Reavivados por Sua Palavra


HEBREUS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
27 de agosto de 2018, 0:45
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HEBREUS 10 – Por meio de Cristo toda a humanidade deve saber que a entrada de acesso a Deus é franca. A reconciliação do pecador com o Criador é possível; porque, em Cristo, o Pai está ininterruptamente disponível a quem quiser.

Observe estes pontos do capítulo em pauta:

• Os sacrifícios oferecidos serviam como lembrança anual dos pecados acumulados do povo (vs. 1-4);
• Deus quer mais que um rito sacrifical de um animal irracional, quer uma entrega total e submissão em seguir a Jesus que, submeteu-Se à vontade do Pai oferecendo-Se como sacrifício pelos pecados da humanidade, tornando-nos aceitáveis aos olhos divinos quando éramos reprováveis (vs. 5-10);
• O perdão de pecados é um ato da graça, não de mérito de nossa parte. Contudo, custou um preço altíssimo para Cristo, que derramou Seu sangue. Portanto, “todo aquele que humilha o coração, confessando os pecados, encontrará misericórdia, graça e segurança” (Ellen G. White) (vs. 11-18).

A partir de 10:19, o livro de Hebreus tratará da parte prática da perseverança na piedade.

Quando cristãos estão trôpegos na caminhada rumo ao Céu, quando a fé parece desfalecer frente às dificuldades e quando a satisfação com a mornidão parece mais importante que a busca pela consagração, quatro coisas são imprescindíveis para auxiliar no reavivamento (vs. 19-39):

1. Entrar através do véu diretamente na presença do Deus que está no Céu;
2. Estimular uns aos outros a frequentar aos cultos congregacionais;
3. Lembrar que desistir de Cristo expõe o indivíduo ao julgamento divino;
4. Desenvolver diligentemente a genuína fé que gera obediência a Deus.

Ellen G. White declara:

• “Este é o grande Dia da Expiação, e nosso Advogado está diante do Pai, suplicando como nosso intercessor. Em vez de revestirmos de vestes de justiça própria, deveríamos estar diariamente nos humilhando diante de Deus, confessando nossos pecados e buscando o perdão das transgressões […]. A menos que adentremos o santuário do alto e nos unamos a Cristo na obra de operar nossa salvação com temor e tremor, seremos pesados na balança e achados em falta”.
• “Aqueles que não sentem a necessidade de procurar congregar-se com os santos, tendo a preciosa certeza de que o Senhor se encontrará com eles, mostram quão pouco valorizam a provisão que Deus fez para eles”.

Oremos: “Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.



HEBREUS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
27 de agosto de 2018, 0:20
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424 palavras

1 Sombra. Uma sombra mostra apenas as linhas gerais do original. Assim, não se deve esperar completa semelhança entre a sombra e o objeto que a molda. A palavra é aqui contrastada com “imagem” (eikõn), que indica uma representação mais próxima (Ap 3:14). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 498.

5 Sacrifício e oferta. A afirmação de que Deus não desejava isso é referente ao oferecimento desses sacrifícios apenas como cumprimento de um ritual, sem a verdadeira devoção. Foi Cristo que instituiu o sistema sacrificial. Usado corretamente, era uma bênção ao adorador. Mas Deus não tinha prazer nos sacrifícios do adorador formal (Os 6:6). CBASD, vol. 7, p. 498.

14 Aperfeiçoou. O sacrifício único de Cristo realizou o que os sacrifícios contínuos dos sacerdotes não podiam realizar, pois estes não poderiam purificar a consciência. Quando o pecador aceita pela fé os benefícios desse único sacrifício, ele é aceito no Amado, sendo considerado perfeito, porque Cristo, o substituto, assume seu lugar (Rm 5:1). CBASD, vol. 7, p. 500.

22 Plena certeza. Aqueles que “se aproximam” devem fazê-lo com fé no poder de Cristo em purificar do pecado e conceder graça para viver acima do pecado. A dúvida e a incredulidade restringem a capacidade de se apropriar dos méritos do Salvador. CBASD, vol. 7, p. 502.

25 O Dia. A referência é ao dia de “juízo e fogo vingador” (v. 27), o dia em que “Aquele que vem virá” (v. 37). A expressão “vedes que o dia se aproxima” aponta para a antiga admoestação do Senhor, em resposta à indagação dos discípulos: “Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da Tua vinda e da consumação do século” (Mt 24:3). A indagação e a resposta abrangem igualmente tanto a destruição de Jerusalém, no ano 70 d.C., quanto o fim do mundo. CBASD, vol. 7, p. 503.

26 Já não resta sacrifício. A lei mosaica prescrevia a morte, não sacrifícios, para os apóstatas obstinados (v. 28). Foi assim com Nadabe e Abiú (Lv 10:1-5), Coré, Datã, Abirão e seus 250 apoiadores (Nm 16:1-35). Sacrifícios por essas pessoas teriam sido inaceitáveis ao Senhor, pois tinham valor apenas como representação de corações arrependidos. CBASD, vol. 7, p. 504.

37 Aquele que vem. Ou seja, aquele que prometeu voltar (Jo 14:1-3). CBASD, vol. 7, p. 507.

Tardará. Do gr. chronizõ, “passar o tempo”, “atrasar”. As promessas de Deus podem parecer demoradas, mas, a seu tempo, se cumprirão. CBASD, vol. 7, p. 507.

39 Somos dos que. Diplomaticamente, o autor inclui todos os leitores no grupo que “viverá pela fé” (v. 38). A admoestação dos v. 23 a 36 sugere que alguns deles estavam em perigo de retornar “para a perdição”. Mas o escritor afasta o pensamento de que qualquer deles pudesse fazê-lo. CBASD, vol. 7, p. 507.



HEBREUS 9
26 de agosto de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/hebreus/hb-capitulo-9-2/

O autor argumenta neste capítulo que Jesus proveu para nós a bênção do acesso direto a Deus, a mais cobiçada de todas as bênçãos.

Os leitores são lembrados de que no primeiro santuário e seus regulamentos de adoração, as pessoas não tinham acesso a Deus. Só uma pessoa podia entrar no Santo dos Santos, onde estava o trono de Deus, e apenas uma vez por ano. O problema era que os sacrifícios oferecidos naquele tabernáculo não podiam purificar a consciência do adorador.

Os versos 11-14 afirmam, porém, que Jesus entrou uma vez por todas no santuário celestial e ofereceu um sacrifício perfeito que purifica nossas consciências.

Eu amo a maneira como Hebreus 9:24 descreve o sacrifício e a ascensão de Jesus “para … se apresentar diante de Deus em nosso favor” (NVI). A expressão hebraica “se apresentar diante de Deus” significa pedir ajuda a Deus. A esperança era que ao estar diante de Deus o Seu rosto brilhasse com alegria (Nm 6:25). Isto é certamente o que aconteceu quando Jesus apareceu perante o Pai em nosso benefício.

Que o rosto de Deus brilhe sobre você hoje!

Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1388
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/02
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados26-08-2018.mp3

Áudio online [voz Valesca Conty]:



HEBREUS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
26 de agosto de 2018, 0:45
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HEBREUS 9 – Após Jesus validar a nova aliança (ou novo pacto) não é mais necessário depender da forma da antiga. Pois a nova é superior, por ser a original e real aliança estabelecida por Deus.

O esboço de F. F. Bruce nos ajuda ter uma ideia geral do capítulo:

1. O Santuário sob o antigo pacto (vs. 1-5);
2. Um ritual temporal (vs. 9-10);
3. A redenção eterna de Cristo (vs. 11-14);
4. O Mediador do novo pacto (vs. 15-22);
5. O sacrifício perfeito (vs. 23-28).

O cristianismo surgiu a partir da construção da religião revelada por Deus no Antigo Testamento. Portanto, para entender a nova aliança é essencial entender como funcionava a antiga aliança.

Por isso, o capítulo começa relembrando aspectos da aliança utilizada por Deus com os pecadores por cerca de um século e meio (vs. 1-5). O Santuário, que era copia do modelo do Céu teve sua validade, e seus serviços apontavam para a realidade do que Cristo faria. O Santuário possui dois compartimentos, o Santo e o Santíssimo. Entender estes dois compartimentos nos leva a entender as duas fazes do ministério de Cristo no Céu.

Sendo visto como parábola para o tempo presente, não podemos ignorar o estudo do Santuário nos dias atuais. O Espírito Santo nos guia à verdade por meio deste recurso didático (vs. 6-10).

Sendo que os sacrifícios antigos purificavam cerimonialmente o pecador, mas não satisfazia plenamente os anseios do coração, os pecadores precisam de Cristo para alcançar a plena purificação. Os muitos sacrifícios não equivaliam ao único sacrifício de Cristo, o qual é o único suficiente para o perdão dos pecados (vs. 11-14).

Sendo Cristo, o Mediador da aliança apontada pela antiga, sendo Ele o sacrifício perfeito, a oferta perfeita e o Sumo Sacerdote perfeito, Seu ministério difere do serviço levítico quanto ao lugar e o sangue: O lugar é num Santuário Superior, perfeito; e, o sangue, não é de nenhum animal, é o dEle mesmo. Nos versos 15-28 notamos que isso implica que:

O sangue de Jesus foi derramado:

• …uma vez por todas;
• …para a remissão dos pecados;
• …para operar a nossa salvação.

Assim que Jesus morreu, um novo testamento entrou em vigor: Muito melhor que o anterior que era apenas sombra/símbolo deste. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



HEBREUS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
26 de agosto de 2018, 0:20
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443 palavras

1 Também tinha. O fato de a primeira aliança ter preceitos é evidência de que a nova também os tem. O autor introduziu o serviço de Cristo como sumo sacerdote e, então, amplia as considerações sobre esse serviço. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 484.

Santuário terrestre. Ou seja, o santuário adaptado para a Terra, o qual está em contraste com o santuário da nova aliança, o “verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem”. CBASD, vol. 7, p. 484.

8 Espírito Santo. O Espírito é o intérprete divino da verdade (Jo 14:26). CBASD, vol. 7, p. 488.

9 Consciência. Do gr. suneidêsis (Rm 2:15). O adorador poderia cumprir as exigências exteriores e ainda não ter paz nem a certeza da aceitação divina. Só mediante a fé pessoal em Cristo ele poderia encontrar essa paz. Mas poucos alcançavam essa experiência superior. CBASD, vol. 7, p. 489.
10 Tempo […] de reforma. Literalmente, “tempo de endireitar”. O sistema levítico era temporário. Suas ordenanças apontavam para a obra do Messias e tinham a intenção de vigorar até que o Messias viesse. A transição do antigo sistema para o novo é chamada de “reforma” por causa da decadência do tema antigo (Ef 2:15). CBASD, vol. 7, p. 490.
12 Seu próprio sangue. A superioridade do ministério de Cristo é ainda mais enfatizada. Depois de afirmar que essa superioridade se destaca por ser realizada num “maior e mais perfeito tabernáculo”, o autor diz que ela se evidencia mediante o sangue envolvido: o do próprio Filho de Deus, em contraste com o sangue de meros animais. CBASD, vol. 7, p. 491.
14 Pelo Espírito eterno. No grego, não há o artigo definido, o que sugere que não é ao Espírito Santo que se refere aqui, mas à própria natureza divina de Cristo, que é eterna. Enquanto Ele estava em Seu estado preexistente e eterno, Cristo Se ofereceu para dar a vida pela humanidade (Ap 13:8). CBASD, vol. 7, p. 492.
16 É necessário. O testamento não tem força alguma, enquanto o testador ainda vive. Para que se torne eficaz, o testador precisa morrer. CBASD, vol. 7, p. 493.
22 Quase todas as coisas. Havia algumas exceções. Algumas coisas eram purificadas com fogo ou água, sem uso de sangue (Nm 19; 31:23, 24). CBASD, vol. 7, p. 493.
26 Para aniquilar […] o pecado. Cristo veio para “[salvar] o Seu povo dos pecados deles” (Mt 1:21). Ele é “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Dn 9:24). CBASD, vol. 7, p. 495.
28 Sem pecado. Isto está em contraste com a frase “para tirar os pecados de muitos”. No primeiro advento, Cristo tomou sobre Si os pecados do mundo. Ele foi feito “pecado por nós, […] para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co 5:21). Mas a obra que Ele veio fazer pelo pecado estará concluída antes que venha pela segunda vez. CBASD, vol. 7, p. 496.
 by tatianawernenburg


HEBREUS 8
25 de agosto de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/hebreus/hb-capitulo-8-2/

O autor de Hebreus já demonstrou nos capítulos anteriores que Jesus é superior aos maiores personagens do Antigo Testamento. Ele é maior do que os anjos, os quais, se cria que governavam as nações (Hb 1). Como governante, Jesus é o maior porque derrotou o diabo – que tinha o poder da morte – e nos libertou (Hb 2). Jesus também é mais fiel do que Moisés (Hebreus 3), nos leva a um descanso melhor do que Josué levou o povo israelita (Hb 4) e Seu sacerdócio é melhor do que o dos sacerdotes levitas (Hb 5-7). O argumento mais importante da carta, contudo, é que Jesus é um mediador superior a Moisés, porque tem mediado uma melhor aliança (Hebreus 8-10).

Uma aliança (ou concerto) é um meio legal através do qual os benefícios da família se aplicam àqueles que não são da família. Assim, por meio de Jesus, Deus inaugurou uma nova aliança que nos leva de volta a uma relação familiar com Ele. A nova aliança é superior à antiga por conta de duas coisas: ela é baseada em um sacrifício superior e é ministrada no santuário real, o celestial. Em outras palavras, o sacrifício de Jesus nos provê perdão (v. 8-12) e fornece acesso à própria casa de Deus, o santuário celeste!

Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1387
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/31
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados25-08-2018.mp3

Áudio online [voz Valesca Conty]:



HEBREUS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
25 de agosto de 2018, 0:20
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566 palavras.

1 Tal sumo sacerdote. Cristo não é um sumo sacerdote comum, como os do sacerdócio araônico. Eles serviam na Terra (v. 4). Ele atua ao lado do trono de Deus. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 479.

2 Verdadeiro. Do gr. alêihinos, “genuíno”, real”. O santuário terrestre era apenas um tipo do celestial. CBASD, vol. 7, p. 479.

4 Nem mesmo sacerdote seria. As regras do sacerdócio levítico eram aplicadas rigorosamente, e, se Cristo estivesse na Terra, Ele não Se qualificaria. Somente os da tribo de Levi eram elegíveis, e Cristo pertencia à tribo de Judá. Seu sacerdócio era independente e celestial, segundo a ordem de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 479.

6 Ministério tanto mais excelente. Com este versículo, o autor começa a discussão de Cristo como “Mediador de superior aliança”. O argumento para o ministério superior de Cristo é baseado no fato de Ele ser mediador de uma aliança superior estabelecida sobre superiores promessas. CBASD, vol. 7, p. 480.

7 Sem defeito. A implicação é que a antiga aliança continha defeitos. No entanto, a culpa disso estava com as pessoas que a aplicavam mal. A lei, por si só, não aperfeiçoava ninguém. Mas, se corretamente empregada, teria apontado o Salvador e a salvação a todos. Os repetidos apelos dos profetas ao povo para que aceitasse as disposições da aliança eterna não foram atendidos. CBASD, vol. 7, p. 480.

9 não segundo a aliança que fiz com seus pais. Ela [a Antiga Aliança] foi ineficaz, não porque a aliança era falha, mas porque as pessoas falharam (v. 9). O problema era que as pessoas não foram capazes de ver além das cerimônias do santuário para o ministério de Jesus, que traria verdadeiro perdão. Eles abraçaram o símbolo e esqueceram-se da realidade, como o garoto que prefere a caixa em vez do brinquedo! Isto significa que mesmo a nova aliança pode ser ineficaz para nós. Na nova aliança há cerimônias e práticas (batismo, ceia do Senhor, etc.). Elas também serão ineficazes se perdermos de vista o seu propósito. A oração, por exemplo, é inútil se não entendermos (ou se esquecermos) que é simplesmente o incrível privilégio de entrar na casa de nosso Pai – o santuário celestial – para falarmos com Ele!  Felix H. Cortez, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/01/.

10 Imprimirei as Minhas leis. No monte Sinai, o Senhor escreveu Suas leis em tábuas de pedra (Dt 4:13) e em um livro (Dt 31:24, 26). Ele espera que estas leis também sejam escritas no coração das pessoas. Só Deus pode “imprimir” a lei no coração de Seus seguidores, embora, é claro, não sem consentimento e cooperação (Ap 22:17). CBASD, vol. 7, p. 480.

Eu serei o seu Deus. Este é o objetivo da aliança de Deus (Ex 6:7). Deus é reconhecido como tal e os fiéis se tornam Seus filhos. CBASD, vol. 7, p. 480.

12 Usarei de misericórdia. Quando Jeremias disse estas palavras, na véspera do cativeiro, elas eram uma promessa do que Deus estava disposto a fazer se o povo rebelde se voltasse para Ele. Para o cristão, elas são uma promessa de perdão completo e gratuito por meio do sangue de Jesus, sem o derramamento de sangue de animais sob o sistema levítico. CBASD, vol. 7, p. 482.

Jamais Me lembrarei. Isto é, Deus não vai mais exibir esses pecados contra o transgressor. Deus lança todos os pecados confessados para trás. Ele os lança nas profundezas do mar. CBASD, vol. 7, p. 482.

13 Prestes a desaparecer. Os leitores da epístola estavam sendo preparados para o momento em que o antigo sistema seria abandonado completamente. CBASD, vol. 7, p. 482.



HEBREUS 7
24 de agosto de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/hebreus/hb-capitulo-7-2/

Hebreus 6 termina com a ideia de que Jesus é a “âncora firme e segura da alma ” (6:19). Hebreus 7 explica o porquê.

O capítulo está dividido em duas grandes seções. Os versos 1-10 descrevem três principais características de Melquisedeque que prefiguravam o sacerdócio de Jesus. Os versos 11-28 explicam como essas características, cumpridas em Jesus, nos fornecem total segurança.

O nome Melquisedeque significa que ele é um rei de justiça (v. 2). Isto prefigurava Jesus, que é “santo, inculpável, puro, separado dos pecadores … perfeito para sempre” (Hebreus 7:26-28). Não há pecados que possam separá-lo do Pai. Ele está perfeitamente qualificado a se aproximar de Deus em nosso favor, sem impedimento.

O sacerdócio de Jesus fornece uma certeza que o sacerdócio levítico não podia oferecer. Ele é um sacerdote perfeito que tem acesso irrestrito a Deus. Ele proporciona limpeza completa. Ele também vive para sempre para interceder por nós. Que maravilhoso amor tem Deus a ponto de ter designado Jesus para ser o nosso sumo sacerdote.

Precisamos nos apegar a Ele como a âncora de nossa alma, segura e firme!

Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1386
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/31
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados24-08-2018.mp3

Áudio online [voz Valesca Conty]:



HEBREUS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
24 de agosto de 2018, 0:45
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HEBREUS 7 – A curiosidade de muitos, neste momento, provavelmente, esteja em Melquisedeque. Quem era ele?

A primeira informação é: temos pouca informação sobre Melquisedeque. Contudo, temos o suficiente para entender a revelação de Deus para nós.

Há duas referências no Antigo Testamento (Gênesis 14:17-20; Salmo 110:4). Ele existiu de fato; e, então destacamos estes pontos:

• Melquisedeque foi identificado como rei de “Salém” (Hebreus 7:1; Gênesis 14:18), cidade que, posteriormente, tornou-se Jerusalém (Salmo 76:2).

• Mequisedeque serviu alimentos a Abraão quando este voltava vitorioso de uma batalha; após isso, o pai da fé foi abençoado por ele, que era o sacerdote do Altíssimo.

• Melquisedeque foi identificado em Hebreus como alguém sem pais, não no sentido literal, mas para evidenciar ausência de genealogia. A profecia do Salmo 110:4 apontava que o Messias seria sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque: Não seria sucessor nem teria sucessor.

• Melquisedeque possuía um ministério sacerdotal anterior ao levítico, superior e especial. O ministério de Cristo é especial, não da comum linhagem de Levi; além disso, Jesus supera o ministério de Melquisedeque (Hebreus 7:10).

• Melquisedeque recebe simbolicamente a referência de que era “sem princípio de dias nem fim de vida, feito semelhante ao Filho de Deus” (Hebreus 7:3) indicando que Jesus lhe superava. Por conseguinte, Jesus sempre foi o “Suprassumo” Sacerdote dos sumos sacerdotes ordenados por Ele.

• Melquisedeque é o esboço do ministério exercido por Cristo em todos os tempos; noutras palavras, Melquisedeque era a profecia, sendo Jesus o cumprimento. Jesus é sacerdote não pela sentido comum da linhagem humana (Hebreus 7:16); por isso, Ele é sacerdote para sempre (Hebreus 7:17), contrastando com efêmeros sacerdotes levíticos (Hebreus 7:23-24).

• Melquisedeque nasceu rei e sacerdote, o que nunca aconteceu com descendentes de Arão. Não procedendo da tribo de Levi, Jesus também é rei e sacerdote. Ele reina e intercede por nós!

• Melquisedeque recebia dízimo de Abraão, revelando submissão deste para com aquele. Sendo Cristo maior que Melquisedeque, temos o mais poderoso Sumo Sacerdote do Universo, que é perfeito, santo e ministra no Santuário Celestial em nosso favor.

Jesus ofereceu-Se como sacrifício, Ele realmente pode salvar qualquer pecador. “Não temos necessidade de buscar algo além de Cristo – Ele é tudo o que precisamos” (Warren Wiersbe).

Agora leia todo o capítulo 7 de Hebreus para, juntos, buscarmos reavivamento! – Heber Toth Armí.



HEBREUS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
24 de agosto de 2018, 0:20
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806 palavras

1 Melquisedeque. Sobre os fatos históricos mencionados neste versículo, ver Gn 14:18-20. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 473.

2 Abraão separou o dízimo. Ver Gn 14:20. Abraão não teria dado a Melquisedeque o dízimo de tudo se não o tivesse reconhecido como sacerdote e, portanto, com o direito de receber o dízimo. Tem havido muita discussão a respeito de quem foi Melquisedeque. As informações sobre ele são escassas (Gn 14:18-20; SI 110:4). Alguns acreditam que era o próprio Cristo, o Espírito Santo ou Sem, outros ainda pensam tratar-se de um ser sobrenatural de outro mundo. Na ausência de evidências para qualquer dessas posições, este Comentário aceita que Melquisedeque devia ser contemporâneo de Abraão, rei de um dos pequenos principados da época (Gn 14:18). Ele é apresentado em Hebreus como um tipo de Cristo, com base na previsão messiânica do Salmo 110:4. CBASD, vol. 7, p. 473.

3 Sem pai, sem mãe. Estas palavras deram origem à especulação de que Melquisedeque era um ser sobrenatural, uma vez que era sem pais, sem princípio e sem fim. Essa afirmação só poderia ser literalmente verdadeira a respeito das pessoas da Divindade. No entanto, o autor pode simplesmente querer dizer que não havia registro acerca do pai e da mãe de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 474.

Sem genealogia. Do gr. agenealogetos. Os judeus eram muito cuidadosos em registrar e preservar a genealogia, especialmente no caso dos sacerdotes (Ed 2:61-63). Ninguém podia servir como sacerdote a menos que pertencesse à família de Arão, da tribo de Levi; e isso devia ser comprovado sem qualquer dúvida. Se houvesse uma ruptura na linhagem em algum lugar, o indivíduo seria rejeitado e, assim, perderia os privilégios concedidos aos sacerdotes. Por essa razão, os judeus e, especialmente, os sacerdotes, preservavam cuidadosamente seus registros genealógicos. Por sua vez, não existe uma genealogia de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 474.

5 Mandamento de recolher […] os dízimos. Os levitas tinham o direito de receber os dízimos em virtude de uma ordem divina (Nm 18:21). No entanto, eles não foram os primeiros a fazê-lo. Melquisedeque fez isso antes deles. Se eles foram divinamente ordenados, assim também foi com Melquisedeque. O fato de que “até o patriarca Abraão” entregou o dízimo a Melquisedeque mostra, portanto, que este era superior. Se os levitas estavam autorizados por Deus a receber os dízimos, Melquisedeque, ainda mais. CBASD, vol. 7, p. 474.

8 Vive. Naturalmente, esta não é uma verdade literal a respeito de Melquisedeque, e a ausência de registro bíblico sobre sua morte não implica que ainda estivesse vivo. Estas palavras parecem ultrapassar Melquisedeque, alcançando Alguém maior do que ele mesmo. O autor afirma que Cristo “vive sempre” (v. 25). O sacerdócio de Melquisedeque permanece no sacerdócio de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 475.

11 Perfeição. O sacerdócio levítico e a lei cerimonial eram provisórios e representativos, apontando para a futura obra que Cristo executaria. A perfeição não veio por meio da lei, mas por meio de Cristo a quem esta apontava (Hb 9, 10). CBASD, vol. 7, p. 475.

Que necessidade haveria. O sistema levítico não se destinava a ser um fim em si mesmo. Existia para revelar Cristo à humanidade, o único em quem há salvação. Se o sistema pudesse prover salvação independentemente da obra de Cristo, Seu ministério não seria necessário. CBASD, vol. 7, p. 475.

17 Sacerdote para sempre. O autor volta a esta declaração do Salmo 110:4 vez após outra (Hb 5:6, 10; 6:20; 7:21), pois nesta afirmação repousa seu argumento. Ninguém poderia ser sacerdote para sempre. Os sacerdotes levíticos serviam por apenas alguns anos. Se, portanto, estava por vir alguém que serviria para sempre, ele deveria ser mais do que um ser humano, mais do que um levita. Por isso, é “muito mais evidente” (v. 15) que deveria haver uma mudança na lei sacerdotal para que esse sacerdote pudesse oficiar. CBASD, vol. 7, p. 475.

18 Fraqueza e inutilidade. Não era assim intrinsecamente, pois o próprio Deus a instituiu, mas assim estava por causa da atitude das pessoas para com ela. Os judeus fizeram da lei um fim em si mesma e acreditavam que a obediência lhes traria a salvação. Eles tinham o evangelho, mas isso não lhes era efetivo porque não mantiveram uma atitude de fé (Hb 4:2). CBASD, vol. 7, p. 476.

19 A lei nunca aperfeiçoou. Ou seja, a lei por si mesma. Não quer dizer que a salvação fosse impossível nos tempos do AT. A perfeição era possível, mas pelo mesmo meio empregado no NT: a fé em Jesus Cristo. “A lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo. […] Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio” (Gl 3:24, 25). CBASD, vol. 7, p. 476.

24 Imutável. Do gr. aparabatos, “permanente”. Os sacerdotes levíticos não poderiam continuar pelo motivo da morte. Cristo, porém, “vive sempre para interceder” (Hb 7:25; Ap 1:18). CBASD, vol. 7, p. 476.

28 Posterior à lei. O sistema cerimonial expirou na cruz (Rm 6:14; Ef 2:15; Cl 2:14). Cristo assumiu Seu ofício sacerdotal após ter expirado a lei que regulamentava o sacerdócio levítico. CBASD, vol. 7, p. 477.

Para sempre. Em contraste com o sacerdócio temporário dos levitas. CBASD, vol. 7, p. 478.

 

by tatianawernenburg