Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
16 de julho de 2025, 0:50
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1216 palavras

Muitos cristãos não consideram de grande importância ou de algum valor os serviços do santuário divinamente designados, embora o plano da salvação mais plenamente revelado no NT se torne mais claro mediante a compreensão do AT. De fato, quem compreende o sistema levítico, como apresentado no AT, pode compreender e apreciar muito mais o evangelho no NT. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 767.

1:1 – 7:38 Esses capítulos provem instruções para a adoração do Senhor através de sacrifícios oferecido no santuário/tabernáculo israelita. Andrews Study Bible.

1-2 Os sacrifícios em Israel envolviam a oferta de animais domésticos selecionados, cereais, azeite e vinho. Todos esses produtos simbolizavam o adorador israelita que, através dos atos de sacrifício, dava-se de volta a Deus de alguma maneira. Em cada sacrifício animal, o adorador colocava a sua mão sobre a cabeça da vítima, identificando-se desta forma com o animal, como que dizendo: “Este animal me representa”. Bíblia de Genebra.

Tenda do Encontro (NVI; ARA: tenda da congregação). O tabernáculo, em que Deus Se encontrava com Israel. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Trareis a vossa oferta. Heb. qorban, do verbo qarab, “trazer para perto”, aproximar. CBASD, vol. 1, p. 767.

holocausto. Heb ‘olah, cujo significado básico é de fazer subir em fumaça. Bíblia de Genebra.

Era em geral um cordeiro ou um cabrito (para o indivíduo mediano), mas novilhos (para os ricos) e pombos (para os pobres) também eram especificados.  … O holocausto devia ser totalmente queimado … (holo significa “inteiro”, e caust significa “queimado”). Quando um novilho era oferecido, no entanto, o sacerdote ofertante podia ficar com o couro para si mesmo (7.8). … Seu nome em hebraico significa “subindo”, talvez simbolizando a adoração e a oração ao subir o seu aroma ao Senhor (v. 17).  Bíblia de Estudo NVI Vida.

macho sem defeito, v. 3, representa Cristo na Sua perfeição (Hb 9.14; 1Pe 1.19). Bíblia de Genebra.

Imolará o novilho. Não é possível crer que uma pessoa normal teria prazer em matar uma vítima inocente, mesmo que fosse apenas um animal. Mesmo assim, Deus exigia esse ato do ofertante. […] Para o pecador, essa devia ser uma experiência angustiante e dolorosa por saber que seu pecado tornara aquela morte necessária. Isso devia impressioná-lo a “ir e não pecar mais”. Diante de si, ele podia ver vividamente o resultado do pecado, que não significava apenas morte, mas a morte de um inocente. O que mais essa cerimônia poderia despertar no transgressor além de ódio ao pecado e uma solene decisão de não ter nada mas a ver com ele? A primeira lição que Deus queria ensinar a Israel, através do sistema sacrifical, era que pecado significa morte. […] O NT declara especificamente que “o salário do pecado é a morte” (Rm 6:23), mas muitos falham em compreender a importância dessa declaração. Uma concepção mais realista de que pecado e morte estão ligados inseparavelmente ajudaria muito na apreciação e compreensão do evangelho. Muitos, porém, não o compreendem em profundidade. Para os cristãos isso encerra uma importante lição: a culpa é nossa; não dEle. A contemplação da cruz deveria trazer a nós, em primeiro lugar, um sentimento de culpa, depois repulsa pelo pecado e, finalmente, uma profunda gratidão a Deus porque através da morte vem a salvação – “Cristo morreu por mim. Eu devia ter morrido, pois pequei e o ‘salário do pecado é a morte’ (Rm 6:23). Mas Ele morreu por mim; Ele tomou o meu lugar no Calvário!” CBASD, vol. 1, p. 770, 771.

Apresentarão o sangue e o aspergirão. Para alguns, a morte de Cristo parece desnecessária. Pensam que Deus podia ou devia perdoar sem o Calvário, e a cruz não lhes parece uma parte vital da expiação. Os cristãos fariam bem se refletissem mais sobre o preço da salvação. O perdão não é uma questão simples. Por meio do sistema cerimonial Deus ensinou Israel que o perdão pode ser concedido apenas mediante derramamento de sangue. Precisamos dessa lição hoje. No sistema sacrifical de Israel, os princípios de uma vida santificada podem ser encontrados; por isso, o AT é fundamental. Aqueles que estão firmemente alicerçados nele não cairão quando vierem as chuvas e os ventos soprarem. Estarão “edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular” (Ef 2:20). CBASD, vol. 1, p. 771.

Porão em ordem a lenha. A lenha usada no serviço do santuário era cuidadosamente inspecionada antes de ser colocada no altar. Madeira atacada por insetos ou roída por vermes era rejeitada. […] A lenha não era jogada no fogo ou colocada ali de qualquer jeito. Era colocada “em ordem” cuidadosamente. A lição é clara. Nada que tenha a ver com o serviço de Deus deve ser feito com desleixo e precipitação. Tudo deve ser feito com cuidado e decência. CBASD, vol. 1, p. 772.

9, 13, 17 aroma agradável ao Senhor. É um modo de expressar que Deus aceitou o sacrifício por causa da atitude do povo. Life Application Study Bible.

Os sacrifícios do AT prenunciavam Cristo, que foi “sacrifício de aroma agradável” (Ef 5.2; cf. Fp 4.18). Bíblia de Estudo NVI Vida.

De aroma agradável. Isso significa agradável a Deus. As ofertas queimadas de Levítico 1 não eram obrigatórias, mas voluntárias, algo que o ofertante apresentava porque sentia necessidade de Deus e queria mostrar sua apreciação pela bondade do Senhor. Ao levar a oferta, o adorador expressava seu amor por Deus e a consagração de si mesmo a Seu serviço. […] A expressão de Paulo em Romanos 12:1, “apresenteis a vosso corpo por sacrifício vivo”, é uma referência às antigas ofertas queimadas. Implica que o cristão deve se consagrar totalmente a Deus e se purificar completamente. […] A oferta queimada tipificava Cristo, que deu a Si mesmo completamente, deixando um exemplo a ser seguido. Isso ensina santificação plena, completa dedicação. Por isso, é acertadamente colocada em primeiro lugar na lista de ofertas em Levítico. […] As ofertas queimadas de Levítico 1 são “de aroma agradável” a Deus, por serem totalmente voluntárias. Os cristãos correm o risco de fazer o que é bom e correto não por necessidade interior ou pelo amor que os impele, mas porque é costume fazer o que é esperado e correto. Dever é uma grande palavra e deve ser enfatizada, mas não se deve esquecer que amor é maior ainda. Se adequadamente aplicado, o dever é cumprido no amor. O amor é voluntário, espontâneo, livre; o dever é compulsório, rigoroso. Ambos são necessários na vida cristã, e não se deve enfatizar um em detrimento do outro. O dever cumpre a lei e segue por todo o caminho. O amor também cumpre a lei e segue por todo o caminho, mas o amor vai mais longe. Ele anda a segunda milha e dá a capa também. “Deus ama quem dá com alegria” (2Co 9:7). Alguns substituiriam “com alegria”, por “com liberalidade”, mas o texto diz “com alegria”. Isso significa dar espontaneamente, de livre vontade, não por obrigação, mas voluntariamente. Isso é agradável a Deus.  CBASD, vol. 1, p. 772 – 774.

Há tarefas a cumprir que não são agradáveis nem prazerosas. Deus aprecia quando as cumprimos voluntariamente, sem queixas ou murmurações. Há aqueles que precisam ser encorajados, admoestados, estimulados com insistência ou quase subornados a fazer o que deveriam fazer com alegria e voluntariamente (ver Is 64:7; Ml 1:10). Uma atitude indiferente e o desejo de recompensa cansam tanto a Deus como aos homens. É desanimador para os líderes admoestar com veemência e repetidas vezes para, enfim, nada mais obter do que uma fraca resposta. CBASD, vol. 1, p. 774.



LEVÍTICO 1 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ
16 de julho de 2025, 0:30
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LEVÍTICO 1 – Ao entender nossa real situação de miserável pecador, devemos procurar por um grandioso Salvador.

Tanto o livro de Êxodo quanto o de Levítico tratam de tipologias, especialmente o Santuário, o sacerdócio e a cerimônia sacrificial, que apontam à pessoa e obra do Salvador, confirmado em 1 Coríntios 10 e no livro de Hebreus.

Símbolos detalhados no santuário formam “magnífico mosaico no grande plano divino de redenção, de Gênesis a Apocalipse”; assim, “Gênesis é o livro dos princípios; Êxodo, o livro da redenção; Levítico, o livro da expiação e da vida santa”. Em outras palavras, “em Gênesis, vemos o homem arruinado; em Êxodo, o homem redimido; em Levítico, o homem purificado, adorando e servindo”, aponta Merrill Unger.

Deus arquitetou uma estratégia que pudesse restaurar os seres humanos que foram separados dEle pelo pecado, que estão chafurdando-se na imoralidade e presos às correntes da escravidão da iniquidade. Deus Se dispôs a salvar pecadores culpados, sentenciados à morte, visando relacionamento íntimo. Holocaustos eram sacrifícios essenciais na teologia hebraica, divinamente orientados em Levítico 1.

Tanto animais para sacrifício, e como proceder na cerimônia foram divinamente orientados… Bovino, ovino, caprino ou aves deveriam ser devidamente queimados como “aroma agradável ao Senhor” (Levítico 1:9, 13, 17). Ao pôr a mão na cabeça do animal, o culpado reconhecia a função substitutiva da vítima para, então, ciente de sua situação deploravelmente pecaminosa, oferecer o “holocausto para que seja aceito como propiciação em seu lugar” (Levítico 1:4).

Ellen White explica no capítulo 58 de “Os Ungidos” que “o grande inimigo da humanidade tem procurado representar Deus como alguém que tem prazer em destruir as pessoas. Deus estabeleceu os sacrifícios para revelar Seu amor. Mas Satanás os perverteu, levando os pecadores a acreditar e esperar – em vão – que esses sacrifícios serviam para acalmar a ira de um Deus ofendido. Ao mesmo tempo, Satanás procura despertar pensamentos, sentimentos e atitudes más para que, por meio de repetidas desobediências, ele possa levar as multidões cada vez para mais longe de Deus, ficando sem esperança e presas pelas correntes do pecado”.

O plano divino é melhor que o satânico! Jesus tornou-Se holocausto em nosso lugar para conceder-nos o privilégio da reconciliação com Deus. Com Sua morte, ofertou-nos a vida. Sua condenação é nossa redenção…

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 40 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
15 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 40 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 40 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 40 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



ÊXODO 40 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
15 de julho de 2025, 0:50
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1368 palavras

1-38 Descreve a finalização da construção e a inauguração do tabernáculo. O v. 34 foca no elemento central da descrição: o enchimento do tabernáculo com a glória de Deus. Deus está agora visivelmente acampando com Seu povo, um tipo do futuro Emanuel (“Deus conosco”), Jesus (Mt 1:23). João 1:14 descreve a Palavra Se tornando carne em terminologia de acampamento (“habitar” é, literalmente, “tabernacular” [“habitar em tendas”]). Andrews Study Bible.

2 No primeiro dia do primeiro mês. Era o primeiro dia do ano religioso, antecipando por duas semanas o dia em que Deus salvou Seu povo da escravidão física, do Egito (12.2-6), com grande obras milagrosas. Muito justa é a escolha deste dia para a construção do santo edifício, que, em todos os seus detalhes, revela ensinamento sobre Cristo, que nos concede a liberdade integral da escravidão do pecado, tanto aqui como na eternidade, Jo 8.31-36. Bíblia Shedd.

Certamente não poderia haver tarefa melhor para o povo no primeiro dia de um novo ano do que começar a construir esse local de adoração. CBASD, vol. 1, p. 742.

3 Porás, nele, a arca do Testemunho. A arca da aliança era o objeto mais importante de todos no tabernáculo, o coração do santuário, a base da aliança (Dt 4:12, 13), o lugar da presença de Deus entre Seu povo (ver Êx 25:8, 21, 22). Portanto, foi a primeira mobília a ser levada ao tabernáculo. CBASD, vol. 1, p. 742.

e a cobrirás com o véu. Significa esconder com o véu, isto é, levantando-o para separar o Santo do Santos do Lugar Santo. Bíblia Shedd.

5 Porás o altar de ouro para o incenso diante da arca do Testemunho. Não estava no Santo dos Santos, mas era lá que o perfume do incenso entrava, assim como a oração é feita na terra, mas se dirige aos céus. Bíblia Shedd.

6 Porás o altar do holocausto diante da porta da congregação. Lembra-nos que não há maneira de entrar em contato com as coisas de Deus, sem primeiro aceitar o sacrifício de Cristo por nós. Bíblia Shedd.

9 óleo da unção. A unção é um ato de consagração. Era necessário para a separação exclusiva, tanto de objetos (o Tabernáculo com seus móveis, como também de pessoas (o Sumo Sacerdote, Arão e seus filhos). Na Nova Aliança do NT a consagração é realizada, não através de óleo, mas pela unção do Espírito Santo. Sem ele não podemos adorar a Deus (Jo 4.23, 24), não podemos participar da salvação (Jo 3.3, 5), não podemos compartilhá-lo com outros (Jo 7. 38, 39). Sem o Espírito Santo não existe santidade (2Ts 2.13, 1Pe 1.2) e sem santidade não há acesso ao Céu (Hb 12.14). É por isso que apagar o Espírito Santo (1Ts 5.19) ou entristecê-Lo (Ef 4.30), quando pecamos deixando de glorificar a Deus (1Co 6.19, 20), é uma ofensa gravíssima (cf Mt 12.32). Bíblia Shedd.

9-16 A unção do tabernáculo, todos os seus utensílios, assim como dos sacerdotes atendentes, marca a santificação geral e a separação da estrutura e seu pessoal. Uma descrição mais detalhada pode ser encontrada em Lev. 8. A concordância de Moisés com a ordem divina é repetidamente mencionada no presente capítulo. Andrews Study Bible.

10 e o altar se tornará santíssimo. Não porque fosse mais santo que os outros artigos do tabernáculo, todos eram “santíssimos” (Êx 30:29). Foi designado assim para que o povo constantemente se conscientizasse de sua natureza sagrada, uma vez que tinham mais contato com o altar do que com o santuário e seus artefatos. CBASD, vol. 1, p. 742.

16 Moisés fez tudo conforme o Senhor lhe havia ordenado. A obediência à ordem de Deus é um tema-chave do capítulo final do livro de Êxodo (cf. v. 19, 21, 23, 25, 27, 29, 32). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Moisés foi cuidadoso em obedecer às ordens de Deus nos mínimos detalhes. Note que ele não fez uma cópia aproximada da descrição divina, mas uma cópia exata. Nós deveríamos seguir o exemplo de Moisés e sermos bastante detalhistas com respeito à nossa obediência. Se Deus falou para você fazer algo, faça-o, corretamente e completamente. Life Application Study Bible NVI.

19 a tenda sobre o tabernáculoa coberta. Aqui se esclarece a distinção entre “tenda”, “tabernáculo” e “coberta”. A “tenda” era a cobertura de pelo de cabra e a estrutura de madeira que a sustentava. Sobre ela estava a “coberta” de peles de carneiro e de peles finas (Êx 26:14). CBASD, vol. 1, p. 742.

17-33 O cuidado físico do tabernáculo exigia uma longa lista de tarefas, cada uma importante para o trabalho da casa de Deus. Este princípio é importante para lembrar hoje, quando a casa de Deus é a igreja. Há tantas tarefas aparentemente sem importância que devem ser realizadas para a manutenção do edifício de sua igreja. Lavar pratos, pintar paredes ou retirar neve podem não parecer tarefas espirituais. Mas elas são vitais ao ministério da igreja e desempenham um importante papel em nossa adoração a Deus. Life Application Study Bible NVI.

34-38 a glória do Senhor. Com quanta ansiedade o povo deve ter se reunido para contemplar a sagrada estrutura. E enquanto observava com satisfação reverente, a coluna de nuvem flutuou de forma majestosa sobre o santuário e o envolveu. Assim Deus demonstrou aprovação por tudo que tinha sido feito. O Senhor aceitou a morada preparada para Ele, e entrou nela. Com profunda emoção o povo contemplou o sinal de que a obra de suas mãos havia sido aceita (PP, 349, 350). Agora sabiam que o próprio Deus habitava com eles e os acompanharia (Nm 9:15-23). O livro de Êxodo finaliza com uma sublime manifestação da glória e do poder de Deus. Ele termina como a história deste mundo irá terminar, com a descida da glória do Senhor para morar com a humanidade (Ap 21:3; 22:5). CBASD, vol. 1, p. 743.

A glória de Deus enche o tabernáculo do mesmo modo como aconteceu aproximadamente 500 anos mais tarde durante a inauguração do templo de Salomão (2Cr 5:13-14). A nuvem como indicação da presença divina foi primeiramente vista junto ao Mar Vermelho. Ela guiava o povo durante o dia através do ambiente ermo (e provia sombra; Ex 13:21-22; Sl 78:14; 105:39). Havia aparecido pela última vez em Êx 24, no topo do Monte Sinai. Separada pela falha de fé do povo no episódio do bezerro de ouro, a presença da glória do Senhor também marca a misericórdia e perdão divinos. O enigma da aparente ausência de Deus no primeiro capítulo de Êxodo no Egito foi finalmente resolvido: Deus esteve lá o tempo todo. Como uma fina nuvem, Ele não era ainda notadamente visível. Andrews Study Bible.

Quando Israel se desviou de Deus, Sua glória e presença se afastou do templo e ele foi destruído pelos exércitos invasores (2Rs 25). O templo foi reconstruído em 516 AC. A glória de Deus retornou com ainda maior resplendor aproximadamente cinco séculos mais tarde quando Jesus Cristo, o Filho de Deus, entrou nele e ensinou. Quando Jesus foi crucificado, a glória de Deus deixou o templo. Deus não precisa mais de um edifício físico após a ressurreição de Jesus dos mortos. O templo de Jesus é agora Sua igreja, o corpo dos crentes. Life Application Study Bible NVI.

Os crentes vão construindo o verdadeiro tabernáculo nos seus íntimos, à medida que se deixam ser tomados pela plenitude de Deus, que o amor de Cristo faz brotar neles, Ef 3.19. Na eternidade, esta glória divina lhes dará esplendor, na presença perpétua de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus (Ap 21.23). Bíblia Shedd.

36, 37. Às vezes, a glória da presença de Deus é um convite a prosseguir para grandiosa obras, é, ás vezes, um incentivo a permanecer paciente e fiel, embora em situação um tanto desagradável, mas obediente à Sua vontade. Bíblia Shedd.

38 em todas as suas jornadas. Não consta de nenhuma promessa que a vida nos dará tudo o que dela exigimos, mas que só a presença de Deus é que nos trará a vitória em quaisquer circunstâncias. Assim, Jesus acompanha os fiéis à medida que avançam proclamando o evangelho: “E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século” (Mt 28.18-20). Bíblia Shedd.

Os israelitas haviam sido escravos dos egípcios que faziam tijolos sem palha. Aqui eles estão, agora, seguindo a coluna de nuvem e de fogo, transportando o tabernáculo que haviam construído para Deus. Êxodo começa em melancolia e termina em glória. Isto faz um paralelo com nossa vida cristã. Começamos como escravos e terminamos nossa peregrinação vivendo para sempre com Deus. A lição que os israelitas aprenderam ao logo do caminho nós também precisamos aprender. Life Application Study Bible NVI.



ÊXODO 40 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
15 de julho de 2025, 0:30
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ÊXODO 40 – Não há melhor presente do que receber a presença de Deus! A ordem para armar o tabernáculo deu-se no primeiro aniversário da libertação do Egito (Êxodo 40:1).

Assim como em Gênesis, a graça de Deus atua na desgraça humana, concedendo privilégios a quem merece mais que a escravidão – pois a morte é salário do pecado (Romanos 6:23).

Ao ter toda a mobília colocada em seu devido lugar tudo foi cerimonialmente consagrada ao Senhor; inclusive sacerdotes e Sumo sacerdotes. Observe que Arão, um líder irresponsável, negligente e mentiroso no episódio da idolatria do bezerro de ouro, foi escolhido como Sumo Sacerdote, juntamente com seus filhos – o mais alto posto no serviço sacerdotal (Êxodo 40:12-16).

Note que o tabernáculo é chamado de “Tenda do Encontro”, e sobre a mesa que ficaria na nessa tenda deveria conter os “pães da Presença”, os quais estariam “diante do Senhor” (Êxodo 40:22-23). Evidenciando, desta maneira, que Deus quer encontrar-Se com pecadores. Sua presença era ilustrada pela arca da aliança, contendo as duas tábuas da aliança – os Dez Mandamentos, que refletem o caráter de Deus –, onde Sua glória Se manifestaria visivelmente (Êxodo 40:20-21).

Tudo o que continha no Tabernáculo visava levar o pecador à presença do Criador – a qual perdera-se devido ao pecado; a oportunidade dessa presença foi restaurada através do plano da salvação, ilustrado na teologia do Santuário. Conquanto, assim que “Moisés terminou a obra”, “a nuvem cobriu a Tenda do Encontro, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo. Moisés não podia entrar na Tenda do Encontro, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo”. Deus, através da nuvem (diurna) e da coluna de fogo (noturna), Se fez perceptivelmente presente na jornada de Seu povo (Êxodo 40:34-38).

A apoteótica presença divina na conclusão de Êxodo era apenas um vislumbre da vinda do Emanuel, que Se faria carne para habitar conosco, visando revelar a glória divina (João 1:1-14); cujo auge se dará em Sua majestosa segunda vinda (Mateus 24:30-31). Enquanto isso, temos Sua presença constante garantida até o fim (Mateus 28:20). Aleluia!

O livro de Êxodo ensina-nos que tudo o que somos e temos devem ser devolvidos ao Senhor de tudo; nisto reside nosso culto/louvor (adoração) ao Deus que concede-nos o privilégio de Sua presença. Consequentemente, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 39 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
14 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 39 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 39 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 39 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 39 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
14 de julho de 2025, 0:50
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718 palavras

1 como o Senhor ordenara. Esta expressão se repete sete vezes neste trecho que descreve os atavios sacerdotais (1-31). É para enfatizar que nenhum sacerdote pode vocacionar-se a si mesmo, mas tem de ser chamado por Deus (Hb 5.4-6, onde se vê que o próprio Jesus não arrogou o privilégio a Si mesmo). Bíblia Shedd.

3 de ouro batido. Pela primeira vez explica-se o método pelo qual o fio de ouro era preparado para o bordado. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 740.

14 As pedras eram conforme os nomes dos filhos de Israel. A beleza e preciosidade dessas pedras, com os nomes do povo de Deus nela gravados, representavam a glória para a qual Israel deveria ser transformado, como possessão exclusiva de Deus (19.5). De uma forma semelhante os nomes dos doze apóstolos, representando a Igreja de Cristo, estão gravados nas doze pedras preciosas que são os fundamentos da Nova Jerusalém (Ap 21.14-20). Bíblia Shedd.

24 romãs (heb rimmon). Fruta muito apreciada desde os tempos mais remotos. Várias cidades da Palestina tinham esse nome, por exemplo: Rimon (Js 15.32); Gaterimon (Js 19.45) e Enrimon (Ne 11.29). Do suco da romã se fazia um refresco saboroso, das sementes um xarope e das flores um remédio adstringente. Romãs ornamentais decoraram também os capitéis das colunas do Templo de Salomão (1Rs 7.20) e o siclo de prata [moeda] que circulava em Jerusalém no segundo século a.C. Bíblia Shedd.

28 mitra. Baseado em Is 22.8 (onde no heb temos a forma verbal), pode-se deduzir que era um turbante enrolado em cima da cabeça. Sobre ela se colocará a “lâmina de ouro”, uma espécie de diadema, “coroa sagrada” (30). Foi este último artigo que tinha o significado especial, segundo 28.38 “…para que Arão leve a iniquidade…”; isto é, o sumo sacerdote simbolicamente levava o pecado do povo, como seu representante. Bíblia Shedd.

30 santidade ao Senhor. Quando a coroa real se acrescenta às vestes sacerdotais, há o reconhecimento da intenção divina de fazer de Israel uma nação teocrática, governada soberanamente por Deus, através dos Seus servos escolhidos. Bíblia Shedd.

32 foi encerrada toda a obra do tabernáculo. Relembra as palavras finais da narrativa da criação (v. Gn 2.1-3). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Cada pequeno detalhe do tabernáculo estava pronto. O Criador do universo estava interessado mesmo nas pequenas coisas. Mateus 10.30 diz que Deus conhece o número de cabelos de nossas cabeças. Isso mostra que Deus se interessa muito por você. Não tenha medo de falar com Ele a respeito de suas preocupações – não importa quão pequenas ou insignificantes elas pareçam. Life Application Study Bible.

Visto que os israelitas não chegaram ao monte Sinai antes do terceiro mês (Êx 19:1) e que Moisés esteve com Deus por cerca de três meses (24:18; 34:28), a construção do tabernáculo começou por volta do sexto ou sétimo mês e foi completada antes do final do ano (Êx 40:2; PP, 349). A construção durou, então, seis meses. A rapidez com que a obra foi completada indica a consagração, habilidade e cooperação fraternal da parte de todos os envolvidos no projeto e as bênçãos de Deus sobre seus esforços. CBASD, vol. 1, p. 740.

33 trouxeram a Moisés. Os componentes finalizados foram trazidos a Moisés para inspeção. Moisés tinha recebido as instruções do Senhor (caps. 25 – 31) e só Moisés podia determinar a precisão do que havia sido feito. Bíblia Shedd.

Em qualquer posição de responsabilidade na qual você se encontre, acompanhe de perto se as tarefas foram completadas como desejado e mostre sua apreciação às pessoas que ajudaram. Life Application Study Bible.

42 segundo o Senhor ordenara a Moisés. A obra de fazer o Tabernáculo era o resultado da revelação (25.40) e da inspiração divina (31.3). Esses dois aspectos atuam na obra de Cristo na formação do templo (que é a Sua Igreja)… (1Pe 2.5; 1Co 6.19-20). Não se pode compreender esta obra tão sublime sem a revelação de Deus registrada nas sagradas Escrituras e aplicada ao nosso entendimento por obra do Espírito Santo. Depois de recebermos a revelação que nos esclarece a vontade de Deus, carecemos encher-nos do Espírito para pô-la em prática, e vivermos a mensagem de Deus, o que nos torna à Sua imagem revelada em Jesus Cristo (Cl 3.10). Bíblia Shedd.

43 A linguagem que aqui se emprega é semelhante à descrição da criação do mundo (Gn 1.31 e 2.3). Sugere que a obra sacerdotal de Cristo, simbolizada pelos vários objetos do Tabernáculo, tem a finalidade de fazer dos homens novas criaturas (2Co 5.17). Bíblia Shedd.



ÊXODO 39 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
14 de julho de 2025, 0:30
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ÊXODO 39 – A presença de Deus Se mostra em cada momento da história de Seu povo:

• A presença salvadora de Deus é vista na libertação da escravidão (Êxodo 1:1-13:16).
• Sua presença orientadora e provedora é percebida na jornada para o Sinai (Êxodo 13:17-18:27).
• Sua presença exigente é nítida na Sua aliança no Sinai (Êxodo 19:1-24:18).
• Sua presença nos convida à adoração e o caminho está nas orientações para o tabernáculo e sacerdotes (Êxodo 25:1-31:18).
• A presença divina disciplina o erro e perdoa o faltoso (Êxodo 32:1-34:35).
• A presença de Deus alcança Seu clímax junto à comunidade que reverentemente O adora integralmente (Êxodo 35:1-40:38).

A importante bênção da presença de Deus é a maior recompensa que um pecador pode receber. A maneira carinhosa em que Deus trata Seu Santuário revela Seu amor generoso ao pecador. Quando estudamos corretamente o Santuário e seus serviços, ficaremos impressionados com a imensurável graça de Deus para com os desgraçados pecadores.

Êxodo 39 trata das vestes dos sacerdotes e Sumo Sacerdotes, e da conclusão da obra – conforme Deus orientou. As cores diversas, juntando aos detalhes dourados, vão além de revelar a criatividade de Deus ou a rara beleza em meio ao deserto; mostram o grande cuidado e interesse que Ele tinha com os pecadores recém libertos das agruras da escravidão.

A demonstração de valorização divina à humanidade nota-se também claramente no prenderem “as pedras de ônix em filigranas de ouro e nelas gravaram os nomes dos filhos de Israel, como um lapidador grava um selo. Então as costuraram nas ombreiras do colete sacerdotal, como pedras memoriais para os filhos de Israel, como o Senhor tinha ordenado a Moisés” (Êxodo 39:6-7).

Os membros da igreja de Deus são pedras preciosas aos olhos divinos (1 Pedro 2:4-5). Nossas atividades diárias devem ser realizadas lembrando que, além de sermos importantes para Deus, devemos estar cientes de Sua sagrada presença. A diadema sagrada do Sumo Sacerdote, preparada com ouro puro, contendo a inscrição “Consagrado ao Senhor” (Êxodo 39:30), demonstra-nos que, em Cristo, não pertencemos mais ao pecado que nos escraviza; pertencemos ao Senhor que nos liberta!

Deus informa como realizar Sua obra; Ele ensina aos que trabalharão em Seus projetos, acompanha a execução, e finalmente, recompensa a todos os que se envolveram.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 38 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
13 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 38 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 38 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 38 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 38 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
13 de julho de 2025, 0:50
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634 palavras

bronze … espelhos. Espelhos de vidro eram desconhecidos na antiguidade, mas o bronze altamente polido dava uma imagem refletida adequada. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Não foram mencionados antes. Eram de bronze polido e tinham forma oval. Estes espelhos eram usados pelas mulheres do Egito, como em grande parte do Oriente, desde tempos remotos. Visto que Moisés parece não ter ordenado que se dessem estes espelhos, as mulheres devem tê-los oferecido com espírito de consagrada abnegação. Sem dúvida, eram de grande valor e a dedicação deles a Deus foi, portanto, um exemplo de devoção (ver Mt 26:6-13). Essas mulheres piedosas estimavam mais o adorno do espírito do que o da aparência exterior (1Pe 3:1-5). Sua dádiva testificou que amavam mais a Deus do que a si mesmas. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 738.

A entrega dos espelhos, feitos de cobre polido, era uma demonstração de um interesse mais sublime do que o pela aparência exterior (cf 1Pe 3.3 com Is 3.16-24). Bíblia Shedd.

cem côvados. O átrio tinha as seguintes medidas: 46 metros de comprimento e 23 de largura. A entrada se voltava para a direção leste, e, consequentemente, os lados norte e sul formavam seu comprimento. Bíblia Shedd.

21 enumeração das coisas. Aqui temos um tipo de relatório contábil, registrando como foram empregados os recursos de mão de obra e de ofertas para a construção do Tabernáculo. Assim também temos de dar conta do bom uso dos talentos que Cristo nos concede (Mt 25.14-30). Tanto as riquezas recebidas dos egípcios como a habilidade recebida da inspiração direta de Deus, tinham sua finalidade para erguer uma casa de adoração. Bíblia Shedd.

ItamarNa construção do tabernáculo, Moisés estabeleceu os passos a seguir, mas Itamar supervisionou o projeto. Todos temos diferentes talentos e habilidades. Deus não pediu a Moisés para construir ele mesmo o tabernáculo, mas para que ele motivasse especialistas para que o fizessem. Olhe para áreas onde Deus lhe concedeu dons e então busque oportunidades para permitir que Deus use seus dons. Life Application Study Bible.

24 todo o ouro. “Todo o ouro” pesaria pouco mais de uma tonelada. Isso seria um cubo de ouro de 37,25 cm de lado. O ouro abundante no Egito, era importado da Etiópia. CBASD, vol. 1, p. 738.

talentos. Valiam 30 quilos cada um. siclo. Um talento tinha 3.000 ciclos, o que quer dizer que o siclo do santuário pesava cerca de 10 gramas. Bíblia Shedd.

25 a prata. O peso da prata seria de 3 toneladas e 440 kg. CBASD, vol. 1, p. 738.

O ouro provinha de ofertas voluntárias do povo (35.20-29), mas a prata resultava do imposto de recenseamento de cada israelita (30.11-16), resgate que cada um dava ao ser contado. Bíblia Shedd.

26 beca. Moeda de 5 gramas de prata e valor de meio siclo. Os arrolados, de vinte anos de idade para cima, eram 603.550, que dariam 301.775 siclos de prata, ou seja, 100 talentos e 1.775 siclos, que é o total dado no v. 25. Não houve sonegação! Bíblia Shedd.

27 Nenhum siclo dessa oferta sagrada para as coisas de Deus restava depois de completar o Tabernáculo (28). Bíblia Shedd.

29 o bronze, na verdade, era cobre. Era muito menos bronze do que o ouro ou a prata, embora esse metal tivesse menos valor. Isto se explica pelo fato de que outros metais representavam a riqueza portátil, enquanto quase não valia a pena carregar o bronze (cobre). Os utensílios de comer eram de madeira ou barro, e raramente de cobre. Bíblia Shedd.

O peso seria de 2 toneladas e 420 kg. A isso deve ser acrescentado o valor das pedras preciosas, das especiarias, da madeira, dos tecidos, das peles de animais. Isso demonstra a generosidade do povo (ver Sl 105:37). Quando os hebreus deixaram o Egito, pediram tesouros e objetos de valor aos egípcios (ver com de Êx 3:22; 12:35, 36). Sem dúvida também tinham acabado de adquirir muitas riquezas da derrota sobre os amalequitas (Êx 17:8-13). CBASD, vol. 1, p. 738.