [sopro]. Andrews Study Bible.
56 Ele lhes advertiu que a ninguém contassem. Cristo não queria que a multidão O seguisse para receber pão (Jo 6.26), e muito menos para que Ele levantasse os seus mortos. O motivo válido para segui-Lo é a comunhão que resulta em glória (cf Jo 5.44; Fp 3.11). Bíblia Shedd.
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3 enviou alguns dos anciãos dos judeus. Consciente da costumeira atitude dos judeus para com os gentios (ver com. de Mt 7:6), o centurião não sabia como Jesus responderia ao pedido de alguém que não pertencia a Seu povo… e temia ser rejeitado. … Possivelmente, os “anciãos” pertencessem à sinagoga que Jesus frequentava quando estava em Cafarnaum. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 829.
4 com instância. Do Gr. spoudaios, “intensamente” ou “com urgência”. A questão era que o homem estava prestes a morrer. CBASD, vol. 5, p. 830.
5 é amigo do nosso povo. Parece que o centurião era um “prosélito da porta”, alguém que cria no verdadeiro Deus e nos princípios da fé judaica, mas não aceitava a circuncisão, o sinal da aliança (ver com. de Gn 17:10, 11), nem praticava o ritual cerimonial da religião judaica. CBASD, vol. 5, p. 830.
6 não sou digno. Como Pedro (5:8), este gentio reconhecia a grandeza de Jesus. Ele provavelmente temia que Jesus cresse que ao entrar na casa de um gentio Ele se tornasse um judeu cerimonialmente impuro (p. ex., At 11:1-3). Andrews Study Bible.
É muito interessante comprovar que Jesus e os líderes judeus, frequentemente em completo desacordo, afirmassem ambos, a dignidade de um gentio. É claro que os motivos deles não eram os mesmos: os “anciãos” aprovavam as obras do centurião; Jesus aprovou sua fé. … É raro um líder ser estimado igualmente por pessoas de partidos ou ideais diferentes. É raro um professor ser honrado por todos os seus estudantes, tanto os que recebem notas baixas quanto os bem avaliados. É raro um pastor apreciado por todos os segmentos em sua congregação. CBASD, vol. 5, p. 831.
7 será curado. O centurião parecia perceber que tudo o que era necessário era Jesus querer que o servo fosse libertado da doença. CBASD, vol. 5, p. 831.
8 também eu sou homem sujeito à autoridade. O centurião reconheceu, do que ouviu, que Jesus representava a autoridade e o poder celestiais do mesmo modo que ele, um oficial do exército, representava o poder e a autoridade de Roma. CBASD, vol. 5, p. 831.
9 Jesus admirou-se. Só duas vezes está registrado que Jesus se admirou: aqui, por causa da fé; em Nazaré, por causa da incredulidade (Mc 6.6). Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 encontraram curado o servo. Tal cura traria esperança aos leitores do evangelho de Lucas, que não poderiam entrar na presença física de Jesus para serem curados. Andrews Study Bible.
11 dirigia-se Jesus. Desta forma começa a segunda grande viagem missionária pelas cidades e vilas da Galileia, possivelmente durante o início do outono de 29 d.C. (ver com. de Mt 4:12; 5:1; Mc 1:39). A segunda viagem começou em Cafarnaum, a sede de Jesus durante Seu ministério na Galileia. … Tendo Jesus formalmente inaugurado o reino da graça divina, com a indicação dos doze (ver com. de Mt 5:1), e tendo proclamado a lei fundamental e o propósito do reino no Sermão do Monte, então empreendeu Sua segunda viagem pela Galileia para demonstrar, por preceito e exemplo, a natureza de Seu reino e a extensão dos benefícios à humanidade. CBASD, vol. 5, p. 833.
12 único. Do gr. monogenes, “único” ou “único de uma espécie” (ver com. de Jo 1:14). CBASD, vol. 5, p. 834.
12-13 Uma viúva seria dependente de seu filho para suprir as suas necessidades, e agora ela não tinha nenhum. Andrews Study Bible.
13 vendo-a, o Senhor. Gr kurios. Jesus é descrito [por Lucas] como aquele que, de fato, tem o poder de banir a morte e a tristeza (cf 1Co 15.55-57). Bíbia Shedd.
O Senhor Se compadeceu. O motivo para ressuscitar ao filho único da viúva não foi outro senão o próprio amor compassivo de Cristo. É impossível saber quantas vezes recebemos um benefício imerecido, devido apenas ao amor de Deus (cf Mt 5.45). Bíblia Shedd.
14 tocou o esquife. O esquife, um caixão aberto com o corpo envolto em linhos, era levado à frente do cortejo fúnebre (ver DTN, 318). Nos templos bíblicos, um “esquife” era feito de vime. CBASD, vol. 5, p. 834.
Uma violação das regras judaicas de pureza ritual (Nm 19:16) que ao invés de trazer contaminação a Jesus, trouxe o poder de Jesus ao homem. Andrews Study Bible.
14, 15 Que Jesus levantou mortos, isto é testemunho na apologia de Quadrato endereçada a Adriano (125 d.C.). Afirma que os restaurados continuaram vivos além dos dias de Jesus, até aos próprios tempos do autor. Bíblia Shedd. [Ou: em uma carta doutrinária escrita por Quadrato a Adriano, em 125 d.C., o primeiro cita que naquele ano ainda viviam alguns dos ressuscitados por Jesus.]
16 Grande profeta. Recorda a profecia de Moisés em Dt 18:18-19 (ver tb At 3:19-23). Andrews Study Bible.
Deus visitou o Seu povo. A ressurreição do defunto foi prova suficiente de que Deus visitara Seu povo. Bíblia Shedd.
19 Aquele que estava para vir. Deus permite que sobrevenham momentos de perplexidade mesmo a Seus servos mais dignos e confiáveis, a fim de fortalecer sua fé e confiança. Às, vezes, quando é necessário para o desenvolvimento do caráter ou para o bem da causa de Deus na terra, ele os permite passar por experiências que parecem sugerir que os esqueceu. Assim ocorreu quando Jesus pendia na cruz (ver Mt 27:46; DTN, 753, 754) e com Jó (ver Jó 1:21; 13:15). CBASD, vol. 5, p. 835.
23 não se ofende (NKJV). Não se afasta de Jesus porque os Seus atos não se conformam com suas ideias preconcebidas. Andrews Study Bible.
26 João era único no sentido de que a ele fora dada a honra singular de preparar o caminho ao Senhor. Andrews Study Bible.
28 o menor no reino de Deus é maior do que ele. Ironicamente, João nunca pôde testemunhar as obras deJesus ou participar nos triunfos de Sua ressurreição e obras através da igreja. Andrews Study Bible.
30 mas os fariseus e os intérpretes da lei rejeitaram, quanto a si mesmos, o desígnio de Deus. “O livre arbítrio dá ao homem a capacidade de anular o propósito divino de dar-lhe a salvação” (Plummer). Bíblia Shedd.
31 presente geração. Na maioria, seguiu aos líderes que rejeitaram o convite divino por meio de João e Jesus. Bíblia Shedd.
32 Como crianças que ficam sentadas na praça. As pessoas tinham rejeitado tanto a Jesus quanto a João Batista, mas por razões diferentes – como crianças que não querem participar de uma brincadeira alegre nem de um evento tristonho. Não queriam associar-se a João quando seguia as regras mais rigorosas, nem a Jesus quando se relacionava livremente com todo tipo de pessoas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35 a sabedoria é justificada por todos os seus filhos. Filhos da sabedoria são aqueles que reconhecem a sabedoria de Deus e a declaram justa e verdadeira. Andrews Study Bible.
36 lugar à mesa. Era costume reclinarem-se sobre divãs à mesa, com os pés para trás. Assim, seria fácil para a mulher regá-los com lágrimas e ungi-los. Bíblia Shedd.
37 pecadora. So sentido de mulher de má reputação, uma prostituta. Bíblia Shedd.
alabastro. Pedra cara, macia o suficiente para ser escavada. Andrews Study Bible.
39 Se este fora profeta. Simão ouvira que Jesus era profeta, mas a maneira acolhedora de Jesus [à pecadora] o decepcionou. Bíblia Shedd.
Jesus ironicamente demonstra que ele é realmente um profeta por conhecer e responder à crítica silenciosa de Simão. Andrews Study Bible.
46 óleo. A hospitalidade de Simão era insignificante comparada à gratidão ilimitada de Maria. CBASD, vol. 5, p. 841.
47 perdoados … muito amou. O amor que Maria sentia por Cristo era resultado do perdão já concedido a ela antes desta ocasião. … Simão amava pouco a Jesus, pois seus pecados não foram perdoados. Como Nicodemos, ele não se considerava um pecador em necessidade do perdão divino. CBASD, vol. 5, p. 841.
A doutrina católica romana afirma que o tributo de amor merece o perdão (contritio caretate forata). Mas é o contrário – a parábola ensina que reconhecer o perdão é que produz o amor. Não foi o amor que salvou a mulher, mas a sua fé (50). Bíblia Shedd.
48 perdoados são os teus pecados. Aos olhos do Céu, ela não era mais uma pecadora porque já lhe havia sido concedido o perdão. Andrews Study Bible.
50 vai-te em paz. O presente do indicativo, no Gr, descreve um estado de permanente paz com Deus e no próprio coração. Bíblia Shedd.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-6/
Comentário devocional:
Quais foram os resultados das sessões de oração de Jesus no deserto? “O poder do Senhor estava com ele para curar os doentes” (Lucas 5:17).
Através da oração Ele conseguia poder para atender solicitamente a todos – tanto às multidões como a cada um, individualmente – sob a tensão dos constantes olhares dos espiões que sempre estavam prontos a criticá-Lo, ao menor pretexto.
Na oração, nós também temos acesso ao mesmo poder para fazer o bem que estava disponível a Jesus. Peça a Deus, ao ler as histórias das multidões que seguiam a Jesus e dos conflitos que se abatiam sobre Ele em todos os lugares, para dar-lhe o poder de curar seus conflitos pessoais e o poder de lidar com as tensões que você enfrenta a cada dia.
Douglas Jacobs, D.Min.
Professor de Ministério e Homilética
Universidade Adventista do Sul, EUA.
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1225
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados16-03-2018.mp3
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1 sábado. A principal fonte de controvérsia entre Jesus e os fariseus prendia-se ao uso correto do sábado. Eles o cercavam de regulamentos opressivos com o objetivo de evitar que o sábado fosse quebrado. Jesus não defendia tanto a ideia de que os regulamentos deviam ser relaxados, mas insiste que eles entendiam mal o significado do sábado – que era um dia em que as boas obras deviam ser feitas. Bíblia de Genebra.
3 Davi. Nem Deus nem os fariseus condenavam Davi por esta transgressão. Davi foi orientado a agir assim, a fim de preservar sua vida para servir ao Senhor. Bíblia Shedd.
5 Senhor do sábado. Jesus reconhece o sábado como uma instituição vigente e declara Sua autoridade para interpretar como deve ser guardado. Ele quer dizer que Ele é Quem instituiu o sábado na criação (Gn 2:1-3; Êx 20.8-11). Andrews Study Bible.
6 em outro sábado. Parece que os três autores sinóticos [Mt, Mc e Lc] agruparam determinados episódios de conflito entre Jesus e os líderes judeus em ordem temática, não cronológica, para enfatizar a crescente oposição dos escribas e fariseus para com Jesus e Sua obra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 819.
mão direita. Apenas Lucas, com a visão profissional de um médico, observa esse detalhe. … A palavra grega traduzida neste versículo como “mão” pode também incluir o braço, e assim é utilizada pelos autores gregos. CBASD, vol. 5, p. 819.
8 venha para o meio. Para que não houvesse dúvidas a respeito da cura. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 é lícito? Aqueles que, hoje, afirmam que Jesus não considerou a lei de Deus, em outras palavras, que por preceito e exemplo Ele se afastou das reivindicações do quarto mandamento, unem-se aos escribas e fariseus e compartilham do espírito deles. No final de Sua vida terrestre, Jesus afirmou que guardara todos os mandamentos de Seu Pai (ver Jo 15:10). CBASD, vol. 5, p. 820.
Jesus propõe uma escolha entre fazer o bem e fazer o mal no dia de sábado, e não entre fazer o bem e fazer nada. Ele considera a falta de fazer o bem como um mal em si mesmo. Bíblia de Genebra.
Aquele que se recusa em fazer o bem, faz o mal. Andrews Study Bible.
Os escribas e fariseus matavam, no íntimo. … Talvez Jesus tivesse esse quadro em mente quando falou sobre destruir a vida, e procurou dirigir-lhes a atenção ao fato de que a malícia os tornava verdadeiros transgressores do sábado. CBASD, vol. 5, p. 821.
O dia do Senhor é consagrado por meio da prática de boas ações em favor dos outros. Bíblia Shedd.
11 ficaram furiosos. Porque não conseguiam resistir ao raciocínio de Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 orar. Para o Filho de Deus, a oração era perfeita comunhão. Bíblia Shedd.
13 chamou Seus discípulos. Entre os que vinham escutar a Jesus, havia um grupo que o seguia regularmente e se dedicava aos Seus ensinos. Havia ao todo pelo menos 72 homens, considerando que esse foi o número enviado numa campanha evangelística (10.1, 17). Posteriormente, 120 crentes esperavam e adoravam em Jerusalém após a ascensão (Atos 1.15). Dentre esses discípulos, Jesus escolheu 12 nessa ocasião para serem Seus apóstolos, que significa “enviados com uma missão especial”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 Bartolomeu. “Filho de Tolmai = Ptolomeu”, era, provavelmente, outro nome de Natanael (cf Jo 1.45). Bíblia Shedd.
16 Judas Iscariotes, que se tornou traidor. Nesta época, Judas não era um traidor de fato, apenas potencialmente. Quando foi escolhido, não manifestou tendência à traição. ele não percebeu que determinados traços de caráter, errados e latentes, caso acalentados, o levariam ao vergonhoso clímax de sua vida. CBASD, vol. 5, p. 822.
17 Planura. Este sermão parece ser distinto do Sermão da Montanha (Mt 5.1-7.29), ainda que os paralelos sejam muitos. Bíblia Shedd.
20 olhando Ele para os Seus discípulos. Este sermão mostra para toda a multidão de discípulos (v. 17) o que significa viver como discípulo. Andrews Study Bible.
Bem-aventurados. Este termo implica mais do que “afortunado” ou “feliz”; é um termo religioso e significa “os que desfrutam do favor de Deus”.Bíblia de Genebra.
22-23 Uma bênção para o perseguido é muito inesperada. E não é para o sofrimento em geral que a bênção é prometida, mas só para o sofrimento que é por “causa do Filho do Homem”. Bíblia de Genebra.
22 quando vos expulsarem. …uma referência à excomunhão da sinagoga (ver Jo 9:22, 34; 12:42; 16:2). … A excomunhão poderia ser permanente, envolvendo a exclusão plena do judaísmo para sempre, ou temporária. … A excomunhão indicava contaminação religiosa e social, ou impureza. CBASD, vol. 5, p. 823.
rejeitarem o vosso nome. Essa rejeição se refere à circulação de calúnias (ver 1Pe 4:14). CBASD, vol. 5, p. 823.
24 ai. Gr Ouaí, sinal de dor ou desagrado, é o contrário de “bem-aventurança” (21-23). A riqueza, a fartura, o prazer e o louvor do mundo material (cf 1Jo 2.15-17) só poderão recompensar com desventura aqueles que O buscam (Tg 5.1-6). Bíblia Shedd.
ricos. Deus pode abençoar uma pessoa com riqueza, mas esta deve ser gasta para ajudar aqueles em necessidade (Lc 1.50-53; 6:30; 12:21, 33; Pv 28:11; Is 58:1-10; At 2:44-45). Aqueles que se orgulham de sua riqueza espiritual também são os alvos deste lamento (p. ex., Lc 18:10-14). Andrews Study Bible.
Aqueles que não tem consciência de sua pobreza espiritual, mas confiam nos seus próprios recursos, colherão desastre no fim. O termo “ai” frequentemente representa um oráculo profético de ruína (p. ex., Ez 34.2).Bíblia de Genebra.
O pouco valor que Jesus dava às coisas materiais (ver com. de Mt 5:3) alienava as afeições da classe social que considerava a riqueza e o prestígio como os principais objetivos da vida (ver Mt 6:1-6; etc.), embora o Salvador buscasse levar a salvação a todas as classes sociais, tanto rico como pobres. Na verdade, comparativamente poucas pessoas da classe rica se tornaram amigas de Jesus, sendo que Nicodemos e José de Arimateia são notáveis exceções. Jesus estava preocupado em levar as pessoas a entesourar no Céu e não na terra (ver Mt 6:33, 34; Lc 12:13-33), a fim de que o coração delas estivesse mais intimamente ligado a Deus. Em muitos casos, a riqueza provou ser uma insuperável barreira ao Espírito (ver Mc 10:23, 25; Lc 18:24, 25). CBASD, vol. 5, p. 823.
27-28 amai os vosso inimigos. Revela o radical princípio subjacente ao reino de Deus – amor sacrifical mesmo para aqueles que aparentemente mais indignos deste amor. Andrews Study Bible.
31 assim fazei-o vós. Jesus é o primeiro a dar a “Regra de Ouro” desta forma positiva. Bíblia de Genebra.
Este versículo áureo ensina que a base de todas as relações sociais deve ser o amor genuíno (Gl 5.14; 1Pe 1.22). Bíblia Shedd.
35 emprestai, sem esperar nenhuma paga. A tradução da KJV está baseada na Vulgata, que interpreta: “por este motivo, não espere nada”. Em consonância com a Vulgata, a Igreja Católica proibiu, durante séculos, o empréstimo de dinheiro a juros e, como resultado, os judeus se tornaram os grandes credores e banqueiros da Europa. O contexto de Lucas 6:30 a 35 deixa claro que Cristo não Se refere, aqui, a juros sobre empréstimos, mas ao grande princípio de que os cristãos deveriam ser doadores (v. 30), tratar aos outros com equidade (v. 31), fazer o bem (v. 31, 35) e amar aos outros (v. 32) – sem calcular com antecedência a probabilidade de obter de volta a mesma quantia ou além dela. Os cristãos devem ajudar mesmo em casos aparentemente sem esperança. CBASD, vol. 5, p. 824.
vosso galardão. Nossa motivação não é ter uma vida melhor a fim de adquirir determinadas recompensas, embora elas tenham seu lugar, mas viver corretamente em reconhecimento de que, por si só, isso é uma vida melhor. Um cristão encontra satisfação total em viver em harmonia com os grandes princípios eternos do reino celestial. CBASD, vol. 5, p. 825.
37 Não julgueis. No sentido de censurar com o propósito de destruir a reputação e levar ao desprezo o caráter de outrem. Bíblia Shedd.
…o que Ele adverte aqui é a hipocrisia dos que condenam outros por aquilo de que eles mesmos são culpados (vs 41-42) e o fracasso em demonstrar misericórdia. Bíblia de Genebra.
39 Não cairão ambos no barranco? Preferivelmente, “poço”. CBASD, vol. 5, p. 825.
40 O discípulo não está acima do seu mestre. Isto é, o aprendiz não está acima do professor. Esta frase é semelhante ao provérbio em que a corrente de água não se eleva acima do nível de sua nascente. … Ou seja, aqueles que posam como professores devem ter clara visão dos assuntos sobre os quais se propõem a instruir. A menos que ajam assim, atingirão um baixo padrão. CBASD, vol. 5, p. 825, 826.
42 Hipócrita. Literalmente, um ator representando alguém que não é. Andrews Study Bible.
43 Não há árvore boa que dê mau fruto. Jesus frisa a necessidade da conversão. Sem o novo nascimento pelo Espírito, o caráter não pode produzir uma vida agradável a Deus, nem pode conduzir outras a Ele (Jo 15.5, 16). Bíblia Shedd.
46-49 Chamar Jesus de “Senhor” é dizer que Ele deve ser obedecido.Bíblia de Genebra.
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LUCAS 5 – Caso tenhamos disposição para entender a missão de Jesus, precisaremos decidir pelo arrependimento.
Lucas revela que Jesus tem as prerrogativas apontadas nas promessas do Antigo Testamento; Ele era o verdadeiro Messias, profetizado por décadas e milênios. Ao ler na sinagoga, Isaías 61, e logo afirmar: “Hoje se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir” (Lucas 4:21), Jesus declarava claramente ser o Messias.
No capítulo 5, Lucas explora o cumprimento profético de Isaías nas atividades diárias do Messias:
1. Sendo Jesus o Criador e Senhor do Universo, deu ordens a Pedro (o qual fracassara na pesca durante a noite toda), para lançar as redes do outro lado do barco. Ao obedecer à palavra aparente ilógica do Mestre, Pedro experimentou um milagre; então, imediatamente reconheceu Sua indignidade e junto a Tiago e João abandonaram tudo para segui-lO (vs. 1-11).
2. Jesus libertou leproso, quando a lepra era uma das piores doenças da época e símbolo de pecado e contaminação; além disso, curou e perdoou pecados do paralítico. Consequentemente, impressionou a muitos: a uns positivamente, a outros, negativamente (vs. 12-26).
3. Ao envolver-Se com os pobres e párias da sociedade, Jesus foi severamente criticado; os críticos acompanharam de perto o ministério profícuo de Jesus. Estes críticos questionaram as companhias de Jesus, Sua forma de comer (vs. 27-32) e Suas práticas (ou não práticas) espirituais (vs. 33-39).
Jesus, com Seu jeito de ser, impressionava aos críticos e o público em geral.
“Com lógica irretorquível, indicou que são os doentes, e não os são, que precisam de médico. Seu trabalho era entre os pecadores. Não viera, no entanto, para deixá-los no seu pecado. Chamava-os ao arrependimento. A referência de Jesus aos justos é, naturalmente, irônica. Mas os fariseus se consideravam assim, e, segundo as premissas deles mesmos, a conduta de Jesus era justificada. O fato de que deixaram de tornar-se discípulos talvez tenha conexão com o fato de que o arrependimento não é fácil para os respeitáveis e justos aos seus próprios olhos. Lucas está muito interessado no tema do arrependimento, e o desenvolve muito mais plenamente do que Mateus e Marcos (ver 3:3, 8; 10:13; 11:32; 13:3, 5; 15:7, 10; 16:30; 17:3, 4; 24:47)” (Leon L. Morris).
Portanto, arrependamo-nos de nossos pecados, assim seremos libertos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.