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2. Deram-Lhe. A ceia foi na casa de Simão (Mt 26:6). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1134.
3. Os pés.Mateus 26:7 e marcos 14:3 declaram que o bálsamo foi derramado sobre a cabeça. Sem dúvida, Maria fez as duas coisas, sendo que cada evangelista menciona uma delas. Lucas e João mencionam a unção dos pés (Lc 7:38). CBASD, vol. 5, p. 1134.
4. Um dos Seus discípulos. Mateus menciona que “indignaram-se os discípulos” (Mt 26:8). A crítica se originou com Judas, mas se espalhou entre os outros. CBASD, vol. 5, p. 1134.
9. Para verem Lázaro. Uma razão suficiente. Uma pessoa ressuscitada atrairia milhões. CBASD, vol. 5, p. 1134.
10. Resolveram matar também Lázaro. Não podiam [os sacerdotes] apresentar uma acusação contra Lázaro. Contudo, pelo fato de a vida dele ser um testemunho da divindade dAquele que haviam condenado à morte e uma negação da doutrina que muitos deles defendiam (ver com. de Jo 11:47), julgaram necessário matá-lo também. CBASD, vol. 5, p. 1135.
11. Voltavam. Ou, “começaram a se afastar”. Isto é, afastavam-se do judaísmo e se uniam às fileiras dos discípulos de Jesus (cf. NTLH, NVI, BJ). CBASD, vol. 5, p. 1135.
16. Não compreenderam. O ato de Cristo, sem precedentes, de permitir que O declarassem “Rei de Israel” parece ter despertado as esperanças de que Ele fosse, afinal, cumprir as expectativas da multidão, declarando-Se rei e assumindo o papel de um messias político. Após a ressurreição, por meio das profecias e guiados pela iluminação do Espírito Santo, eles entenderam o propósito do ato. CBASD, vol. 5, p. 1135.
19. O mundo. A linguagem é hiperbólica [exagerada]. Ela vem de pessoas frustradas e iradas. Em vez de encontrar um povo disposto a se apoderar de Jesus e entregá-Lo, autoridades veem a multidão rodeando-O com alegres exclamações e saudando-O como rei. Nessas circunstâncias, qualquer tentativa de prender Jesus teria suscitado um tumulto. Os líderes apelaram a Jesus para que fizesse as multidões se calarem, mas sem sucesso (Lc 19:39, 40). Tudo o que puderam fazer foi observar o desfile e ver seu odiado inimigo entrar em Jerusalém em régio triunfo. … Não sabendo qual era o propósito de Jesus, sem dúvida, imaginaram que Ele estivesse para Se proclamar rei, acabar com o poder deles e liderar uma revolta contra Roma. CBASD, vol. 5, p. 1135, 1136.
20. Haviam alguns gregos. O fato de esses gregos irem para adorar e não para participar da Páscoa sugere que não eram prosélitos completos. … Os semiprosélitos, como os gentios, ficavam restritos ao pátio dos gentios. CBASD, vol. 5, p. 1136.
27. Angustiada. A visita dos gregos havia levado à mente dEle a visão da colheita dos gentios. Mas, entre a colheita do evangelho e aquele momento, havia a cruz e a agonia mental e física a ela associadas, e a natureza humana de Jesus recuava diante disso. A causa da repentina agonia mental do Senhor foi a vívida contemplação das cenas então futuras (cf. com. de Mt 26:38). CBASD, vol. 5, p. 1137
28. Glorifica o Teu nome. Esta oração está em harmonia com o que Jesus havia ensinado antes acerca do relacionamento com o Pai, cuja glória Ele buscava. CBASD, vol. 5, p. 1137.
29. Foi um anjo. A julgar pela resposta de Jesus, de que a voz era “por vossa causa”, parece que os gregos e, sem dúvida, alguns outros ouviram e compreenderam a voz (ver DTN, 625). Para eles, ela foi uma evidência de que jesus era de fato o enviado de Deus. CBASD, vol. 5, p. 1137.
32. Atrairei. Para milhares de pessoas, a cruz exerce uma atração mais forte do que as fascinações do mundo. CBASD, vol. 5, p. 1138.
38. Senhor, que creu … ? Uma citação [de João] de Isaías 53:1 a partir da LXX e não do hebraico. Os dois textos são idênticos, exceto pelo título “Senhor”, que não ocorre no hebraico (ver com. de Is 53:1). CBASD, vol. 5, p. 1139.
39. Não podiam crer. A presciência de Deus não impede o livre-arbítrio. A profecia de Isaías era uma predição do que a presciência de Deus havia visto que aconteceria. “As profecias não moldam o caráter dos homens que as cumprem. Os homens procedem de acordo com seu livre-arbítrio” (RH, 13/11/1900). CBASD, vol. 5, p. 1139.
50. A vida eterna. Ver com. de Jo 3:16. O mandamento do Pai era que as pessoas deviam crer em Cristo, a quem Ele havia enviado ao mundo. Somente assim poderiam ser salvas (ver At 4:12). Numa declaração paralela, João diz: “Ora, o Seu mandamento é este: que creiamos em o nome de Seu Filho, Jesus Cristo” (1Jo 3:23). Os judeus criam ter a salvação porque se exercitavam no estudo e na observância da Torah. Muitos deles colocavam a esperança da vida eterna no fato de serem descendentes de Abraão. Jesus advertiu que só seriam salvos os que aceitassem a Jesus Cristo como o Filho de Deus, o Salvador do mundo.”E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17:3). CBASD, vol. 5, p. 1140.
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JOÃO 11 – Temas espirituais são importantes e relevantes para todas as pessoas. A revelação bíblica deve ser a base da cosmovisão de todo ser humano. Sem ela, o conceito de antropologia será equivocado.
É muito fácil endeusar conceitos próprios e atacar/desprezar verdadeiros conceitos, tratando-os com preconceitos.
Por que os judeus rejeitaram Jesus? Observe que, na parábola do rico e Lázaro, o rico sugere que, se alguém dos mortos voltasse à vida, os vivos creriam em Jesus (Lucas 16:30).
Em João 11, Lázaro morreu, ficou quatro dias morto, Jesus chegou para ressuscitá-lo e trouxe-o de volta à vida. Os mesmos líderes religiosos que ouviram os relatos de Cristo em Lucas 15:2 e 16:14 quando contou a parábola do rico e Lázaro, souberam do magnifico milagre da ressurreição literal de Lázaro (João 11:46).
Como reagiram os líderes espirituais? Movidos de inveja pelo fato de Cristo atrair a atenção do povo, começaram a cogitar de matar “o homem que fazia muitos milagres” (vs. 47-57).
Para quem não quer crer, nem mesmo a ressurreição de defuntos é capaz de convencer. Note que, em João 12:9-11, ao invés de crerem em Jesus que deu vida a Lázaro, os líderes religiosos queriam tirar novamente a vida de Lázaro. Eis o fruto da incredulidade! A ignorância é cruel!
Sobre certos temas espirituais, Deus não nos quer ignorantes. Um deles é o tema da morte (II Tessalonicenses 4:13-17). Na ressurreição de Lázaro, Jesus intentará corrigir os distúrbios teológicos dos discípulos de outrora e dos de agora (João 11:1-45).
• Morte não é vida no espaço, no céu nem no inferno.
• Morte é um estado plenamente inconsciente, semelhante ao sono.
• Morte é cessação da vida, consequência do pecado, não um meio de salvação.
• Morte é o fim da vida, mas será destruída pela ressurreição operada por Cristo.
• Morte será aniquilada quando Cristo a matar no último dia.
• A morte encontra limite no poder do Autor da vida.
• A morte não vencerá nenhum crente, mas Cristo vencerá a morte para o crente.
• Morte não tem a palavra final, é Cristo que tem. Aleluia!
Por que muitos rejeitam o conceito bíblico de morte? Devido à sua cosmovisão baseada no paganismo.
Aprofunde-se na verdadeira antropologia bíblica para não enredar-se com filosofias espúrias sobre “vida” e “morte”!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Jesus chorou.” João 11:35.
Jesus foi tocado pela tristeza humana e chorou ante a dor. “Pelo que convinha que, em tudo, fosse semelhante aos irmãos” (Hb 2:17, ARC). Por identificar-se com a humanidade, “pode socorrer aos que são tentados”(Hb 2:18, ARC). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1127.
“‘Onde o pusestes?’ perguntou. ‘Disseram-Lhe: Senhor, vem e vê’. João 11:34. Juntos, dirigiram-se para o sepulcro.
Foi uma cena dolorosa. Lázaro fora muito amado, e as irmãs por ele choravam, despedaçado o coração, ao passo que os que haviam sido amigos seus, misturavam as lágrimas com as das desoladas irmãs. Em face dessa aflição humana e de que os amigos consternados pranteavam o morto, enquanto o Salvador do mundo ali Se achava — ‘Jesus chorou’. João 11:35.
Se bem que fosse o Filho de Deus, revestira-Se, no entanto, da natureza humana e comoveu-Se com a humana dor. Seu terno, compassivo coração está sempre pronto a compadecer-se perante o sofrimento. Chora com os que choram, e alegra-Se com os que se alegram.
Não foi, porém, simplesmente pela simpatia humana para com Maria e Marta, que Jesus chorou. Havia em Suas lágrimas uma dor tão acima da simples mágoa humana, como o Céu se acha acima da Terra. Cristo não chorou por Lázaro; pois estava para o chamar do sepulcro. Chorou porque muitos dos que ora pranteavam a Lázaro haviam de em breve tramar a morte dAquele que era a ressurreição e a vida. Quão incapazes se achavam, no entanto, os incrédulos judeus de interpretar devidamente Suas lágrimas! Alguns, que não conseguiam enxergar senão as circunstâncias exteriores da cena que perante Ele estava, como causa de Sua tristeza, disseram baixinho: ‘Vede como o amava!’ Outros, procurando lançar a semente da incredulidade no coração dos presentes, disseram, irônicos: “Não podia Ele, que abriu os olhos ao cego, fazer também com que este não morresse?” João 11:36, 37. Se estava no poder de Cristo salvar a Lázaro, por que, então, o deixou morrer?
Com profética visão, percebeu Cristo a inimizade dos fariseus e dos saduceus. Sabia que Lhe estavam premeditando a morte. Não ignorava que alguns dos que tão cheios de aparente simpatia se mostravam, em breve fechariam contra si mesmos a porta da esperança e os portais da cidade de Deus. Em Sua humilhação e crucifixão estava para verificar-se uma cena que daria em resultado a destruição de Jerusalém, e então ninguém lamentaria os mortos. O juízo que estava para cair sobre Jerusalém foi perante Ele claramente delineado. Contemplou Jerusalém cercada pelas legiões romanas. Viu que muitos dos que agora choravam por Lázaro morreriam no cerco da cidade, e não haveria esperança em sua morte.
Não foi somente pela cena que se desenrolava a Seus olhos, que Cristo chorou. Pesava sobre Ele a dor dos séculos. Viu os terríveis efeitos da transgressão da lei divina. Viu que, na história do mundo, a começar com a morte de Abel, fora incessante o conflito entre o bem e o mal. Lançando o olhar através dos séculos por vir, viu o sofrimento e a dor, as lágrimas e a morte que caberiam em sorte aos homens. Seu coração pungiu-se pelas penas da família humana de todos os tempos e em todas as terras. Pesavam-Lhe fortemente sobre a alma as misérias da pecadora raça, e rompeu-se-Lhe a fonte das lágrimas no anelo de lhes aliviar todas as aflições.” O Desejado de Todas as Nações, p. 462 – 464.
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1-54 O milagre da ressurreição de Lázaro dentre os mortos é o clímax de todos os sinais precedentes que revelaram a glória de Deus através de Jesus Cristo. Aqui, a própria morte, o inimigo final, é confrontada com sucesso por alguém que é, ele mesmo, a ressurreição e a vida. Contudo, mesmo este glorioso sinal divide aqueles que o testemunham. Os que rejeitam a glória revelada, eles mesmo se encarregam de procurar a morte de Jesus (vs 46-50). Bíblia de Genebra.
1 Lázaro. Não o Lázaro de Lc 16.20. Este Lázaro é referido no Evangelho de João. Bíblia de Genebra.
4 glorificado. Enquanto a ressurreição de Lázaro trouxe a Deus (12.12-18), a maior glória veio do fato de que ela precipitou a prisão, o sofrimento e a morte de Jesus. Andrews Study Bible.
16 Tomé era leal ainda que duvidoso (20,24ss). Bíblia Shedd.
Dídimo. Gêmeo. Bíblia Shedd.
Significado de Tomé em hebraico. Andrews Study Bible.
17 quatro dias. Muitos judeus acreditavam que a alma permanecia junto ao corpo três dias após a morte, na esperança de voltar. Se essa ideia existisse na mente dessas pessoas, obviamente acreditavam que toda a esperança já se esvaíra – Lázaro estava irrevogavelmente morto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 se estiveras aqui. A primeira afirmação de cada irmã (cf v. 32). Bíblia de Genebra.
22 Em contraste com Lc 10:38-42, Marta exibe mais fé do que Maria (ver tb Jo 11:24, 27). Andrews Study Bible.
25 Eu Sou. Jesus não estava dizendo apenas que dava ressurreição e vida. Elas estão intimamente associadas com Ele, e é tal a natureza dEle que a morte definitiva não existe para Ele. Ele é vida (cf 14.6; At 3.15; Hb 7.16). … Jesus … também transmite vida ao crente de modo que a morte nunca triunfará sobre ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
27 Tu és o Cristo. A conversação provoca, por parte de Maria, uma confissão de fé que é paralela à de Pedro (Mt 16.16). Bíblia de Genebra.
28 Mestre. É significativo que uma mulher lhe atribuísse tal designação. Os rabinos não ensinavam mulheres (cf 4.27), mas Jesus muitas vezes as ensinou. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35 chorou. A palavra grega assim traduzida não expressa a tristeza bradada do v. 33, mas se refere ao derramamento silencioso de lágrimas.Bíblia de Estudo NVI Vida.
44 Uma parábola real sobre 5:28-19. Andrews Study Bible.
47 os chefes dos sacerdotes e os fariseus. Aqui, os dois grupos estão associados entre si numa reunião do Sinédrio. … Não negaram a realidade dos sinais milagrosos … mas não compreendiam o significado deles, porque não tinham fé. Bíblia de Estudo NVI Vida.
48 O Sinédrio, que tinha suprema autoridade religiosa no país, temeu que o ministério de Jesus provocasse um levante popular, que os romanos esmagariam pela força das armas. Bíblia de Genebra.
Nosso lugar. O templo, que era o “lugar santo” dos judeus. Bíblia Shedd.
48 A morte de Jesus provocou exatamente as coisas que os líderes religiosos temiam: a crença em Jesus se espalhou pelo mundo e a destruição do seu “lugar e nação” pelos romanos em 70. D.C. Andrews Study Bible.
49 Naquele ano. Quer dizer o ano em que Cristo foi crucificado. Bíblia Shedd.
51 profetizou. Nos propósitos de Deus, Caifás, sem o saber, fez uma profecia. Bíblia de Genebra.
morrer pela nação. A morte substitutiva de Jesus foi anunciada pelo sumo sacerdote que uma vez por ano fazia expiação pela nação no Santo dos Santos (Hb 9.7ss), Mas ele mesmo não sentia nenhuma necessidade do sangue de Cristo para purificar seus pecados. Bíblia Shedd.
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JOÃO 10 – Os capítulos de João são ricos demais para pouco espaço. Por isso, talvez você espera mais do que encontra neste comentário. Objetivando apresentar todo o capítulo, as frases aqui se tornam apenas sínteses.
O capítulo em pauta, conforme o Comentário Bíblico Adventista, pode ser assim dividido:
1. Cristo é a Porta e o Bom Pastor (vs. 1-18);
2. Diversas opiniões sobre Cristo (vs. 19-23);
3. Jesus prova que é Filho de Deus por Suas obras (vs. 24-38);
4. Jesus escapa dos judeus (v. 39);
5. Jesus vai para além do Jordão, onde muitos creem nEle (vs. 40-41).
Jesus almeja que tomemos a decisão certa: Entrar pela porta certa; para isso, Ele é o Pastor certo. As diversas opiniões existentes sobre Ele não devem interferir no conceito que adquirimos do relacionamento com Ele.
Jesus deseja que O reconheçamos como Ele é: o Divino Filho de Deus; por isso, usa todos os meios possíveis intentando convencer-nos. Assim, por mais que muitos O odeiam, há muitas pessoas que creem nEle.
· O que pensar sobre Jesus é uma decisão que está nas mãos de cada um de nós!
Jesus nos alerta sobre falsos mestres religiosos. Estes grandes influenciadores não passam de enganadores. Contudo, as verdadeiras ovelhas de Cristo reconhecem a voz do Bom Pastor e rejeitam à voz do Pastor do Mal.
Jesus veio ao mundo a fim de dar vida aos pecadores condenados à morte. Ele quer que tenhamos vida plena, paz e alegria no coração. Ele Se entregou e morreu por amor a nós para que pudéssemos viver por Ele.
Todo argumento de Cristo teve seu fundamento nas Escrituras. Portanto, “creiamos que não apenas cada livro, mas todo capítulo, e não apenas cada capítulo, mas cada versículo, e não apenas cada versículo, mas cada palavra foi originalmente dada por inspiração divina” (J. C. Ryle).
Não foi fácil para Cristo lidar com a salvação dos perdidos, pois oposições surgiram de todas as formas e por todos os lados. Entretanto, Ele não retrocedeu. Agora, reflita:
· Por que deveríamos retroceder diante de tamanha entrega?
· Por que abandonar a Cristo, deixar Sua igreja, que é o “curral” onde deseja reunir “Seu rebanho”?
Diante das nossas perplexidades e necessidades podemos contar com orientação, proteção e apoio de Jesus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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22 Festa da Dedicação. Esta festa foi instituída por Judas Macabeu para comemorar a purificação do templo e a restauração de seus serviços após a profanação por Antíoco Epifânio [rei da Síria, cf Andrews Study Bible]. … Na literatura rabínica a festa é chamada Hanukkah, que significa “dedicação”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1118.
Esta festa é agora chamada Hannukah, é celebrada em dezembro. Comemora a restauração do templo nos tempos de Judas Macabeu e a revolta judaica contra Antíoco Epifânio (164 a.C.). Bíblia de Genebra.
Esse foi o último grande livramento que os judeus haviam experimentado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
28 jamais perecerão. A negativa é forte no grego. Em seu significado mais pleno, “perecerão” aqui faz referência à morte final e irrevogável, isto é, à segunda morte (Ap. 20:14; cf Mt 20:28; Jo 3:16). CBASD, vol. 5, p. 1119.
30 somos um. A palavra traduzida por “um” é neutra, mostrando que a unidade de pessoas não é o ponto em discussão. Jesus afirmou Sua unidade com o Pai em vontade, propósito e objetivos. O Pai estava diretamente envolvido nas palavras e nos atos de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 1120.
Não são Pessoas idênticas, mas uma em essência… O Pai, o Filho e o Espírito Santo possuem igualmente a plenitude da natureza divina. Esta unidade essencial subjaz à sua unidade no propósito redentor. Bíblia de Genebra.
32 boas obras. Embora a referência aqui inclua os milagres de Jesus, os termos no grego subentendem as obras em geral que têm acima de tudo um caráter bom e nobre. Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 sois deuses. A citação é de Salmo 82:6, que acusa os juízes injustos, chamados de “deuses”. CBASD, vol. 5, p. 1120.
No Antigo Testamento, os juízes humanos … podiam ser chamados “deuses”, porque eram considerados como agindo em lugar de Deus, ao fazerem justiça. A palavra hebraica ‘elohim é usada não só para referir ao único Deus verdadeiro, mas também para denotar deuses falsos, anjos e, muito raramente, homens exercendo junções divinas. O argumento de Jesus pode ser entendido como segue: “Ao invés de ofender-se porque esta palavra é aplicada a Mim, devíeis examinar as minhas credenciais que provam que meu Pai me enviou a este mundo”. Bíblia de Genebra.
Se Deus, o Autor da Bíblia, chama homens de “deuses” … quanto mais teria o Filho direito a este título. Bíblia Shedd.
Ver Êx 22.28 e nota textual NVI [“Não insultem os juízes”]; Dt 1.17; 16.18; 2Cr 19.6. Bíblia de Estudo NVI Vida.
39 Ele se livrou. João não nos dá detalhes, mas torna claro que nada poderia acontecer a Jesus até que Deus determinasse a hora (7.44; 8.59). Bíblia de Genebra.
A pergunta acerca de como se poderia obter pedras no templo talvez encontre resposta no fato de que o templo de Herodes ainda estava em processo de construção. CBASD, vol. 5, p. 1103.
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JOÃO 8 – Conhecer Jesus é diferente de ter informações sobre Ele. “Os apóstolos sabiam muito pouco sobre Jesus, mas O conheciam. Nós tendemos saber muito sobre Ele, mas não sabemos gozar de íntima relação com Ele” (Richard C. Halverson).
Não adianta estudar Jesus, pois é só relacionamento constante com Ele que te fará conhecê-lO realmente.
Os discursos proferidos por Cristo revelam muito bem quem Ele é. É impossível ser verdadeiramente cristão desprezando Seus discursos. João os valorizou:
• Primeiro discurso: O novo nascimento, conversão (3:1-36);
• Segundo discurso: Jesus a água viva, refrigério espiritual (4:1-42);
• Terceiro discurso: O Filho é tão divino quanto o Pai Celestial (5:19-47);
• Quarto discurso: Jesus é o pão da vida, nutrição espiritual (6:22-66);
• Quinto discurso: O Espírito Santo vivifica (7:1-52);
• Sexto discurso: Jesus é a luz do mundo que ilumina em meio as trevas (8:12-59);
• Sétimo discurso: Jesus é o bom Pastor que dá Sua vida pelas ovelhas (10:1-42);
• Último discurso: Palavras de despedida (13:1-17:26).
Você deve estudar a Bíblia para conhecer a Jesus, mas estudar Jesus pode não significar relacionar-se com Ele. Observe estes pontos de João 8:
1. A mulher pega em adultério soube o que realmente significa ter um encontro genuíno com Cristo, sua vida mudou radicalmente (vs. 1-11);
2. Desconectado de Jesus não existe luz neste mundo tenebroso, por mais rituais que pratiquemos (vs. 12-20);
3. Jesus é a ligação entre o Céu e a Terra (vs. 21-30); esse assunto foi abordado com Nicodemos em João 3:14-16 e, ampliado no capítulo 12:32-34.
4. Jesus é a verdade que liberta, caso permaneçamos em Seus ensinamentos (vs. 31-40);
5. Jesus fez um contraste entre os humanos que são filhos de Deus e os que são filhos de Satanás; deixando evidente que os filhos do diabo (vs. 41-47)…
• …Ignoram a Palavra de Deus;
• …Confiam em si mesmos;
• …Odeiam mortalmente a Cristo;
• …Não apreciam a Cristo e nada que esteja relacionado a Ele;
• …Foram cegados por Satanás, consequentemente têm dificuldades de entender a Palavra;
• …Dão preferência mais à mentira que à verdade;
• …Têm aversão à Palavra de Deus.
6. Líderes religiosos contemporâneos de Jesus exemplificam para nós os filhos do diabo (vs. 48-59).
Apreciar a Palavra de Deus é essencial para se tornar Seus filhos! Firmar na verdade também! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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JOÃO 7 – O Evangelho de João foi escrito porque a igreja cristã estava sendo invadida por pessoas que negavam a natureza humana ou a natureza divina de Cristo. Portanto, como observa Álvaro César Pestana, este livro é o evangelho…
• …Da divindade de Jesus, nenhum livro explora tanto essa questão.
• …Do Espírito Santo, a promessa de Sua vinda torna-se um elemento fundamental no final do livro.
• …Do amor de Deus. Amor pelo Filho, amor pelos homens; amor do homem para Deus e Jesus, e amor dos seres humanos de uns para com outros.
• …De milagres. O uso do termo “sinais” referindo-se aos milagres mostra que estes indicavam a ação de Deus entre humanos.
A partir do capítulo em pauta, nota-se a existência de um conflito. Oposição ferrenha levanta-se contra Cristo após os sinais revelados e os sermões proclamados.
1. Antes da festa dos tabernáculos que relembrava o tempo em que Israel viveu no deserto em casas tipo tendas os irmãos e irmãs de Cristo não acreditaram em Jesus (vs. 1-9; ver Levítico 23:34-44).
2. A multidão ia aumentando ao redor de Jesus, porém, os judeus alegavam que Ele não poderia ter vindo de Deus devido à uma cura realizada no sábado. Os argumentos da oposição atacaram os seguintes pontos:
• O caráter de Cristo: Uns discutiam que Ele era bom, outros questionavam alegando ser Ele um enganador (vs. 10-13);
• A doutrina de Cristo: Ao começar a ensinar no templo os judeus se admiraram com tanto conhecimento, por Ele não ter frequentado as escolas dos Rabis. Jesus aproveitou e questionou o ensino e as intenções assassinas de Seus opositores (vs. 14-19);
• A procedência de Cristo: Acusaram Jesus de estar possuído de demônio por revelar segredos do coração dos opositores que não conseguiam ver mais do que a mera superficialidade das coisas espirituais. Jesus declarou ter vindo de Deus (vs. 20-29).
3. Quanto mais Jesus falava pior ficava para Ele, mais confusão e oposição suscitavam mesmo num dia de festa (vs. 30-36).
4. No oitavo dia, encerrando a festa dos tabernáculos, as impactantes palavras de Jesus impressionaram a muitos positivamente, inclusive os guardas que saíram para prendê-lO e não O fizeram (vs. 37-53).
Quem não tem um coração disposto a obedecer não entenderá verdades espirituais (v. 17). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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