Reavivados por Sua Palavra


PROVÉRBIOS 30 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
31 de julho de 2020, 9:00
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TEXTO BÍBLICO PROVÉRBIOS 30 – Primeiro leia a Bíblia

PROVÉRBIOS 30 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

PROVÉRBIOS 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

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PROVÉRBIOS 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
31 de julho de 2020, 0:50
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2. Esta afirmativa parece uma confissão franca de alguém que percebeu não ter atingido todo o avanço intelectual a seu alcance.

4. … Jesus afirmou que somente Ele era capaz de revelar o Pai, pois somente Ele estivera no Céu (Jo 1:18; 3:13; CC, 16).

5. O Senhor protege Sua Palavra de forma especial. Para quem depende dela, a Palavra se torna escudo e proteção.

6. … Moisés fez uma advertência semelhante em relação às declarações divinas (Dt 4:2). João encerrou o último livro da Bíblia com uma proibição ainda mais enfática (Ap 22:18, 19).

9. O grande perigo da riqueza é que ela tende a fazer o ser humano se sentir independente da bondade de deus e a não considera-Lo a única fonte das riquezas verdadeiras (ver Jó 21:13-15; Sl 73:12), A pobreza, por sua vez, pode levar o indivíduo a pensar que o Senhor deixou de cuidar dele, assim, pode conduzi-lo a formas erradas de prover o próprio sustento (ver Is 8:21). Todas as pessoas, ricas e pobres, devem conservar o sentimento de dependência do Pai celestial.

10. A vida do servo pode se tornar muito pior caso uma pessoa livre fale mal dele em segredo. Deve-se demonstrar simpatia àqueles que desempenham funções humildes.

12. Comparar com a acusação que Cristo fez aos fariseus (Mt 23:25-28; Lc 18:9, 11).

14. A ganância deste grupo não conhece limites. Tais pessoas não conseguem descansar até que o pobre seja totalmente destituído de sua propriedade (ver Am 8:4).

15. … a maioria dos eruditos concordam que aluqah se refere a uma sanguessuga grande, comum na Palestina, que tem um desejo insaciável por sangue.

16. A sepultura nunca estará tão cheia a ponto de não haver mais lugar para a morte; a mulher israelita estéril nunca cessaria o desejo urgente de ter filhos para que pudesse andar de cabeça erguida em meio às outras (ver Gn 30:1; cf. Gn 16:4); um solo seco, “sedento”, nunca consegue água suficiente para se tornar permanentemente fértil; e o fogo é capaz de devorar tudo o que estiver à sua frente, sem nunca se satisfazer.

19. Os quatro itens mencionados são exemplos de coisas inescrutáveis, extraídos da história natural. Alguns observaram que o elemento comum a essas quatro coisas diferentes é que nada marca o caminho que elas trilham. Alegorias como a comparação da águia a Cristo (Dt 32:11, 12), da serpente ao diabo atacando a Rocha, que é Cristo (Ap 12:9), do navio à igreja trilhando seu caminho sem mácula em meio ao mar da humanidade pecaminosa e da donzela à virgem Maria são um afastamento aos princípios sólidos de interpretações das Escrituras.

26. … Estes animais [provavelmente texugo das rochas] se abrigam em rochas e designam sentinelas para lhes advertir do perigo.

27. Eles [gafanhotos] não parecem ter líderes, contudo se movimentam com a sincronia de um exército bem treinado.

28. … A ênfase se encontra sobre as grandes conquistas, a despeito da fragilidade. O lagarto é tão fraco que pode facilmente ser pego com as mãos; contudo, consegue invadir palácios reais.

 

Fonte: Comentário Bíblico Adventista, vol. 3.



PROVÉRBIOS 30 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
31 de julho de 2020, 0:40
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PROVÉRBIOS 30 – A loucura repele as pessoas; entretanto, a sabedoria atrai.

Precisamos saber que nossa mente é como paraquedas, se não abrir, ela cai. Agur abriu sua mente, e o resultado foi magnífico. Talvez Agur fosse atraído a Salomão por sua sabedoria, e certamente se converteu ao princípio da verdadeira sabedoria: O temor do Senhor.

Agur era árabe, de Massá, no Oriente, um professor de renome, que enviou uma carta ao dois de seus alunos destaques: Itiel e Ucal – após sua conversão. Ele havia sido grande homem intelectual, mas desprovido do conhecimento do Deus verdadeiro.

Provavelmente, Agur ouviu falar da Sabedoria de Salomão, ou ele próprio foi visitar ao rei israelita. Ele abriu a mente, aprendeu a verdadeira sabedoria e agora compartilha com seus pupilos (e conosco também).

De seus escritos, extraio alguns princípios:

1. Quem tem contato com a verdadeira sabedoria e se rende a ela, torna-se a humildade em pessoa; despreza a arrogância, o orgulho e a vaidade e até o conhecimento que antes pensava equivocadamente ser sabedoria (vs. 1-3).
2. Quem se converte genuinamente à sabedoria divina reconhece que a Palavra de Deus é a verdade e, qualquer coisa contrária a ela não passa de ilusão, fraude e mentira (vs. 4-6).
3. Quem se converte deixa de ser ambicioso, materialista e ganancioso, passa a desejar somente o essencial para não perder-se do caminho da salvação, de sua fidelidade a Deus e, de Seus princípios morais (vs. 7-9).

“O desenvolvimento da mente é um dever que devemos a nós mesmos, à sociedade e a Deus. Nunca devemos, entretanto, planejar meios para o cultivo do intelecto à expensas da parte moral e espiritual. E é somente pelo harmonioso desenvolvimento das faculdades mentais, tanto como das morais, que se alcança a mais alta perfeição de ambos” (Ellen G. White).

Na sequência do texto bíblico, Agur, inspirado por Deus, oferece-nos máximas sapienciais:

• Não humilhe os humildes (v. 10);
• Fuja da arrogância (vs. 11-14);
• A ganância é insaciável (vs. 15-16);
• Filhos arrogantes sofrerão terrivelmente (v. 17);
• Enigmas da vida (vs. 18-20);
• Coisas intragáveis (vs. 21-23);
• Coisas pequeninas que ensinam importantes lições (vs. 24-28);
• Coisas ilustres (vs. 29-31);
• A arrogância causa desgraça, a humildade atrai graça (vs. 32-33).

Amigo(a), anima-te! Faça como Agur, converta-se e compartilhe sabedoria! – Heber Toth Armí.



PROVÉRBIOS 29 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
30 de julho de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO PROVÉRBIOS 29 – Primeiro leia a Bíblia

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PROVÉRBIOS 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
30 de julho de 2020, 0:50
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1. … A longanimidade de Deus dá aos pecadores um período de graça para se arrependerem de suas maldades. Se continuarem a endurecer a mente e rejeitar o jugo “suave” de Cristo (Mt 11:30), enquanto a misericórdia divina os protege das consequências de seus pecados, a calamidade e a destruição parecerão vir de repente (ver Pv 6:15; 15:10; Jr 19:15; Hb 10:26-30).

2. Quando as pessoas de bem têm a chance de ficar em destaque, todos desfrutam liberdade, sem impedimentos. Isso ocorre em grau ainda maior quando os justos estão no controle (ver Pv 11:10; 28:12, 28).

5. É difícil resistir à bajulação, em especial quando ela vem de alguém próximo (…) muitas pessoas tomam decisões insensatas sob a influência da adulação habilidosa (Pv 26:28; 28:23; Pj, 161, 162).

7. … O justo defende a causa do pobre nos tribunais (ver Jó 29:12, 16), mas o perverso não se importa com quem está certo ou errado no caso.

11. … O sábio espera o temperamento acalmar para só depois apresentar, com calma, seu argumento.

12. O governante que se permite enganar ao favorecer quem tenta agradá-lo com mentiras logo só terá mentirosos o servindo.

14. Para sempre. Caso se refira ao Deus eterno, à nova terra, aos anjos não caídos ou aos redimidos, pode muito bem significar “sem fim”, mas a duração é limitada quando se alude ao ser humano mortal.

15. … A negligência ou o excesso [da vara e da disciplina] de seu uso levam ao fracasso (ver Pv 10:13; 13:24; 23:13).

16. Quando os perversos prosperam, naturalmente relaxam o tom moral de toda a comunidade, mas eles não permanecerão para sempre. Os justos que oram pela restrição da maldade verão a resposta a suas preces (ver Pv 10:13; 13:24; 23:13).

17. O filho disciplinado adequadamente não trará aos pais as ansiedades intermináveis que o filho mimado causa. Em vez disso, proporciona alegria e profunda satisfação, quando eles o veem fazer sozinho as escolhas certas.

18. Lei. Neste caso, a lei compreende toda a vontade revelada de Deus. Em vez da anarquia e da miséria resultantes de todas as ocasiões em que o ser humano faz o que é certo aos próprios olhos (Jz 17:6), há prosperidade e alegria quando a vontade do Senhor é seguida.

21. O escravo. A escravidão doméstica era diferente da escravidão em geral. Às vezes, desenvolviam-se afeição e confiança entre o senhor e o escravo (ver Gn 15:2; Êx 21:5, 6). O servo podia até se transformar em herdeiro. Outro ponto de vista do provérbio é uma advertência contra o favorecimento do servo indigno, que podia envenenar a mente do senhor contra seus próprios filhos. No fim, ele podia conquistar tanta influência sobre o senhor, a ponto de persuadi-lo a deserdar os filhos e deixar a propriedade da família em suas cobiçosas mãos (ver Pv 17:2).

24 Aborrece. O indivíduo que se encontra na companhia de um ladrão corre o risco de ser preso como cúmplice do crime e de perder a vida. Depois de jurar solenemente e revelar o que sabe, o ocultamento da verdade o torna culpado de perjúrio (ver Lv 5:1; Jz 17:2).

25. Teme ao homem. A pessoa que tem tanto medo dos seres humanos a ponto de negligenciar seu dever ou de fazer o que sabe ser errado está colocando em risco a própria salvação. Aquele, porém, que teme ao Senhor está “seguro”, literalmente, “elevado”, portanto, protegido de todos os ataques do inimigo (ver Pv 18:10; Is 51:12; Mt 10:28; Mc 8:38).

27. A antipatia mútua entre o bem e o mal, da qual falou o sábio, se estende a quem pratica maus atos. A pessoa de bem acha impossível permanecer num relacionamento pessoal e íntimo com os perversos, pois seus objetivos, preocupações e padrões são bem diferentes. A menos que rebaixe seus padrões, não conseguirá se sentir confortável na presença deles. O contrário também é verdade (ver Is 53:3; Jo 15:19). A menos que o perverso esteja disposto a deixar o caráter dos justos influenciar sua conduta, ele ficará enfastiado na presença deles. A “abominação” que o justo sente deve ser o ódio à maldade do perverso (ver Sl 139:19-21).

 

Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1182-1185.



PROVÉRBIOS 29 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
30 de julho de 2020, 0:40
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PROVÉRBIOS 29 – Nosso cérebro precisa ser desenvolvido a fim de que vivamos com sabedoria neste mundo de loucura. Deus nos deu capacidade e quer que progridamos no caminho da justiça. Não podemos parar nem desviarmo-nos do caminho.

“Um estudante pode consagrar todas as faculdades à aquisição de conhecimento; mas a menos que possua conhecimento de Deus, a menos que obedeça as leis que lhe governam o ser, destruir-se-á. Mediante hábitos errôneos, perde a faculdade de apreciação de si mesmo, perde o domínio próprio […]. Mediante a negligência do cultivo dos princípios justos, arruína-se tanto para este mundo como para o futuro” (Ellen G. White).

Antônio Neves de Mesquita intitula este capítulo de: “Deus e a sociedade humana”; e, logo, o divide em três tópicos:
1. O homem justo é o alvo desta seção (vs. 1-10);
2. Os efeitos de um mau governo (vs. 11-17);
3. Guardar a lei é a certeza da felicidade (vs. 18-27).

Paul R. House observou: “A intenção de Deus ao conceder a revelação é… criar um grupo de indivíduos justos, sábios e fieis. Essas são pessoas corajosas (28.1), vitoriosas (29.6) e pacientes (29.11). Tais traços de caráter criam líderes bons (29.2) que protegem o pobre (29.7), afastam a ira (29.8) e evitam os insensatos (29.9). Deus abençoa sua fidelidade (28.20). Seu caráter obviamente deriva da sua relação com o Senhor e do seu compromisso em obedecer aos padrões claramente revelados de Deus”.

Não é em diplomas das faculdades renomadas, nem na fama ou no dinheiro, nem mesmo nos altos postos políticos que estão as fontes da sabedoria, segurança e esperança. As coisas que realmente importam estão além de qualquer ser humano. “A justiça vem do Senhor” (v. 26).

Deus está acima do mais alto poder humano, Ele julga instituições de julgamento; os grandes juízes do mundo deverão prestar-Lhe contas. Ele é soberano. Sua lei é a que importa, ela é a Lei das leis.
• Qualquer lei diferente da Lei de Deus está fora da lei.
• É impossível viver sabiamente independente de Deus.

Negar a lei de Deus é negar a justiça – que é um ato de loucura. Devemos buscar o favor de Deus, ter como alvo fazer Sua vontade e, pautar nossa vida pelos Seus princípios.

Submeter-nos-emos ao soberano Rei? – Heber Toth Armí.



PROVÉRBIOS 28 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
29 de julho de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO PROVÉRBIOS 28 – Primeiro leia a Bíblia

PROVÉRBIOS 28 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

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PROVÉRBIOS 28 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
29 de julho de 2020, 0:50
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464 palavras
1. Quando a morte se aproxima, a diferença entre a coragem do indivíduo que  busca a justiça e a covardia de quem ama o pecado fica ainda mais aparente. Enquanto a pessoa de bem tem confiança tranquila no Salvador, o ímpio enfrenta  a morte com ousadia desafiadora ou com medo servil.
 
2. A decadência social e moral resulta, muitas vezes, na rápida sucessão de governantes. Quando um sábio assume o poder, a desordem no reino é resolvida, a lei e a ordem voltam a vigorar, e o patrimônio do país é preservado (ver Ec 9: 14,15).
 
3. Quando o homem pobre se torna opressor dos destituídos, causa dano como  a enxurrada da tempestade, que carrega a parte de cima da terra, em vez de promover germinação e crescimento.
 
9. Existem muitos dispostos a servir ao Senhor, mas desejam fazê-lo à própria maneira… São poucos os que tomam toda a lei moral do Senhor como expressão autoritativa de Sua vontade para Seu povo (ver Jo 14:15; 15:10; cf Rm 8:3, 4).
 
12. Quando as pessoas de bem vencem os perversos e governam com eficácia, há “grande festividade” (ver Pv 11:10; 29: 2).
 
13. A prosperidade espiritual é impossível à pessoa  que acaricia o pecado. Desculpar-se pelos próprios pecados equivale a resistir à obra do Espírito Santo (Jo 16: 8-11) e correr o risco de endurecer tanto o coração ao ponto de não sentir mais o desejo de ser justo, nem o impulso de se arrepender.
 
14. Feliz é quem se vigia  a todo o instante e compara, de forma consistente, sua conduta com o padrão estabelecido pela vontade revelada de Deus, a fim de revelar instantaneamente qualquer desvio do direito e se corrigir (ver Sl 119:11; Fp 2:12; Tg 1: 22-25).
 
16. A avareza é o desejo excessivo  por ganhos. As pessoas que dão as costas ao verdadeiro ganho da vida eterna e passam a vida em busca dos ganhos mesquinhos e temporários deste mundo revelam  falta de entendimento.
 
19. … Aqueles que buscam as coisas vãs da vida, em vez de trabalhar para obter seu sustento, certamente cairão em pobreza, tanto material quanto espiritual.
 
23. A repreensão sábia traz recompensas tanto para quem a dá quanto para quem a recebe, mesmo que possa magoar na hora (ver Pv 27:6; 29:5; Tg 5:19, 20).
 
24. Nada serve de desculpa para o roubo. Mesmo que o filho alegue que tudo quanto os pais possuem será dele depois que morrerem, os bens materiais ainda não lhe pertencem, para que possa se apropriar deles sem o devido consentimento. Caso o faça, não será melhor do que um saqueador comum (ver Pv 19:26).
 
25. A pessoa inflada com o senso de importância própria e que despreza os outros incomoda todos com quem se encontra e causa dissensão (ver Pv 15:18).
 
27. … a doação sábia a quem precisa não empobrecerá o doador (ver Pv 11:24-26; 19:17).
 
28. Com a queda dos perversos, os justos aumentam em número e em prosperidade.
Fonte: Comentário Biblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.


PROVÉRBIOS 28 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
29 de julho de 2020, 0:40
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PROVÉRBIOS 28 – Nossa fé deve reger nossa conduta em casa, no trabalho, esporte, mercado, em todo lugar, até mesmo nossos relacionamentos na igreja.

O capítulo oferece-nos estes pontos, conforme Bruce K. Waltke:

1. Relação com a Torá/Lei para gerenciar e ganhar riquezas:
• Provérbio introdutório (v. 1);
• Primeira subunidade sobre a Torá/Lei e o governo justo (vs. 2-6);
• Segunda subunidade sobre a Torá/Lei e o governo justo (vs. 7-11).

2. Relação com Deus para governar e conseguir riqueza:
• Provérbio introdutório (v. 12);
• Deus e o dirigente (vs. 13-18);
• Riqueza mediante trabalho duro frente à precipitação (vs. 19-24);
• Riqueza através da confiança no Senhor e generosidade frente à mesquinharia (vs. 25-27).

3. Provérbio de conclusão (v. 28).

Diz o teólogo Paul R. House que “o conhecimento e a observância da lei de Deus são fatores supremos na luta contra a maldade. Os que abandonam a lei de fato escolhem louvar o pecador e suas convicções (28.4). Os mantenedores da lei alcançam sabedoria (28.7); suas orações são ouvidas (28.9). Sem profecia, a aplicação da lei na vida diária, as pessoas não têm nenhum freio; mas quando obedecem à lei elas são abençoadas (29.18). Tanto a profecia quanto a lei são revelações inspiradas por Deus que ensinam as pessoas a viver, e ambas requerem uma relação com Yahweh. Assim as matérias de sabedoria, a lei e a profecia formam um corpo de ensinamento que torna possível uma vida sadia”.

Tratar com indiferença aos princípios divinos faz que o avanço dos princípios do inferno seja rápido. Quando permitimos que a filosofia do inferno domine nossas atitudes tornamo-nos missionários do maligno, precursores dos demônios, agentes do diabo.

Pior é atacar princípios bíblicos que dão vida, para defender conceitos diabólicos que promovem morte. A tirania religiosa caracteriza-se pela arrogância daqueles que são agentes do mal, vestidos com vestes religiosas, alegando crença no evangelho, mas distorcendo a Palavra de Deus.

“Como sempre, Deus é a figura central na aquisição da sabedoria. O temor do Senhor permanece o pré-requisito para a graça divina (28.14). Crer no Senhor continua sendo a chave para as relações divino-humanas que resultam em enriquecimento (28.25) e segurança (29.25)” – declara House.

Sejamos fieis à Torá/Lei de Deus, revistamo-nos com a justiça divina/Cristo, para que nossa religião não seja hipócrita! – Heber Toth Armí.



PROVÉRBIOS 27 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
28 de julho de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO PROVÉRBIOS 27 – Primeiro leia a Bíblia

PROVÉRBIOS 27 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ

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