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6 a Sua justiça. Esta passagem se cumprirá de forma definitiva e singular na segunda vinda de Cristo, quando “aparece então de encontro ao céu uma mão segurando duas tábuas de pedra dobradas uma sobre a outra. … Aquela santa lei, a justiça de Deus… revela-se agora aos homens como a regra do juízo” (GC, 639). CBASD, vol. 3, p. 847.
7 Escuta, povo Meu. Deus fala diretamente a Israel. Nesta parte o salmista fala principalmente do dever do ser humano para com Deus e dos males do mero formalismo na religião (ver Is 1.11-15). CBASD, vol. 3, p. 847.
8 pelos teus sacrifícios. A discussão começa em tom negativo. Deus não culpa Israel de negligenciar as formas e cerimônias religiosas. O pecado está em reconhecer que o ato não tinha valor algum a menos que seu significado fosse reconhecido e realizado com espirito de gratidão e obediência. CBASD, vol. 3, p. 847.
12 Se Eu tivesse fome. Deus não instituiu o sistema de sacrifícios para prover sustento para Si em forma de carne de touros e sangue de cabritos. CBASD, vol. 3, p. 847.
14 cumpre os teus votos. Ver Sl 22:25; 116:14; cf. Lv 7:16. Apenas uma vida de contrição, amor, gratidão e devoção é aceitável à vista de Deus. CBASD, vol. 3, p. 847.
15 invoca-Me. Petição, assim como o louvor, faz parte da verdadeira religião. Devemos invocar a Deus com um coração sincero. O verdadeiro serviço a Deus é espiritual e nasce do coração (ver Jo 4:24). CBASD, vol. 3, p. 847.
16 De que te serves… teres nos lábios a Minha aliança. A desobediência tornou os israelitas indignos mesmo de pronunciar as palavras da aliança. CBASD, vol. 3, p. 848.
18 Se vês um ladrão. Sempre que há oportunidade de compartilhar os frutos do roubo, ele está pronto para participar. CBASD, vol. 3, p. 848.
22 Considerai, pois, nisto. Deus afirma que o único sacrifício aceitável é o coração e a mente do ser humano. Esta é uma advertência para o ímpio e uma motivação prara o crente. CBASD, vol. 3, p. 848.
23 dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus. Deus revelará Sua salvação àquele que O serve com coração sincero e age segundo a vontade divina. CBASD, vol. 3, p. 848.
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SALMO 50 – Este Salmo é importante e relevante para nosso tempo: Entre a introdução – uma descrição de um contexto jurídico (vs. 1-6) –, e, uma conclusão – revelando o objetivo do julgamento (vs. 22-23) –, o poema insere dois pontos que merecem nossa total atenção:
• Uma religião mecânica, superficial, ou ritualística, ainda que baseada na Bíblia, sem submissão total a Deus desprovida de adoração genuína, não satisfaz o coração do Soberano do Universo (vs. 7-15);
• Uma vida religiosa apenas de aparência não passa de perfeita formalidade, a qual Cristo a chama de hipocrisia; tal não serve para nada senão para enganar os outros, e também a si mesmo diante do tribunal do Supremo Juiz (vs. 16-21).
Muitos usam carcaça de cristão para esconder a podridão do coração:
• Existe gente que fala de Deus (e da Bíblia) como se fossem amicíssimos, embora nunca tiveram um encontro real (v. 16).
• Há crentes que querem demonstrar santidade sem nunca dar devida atenção a Deus, além de desdenhar da Sua Palavra (v. 17).
• Há religiosos que apreciam mais as amizades dos perversos, adúlteros e ladrões do que a dos simples, honestos e puros de coração (v. 18).
• Há “cristãos” que abrem a boca para falar dos outros e prejudicar o próximo com fofocas, calúnias e críticas mordazes quando deveriam aproveitar seu tempo para evangelizar (vs. 19-20).
• Exatamente por existirem muitas pessoas usando máscaras de consagração, carcaça de espiritualidade e casca de cristianismo, é que Deus fará um julgamento meticuloso (v. 21).
Jesus não morreu na cruz para criar uma capa para cobrir ou mascarar as imundícias do coração do pecador, mas para salvá-lo totalmente, transformá-lo verdadeiramente e torná-lo um adorar íntegro.
Nenhum sucesso compensa o fracasso espiritual; por outro lado, “por certas coisas vale a pena ser despedido; por outras vale a pena perder a herança; por outras vale a pena ir para a cadeia; e ainda por outras vale a pena fracassar na faculdade” (Erwin W. Lutzer). Só não vale a pena deixar de ser um verdadeiro adorador (v. 23).
Deus deve ser celebrado. Suas ações no mundo devem motivar-nos a louvá-lO com todas as nossas forças. Sua graça em meio à nossa desgraçada vida neste mundo mergulhado no pecado deve impulsionar-nos aos mais altos e finos louvores! – Heber Toth Armí.
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COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (CONFERÊNCIA GERAL)
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/49
Somos lembrados neste salmo que o rico não comprará favores ou acomodações para além desta vida. “Não se aborreça quando alguém se enriquece e aumenta o luxo de sua casa; pois nada levará consigo quando morrer; não descerá [à sepultura] com ele o seu esplendor” (v. 16,17 NVI). Nos tempos antigos, as pessoas abasteciam seu túmulos com bens terrenos para tornar a pós-vida mais confortável. Mas os únicos que se beneficiaram disso foram os ladrões de túmulos.
Será que algum dia compreenderemos o quanto custou nos redimir da sepultura? “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6:23). Qual foi o preço deste presente? O que custou a Deus para que Seu Filho se tornasse um ser humano, se vinculasse para sempre a esta raça humana, e ao final, se submetesse a abuso degradante e uma morte horrível?
O próprio Deus pagou pela nossa redenção. Qualquer coisa que ofereçamos como pagamento não poderia contribuir em nada para a nossa redenção. A expressão “Deus amou o mundo de tal maneira” abre uma dimensão totalmente nova de existência para nós. A poderosa atração da sepultura é interceptada por Sua promessa de que “todo aquele que crê n’Ele não pereça, mas tenha a vida eterna”.
Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=772
Texto original: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/12/19/
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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SALMO 49 – As pessoas que bebem do lamaçal deste mundo para satisfazer a sede da alma, jamais sentirão o sabor do manancial celestial refrigerando seu coração.
Este Salmo nos oferece ensinamentos magníficos, dos quais precisamos muitissimamente:
“Um dos grandes enigmas da vida é o fato de os perversos com frequência desfrutarem prosperidade material enquanto os fieis, muitas vezes, são pobres e desfavorecidos. Mas essa não é a história toda. A riqueza na qual os ímpios confiam com tanta devoção os deixará na mão na hora da maior necessidade. Não tem poder para salvá-los da morte nem para evitar que se corrompam na sepultura. Não podem desfrutá-la para sempre, leva-la consigo ou voltar para usufruir dela. Em longo prazo, é insensato confiar no dinheiro, em vez de confiar no Senhor! Essa é a essência do Salmo 49” (William MacDonald).
A vaidade é um dos principais motivos que impedem um verdadeiro e profundo fervor espiritual e um real e elevado compromisso com o soberano Senhor. As riquezas muitas vezes se tornam um dos maiores obstáculos para muitos se renderem plena e genuinamente ao Salvador. Por isso, Satanás parece envaidecer a muitos.
• Ricos e pobres devem dar atenção à filosofia da vida do ponto de vista de um sábio inspirado pelo Espírito Santo, que tem informações que não se encontram em nenhum outro livro – nem pode ser descobertas de nenhuma outra forma (vs. 1-4).
• Orgulhosos e ostentadores precisam saber que não existe nenhum seguro contra a sepultura; os inimigos do bem e da justiça estão a um passo da morte; os violentos, orgulhosos e arrogantes não conseguem libertar-se do terrível fim que lhes espera (vs. 5-9).
• Intelectuais e ignorantes morrem do mesmo jeito, todos se tornam vizinhos no cemitério; a não ser que haja uma busca fervorosa ao Deus que estende Suas poderosas mãos para resgatar acorrentados à morte (vs. 10-15).
• Fama e fortuna podem parecer o máximo, mas nada fazem para mudar o definhamento do indivíduo até a morte. Ricos, orgulhosos, intelectuais e famosos morrem tanto quanto os analfabetos, miseráveis, indigentes e ignorantes (vs. 16-19).
Então, quem realmente aproveita a vida é quem se prepara nesta vida curta para receber a vida eterna que Deus outorga aos que se Lhe submetem integralmente!
O que você acha? – Heber Toth Armí.
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761 palavras
O Salmo 49 contém uma resposta para a pergunta “por que os ricos parecem ter vantagem?” O salmo ensina que a riqueza não poe adiar a morte e que na morte os ricos são colocados no mesmo nível dos pobres. … O Salmo 49 é recitado no lar dos judeus ortodoxos modernos durante a semana de luto que se segue à morte de um parente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 843.
1 Povos todos, escutai isto. O assunto em questão merece a atenção de todos. CBASD, vol. 3, p. 843.
2 tanto plebeus como os de fina estirpe. Literalmente, “filhos de homens comuns [do heb. ‘adam] e filhos de grandes homens [do heb. ‘ish]” (ver com. do Sl 4:2; 8:4). O salmo ensina ao humilde para não invejar ou temer o rico, e ao rico a não confiar na riqueza ou a não usá-lo para oprimir ao pobre. O rico é exortado e o pobre, consolado. CBASD, vol. 3, p. 843, 844.
3 sabedoria. No hebraico as palavras para “sabedoria” e “entendimento” estão no plural, chmando aten5ção para os diferentes aspectos dessas qualificações (sobre as definições de “sabedoria” e “entendimento”, ver com. de Pv 1:2 [p. 1064]). CBASD, vol. 3, p. 844.
4 parábola. Do heb mashal, “comparação”, “provérbio”, “canto” ou “poema” (ver p.1061) [sobre Pv]. CBASD, vol. 3, p. 844.
enigma. Ou, “charada”. Algo tão obscuro que precisa de solução. CBASD, vol. 3, p. 844.
harpa. sentimentos dignos de se reter são, muitas vezes, melhor acompanhados na mente quando acompanhados de música. “Poucos meios há mais eficazes para fixar Suas palavras [de Deus] na memória do que repeti-las em cânticos” (Ed, 167). CBASD, vol. 3, p. 844.
5 Por que… ? O salmista fala primeiramente da reconfortante conclusão de sua meditação, antes de seguir com o assunto. Ele conclui que não há razão para temer. CBASD, vol. 3, p. 844.
7 Ninguém o pode remir. Uma negação expressa de forma expressa de forma enfática no hebraico. Ninguém pode salvar outro da morte com sua riqueza, nem mesmo seu próprio irmão. Ninguém pode fugir de sua responsabilidade ou assumir a de outro. CBASD, vol. 3, p. 844.
8 redenção da alma deles. “Eles próprios” (ver com. do Sl 16:10). O resgate de uma pessoa da morte é o tema da reflexão do salmista. CBASD, vol. 3, p. 844.
caríssima. Ou, “custosa”. Salvar alguém da morte está além do poder da riqueza. CBASD, vol. 3, p. 844.
cessará a tentativa para sempre. Não importa quanto se pague, a riqueza é insuficiente para salvar alguém do túmulo. CBASD, vol. 3, p. 844.
9 cova. Ver com. do Sl. 16:10 [“Do heb. shachatch, “cova”, como a palavra é frequentemente traduzida (Jó 33:18, 24, 29, 30; etc). Shachatch também é traduzida por “lodo” (Jó 9:31), “sepultura” (Jó 17:14), “cova” (Jó 33:22; Sl 55:23)”].
10 O v. 10 declara uma lei natural e evidente. Nem mesmo a sabedoria salva da morte quem a possui. CBASD, vol. 3, p. 844.
11 O rico parece esquecer-se de que cedo ou tarde ninguém mais se lembrará dele. CBASD, vol. 3, p. 844.
12 o homem não permanece. Do heb. lin, “passar a noite”, não ficar permanentemente. Ele nem sequer passará a noite da vida, logo desaparecerá. O v. 12 é o refrão do salmo. Ele ocorre novamente no v. 20 com algumas mudanças. CBASD, vol. 3, p. 844.
perecem. Literalmente, “são reduzidos ao silêncio” ou “são levados ao descanso”. CBASD, vol. 3, p. 844.
13 assim mesmo os seus seguidores aplaudem o que eles dizem. Os descendentes são tão tolos quanto os pais. … Esses descendentes néscios também têm prazer em expressar os mesmos sentimentos tolos de seus ancestrais ricos. O mal é perpetuado.
14 sepultura. Do heb. she’ol (ver com. de Pv 16:10). CBASD, vol. 3, p. 844.
15 do poder da morte. Literalmente, “da mão do she’ol” (ver com. de Pv 15:11). A morte é personificada. CBASD, vol. 3, p. 844.
Ele me tomará para Si. Ou, “Ele me receberá para Si mesmo”. Nesta frase curta, ainda mais poderosa por sua brevidade, sugere-se a doutrina de uma vida futura e a ressurreição dos mortos (ver PR, 264). Em Gênesis 5:24, outra forma do mesmo verbo descreve a transladação de Enoque (ver 2Rs 2:10). CBASD, vol. 3, p. 844, 845.
16 Não temas. O salmista deixa de encorajar a si mesmo para encorajar a outros. CBASD, vol. 3, p. 845.
glória. Isto pode se referir à suntuosidade que a riqueza proporciona. CBASD, vol. 3, p. 845.
18 ele se tenha lisonjeado. A figura é a de um homem rico que se orgulha de sua habilidade em acumular riquezas (ver Dt 29:19; Lc 12:19). CBASD, vol. 3, p. 845.
ainda que o louvem. Muitos louvam a pessoa que acumula aquilo que todos desejariam ter, contudo isso não é prova de sucesso. CBASD, vol. 3, p. 845.
19 não verá a luz. O pecador rico e seus descendentes jamais as coisas que para eles foram fonte de orgulho e satisfação própria (ver Jó 33:30). CBASD, vol. 3, p. 845.
20 como os animais. Repete-se o refrão do v. 12, com poucas alterações. CBASD, vol. 3, p. 845.
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Prezados amigos do blog Reavivados:
tendo em vista este momento de necessidade de maior isolamento social, entendemos por bem aumentar o número de postagens do nosso blog a partir de amanhã, incluindo os autores de maior aceitação da nossa página do Face.
Pretendemos, assim, facilitar a busca e visualização de seus autores preferidos.
Mas não se esqueça de que o texto principal, que não deve ser de modo algum negligenciado, é da Palavra de Deus. Somente depois o seu comentário preferido deve ser acessado.
Att.,
Equipe Reavivados
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/48
Você já passou algum dia sonhando a respeito de como será o céu? Já sabemos algumas coisas, conforme relatado na Bíblia:
Os portões serão feitos de pérolas gigantes (Ap 21.21).
As ruas serão de ouro puro que se parece com vidro (Ap 21.21).
Não haverá sol ou lua, pois a luz virá do próprio Deus (Ap 21.23).
Não haverá noite (Ap 21:25).
Haverá um rio da água da vida e uma árvore da vida que produzirá doze tipos de frutos (Ap 22:1,2).
Por mais maravilhosas que sejam as ruas douradas, portões de pérolas, rios e frutas gloriosas, não é isso que tornará o céu divino para nós. Não são os materiais de construção, por mais caros e bonitos que possam ser. Não é a fortaleza dos muros altos que nos dará proteção.
O que torna o céu de fato celestial é que Deus estará lá. Não um deus feito de madeira ou pedra, mas o único Deus real e verdadeiro – o Criador de todo o Universo. Criador de você e de mim. E não precisamos ter medo Dele, agora ou depois, pois Ele nos ama com um amor constante e eterno. Ele será nosso guia para todo o sempre.
Susan Menzmer
Dona de casa e mãe
Collegedale, Tennessee
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=772
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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SALMO 48 – A presença, proteção e provisão de Deus elevam o coração humano à exuberante júbilo e à efusiva adoração.
Do Salmo 47, o comentário Bíblico Adventista declara: “Nada menos que demonstrações como palmas e gritos de júbilo eram suficientes para o salmista a fim de expressar o louvor devido a Deus”. Agora, sobre o Salmo em questão, o mesmo comentário diz: “é um dos poemas mais alegres de Davi”.
F. B. Meyer observa: “O salmista celebra a beleza e a glória de Sião (vs. 1-3). A igreja, hoje, é a cidade do grande Rei. Sem Deus o mais lindo palácio não chega a ser um refúgio; mas uma cabana se transforma num palácio, se Deus é conhecido e amado ali. A recente libertação de Judá é comemorada com gratidão (vs. 4-8). Eis um belo quadro: os exércitos reunidos; o espanto, a fuga e a destruição do inimigo. Vem, então, o convite para que pensemos com amor no cuidado e na misericórdia de Deus (vs. 9-14)”.
Sião ou Jerusalém não se tornou o que Deus sonhou para ela. Os judeus falharam no plano que Deus lhes outorgou. Contudo, Deus não desistiu de fazer de Jerusalém o que planejou para ela.
A Nova Jerusalém é nova proposta de Deus para Jerusalém terrestre, a qual será destruída para dar lugar a outra bem melhor (Apocalipse 21-22). Então, no fim do milênio, quando a terra toda for restaurada dos efeitos destrutivos do pecado, a…
• …beleza de Sião será uma realidade ímpar, produzirá louvor ao Senhor, alegria e dignidade da presença do rei soberano (vs. 1-3);
• …eternidade de Sião será evidente, inimigos passaram, se maravilharam, se turbaram, temeram e fugiram (vs. 4-8);
• …alegria de morar em Sião será indescritível, pois a misericórdia, o amor e a justiça divina reinarão ali, além de toda segurança existente (vs. 9-14).
Por isso, meditemos no amor de Deus “até que nosso coração se inflame para louvá-lO; e lembremos que esse Deus é o nosso Deus para sempre e sempre” (Meyer).
Devemos glorificar a Deus no templo e fora dele. Devemos exaltar as investidas de Deus existentes apesar de nossa negligência. Nosso fervor deve intensificar – quanto mais se aproxima o dia do Senhor cumprir Suas promessas (Hebreus 10:25; Romanos 13:11-14).
Esperemos… Alegremo-nos… Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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884 palavras
Como os salmos 46 e 47, o 48 é um cântico de livramento, e talvez tenha sido escrito para ser cantado no serviço de adoração no templo. Ele celebra o cuidado de Yahweh para com Jerusalém e o livramento de Seu povo das mãos do inimigo. Este salmo é um dos poemas mais alegres de Davi (ver PR, 203). Os exércitos de Josafá o cantaram depois de uma notável vitória (ver PR, 201-203). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 841.
1 Grande é o SENHOR. Davi começa louvando a Yahweh por ter livrado Seu povo de grande perigo (v. 4-8). CBASD, vol 3 p. 841.
na cidade. Jerusalém (ver Sl 46:4; 48:8). CBASD, vol 3 p. 841.
2 Seu santo monte. O monte Sião (ver Sl 2:6; 68:16; ver com. de 48:2). CBASD, vol 3 p. 841.
sobranceiro. “Alto”. A elevação de Jerusalém acima do território circundante seja talvez o aspecto mais marcante de sua topografia. A cidade está situada em uma das maiores elevações do país. É provável que esta característica tenha amedrontado os inimigos e feito com que desistissem de atacá-la (v. 4, 5). CBASD, vol 3 p. 841.
lados do Norte. O significado exato desta expressão não está totalmente claro, embora a seguinte explicação pareça razoável. Originalmente, monte Sião se referia apenas à parte da cidade conquistada dos jebusitas (2Cr 5:2; cf 2Sm 5:7). O monte Moriá ficava ao norte do monte Sião e foi nesse local que, mais tarde, o templo e o palácio de Salomão foram construídos (2Cr 3:1; cf1Rs 8:1). Geograficamente, Sião e Moriá constituem uma única elevação. Depois da construção do templo, todo o monte se tornou conhecido como “Sião” (ver Is 8:18; Jl 3:17). Devido à presença do santuário e do palácio na parte norte da colina desde a época de Salomão, a parte norte se tornou a parte mais importante da cidade. Sendo assim, com a expressão “lados do Norte”, o salmista pode ter tentado representar de modo figurado a sede do governo civil e religioso e, especificamente, a morada de Deus, conforme indica o contexto do salmo. Essa interpretação também esclarece Isaías 14:13, em que se diz que Lúcifer anelava sentar-se “nas extremidades do Norte”. Assumir tal posição significava participar nos conselhos de Deus e nos propósitos divinos. Essa era exatamente a ambição de Lúcifer (ver PP, 37). CBASD, vol 3 p. 841.
a cidade do grande Rei. Jesus cita esta frase como come de Jerusalém (Mt 5:35). CBASD, vol 3 p. 841.
4 os reis se coligaram. Os v. 4 a 6 apresentam uma destruição repentina provocada por um exército inimigo. CBASD, vol 3 p. 841.
5 fugiram apressados. Os inimigos olharam a cidade inatingível, perceberam que não podiam conquistá-la, viram que sua própria segurança estava em risco e fugiram apressados. CBASD, vol 3 p. 842.
6 dores domo de parturiente. Esta comparação, indicando dr extrema, é frequente no AT (ver Jr 4:31; Mq 4:9, 10). CBASD, vol 3 p. 842.
7 destruíste as naus de Társis. Esta segunda comparação descreve o poder de Deus revelado na confusão e dispersão dos inimigos. Társis é identifica com Tartessos, no sul da Espanha, ao norte de Cádiz, embora possa indicar outros lugares. “Naus de Társis” era uma expressão empregada para indicar navios capazes de viajar até Tartessos. … Assim como uma tempestade derrubou essas naus, Deus destruiu os inimigos. CBASD, vol 3 p. 842.
8 Como temos ouvido dizer. Nossos pais nos contaram dos maravilhosos livramentos do passado. Agora os temos visto com nossos próprios olhos. CBASD, vol 3 p. 842.
SENHOR dos Exércitos. Um título militar que identifica Deus como aquele que lidera Seu exército celeste em batalha, visando a proteção de Seu povo. Bíblia de Genebra.
Deus a estabelece para sempre. O livramento presente é promessa de vitória futura. CBASD, vol 3 p. 842.
9 misericórdia. Do heb. chesed, “amor divino” (ver com. de Sl 36:7). CBASD, vol 3 p. 842.
Teu templo. Ver com. do Sl 5:7. Ao adentrar à casa de Deus, os pensamentos se dirigem a Ele. CBASD, vol 3 p. 842.
11 exultam as filhas de Judá. Talvez um emprego figurado, indicando as cidades de Judá (ver Js 15:45). CBASD, vol 3 p. 842.
12 rodeai-a toda. Com o propósito de contemplar e examinar a cidade que Deus preservou do inimigo por meio de uma maravilhosa demonstração de poder. CBASD, vol 3 p. 842.
Depois que um exército inimigo assediava Jerusalém sem sucesso, era importante que o povo rodeasse a cidade, inspecionando suas defesas e louvando a Deus pelas proteções que elas tinham oferecido. Em tempos de grande alegria ou depois de Deus nos ter conduzido através de alguma grande provação, devemos inspecionar nossas defesas para garantir que os fundamentos – fé em Deus, conhecimento de sua palavra e comunhão e orações do corpo dos crentes – permaneçam fortes (Efésios 2:20-22). Então devemos louvar a Deus por Sua proteção! Life Application Study Bible Kingsway.
14 Ele será nosso guia até à morte. Deus nos guiará por toda a vida. Ele nos acompanhará até o fim. O cristão tem essa certeza, ele não precisa temer. O Pastor conduzirá Seu rebanho até a eternidade (ver Sl 23:6). … Questiona-se se “até á morte” é uma tradução adequada para ‘al-muth. … A LXX traz “para sempre” CBASD, vol 3 p. 842.
Freqüentemente oramos pela orientação de Deus enquanto lutamos com as decisões. O que precisamos é tanto de orientação como de um guia – um mapa que nos forneça pontos de referência e orientações e um companheiro constante que tenha um conhecimento íntimo do caminho e garanta que interpretemos o mapa corretamente. A Bíblia será este mapa, e o Espírito Santo será o companheiro e guia constante. Ao caminhar pela vida, use o mapa e o seu Guia. Life Application Study Bible Kingsway.