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1-2 Uma aliança universal simbolizada pelo sábado. Os temas de justiça e retidão aparecem ligados à observância do sétimo dia. Os benefícios da aliança não eram exclusivos a Israel: estrangeiros e mesmo eunucos, que pela lei eram excluídos da assembleia do Senhor, poderiam ser integrados ao povo, se demonstrassem fé e lealdade a Deus ao se guardarem da prática do mal e observarem o sábado, não o profanando. Até o templo, com os limites claros que que nenhum estrangeiro devia transpor, é chamado neste texto de “Casa de oração para todos os povos”. A passagem reforça uma verdade encontrada em todo o livro de Isaías, a saber, que os propósitos divinos vão além do povo da aliança, Israel, e incluem os não israelitas. Bíblia Shedd.
1 Assim diz o SENHOR. O pensamento central de Isaías 56 é a conversão dos gentios. Em contraste com essa brilhante perspectiva, traça-se o sombrio quadro de Israel, que não está disposto a recebê-los. É necessária grande obra de reforma antes que Deus possa incorporar a Seu povo esses “separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa” (Ef 2:12). Essa reforma deve visar ao restabelecimento da fiel observância do sábado. A mensagem deste capítulo é repleta de significado para o povo de Deus hoje. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 318.
Mantende o juízo e fazei justiça. Comparar com Mq 6:8. Religião não é mera teoria, mas prática intensa. CBASD, vol. 4, p. 318.
2 sábado. Assim como o sábado era um sinal da aliança no Sinai, é um sinal da nova aliança discutida aqui (ver também 4. 4, 6). Bíblia Shedd.
Deus ordenou a Seu povo para descansar e a honrá-Lo no sábado (Êx 20:8-11). Life Application Bible Study Kingsway.
Que se guarda de profanar o sábado. Era tão importante para o gentio convertido observar o sábado fielmente (v. 6) como era para os judeus. A observância genuína do sábado é evidência de que a pessoa reconhece a Deus como criador e redentor, e de que está disposta a render-Lhe obediência em tudo (ver com. de Is 58:13; Ez 20:12, 20). Para os gentios, é tão fundamental reconhecer esses princípios como o foi para os judeus. Deus criou ambos, planejou a salvação de ambos (Rm 1:16, 17) e tem direito de exigir dos dois grupos obediência e lealdade. Além disso, os princípios envolvidos no relacionamento do ser humano com Deus como criador e redentor não são diferentes na era cristã, e a observância do sábado não é menos importante hoje. CBASD, vol. 4, p. 318.
3 eunuco. Os eunucos eram normalmente excluídos… (Dt 23.1). O eunuco etíope, de At 8.26-29, cumpriu essa promessa através da fé em Jesus, o Servo de Is 53. Bíblia de Genebra.
5 um memorial e um nome. O hebraico traduzido nesse versículo por “um memorial e um nome” (yad vashem) foi escolhido para ser o nome do monumento principal do Holocausto, erigido em Jerusalém no atual Israel. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Nome melhor. Ao não deixar descendentes, um eunuco poderia temer que seu nome e herança fossem esquecidos em Israel. Porém, Deus prometeu a essas pessoas que, se permanecessem fiéis a Ele, daria a elas algo muito melhor que filhos, isto é, receberiam novos nomes (Ap 2:17), e a certeza de que esses nomes estariam escritos no livro da vida (Ap 3:5). A deficiência física de forma alguma afeta a posição do ser humano perante Deus. Para o Senhor, o que importa é o caráter e a fidelidade aos princípios de justiça e verdade. CBASD, vol. 4, p. 318, 319.
6 O sábado. Este versículo é uma resposta convincente a quem afirma que o sábado não é para os gentios. CBASD, vol. 4, p. 319.
7 Jesus citou este verso quando atirou ao chão o dinheiro dos cambistas do templo (Mc 11:17). Life Application Bible Study Kingsway.
Casa de Oração. Estar ali significa ter sido incluído na aliança e desfrutar da vida de comunhão com Deus (2.2-4; Sl 15:1; cf. 1Rs 8.41-43; Mc 11.17). Bíblia de Genebra.
9. Animais do campo. Uma metáfora que representa as nações hostis (18.6; Ez 34.5, 8, 25). Bíblia de Genebra.
Invasores estrangeiros (v. 18.6). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Vós, todos os animais. A cena muda. Os “animais do campo” apontam apara as nações estrangeiras que logo devorariam o povo de Judá por causa de seus pecados. CBASD, vol. 4, p. 319.
10 atalaias. Eles avisavam a uma cidade sobre algum perigo que se aproximava. Os profetas foram chamados para serem atalaias espirituais. Bíblia de Genebra.
cães. No Oriente próximo, os cães são considerados animais imundos, indesejáveis comedores de carniça. Aqui, eles servem de figura daqueles que tem ganância insaciável. Bíblia de Genebra.
Cães mudos. Os líderes de Israel não se portavam sequer como cão de guarda. Eles dormiam mesmo com a aproximação do perigo e não davam o alerta. CBASD, vol. 4, p. 319.
11 Tais cães são gulosos. Em vez de buscar o bem-estar do rebanho confiado a seu cuidado, os líderes de Israel eram como cães que devoravam as ovelhas que deviam proteger (ver Jr 12:10, 11; Ez 34:8). CBASD, vol. 4, p. 319.
12 O dia de amanhã. Eles agiam como se o tempo não passasse, como se o juízo não estivesse próximo (ver v. 1). Suas bebedices e festanças eram contínuas e habituais. CBASD, vol. 4, p. 319.
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ISAÍAS 56 – A revelação sobrenatural não visa orientar unicamente aos judeus. Os judeus eram os instrumentos de Deus para alcançar a todas as pessoas.
O Deus do juízo oferece a salvação a todos os perdidos. A graça é um presente a todos os desgraçados do pecado. E, antes do juízo, Deus alerta, desperta e incentiva a todos a permanecerem firmes na justiça.
1. Salvação e justiça estão prestes a serem evidenciadas no mundo (v. 1).
2. Bem-aventurado quem se apega às bases de aliança que revela compromisso com Deus (v. 2):
• Se guarda de profanar o sábado, o qual é um sinal e bênção da graça divina;
• Guarda a sua mão de cometer algum mal – afasta-se radicalmente do pecado.
3. Nem o estrangeiro, nem o mutilado sexualmente, nenhum ser humano terá razão para suas desculpas para a desobediência, falta de compromisso e perdição (v. 3).
4. Deus quer abençoar até aqueles que pensam que não restam graça, bênção e salvação para eles. Só precisam aceitar e não rejeitar as bênçãos da revelação graciosamente oferecidas por Deus (vs. 4-5).
5. Cada pessoa, de todas as raças e lugares (v. 6), precisa…
• Achegar-se a Deus;
• Servir exclusivamente ao Senhor;
• Guardar o sábado sem nunca profaná-lo;
• Abraçar a aliança divina – um compromisso sério com Cristo.
6. As promessas divinas são para judeus e não judeus. A igreja de Deus deve ser conhecida como Casa de Oração para todos os povos, Ele anseia reunir pessoas de todas as nações (vs. 7-8).
• Não deveria existir igrejas para negros e outras para brancos;
• Igreja não deveria ser conhecida como Casa de Shows, milagres, etc.
• Não deveria ser lugar de bagunça, desordem, teatro, exibição, busca por poder, etc.
• Deveria ser Casa de Oração para todos os povos.
7. Deus alerta quanto à presença de falsos líderes religiosos, para que Seu povo não seja desviado do caminho da salvação (vs. 9-12). Sempre existiram líderes espirituais que parecem:
• Atalaias cegos: Não enxergam a verdade bíblica corretamente.
• Cães gulosos e preguiçosos: São insaciáveis gananciosos, e folgados.
• Pastores irresponsáveis: Ensinam somente o que lhes interessam, visando explorar o rebanho.
A Bíblia nunca foi um privilégio divino concedido exclusivamente aos judeus. É um presente do céu para toda a humanidade. Portanto, busque a bem-aventurança deste capitulo! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 55 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 55 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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1 Todos vós, os que tendes sede. Isto é, aqueles que tem sede de entender a vontade e os caminhos de Deus e obter graça para estar em paz com Ele (Sl 42:1, 2; 63:1; Mt 5:6; Jo 7:37; Ap 21:6; 22:17). … A beleza poética deste capítulo se sobressai nas Escrituras. É um notável convite ao pecador para aceitar as bênçãos da salvação. Ninguém está excluído (Ap 22:17). Não existe fundamento para a ideia de que alguns são criados para a salvação e outros, para a perdição, alguns para serem salvos e outros para se perderem. Deus não interfere no livre exercício do poder de escolha (ver Ez 18:31, 32; 33:11; 2Pe 3:9). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 314.
Águas … vinho, leite (e pão, v. 2). Representam as bênçãos espirituais (ver Mt 26:27-29; Jo 4:10, 13, 14; 1Co 11:27-27; 1Pe 2:2). CBASD, vol. 4, p. 314, 315.
Os que não tendes dinheiro. Na linguagem simbólica empregada nesta passagem, a pessoa sem “dinheiro” é a que está ciente de sua necessidade espiritual (ver com. de Mt 5:3). Ela sabe que não tem méritos para oferecer a Deus como pagamento pelo precioso dom da salvação. Deus, no entanto, convida a todos esses para ir a ele a despeito de sua pobreza espiritual. O preço da salvação foi pago pelo Salvador. CBASD, vol. 4, p. 315.
Vinde, comprai. As bênçãos da salvação são gratuitas;contudo, só podem ser obtidas à custa de tudo o que a pessoa é e possui. CBASD, vol. 4, p. 315.
2 Gastais o dinheiro. Uma repreensão para os que gastam tempo, esforço e dinheiro em coisas de pouco ou nenhum valor, ao passo que negligenciam o mais importante da vida (ver com. de Jo 6:27). CBASD, vol. 4, p. 315.
Não satisfaz. Os que não participam das riquezas espirituais que Deus tem proporcionado, de forma gratuita, sofrerão de fraqueza espiritual e dificilmente se darão conta da fome oculta da alma, que as coisas materiais jamais satisfazem. CBASD, vol. 4, p. 315.
Com finos manjares. Uma expressão hebraica comum que significa abundância e prosperidade, neste caso, prosperidade espiritual (ver Gn 27:28, 39; 45:18; etc.). CBASD, vol. 4, p. 315.
3 Inclinai os ouvidos. Isto é, estar atento às realidades espirituais. CBASD, vol. 4, p. 315.
E a vossa alma viverá. Isto é, “vivereis” (ver com. de Sl 16:10). CBASD, vol. 4, p. 315.
Uma aliança perpétua. isto se refere à “nova” aliança, sob a qual Deus promete escrever Sua lei no coração do ser humano (ver com. de Jr 31:31-34; Hb 8:10, 11). CBASD, vol. 4, p. 315.
4 Eis que Eu o dei. Isto é, Davi (v. 3), que foi um símbolo de Cristo e sobre cujo trono Cristo se assentaria (Sl 89:3, 4, 20, 33-37; Ez 34:23, 24; Os 3:5; ver com. de Dt 18:15; Mt 1:1). CBASD, vol. 4, p. 315.
6 Buscai o SENHOR. Foi nisso que Israel falhou. A razão do exílio foi que a nação não buscou conhecer e obedecer à vontade de Deus (ver Is 6:9-12). CBASD, vol. 4, p. 316.
Enquanto está perto. Deus … está “perto” de todos os que O invocam (Sl 46:1; 145:18). Porém virá o tempo em que a obstinada rejeição dos rogos do Espírito de Deus fechará a porta da graça e retirará a presença divina (Is 1:15; Os 5:6; Mt 25:10-12; cf. Jo 7:34; 8:21). CBASD, vol. 4, p. 316.
9 Mais altos do que a terra. O ser humano pensa no tempo; Deus na eternidade. O ser humano pensa em si mesmo; Deus, nas criaturas de Suas mãos. O ser humano pensa no que pode conseguir, e Deus, no que pode outorgar. CBASD, vol. 4, p. 316.
11 A palavra. A palavra de Deus representa Sua vontade e está dotada de poder para ser eficaz. CBASD, vol. 4, p. 316.
O que Me apraz. O que ocorre com a chuva e a neve (10) também se dá com a Palavra de Deus. Todas cumprem o propósito benéfico para que foram enviadas. Assim foi com Cristo, a Palavra viva (Jo 1:1), em cujas mãos, “a vontade do SENHOR” prosperaria (ver com de Is 53:10). CBASD, vol. 4, p. 316.
12 Saireis com alegria.O cumprimento da vontade do Senhor (v. 11) traz alegria. CBASD, vol. 4, p. 316.
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ISAÍAS 55 – Os ensinamentos deste capítulo são fantásticos, sua profundidade é incrível, e, seu conteúdo possui uma abrangência incapaz de ser totalmente assimilada pela inteligência humana.
Deus convida…
• …sedentos e famintos (miseráveis) ao melhor banquete do Universo; assim, Ele oferece vida e alegria a quem merece morte – ainda tudo de graça (vs. 1-2).
• …pessoas indiferentes e sem importância para um relacionamento transformador, restaurador e enobrecedor (vs. 3-5).
• …a buscá-lO enquanto ainda há oportunidade; pois, a festa está marcada e chegará o tempo que será tarde demais para responder ao convite – a porta da graça se fechará! (v. 6).
• …aos que se dispõe a atender Seu convite a uma preparação. Assim como alguém faz todos os preparativos, roupas, cabelos, banho, perfume, etc. para uma festa, na festa de Deus, preparativos também são importantes, embora diferentes (v. 7). Mas, Ele dá as diretrizes:
1. Deixar os próprios caminhos pessoais: gostos, interesses e planos;
2. Abandonar radicalmente os maus pensamentos;
3. Converter-se plenamente ao Senhor compassivo que faz o convite;
4. Viver para o Salvador que oferece o perdão transformador.
A salvação é para todos, mas nem todos aceitam o convite divino para salvar-se. Aqueles que aceitarem se surpreenderão, pois ao abandonarem seus miseráveis planos, pensamentos ruins e ambições mesquinhas, verão que os planos de Deus trazem resultados que nossa mente é incapaz de assimilar (vs. 9-13).
As Palavras de Deus não são meras palavras. Seu convite é mais que especial. É questão de vida ou morte.
Aqueles que confiarem plenamente nas Palavras divinas experimentarão os efeitos impactantes dessas importantes Palavras: Paz e alegria indescritíveis, prazer e satisfação na alma, além de experiências miraculosas – extraordinárias desde agora, mas principalmente na glória (vs. 12-13; I Pedro 1:8).
Jesus é o Verbo divino, a Palavra encarnada (João 1:1-18). “Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito” (Isaías 53:11). “Assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra e a fecundem, e a faça brotar, para dar semente ao semeador e pão ao que come”, assim desceu Jesus para avivar e restaurar os miseráveis e indignos pecadores (Isaías 55:10-11).
“Querido Deus, aceito todos os teus convites. Ajuda-me a preparar para uma eternidade contigo…” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 54 – Primeiro leia a Bíblia
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1 Canta alegremente, ó estéril. Israel, que então era “estéril” de resultados (ver p. 17-19; cf. Is 5:1-7; Jo 3:3, 5; Gl 5:22, 23), teria êxito em sua tarefa. Seus próprios filhos e filhas seriam “ensinados do SENHOR” (Is 54:13), os gentios se converteriam (56:6) e o templo de Jerusalém se tornaria “Casa de Oração para todos os povos” (56:7). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 311.
2 Alarga o espaço. “Quando o número de Israel aumentasse, deveriam ampliar os limites até que seu reino abarcasse o mundo” (PJ, 290). Citado em CBASD, vol. 4, p. 311.
Não o impeças. Deus não estará satisfeito, e Sua obra na Terra não poderá ser concluída, até que a igreja se levante com fé e se una aos agentes divinos para proclamar ao mundo o Salvador crucificado, ressuscitado e prestes a vir. CBASD, vol. 4, p. 311.
3 Transbordarás. Se Israel se erguesse com fé para cumprir seu destino como nação, o êxito excederia suas maiores expectativas. Assim será no tempo do fim quando o povo de Deus estiver pronto para receber o poder que Ele deseja manifestar. CBASD, vol. 4, p. 311, 312.
4 Da vergonha da tua mocidade. Yahweh tirou Israel do Egito para ser Sua noiva, mas ela se prostituiu ao servir a outros deuses (Jr 3:1-11; Ez 16:8-16; Os 2:5-13). Essa foi a sua desgraça e vergonha. CBASD, vol. 4, p. 312.
Da tua viuvez. Uma alusão ao cativeiro em Babilônia, quando, por causa da infidelidade a seu Marido, a nação foi levada cativa (Lm 1:1; 2:5, 6; cf. Os 2:6-13). CBASD, vol. 4, p. 312.
5 Teu marido. Embora a nação de Israel tivesse abandonado seu “marido”, Ele a traria de volta e seria novamente seu esposo (ver Ez 16:8; Os 2:14-20; cf. 3:1-5). CBASD, vol. 4, p. 312.
6 Repudiada. Ou, “rejeitada”, isto é, como “esposa”. CBASD, vol. 4, p. 312.
7 Por breve momento. Durante os 70 anos do cativeiro babilônico, Israel pareceu estar abandonado e esquecido. Contudo, na verdade, Deus permitiu essa experiência amarga a fim de revelar a Israel a tolice de seus caminhos e persuadi-lo de que a sabedoria consiste em ser fiel a Ele (ver Os 2:6-23). Em meio às dificuldades e às desilusões da vida, o povo de Deus tem o privilégio de ouvir a voz divina que chama a deixar os próprios caminhos e a andar com o Senhor. CBASD, vol. 4, p. 312.
9 Como as águas de Noé. Depois do dilúvio, Deus prometeu que não destruiria a terra com água (Gn 9:11-15). Promessa semelhante foi dada ao povo de Judá desde que permanecesse fiel a Deus, depois que retornasse à sua terra natal. CBASD, vol. 4, p. 312.
10 A aliança da minha paz. Isto é, a aliança divina que resulta em paz (ver Nm 25:12; Ez 34:25; 37:26). CBASD, vol. 4, p. 312.
13 Filhos. Expressão hebraica comum para designar descendência, sem levar em conta a idade. CBASD, vol. 4, p. 313.
15 Poderão suscitar contendas. Se tivessem permanecido fiéis a Deus depois do cativeiro, os judeus teriam recebido bênçãos inumeráveis (ver p. 16, 17). Seus inimigos conspirariam para tomar deles essas bênçãos, mas cairiam nessa tentativa (ver Ez 38:8-23); Zc 12:2-9; 14:2, 3). … Nos últimos dias, haverá também, da parte dos exércitos do mal, um esforço conjunto para destruir os santos, mas não terão êxito (ver Ap 16:14-16; 19:11-21; ver p. 17, 21-23). CBASD, vol. 4, p. 313.
16 O assolador. Isto é, aquele que devasta. deus afirma Seu controle soberano sobre os poderes da Terra. nenhuma força pode operar a menos que Ele permita (ver com. de Dn 4:17). nenhum inimigo pode ultrapassar os limites de Deus estabelece. CBASD, vol. 4, p. 313.
17 Seu direito. Ou, sua “vindicação”. Deus vindicará a causa de Seus servos. Quando o inimigo os acusar e lutar contra eles, Ele os declarará inocentes e os libertará. CBASD, vol. 4, p. 313.
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ISAÍAS 54 – Casar é fácil. O difícil é permanecer casado. Inclusive Deus usa diversas estratégias para permanecer casado, do contrário, o divórcio teria acontecido há muitos séculos.
Graças a Sua compaixão, insistência e amor incondicional, porque do jeito que lidamos com Ele sobejam os motivos para abandonar-nos. Quantas vezes…
• …deixamos de priorizar Deus em nossa vida?
• …somos infiéis a Ele a despeito de Sua fidelidade exemplar?
• …lidamos com tudo, até tempo para “perder tempo” temos, mas não para orar a Deus ou ler a Sua Palavra cheias de amor por nós?
• …dividimos nosso amor a Deus com outras coisas, não sendo fieis exclusivamente a Ele – será que realmente O amamos?
• …adulteramos, traímos a Deus, desrespeitamos Sua pessoa e não damos o real valor ao compromisso com Ele… e mesmo assim Ele não desiste de nós?
A antiga igreja judaica foi considerada esposa infiel. Ela sofreu as consequências de sua infidelidade, o amor aos pecados e aos deuses falsos. A Jerusalém do passado parece um espelho da igreja cristã no presente. Portanto, temos muito que aprender, pois Deus promete desfazer Sua esterilidade espiritual e promover sua alegria (vs. 1-4).
1. O marido por excelência, com ternura e paciência, é o Criador e Redentor, o Santo de Israel, o Deus de toda a Terra – o teu e o meu Deus (v. 5).
2. O marido modelo deixa sua esposa sofrer as consequências da falta de compromisso sério e leal para, então, ao aprender a lição, poder abençoá-la para sempre – haverá uma grande festa nupcial universal (vs. 6-10; Mateus 22:1-14; Apocalipse 3:20).
3. A cidade de Jerusalém será definitivamente restaurada, totalmente embelezada, cheia de pedras preciosas, onde não entrará nada que macule a felicidade dos salvos; ela descerá do céu, adornada como uma noiva para seu marido (vs. 11-17; Apocalipse 21-22).
Ampliando, “não se faz menção aqui de qualquer conexão entre esta profecia e a do capítulo 53; não obstante, existe entre elas uma profunda afinidade intrínseca. A salvação da comunidade redimida descrita aqui é o futuro do sofrimento do Servo do Senhor. Os habitantes da cidade de Deus são Sua ‘posteridade’ (53.10). A paz e a justiça em que eles se regozijam foram adquiridas por Ele (53.5,11)” (J. Ridderbos).
Portanto, renovemos o compromisso com Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 53 – Primeiro leia a Bíblia
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Isaías 53 é o quarto dos Cânticos do Servo deste livro (além de 42:1-9, 49:1-13 e 50:4-11). Ele é composto por cinco seções, três versos cada, começando com Isaías 52:13. Foi sobre essa passagem que Jesus fez perguntas aos rabinos com a tenra idade de 12 anos. Foi a meditação sobre Isaías 53 que trouxe a Ele a primeira luz da Sua missão como substituto para a humanidade pecadora. Esta é a passagem que o etíope estava lendo que lhe desvendou o mistério do Messias, graças ao oportuno estudo bíblico feito por Filipe (Atos 8:26-40). Este é o capítulo que, nas palavras de um conhecido evangelista aos judeus, “mais do que qualquer outro tem sido usado por Deus para trazer o povo judeu a Si mesmo.” Ele tem a ver com a essência da missão de Jesus e Sua morte substitutiva na cruz pela humanidade. O Novo Testamento cita esta parte mais do que qualquer outra do Antigo Testamento (Marcos 15:17, João 10:11; 12:37, Rm 3:25 a 4:25, 2 Coríntios 5:21; Fil 2:9).
O relatório de boas notícias de Isaías 52:7 é recebido com incredulidade: “Quem creu em nossa pregação?” (Is 53:1 ARA), Isaías exclama. Os seres humanos rejeitaram o Filho de Deus porque Ele não apresentava a beleza de um príncipe ou “qualquer … majestade que nos atraísse, nada havia em sua aparência para que o desejássemos” (v.2 NVI). Jesus foi desprezado e rejeitado ao longo de toda a Sua vida, não apenas durante o Seu julgamento e crucificação. Ele realmente está familiarizado com a tristeza e o pesar (v.3). Quando sentimos que o mundo está contra nós, não devemos esquecer que ele também estava contra Jesus. Por experiência própria, Ele certamente se identifica com nossos sentimentos. Ron R E Clouzet, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/18.
“Este capítulo, colocado em pauta sete séculos do nascimento de Cristo, até parece ter sido escrito por uma testemunha da crucificação. O apóstolo Pedro preferiu citar trechos deste capítulo a resumir os relatos das testemunhas oculares (1Pe 2.21-25). Sete citações deste capítulo são feitas no Novo Testamento á Pessoa de Jesus Cristo. Declara-se oito vezes, neste capítulo, a doutrina da expiação vicária [substituta], que se resume na expressão de 2Co 5.21.” Bíblia Shedd.
1 Quem creu … ? Quem teria crido no relato da humilhação e exaltação do Messias, o Servo do Senhor (ver com. de Is 52:7, 13-15)? … A divisão entre Isaías 52 e 53 deveria ser no v. 12 do cap. 52, e não no 15. … O NT (Mt 8:17; Jo 12:38) claramente aplica Isaías 53 a Cristo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4, p. 307.
O braço. O instrumento pelo qual alguém cumpre seus propósitos. Aqui o “braço” de Deus, ou poder, se revela na salvação do ser humano. CBASD, vol.4, p. 307.
2. Perante Ele. “diante de Deus”, no sentido de ser submisso à Sua vontade, e sujeito ao Seu cuidado (ver com. de Lc 2:49). CBASD, vol.4, p. 307.
Como renovo. Cristo cresceu física, mental e espiritualmente em harmonia com as leis naturais do desenvolvimento humano (ver com. de Lc 2:52). Como uma planta tira o sustento do solo, Ele Se sustentaria da sabedoria e da força de Deus. CBASD, vol.4, p. 307.
Terra seca. Uma planta que nasce em solos em água não cresce de forma plena e não é atrativa. Para os líderes dos judeus, o caráter de Jesus não era atrativo. CBASD, vol.4, p. 308.
Nem formosura. …nada que chamasse a atenção. Os seres humanos não deveriam ser atraídos a Cristo por meio de demonstração de glória sobrenatural, mas pela beleza de uma vida justa (ver DTN, 23, 27, 43). … Ele não era o tipo de Messias em que os judeus estavam interessados. CBASD, vol.4, p. 308.
3 Homem de dores. Por meio da humanidade de Jesus, a Divindade experimentou tudo o que a humanidade mortal herdou. Ele sofreu todos os maus-tratos e maldades que homens ímpios e anjos maus puderam fazer contra Ele, tendo como clímax o julgamento e a crucifixão. CBASD, vol.4, p. 308.
Escondem . Em vez de se compadecerem de C r i s t o em Sua aflição, os seres humanos se desviaram dEle com amargura e desprezo. Não tiveram compaixão e O repreenderam por Seu destino trágico (ver Mt 26:29-31; 27:39-44). Até os discípulos O abandonaram e fugiram (Mt 26:56). CBASD, vol.4, p. 308.
4. Nossas enfermidades Os v. 4 a 6 enfatizam a natureza vicária dos sofrimentos e da morte de Cristo. O fato de ter sido pelos pecadores e não por Si mesmo que Ele sofreu e morreu é reiterado nove vezes nestes versículos, e novamente nos v. 8 e 11. Ele sofreu em lugar do pecador. Assumiu a dor, a humilhação e os maus-tratos que outros mereciam (ver DTN, 25). CBASD, vol.4, p. 308.
Ferido de Deus. O inimigo fez parecer que os sofrimentos de Jesus eram um castigo infligido sobre Ele por um Deus vingativo por ser pecador (ver DTN, 471). Se isso fosse verdade, Ele não poderia ser o Redentor do mundo. CBASD, vol.4, p. 308.
5. O castigo. Isto é, a punição necessária para nos reconciliarmos com Deus (ver Rm 5:1).CBASD, vol.4, p. 308.
7. Não abriu a boca. Isto é, para protestar, reclamar ou se defender. O silêncio era evidência de submissão completa e inquestionável (ver Mt 26:39-44). O que o Messias fez foi de forma voluntária e com alegria, a fim de que pecadores condenados pudessem ser salvos (sobre o cumprimento desta profecia, ver Mt 26:63; 27:12, 14). CBASD, vol.4, p. 308.
8. Por juízo opressor. O Messias não foi julgado com justiça. Apesar do pretenso procedimento judicial, o veredito não foi justo. CBASD, vol.4, p. 308.
Foi arrebatado. Isto é, pela morte. “Ele morreu”. CBASD, vol.4, p. 308.
E de Sua linhagem, quem dela cogitou? …”quem se interessava por Seu destino?”. … ninguém O defendeu. Ele sofreu tudo sozinho. CBASD, vol.4, p. 308, 309.
Por causa da transgressão. Sobre a natureza vicária dos sofrimentos e da morte de Cristo, ver com. dos v. 4-6. CBASD, vol.4, p. 309.
9 Com os perversos. O Servo justo (ver com. de Is 52:13) foi morto como pecador, não como santo. Após ter dado a vida pelos transgressores, foi colocado entre eles em Sua morte. CBASD, vol.4, p. 309.
Com o rico. Ele seria sepultado na tumba de um homem rico, a de José de Arimateia (Mt 27:57-60). CBASD, vol.4, p. 309.
Posto que. Ou, “apesar de”, “embora”. Cristo sofreu a sorte de um pecador, embora não tivesse feito nada para merecer isso. CBASD, vol.4, p. 309.
10. Ao SENHOR agradou. O Senhor não Se alegrou com o sofrimento de Seu Servo (ver com. de Is 52:13), o Messias. Em vista do bem estar eterno do ser humano e da segurança do universo, Ele teve de sofrer. A frase “ao SENHOR agradou” indica que isso “foi da vontade do Senhor”. Só assim o plano de salvação poderia ter êxito. CBASD, vol.4, p. 309.
Alma. Do heb. nefesh, que significa, “ele próprio” ou “Sua vida” (ver com. de IRs 17:21; SI 16:10). Sua vida substituiu a nossa (ver com. de Is 53:4; ver DTN, 25). Por causa do pecado, o ser humano perdeu a inocência, a capacidade de amar e de obedecer a Deus, seu lar, seu domínio sobre a terra e mesmo sua vida. Cristo veio para restaurar todas as coisas permanentemente, não só na Terra, mas em todo o universo. CBASD, vol.4, p. 309.
Como oferta pelo pecado. Esta oferta era apresentada quando se exigia uma restituição, fosse a alguém ou a Deus. A morte do Servo de (Deus proporcionou uma expiação aceitável e efetiva do pecado que ocasionou a perda. Este sacrifício era essencial à redenção e restauração do ser humano (Jo 1:29; 17:3; 2Co 5:21; 1Pe 2:24). CBASD, vol.4, p. 309.
Sua posteridade. Isto é, “sua descendência”: aqueles que estivessem dispostos a recebê-Lo, aos que cressem “no Seu nome” (Jo 1:12) e nascessem de novo (Jo 3:3). Ele “suportou a cruz” em vista dessa “alegria que Lhe estava proposta” (Hb 12:2). A informação de que Cristo verá Sua posteridade aponta para a [Sua] ressurreição. CBASD, vol.4, p. 309.
Prolongará os Seus dias. Aqui se afirma com mais clareza a ressurreição (ver Hb 7:16, 25; Ap 1:18). CBASD, vol.4, p. 309.
A vontade do SENHOR. Cristo Se deleitava em fazer a vontade de Seu Pai (Mt 26:39, 42; Jo 4:34; 5:30; 6:38), e, por meio dEle, a vontade de Deus prevaleceria mais uma vez entre os homens (Mt 6:10; 7:21; Jo 17:6). A missão do Messias teria êxito. CBASD, vol.4, p. 309.
11. Trabalho. Isto é, o resultado de Sua obra. CBASD, vol.4, p. 309.
Ficará satisfeito. Por causa de Sua morte, muitos viveriam; por causa de Seus sofrimentos, muitos encontrariam paz e alegria eternas (ver DTN, 25; cf. Hb 12:2). O resultado justificaria o sacrifício necessário para alcançá-lo. CBASD, vol.4, p. 309.
O Meu Servo, o Justo. O Pai está falando de Seu Filho, o Messias (ver com. de Is 41:8; 52:13). CBASD, vol.4, p. 309.
Levará sobre Si. Reafirmação da natureza vicária do sacrifício do Messias enfatizada nos v. 4 a 6, 8 e 10. CBASD, vol.4, p. 309.
12 Por isso, Eu Lhe darei. Deus recompensará o Servo vitorioso com um lugar de honra diante de todo o universo. CBASD, vol.4, p. 310.
O despojo. Tudo o que se perdeu como resultado do pecado (ver com. do v. 10) seria restaurado. CBASD, vol.4, p. 310.
Intercedeu. Aqui se prediz claramente o ministério de Cristo (Rm 8:34; Hb 7:25; 9:24; 1Jo 2:1). CBASD, vol.4, p. 310.