Filed under: Sem categoria
ÊXODO 38 – O livro de Êxodo pode ser dividido em duas certidões de nascimento de Israel como nação: A certidão física (Êxodo 1:1-15:27) e a certidão espiritual (Êxodo 16:1-40:38).
Assim, temos a narrativa de como Israel tornou-se física e espiritualmente povo de Deus a fim de cumprir a promessa feita a Abraão em Gênesis 12:2. Todos os detalhes do Santuário deviam cooperar para promover o nascimento espiritual que se espalharia para revigorar espiritualmente toda a raça humana. Nisso residia a bênção de Deus ao mundo através de Abraão.
A arca da aliança, a bacia de bronze, o altar do holocausto, o candelabro, a mesa dos pães da proposição, e o altar de incenso eram mobílias que ilustravam verdades eternas. Cada móvel, além de ter as medidas e os ornamentos orientados por Deus, tinha seu lugar também especificado pelo divino Arquiteto do Santuário. Grandes e pesadas cortinas delimitavam o Santuário, e o dividiam em dois. Além da tenda do encontro, havia o pátio – onde seria colocado o altar dos holocaustos (Êxodo 38:1-20).
Tudo isso indicava que a adoração requer entrega total, sem reservas ao Deus Universal, ao Qual, precisamos oferecer e fazer o melhor. Os materiais valiosos (Êxodo 38:21-31) ofertados para a edificação do lugar de habitação de Deus naquele momento “se fossem calculados ao preço atual, valeriam milhões de dólares”, diz William MacDonald.
Assim, a conversão que não alcança o coração inteiro, não toca a conta bancária, nem a carteira, nem o bolso do “crente”, está incompleta. Quem não oferece seu melhor a Deus demonstra que não reconhece que Deus deu Seu melhor ao entregar-nos Seu filho para morrer por nós.
O Santuário é o caminho da redenção. “O caminho para a presença de Deus começava no altar de bronze, onde as vítimas inocentes morriam pelos pecadores culpados. Em resumo, o altar de bronze nos remete ao Calvário, em que o Filho de Deus morreu pelos pecados do mundo (Mt 26:26-28; Jo 1:29; 3:14-16; Rm 5:8; 1Pe 2:24)”, explica Warren Wiersbe. “O altar do holocausto representa a cruz onde o Senhor Jesus Se entregou a Deus como o sacrifício completo. Ninguém pode chegar ao Pai senão pela morte sacrifical de Cristo”, afirma MacDonald.
Visivelmente, Deus cria estratégia para relacionar-Se conosco… Como responderemos? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: ÊXODO 37 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
Filed under: Sem categoria
506 palavras
1 Fez também Bezalel. Este capítulo registra a execução das instruções registradas em Êxodo 25:10-39; 30:1-5, 23-25, 34 e 35 (ver os comentários dessas passagens). Bezalel encarregou outros a fazer a maior parte da obra e reservou para si a construção da arca, dos querubins e do propiciatório. Sem dúvida ele fez assim porque a arca era a mobília mais importante do santuário, como o lugar da presença divina. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 736.
a arca. É o lugar no qual Deus Se encontra com o homem, uma sombra do encontro mais completo efetuado pela encarnação e paixão de Jesus Cristo; junto com o Propiciatório [tampa da arca] era o único móvel no Santo dos Santos. Os demais móveis podiam ser vistos pelos sacerdotes no decurso normal dos seus deveres. Bíblia Shedd.
A arca (também chamada de arca do Testemunho ou arca da Aliança) foi construída para conter os Dez Mandamentos. Simbolizava a aliança de Deus com Seu povo. Os dois anjos chamados querubim [cherub = singular; cherubim = plural] foram colocados na sua parte superior. A arca era o objeto mais sagrado de Israel e foi colocado no lugar Santíssimo [ou Santo dos Santos] do tabernáculo. Somente uma vez por ano, o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos para aspergir sangue no topo da arca (também chamado propiciatório ou tampa da expiação) para expiar os pecados de toda a nação. Life Application Study Bible.
6 Cristo é o propiciatório de Deus, Rm 3.25, a habitação da plenitude da divindade, Cl 2.9. Só por intermédio dele o homem pode se aproximar da glória divina sem ser condenado (Jo 3.36); por isso é que só no propiciatório pode existir uma representação da glória de Deus, na forma de dois querubins esculpidos, que antes serviam para guardar o caminho da árvore da vida (Gn 3.24) mas que no Santo dos Santos guardam a santidade de Deus. Bíblia Shedd.
10 mesa. Era para expor os doze pães, que representavam o cuidado de Deus em providenciar alimento natural e espiritual para cada membro do Seu povo (o número doze … doze tribos). Bíblia Shedd.
17 candelabro. Lembra-nos de Cristo, a Luz do Mundo (Jo 1.4; 3.19; 8.12). Bíblia Shedd.
23 espevitadeiras. Tal como as lâmpadas precisavam de cuidado, especialmente na renovação dos pavios, os crentes e as igrejas que eles compõem precisam de uma atenção não menos cuidadosa para que a luz de Cristo continue brilhando neste mundo de trevas (Mt 5.14-16; Ap. 2.5) pelo enchimento do Espírito Santo (cf Rm 15.14; Cl 1.28; 1Ts 5.19). A rejeição da disciplina é seríssima (Jo 15.6). Bíblia Shedd.
29 incenso aromático (cf Êx 30.34 para a composição do incenso que era usado exclusivamente para a adoração). O incenso era oferta de grande valor nos tempos do AT e, também quase exclusivamente oferenda em reconhecimento à divindade (cf Ml 1.11 e Êx 30.37). Somente aos sacerdotes foi permitido oferecer incenso. As instruções sobre seu uso são relatadas em Lv 16.12-13. Na Bíblia, o incenso simboliza a oração (exemplos Sl 141.2; Ap 8.3-4). É de se notar que o incenso foi incluído nas ofertas trazidas a Jesus, o que significa um possível reconhecimento da divindade da Criança recém nascida (Mt 2.11). Bíblia Shedd.
Filed under: Sem categoria
ÊXODO 37 – Adoração não resulta naturalmente da informação teológica – é necessário conhecer a Deus. Os recursos visuais da didática divina para ensinar o evangelho e a adoração aos pecadores foram devidamente produzidos conforme o Deus que receberia a adoração.
Realizou-se o santuário segundo o modelo e orientações divinas. Cada detalhe foi realizado pautando-se pela ordem de Deus. Êxodo 37 fala da elaboração da arca da aliança, da mesa da preposição e seus utensílios, do candelabro de ouro, e do importantíssimo altar de incenso.
Como o livro de Êxodo foca na adoração, é necessário analisar a relevância do segundo mandamento (Êxodo 20:4-6) e as imagens de anjos sobre a arca da aliança, localizadas no lugar santíssimo – onde a glória da presença divina Se manifestaria.
Pergunto: tais esculturas angelicais não ferem ao segundo mandamento quanto à ordem de não fazer ou adorar ídolos, claramente indicada em Êxodo 20:23 e 34:17?
Contextualmente, na Bíblia, a arte na religião não era proibida, ao contrário, tinha seu destacado valor. O dom artístico era dado por Deus e altamente considerado (Êxodo 31:2-5). Haviam móveis no santuário que deveriam ser enfeitados com representações de flores e frutas (Êxodo 25:31-36). Ainda, o véu que ia sobre o tabernáculo e o véu de dentro da tenda sagrada continham figuras de querubins/anjos (Êxodo 26:1, 31). O próprio Deus pedira que construísse duas esculturas de querubins para colocar sobre a Arca da Aliança (Êxodo 25:17-19; 37:6-9).
A condenação divina deve-se primariamente ao mau uso que se faz das imagens e das esculturas. Equivocadamente, “alguns condenam figuras, alegando que são proibidas pelo segundo mandamento, e que todas as coisas desse gênero deveriam ser destruídas”. Na verdade “o segundo mandamento proíbe o culto às imagens”, esclarece Ellen G. White.
Sobre o propiciatório, (tampa da arca da aliança), “havia duas imagens em ouro batido representando querubins, guardiões do trono de Deus e defensores da retidão do Senhor. Eles olhavam para baixo, para o sangue aspergido sobre a arca e sobre o propiciatório. O sangue de Jesus satisfaz a justiça de Deus e cobre todas as nossas transgressões. Cristo é o nosso propiciatório, e Deus Se encontra com o pecador por Seu intermédio”, aplica William McDonald.
Portanto, pratiquemos a reverência e a humildade ilustradas nas imagens dos querubins. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: ÊXODO 36 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
Filed under: Sem categoria
351 palavras
3 todas as ofertas. A liberalidade dos israelitas era de fato surpreendente. Eles deram tanto que o excedente de materiais atrapalhou o progresso da obra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 734.
2-7 Vários textos do NT descrevem um generoso espírito na igreja primitiva como resposta à preciosa mensagem do evangelho (Mt 10:8; At 2:44-45; 2Co 8:1-7). Andrews Study Bible.
4 homens sábios. São aqueles que fazem a obra de Deus, e esta é a verdadeira definição da sabedoria. Meditar na vontade divina e pô-la em prática, segundo a plenitude da Sua capacidade. Bíblia Shedd.
5 muito mais. Bem-aventurados são aqueles que, generosamente, dão para a obra de Deus, antes de proclamado não haver mais tempo (Jo 9.4-5). Bíblia Shedd.
8-19 A ordem de ação parece também se mover da parte de fora do tabernáculo para a parte de dentro.
A maneira progressiva em que o tabernáculo foi levantado, primeiramente suas estruturas, depois as cortinas externas e internas e por último as tábuas, travessas e véus, demonstra a obra da santificação na experiência do crente. CBASD, vol. 1, p. 735.
A repetição longa e precisa, na parte final deste livro, dos detalhes da construção do tabernáculo devia ter propósito definido. Mostra a importância do santuário e de todas as suas partes no plano da salvação. Também enfatiza a necessidade da obediência exata e estrita às ordens divinas. Se fosse concedido a alguém o privilégio de mudar em algum detalhe as instruções divinas, esse seria Moisés; porém tal prerrogativa não lhe foi concedida. A exata correspondência de cada detalhe nos ensina a lição de que as ordens de Deus devem ser estritamente observadas. Os cinco últimos capítulos do livro de Êxodo enfatizam a exatidão com que Moisés e seus liderados acataram as instruções dadas por Deus. Se a ordem era fazer “cinquenta laçadas” (Êx 26:6), “cinquenta laçadas” eram feitas (36:13). … O mesmo espírito foi refletido por nosso Senhor em Seu ministério (Jo 4:34; 17:4). Deus desaprova qualquer alteração de Seus mandamentos, qualquer desvio deles seja para a direita ou para a esquerda, qualquer redução ou acréscimo. Não se deve acrescentar ou diminuir nada do evangelho ou da palavra de Deus (Dt 4:1, 2; 12:32; Pv 30:5, 6). CBASD, vol. 1, p. 734, 735.
Filed under: Sem categoria
ÊXODO 36 – Tudo o que temos resulta da imensurável generosidade de Deus. Ele doa para Sua missão através de nós. Recursos que ofertamos, primeiro Deus nos entregou. Ele é dono de tudo e todos. Como nosso proprietário, Deus investe em Sua própria obra e o faz colocando Seus recursos em nossas mãos, para que os administremos conforme a Sua perfeita vontade.
Apreender essa importante verdade nos fará conscientes: Não gastaremos de qualquer jeito nem esbanjaremos o dinheiro de Deus; pois, além de desperdiçar o que não é nosso, estaremos cientes que prestaremos contas ao Seu verdadeiro dono.
Sendo honestos e fieis administradores do recurso que Deus nos confia, sempre haverá o necessário para Seus propósitos terrestres. Ou melhor, Deus nos concede mais do que o necessário – para que invistamos em Sua missão. Caso sejamos dadivosos como os generosos israelitas, em algum momento será necessário pedir-nos para não trazer mais ofertas. “Pois o que já haviam recebido era mais que suficiente para realizar toda a obra” (Êxodo 36:1-7).
Nestes dias finais da história do pecado, “Deus nos chama para ser colaboradores Dele. Essa é a mensagem que Ele nos envia de diversas maneiras. A mensagem deve ser apresentada para aqueles que não conhecem o Senhor. A Bíblia precisa ser lida para quem quiser ouvir. O Espírito Santo coopera com aquele que abre as Escrituras para os outros. O ministro que é um pastor verdadeiro anuncia a Palavra ao povo… A obra precisa ser realizada em nosso país e em outras terras. Esse trabalho requer o dinheiro que o Senhor nos confia… Não é a devolução dos dons confiados por Deus que deixa a pessoa pobre. Mas a recusa em fazê-lo leva à pobreza, pois o maior propósito para o qual os recursos divinos devem ser usados é a manutenção dos obreiros na grande seara a ser colhida” (Ellen White, Manuscrito 124, 1898).
A construção do Santuário só foi possível porque os israelitas não foram egoístas, nem avarentos materialistas (Êxodo 36:8-38); o mesmo sucederá na pregação escatológica quando o amor altruísta for o impulso do remanescente ao anunciar o puro evangelho num mundo repleto de discursos espúrios (Mateus 24:10-14).
Antes do advento de Cristo, Deus procurará adoradores que O adorem em espírito e em verdade! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: ÊXODO 35 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
Filed under: Sem categoria
674 palavras
1 toda a congregação. Os israelitas estavam prontos para começar a planejada construção do tabernáculo (Êx 25-31) adiada por causa da apostasia (Êx 32; PP, 343) e pela necessidade de renovação da aliança (Êx 33, 34). Visto que esse era um projeto no qual todos do povo estavam interessados e envolvidos em razão de suas ofertas (25:2-7) e de seu trabalho (ver Êx 28:3; 35:10, 25, 36:4; 39:42), Moisés os reuniu para dar as primeiras instruções. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 732.
1-3 A obra do tabernáculo começa com uma admoestação para se guardar o sábado, da mesma maneira que as instruções para a obra tinham sido concluídas com tal exortação. Bíblia de Genebra.
2 seis dias. Os hebreus estavam envolvidos num empreendimento sagrado e podiam pensar que isso seria desculpa para trabalhar no sábado. No entanto, não deviam permitir que a natureza sagrada do trabalho os enganasse, levando-os a negligenciar a observância desse dia. Essa é uma lição para os ministros e outros que fazem o trabalho de Deus no Seu dia. A construção do tabernáculo, com as diferentes habilidades e os materiais requeridos, era trabalho material, e, portanto, não constituía uma ocupação apropriada para o santo dia do Senhor. CBASD, vol. 1, p. 732.
3 Não acendereis fogo. Antigamente, acender fogo requeria esforço considerável. O clima relativamente quente da região do Sinai tornava desnecessário o aquecimento artificial, e o fogo seria usado apenas para cozinhar. … Esta ordem ainda é obedecida de forma rigorosa, mesmo em lugares de clima frio, pelos judeus caraítas, que não permitem fogo nem luz em seus lares no dia de sábado. Contudo, muitos dos judeus consideram que a ordem era de caráter transitório e usam tanto fogo quanto luz, mesmo na Palestina. Contudo, judeus estritamente ortodoxos não cozinham aos sábados. CBASD, vol. 1, p. 732.
Deus quer tirar até a tentação de fazer vários tipos de trabalho; o único fogo, aqui que queima no sábado, é o fogo dos altares do templo de Deus. Bíblia Shedd.
35:4 – 39:43 Esta seção inteira baseia-se nos capítulos 25-31, mas segue uma ordem diferente. Enquanto os capítulos 25-31 deram as instruções para o tabernáculo, esta seção descreve a sua construção. Bíblia de Genebra.
Semelhante repetição era uma característica da literatura do antigo Oriente Médio e tinha o propósito de fixar na mente do leitor os pormenores de uma narrativa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11-19 Um resumo dos objetos sagrados descritos nos capítulos 25 até 30. Bíblia Shedd.
21 Todos aqueles cujos corações foram movidos deram alegremente para a Tenda do Encontro (também chamada de tabernáculo). Com grande entusiasmo eles deram porque sabiam quão importante sua oferta era para a construção da casa de Deus. Pilotos de avião e operadores de computadores podem pressionar botões de teste para verificar se seus equipamentos estão funcionando apropriadamente. Deus tem um botão rápido de teste para verificar nosso nível de comprometimento – nossas carteiras. Life Application Study Bible NVI.
22 fivelas, pendentes, anéis. As pequenas economias do povo nômade sempre se constituíram de joias e enfeites. Mesmo quando os atavios não eram mais usados (33.6), eram guardados como dinheiro. Bíblia Shedd.
25 mulheres hábeis traziam o que … tinham fiado. Fiar era uma arte comum entre as mulheres dessa época, ricas ou pobres. Havia trabalho para todos na construção do tabernáculo e de sua mobília. CBASD, vol. 1, p. 732.
26 pelos de cabra. O método mais comum de fazer material para tendas; era o ofício do apóstolo Paulo, que lhe dava o sustento durante as viagens missionárias (At 18.3). Até hoje se fabricam tendas desse tipo no Oriente. Bíblia Shedd.
Todas que fiavam roupas fizeram uma linda contribuição para o tabernáculo. Bom trabalhadores se orgulham da qualidade e beleza de seu trabalho. Deus se interessa com a qualidade e beleza do que você faz. Seja você um executivo de negócios ou um caixa de loja, seu trabalho deveria refletir as habilidades criativas que Deus lhe deu. Life Application Study Bible NVI.
27 príncipes. Não no sentido de filhos de família real, mas líderes entre o povo, talvez os chefes de mil (18.25). Bíblia Shedd.
29 oferta voluntária. Generosidade e fidelidade são o que torna nosso serviço aceitável a Deus (PJ, 402), e Ele nos recompensa segundo Sua generosidade (PJ, 397). CBASD, vol. 1, p. 732.
Filed under: Sem categoria
ÊXODO 35 – Assim como a presença de Deus com Israel resultou do livramento da escravidão egípcia (Êxodo 1:1-15:27), Sua presença conosco liberta-nos da escravidão do pecado (Mateus 1:21-23; João 8:32-34). Por conseguinte, a presença constante de Deus com pecadores exige obediência ao compromisso da aliança realizada por Ele – explícito na segunda parte do livro (Êxodo 16:1-40:38). O tabernáculo era o evangelho em símbolos, evidenciando que o verdadeiro evangélico é fiel ao Provedor do Evangelho (Mateus 24:11-13; Apocalipse 14:6-7, 12).
O sagrado dia de sábado é o anel ou aliança de compromisso de Deus com Seu amado povo (Êxodo 35:1-3). É na demonstração de reconhecimento desse dia que o povo revela Seu compromisso com Deus. “Esse princípio básico da adoração de Israel foi mais uma vez declarado e salientado” destaca Merrill F. Unger. Deus relembra várias vezes a sacralidade do sábado, para que o secularismo, o materialismo, o hedonismo, o humanismo, e o racionalismo não obscureçam sua relevância (Êxodo 16:1-34; 20:8-11; 23:10-23; 31:12-17; 34:21).
Assim como Deus separou Seu povo para ser santo, separou o sábado para o lembrar de viver em santidade. “Deus salvou Seu antigo povo de Israel e fez aliança com ele, exigindo dele um estilo de vida coerente com esse chamado santo. Ele exige de todos os que consideram seu povo essa mesma adesão a Seus padrões imutáveis”, argui Eugene H. Merrill.
Enquanto que em Êxodo 25:1 a 31:17 encontramos instruções de Deus para construir o tabernáculo para que Ele pudesse habitar em meio dos pecadores, em Êxodo 35:1 a 40:38 somos informados de como aconteceu a construção do tabernáculo. Essa arquitetura deveria unir o compromisso de Deus de habitar com Seu povo e o compromisso do povo que recebeu o privilégio da presença divina.
Bezalel e Aoliabe citados em Êxodo 31:1-11, principais artesãos da tenda divina, foram novamente destacados em Êxodo 35:30-35. Seus talentos, dados por Deus, mais uma vez observados, mostram a importância dos talentos no serviço a Deus!
Nossa atitude diante do tempo, tesouro e talentos revela nosso real compromisso com Deus! Tempo (Êxodo 35:1-3), Tesouro/recursos financeiros (Êxodo 35:4-29) e Talentos/dons (Êxodo 35:30-35) devem ser integralmente consagrados ao Senhor!
Se Deus não for Senhor de tudo em nosso coração, certamente não O consideremos Senhor de nada! Reavivemo-nos completamente! – Heber Toth Armí.