Reavivados por Sua Palavra


ATOS DOS APÓSTOLOS 3 – Pr. Heber Toth Armí
27 de abril de 2018, 0:45
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ATOS 3 – Talvez a maior ação dos envolvidos na missão seja a oração. A Igreja Cristã nasceu num berço de oração, foi nutrida com oração e fez a Palavra de Deus progredir usando a oração como alavanca.

Leia esta citação de Ellen G. White, antes, porém, mergulhe fundo na mensagem que Lucas escreveu em Atos 3.

“Caso houvesse mais orações nos concílios dos que arcam com as responsabilidades, mais humilhação do coração a Deus, veríamos demonstrações evidentes da liderança divina, e nossa obra efetuaria progressos rápidos”.

Isso aconteceu no passado, na igreja primitiva, e há muitos que desejam ver tal evidência no presente. Conquanto, é imprescindível separar um tempo especial para meditar no capítulo em questão.

Após os discípulos orarem (Atos 1) e serem tomados pelo Espírito Santo no Pentecostes, milhares de pessoas se converteram (Atos 2) e milagres acontecerem (Atos 3:1-10); a Palavra de Deus era exposta perante as massas com poder e ousadia (Atos 3:11-26).

Alguns pontos merecem total atenção:

1. Milagres não são frutos de poder inerentemente humano nem da piedade de pessoas altamente religiosas, é fruto da graça e poder de Deus através daqueles que se consagram a Seu serviço (vs. 1-13).

2. Milagres são iscas, ou melhor, são meios para alcançar um fim, não um fim em si mesmo. Pedro e João aproveitam o interesse da multidão pelo milagre para cumprir a missão. A missão não é fazer milagres, é evangelizar as pessoas proclamando o Salvador (vs. 10-18).

3. Milagres físicos são trampolins para maiores milagres, os espirituais – arrependimento, conversão e transformação de vida caracterizam o maior dos milagres operado pelo Espírito Santo. Enfatizar o primeiro em detrimento do segundo é desequilíbrio teológico (vs. 19-26).

Nesse texto, “Pedro fez uso da Palavra. ‘Israelitas’, disse, para chamar sua atenção e começar o discurso. Um discurso muito breve, de conteúdo cristocêntrico e vivencial. Dirigiu-se ao povo em tom de conversação, direto, informal. Um modelo de discurso breve, eloquente e baseado na Escritura… Em uma frase, o tema de Pedro foi: Jesus, o Filho de Deus, morreu para salvar os pecadores” (Mario Veloso).

Reavivemo-nos: Se exaltássemos a Bíblia mais do que milagres, rituais, músicas e ações sociais… acredito que nossas igrejas passariam por experiências não vivenciadas nos últimos anos. Você não acha? – Heber Toth Armí



ATOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
27 de abril de 2018, 0:20
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1 Oração da hora nona. Por volta das três da tarde. Esta era a hora do sacrifício da tarde. Era conhecida como hora de oração e hora do incenso. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 143.

3 Iam entrar no templo. Como os apóstolos estavam prestes a entrar no templo, a fim de adorar, o coxo concluiu que eram homens piedosos, de quem ele poderia esperar uma esmola. CBASD, vol. 6, p. 144.

4 Olha para nós. Pedro não pretendia que o coxo considerasse que eles tinham poder em si mesmos para curá-lo. Mas tentaram concentrar neles a atenção do homem a fim de direcioná-la a Cristo. CBASD, vol. 6, p. 144.

6 Em nome. O nome de Jesus Cristo, o Salvador ungido, contém a descrição da personalidade e do caráter de seu portador divino. A invocação reverente de Seu nome resultou numa demonstração de poder. CBASD, vol. 6, p. 145.

7 E […] o levantou. O gesto de Pedro foi um auxílio à fé iniciante do.coxo. CBASD, vol. 6, p. 145.

10 Reconheceram. As pessoas reconheceram que o homem era mesmo coxo, não um simulante. Viram que estava curado.Puderam vê-lo entrar no templo, saltando e alegrando-se por sua saúde e louvando a Deus. CBASD, vol. 6, p. 146.

13 A quem vós traístes. Ou, “entregastes”. Pedro é franco e ousado ao colocar a culpa pela morte de Jesus sobre os judeus, como os apóstolos passaram a fazer desta ocasião em diante. CBASD, vol. 6, p. 147.

14 Pedistes […] um homicida. Isto é, Barrabás (Mc 15:7). CBASD, vol. 6, p. 147.

17 Por ignorância. A ignorância é perigosa tanto no âmbito espiritual quanto em outros contextos. As pessoas podem pecar por ignorância, como neste exemplo, mas a ignorância não justifica o pecado. CBASD, vol. 6, p. 148.

21 Desde a antiguidade. Estas palavras abrangem as muitas promessas imutáveis dos profetas que despertaram a esperança do povo de Deus ao longo das eras. CBASD, vol. 6, p. 151.

25 Os filhos dos profetas. Os profetas foram enviados especialmente aos israelitas. CBASD, vol. 6, p. 152.

26 Primeiramente a vós outros. Esta primazia dos judeus em relação ao evangelho é digna de nota. Pedro ainda não conhecia as condições da pregação do evangelho aos gentios, mas indica que a mensagem deveria ser pregada primeiramente aos judeus. CBASD, vol. 6, p. 152.

Para vos abençoar. A bênção mencionada aqui sucede a ressurreição e envolve o poder de Cristo que capacita o ser humano a deixar o pecado e seguir a nova vida que se encontra nEle. CBASD, vol. 6, p. 152.

Cada um se aparte. O sentido desta passagem é dúbio. Pode-se dizer que Jesus aparta os seres humanos da iniquidade ou que Ele os abençoa quando se afastam do mal. Em certo sentido, ambos são verdadeiros. As bênçãos da salvação só podem ser recebidas mediante o poder restaurador do Espírito Santo. Segue-se o necessário afastamento do pecado, com arrependimento e conversão. CBASD, vol. 6, p. 152.



ATOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
26 de abril de 2018, 0:20
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406 palavras

1 Cumprir-se. Literalmente, “estava se cumprindo”. Parece que a palavra foi escolhida para indicar que o dia havia chegado. Talvez fosse o início da manhã. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 121.

Pentecostes. Uma referência aos cinquenta dias entre o início da Festa dos Pães Asmos e a Festa das Primícias. De todas as festas do ano judaico, o Pentecostes era a que mais atraía peregrinos de terras distantes. O Pentecostes era um dia grandioso na experiência israelita, um tipo apropriado para o dia mais grandioso ainda no qual o Espírito de Deus foi disponibilizado a todos aqueles que se prepararam para recebê-Lo. CBASD, vol. 6, p. 122.

2 Do céu. Literalmente, “de fora do céu”, o lugar de onde o Espírito Santo desceu sobre Jesus em Seu batismo (Mt 3:16). CBASD, vol. 6, p. 123.

4 Outras línguas. Ou seja, línguas diferentes de sua língua materna. A palavra grega traduzida por línguas se refere inteiramente, ao órgão da fala, mas com frequência é usada para se referir ao idioma. CBASD, vol. 6, p. 126.

6 Língua. A lista que se segue se refere a grupos linguísticos. É provável que cada orador tenha falado num idioma diferente, de acordo com o grupo ao qual se dirigiu. Dessa maneira, diversas nacionalidades foram atendidas ao mesmo tempo. CBASD, vol. 6, p. 127.

17 Acontecerá. A inferência é que o futuro citado em Joel se fazia presente. Os ouvintes presenciavam o cumprimento da profecia. CBASD, vol. 6, p. 131.

25 A respeito dEle. A realidade da ressurreição deu novo significado às profecias, que não fora sugerido antes, mas, sem o qual ficariam incompletas. CBASD, vol. 6, p. 134.

32 Este Jesus. Jesus de Nazaré, o crucificado dos versos 22 e 23. CBASD, vol. 6, p. 135.

41 Três mil. Por causa deste número elevado, alguns concluem que o batismo foi feito por derramamento ou aspersão de água, não por imersão. Não é necessário fazer essa pressuposição (Mt 3:6). Havia reservas de água adequadas tanto dentro de Jerusalém quanto perto da cidade para o batismo de grande número de pessoas, como os tanques de Betesda (Jo 5:2) e Siloé (Jo 9:7), além dos tanques de Salomão. CBASD, vol. 6, p. 138.

43 Muitos prodígios e sinais. Este era mais um motivo de temor e deslumbramento. O Espírito Se manifestou, dando aos apóstolos grande poder não só para pregar, mas também para operar maravilhas, assim como Jesus havia prometido. CBASD, vol. 6, p. 139.

47 Louvando a Deus. A alegria pela nova fé os levava a louvar ao Pai. O verdadeiro filho de Deus sempre encontra motivos para louvar ao Senhor. CBASD, vol. 6, p. 140.

Compilação: TatianaW

Comentários adicionais em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/01/31/atos-2-comentarios-de-biblias-de-estudo/



ATOS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
25 de abril de 2018, 0:45
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ATOS 1 – Ore, depois abra tua Bíblia em Atos e escancare teu coração para a revelação que está diante de ti.
 
J. Sindlow Baxter exclamou: “Vinte e oito capítulos emocionantes apresentam-se a nós. Podemos ler qualquer deles várias vezes, descobrindo sua fascinação crescente a cada leitura. Pena alguma jamais escreveu um registro mais irresistível. Se esses acontecimentos memoráveis não provocarem a imaginação e nem despertarem as emoções de qualquer leitor realmente interessado, nenhum outro o fará. Todavia, até mesmo o simples interesse pelo livro fica eclipsado pela sua importância como revelação e história. Ele é a sequência dos poderosos eventos dos evangelhos e a introdução para as doutrinas das epístolas; marcando, de fato, um dos mais elevados pontos críticos da história, como em breve teremos oportunidade de ver”.
 
Dois pontos sobressaem de Atos 1:
 
• Depois de ressuscitar, Jesus passou 40 dias orientando e reorientando Seus discípulos, depois subiu ao Céu. Como eles, podemos estar focados em datas e eventos proféticos, quando, na verdade, deveríamos focar na pregação do evangelho, antes que Jesus retorne (vs. 1-11).
 
• Obedecer, unir-se, organizar-se e consagrar-se é essencial para receber o poder do Espírito Santo. Só depois deveríamos partir para a ação – missão! (vs. 12-26).
 
Steven Sheeley argumenta que, “pode-se dizer que o principal propósito de Lucas ao escrever Atos foi teológico. Ao passo que procurou informar, convencer e cativar a atenção, seu objetivo primordial foi que seus leitores aprendessem algo sobre Deus. Lucas destacou a ação do Espírito Santo. A mensagem de Lucas não é simplesmente que o evangelho se espalhou de Jerusalém até os confins da terra; sua mensagem é que Deus foi a causa dessa difusão do evangelho. A cada passo, o leitor é colocado frente a frente com a atuação de Deus no mundo”.
 
Através do primeiro capítulo de Atos, entendo que Deus quer que…
 
• …Aprendamos que o cumprimento da missão só acontece mediante intensa consagração.
• …Percebamos que a missão é dEle e, somos apenas Seus instrumentos no mundo.
• …Compreendamos que Sua missão teve início de forma sobrenatural e seu final não será diferente.
• …Sejamos motivamos à busca pelo poder que impactará o mundo com a mensagem vinda do trono de Deus.
 
Cristo fundou Sua igreja e Deus a conduzirá ao Céu. Sua igreja vencerá!
 
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


ATOS 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
25 de abril de 2018, 0:25
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ATOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
25 de abril de 2018, 0:20
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913 palavras

1 Primeiro. Um indicativo de que esta obra é a segunda de uma série. O evangelho de Lucas certamente é o “primeiro livro”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 105.

2 Por intermédio do Espírito Santo. Esta expressão pode ter o sentido de que o Espírito Santo guiaria os discípulos em toda a verdade (Jo 16:13), ou que Jesus, tanto antes quanto depois da crucifixão, falava como alguém cheio do Espírito Santo. Este último deve ser o significado pretendido, pois tudo ligado à vida de Cristo na Terra foi realizado pelo poder do Espírito: a concepção, o batismo, a justificação, a orientação a uma vida de serviço, os milagres e a ressurreição. CBASD, vol. 6, p. 106.

Apóstolos. Do gr. apostolai, “aqueles que são enviados”. […] Parece que o ofício de apóstolo na igreja apostólica derivava da ordem e da comissão de Jesus aos doze discípulos. Ao chamar os discípulos de “apóstolos”, é provável que Jesus tenha usado a palavra aramaica shelicha, equivalente ao particípio heb. shaluach, “enviado”. CBASD, vol. 6, p. 106.

3 Provas incontestáveis.  Essas “provas infalíveis” foram as aparições de Cristo após a ressurreição, não os

milagres que os discípulos viram Jesus realizar. As provas eram: o fato de Ele ter comido e bebido com os discípulos, Seu corpo real em que eles puderam tocar, as repetidas aparições visíveis a até 500 pessoas de uma vez e as instruções sobre a natureza e as doutrinas do reino. A certeza da ressurreição conferiu poder à mensagem dos apóstolos e constituiu a base do magnífico raciocínio de Paulo sobre a certeza da ressurreição corpórea dos salvos (ICo 15:3-23). CBASD, vol. 6, p. 107.

4 Comendo com eles. Trata-se de possível referência a um encontro na Galileia para a última reunião, na qual os discípulos viram Jesus ascender ao céu.CBASD, vol. 6, p. 107.

Não se ausentassem de Jerusalém. Eles deveriam retornar para a capital, o lugar onde Cristo ministrara tantas vezes e onde sofrera, fora sepultado e ressuscitara dos mortos. Ali, os discípulos receberiam poder e deveriam começar a testemunhar. CBASD, vol. 6, p. 107.

Esperassem. Era preciso esperar com anseio pelo poder de Deus, buscar a condição adequada para recebê-lo e manter oração fervorosa e unidade a fim de ver o cumprimento da promessa. CBASD, vol. 6, p. 108.

6 Reunidos. O próprio Jesus estava com eles. Este foi o último encontro dos discípulos com o Senhor, pois era o dia da ascensão. CBASD, vol. 6, p. 108.

Será este o tempo em que restaures? Os discípulos ainda não compreendiam a natureza do reino de Cristo. Ele não havia prometido o tipo de restauração que esperavam. Achavam que Jesus “havia de redimir a Israel, isto é, dos romanos.CBASD, vol. 6, p. 108.

8 Poder. Lucas se refere ao “poder” sobrenatural recebido por aqueles que têm o Espírito Santo. Este poder é para testemunhar, pois vem dentro, proclama o evangelho e leva outros a Deus. CBASD, vol. 6, p. 110.

Confins. Os discípulos deveriam ir “por todo o mundo”, “a todas as nações” (Mt 24:14). CBASD, vol. 6, p. 111.

9 Elevado. A ascensão foi o clímax apropriado para o ministério de Cristo na Terra.CBASD, vol. 6, p. 111.

À vista deles. Nenhum fiel vira o Salvador ressuscitar dos mortos, mas os onze discípulos e a mãe de Jesus tiveram a oportunidade de vê-Lo subir ao céu. Por isso, tornaram-se testemunhas confiáveis da realidade, da ascensão. CBASD, vol. 6, p. 111.

Uma nuvem. Esta nuvem era uma hoste celestial. De igual modo, o retorno de Cristo será “sobre as nuvens” (Mt 24:30). Hostes de anjos acompanharão o Senhor quando Ele vier em glória. CBASD, vol. 6, p. 111.

11 Virá. A segunda vinda de Cristo está ligada à ressurreição e à ascensão. Trata-se de um evento prometido que se encontra vinculado a incidentes históricos.CBASD, vol. 6, p. 112.

 Do modo como. Esta promessa significa que Seu retorno deve ser pessoal.  A promessa tranquila, mas solene dos conselheiros angelicais confere certeza à doutrina da segunda vinda de Cristo, garantida pela realidade da ascensão. Sem o segundo advento, toda a obra anterior no plano da salvação seria tão vã quanto semear e cultivar a plantação, mas deixar de colher. CBASD, vol. 6, p. 112.

 14 Os irmãos dEle. Eram Tiago, José, Simão e Judas (Mt 13:55). Eles haviam permanecido indiferentes a Jesus e não são mencionados entre os que se reuniram em volta da cruz. Mas as cenas finais da vida terrena de Cristo os levaram à conversão e então faziam parte dos fiéis. É provável que Tiago seja aquele que se transformou num líder da igreja. Muitos acreditam também que ele seja o autor da epístola de Tiago. Judas pode ser o mesmo que escreveu a breve epístola com esse nome. CBASD, vol. 6, p. 114.

 21 É necessário. Pedro considerou que o número original de discípulos deveria ser mantido. Sem dúvida, os apóstolos tinham o conceito de que o número 12 expressava totalidade, seguindo o exemplo das doze tribos de Israel. CBASD, vol. 6, p. 117.

 23 Propuseram dois. No sentido anterior, esta passagem significa que José e Matias foram indicados pelos discípulos como os candidatos sobre os quais seriam lançadas as sortes. CBASD, vol. 6, p. 117.

24 Orando. Esta deve ter sido uma oração tremenda, brotando de uma fé simples e insistente.  Em todos os grandes momentos da igreja apostólica, a oração era o recurso buscado de maneira espontânea. A experiência da igreja deve ser sempre assim, tanto no passado quanto agora. CBASD, vol. 6, p. 118.

26 Com os onze. Aos olhos humanos, Matias havia aceitado uma posição humilde, a de líder em um grupo insignificante de pessoas simples que logo seriam perseguidas. No entanto, para os cristãos, a posição que Matias assumiu tinha possibilidades imensuráveis para o futuro. CBASD, vol. 6, p. 118.

Compilação: TatianaW

Comentários adicionais em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/01/30/atos-1-comentarios-de-biblias-de-estudo/



AMANHÃ COMEÇAREMOS A LER ATOS DOS APÓSTOLOS!
24 de abril de 2018, 18:00
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Amanhã começaremos a ler a segunda parte do texto escrito por Lucas: Atos dos Apóstolos!

Alguém já disse que este livro deveria ser chamado de “Atos do Espírito Santo”, tamanhas são as Suas ações. É maravilhoso ver o que a atuação do Espírito de Deus pôde fazer em rudes discípulos, transformando-os em testemunhas intrépidas! E ficamos entusiasmados em saber que Ele pode fazer o mesmo conosco!

Será muito bom lermos juntos este livro!



JOÃO 21
24 de abril de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-21/

Se Jesus lhe perguntasse três vezes “você me ama”, como você se sentiria?

Tendo negado a Cristo três vezes, Pedro é agora repetidamente solicitado a reafirmar seu amor e lealdade. Ferido pelo questionamento repetitivo, Pedro deve ter se perguntado se Cristo o havia realmente perdoado ou se havia algo que ele pudesse fazer para provar seu amor depois de suas covardes traições.

Como faço para provar o meu amor depois de tudo que fiz?

Quando as relações humanas são abaladas por múltiplas traições, o coração ofendido requer garantias do ofensor. Embora a graça e o perdão sejam estendidos, a confiança não é restaurada imediatamente. Pedidos repetidos por reafirmações de lealdade são uma parte normal da cura e restauração de um relacionamento. A confiança é reconstruída escolha por escolha ao longo de um período de tempo. As feridas da traição somente são curadas por mudanças consistentes e sustentadas, fortalecidas por uma atmosfera de graça.

Cristo não disse a Pedro: “Sim, eu sei que você me ama.” Em vez disso, Ele lhe deu ordens de amor. “Se você me ama, cuide das minhas ovelhas”. Cristo pediu por amor demonstrado em ação. Depois de uma vida inteira cuidando das ovelhas de Cristo, a lealdade de Pedro levou-o à cruz, onde ele deu a vida por amor.

A prova do amor é o sacrifício.

Lori Engel
Capelã (atualmente aposentada)
Eugene, Oregon, EUA

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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1264
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados24-04-2018.mp3



JOÃO 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
24 de abril de 2018, 0:20
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2081 palavras

1-25 O cap. 21 é evidentemente um pós-escrito. Pelo estilo podemos estar seguros que o autor foi João, o autor do evangelho. Bíblia Shedd.

O epílogo do Evangelho, tendo em vista que vem após o que parece uma conclusão (20:30-31). Andrews Study Bible.

1 Depois disto. Isto é, entre a segunda manifestação no cenáculo e a manifestação em uma montanha na Galileia (Mt 28:16-20). CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1191.

3 Vou pescar. A pesca tinha sido o ofício de Pedro antes de se converter em discípulo de Jesus. Tiago e João também eram pescadores. O objetivo da sugestão foi, sem dúvida, para reabastecer seus escassos recursos. Os discípulos não estavam abandonando sua vocação mais elevada. Eles tinham ido para a Galileia para se encontrar com o Mestre (Mt 28:16).CBASD, vol. 5, p. 1192.

Esta narrativa ilustra a ineficácia de pescar homens (Mt 4.19) sem o Cristo ressuscitado estar presente (15.5). Logo que Ele veio e os discípulos obedeceram às Suas ordens, o sucesso foi imediato e tremendo (6). Bíblia Shedd.

Naquela noite. Por causa das águas claras, a noite era o momento apropriado para a pesca no lago. CBASD, vol. 5, p. 1192.

e, naquela noite, nada apanharam. Pescar à noite não era incomum. As circunstâncias são uma reminiscência da pesca maravilhosa registrada em Lc 5.4-11 e associada com a chamada de Pedro e outros discípulos. Bíblia de Genebra.

4 Não reconheceram que era Ele. Talvez os olhos deles estivessem “fechados” como os dos discípulos no caminho de Emaús (Lc 24:16). É provável que houvesse pouca luz. Maria também, não tinha reconhecido Jesus quando Ele Se manifestou pela primeira vez. CBASD, vol. 5, p. 1192.

5 Alguma coisa de comer. Do gr. prosphagion, o que se come além de pão, como carne, peixe, ovos, legumes. O pão era o principal artigo de alimentação do judeu. Como a pergunta é dirigida a pescadores, é bem provável que prosphagion se refira a pescado. A forma da pergunta em grego indica que se espera uma resposta negativa. CBASD, vol. 5, p. 1192.

6 A ordem de Jesus ia contra as melhores práticas de pesca [A pesca por redes é melhor feita à noite, quando a visão dos peixes é limitada].Andrews Study Bible.

Grande … quantidade de peixes. Este milagre faria os discípulos recordar do milagre anterior, quando deixaram tudo para seguir o Mestre (Lc 5:11). CBASD, vol. 5, p. 1192.

7 Aquele discípulo a quem Jesus amava. João foi o primeiro a reconhecer o Mestre, bem como o primeiro a acreditar na ressurreição (Jo 20:8). CBASD, vol. 5, p. 1192.

Simão Pedro… despido (ARA). Trajava apenas as vestes de baixo. Bíblia Shedd.

Vestiu a capa, pois a havia tirado (NVI). É curioso que vestisse [tornasse a vestir] essa peça de roupa … como preparativo para pular na água. Os judeus, no entanto, consideravam a saudação ato sagrado que somente podia ser realizado entre pessoas plenamente vestidas. Pedro talvez estivesse se preparando para cumprimentar o Senhor. Bíblia de Estúdio NVI Vida.

O Pedro impulsivo, fervoroso e afetuoso respondeu da sua forma característica. CBASD, vol. 5, p. 1192.

Lançou-se ao mar. A água não devia ser profunda. O registro nada menciona acerca de caminhar sobre a água. CBASD, vol. 5, p. 1192.

8 duzentos côvados eram cerca de 96m. Bíblia Shedd.

10 Trazei alguns dos peixes. Para complementar o alimento que estava sobre as brasas. CBASD, vol. 5, p. 1193.

11 Simão Pedro entrou no barco. Pedro respondeu com sua impulsividade característica. CBASD, vol. 5, p. 1193.

Pedro … arrastou a rede para a praia. Por certo, significa que Pedro comandou o esforço, visto que, anteriormente, o grupo inteiro não tinha conseguido recolher a rede (v. 6). Bíblia de Estúdio NVI Vida.

Cento e cinquenta e três. O número indica que os peixes foram realmente contados. Alguns sugerem interpretações místicas e fantasiosas quanto a este número. Por exemplo, que o “três” representa a Trindade. Essas interpretações são irrelevantes. CBASD, vol. 5, p. 1193.

12 Nenhum … ousava perguntar-Lhe. Os discípulos comeram em silêncio e reverência. Muitos pensamentos passaram pela mente deles, mas não ousavam se expressar. CBASD, vol. 5, p. 1193.

14 a terceira vez. Não o terceiro aparecimento absolutamente, mas a terceira a um grupo de apóstolos. Bíblia de Genebra.

15-17 Os versos 15-17 tem lugar na presença dos outros discípulos. Pedro precisava reconquistar a confiança dos demais após sua traição (18:15-18, 25-27. Em 21:20, Jesus e Pedro estão caminhando na praia, longe dos outros. Andrews Study Bible.

15 Amas-Me. Do gr. agapaõ. Em sua resposta a Jesus, Pedro usa outro verbo para “amar”, phileõ. Estas duas palavras, às vezes, têm significados distintos. Agapaõ se refere a uma forma mais elevada de amor, um amor regido por princípios e não por emoções phileõ está relacionado ao amor espontâneo, emocional. … Jesus usou a palavra agapaõ nas duas primeiras perguntas, e Pedro respondeu com phileõ. Na terceira vez, Jesus usou phileõ, e Pedro respondeu, como  anteriormente, com phileõ. … As três perguntas de Jesus, possivelmente, estavam relacionadas às três negações de Pedro. Três vezes o apóstolo tinha negado ao Senhor. Assim, lhe foi dada a oportunidade confessá-Lo três vezes. CBASD, vol. 5, p. 1193.

Tu sabes. A resposta de Pedro é humilde. Toda a sua arrogância tinha desaparecido. CBASD, vol. 5, p. 1193.

Apascenta os meus cordeiros. “Apascenta” ou “alimenta”. “Minhas ovelhas” e “meus cordeiros” correspondem a “minha igreja” (10.14, 26-27; Mt 18.18). Quando Pedro escreve a seus companheiros presbíteros (1Pe 5.1-2), ele os incita a “pastorear o rebanho de Deus, que está entre vós”, aparentemente tendo levado a sério as palavras de Jesus. Bíblia de Genebra.

Os cordeiros representavam os novos na fé. Mais tarde, Pedro comparou os anciãos da igreja a pastores e aqueles sob sua responsabilidade a um rebanho que eles deveriam alimentar (IPe 5:1-4). Ministros de Deus são pastores que servem sob a liderança do supremo Pastor. CBASD, vol. 5, p. 1194.

16 Pela segunda vez. A pergunta se repete, mas sem a adição de “mais do que estes” (ver v. 15). O amor de Pedro é diretamente desafiado. Ele dá a mesma resposta humilde. CBASD, vol. 5, p. 1194.

17 Pela terceira vez. Na terceira pergunta, ao referir-Se ao verbo “amar”, Jesus usou uma palavra diferente da que empregou nas duas primeiras. Não se pode afirmar que havia a intenção de fazer distinção de significado (ver com. do v. 15). CBASD, vol. 5, p. 1194.

Me amas (gr phileo, “ser amigo”). Após usar agapaõ “amar desinteressadamente”, duas vezes, Jesus passa a usar a palavra que Pedro usou três vezes. Bíblia Shedd.

pela terceira vez. Pedro ficou triste, não por causa da mudança de palavras nesta última pergunta, mas porque Jesus repetiu a mesma pergunta três vezes. Talvez Pedro se tivesse das três vezes em que negou a Cristo (13.38; 18.27). … Ele estava dando a Pedro uma oportunidade de confessar o seu amor e reafirmar sua vocação para seguir a Cristo. Com este conhecimento, Pedro chama a Jesus de “Supremo Pastor” (1Pe 5.4). Bíblia de Genebra.

Pedro entristeceu-se. Ver com. do v. 15. Pedro sabia que dera motivos para os outros duvidarem de seu amor pelo Mestre. As repetidas perguntas lhe recordaram vividamente as vezes em que negou ao Mestre; por isso, ele se entristeceu. CBASD, vol. 5, p. 1194.

Senhor, Tu sabes todas as coisas. As respostas de Pedro ressaltam o conhecimento por parte de Cristo, não o domínio que Pedro tinha da situação. Bíblia de Estúdio NVI Vida.

Na terceira vez, Pedro omitiu o “sim” (ver v. 15, 16). Recorreu ao olho que tudo vê e que lia os segredos mais íntimos de sua vida. CBASD, vol. 5, p. 1194.

Apascenta as Minhas ovelhas. Jesus repete a ordem (cf. v. 15, 16). Pedro havia demonstrado que estava de fato arrependido. Seu coração enternecido estava pleno de amor. Então o rebanho poderia ser confiado a ele. CBASD, vol. 5, p. 1194.

18, 19 eras mais moço. I.e., quando o discípulo pensava apenas em sua própria vontade. Velho, seria quando Deus dirigiria a vida até a morte.

Estenderás as mãos. Jesus profetizou a morte de Pedro pela crucificação; o que aconteceu entre 64-67 d.C. por ordem de Nero. Bíblia Shedd.

Segundo a tradição, que deve ser verdadeira, Pedro morreu crucificado, de cabeça para baixo, pois considerou honra imerecida para quem tinha negado o Senhor o ser crucificado da mesma forma,(ver AA, 537, 538).  CBASD, vol. 5, p. 1194.

19 Glorificar a Deus. Isto é, ao morrer como mártir, testificaria do poder do cristianismo (cf. IPe 4:16). CBASD, vol. 5, p. 1194.

Segue-Me. …como a chamada original feita por Jesus a Seus apóstolos (Mt 4.19; Lc 5.27; cf. Jo 21.22). Todo este incidente restaura Pedro ao seu lugar como um apóstolo, lugar que a sua negação ameaçou tirar dele.Bíblia de Genebra.

A tarefa final na vida de Pedro: fazer o que Jesus fez. Andrews Study Bible.

20 Voltando-se. Este versículo sugere que Jesus havia chamado Pedro à parte e falara com ele em  particular sobre a natureza de sua morte, talvez enquanto caminhavam ao longo da margem do lago. João provavelmente os seguia a certa distância. CBASD, vol. 5, p. 1194.

Pedro voltou-se e viu que o discípulo a quem Jesus amava os seguia. Esta adicional referência, combinada com 13.23-25, deixa pouca dúvida de que este discípulo era João, filho de Zebedeu. Bíblia de Genebra.

Os seguia. [João] estava fazendo o que Pedro duas vezes recebera ordens de fazer [“siga-me!”] (v. 19, 22). Bíblia de Estúdio NVI Vida.

21 E quanto a este? Pedro havia recebido uma revelação notável a respeito de seu próprio futuro.e devia ter ficado satisfeito com o que o Senhor considerou conveniente revelar-lhe. Mas o apóstolo estava curioso para saber o que o futuro reservava a João. Jesus aproveitou a oportunidade para impressionar a Pedro com a lição de colocar em primeiro lugar o que é mais importante. CBASD, vol. 5, p. 1194.

22, 23 Uma das razões principais pelo acréscimo deste pós-escrito era para desmentir este mal entendido. Bíblia Shedd.

22 Se Eu quero. Jesus simplesmente disse: “Suponhamos que Eu queira que ele permaneça; isso não deveria ser um motivo de preocupação para você, Pedro.” A resposta foi uma reprovação. Ele não deveria se preocupar acerca do futuro dos colegas. Devia seguir ao Senhor e manter os olhos em Jesus. A preocupação demasiada com os outros poderia induzir o apóstolo a cair. CBASD, vol. 5, p. 1194.

até que Eu volte. Nítida declaração da segunda vinda. Bíblia de Estúdio NVI Vida.

23 Jesus não disse. Nenhuma declaração humana, nem mesmo do próprio Jesus, é totalmente imune a interpretações erradas. Andrews Study Bible.

23 Aquele discípulo não morreria. Muitos consideraram como uma profecia o que Jesus usou apenas como uma suposição. CBASD, vol. 5, p. 1195.

24 O discípulo. O “discípulo a quem Jesus amava” (Jo 21:20) se identifica como o autor do evangelho (ver p. 983). Os v. 2 4 e 25 formam o clímax apropriado para todo o evangelho (ver com. de Jo 20:30). CBASD, vol. 5, p. 1195.

Este é o discípulo que dá testemunho de todas as coisas. Agora fica revelado que o discípulo amado foi a testemunha por trás da narrativa. Que as registrou. O discípulo amado não era somente a testemunha, mas também o próprio autor. Bíblia de Estúdio NVI Vida.

Sabemos. Não se sabe a quem esta forma plural do verbo se refere. Provavelmente os anciãos de Éfeso (ver p. 983, 9 8 4 ) quisessem afirmar que o que tinha sido escrito era, de fato, a verdade. Circulavam narrativas espúrias e obras de autores inescrupulosos, e João desejava que se conhecesse a verdade acerca dos fatos. CBASD, vol. 5, p. 1195.

25 nem no mundo inteiro caberiam. O autor usa hipérbole (exagero) para acentuar o fato de que os escritores dos Evangelhos tinham de ser seletivos em relação aos fatos e detalhes incluídos em suas narrativas.Bíblia de Genebra.

O Evangelho de João é verdadeiro, mas está longe de conter toda a história. Andrews Study Bible.

25 Muitas outras coisas. Neste último versículo, João prorrompe em uma declaração emocionada acerca das muitas coisas notáveis que o Mestre tinha dito e feito. Ele escreveu seu evangelho com certos propósitos espirituais, relatou os acontecimentos e registrou as coisas que contribuíram para esses propósitos (ver p. 983, 984). Os escritores dos outros evangelhos fizeram o mesmo. Consequentemente, muitas ações e realizações de Jesus ficaram sem registro. CBASD, vol. 5, p. 1195.

Nem no mundo inteiro caberiam. Esta linguagem é hiperbólica, mas serve para enfatizar a imensa quantidade de palavras e obras de Jesus. Uma hipérbole semelhante, da mesma época cm que João escreveu, é proveniente do rabi Jochanan ben Zakkai. Registra-se que ele teria dito: “Se o céu inteiro fosse pergaminho e todas as árvores canas de escrever, e tinta todo o mar, isso não seria suficiente para consignar por escrito a sabedoria que eu aprendi com meus mestres” (ver Strack e Billerbeck,Kommentar zum Neuen Testament, vol. 2, p. 587). Essa figura literária judaica, desde então, tem sido popularizada no hino “Sublime amor”, de Frederick Martin Lehman (Hinário Adventista, n° 31). CBASD, vol. 5, p. 1195.

Ao comentar estas palavras finais de João, João Calvino observa: “Se o evangelista, ao contemplar a grandeza da majestade de Cristo, exclama com espanto, que nem mesmo o mundo inteiro poderia conter um relato completo dele, deveríamos assombrar-nos por isso?” CBASD, vol. 5, p. 1195.



JOÃO 20 – COMENTÁRIO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ
23 de abril de 2018, 0:45
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JOÃO 20 – A medicina descobriu “o valor do sangue. O sangue é o único elemento que pode combater interiormente uma infecção. Um milímetro cúbico de sangue contém 5 bilhões de glóbulos vermelhos, cinco mil glóbulos brancos e 300 plaquetas. Esses glóbulos levam nutrição às células do corpo. Diz-se que, enquanto o sangue circula nas células, o indivíduo está vivo e, quando o sangue para de circular, o indivíduo está morto. Embora a ciência tenha descoberto tudo isso nas últimas décadas, Deus revelou nas Escrituras, há mais de 3.500 anos, a vida da carne está no sangue […]. Um cordeiro é que derrama o próprio sangue; esse cordeiro é Cristo e, porque Ele derramou o próprio sangue, não é preciso que mais ninguém morra [eternamente], basta apenas aceitar o sacrifício de Jesus” (Alejandro Bullón).

Jesus morreu para dar-nos vida! Não há vida eterna à parte do sacrifício vicário de Cristo. Sua vitória sobre a morte é concedida a nós gratuitamente. Sua ressurreição é a certeza de nossa absolvição da condenação por nossos pecados.

Destacando neste capítulo que João apresenta a “ressurreição e aparições de Jesus, e a comissão de Seus discípulos”, Andreas J. Köstemberguer fragmenta os seguintes tópicos:

1. A tumba vazia de Jesus (vs. 1-10);
2. Jesus aparece a Maria Madalena (vs. 11-18);
3. Jesus aparece a Seus discípulos (vs. 19-23);
4. Jesus aparece a Tomé (vs. 24-29).

Na última parte (vs. 30-31), Köstemberguer sintetiza a conclusão de João: “Os sinais do Messias presenciados pela nova comunidade messiânica”.

Além do que foi visto até aqui, existem mais alguns pontos que devem nos levar à reflexão:

• A morte não segurou Jesus por muito tempo na tumba porque Ele é mais forte do que a morte; consequentemente, a morte não deve mais amedrontar o crente.
• Jesus não subiu ao Céu para permanecer com o Pai enquanto não Se mostrou ressuscitado em carne e osso aos Seus seguidores.
• Banir a incredulidade é um dos objetivos primários do evangelista João, quem estuda com atenção e oração seus escritos sobre Cristo desenvolverá convicção nEle.
• O objetivo final de apresentar o Jesus real é para que os mortais tenham esperança na vida plena ao crerem no Salvador.

Leia, reflita, medite e assimile a mensagem deste capítulo!

Ore, creia e testemunhe! – Heber Toth Armí.