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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-16/
A festa da Páscoa era um momento especial para relembrar a experiência do Êxodo, na qual os antigos israelitas foram libertados da escravidão no Egito. Se eles sempre se lembrassem da escravidão de onde vieram, teriam melhor oportunidade de apreciar a Deus e aceitar Suas provisões para o futuro.
A Festa das Semanas era um momento para expressar gratidão a Deus pelo início da colheita do trigo na primavera. No Novo Testamento, este festival é o Pentecostes (Atos 2:1; 20:16).
A Festa dos Tabernáculos (ou Festa das Cabanas), que acontecia no final do período da colheita, no outono, era a principal celebração de ação de graças a Deus.
No meio destes comentários, lemos: “… lembre-se” de vir com ofertas voluntárias em “suas mãos”, refletindo o quanto Deus tem te abençoado. E, novamente, “porém não aparecerá de mãos vazias perante o SENHOR; cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o SENHOR, seu Deus, lhe houver concedido…” (v. 16b, 17). Generosidade imposta pode parecer incomum hoje em dia, mas há um importante princípio subjacente. É somente pela doação generosa a Deus e às pessoas em necessidade que nós eliminamos a nossa tendência ao egocentrismo.
“Querido Deus, me ajude a ofertar generosamente para Ti e para aqueles que passam necessidades.”
John Ash
União Missão Chinesa
Hong Kong
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=415
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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1230 palavras
1-17 A maior parte do cap. 16 aborda a questão dessas três festas de peregrinação, assim chamadas porque requeriam que todos os varões adultos as celebrassem no santuário. … Todas as cinco grandes festas [Páscoa, Pães Asmos, Pentecostes, Dia da Expiação, Tabernáculos] são relatadas de maneira mais completa em Lv 23 e são mencionadas com suas oferendas em Nm 28-29.
1 celebra a Páscoa. A Páscoa histórica é relacionada à décima praga, à morte dos primogênitos do Egito. Israel foi instruído a aplicar o sangue de um cordeiro às ombreiras e à verga de suas portas, como sinal que lhes asseguraria segurança se ficassem em casa. “Páscoa” se deriva do verbo pasah, “passar por cima” [Passover, em inglês], incluindo a ideia de “poupar e proteger”. Bíblia Shedd.
A Páscoa simbolizava claramente a substituição, visto que o cordeiro era morto em lugar dos primogênitos. Embora o sangue dos animais, por si mesmo, não pudesse redimir seres humanos, o cordeiro pascal era um símbolo sacramental que prenunciava o sacrifício eficaz de Cristo (Hb 10.1-10). Bíblia de Genebra.
Veja em Êx 12-13 as instruções originais a respeito da refeição noturna da Páscoa, a qual era imediatamente seguida pela Festa dos Pães Asmos, na primavera. Andrews Study Bible.
No mês de abibe. Literalmente, “o mês das espigas verdes [não maduras]” (Êx 9:31; Lv 2;14). Este mês judeu, chamado mais tarde de nisã, começava entre o final de março e o final de abril. Abibe foi apontado como o primeiro mês do ano eclesiástico israelita (Êx 12:2; cf 13:4; 34:18). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1108.
No Êxodo, a Páscoa (Êx 12.1-14) e a festa dos Pães Asmos (Êx 12.15-20) foram instituídas no “primeiro mês” (Êx 12.2, 18), também chamado “abibe”, um dos nomes de meses dos cananeus (Êx 13.4; 23.15). O nome babilônico do primeiro mês era nisã, e os nomes babilônicos dos meses aparecem nos livros do Antigo Testamento dos períodos exílico e pós exílico [babilônico] (p. ex., Et 3.7). Bíblia de Genebra.
De noite. Era madrugada (PP, 281) quando os filhos de Israel deixaram o Egito (Êx 12:29-34). A ordem para se prepararem para uma partida repentina e a exigência do faraó para que partissem de imediato foram dadas na noite anterior (Êx 12:11, 12, 31-33). CBASD, vol. 1, p. 1108.
3 não comerás levedado. O pão levedado não devia ser oferecido…. o levedo representa fermentação e decomposição, portanto, corrupção. CBASD, vol. 1, p. 1109.
Apressadamente. A expressão indica literalmente “estar alarmado”, “trepidar”. O verbo árabe correspondente significa “apressar-se”, “incitar”. Isso quer dizer que Israel se apressou para sair em estado de grande tumulto. A mesma raiz é também traduzida como “tremais” (Dt 20:3). Israel não teve tempo de fazer levedar sua massa (Êx 12:11, 34, 39, ver Is 52:12). CBASD, vol. 1, p. 1109.
6 no lugar que … Deus escolher. [No] … santuário. Bíblia de Genebra.
7 para sua tenda. Para onde estivessem hospedados durante a festa, em habitações permanentes ou temporárias. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O cordeiro ou cabrito seria morto no santuário, ao por do sol, assado naquela área por várias horas e, então, comido à meia noite. Após essa celebração, o povo de Israel voltaria às suas tendas na manhã seguinte. … Nos tempos modernos, a Páscoa celebrada pelos samaritanos, no monte Gerizim, vem sendo realizada precisamente dessa maneira. Bíblia de Genebra.
9-12 A Páscoa era sempre celebrada no dia catorze do primeiro mês ([abibe/nisã] correspondente a nossos meses de março-abril). Os israelitas usavam o mês lunar, pelo que a Páscoa caía sempre em uma lua cheia. Bíblia de Genebra.
9 época em que vocês começarem a colheita do cereal. Dia 16 de abibe, o segundo dia da Festa da Páscoa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 Festa. Da palavra hag, que significa mais que “festival”; inclui a ideia de uma peregrinação religiosa. De fato, deriva de um verbo que significa “fazer uma peregrinação”, “fazer uma jornada a um lugar de reverência”. A palavra árabe haj descreve a sagrada peregrinação dos muçulmanos a Meca. CBASD, vol. 1, p. 1110.
a festa das semanas. Era uma das festas da colheita, celebrada quando a colheita dos cereais, que durava sete semanas, era terminada. Mais tarde recebeu o nome grego de Pentecostes [pelos judeus da dispersão, através da Septuaginta], visto cair cinquenta dias depois da Páscoa. Bíblia Shedd.
O nome deste festival no NT é “Pentecostes” (Atos 2:1; 20:16), referindo-se aos cinquenta dias em Lv 23:16. Andrews Study Bible.
13 A festa dos tabernáculos. Ou “Festa das Cabanas”. Estas cabanas eram abrigos temporários para ajudar os israelitas se lembrarem como viveram no deserto [ermo] (Lv 23:42-43). Tendo lugar no final do período da colheita, este festival… era a grande celebração anual de agradecimento [thanksgiving] a Deus (veja a lista de sacrifícios em Nm 29). Andrews Study Bible.
Era celebrada quando o produto da terra já fora colhido, incluindo figos, azeitonas e uvas. Durante esse período de sete dias o povo vivia em tendas. Bíblia Shedd.
A “Festa dos Tabernáculos” (v. 13) é chamada pelos judeus de Festa de Sucote (tendas) porque, durante uma semana eles deviam reunir-se em torno do santuário e viver em estruturas temporárias. … o dízimo da colheita devia ser trazido a essa festa, que também servia para relembrar a experiência dos israelitas peregrinos ao deixarem o Egito (Lv 23.43). em adição, essa festa era o tempo de ler a lei mosaica (31.10-13; Ne 8). Bíblia de Genebra.
16 Três vezes por ano. As três festas de peregrinação anuais (v Êx 23.14, 17; 34.23). Bíblia de Estudo NVI Vida.
As três festas anuais… [prenunciavam] importantes verdades do Novo Testamento: 1) Páscoa. Assim como essa festa comemorava o sacrifício pascal e o livramento de Israel da escravidão egípcia, assim a Ceia do Senhor comemora o sacrifício de Cristo e o nosso livramento da escravidão do pecado (Lc 22.19; 1Co 5.7, 8); 2) Festa das semanas. Essa festa, depois conhecida por Pentecostes foi marcado com as primícias do dom do Espírito Santo (At 2.14-18); 3) Festa dos Tabernáculos. Essa marcava o fim da colheita, como também haverá grande colheita no fim desta era (Mt 13.39-41; Ap 14.14-20). Bíblia Shedd.
18 Juízes e oficiais constituirás. Moisés havia designado líderes no Sinai (Dt 1.13) e esta seção especifica que tal organização devia continuar. Outrossim, o elevado ideal de justiça, e de justiça somente, devia guiar a conduta deles (19.15-21). Bíblia de Genebra.
18-20 Estes versos antecipam um grande problema que os israelitas enfrentariam quando chegassem na terra prometida. Apesar de terem Josué como seu líder nacional, eles falharam na tarefa de escolher outros líderes espirituais que guiassem as tribos, distritos e cidades com justiça e sabedoria de Deus. Porque eles não designaram juízes sábios e administradores fiéis, a rebelião e injustiça se alastraram em suas comunidades. É uma responsabilidade séria apontar ou eleger oficiais sábios e justos. Em sua esfera de influência – lar, igreja, trabalho – está você garantindo que a justiça e bondade prevaleçam? A falha na escolha de líderes que sustentem a justiça pode levar a muitos problemas, como Israel iria descobrir. Life Application Study Bible.
19 o suborno cega. Esse fato é, com frequência, enfatizado (Êx 23.8; Pv 17.23). Bíblia de Genebra.
21 poste ídolo. Temos aqui uma referência aos postes ídolos de madeira, imagens ou árvores que representavam a deusa cananéia Aserá (ver a nota textual [Heb Asherah]). Não podia haver compromisso com a idolatria pagã (17.27). Apesar dessas advertências, esses santuários pagãos tornaram-se, mais tarde, uma armadilha para os israelitas (Jz 3.7-8; 2Rs 13.6; 17.10). Bíblia de Genebra.
22 coluna. Era uma pedra posta de pé sobre uma das extremidades, talvez representando a divindade masculina. Bíblia Shedd.
Uma pedra colocada em pé como um memorial. Em tempos anteriores, estes poderiam ter sido marcadores legítimos para lembrança do verdadeiro Deus (Gn 28.18, 22; 35:14; Êx 24:4), mas em Canaã deveriam ser destruídos porque estavam associados com deuses pagãos (Dt 7:5; 12:3; Êx 23:24; 34:13). Andrews Study Bible.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-15/
As dívidas eram a principal causa de escravidão no Antigo Oriente Médio. A fim de obter um empréstimo, tudo que a pessoa pobre poderia dar em garantia era a si mesma ou membros de sua família. Nos casos em que os devedores não pudessem pagar o empréstimo, o credor poderia reter pessoas de suas famílias e torná-las escravas. Imagine que bênção era a lei de cancelamento da dívida a cada sete anos para o povo israelita, quando as pessoas poderiam obter novamente a liberdade e uma oportunidade de recuperação econômica!
Idealmente, não deveria haver pessoas pobres entre os israelitas. Mas neste capítulo a realidade é apresentada: “Pois nunca deixará de haver pobres na terra” (v.11). Nos tempos difíceis de antigamente, Deus estava tentando ensinar ao Seu povo a prática da generosidade. “Tenham mão aberta e emprestem-lhe o que ele precisar” (V.8 NVI). Isto estava limitado a atender as suas “necessidades”, não aos seus “desejos.” Essa orientação de Deus se referia à provisão das necessidades básicas de sobrevivência, não de luxos.
“Querido Pai, abre os meus olhos para as necessidades dos pobres com quem eu me relaciono cotidianamente. Sei que és O doador mais generoso do universo. Ajuda-me a ser semelhante a Ti.”
John Ash
União Missão Chinesa
Hong Kong
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=414
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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683 palavras
2 Do seu irmão. Não um irmão de sangue, mas de etnia, enfatizando deste modo os laços de irmandade entre os israelitas (ver Dt 17:15; 19:18, 19; 22:1-4; 23:20, 21; 25:3). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1103.
A remissão do SENHOR. Ou seja, em honra a Yahweh, a quem o credor deve toda sua riqueza e bem-estar, e quele que ordenou uma lei tão benéfica em favor de todo o povo. CBASD, vol. 1, p. 1103.
3 Do estranho. Isto é, um estrangeiro que não fosse prosélito da fé judaica, nem residente permanente, mas apenas um viajante temporário com o objetivo de fazer comércio ou outro propósito. CBASD, vol. 1, p. 1104.
4 Para que entre ti não haja pobre. A palavra traduzida como “pobre”significa alguém sujeito a abuso ou opressão, incapaz de se defender (ver Am 2:6; 5:12). CBASD, vol. 1, p. 1104.
O SENHOR te abençoará abundantemente. A fidelidade a Deus traria bênçãos divinas que eliminariam a miséria, embora não necessariamente igualariam a distribuição de riquezas. Isso se reflete na situação da comunidade cristã primitiva (ver At 4:33, 34). CBASD, vol. 1, p. 1104.
6 O SENHOR … te abençoará. A forma verbal hebraica ressalta a certeza da promessa sempre que Israel obedecesse (ver v. 14; Dt 12:7). A bênção prometida é tão certa que Moisés fala como se ela já tivesse sido recebida. CBASD, vol. 1, p. 1104.
Emprestarás. Esta é uma promessa de prosperidade material e financeira. Eles terem sido “por cabeça e não por cauda”(Dt 28:13). Se, mediante o cumprimento dos sábios requisitos de Deus, Israel tivesse sido um digno representante Seu, teria se tornado a maior potência comercial e política da Antiguidade. CBASD, vol. 1, p. 1104.
Não tomarás empréstimos. A obediência às instruções de Deus impediria que se tornassem escravos de qualquer nação, pois quem toma emprestado corre o risco de se tornar escravo (Pv 22:7). CBASD, vol. 1, p. 1104.
7 Pobre. Literalmente, “um necessitado”. A pobreza sempre existiu (Dt 15:11; Mt 26:11), mas muito pode ser feito para reduzi-la e atenuar o sofrimento que a acompanha. Enquanto houver diversidade de talentos entre os seres humanos sempre haverá quem necessite de ajuda. Os cristãos podem fazer muito pelos menos afortunados, sem por isso deixar de realizar o evangelismo. CBASD, vol. 1, p. 1104.
Nem fecharás as mãos. O verbo traduzido como “fechar” também significa “retirar”. É como se um homem pusesse as mãos no bolso, ou para trás, recusando-se a estender um gesto de generosidade. … O amor divino não pode habitar no coração de tal pessoa [ver 1Jo 3:17]. CBASD, vol. 1, p. 1104.
Quanto baste para sua necessidade. O suficiente para satisfazer a emergência. CBASD, vol. 1, p. 1104.
10 Não seja maligno. A mesma expressão é traduzida como “triste” (1Sm 1:8), “mesquinho” (Dt 28:54, 56) e “calamidade” (Jó 20:26). [Em 2Co 9:7] O apóstolo Paulo fala da mesma atitude mental. CBASD, vol. 1, p. 1104, 1105.
12 No sétimo. O ano sabático afetava todos os aspectos da vida (Lv 25:2). Mas o sétimo ano, o da libertação dos escravos era seguido de seis anos de servidão e podia ou não coincidir com o ano do descanso sabático. A escravidão era uma situação social aceita naquela época. Deus, no entanto, deu leis para proteger os escravos como filhos de Deus, como irmãos na comunidade religiosa e como cidadãos de um sistema social cuja meta é a liberdade do ser humano. CBASD, vol. 1, p. 1105.
13 Vazio. Despedir um escravo liberto sem os meios suficientes para um recomeço como membro independente e livre da sociedade seria um gesto em vão. Essa pessoa estaria sujeita a se tornar novamente escrava. CBASD, vol. 1, p. 1105.
16 Não sairei de ti. Quando uma pessoa recusava ser livre, ela voluntariamente escolhia a servidão perpétua. Essa medida, aplicada em conformidade com as regras por Deus (ver com. do v. 15 [ CBASD, vol. 1, p. 1105 e 1106]), poderia poderia ser uma bênção para pessoas incapazes de administrar seus próprios negócios. Desse modo, a pessoa se colocava de forma permanente sob a proteção de alguém que já havia demonstrado bondade para com seus escravos. CBASD, vol. 1, p. 1106.
22 Na tua cidade. Devia ser comido em casa como refeição comum. Levitas, estrangeiros e pobres provavelmente compartilhavam da refeição. CBASD, vol. 1, p. 1107.
O imundo. Não requeria pureza cerimonial, como quando se comia o animal sacrificado diante do Senhor, pois se tratava de alimento comum e não de oferta santificada (ver Dt 12:15, 20). CBASD, vol. 1, p. 1107.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-14/
Porque os israelitas foram separados para o Senhor, Moisés os lembra de novo, como fizera em Levítico 11, quais animais cuja carne se poderia comer e quais eram impuros. A condição de separação e consagração dos israelitas deveria ser completamente incorporada ao seu estilo de vida e suas escolhas. Embora a “bebida forte” referida neste capítulo (v. 26) seja a fermentada, isto não era o ideal de Deus para Seu povo, assim como a escravidão e a poligamia. A instrução de Paulo para glorificar a Deus em tudo, até mesmo no que nós bebemos (1Co 10:31; 1Co 6:19-20), nos aconselha a abandonar tudo o que é prejudicial para o organismo.
O conceito de um “segundo dízimo” – distinto do primeiro dízimo, de uso exclusivo para o sustento dos sacerdotes e levitas – mostra-nos a importância de repartir de nossa abundância com aqueles que têm menos. Isto incluía os “sem terra” (hoje também incluímos os “sem teto”), o migrante, os marginalizados, os pobres e os refugiados. Ellen White nos lembra de nossa obrigação para com o pobre desamparado, com estas palavras: “Quando se tem feito o que é possível para ajudar o pobre a se ajudar a si mesmo, restam ainda a viúva e o órfão, o velho, o inválido e o enfermo, os quais requerem simpatia e cuidado.” A Ciência do Bom Viver, p 137/202.
Cindy Tutsch
Diretora Associada aposentada do Patrimônio Ellen G. White
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=413
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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(Ver tb Lev 19) Nas antigas religiões pagãs, acreditava-se que as tatuagens protegiam a pessoa de mágicas perniciosas. Algumas tatuagens também indicavam que a pessoa pertencia a certo deus ou culto (análogo ao fato de que os escravos eram marcados com ferro ou tatuados).
A mais antiga evidência de tatuagens do antigo Oriente Médio provém de algumas estatuetas de fertilidade feitas de terracota do Período Neolítico, descobertos na Jordânia. No Reino Médio do Egito, tatuagens associadas a Ator (a deusa da fertilidade) foram descobertas na múmia de uma sacerdotisa e em estatuetas de terracota. Essas estatuetas denominadas “noivas do morto”, estavam sexualmente ligadas ao renascimento, como forma de assegurar a ressurreição do falecido … No templo mesopotâmio, os escravos eram marcados com ferro ou tatuados com o símbolo do respectivo templo ao qual pertenciam.
Como a tatuagem, a autolaceração no antigo Oriente Médio estava associada com a morte, porém as mulheres da Mesopotâmia se cortavam em sinal de tristeza; e no culto à fertilidade, dedicado a Baal, a autolaceração também estava associada com o lamento pela deidade falecida.
É provável que a proibição bíblica às tatuagens e à autolaceração pelos mortos (Lv 19.28) tivesse em mente o antagonismo a determinadas práticas idólatras, especialmente os ritos religiosos eróticos associados com os mortos. O AT trata a tatuagem e o desfiguramento corporal como práticas inerentemente pagãs e depravadas (cf. Dt 14.1; 1Rs 18.28).
Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
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1143 palavras
Israel devia ser um povo distinto. Devia evitar as lamentações dos pagãos (1, 2) e os alimentos imundos (3-21). Sua consagração também precisava ser demonstrada com os dízimos que viessem a dar (22-29). Bíblia Shedd.
1, 2 Rapar a cabeça como sacrifício a uma deidade era costume dos pagãos da terra, e os israelitas foram proibidos de seguir essa prática (Lv 21.5; Dt 14.1). O costume praticado pelas nações vizinhas que consistia em rapar toda a cabeça , à exceção de um pequeno caminho no centro, também era proibido (Lv 19.27; 21.5). Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
1 Filhos sois do SENHOR. Esta é uma relação íntima que traz consigo pesadas responsabilidades (ver Is 1:2; 63:8, 16; 64:8; Jr 3:14, 19, 22; Os 11:1-4; Ml 2:10). CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 1, p. 1098.
Não façam cortes no corpo (NVI). Comparar com o costume dos adoradores de Baal (1Rs 18:29). Este costume aparece também nos textos cananitas de Ras Shamra, a antiga Ugarit, onde mesmo o maior deus, ‘El, se cortava em sinal de pesar. … Em algumas partes do mundo hoje as pessoas se cortam em pesar em várias ocasiões. CBASD, vol. 1, p. 1098, 1099.
3-21 Esta seção e Nm 5.1-4 são as principais referências à legislação entre o limpo e o imundo, fora de Lv 11-15. Bíblia de Genebra.
3 Coisa alguma abominável. A declaração se refere a coisas “abomináveis” por razões sanitárias, higiêniocas ou por outra ordem. Comparar com as declarações do apóstolo Paulo (1Tm 4:4; Rm 14:14). CBASD, vol. 1, p. 1099.
4 Os animais. Os primeiros animais mencionados são os comumente oferecidos em sacrifício. CBASD, vol. 1, p. 1099.
5 O veado … o gamo. Os animais citados neste verso não eram oferecidos em sacrifício. CBASD, vol. 1, p. 1099.
7 A lebre e o arganaz. Só aparentemente é que podem ser considerados ruminantes, pois na realidade não o são. Bíblia Shedd.
11 Toda ave limpa comereis. Como a pomba, a perdiz e a codorniz e supostamente outras (cf. Lv 11:13-19). CBASD, vol. 1, p. 1099.
Nenhuma fórmula simples é dada aqui para identificar as aves limpas. As aves de rapina, geralmente, eram consideradas imundas, provavelmente por causa de seu contato frequente com carniça. A carne de tais aves podia, igualmente, apresentar um risco à saúde. Algumas das aves citadas nos vs. 12-18 não podem mais ser identificadas precisamente. Bíblia de Genebra.
13. O açor. O abutre calvo é comum no Oriente. CBASD, vol. 1, p. 1099.
19 Todo inseto que voa. Ver Lv 11:20. Literalmente, “tudo o que se move em enxames”, em referência a diferentes insetos que voam e não a pássaros. CBASD, vol. 1, p. 1099.
20 Ave. Literalmente, “as coisas que voam”. Não é uma referência do v. 11, que trata de pássaros, mas uma referência a insetos limpos, como algumas espécies de gafanhotos, considerados iguaria em algumas regiões orientais mesmo atualmente (Lv 11:21, 22). CBASD, vol. 1, p. 1099.
21 Que morreu por si. Literalmente, “qualquer carcaça”, isto é, de animal que morreu de doença ou de outra forma. CBASD, vol. 1, p. 1099.
Estrangeiro. Um estrangeiro incircunciso que não praticou idolatria e que foi permitido viver entre os hebreus. “Estrangeiros” não eram obrigados a seguir todos os regulamentos levíticos e cerimoniais. CBASD, vol. 1, p. 1099.
Estranho. Isto é, o estranho que está de passagem por razões comerciais ou por outro propósito, que não havia de estabelecido permanentemente entre os hebreus. CBASD, vol. 1, p. 1099.
Povo santo. Literalmente, “um povo de santidade”. O fato de serem separados e o nível de consagração que tinham que alcançar deviam estar sempre diante de Israel como norma de vida. A palavra “santo” é também usada para descrever o caráter de Yahweh e o tabernáculo, seus instrumentos e sacrifícios (ver Lv 11:44-45). CBASD, vol. 1, p. 1100.
Não cozerás o cabrito no leite da sua própria mãe. Era um costume cerimonial dos cananeus, e por isso foi proibido. Além disso era uma violência à compaixão, para se satisfazer à gulodice. Bíblia Shedd.
Para explicação desta prática idólatra, ver com. de Êxodo 23:19 (ver também Êx 34:26). CBASD, vol. 1, p. 1100.
22 Dízimos. Em geral, se considera que o dízimo mencionado neste versículo é o segundo dízimo, que devia ser despendido como um banquete sagrado perante o Senhor, no tabernáculo. Em Deuteronômio 14:28 e 26:12-15, esse segundo dízimo também é mencionado. Esse dízimo era diferente do primeiro, que era dedicado exclusivamente à manutenção dos sacerdotes e levitas (Nm 18:21, 26). CBASD, vol. 1, p. 1100.
23 Perante o SENHOR … comerás. Onde de ser uma exigência pesada, a entrega dos dízimos seria uma ocasião de alegre celebração adorações (12.7, nota; cf 2Co 9.7). Bíblia de Genebra.
No lugar. O povo iria ao lugar escolhido por Deus para os serviços e festas religiosas. Comeriam juntos, como família, em comunhão diante do Senhor. Essas ocasiões eram designadas para promover a vida religiosa. Várias lições eram ensinadas, como a necessidade de ofertar conscientemente para propósitos religiosos e práticos, a caridade ao necessitado (ver com. de Lv 7:15), a comunhão sagrada diante do Senhor e o fortalecimento dos laços familiares. CBASD, vol. 1, p. 1100.
Comparar com Deuteronômio 12:5-7. O segundo dízimo devia ser comido perante o Senhor. Isto devia ser feito por dois anos; então, no terceiro (e, portanto, também no sexto) ano se aplicavam as instruções do verso 28. O sétimo ano era sabático, no qual a terra não era cultivada. Não se exigia nenhum dízimo, pois não havia colheita. CBASD, vol. 1, p. 1100.
Os dízimos do teu cereal. Não pode ser referir ao primeiro dízimo entregue aos levitas, visto que o povo comum não podia participar dele, apenas os sacerdotes. CBASD, vol. 1, p. 1100.
Aprendas a temer. O cumprimento consciente desses requisitos divinos impressionaria o adorador com o temos do Senhor e encorajaria constante comunhão com Ele. CBASD, vol. 1, p. 1100.
25 prata. Pedaços de prata, com vários pesos, eram meios de troca comuns, mas não na forma de moedas (v. nota em Gn 20.16). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Na tua mão. Literalmente, “cercar” (ver Is 29:3; Jr 21:4; 37:5). O dinheiro devia ser envolto de alguma forma e atado ao punho ou braço. CBASD, vol. 1, p. 1100.
26 O que deseja. A necessidade de suprir os adoradores que vinham de longe com artigos necessários para a festa fez com que se instalasse um mercado na área do templo em Jerusalém. Os sacerdotes de mentalidade mundana logo tiraram vantagem dessa situação e a converteram numa fonte de lucro pessoal (ver Jr 6:13; 23:11). CBASD, vol. 1, p. 1100, 1101.
Bebida forte. O “vinho” e a “bebida forte” mencionados nestes versículos eram fermentados. No passado, Deus muitas vezes relevou a ignorância que motivava práticas que Ele não aprova. … Nenhum [vinho e a bebida forte] era estritamente proibido , exceto para quem desempenhava tarefas religiosas e também para os que se ocupavam na administração da justiça (Lv 10:9; Pv 31:4, 5). O mal do “vinho” e da “bebida forte” foi claramente assinalado, e o povo foi aconselhado a se abster dessas bebidas (Pv 20:1; 23:29-33). ,,, As bebidas embriagantes “destroem o santuário de Deus” e seu uso não pode ser considerado um meio de glorificar a Deus (1Co 6:19, 20; 10:31). … Não há desculpa para o argumento de que não há nada de errado em usar bebida alcoólica, alegando-se que Deus uma vez permitiu isso. Como observado, Ele também permitiu práticas como a escravidão e a poligamia. A Bíblia adverte que os “bêbados” não herdarão o reino de Deus” (1Co 6:10). CBASD, vol. 1, p. 1100, 1101.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-13/
Este capítulo inteiro tem a ver com apostasia, à qual Moisés descreve como servir a outros deuses e não ao Deus do céu. Há três diferentes cenários de apostasia e todos eles se resumem a: “Vamos e sirvamos a outros deuses.” (v.6).
Certamente não seríamos tentados hoje a procurar um ídolo ou imagem para adorá-lo em nossas casas. Hoje estamos muito mais sofisticados. Os outros deuses que “adoramos” são as coisas materiais, pessoas famosas, esportes, tecnologia, relacionamentos, atividades de lazer ou qualquer outra coisa que nos desvia da lealdade absoluta a Deus.
Sempre tem havido “falsos profetas”. Jesus mesmo falou sobre eles (cf. Mateus 24, Marcos 13, Lucas 21). Mas em nossa época eles estão por toda parte: pregadores de rua, trapaceiros tagarelas, homens que se dizem santos, profetas, sonhadores e adivinhos. E não poucos deles realizam prodígios e fazem milagres. Um dia, em breve, o maior trapaceiro de todos os tempos, Lúcifer, o anjo caído, vai enganar o mundo por meio de sinais e maravilhas (2 Tess. 2:9-10; Apoc. 13:13-14). Seremos fortes o suficiente para resistir?
“Querido Deus, eu escolho passar mais tempo com a Bíblia, porque quero estar forte e firme enquanto muitos que me rodeiam estiverem sendo enganados pelos sinais e maravilhas de origem maligna.”
John Ash
Missionário aposentado da União Missão Chinesa
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=412
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Filed under: Sem categoria
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Leia primeiro o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-12/
Com considerável detalhamento, Moisés disse aos israelitas que havia lugares próprios e impróprios para adorar. Moisés está aqui falando aos filhos e netos dos escravos que saíram do Egito. Não seria surpreendente que ainda houvessem resquícios da mentalidade de escravos em seus pensamentos. Sua adoração era caracterizada por: “cada um fazendo o que bem entende” (v.8 NVI). E a forte tendência era a adoração de ídolos.
Tudo que estivesse conectado à adoração idólatra dos povos conquistados deveria ser destruído. Eles deveriam direcionar toda a adoração sacrifical para o seu Deus, naquele lugar único, que Ele mesmo escolheria. Esta localização ainda não havia sido definida, porque Canaã ainda não tinha sido conquistada. No tempo adequado, Salomão construiu o templo permanente em Jerusalém (2 Crônicas 3:1). Embora o Senhor tenha colocado Seu nome naquele local específico, este local não O continha (1 Reis 8:27), porque nem mesmo os céus poderiam contê-lo. O Deus que adoramos é maior do que tudo.
“Querido Deus, talvez eu também tenha ídolos modernos que retiram a Sua soberania de minha vida. Ajuda-me a separar diariamente um tempo tranquilo para estar na Tua presença, com o propósito de Te adorar em espírito e em verdade.”
John Ash
Missionário aposentado da União Missão Chinesa
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=411
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli