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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dn/4
Nabucodonosor sabia que o espírito “dos deuses sagrados” estava em Daniel (v. 18). O problema do rei era que ele queria agradar a todos os deuses. Do versículo 19, Daniel explicou, da maneira mais diplomática e cuidadosa que pôde, a aplicação do sonho que Deus havia dado ao rei (v. 24). Então, no final, Daniel acrescentou alguns conselhos (v. 27) sugerindo que Nabucodonosor se arrependesse dos seus pecados. Caso contrário, o desastre certamente aconteceria a fim de ajudar o Rei a reconhecer de onde vinham seu fôlego e vida (v. 25).
Um dia, enquanto Nabucodonosor estava caminhando no telhado do palácio, o próprio Deus falou, dizendo a Nabucodonosor que sua autoridade havia sido tirada (v. 31). A transformação veio imediatamente e Nabucodonosor deixou o palácio para viver com os animais na natureza (v. 33). Como podemos ver, a auto-exaltação é na verdade autodestrutiva.
Depois de sete anos, Nabucodonosor, ergueu os olhos para o céu “(v. 34) e louvou a Deus, honrou-o, glorificou-o e reconheceu-O por quem Ele é. Imediatamente, a sanidade voltou, ele foi devolvido ao seu trono, e segundo ele: “minha grandeza veio a ser ainda maior.” (v.36, NVI). Sem dúvida, Deus “tem poder para humilhar aqueles que vivem com arrogância.” (v. 37, NVI)
Querido Deus, ajude-nos a fixar nossos olhos em Jesus a fim de que Ele nos resgate de nosso egocentrismo. Amém.
Koot van Wyk
Universidade Nacional de Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1100
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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937 palavras
1 A todos os povos. Este capítulo começa com uma carta de Nabucodonosor para os habitantes de seu reino. Ele demonstra interesse no bem estar (“paz”) de seus súditos e reconhece a supremacia do poder do Senhor (comparar com o cap. 2). Bíblia de Estudo Andrews.
Por não encontrarem outros casos de conversões [como esta, de Nabucodonosor], eruditos modernos declaram que tal edito é historicamente absurdo. Os argumentos do silêncio, porém, nunca são conclusivos. Por outro lado, a conversão de um rei a uma nova religião ou deus é confirmada em outros escritos. … pouco se sabe da história de Nabucodonosor de fontes seculares. Portanto, é impossível verificar todos os eventos do reinado desse monarca a partir de fontes da época. … Portanto, não é estranho não encontrar referência em registros babilônicos para a enfermidade mental do rei. Tais registros, naturalmente, omitem informações que tratam das desgraças de um herói nacional. … O edito refletia os sentimentos do rei quando sua faculdade mental foi restabelecida. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 867.
4 Tranquilo. Esta frase indica que o rei governava seu reino tranquilamente. O rei estava “feliz” em seu palácio na Babilônia…; e, como o rico insensato da parábola, cujos campos tinham produzido abundantemente (Lc 12:16-21), ele se esqueceu de sua responsabilidade para com Aquele a quem devia sua grandeza. CBASD, vol. 4, p. 867.
10 Vi uma árvore. A sabedoria divina com frequência emprega parábolas e metáforas como veículos de transmissão da verdade. Esse método impressiona. Os símbolos ajudam a pessoa a reter a mensagem e seu conteúdo na memória por mais tempo do que se a mensagem tivesse sido comunicada de outra forma (ver a metáfora de Ez 31:3-14). CBASD, vol. 4, p. 868.
13 Um vigilante. O atributo “santo” e a frase “descia do céu” mostram que o vigilante é um mensageiro celestial. CBASD, vol. 4, p. 869.
15 Mas a cepa … deixai. Os futuros brotos deste tronco (ver Jó 14:7-9) tipificavam, segundo se vê pela comparação dos v. 26 e 36, a restauração de Nabucodonosor de sua enfermidade, e não a continuidade da supremacia de sua dinastia, como alguns comentaristas entendem. CBASD, vol. 4, p. 869.
Com cadeias. …indicativas do cuidado que seria exercido para preservá-la. CBASD, vol. 4, p. 869.
17 Vigilantes. O plural pressupõe a existência de um conselho ou uma assembleia celestial (ver Jó 1:6-12; 2:1-6). CBASD, vol. 4, p. 869.
Que o Altíssimo tem domínio. Se Deus ordena, permite ou intervém, “o complicado jogo dos eventos humanos está sob divino controle” (PR, 536). CBASD, vol. 4, p. 870.
19 Então, lhe falou o rei. O rei viu a consternação na face de Daniel. Pela natureza do sonho, dificilmente poderia esperar ouvir algo agradável. Contudo, ele encorajou seu fiel cortesão a lhe dizer toda a verdade sem temor de ficar sujeito a reprovação. CBASD, vol. 4, p. 871.
Os que te têm ódio. As palavras de Daniel não devem ser interpretadas necessariamente como maldade para com os inimigos do rei. A resposta exibe simplesmente uma reação de um cortesão oriental. CBASD, vol. 4, p. 871.
26 Tornará a ser teu. Muitos imaginam por que [ficam a supor do porquê] o rei insano não foi morto, ou porque seus súditos e ministros de estado não colocaram outra pessoa no trono durante o tempo em que esteve incapacitado. Têm-se as seguintes explicações: Os supersticiosos daquela época criam que todos os distúrbios mentais eram causados por espíritos malignos que assumiam controle de suas vítimas. Se alguém matasse o insano, o espírito se apoderava do assassino ou instigador do crime; e se sua propriedade fosse confiscada ou seu cargo ocupado por outro, uma terrível vingança recairia sobre os responsáveis pela injustiça. Por isso, pessoas insanas eram removidas da sociedade e não eram incomodadas (ver 1Sm 21:12-22). CBASD, vol. 4, p. 871.
27 Põe termo … em teus pecados. Um princípio divino é comunicado ao monarca arrogante. Os juízos de Deus podem ser evitados mediante arrependimento e confissão (ver Is 38:1, 2, 5; Jr 18:7-10; Jn 3:1-10). Por essa razão, Deus anunciou o juízo iminente sobre Nabucodonosor, mas lhe deu um ano inteiro para se arrepender, e assim evitar a calamidade (ver Dn 4:29). Porém, o rei não mudou seu modo de vida e, como resultado, atraiu sobre si a execução do juízo. Em contraste, os ninivitas, que tiveram 40 dias para se arrepender, aproveitaram a oportunidade; assim, eles e a cidade foram poupados (Jn 3:4-10). CBASD, vol. 4, p. 871.
32, 33 tempo. A palavra aramaica para “tempo” também quer dizer “ano”. Bíblia de Estudo Andrews.
34 Levantei os olhos. Quando em oração olhou para os céus, o humilhado rei foi elevado da condição de um animal bruto à de um ser que tem a imagem de Deus. Aquele que por anos tinha estado no solo, impotente e rebaixado, foi mais uma vez elevado à dignidade humana que Deus concedeu às Suas criaturas formadas segundo Sua imagem. A característica essencial do milagre que aconteceu no caso de Nabucodonosor ainda se repete, embora de uma forma menos espetacular, na conversão de cada pecador. CBASD, vol. 4, p. 871.
36 Tornou-me a vir. A fim de mostrar a estreita relação entre o restabelecimento da razão e a restauração da soberania, este versículo repete (ver v. 34) o primeiro elemento da recuperação. O segundo vem imediatamente, no modo semita simples de narrar. Um narrador ocidental teria dito: “Quando meu entendimento retornou, também retornaram minha posição e glória reais.” CBASD, vol. 4, p. 873.
Buscaram-me. A palavra “buscaram” não indica necessariamente que, durante o período de insanidade, permitiu-se que o rei vagasse pelos campos e desertos sem supervisão, mas a busca de alguém tendo em conta seu posto oficial. Quando se tornou conhecido que o rei tinha recuperado a razão, os regentes do estado o levaram de volta com todo respeito devido, a fim de lhe restaurar o governo. Durante a insanidade do rei, esses homens tinham se encarregado das questões do governo. CBASD, vol. 4, p. 873.
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DANIEL 4 – Imagina você comprar um jornal e, ao olhar a capa, a matéria principal é: “O homem mais poderoso do mundo converteu-se ao Deus verdadeiro”. Que sentimentos inundariam teu coração se você servisse a esse Deus, mas fosse escravo no Império desse rei?
O exílio dos judeus tinha vários objetivos, um deles era disciplinar o povo rebelde em relação aos propósitos divinos; o outro visava utilizar o remanescente fiel para alcançar aos infiéis para levá-los à conversão.
Os incidentes do sonho e da fornalha tornaram-se estratégias missionárias ao Deus onipotente. Pela presença de servos obedientes, Ele mostrou-Se evidente entre os descrentes. Consequentemente, Nabucodonosor tornou-se um crente convertido. Por isso, o capítulo em análise é de sua autoria.
“Esse decreto de Nabucodonosor foi promulgado na forma usual. Queria tornar conhecida a maneira maravilhosa com que Deus o tratou não apenas a algumas pessoas, mas a todos os povos, nações e línguas”. Ele “confessa francamente a vaidade e o orgulho de seu coração e fala abertamente dos meios que Deus empregou para humilhá-lo. Com sincero espírito de arrependimento e humilhação achou por bem revelar estas coisas a fim de que a soberania de Deus fosse exaltada e Seu nome adorado. Nabucodonosor já não pede imutabilidade para o seu próprio reino, mas se entrega plenamente a Deus, reconhecendo que só o Seu reino é eterno e Seu domínio de geração a geração” (Uriah Smith).
No Antigo Testamento Deus queria ser conhecido no mundo. Seu povo falhou; não falou o que deveria para testemunhar à humanidade sobre a verdadeira divindade. Apesar disso, o propósito de Deus não falharia. Deus faria tudo para que as pessoas soubessem de Sua existência e pudessem salvar-se (Salmo 46:10; João 17:3).
Hoje Deus espera que usemos todos os meios possíveis para divulgar o evangelho ao mundo. Ainda que falhemos, pessoalmente, em nossa missão, o evangelho alcançará o mundo inteiro (Mateus 24:14).
Warren Wiersbe apresenta cinco pontos ao capítulo:
• Agitação: O sonho do rei (vs. 4-18);
• Interpretação: Perigo para o rei (vs. 19-26);
• Exortação: A decisão do rei (v. 27);
• Humilhação: A disciplina do rei (vs. 28-33);
• Restauração: O livramento do rei (vs. 34-37, 1-3).
Vamos testemunhar de Deus para que pequenas e grandes personalidades do mundo se convertam a Ele! Despertemos para despertar outros! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO DANIEL 3 – Primeiro leia a Bíblia
DANIEL 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
DANIEL 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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1099 palavras
Daniel 3 poderia ser resumido pela frase: “Ouse fazer a diferença”. Quando tivermos este direcionamento, Deus nos sustentará e nos ajudará, mesmo que um milagre seja necessário. … Nabucodonosor erigiu uma imensa estátua de ouro (ao menos inteiramente folheada de ouro) em desafio à estátua de quatro materiais que vira no sonho, anos atrás, significando os reinos que se sucederiam. A ideia de poder total e eterno sempre seduziu os ditadores. O maior pesadelo deles, por outro lado, era serem eles vítimas de conspirações ou de envenenamento. A maioria tinha provadores de comida e chegavam a dormir cada noite em uma cama diferente para evitar o assassinato. Possivelmente Nabucodonosor temia que houvesse alguma rebelião em curso e uma adoração apoteótica de todos os seus liderados serviria para afirmar seu poder. O castigo para a não demonstração de sujeição seria a morte na fornalha. Koot van Wyk, https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/17/.
1 imagem. Algum símbolo religioso que exige adoração, v.5. Bíblia Shedd.
de ouro. Estátuas grandes desse tipo não eram feitas de ouro maciço, mas apenas folheadas a ouro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
sessenta côvados de altura [vinte e sete metros de altura NVI]. As medidas da imagem testemunham do uso do sistema sexagesimal (um sistema baseado no número 60) em Babilônia, uso confirmado também por fontes cuneiformes. O sistema sexagesimal de cálculo foi uma invenção dos babilônios. Esse sistema tem algumas vantagens sobre o decimal. Por exemplo, 60 é divisível por 12 fatores, ao passo que 100 é divisível por apenas nove fatores. O sistema ainda é usado para algumas medidas, como segundos, minutos, horas, dúzias. Portanto, era natural que os babilônios construíssem essa imagem de acordo com medidas do sistema sexagesimal. A menção deste detalhe confere um verdadeiro tom babilônico à narrativa. CBASD, vol. 4, p. 858.
Incluindo o pedestal imponente sobre o qual, decerto, estava posta. Bíblia de Estudo NVI Vida.
campo de Dura. Situado, provavelmente, 10 km ao sul da cidade da Babilônia. Bíblia de Genebra.
O porquê de não se mencionar Daniel na narrativa é uma pergunta sem resposta. Não é possível saber se ele estava enfermo ou ausente, por causa de importante missão. … Porém, há certeza de que, se fosse provado, Daniel teria se mantido tão leal quanto seus companheiros. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 858.
2 sátrapas. No período dos persas, o título designava oficiais que regiam satrapias, as maiores divisões do império. CBASD, vol. 4, p. 859.
prefeitos. Esses oficiais administravam as províncias, seções nas quais as satrapias estavam divididas. CBASD, vol. 4, p. 859.
2 consagração da imagem. Consagração da estátua como se fosse um objeto sagrado (v. 12, 14, 28; comparar com a dedicação do templo do Senhor em Ed 6:16-18). Ao que tudo indica, a imagem representava Nabucodonosor, a “cabeça de ouro” (Dn 2:38) e/ou seus deuses (3:12). Na rebelião contra o poder de Deus, o monarca parece ter distorcido o sonho (2) para atender às próprias ambições. Bíblia de Estudo Andrews.
5 adorareis a imagem de ouro. Até aqui, a narrativa não menciona que se exigiria a adoração da imagem. … Prestar homenagem à imagem daria prova de sujeição ao poder do rei, mas, ao mesmo tempo, mostraria o reconhecimento de que os deuses de Babilônia, ou os deuses do império, eram superiores a todos os deuses locais. CBASD, vol. 4, p. 860, 861.
toda sorte de música. Nabucodonosor tinha toda uma orquestra sinfônica da antiguidade. Bíblia de Estudo Andrews.
8 alguns homens caldeus acusaram. Não se tratava tanto de antagonismo racial ou nacional, mas de inveja e ciúmes profissional. Os acusadores eram membros da mesma casta à qual pertenciam os três judeus. CBASD, vol. 4, p. 861.
acusaram. Uma tradução literal seria: “eles comeram os pedaços de”; e daí, figurativamente, “caluniaram” ou “acusaram”. CBASD, vol. 4, p. 861.
12 tu constituíste. Aqui transparece o espírito de inveja. Bíblia Shedd.
13 irado e furioso. Reação compreensível, pois Nabucodonosor estava tentando encenar uma demonstração de lealdade absoluta a ele por parte de seus súditos. Bíblia de Estudo Andrews.
15 E quem é o deus que vos poderá livrar … ? A intenção era fazer uma pergunta meramente retórica. A resposta seria: “nenhum deus”. Entretanto, os jovens judeus tinham uma resposta diferente (v. 17). Bíblia de Estudo Andrews.
17-18 se … quer livrar-nos … se não. Estes versículos expressam o tema central deste capítulo. A ideia não é que Deus sempre protegerá o seu povo dos danos físicos (Is 43.1-2). Ele pode fazer isso e, sem dúvida, é capaz de tanto. A ideia central é que o povo de Deus devia ser fiel a Ele, sem se importar quais fossem as consequências. Bíblia de Genebra.
Confiariam em Deus, mesmo se ele permitisse que morressem (comparar com Jó 13:15; Mt 26:39; At 7:59). Bíblia de Estudo Andrews.
19 aquecida sete vezes mais.A temperatura era controlada pelo número de foles que impeliam o ar para o interior da câmara de combustão. Portanto, a sétupla intensificação era obtida com sete foles bombeando ao mesmo tempo. Mas a expressão “sete vezes mais que de costume” podia também simbolizar “tão quente quanto possível” (com o número sete significando totalidade). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Um aumento do calor na fornalha não teria aumentado a tortura das vítimas. O rei queria impedir qualquer possibilidade de intervenção. CBASD, vol. 4, p. 863.
25 filho dos deuses. Ou “um filho dos deuses”, isto é, um ser divino. Esta declaração está de acordo com a perspectiva religiosa de Nabucodonosor. O ser era Cristo, pré encarnação. Ele literalmente cumpriu a promessa de Deus de estar com Seus filhos para livrá-los: “quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (Is 43:2 [ARA]). Andrews Study Bible.
A proteção divina foi publicamente revelada mediante a obra de alguém que era semelhante a um filho dos deuses, ou seja, o Redentor revelado “antes dos dias da Sua carne” (Hb 5.7) que os “salvou totalmente” (Hb 7.25) do fogo. Bíblia Shedd.
26 Deus altíssimo. Este é um título que exprime a autoridade universal de Deus. Tal como no v. 29 e em 2.47, tal confissão, nos lábios de um pagão, não é um reconhecimento de que o Senhor de Daniel é o único Deus, mas tão-somente que Ele é supremo sobre todos os deuses (4.2, 17, 34). Para um judeu, porém, isso significa que só existe um Deus (4.24-32; 5.18, 21; 7.18-27). Bíblia de Genebra.
28 que enviou o seu anjo. A palavra “anjo” significa “mensageiro” e pode se referir a um ser divino (Jz 6:11-13 – “Anjo do SENHOR”). O termo não se restringe a seres criados. Bíblia de Estudo Andrews.
29 decreto. Mais tarde, um decreto semelhante foi feito por Dario, rei da Pérsia, Ed 6.11-12. Mesmo assim, Deus está sendo considerado apenas um entre os deuses. Os reis dos pagãos precisam de milagres para se convenceram da existência de Deus e, ainda assim, logo voltam a adorar-se a si mesmos, 40. Bíblia Shedd.
Assista à palestra do pastor Arilton de Oliveira sobre Daniel 3 em: https://www.youtube.com/watch?v=Cr-871M1TXI
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DANIEL 3 – Percepção espiritual e equilíbrio religioso são fundamentais à vitória em qualquer situação. Pessoas desprovidas de percepção não enxergam o perigo ou não distinguem o certo do errado. E, sem equilíbrio religioso, crentes tornam-se apáticos ou fanáticos.
Quase todo o povo de Deus estava exilado na Babilônia. Todos foram convocados para celebrar civil e religiosamente a megalomaníaca Babilônia. Exilados e livres de todos os lados compareceram na festa comemorativa.
A estátua era uma adulteração do sonho dado por Deus a Nabucodonosor, extrapolação da interpretação concedida através do jovem Daniel, em atendimento à oração por auxílio à vida de Daniel e seus amigos. No sonho, só a cabeça de ouro representava Babilônia; porém, a estátua fora feita inteiramente de ouro, além de não sugerir a pedra do sonho.
Adorar a estátua implicava reconhecer a eternidade de Babilônia e seus deuses, compactuar com a perversão dos planos divinos e ignorar a esperança do reino de Deus. Quase todos os judeus condescenderam e sacrificaram sua religião; somente três jovens permaneceram firmes em face da ameaça de serem queimados vivos na fornalha ardente.
Reflita: Por que Sadraque, Mesaque e Abde-Nego não cederam à pressão da massa ou à má influência do povo de Deus? Eles corriam perigo e poderiam, até, justificar sua atitude! Afinal, sem eles quem estaria na corte pagã brilhando nas trevas do pecado?
Qual segredo da firmeza deles?
• Percepção espiritual;
• Equilíbrio religioso.
Eles ganharam isso pela…
• …Consagração do corpo a Deus (Daniel 1);
• …Comunhão perseverante (Daniel 2).
Provavelmente sabiam que “o apetite pervertido faz com que o cérebro enfraqueça, de modo que os homens não possam pensar com argúcia e clareza, nem idear planos que levem ao êxito as coisas temporais; e muito menos poderão pôr um intelecto culto em suas transações religiosas. São incapazes de distinguir as coisas sagradas e eternas das que são comuns e temporais” (Ellen G. White).
Adoração adulterada. Decreto de morte. Idolatria. Rejeição aos princípios divinos. União do poder político com o religioso… – os ingredientes de Daniel 3 estão presentes em Apocalipse 13. Inclusive a promessa de Isaías 43:2 vista na vida dos três hebreus se cumprirá em Apocalipse 13.
Apenas quem tiver percepção espiritual e equilíbrio religioso não cederá à pressão do poder que intentará destruir aos fieis antes do advento de Cristo. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO DANIEL 2 – Primeiro leia a Bíblia
DANIEL 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
DANIEL 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
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COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dn/2
Como um dos conselheiros e sábios do rei, Daniel e seus amigos enfrentariam uma terrível execução se não conseguissem contar a Nabucodonosor não apenas o que ele sonhou, mas também sua interpretação. Nessa emergência, como era seu costume, Daniel buscou a Deus em oração. Considere como Deus respondeu a essa oração além do que Daniel poderia ter pedido ou imaginado:
1. Daniel foi capaz de dar ao rei a resposta à sua pergunta, revelando o presente e o futuro tanto ao rei Nabucodonosor, como para futuros leitores.
2. A intervenção de Deus salvou a vida de Daniel e seus amigos, assim como do restante dos conselheiros do rei.
3. A resposta de Daniel demonstrou aos caldeus e a Nabucodonosor que Deus sabe tudo – passado, presente e futuro.
4. A verdade da palavra de Deus expôs a todo o reino que os adivinhos e feiticeiros eram falsos e enganadores.
Hoje, nossa confiança não deve estar em políticos, falsos profetas ou governos terrenos, mas no Rei Jesus – Rei dos reis e Senhor dos senhores para sempre! Os reinos terrestres passarão. Presidentes de nações virão e irão. Nossas esperanças devem se concentrar, não em um governo governado por um partido político, mas na Nova Jerusalém, nosso verdadeiro lar.
Cindy Tutsch
Editora do blog, RevivalandReformation.org
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1098
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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2017 palavras
1 sonho. Os antigos consideravam os sonhos com temor, tratavam-nos como revelações de suas divindades, e buscavam descobrir sua verdadeira interpretação. … Deus se aproximou do rei Nabucodonosor por meio de um sonho porque, evidentemente, esse era o meio mais eficaz de impressionar a mente dele com a importância da mensagem transmitida, ganhar a confiança e assegurar a cooperação dele. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 843, 844.
2 feiticeiros. A lei mosaica ordenava pena de morte sobre os que praticavam magia negra (Lv 20:27; cf. 1Sm 28:9). CBASD, vol. 4, p. 844.
4 aramaico. Do heb ‘aramith. A família real e a classe governante do império eram caldeus do sul da mesopotâmia e falavam aramaico. Portanto, não é de se surpreender que os cortesãos do rei falassem com ele em aramaico e não em babilônico, a língua da população nativa da Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 844.
Como os astrólogos tinham diferentes antecedentes, comunicaram-se em aramaico, idioma que todos entendiam. Daqui ao fim do cap. 7, a narrativa inteira está escrita em aramaico. Esses seis capítulos tratam de questões de importância para as nações gentílicas do Oriente Médio, tendo sido escritas em idioma que todas elas conseguiam entender. Os cinco últimos capítulos (8-12), no entanto, voltam ao hebraico, porque tratam de assuntos de interesse especial para o povo escolhido. Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 uma coisa é certa. O sonho era tão importante para ele e seu império, que a única prova da exatidão das interpretações era consultar os sábios para verificar se estes poderiam contar primeiro os sonhos do rei. Bíblia Shedd.
O assunto me tem escapado (ACF). O sonho foi tirado do rei propositadamente, para que os sábios não lhe dessem uma falsa interpretação (ver FEC, 412). CBASD, vol. 4, p. 844.
despedaçados. Literalmente, “desmembrados”. Eles seriam cortados membro por membro (ver 2 Macabeus 1:16; Josefo, Antiquidades, xv.48). Tal crueldade era comum no mundo antigo. Os assírios e os babilônios eram famosos pela severidade e barbaridade com que tratavam seus ofensores. CBASD, vol. 4, p. 844.
13 buscaram a Daniel. O rei e os próprios sábios não chamaram Daniel e seus três amigos, assim como médicos especialistas, diante de uma enfermidade do rei, também não consultam colegas inexperientes e recém-formados. É infundada a suposição de que o treinamento de Daniel incluísse cursos sobre exorcismo e adivinhação. CBASD, vol. 4, p. 845, 846.
16 Foi Daniel ter com o rei. Visto que Daniel não tinha sido consultado previamente, o rei deve ter julgado justo dar-lhe uma oportunidade. E seu contato prévio com esse jovem judeu cativo [Dan 1:18-20], com certeza Nabucodonosor tinha ficado impressionado positivamente com a sinceridade de Daniel. A fidelidade prévia de Daniel nas pequenas coisas abriu as portas para as maiores. CBASD, vol. 4, p. 846.
18 para que pedissem misericórdia ao Deus do céu. Daniel e seus amigos podiam se aproximar de Deus com fé e confiança porque, até onde sabiam e podiam, eles viviam conforme sua vontade revelada (ver 1Jo 3:22). Tinham a consciência de estar onde Deus queria que estivessem e faziam a obra que o Céu desejava. Se na experiência anterior tivessem comprometido seus princípios e sucumbido às tentações que os rodeava na corte, não poderiam ter esperado uma intervenção divina tão direta nesta crise. A experiência deles contrastava-se com a do profeta de Judá que, por sua desobediência, perdeu a proteção divina (1Rs 13:11-32). CBASD, vol. 4, p. 846.
Daniel bendisse. Ao receber a revelação divina, a primeira atitude de Daniel foi louvar o Revelador de segredos, um exemplo digno para todos que recebem bênçãos do Senhor. CBASD, vol. 4, p. 846.
22 trevas. Aquilo que o ser humano é incapaz de ver … (ver Sl 139:12; 1Jo 1:5). CBASD, vol. 4, p. 847.
24 não mates os sábios. Os ímpios não sabem o quanto devem aos justos. Contudo, com frequência os ímpios ridicularizam e perseguem aqueles a quem deveriam agradecer pela preservação de sua vida. CBASD, vol. 4, p. 847.
25 achei. A posição de Arioque no palácio dependia do favor do rei, e por isso tomou todo o crédito para si mesmo. Bíblia Shedd.
27-30 Antes que Daniel dissesse mais qualquer coisa ao rei, ele deu créditos a Deus, explicando que ele não saberia o sonho pela sua própria sabedoria, mas somente porque Deus lho havia revelado. Quão facilmente nós recebemos créditos pelo que Deus faz por nós! Isto rouba a Deus a honra que somente a Ele pertence. Em vez disso, deveríamos ser como Daniel, e conduzir as pessoas a Deus para que lhe demos glória. Life Application Study Bible Kingsway.
33 barro. … vaso ou pedaço de barro, em vez do barro em si do qual se formam esses objetos. … “barro de oleiro” ou “cerâmica”. CBASD, vol. 4, p. 848.
38 tu és a cabeça. Nabucodonosor era a personificação do império neobabilônico. As conquistas militares e esplendor arquitetônico de Babilônia se deviam, em grande parte, a suas proezas. CBASD, vol. 4, p. 849.
De ouro. Usou-se ouro em abundância para embelezar Babilônia. Heródoto descreve com profusão de termos o resplendor de ouro nos vários templos sagrados da cidade. A imagem do seu deus, seu trono, a mesa e o altar eram feito de ouro… O profeta Jeremias compara Babilônia a uma taça de outro (Jr 51:7). Plínio diz que as vestes dos sacerdotes eram entrelaçadas com ouro. CBASD, vol. 4, p. 849.
39 Depois de ti, se levantará outro reino. O fato de que um reino viria após a cabeça de ouro de Nabucodonosor indica que a cabeça também representava um reino, que incluía Nabucodonosor (605-562 aC) e vários governantes neo-babilônicos menores que se seguiram a ele (562-539 aC). Andrews Study Bible.
Esse segundo reino da profecia é, às vezes, chamado de império medo-persa porque começou como uma coligação da Média e da Pérsia. Ele incluía o mais antigo império medo e as novas aquisições do conquistador persa, Ciro. … Em 553 ou 550 aC, Ciro, que tinha se tornado rei da Pérsia como vassalo do império medo, derrotou Astíages, da Média. Assim os outrora subordinados persas se tornaram o poder dominante no que havia sido o império medo. … Mas o antigo prestígio da Média refletiu-se na frase “medos e persas”, aplicada aos conquistadores de Babilônia nos dias de Daniel e mesmo depois (Et 1:19; etc.). … Anos antes, sob inspiração divina, o profeta Isaías descreveu a obra de Ciro (Is 45:1). CBASD, vol. 4, p. 850, 851.
O último rei do império persa foi Dario III (Codomano), que foi derrotado por Alexandre nas batalhas de Grânico (334 aC), Isso (333 aC) e Arbela ou Gaugamela (331. aC). CBASD, vol. 4, p. 851
Inferior ao teu. Esta inferioridade, representada pelo valor decrescente dos metais … poderia se referir à glória de sua capital (Babilônia é lendária), cultura, e especialmente, dignidade moral, à medida que os governantes humanos se tornaram progressivamente mais corruptos, arrogantes e rebeldes contra Deus. Andrews Study Bible.
Um terceiro reino. A palavra hebraica para Grécia é Yawan (Javã), que é o nome de um dos filhos de Jafé. … Quando se pensa na Grécia antiga visualiza-se principalmente a era áurea da civilização grega, sob a liderança de Atenas, no 5º século aC. Esse florescimento da cultura grega aconteceu após o período de maior esforço unido das cidades-estados autônomas: a exitosa defesa da Grécia contra a Pérsia por volta da época da rainha Ester … . [A denominação] “Grécia” (Dn 8:21) não se refere às cidades-estado autônomas da Grécia clássica, mas ao reino macedônico posterior que conquistou a Pérsia. A Macedônia, uma nação consanguínea situada ao norte da Grécia propriamente dita, conquistou as cidades gregas e as incorporou pela primeira vez a um estado forte e unificado. Alexandre, o Grande, depois de ter herdado de seu pai o recém expandido reino grecomacedônico, se pôs em marcha para estender o domínio macedônico e a cultura grega em direção ao Oriente, e venceu o império persa. CBASD, vol. 4, p. 851.
de bronze. Ver com. [CBASD] sobre 2Sm 8:8. Os soldados gregos se distinguiam por suas armaduras de bronze. Seus capacetes, escudos e machadinhas eram feitos de bronze. CBASD, vol. 4, p. 851, 852.
o qual terá domínio sobre toda a terra. O império de Alexandre foi conhecido por sua vasta extensão. Mas “toda a terra” não se refere à totalidade do planeta. Nem significa “o mundo conhecido de então”. … os impérios em Daniel 2 eram aqueles que controlavam a terra de Israel. Andrews Study Bible.
A história registra que o poder de Alexandre se estendeu sobre a Macedônia, Grécia e o império persa, incluiu o Egito e se expandiu pelo Oriente até a Índia. Foi o império mais extenso do mundo até aquela época. CBASD, vol. 4, p. 852.
40 quarto reino. Esta não é a etapa posterior quando o império de Alexandre se dividiu, mas o império seguinte [Roma], que conquistou o império macedônico. Daniel representa as monarquias helenísticas, as divisões do império de Alexandre, por meio dos quatro chifres do bode que simboliza a Grécia (Dn 8:22), não por um animal separado (comparar com as quatro cabeças do leopardo). … Desde então [após conquistar Cartago e dominar o mediterrâneo ocidental], Roma primeiro dominou e depois absorveu, um a pós outro, os três reinos que restaram dos sucessores de Alexandre (ver com. de Dn 7:6) e, assim, tornou-se o poder mundial seguinte, depois do império de Alexandre. Esse quarto império foi o que mais durou e o mais extenso dos quatro, sendo que, no 2º século da era cristã, estendia-se desde a Grã-Bretanha até o Eufrates. CBASD, vol. 4, p. 852.
será forte como o ferro. Entre 168 e 30 aC, Roma conquistou os reinados gregos nos quais o império de Alexandre foi dividido (comparar 8:8, 22). Roma foi o mais forte e o que durou mais dos reinos representados na estátua de Daniel. Andrews Study Bible.
Roma conquistou seu território pela força ou pelo medo que inspirava seu poder armado. CBASD, vol. 4, p. 852.
41 o reino será dividido. O imperador romano Constantino dividiu o império em duas partes: a ocidental e a oriental (326 dC). A parte ocidental [capital Roma] caiu perante os bárbaros e foi dividido nos vários países da Europa, diferentes em poder. A parte oriental do império romano continuou como Império Bizantino, conquistado pelos muçulmanos em 1453 dC. Andrews Study Bible.
Barro de lodo. No 5º século d.C., Roma tinha perdido sua força e tenacidade de ferro, e seus sucessores eram fracos, como a mistura de barro com ferro. CBASD, vol. 4, p. 853.
Haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro. Esses reinos bárbaros diferiam grandemente em poder militar, como declara Edward Gibbon quando se refere às “poderosas monarquias dos francos e visigodos, e os reinos dependentes dos suevos e burgúndios”. CBASD, vol. 4, p. 853.
misturar-se-ão com semente humana (ARC). Muitos comentaristas aplicam isso aos matrimônios da realeza. …podem também se tratar de uma indicação geral de migrações de população, mas que mantém fortes vínculos com o nacionalismo. CBASD, vol. 4, p. 853.
não se ligarão. Tentativas de unir em um império as diferentes nações que surgiram do quarto poder fracassaram. Temporariamente, algumas partes se uniram, mas a união não se provou pacífica ou permanente. … No final, Satanás conseguirá uma união temporária de todas as nações (Ap 17:12-18; cf Ap 16:14; GC, 624), mas esta será breve, e num curto período os elementos que a compõem se votarão um contra o outro (GC, 656; PE, 290). CBASD, vol. 4, p. 853, 854.
44 subsistirá para sempre. Finalmente, a estabilidade e a imutabilidade virão quando o próprio Deus, no fim dos tempos, estabelecer Seu reino, que jamais será destruído (v. 44). CBASD, vol. 4, p. 843.
46 o rei … se inclinou. Do aramaico segad, palavra que normalmente parece indicar adoração verdadeira. … Segad é usado no cap. 3 para descrever a adoração à imagem de outro exigida pelo rei, mas recusada pelos hebreus. CBASD, vol. 4, p. 854.
oferta de manjares e suaves perfumes. Aparentemente o rei tentou tratar Daniel como se fosse divino (comparar At 14:11-18), embora louvasse o Deus de Daniel (v. 47). Andrews Study Bible.
47 vosso Deus é o Deus dos deuses. Nabucodonosor, que chamava seu principal deus, Marduque, de “senhor dos deuses”, reconhece que o Deus de Daniel é infinitamente superior a qualquer dos deuses babilônicos. … O rei, ano a ano, recebia novamente seu reinado de Marduque no festival de ano novo. … Embora fosse imperfeito o conceito de Nabucodonosor sobre o verdadeiro Deus, ele teve prova irrefutável de que o Deus de Daniel era infinitamente mais sábio do que todos os sábios e deuses de Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 855.
49 a pedido de Daniel, constituiu… Daniel não se iludiu com as grandes honras que lhe foram conferidas. Ele se lembrou de seus companheiros. Eles tinham compartilhado seus momentos de oração (v. 18), e também compartilhariam a recompensa. CBASD, vol. 4, p. 855.
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O melhor aluno não é aquele que só tira boa nota visando aprovação, é aquele que é aprovado no céu por colocar a sabedoria de Deus acima do conhecimento humano.
“Se o Senhor for sempre colocado diante dos alunos como Aquele a Quem devem procurar em busca de conselho, como fez Daniel, dEle receberão conhecimento e sabedoria. Tornar-se-ão todos, então, condutos de luz” afirmou Ellen G. White.
Embora a escola frequentada por Daniel não aplicasse tal princípio, ele o aplicava e o deixou como legado a professores e alunos.
Daniel 2 prova que a declaração final de Daniel 1 é verdadeira. O maior monarca de então teve um sonho e nenhum dos sábios conseguiu atender aos seus pedidos; exceto Daniel, que se destacou na escola secular por ser fiel ao Deus do Céu.
Observe este esboço realizado por Stephen R. Miller, intitulado “O sonho de Nabucodonosor”:
1. Circunstâncias do sonho (v. 1);
2. A incapacidade dos intérpretes pagãos:
• Convocação aos intérpretes (vs. 2-4);
• Petição impossível (vs. 5-9);
• Incapacidade admitida (vs. 10-11);
• Drástica consequência (vs. 12-13).
3. Intervenção de Daniel:
• Consulta e petição (vs. 14-16);
• Uma revelação (vs. 17-19);
• Uma oração (vs. 20-23);
• Audiência com o rei (vs. 24-30).
4. O sonho revelado:
• A grande estátua (vs. 31-33);
• A grande pedra (vs. 34-35).
5. Interpretação do sonho:
• Significado da estátua (vs. 36-46);
• Significado da grande pedra (vs. 44-45).
6. Resposta de Nabucodonosor (vs. 46-49).
O objetivo de Deus era mais amplo que revelar 25 séculos de história. Sua intenção era mais nobre do que mostrar o início e o fim dos impérios mundiais. O ápice de Seu propósito era tornar-Se conhecido e apresentar Seu reino eterno, pacífico e infalível.
A ênfase da visão da estátua não está nos impérios mundiais, mas no reino celestial regido pelo soberano Universal. Nabucodonosor e seus súditos precisavam dessa informação para se preparar para o futuro. E nós também. Essa matéria nenhuma escola secular ou livro didático oferece, conquanto dela todos careçam, até os grandes monarcas.
Aprendamos que…
• …“os reinos do mundo, ao mesmo tempo em que são fortes como o ferro, são vulneráveis como o barro. O Reino de Cristo, entretanto, é indestrutível, eterno, e vitorioso” (Hernandes Dias Lopes).
• …Babilônia, Medo-Persa, Grécia e já Roma passaram. Aguardamos o segundo advento de Cristo!
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.