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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-25/
Nesse capítulo, Deus pede ao Seu povo para fazer uma oferta a partir daquilo que haviam recebido dos egípcios. Esses presentes deveriam vir do coração do povo, dado livremente e de boa vontade, do melhor do que eles tinham. .
Os israelitas deram livremente de modo que pudessem ter um lugar onde Deus poderia habitar e onde poderiam entrar em contato com o divino. Você está dando o melhor que você tem de recursos, tempo e força ao Senhor? .
Quando o povo estava para construir o tabernáculo do deserto, o projeto lhes foi entregue “segundo o padrão” que Deus lhes mostrou. Este tabernáculo na terra era uma “figura” de “coisas celestiais” (Hb 9:23, 24). Foi concebido como uma “cópia do grande original” no céu (GC 414; Hb 8:2). Aqui, no tabernáculo terreno, as pessoas foram ensinadas nas verdades concernentes ao sacrifício de Cristo e sobre o final do conflito entre Cristo e Satanás. .
Nós servimos a um Deus que sempre desejou revelar Seu plano de redenção ao Seu povo. Nós podemos ser eternamente gratos porque servimos a um Deus vivo que continua a atuar em nosso favor no verdadeiro santuário no céu, hoje, como nosso Advogado, Salvador e Juiz.
Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/25 e https://www.revivalandreformation.org/?id=321
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):
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2147 palavras
Amados, sabemos que este comentário ficou um pouco longo, mas como este capítulo é tão rico em simbolismos que apontam para o plano da redenção, consideramos adequado trazer todos esses comentários que permitem um melhor entendimento de suas figuras. Bom estudo!
25:1-40:38. Estes capítulos contém as descrições detalhadas da construção e função do tabernáculo, narrativa quebrada pelo episódio do bezerro de ouro (caps. 32-34). A adoração se encontra no coração da experiência do êxodo e os últimos dezesseis capítulos de Êxodo provem a teologia apropriada de adoração. Enquanto os caps. 25-31 contém as prescrições divinas para a construção do tabernáculo, seus utensílios e o pessoal que nele trabalharia, os caps. 35-40 descrevem a implementação dessas ordens. A primeira seção se encerra com foco especial no sábado (31:12-17), enquanto que a segunda seção se inicia com uma lembrança das importantes regulamentações do sábado (35:1-3). Andrews Study Bible.
1 Aqui começam os preceitos para o culto dos israelitas, a maneira simbólica de adorar dia após dia, de maneira a inculcar na mente do adorador as verdades eternas de Deus. Bíblia Shedd.
Os materiais seriam recolhidos como ofertas gratuitas dentre os tesouros do povo de Israel (12.35-36). Ironicamente, enquanto essas instruções estavam sendo dadas, o povo estava contribuindo com ouro para um ídolo, no sopé da montanha (32.1-4). Bíblia de Genebra.
2 oferta. Uma parte vital da comunhão com Deus (Rm 12.11). Bíblia Shedd.
Os israelitas teriam o privilégio de participar na construção do lugar que seria a habitação de Deus entre eles. … Deus desejava apenas as dádivas que viessem do coração, não apenas das mãos ou do bolso. … A partir de Êxodo 35:21-29 e 36:3-7 fica evidente que o povo respondeu … de forma tão plena que teve de ser impedido de continuar levando ofertas. ... o povo deu a Deus o melhor que tinha. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1. p. 683, 684.
3-7 Quinze materiais são mencionados como possíveis itens para ofertas voluntárias. Andrews Study Bible.
3 ouro, prata, e bronze. Quanto mais próxima estivesse a presença de Deus, mais finos eram os materiais requeridos. Metais e fios coloridos são alistados segundo uma ordem decrescente de valores. Bíblia de Genebra.
4 azul. Ou violeta. Corantes das cores violeta e púrpura eram obtidos de um molusco; a escarlata, de um inseto do gênero cochonilha. Essas cores eram preciosas por causa do custo do corante. O azul do tabernáculo veio a ser particularmente associado ao Senhor (Nm 15.38). Bíblia de Genebra.
pelos de cabra. Os pelos de cabra eram mantidos sem tingir. Seriam usados como primeira cobertura do tabernáculo, e outras peles seriam colocadas por cima deles (26.14). Bíblia de Genebra.
5 peles de carneiro (ARA e NVI; NKJV: “peles de texugo”). Outras traduções incluem “vacas-marinhas” [peixes-boi] ou “couros de peles de golfinhos”. Estas variantes se baseiam em um termo árabe cognato. Este couro deveria ser impermeável e adequado para a cobertura exterior do tabernáculo (26:14; 36:19). Andrews Study Bible.
madeira de acácia. Uma madeira dura e resistente, própria para ser entalhada e para servir de revestimento. Bíblia de Genebra.
6 incenso. Relacionado com as orações (Ap 8.3, 4). Bíblia Shedd.
8 santuário. Este é um termo mais amplo do que “tabernáculo”, referindo-se a qualquer lugar de auto revelação visível ou (teofania) de Deus (15.17; Js 24.26; Ez 11.16). Bíblia de Genebra.
O propósito principal do “santuário” … é construir um lugar para a habitação visível de Deus, exatamente no centro do acampamento e também no centro de todos os aspectos da vida de Israel. Um lugar de encontro entre Deus e os homens. Andrews Study Bible.
Embora os hebreus soubessem que Deus não podia habitar numa construção feita por homens …, não parecia apropriado que houvesse culto sem um templo. CBASD, vol. 1, p. 684.
O propósito real … é a comunhão com Deus. Os objetos visíveis são símbolos para nos ensinar a adorar a Deus em espírito e em verdade, como Jesus nos ensinou. Bíblia Shedd.
para que Eu possa habitar. O sistema cujo centro era o tabernáculo terreno apontava para Cristo, que mais tarde “habitou” entre os homens (Jo 1.14). A palavra heb. shakan, “habitar”, … tem estreita relação com a palavra shekinah, usada para a manifestação da glória divina sobre o propiciatório (PP, 349). O shekinah era o símbolo da presença divina, por meio do qual Deus prometeu “habitar entre eles” (ver Êx 25.22). CBASD, vol. 1, p. 685.
9 padrão [NKJV]. Outra possível tradução é “modelo” [ARA] ou “plano” (1Cr 28:19). Moisés pode ter visto uma representação em miniatura do santuário celestial em termos terrenos (Hb 8:4-5; comparar Ap 15:5) que funcionou como base para o projeto do santuário terreno. Andrews Study Bible.
Isto mostra que, embora o trabalho fosse humano, o plano era divino. … Na montanha, Moisés viu “uma representação em miniatura” do santuário celestial (PP, 343; At 7:44; Hb 8:5). … O santuário terreno foi feito segundo o modelo do que está no Céu, posto que constituísse uma vívida representação dos diversos aspectos do ministério de Cristo em favor da humanidade caída (PP, 357). Nossa atenção deve se concentrar naquilo que Ele está fazendo por nós, ali, como faz Paulo. O tabernáculo no Céu, como o da Terra, foi estabelecido para lidar com o problema do pecado. Cristo “entrou em Sua obra mediadora” após Sua ressurreição e antes de Sua ascensão 40 dias mais tarde (DTN, 819). CBASD, vol. 1, p. 685.
tabernáculo. Esse termo significa “habitação”, designando um palácio ou templo. Esse tabernáculo prefigurava a habitação de Deus com os homens na pessoa de Jesus Cristo (Jo 1.14). Bíblia de Genebra.
10 arca. Uma “arca” seria um recipiente no qual se podiam reunir coisas para serem guardadas com segurança. CBASD, vol. 1, p. 685, 686.
A revelação do modelo para o santuário terrestre começa com os planos para a arca da Aliança, o objeto mais sagrado do tabernáculo. Essa caixa ornamentada continha as tábuas dos Dez Mandamentos, o vaso com o maná e o bordão de Arão (16.33; 25.16; Nm 17.10; Dt 10.1-5; Hb 9.4). Bíblia de Genebra.
A arca do Testemunho (v. 16) ou arca da aliança (Js 3:11) é a peça central do tabernáculo e aparece numerosas vezes no AT. Andrews Study Bible.
12 argolas. Para carregar a arca com varais (13-14). Bíblia Shedd. Os varais inseridos nessas argolas (v. 13) deviam ficar sobre os homens que carregassem a arca durante a época das peregrinações de Israel. … Dado que esses varais não faziam parte da arca em si, não se cometia sacrilégio ao tocá-los ou manuseá-los (ver 2Sm 6:6, 7). CBASD, vol. 1, p. 686.
13 Farás … varais. A fim de que a arca pudesse ser movimentada sem ser tocada (cf 2Sm 6.6-7). Isso salienta a santidade e o caráter portátil da arca. Bíblia de Genebra.
16 o Testemunho. Ou seja, as duas tábuas de pedra contendo os dez mandamentos (Êx 30:6; 31:18; 32:15, 16). O principal objetivo da arca era servir como um depósito para a santa lei de Deus. Devido ao fato de as tábuas de pedra serem uma transcrição do caráter e da vontade de Deus, e, além disso, terem sido gravadas por Sua própria mão, eram tidas como o objeto mais sagrado do santuário. CBASD, vol. 1, p. 686.
17 propiciatório. Refere-se à tampa dourada da arca. O termo original vem da raiz “cobrir, fazer expiação” e a Septuaginta grega a traduz como “propiciatório”. A graça divina se encaixa [fit] perfeitamente com a lei divina e, juntas, elas destacam os dois mais importantes elementos do caráter divino, i.e., justiça e misericórdia. Andrews Study Bible.
Ele representava a misericórdia divina. Era de “ouro puro”, indicando que a misericórdia é o mais precioso dos atributos divinos. Seu lugar era em cima da lei, assim como a misericórdia transcende a justiça (Sl 85:10; 89:14). … A misericórdia sem a justiça é sentimentalismo débil, que subverte toda a ordem moral. Por outro lado, a justiça sem misericórdia é severidade moral, impecável na teoria, mas revoltante a Deus e aos homens. A arca e o propiciatório constituíam o coração do santuário. Acima do propiciatório estava o shekinah, símbolo da presença divina. As tábuas da lei dentro da arca testificavam o fato de que o reino de Deus está fundado num padrão imutável de justiça (Sl 97:2), o qual é mantido até mesmo pela graça divina. … Enquanto as tábuas dentro da arca testificavam contra o povo, o propiciatório apontava para um meio pelo qual as exigências da lei pudessem ser satisfeitas e o pecador, salvo da morte, o castigo da lei. Com base somente na lei, Deus e o homem não podem voltar a se unir, uma vez que o pecado o separa dEle (Is 59:1, 2). O propiciatório espargido de sangue deve intervir, pois somente pela mediação de Cristo em nosso favor podemos nos aproximar de Deus (Hb 7:25). CBASD, vol. 1, p. 686. [Destaque acrescido]
O lugar do perdão de Deus aponta para Cristo (Rm 3.25). Bíblia Shedd.
Lit. “tampa da expiação”, um lugar onde partes em inimizade se reconciliavam. … No Antigo Testamento, a propiciação (isto é, fazer retroceder a ira divina e satisfazer as reivindicações de Sua justiça) é efetuada por um sacrifício sangrento (Lv 17.11). Esse derramamento de sangue dramatiza o custo do perdão e prenuncia a morte sacrificial de Cristo, na cruz, quando se cumpriu o simbolismo do Sia da Expiação. Paulo ensinou que Jesus foi feito a propiciação pelos nossos pecados (Rm 3.25; cf 1Jo 2.2). … O “propiciatório” era a tampa da arca. … Na Septuaginta (O Antigo Testamento traduzido para o grego), o termo grego para “propiciação” (hilasterion) significa, lit., “lugar de propiciação” (ver também Hb 9.5). Bíblia de Genebra.
18 querubins. Os querubins geralmente estavam associados ao trono do Senhor, como guardiães ou transportadores do trono (1Sm 4.4; Is 37.16) … mas aqui eles simbolizam anjos guardiães (Gn 3.24). Bíblia de Genebra.
Não é um caso de idolatria (Êx 20.4), pois eram guardados no Santo dos Santos, onde ninguém podia entrar, a não ser o Sumo Sacerdote, e uma só vez por ano. Bíblia Shedd.
22 virei a ti. O Senhor é “Aquele que habita entre os querubins” (1Sm 4.4; 2Sm 6.2; 2Rs 19.15; Sl 80.1; 99.1; Is 37.16). O propiciatório tornava-se assim o ponto focal do encontro de Deus com o Seu povo. O propósito do êxodo, pois, era esse encontro de Deus com o homem (29.45-46). Bíblia de Genebra.
23 a mesa. Era para os pães (30), e simboliza a mesa de Cristo, na qual participamos do Pão da Vida: Sua carne e Sua Palavra. Bíblia Shedd.
24 uma bordadura de ouro ao redor. Era uma bordadura ou moldura ao redor da mesa para impedir que os objetos que estivessem sobre ela caíssem. CBASD, vol. 1, p. 687.
30 pães da proposição. Lit. “pães da presença”. Esses pães só podiam ser comidos pelos sacerdotes (Lv 24.8-9). A colocação cuidadosa dos doze pães … perante o Senhor, e a ingestão dos pães pelos representantes (os sacerdotes) lembrava o povo de Israel de sua constante dependência da presença vivificante de Deus. Bíblia de Genebra.
Representa a presença e sustento divinos (33:14-15; Is 63:9). Andrews Study Bible.
Consistiam de 12 pães ou bolos, substituídos a cada sábado. … Esses 12 pães constituíam uma oferta perpétua de agradecimento a Deus pelas 12 tribos, pelas bênçãos recebidas diariamente. Num sentido mais elevado, os pães apontavam para o pão espiritual, Jesus Cristo. CBASD, vol. 1, p. 687.
Depois de comer o maná no deserto, os israelitas não podiam duvidar que Deus dá o pão da cada dia. Estes pães eram uma lembrança disto e uma espécie de oração para que Deus continue suprindo o pão necessário de cada dia (cf Mt 6.11). O sexto capítulo de João mostra como Jesus é o Pão dos Céus. Bíblia Shedd.
31 candelabro. Funcionava como fonte de luz, tendo em vista que o Lugar Santo não tinha janelas (ver Lv 24:2-4). O candelabro aparece em visões proféticas (Zc 4 e Ap 1:12, 20). No NT Jesus Se identifica como a “Luz do Mundo” (Jo 8:12). Andrews Study Bible.
O candelabro, que ficava defronte da mesa no Santo Lugar, foi feito de um talento (cerca de 34 kg) de ouro batido de forma a sugerir uma amendoeira que crescia. Talvez símbolo da nova vida, a amendoeira florescia em janeiro, antes de outras árvores. Bíblia de Genebra.
Com as sete luzes, nos lembra o Espírito Santo, com Sua unção e Sua iluminação. Bíblia Shedd.
32 seis hásteas. O pedestal e a parte vertical representava o tronco de uma árvore, da qual saíam três ramos de cada lado. Bíblia de Genebra.
34 no candelabro mesmo. É a haste básica central, do lado do qual surgem as outras seis (32). Bíblia Shedd.
34-40 A revelação do modelo do santuário terrestre continua com os planos para os objetos a serem abrigados no Santo Lugar – a mesa dos pães da proposição, seus pratos e o candelabro de ouro.
Instruções sobre o altar do incenso, também abrigado no Santo Lugar, são dadas em 30.1-10. Bíblia de Genebra.
38 espevitadeiras. Eram pinças ou instrumentos para limpar os pavios das lâmpadas. Os “apagadores” eram recipientes que recebiam a parte dos pavios removidos das espevitadeiras. CBASD, vol. 1, p. 687.
39 candelabro. Em certo sentido, o “candelabro” representava o povo de Deus como luz moral e espiritual do mundo, de forma individual (Mt 5:14-16; Fl 2:15) e como igreja (Ap 1:12, 20). Representava também o poder do Espírito Santo para iluminar a igreja (Zc 4:2-6; Ap 4:). No entanto, como mencionado antes, também apontava para nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (Jo 9:5), que é a luz do mundo (Jo 1:4; 8:12; 12:46) e que outorga à alma “toda boa dádiva e todo dom perfeito” que vem do “Pai das luzes” (Tg 1:17). CBASD, vol. 1, p. 687, 688.
40 modelo. Mais uma indicação de que se trata de uma representação fisicamente visível do santuário eterno nos céus (Hb 9.23ss). Bíblia Shedd.
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Moisés escreveu todas as palavras do Senhor que se tornaram o livro da aliança. Este é o primeiro “livro” mencionado como tendo sido escrito, embora anteriormente, em Êxodo 17:14, Moisés tenha sido instruído por Deus a registrar os acontecimentos em Refidim e o ataque dos amalequitas. Como isso foi feito e que escrita foi usada? O fato de o alfabeto ter sido introduzido pela primeira vez na península do Sinai, cerca de 1600-1550 a.C., deu a Moisés acesso ao desenvolvimento mais recente na escrita. O alfabeto proto-Sinaítico foi um avanço na comunicação escrita, que poderia ser equivalente à invenção da imprensa ou à Internet. Moisés pode, de fato, escrever os cinco primeiros livros da Bíblia durante este tempo e por conta dessa inovação de linguagem única, a oportunidade para que Deus colocasse o Seu pacto por escrito não poderia ter sido melhor.
Moisés é convidado a subir até a montanha de Deus representando Seu povo. Hoje, a glória de Deus repousa em Seu santuário [celestial], enquanto Jesus intercede por nós. Somos convidados a trazer os nossos pedidos a Ele, para que Jesus, nosso intercessor divino, receba por nós o que Deus prometeu.
Qual será a sua resposta hoje? Você vai aceitar a vontade de Deus para sua vida e viver de acordo com Suas promessas?
Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/24
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):
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1166 palavras
1-18 Deus controla os termos da aproximação. Ele inicia tanto a aliança como o acesso a Ele mesmo. Note os estágios da revelação. O povo não deve ir além do sopé do monte. Os anciãos podem ir um pouco mais.Então Josué e Moisés se aproximam mais e, finalmente, Moisés segue à frente para falar com Deus. Ao fim do capítulo todos os israelitas podem ver a glória de Deus. Andrews Study Bible.
1 Subam ao monte. A narrativa histórica, temporariamente interrompida para dar lugar ao Livro da Aliança (20.22-23.33), é retomada, dando continuidade a 20.21. Bíblia de Estudo NVI Vida.
setenta dos anciãos. Representantes do povo, para comunicar à nação a natureza da Aliança. Bíblia Shedd.
Talvez representando os 70 descendentes de Jacó (v. 1.5; Gn 46.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.
O termo designa aqueles de certa categoria e posição oficial entre seus irmãos, os chefes das famílias (Êx 6:14, 25; 12:21). Eles representavam o povo como um todo, enquanto Nadabe e Abiú representavam o sacerdócio futuro (Êx 28:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 679.
3 as palavras. Os Dez Mandamentos (20.1). Bíblia de Genebra.
as palavras do Senhor e todos os estatutos. Ao retornar ao acampamento, Moisés anunciou a legislação registrada em Êxodo 20:22 a 23:33. CBASD, vol. 1, p. 679.
4 Moisés escreveu. Já é a segunda vez que ficamos sabendo que, no decurso dos acontecimentos do Êxodo, Moisés estava tomando nota escrita de tudo (17.14). Estes acontecimentos, que revelam a maneira de Deus agir e reger entre os homens, eram para ser ensinados e relembrados até o fim do mundo, afim de guiar aos homens (cf 13.8-9 e 14-15). Bíblia Shedd.
O Espírito da verdade que inspirou todos os profetas (ver Jo 14:26; Hb 1:1; 2Pe 1:20, 21) fez com que Moisés se lembrasse de todas as ordens que Deus havia lhe dado. CBASD, vol. 1, p. 679.
doze colunas. Apesar da estrita proibição de erigir colunas para adoração (ver 23:24), estas colunas não deveriam ser adoradas, mas servir como representantes das diferentes [12] tribos. Andrews Study Bible.
5 sacrifícios pacíficos. Representavam comunhão renovada com Deus e gratidão a Ele (ver com. de Lv 3:1). CBASD, vol. 1, p. 679.
8 tomou Moisés aquele sangue, e o aspergiu sobre o povo. Metade do sangue era atribuída ao povo e metade a Deus; o sangue aspergido sobre o altar simbolicamente ligava Deus aos termos da aliança, e o aspergido sobre o povo ligava este último da mesma forma (Hb 9:18-22). CBASD, vol. 1, p. 679-680.
Jesus proclamou o cumprimento desse simbolismo por ocasião da Última Ceia, quando ofereceu o cálice: “Isto é o Meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados” (Mt 26.28). Bíblia de Genebra.
Não é provável que Moisés aspergisse sangue em cada pessoa daquela grande multidão; ele deve ter feito isso sobre os líderes como representantes do povo. CBASD, vol. 1, p. 680.
9 Esta é quinta vez que Moisés sobe ao monte. Andrews Study Bible.
10 viram o Deus de Israel. Eles viram uma manifestação visível do Senhor, mas não a plenitude de Sua glória e poder. Mais tarde, Moisés foi privilegiado por ver a “bondade” e as “costas” de Deus (33.19-23), embora o caráter limitado da manifestação tenha sido enfatizado. Bíblia de Genebra.
Nesta passagem, fica claro que Deus não é uma força impessoal, mas uma pessoa real (ver também Êx 33:17-23; 34:5-7; Nm 12:6-8; Is 6:1-6; Ez 1:26-28). CBASD, vol. 1, p. 680.
pés. A descrição se concentra exclusivamente sobre os pés do Senhor, uma indicação do caráter parcial da manifestação divina. Bíblia de Genebra.
Esta é uma das poucas ocasiões em que humanos viram a Deus. Ver 33:11. … Comer e beber era importantes elementos rituais envolvidos na realização de alianças. Andrews Study Bible.
o céu na sua claridade. Ou seja, “claro como o próprio céu”. Pode-se pensar que essa elevada honra e esse grande privilégio teriam gerado nesses homens fé duradoura e obediência a Deus. Mas a trágica história registra que, pouco mais tarde, Arão se entregou ao pedido impulsivo do povo por um bezerro de ouro (ver Êx 32:1-6) e que Nadabe e Abiú foram mortos por oferecer “fogo estranho” (Nm 3:1-4). Uma experiência religiosa tida num dia não é proteção para o dia seguinte (Mt 14:28-33; Lc 13:25-27; 1Co 10:11-12). CBASD, vol. 1, p. 680, 681.
11 Ele não estendeu a mão sobre os escolhidos dos filhos de Israel. (ARA; NVI: “Deus, porém, não estendeu a mão para punir a mão para punir esses líderes do povo de Israel [porque subiram ao monte]). Deus não feriu esses homens com morte, pestilência ou cegueira, embora sua impiedade não lhes desse razão para pensar que pudessem ver a Deus e viver (ver Gn 32:30; Êx 33:20; Jz 6:22, 23; etc.). Nessa ocasião, eles viram a glória do Filho de Deus, a segunda pessoa da Divindade (PP, 312, 366). CBASD, vol. 1, p. 681.
12 Sobe a Mim … dar-te-ei. Um “padrão” foi mostrado a Moisés de tudo o que constituiria o culto de Israel (Êx 25:9; Hb 8:5), incluindo detalhes quanto ao material, forma e construção de cada objeto. Essas instruções estão registradas em Êxodo 25 a 31. CBASD, vol. 1, p. 681.
14 Esperai-nos aqui. Isso arma o cenário para o incidente do bezerro de ouro, no cap. 32. Bíblia de Genebra.
16 Mesmo Moisés teve de esperar até que Deus o chamasse. O sétimo dia significa completeza. Moisés teve de esperar pelo tempo [timing] perfeito de Deus. Andrews Study Bible.
Hoje, como naqueles dias, o preparo do coração e a contemplação do caráter e da vontade devem anteceder uma associação íntima com Ele (cf. At 1:14; 2:1). Sem dúvida, Moisés e Josué passaram esse tempo em meditação e oração. CBASD, vol. 1, p. 681.
17 O aspecto da glória. Esta visão nos faz lembrar da transfiguração de Cristo (Lc 9.28-36). Em ambos os casos, anciãos ou discípulos foram deixados ao pé do monte para cuidar do povo (Êx 24.14 e Lc 9.40). em ambos os casos era o ponto de partida para novas revelações religiosas: no Êxodo, o conceito de culto e de sacrifício que preparava o povo para a vinda de Cristo; no evangelho, o ensinamento de que Jesus deveria dar Sua própria vida para a salvaão do mundo (Lc 9.14-15). Em ambos os casos, também, os maiores fracassos aconteceram ao povo de Deus durante a ausência do líder espiritual (Êx 32.1-10 e Lc 9.41). Bíblia Shedd.
18 Moisés … subiu ao monte… e lá permaneceu quarenta dias. Igual tempo Jesus passou no deserto, antes de começar Seu ministério (Lc 4.1-2). Bíblia Shedd.
Após deixar Josué, Moisés entrou na nuvem e permaneceu ali por quarenta dias e quarenta noites (PP, 313). Durante todo esse tempo, ele não comeu (Dt 9:9; cf. 1Rs 19:8; Mt 4:2). A experiência de Moisés foi extraordinária. Ela ensina que a comunhão com Deus dá á alma força e refrigério. Sem isso o espírito se esmorece (ver Lc 18:1), o mundo penetra furtivamente em nós, nossos pensamentos e palavras se tornam terrenos (1Co 15:47), e não temos vida espiritual em nós mesmos nem podemos comunicá-la a outros. É em comunhão com Deus que se recebem os dons. Foi assim com Moisés; é assim com Moisés; é assim conosco. O fato de Moisés ter estado a sós com Deus sugere o valor da oração em secreto (Mt 6:6). Mesmo no rebuliço e na agitação de uma cidade grande, ficar a sós com Deus e em súplica silenciosa ajuda a enfrentar os problemas do dia a dia. CBASD, vol. 1, p. 681-682.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-23/
Porque Deus é justo, Ele chama Seu povo a ser justo e correto em suas relações uns com os outros. Expandindo o nono mandamento, “não dirás falso testemunho,” Israel é avisado de que essa ordem não se limita a comportamento em tribunais. A nossa interação cotidiana deve ser livre de falso testemunho, fofoca ou calúnias. Não devemos seguir a multidão e sermos influenciados pela pressão dos colegas, mas devemos fazer nossos próprios julgamentos e defender o que é direito.
Se Israel permanecer fiel a Deus, Ele enviará Seu Anjo, Cristo (PP 232, 311, 366), para ir antes deles. A aliança no Sinai é concluída com a promessa da intervenção de Deus em suas batalhas na conquista de Canaã. Israel recebe a certeza de que o próprio Deus enviará o Seu medo diante deles, e que Ele destruirá seus inimigos, incluindo o envio de vespas para expulsar as nações cananitas. Nesta promessa de libertação, Israel é instruído a confiar em Deus, na obra que Ele realizaria.
Muitas vezes em nossas vidas nós procuramos fazer o que Deus quer fazer por nós. Estamos dispostos a confiar na promessa de que Ele irá adiante de nós, para que possamos ser testemunhas de Seus poderosos atos?
Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/23
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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1607 palavras
1 notícias falsas. Esta ordem é uma ampliação do nono mandamento, que proíbe a calúnia e a difamação. … Embora a palavra “testemunho” indique que a lei tem a ver principalmente com a forma de se proceder num tribunal, não se limita a isso. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1, p. 673. [Nota do compilador: talvez nos dias de hoje poderíamos incluir nesta categoria as muito conhecidas fake news.]
3 Apesar da lei ter o objetivo de proteger o pobre (ver v. 6), ela não devia ser mal utilizada para favorecer o pobre contra o rico. Andrews Study Bible.
Isso … simplesmente sustém uma justiça imparcial, que não deve favorecer o pobre nem o rico. Inclinar-se para qualquer um dos lados significaria perversão da justiça (Lv 19:15). CBASD, vol. 1, p. 673.
4 A inimizade pessoal não pode paralisar a vida normal da sociedade, nem secar as fontes de compaixão e de piedade. Quantas vezes o povo paralisa as fontes de alimentação da nação para a extorquir com um preço mais alto! Bíblia Shedd.
O princípio do NT de amar os inimigos (Mt 5:43-48) tem suas origens nessa lei. Andrews Study Bible.
7 1Rs 21.10-13 é uma ilustração vivido da violação dessa lei. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10-12 As duas leis do sábado diferem em sua motivação (16:23; 20:10; 31:15-17). Enquanto que a criação e a santidade de Deus formam a motivação das outras citações, aqui o foco se encontra em prover descanso e alívio para os mais sobrecarregados, tanto humanos quanto animais. Andrews Study Bible.
10-13 O quarto mandamento, o do sábado (20.8-11), aqui se aplica à terra, à obra humana, e aos animais. O sétimo ano é para a terra descansar (que, aliás, é uma necessidade agrícola) , e tudo que ela produz sozinha é para alívio dos pobres, juntamente com a fauna terrestre e as aves. Bíblia Shedd.
Os setenta anos de cativeiro tiveram o objetivo de compensar a não observância dos anos sabáticos (2Cr 36:17-21). CBASD, vol. 1, p. 674.
13 Em tudo o que vos tenho dito, andai apercebidos. Tudo o que Deus nos diz na Sua Palavra é para nos ensinar a amá-Lo, confiar nEle e servi-lO na terra e nos céus. As leis que aqui aparecem são para separar o povo de Deus de todo sintoma de paganismo, da idolatria e do deslize mental que o acompanha. Assim, a primeira Epístola de João, que tanto fala do amor de Cristo e da vida espiritual, se encerra com as palavras: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1Jo 5.21).
do nome de outros deuses … nem se ouça de vossa boca. Como proteção contra a idolatria, o povo de Deus sequer deveria mencionar nomes de deidades pagãs. Esta proibição estava baseada no princípio de que a familiaridade com o mal com frequência leva à sua prática. Se esta ordem tivesse sido cumprida, o perigo da idolatria teria sido removido por completo. CBASD, vol. 1, p. 674.
14-19 As três festas religiosas [que simbolizavam as três grandes intervenções espirituais de Deus: Páscoa, Pentecoste e Volta de Jesus] em que o povo todo se reunia para o culto solene. Quando o povo se tornou em uma grande nação, tais festas se realizavam no Templo de Jerusalém. Bíblia Shedd.
Na terra prometida, a vida giraria em torno do calendário agrícola. Em Canaã, o plantio e a colheita estavam intimamente ligados à adoração de ídolos que se supunham garantir fertilidade. Essas leis visavam proteger da idolatria ao ligar Deus à vida diária e identificá-Lo como a fonte de todas as bênçãos. Andrews Study Bible.
15 Pães asmos. Continuação da festa da Páscoa, na qual se dava graças a Deus pela libertação da escravidão. Bíblia Shedd.
Apesar desta ser a época do festa da colheita da cevada na primavera, Deus estabelece como motivação a libertação do Egito e não apenas um festival de colheita. Andrews Study Bible.
Começava com a Páscoa e uma santa convocação, durava sete dias e terminava com outra santa convocação (Lv 23:5-8). Comiam-se pães sem fermento durante esses dias, em comemoração à saída apressada do Egito (Êx 12:33, 34, 39). O fermento era símbolo do pecado e do erro (Mt 16:6, 11, 12; 1Co 5:6-8). O pão sem fermento representava a libertação do pecado por meio dAquele que é o pão da vida (Jo 6:35, 48, 51). Um molho das primícias era oferecido perante o Senhor (Lv 23:9-14). … Quando o Salvador ofereceu-Se a Si mesmo no Calvário cessou o significado da Páscoa, pois ela apontava para Ele (1Co 5:7). O rito da Ceia do Senhor foi instituído como um memorial do mesmo evento (Lfc 22:14-20). CBASD, vol. 1, p. 675.
16 Guardarás a Festa da Sega, dos primeiros frutos do teu trabalho. É o Pentecoste, a festa das semanas, assim chamada por contar sete semanas ou cinquenta dias, desde o começo dos produtos da terra até ao dia da festa. “Pentecostes” é a transcrição do numeral grego que significa “cinquenta”. É a festa de gratidão por todos os benefícios de Deus na vida diária. Bíblia Shedd.
Cinquenta dias eram contados a partir do dia em que o molho da colheita era oferecido (Lv 23:15-21). O 50º dia era chamado de “a festa da semanas”, pois sete semanas inteiras o separavam da Páscoa. Na época do NT era chamado de Pentecostes, que deriva de uma palavra grega [da tradução Septuaginta, do AT] que significa “quinquagésimo”. CBASD, vol. 1, p. 675.
… e a Festa da Colheita. Celebrada depois de colher tudo aquilo que o ano produziu. Naqueles dias, todos viviam em tendas de ramos e folhas, para lembrar-se do tempo, no deserto, quando Deus supria tudo sem a contribuição do esforço humano. Bíblia Shedd.
Em outras passagens é comum o nome “Festa dos Tabernáculos” [tendas], pois o povo devia fazer tendas para habitar durante a festa (Lv 23:33-36; Dt 16:13-15; 31:10; Jo 7:2). Este festival de oito dias começava no dia 15 de tisri, que se dava no final de outubro ou começo de novembro. CBASD, vol. 1, p. 675, 676.
17 Mulheres e crianças são poupadas da cansativa jornada. Andrews Study Bible.
18 Não oferecerás o sangue do Meu sacrifício com pão levedado. Este sacrifício era o cordeiro pascal, uma vez que a proibição de se usar “pão levedado” e qualquer parte que restasse do cordeiro” até pela manhã” tinha a ver apenas com essa oferta (Êx 12:1-11; Dt 16:1-5). O cordeiro pascal era a mais importante de todas as ofertas, pois tipificava o sacrifício de Cristo, o verdadeiro cordeiro pascal (1Co 5:7). de fato, Deus podia chamá-Lo de “Meu sacrifício”. CBASD, vol. 1, p. 676.
19 a primícia do frutos. Isto significava tanto “o melhor” dos primeiros frutos (Nm 18:12) como “os primeiros frutos” (Nm 18:13). Assim como esses primeiros frutos da colheita da terra eram apresentados a Deus, Cristo se apresentou ao Pai como o primeiro fruto da colheita da ressurreição (Jo 20:17; 1Co 15:20-23). CBASD, vol. 1, p. 676.
não cozinharás. Cozinhar os cabritos dos sacrifícios no leite de sua mãe era uma prática dos cananeus. Provavelmente, esta ordem foi dada para evitar que esse rito pagão, proibido por Deus, fosse realizado entre Seu povo. CBASD, vol. 1, p. 676.
Essa lei é repetida mais duas vezes (34:26; Dt 14:21). Provavelmente ela aponta para um tratamento sensível à criação não-humana e a proteção à relação mães-filhos de vários animais. Ver tb 22:30; Lv 22:27-18; Dt 22:6-7 para exemplos disso com cordeiros, bezerros e pássaros. Andrews Study Bible.
A gula humana não pode suprimir a compaixão. Bíblia Shedd.
20-33 Deus tem autoridade para nos dar Suas Leis, pois Ele criou o mundo e nos tirou da escravidão (20.2). Mas à autoridade, Deus sempre acrescenta Sua graça e Seu amor. Bíblia Shedd.
21 Nele está o Meu nome. Aqui a primeira pessoa da Divindade, o Pai, fala da segunda pessoa da Divindade, Seu Filho. Esta declaração indica que o “anjo” que leva o nome de Deus é igual ao próprio Deus (ver Jo 1:1-3, 14; Cl 1:13-19; Hb 1:8). CBASD, vol. 1, p. 677.
23 Eu os destruirei. Destruí-las como nações, não como indivíduos, pois eles deviam ainda ser conquistados como prosélitos à fé de Israel (2Sm 23:39; 24:18-25; 2Cr 8:7-9). CBASD, vol. 1, p. 677.
24 Não adorarás os seus deuses, nem lhes darás culto. Deve-se lembrar que a adoração idólatra daqueles povos pagãos era licenciosa e degradante ao extremo. As cerimônias de algumas deidades pagãs eram contaminadas por sacrifícios humanos e corrompidas com prostituição. a iniquidade dessas nações estava agora completa (ver Gn 15:16). Não é de se surpreender que estavam prestes a encher a medida da ira de Deus ( ver com [CBASD] de G 15:16). CBASD, vol. 1, p. 677.
25 e Ele [o Senhor] … retirará do vosso meio as enfermidades. O povo de Deus deve orar em favor dos doentes. a paz com Deus lança fora as múltiplas doenças causadas pelos vícios, pela preocupação, pelo ódio e pelo medo. Bíblia Shedd.
O viver saudável nos protege de enfermidades da mente bem como do corpo. Da mesma forma, a piedade promove o bem-estar físico (ver DTN, 827). CBASD, vol. 1, p. 677.
26 completarei o número dos teus dias. Da mesma forma, o ideal para o crente é ir amadurecendo, até a velhice, para depois ser colhido como um feixe de trigo, a seu tempo (Jó 5.26). Bíblia Shedd.
27 Enviarei o Meu terror. Ver o cumprimento desta promessa em Números 22:3; Josué 2:9, 11; e 9:24. Os inimigos dos israelitas realmente bateram em retirada frente à derrota (Nm 21:3, 24, 35; Js 8:20-24; 10:10, 11). Se Israel tivesse obedecido a Deus de forma plena, Ele teria quebrantado todo o poder das nações cananéias. CBASD, vol. 1, p. 677.
29 num só ano. Seria impossível cultivar uma terra abandonada, de uma hora para outra. Bíblia Shedd.
Quando Israel, o reino hebreu do norte, foi despovoado pela remoção das dez tribos ao cativeiro, houve um crescimento notável de leões que devoraram os poucos remanescentes (2Rs 17:24, 25). CBASD, vol. 1, p. 677.
31 Porei os teus limites. Estes limites só foram demarcados 400 anos depois, sob o reinado de Davi e Salomão (1Rs 4:21, 24; 2Cr 9:26). CBASD, vol. 1, p. 677.
32 Não farás aliança. Uma vez que os tratados de paz comuns dessa época continham um reconhecimento dos deuses das nações e palavras de louvor a eles, alianças com povos pagãos incluiriam o reconhecimento de seus deuses. CBASD, vol. 1, p. 678.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-22/
Nos primeiros 15 versos há uma continuação das leis relacionadas à propriedade pessoal. Essas leis são um detalhamento do oitavo mandamento “Não roubarás.” Deus deu aos filhos de Israel exemplos de casos específicos de modo que eles compreendessem plenamente o alcance da lei. Israel vivia sob uma teocracia. Neste contexto sacrificar a outros deuses significava alta traição e o equivalente a declarar nova nacionalidade.
Este capítulo também oferece atenção especial e proteção a estranhos, viúvas e filhos órfãos. Deus quis assegurar a seu povo que o indigente entre eles deveria receber atenção. Em uma recente descoberta em Khirbet Qeiyafa – Israel, uma inscrição foi encontrada em 2008, sendo o mais antigo texto em hebraico já descoberto. Estudiosos acreditam que pode ter sido uma instrução para que se cuidasse das viúvas e órfãos. Se esta interpretação é correta, é um bom exemplo dessa crença na história de Israel.
Isto levanta questões importantes sobre o nosso atendimento aos necessitados e nossa lealdade. Aqueles que seguem a Deus como sua autoridade suprema cuidarão dos pobres e dos menos afortunados.
Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/22
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):
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241 palavras
1-31 Um padrão alternado de leis rituais e de justiça social enfatizam a importância da comunidade e as relações da comunidade com o Senhor. Nenhum destes aspectos pode ser apropriadamente entendido se considerado em separado, o que destaca a natureza holística [como um todo] da religião bíblica (Andrews Study Bible).
3 será vendido. Outros sistemas legais antigos (p. ex., o Código de Hamurabi) estabelecem a execução de um ladrão que não pode pagar, e multas muito mais pesadas (Andrews Study Bible).
7-15 Estas leis lidam com casos complicados que envolvem três partes: o que toma emprestado, o proprietário e o ladrão (Andrews Study Bible).
10-11 O foco aqui é manter e restauras os relacionamentos abalados por perdas patrimoniais (Andrews Study Bible).
16-17 A sedução é um tipo de roubo da reputação de uma garota e portanto está incluída entre as leis sobre o roubo (Andrews Study Bible).
20 será destruído. A lei que tratava da destruição de alguém que oferecesse sacrifício a outros deuses emprega o mesmo termo utilizado na ordem posterior para destruir os canaanitas (Deut. 7:2; 13:15; 20:17; Jos. 6:17) (Andrews Study Bible).
22-24 Deus mostra uma especial atenção para viúvas e órfãos, que representam a parte mais vulnerável da sociedade. A opressão sobre o fraco foi a característica mais marcante do Egito na Escritura. Note a divina compaixão pelo fraco pela utilização de “Eu” e “Meu” nestes versos (Andrews Study Bible).
28-31 As últimas três leis enfatizam Deus como fonte verdadeira de todo bem e da vida (Andrews Study Bible).
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-21/
A descoberta arqueológica em 1902 de uma pedra, documentando mais de 300 leis que regiam Babilônia durante o reinado de Hamurabi, apresenta algumas semelhanças com este capítulo.
Êxodo 21:16, p. ex., assim como o código de Hamurabi, indica que o comércio de escravos era considerado uma grave ofensa, punível com a morte. Em Êxodo 21:23 um homem deveria pagar com sua própria vida por um assassinato. Contudo, a lei babilônica permitia que um homem substituísse sua filha nessa situação. Essa injustiça não era permitida na lei mosaica.
Em contraste com Êxodo 21:26, a lei babilônica considerava um ferimento causado a um escravo como se tivesse sido feito ao seu dono. Mas a lei hebraica, de maneira diferente, não considerava um servo como propriedade incondicional de seu mestre.
Em geral, as leis em Êxodo se concentram mais nos direitos dos seres humanos individuais e na santidade da vida do que as leis babilônicas. Deus desejou que a equidade e a justiça fossem exercidas entre o Seu povo. Embora muitas leis no código de Hamurabi sejam diferentes, pode haver alguma indicação de que ambas as leis tenham uma base comum. Deus desejou que justiça e justiça fossem exercidas entre o Seu povo, antigamente e hoje.
Como devemos tratar aqueles que nos rodeiam?
Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/21
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):
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913 palavras
21.1 -23.33 O Senhor estabelece as ordenanças de Sua aliança. … O propósito desses códigos sociais era regulamentar a vida dos israelitas na Terra Prometida. Bíblia de Genebra.
1-11 Essas leis, apesar de similares a outras leis da antiguidade, eram únicas em sua combinação de leis religiosas, éticas e sociais que são colocadas dentro de uma narrativa. Liberdade de escravidão é um tema no livro de Êxodo. Visto dentro do contexto no qual a escravidão era uma norma cultural, Deus a regulou para dar proteção e eventualmente liberdade aos escravos. Andrews Study Bible.
2-6 Estas leis estabelecem o princípio da liberdade do sétimo ano dos escravos hebreus por dívida; Qualquer pessoa que não podia pagar uma dívida, podia fazê-lo se tornando um escravo ou entregando um membro da família para pagar a dívida. As leis protegiam contra escravidão permanente. A furação [piercing] da orelha era um ato legal simbólico. Andrews Study Bible.
Os hebreus, apesar de terem sido libertos da escravidão, tinham, eles mesmos, escravos (ou servos). Alguém poderia se tornar escravo por pobreza, dívida ou, até mesmo, por crime. Mas os escravos hebreus eram tratados como humanos, não como propriedade, e lhes era permitido trabalharem por sua libertação. A Bíblia reconhece a existência da escravidão mas nunca a encoraja. Life Application Study Bible.
4 Em alguns casos, a mulher também era libertada (Dt 15:12-18). Andrews Study Bible.
6 para sempre (ARA; NVI: por toda a vida). Em hebraico, um período indefinido de tempo. … Ao se relacionar com pessoas, “para sempre” geralmente significa “enquanto a pessoa viver”. Comparar com 1Sm 1:22. Andrews Study Bible.
7-11 Essas leis preservam a posição social de uma mulher vendida pelo seu pai como concubina. As leis garantem sua proteção, preservando seu status como de uma esposa. Andrews Study Bible.
12-17 Em contraste com as leis de outras culturas da antiguidade, a pena de morte deveria ser somente utilizada em ofensas contra a vida (particularmente assassinato premeditado) e não contra propriedade. No caso de assassinato acidental, as cidades de refúgio proviam proteção contra vingança. Andrews Study Bible.
lugar. Cidade de refúgio (v. Nm 35.6-32; Dt 19.1-13; Js 20.1-9; 21.13, 21, 27, 32, 38). Bíblia de Genebra.
12 A chave para compreender estas leis acerca da violência é reconhecer que, na sociedade dos beduínos e dos semitas do deserto em geral a vingança era um dos conceitos mais populares, e que não houve quem lhe impusesse limites. Um ato de vingança levava a outro, até se destruir tribos inteiras por uma insignificância. Aqui, pois, achamos leias para a justa retribuição para preservar os inocentes contra os criminosos, e também proteger os próprios criminosos e suas famílias de uma punição sem medidas, sem piedade e sem fim. Bíblia Shedd.
13 O homicídio não premeditado se distingue claramente do assassinato pela primeira vez na história humana. Bíblia Shedd.
14 até mesmo do Meu altar. Os chifres do altar eram um último refúgio para as pessoas sujeitas a processo jurídico (v. 1Rs 1.50, 51; 2.28; Am 3.14). Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 A autoridade paterna era altamente valorizada. É possível que “amaldiçoar” aqui envolva outros atos abusivos. Para um detalhamento da lei, ver Dt 21:18-21. Andrews Study Bible.
19 andar fora, apoiado no seu bordão. Evidência de que está se recuperando de seu ferimento. Bíblia de Genebra.
20 escravo. Ainda que o dono comprasse ao escravo, este não lhe pertenceria totalmente, porque a Deus pertence a terra e tudo que nela há. Assim a misericórdia de Deus intervém no tratamento do escravo. Bíblia Shedd.
Todos os escravos (estrangeiros ou hebreus) eram protegidos. punido. Literalmente “vingado”, o que significa que o proprietário deveria ser morto. Andrews Study Bible.
23-25 V. Dt 19.21. A chamada lei da retaliação (lei de talião) como demonstra seu teor, visava a impor um castigo que se enquadrasse ao crime. Jesus, ao invocar a lei do amor, corrigiu o modo popular e errôneo de compreender essa lei (v. Mt 5.38-42). Bíblia de Estudo NVI Vida.
24 olho por olho. O princípio fundamental é que a punição deve equivaler à gravidade do crime (Lv 24.19-20; Dt 19.21). … Parece que “olho por olho” era uma expressão idiomática da justiça proporcional, e que tais penalidades não eram literalmente impostas (Dt 19.21). Bíblia de Genebra.
A regra do “olho por olho” foi instituída como um guia para juízes, não como uma regra para relacionamentos pessoais ou para justificar vinganças. Esta regra estabelecia que as punições se adequassem ao crime, portanto prevenindo punições cruéis que caracterizavam muitos países antigos. Jesus usou esses princípios para nos ensinar a não retaliar (Mt 5:38-48). Juízes, pais, professores e outros que trabalhavam com pessoas deveriam tomar decisões sábias para que a disciplina fosse efetiva.Uma punição muito dura é injusta e uma muito leniente [fraca] é impotente para o ensino. Peça a Deus sabedoria antes de efetuar qualquer julgamento. Life Application Study Bible.
Veja a amplificação desta lei por Jesus em Mt 5:38-42. Andrews Study Bible.
27 A violência física era severamente limitada por essa lei. Esse nível de proteção contra escravos era desconhecida em outras leis da antiguidade. Andrews Study Bible.
será absolvido. O proprietário do boi chifrador é penalizável e poderia incorrer em compensação econômica, mas ele não era um assassino. Andrews Study Bible.
30-31 A vida do proprietário poderia ser resgatada, mas isto poderia custar muito caro. Note o tratamento igualitário às crianças, o que destaca o alto respeito às crianças registrado nas Escrituras. Andrews Study Bible.
32 trinta siclos de prata (ARA; NVI: trezentos e sessenta gramas de prata). O valor mínimo de uma vida humana [escravo], segundo o preço de resgate legal. Foi por essa importância que Judas vendeu Jesus. Bíblia Shedd.
Segundo parece, o preço padrão de um escravo. Bíblia de Estudo NVI Vida.