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Não vai demorar e Deus que é intolerante a heresias e blasfêmias intervirá para erradicar o mal. Nessa ocasião, Seu caráter e os salvos serão vindicados.
Estude o capítulo em pauta que trata do…
• Império Medo-Persa (vs. 1-2);
• Império Grego (vs. 3-13);
• Império Romano (vs. 14-22);
• Império eclesiástico romano (vs. 23-44);
• Tempo do fim, antes da instituição do reino de Deus (vs. 40-45).
Existe no versículo 21 uma “referência à morte de Jesus na cruz, e esta nos ajuda a seguir a linha do tempo em Daniel 11 e 12. O Messias foi quebrado quando foi pregado na cruz sob o imperador romano Tibério (14-37 d.C.). O ‘homem vil’ em Daniel 11:21 provavelmente é Tibério”, comenta Gerhard Pfandl.
Embora longo e com muitos detalhes, o capítulo tem duas seções: “Na primeira seção [vs. 1-22], a ação entre o reino do norte e do sul tem muito que ver com assuntos do povo de Deus; a batalha é essencialmente uma de porte espiritual que culmina com a aparição do Messias e sua confirmação do pacto ‘com muitos’ mediante Sua morte”, explica William Shea.
E continua Shea: “Da mesma forma, a segunda seção da profecia (vs. 23-45), embora marcada por termos de reinos e conflitos, refere-se às batalhas espirituais entre o povo e a verdade de Deus por um lado, e por outro o poder perseguidor que procura obscurecer o Santuário de Deus no Céu e a salvação ministrada ali para nós por nosso fiel Sumo Sacerdote, Jesus Cristo”.
Em toda a história, o fiel povo de Deus…
• Conhece intimamente ao verdadeiro Deus (v. 32)
• Entende e ensina a Palavra de Deus (v. 33);
• Recebe auxílio e é purificado (vs. 33-35).
Neste capítulo que descreve batalhas, derramamento de sangue e conflitos políticos nota-se que Deus…
• Se interessa muito no que acontece aos seres humanos;
• Se importa com o sofrimento, hostilidades e dificuldades dos Seus servos;
• Se preocupa com detalhes da complexa e difícil experiência humana;
• Se envolve nas atividades dos pecadores visando conduzir a história a um fim glorioso;
• Auxilia aos que carecem de ajuda nas agruras experiências da existência.
Este comentário está limitado pelo tempo e espaço, porém continue estudando e se reavivando ao aprofundar-se em sua mensagem; pois, o fim está próximo. Preparemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO DANIEL 10 – Primeiro leia a Bíblia
DANIEL 10 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
DANIEL 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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426 palavras
10:1-12:13 A última grande visão de Daniel conta a história do povo de Deus até o fim dos tempos. Não devemos nos perder nos detalhes (como [também em] o cap. 11), mas lembrar que o propósito era incentivar o povo do Senhor com o fato de que Deus o estava conduzindo e de que a salvação final era certa. Bíblia de Estudo Andrews.
10:2 pranteei. Daniel lamentou e se humilhou, praticando a autonegação (comparar com o v. 12; Lv 16:29; Ed 8:21; SI 35:13, 14) por meio de um jejum parcial e se abstendo de colocar óleo como loção na pele. Ele fez isso porque procurava mais compreensão junto a Deus (Dn 1012) quanto ao destino de seu povo (comparar com v. 14; cap. 9). Bíblia de Estudo Andrews.
10:5 homem vestido de linho. Um ser celestial maravilhoso (comparar com Ap 1:13-16 acerca do Cristo glorificado) apareceu em forma humana e chegou para esclarecer Daniel, como Gabriel havia feito anteriormente (Dn 9:20-27). Em Ez 9;2,3,11; 10:2,6.7, um servo de Deus, ao que parece, um anjo, também se vestia de linho. Bíblia de Estudo Andrews.
10:13 príncipe do reino da Pérsia. Existe a hipótese de ser uma referência a Cambisses, filho de Ciro (559-530 a.C), que pode ter resistido à decisão divina de restaurar o povo. No entanto, o fato de um anjo de Deus precisar lutar contra este “príncipe” (v. 20) sugere uma batalha espiritual contra um ser sobrenatural perverso (comparar com Ef 6:12). Se este for o caso, deve haver demônios (anjos maus) lutando para influenciar e controlar governos humanos (comparar com Dn 10:20 – “príncipe da Grécia”; Jo 12:31 – “o seu príncipe [deste mundo]”) a fim de contrariar os propósitos divinos. O Senhor revelou esta batalha entre o bem e o mal perto do início do reinado dos persas, cuja religião zoroástrica enfatizava o conflito entre forças sobrenaturais boas e más. Bíblia de Estudo Andrews.
Miguel, um dos primeiros príncipes. Miguel (que significa “Quem é como Deus?”) foi o nome de vários homens do AT (“Micael” – Nm 13:13; 1Cr 5:13, etc). Contudo, é também o nome de uma pessoa celestial exaltada, o Príncipe-Chefe (Dn 10:13). Em outros textos, ele é apresentado como o grande guardião de Daniel e de seu povo (v. 21; 12:1), “o arcanjo” que disputou com o diabo (Jd 9) e o comandante dos anjos do Senhor, que derrotou Satanás e seus anjos, expulsando-os do Céu (Ap 12:7-9). Portanto, parece que este Miguel é o “príncipe do exército”, ou seja, Cristo (ver nota sobre Dn 8:11). O próprio Cristo poderia atuar como mensageiro, não necessariamente um ser criado (comparar com nota sobre Jz 6:11 – “o Anjo do SENHOR” é o próprio Senhor). Bíblia de Estudo Andrews.
10:14 últimos dias. A revelação prestes a ser dada (cap. 11-12) chega até o futuro distante (comparar com nota sobre 2:29), assim como as profecias dos cap. 2,7-9. Bíblia de Estudo Andrews.
10:16 me tocou os lábios. Comparar com Is 6:5-7. Bíblia de Estudo Andrews.
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A existência humana possui inúmeras dificuldades. Principalmente quando se quer servir a Deus numa sociedade alheia aos Seus princípios.
Sempre foi difícil servir a Deus de verdade. Oposições levantam-se por todos os lados, promovidas pelo invisível agente do mal. O profeta Daniel enfrentou desafios dificílimos; diante…
• …da ira de Nabucodonosor contra os sábios, Daniel tornou-se alvo de morte. Ele orou. Então, Deus revelou-lhe o sonho da estátua e sua interpretação (capítulo 2).
• …do desafio dos leões famintos, Daniel orou; então, Deus enviou Seu anjo para fechar a boca dos leões (capítulo 6);
• …do incerto futuro dos judeus, Daniel orou; então, veio Gabriel, o mais elevado anjo, para auxiliar o profeta na interpretação da visão (capítulo 9).
• …da preocupação com aqueles que retornaram do exílio a Jerusalém, Daniel orou; então, Gabriel e Miguel (Jesus) vieram auxiliá-lo (capítulo 10).
G. Arthur Keouth divide Daniel 10 em duas partes:
1. Cristo aparece a Daniel:
• O jejum de Daniel (vs. 1-3);
• Cristo Se revela (vs. 4-6);
• Só Daniel tem a visão (v. 7);
• A reação de Daniel diante da presença de Cristo (vs. 8-9).
2. Gabriel fala com Daniel:
• Conforta a Daniel (vs. 10-11);
• Explica o propósito de sua chegada (vs. 12-14);
• A reação de Daniel diante da presença de Gabriel (vs. 15-17);
• Gabriel prepara o terreno para a visão que se seguirá (vs. 18-21).
A teologia deste capítulo mostra que “enquanto Satanás estava procurando influenciar as mais altas autoridades no reino da Medo-Pérsia para que não mostrassem favor ao povo de Deus, anjos trabalhavam no interesse dos exilados. Era uma controvérsia na qual todo o Céu estava interessado. Por intermédio do profeta Daniel é-nos dado um lampejo desta poderosa luta entre as forças do bem e as do mal. Durante três semanas Gabriel se empenhou na luta com os poderes das trevas, procurando conter as influências em operação na mente de Ciro; e antes que a contenda terminasse, o próprio Cristo veio em auxílio de Gabriel” (Ellen G. White).
Quando nos preocupamos e investimos nossas energias em orações e jejuns, Deus…
• …amplia nossa visão e percebemos um grande conflito, do qual somente dependendo de Cristo poderemos vencer;
• …envia Seu anjo e o próprio Cristo para atender-nos;
• …conforta, fortalece, orienta…
Então, vamos orar e jejuar mais? – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO DANIEL 9 – Primeiro leia a Bíblia
DANIEL 9 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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1396 palavras
9:1 No primeiro ano de Dario. No início do domínio medo-persa. Bíblia de Estudo Andrews.
9:2 Jeremias […] setenta anos. Daniel estava estudando as profecias de Jeremias, seu contemporâneo mais velho. Jeremias registrou a mensagem de Deus de que a terra de Judá permaneceria desolada sob o domínio babilônico durante 70 anos. Então Babilônia seria punida, e os judeus poderiam retornar do exílio (Jr 25:11, 12; 29:10). Agora, Babilônia havia sido punida, e um novo império acabara de assumir o poder (Dn 5-6). Portanto, segundo o que Jeremias dissera, o fim dos 70 anos havia chegado e era hora da libertação dos cativos judeus. Daniel deveria estar muito feliz. Bíblia de Estudo Andrews.
9:3 jejum, pano de saco e cinza. Em vez de se sentir alegre, contudo, Daniel estava de luto (comparar com Et 4:1, 3; Sl 35:13; Is 58:5; Jr 6:26). Seu problema era a visão de Dn 8, a qual mostrava que haveria um longo período de dificuldade para o povo de Deus antes da restauração do santuário. Está claro que ele não compreendia as 2.300 tardes e manhãs (8:14) como dias literais (menos de seis anos e meio), caso contrário não teria se preocupado. Naturalmente, Daniel presumiu que o santuário fosse o templo em Jerusalém e associou sua justificação à restauração após o povo ser liberto do exílio. Ele deve ter concluído que, por causa dos pecados do povo, Deus havia decidido adiar a libertação do cativeiro babilônico para um futuro distante. Bíblia de Estudo Andrews.
9:4 Orei […] confessei. No fim das bênçãos e das maldições da aliança em Lv 26, Deus havia prometido que, se seu povo exilado se humilhasse, se arrependesse e confessasse seus pecados e os de seus antepassados, ele o restauraria do exílio (Lv 26:40-45). Bíblia de Estudo Andrews.
9:5 temos pecado. Daniel era um homem justo, e a Bíblia não registra nenhum pecado que ele tenha cometido. Ainda assim, o profeta não atribui pecado apenas a seus compatriotas. Ele se identifica com o povo nesta oração de intercessão. Bíblia de Estudo Andrews.
9:17-19 o teu santuário […] a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome. A preocupação com o povo e o santuário liga a oração à visão de Dn 8, na qual o poder do chifre pequeno oprime o povo e age contra o santuário. Bíblia de Estudo Andrews.
9:23 entende a visão. Nenhuma visão é relatada no cap. 9. … Gabriel veio para explicar este elemento temporal, a fim de aliviar a angústia do profeta em relação ao aparente conflito entre os 70 anos de Jeremias e os 2.300 dias/anos de sua visão. Bíblia de Estudo Andrews.
9:24 determinadas. Esta palavra ocorre apenas aqui na Bíblia hebraica. Nos escritos rabínicos, seu significado básico é “cortar” de algo mais longo. Esta é uma acepção possível para a palavra “determinadas”. Neste versículo, tanto o sentido básico quanto o ampliado se aplicam: os 490 anos são “cortados” de uma unidade mais longa de 2.300 dias/anos (8:14). Bíblia de Estudo Andrews.
fazer cessar a transgressão. A palavra hebraica para “transgressão” significa pecado rebelde … Os 490 anos seriam um período para resolver os defeitos morais que haviam assolado o povo de Deus ao longo de sua história como nação. Isso aconteceria por intermédio do Messias. Bíblia de Estudo Andrews.
para ungir o Santo dos Santos. Consagração de um santuário a Deus para sua função sagrada (comparar com Lv 8:10-12). Esta consagração aconteceria séculos depois da dedicação do segundo templo, construído e dedicado logo após o retorno do exílio (Ed 6). Portanto, esta deve ser a consagração de outro templo (ver nota sobre Dn 9:25). Bíblia de Estudo Andrews.
9:25 ordem para restaurar e para edificar Jerusalém. Os 490 anos começam no momento desta ordem, que restaurou aos judeus a posse da cidade, a qual tornaria a ser sua capital (comparar com ÍRs 20:34; 2Rs 14:22). A ordem foi dada pelo rei persa Artaxerxes I no sétimo ano de seu reinado (Ed 7:11-26); portanto, entrou em vigor em 457 a.C. Diferentemente dos decretos anteriores de Ciro (Ed 1:1-4; 6:3-5) e de Dario (Ed 6:1-12), o de Artaxerxes inclui uma preocupação explícita pela cidade de Jerusalém em si, não apenas pelo povo judeu e seu templo. Bíblia de Estudo Andrews.
ao Ungido, ao Príncipe. A palavra “messias”, em língua portuguesa, deriva de um termo hebraico que significa “ungido”. Reis e sacerdotes, em especial sumo sacerdotes, eram ungidos no antigo Israel (Lv 6:22; 2Sm 5:3). A palavra para “Príncipe” se refere a um líder que podia tanto ser rei (1Sm 9 16; 13:14) quanto sacerdote (1Cr 9:10,11; Ne 11:11,12; Jr 20:1). Em Dn 9 é predito o ministério do “Ungido” supremo, o “Messias” («”Cristo”, derivado do grego), cuja vinda estaria ligada ao fim do pecado, ao estabelecimento da justiça, à confirmação da profecia e à consagração de um santuário (Dn 9:24,25). Ele é tanto Sacerdote quanto Rei (Sl 110) Segundo o NT, esta pessoa é Jesus Cristo. Ele foi ungido pelo Espírito de Deus (Lc 4:18), morreu para perdoar nossos pecados e nos cobrir com sua justiça (2Co 5:21), cumpriu profecias (Mt 1:22, 23; 2:5, 6, etc) e começou a atuar como nosso Melquisedeque (= “Rei de Justiça”) e Sumo Sacerdote no templo de Deus no Céu (Hb 7-10). Bíblia de Estudo Andrews.
sete semanas e sessenta e duas semanas. Estas 69 “semanas” de anos (ver v. 27 acerca da última “semana”) correspondem a 483 anos, de 457 a.C (decreto de Artaxerxes I), até 27 d.C. (levando em conta que não houve ano zero entre as eras a.C e d.C.) Neste ano, o 15° (segundo a contagem judaica) do reinado de Tibério César, o Espírito Santo desceu sobre Jesus no batismo, e ele começou seu ministério (Lc 3). Existem muitas profecias surpreendentes sobre Cristo no AT (Sl 22; Is 53, etc), mas a de Dn 9 é especial porque aponta com precisão o início de seu ministério com mais de 500 anos de antecedência. Observe que as primeiras sete semanas de anos formam um ciclo de jubileu de 49 anos (Lv 25:8-70), mostrando que os 490 anos consistem de dez períodos de jubileu (ver nota sobre Lv 25:10). Isso sugere que os 490 anos são um período de jubileu de grande escala cujo fim disponibilizaria liberdade (neste caso, do pecado Dn 9:24) para toda a nação. Bíblia de Estudo Andrews.
9:26 será morto o Ungido. A língua original traz o mesmo termo usado em Lv 7:20 (ver nota): “eliminado. É notável que o Messias receba esta punição divina para pecados graves, que consistia na eliminação de uma pessoa de sua família. Tratava-se de um tipo de morte permanente, além da morte comum do corpo mortal (Lv 20:2,3). Cristo sofreu o castigo da ‘segunda morte” (comparar com Ap 2:11; 20:6,14) por nós na cruz a fim de nos salvar dela. Todavia, por ser inocente e ter carregado a culpa de todos (1Pe 2:21-24), ele conseguiu retornar da morte suprema, da qual não há volta, e ver sua posteridade (Is 53:10). Bíblia de Estudo Andrews.
já não estará. Ou, “não terá nada”. Cristo não tinha domínio, honra ou posses terrenas quando morreu. Até mesmo suas roupas foram levadas (Mt 27:35). Aparentemente, tudo estava perdido. Bíblia de Estudo Andrews.
o povo de um príncipe que há de vir. Depois da morte de Cristo, Roma imperial, sob o governo de Tito (seu “príncipe”/líder), destruiu Jerusalém e o templo em 70 d .C. Bíblia de Estudo Andrews.
9:27 fará firme aliança com muitos. Depois da referência ao povo e ao príncipe que destruíram Jerusalém, a explicação se volta para a obra do Messias como parte da profecia das 70 semanas. Cristo fez uma ‘firme aliança” para benefício de todos mediante seu sacrifício (Mt 26:28: comparar com Jr 31:31-34). Bíblia de Estudo Andrews.
no metade da semana. Quer dizer na metade da última “semana” (sete anos) dos 490 anos a partir de 457 a X . Os últimos sete anos começaram em 27 d.C (batismo de Jesus). 0 ministério terreno de Cristo durou a primeira metade desta “semana”: três anos e meio até sua morte Quando ele morreu, o véu do templo se rasgou em duas partes (Mt 27:51), tomando obsoletos os sacrifícios que apontavam para o sacrifício do Messias (comparar com Hb 10:1). Assim Cristo fez cessar o sacrifício e a oferta. Então ele subiu ao Céu e continuou a confirmar a aliança por meio do dom do Espírito Santo no testemunho dos apóstolos (At 1-7). Em 34 d.C., o fim dos últimos sete anos, o conselho nacional judaico rejeitou o evangelho e martirizou Estêvão (At 7). Levantou-se uma grande perseguição contra os cristãos, levando-os a se dispersar (At 8:1). Assim, o evangelho chegou aos gentios, e eles puderam se tornar cristãos sem primeiro precisarem se tornar judeus (At 10-11; 13-15). Bíblia de Estudo Andrews.
sobre a asa das abominações virá o assolador. A palavra hebraica usada nesta passagem para “abominações” se refere à idolatria, uma forma grave de rebelião contra Deus (comparar com Dt 29:17; 2Rs 23:24). A ideia refere-se a uma assolação que vai além do período de Roma imperial e da destruição de Jerusalém em 70 d.C, passando a incluir a devastação causada pela fase religiosa do poder do chifre pequeno na última parte dos 2.300 anos (Dn 8:11-13 – “transgressão assoladora”; comparar com 11:31, 12:11 – “abominação desoladora”). 0 chifre pequeno estabelece uma forma de idolatria ou falso sacrifício que pretende substituirá função do sistema sacrificial terreno ao qual Cristo pôs fim. Portanto, após o fim dos 490 anos, a explicação de Dn 9:27 está ligada ao restante da visão do cap. 8 Isso reforça o fato de que os 490 anos são a primeira parte dos 2.300 anos. Bíblia de Estudo Andrews.
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Depois da queda de Babilônia os judeus ainda permaneciam no exílio. Daniel orou e intercedeu pelo povo (vs. 1-19) e Deus atendeu (vs. 20-27).
• Deus é especialista em atender as súplicas do coração impaciente. Mais ainda quando estas súplicas visam buscar orientação em Sua revelação.
Daniel estava no cativeiro com os judeus. Ele sabia que 70 anos após o cativeiro deveria haver libertação – sua crença baseava-se nas profecias das Escrituras (Jeremias 25:1-14; 29:10-14).
Deus, respondendo à angústia de Daniel, foi além da libertação dos judeus. Deus Lhe mostrou o Libertador do mundo, não do cativeiro físico, mas do cativeiro espiritual. O Libertador…
• …Faria expiação pelos pecados para justificar aos transgressores da Lei de Deus (v. 24);
• …Seria o Ungido de Deus, o Príncipe Celestial (v. 25);
• …Seria mais do que rejeitado pelos amantes do pecado, morreria em suas mãos (v. 26);
• …Alcançaria seus objetivos ao cumprir as profecias acerca do Messias (v. 27).
Tais acontecimentos não estavam apenas previstos, eles tinham data marcada na agenda divina 500 anos antes. Somente uma mente incrédula não vê a maravilha da profecia bíblica.
O ponto de partida para a contagem das 70 semanas é o ano 457 a.C. Estas se dividem em três períodos conforme o texto sagrado:
• 7 semanas proféticas = 49 anos literais;
• 62 semanas proféticas = 434 anos literais;
• 1 semana profética = 7 anos literais.
Ao todo são 490 anos. Iniciando a contagem em 457 a.C., somando 490 anos, chegamos ao ano 34 d.C. O último período (7 anos literais), correspondentes à última semana profética, divide-se em três:
1. Inicia com Jesus sendo ungido/batizado no ano 27.
2. Na metade da semana, ou seja, três anos e meio após o batismo (ano 31), Jesus foi crucificado.
3. Finaliza a semana, no ano 34, quando Estêvão foi apedrejado pelos judeus por rejeitarem Jesus.
Isaque Newton referiu-se aos últimos versículos deste capítulo como “a pedra fundamental da religião cristã”. Pois, como disse Samuel Nuñez, “de acordo com as evidências linguísticas e estruturais do poema de Daniel 9:24-27, JESUS, O CRISTO, é o único que cumpre todos os requisitos de tal profecia messiânica”.
O cativeiro neste mundo de pecado logo chegará ao fim, mas antes é preciso consagração, estudo da Bíblia, arrependimento e purificação para que compartilhemos desta libertação. Portanto, estudemos e reavivemo-nos!
“Senhor, capacita-nos!” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO DANIEL 8 – Primeiro leia a Bíblia
DANIEL 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
DANIEL 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
DANIEL 8 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS – o Papado – ascensão, apostasia e declínio
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COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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2808 palavras
1 A princípio. Sem dúvida, uma referência à visão do cap. 7. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 924.
3 um carneiro, o qual tinha dois chifres. Representando o império medo-persa, com dois chifres desiguais que simbolizam a divisão de poder entre a Média e a Pérsia (v. 20; ver nota sobre 7:5). Daniel viu isto durante o reinado de Belsazar (8:1; comparar com o cap. 5), mas Babilônia não é representada na visão porque seu tempo já estava quase terminando. Neste capítulo, o escritor volta a usar a língua hebraica [provavelmente por dirigir sua mensagem em especial ao povo hebreu] (deixando o aramaico, empregado em 2:4-7:28). Bíblia de Estudo Andrews.
Mais alto do que o outro. Embora tenha se levantado depois da Média, a Pérsia se tornou o poder dominante quando Ciro derrotou Astíages, da Média, em 553 ou 550. Contudo, os medos não eram tratados como inferiores ou um povo subjugado, mas sim como confederados (ver com. de Dn 2:39). CBASD, vol. 4, p. 925.
4. Dava marradas para o ocidente. Ciro conquistou a Lídia, em 547 a . C , e Babilônia, em 539. Cambises estendeu as conquistas até o sul, ao Egito e à Núbia, em 525. Dario Histaspes foi para o norte contra os escitianos, em 513 (ver vol. 3, p. 39-44). CBASD, vol. 4, p. 925.
5 Vinha do ocidente. A Grécia ficava a oeste do império persa. CBASD, vol. 4, p. 925.
7 enfurecido. Os gregos queriam vingança por aquilo que o império medo-persa lhes havia feito, que incluiu a malsucedida invasão a seu território por Xerxes em 480-479 a.C. (comparar com 11:2). Bíblia de Estudo Andrews.
O poder do império persa foi quebrado por completo. O país foi assolado, seus exércitos foram feitos em pedaços e espalhados, e suas cidades, saqueadas. A cidade real de Persépolis, cujas ruínas ainda permanecem como monumento de seu antigo esplendor, foi destruída pelo fogo. CBASD, vol. 4, p. 925.
8 na sua força, quebrou-se-lhe o grande chifre. Alexandre morreu no auge de seu poder em 323 a.C. Bíblia de Estudo Andrews.
Aos 32 anos, ainda jovem, o grande líder morreu de uma febre agravada, sem dúvida, por sua própria intemperança (ver com. de Dn 7:6). CBASD, vol. 4, p. 925.
9 De um dos chifres. Cabe observar que alguns teólogos interpretam que o pequeno chifre nasce de entre os quatro chifres do bode, ou seja, seria um poder que se afirma a partir de um dos quatro reinos nos quais o império de Alexandre se divide. Assim, eles apontam para Antíoco Epifânio, que governou a Terra Santa, perseguiu os judeus e seu culto, chegando a fazer sacrifícios de animais imundos no templo de Jerusalém. Porém, uma análise mais acurada dos elementos da profecia e seus desdobramentos revela que esta interpretação carece de sustentação, pois a guerra contra Deus profetizada dura 1260 anos e não apenas poucos meses. Koot van Wyk em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/22. [Ver mais sobre a hipótese de ser Antíoco Epifânio o chifre pequeno de Dn 8:9, no com. do v. 25, ao final] .
A palavra “deles” (como traduz a AA), hem, é masculina. Isso indica que, gramaticalmente, o antecedente é “ventos” (v. 8) e não “chifres”, visto que “ventos” pode ser tanto masculino como feminino, mas “chifres” apenas feminino. Por outro lado, a palavra para “um”, ‘achath, é feminino, sugerindo’ chifres” como o antecedente. … Comentaristas que interpretam o “chifre pequeno” do v. 9 como Roma não podem explicar satisfatoriamente como se poderia dizer que Roma surgiu de uma das divisões do império de Alexandre [se o chifre pequeno nasceu de um dos 4 chifres]. Mas, se “deles” se refere a “ventos” [se o chifre pequeno nasceu dos ventos], então toda dificuldade desaparece. … Visto que a visão de Daniel 8 é paralela aos esboços proféticos dos cap. 2 e 7, e visto que em ambos os esboços o poder que sucede a Grécia é Roma (ver com. de Dn 2:40; 7:7), a compreensão razoável, nesse caso, é que o poder do “chifre” descrito no v. 9 também se aplica a Roma. Essa interpretação se confirma pelo fato de que Roma precisamente cumpre as várias especificações da visão. CBASD, vol. 4, p. 925, 926.
um chifre pequeno. Um chifre pequeno. Este “chifre pequeno” representa Roma em ambas as fases, paga e papal. Daniel viu Roma, primeiramente, em sua fase paga e imperial, guerreando contra o povo judeu e os cristãos primitivos e, depois, na fase papal, seguindo até o presente e o futuro, guerreando contra a igreja verdadeira (sobre essa dupla aplicação, ver com. dos v. 13, 23). CBASD, vol. 4, p. 926.
se tornou muito forte. O chifre não representava apenas outro poder ou governante grego (como Antíoco IV Epifânio), mas dominaria sobre todos os reinos gregos. … O chifre pequeno é o mesmo poder simbolizado no cap. 7. No cap. 8, porém, o chifre faz primeiramente uma expansão horizontal, do noroeste rumo ao sul, ao leste e à “terra gloriosa” (terra de Israel; comparar 8:9 com 11:16). Nessas direções, Roma se expandiu para construir seu império, conquistando um por um os reinos gregos. Em Dn 8:10-12 retrata-se o chifre crescendo no sentido vertical, contra o céu, em um ataque religioso a Deus, seu povo e sua verdade. Portanto, o chifre pequeno tem uma fase secular e outra religiosa. Bíblia de Estudo Andrews.
Para a terra gloriosa. Aqui, refere-se a Jerusalém ou a Palestina. CBASD, vol. 4, p. 926.
10. Exército dos céus. O “exército” e as “estrelas” obviamente representam “os poderosos e o povo santo” (v. 24). CBASD, vol. 4, p. 927.
E os pisou. Isto se refere à fúria com que Roma perseguiu o povo de Deus através dos séculos. No tempo dos tiranos pagãos Nero, Décio e Diocleciano e, depois, no período papal, Roma jamais hesitou em tratar com dureza aqueles a quem condenou. CBASD, vol. 4, p. 927.
11 príncipe do exército. A referência é a Cristo, que foi crucificado sob a autoridade de Roma (ver com. de Dn 9:25; 11:22). CBASD, vol. 4, p. 927.
O comandante do exército dos Céus é o mesmo que o Filho do Homem de 7:13. … Ao se exaltar como Deus, o chifre pequeno compartilhou as aspirações de Lúcifer, que queria erguer seu trono acima das estrelas de Deus e ser “semelhante ao Altíssimo” (Is 14:12-14). Bíblia de Estudo Andrews.
dele tirou o sacrifício diário. Significa: “e dele (do Príncipe do exército), ele (o chifre pequeno) removeu a regularidade/o diário (comparar com 11:31; 12:11). A palavra “sacrifício” costuma ser acrescentada pelos tradutores, mas não se encontra na língua original… No contexto do santuário/templo terreno, o termo hebraico para “regularidade” (às vezes chamado de “contínuo” ou “diário”) era usado para vários ritos ou sistema de ritos regulares (lâmpadas, holocaustos, incenso, pães da proposição), realizados todos os dias (Êx 27:20; 29:38; 30:7, 8) ou toda semana (Lv 24:8). Designava o serviço do sacerdote no átrio e dentro do lugar santo do tabernáculo. É empregado para se referir à mediação do Príncipe do exército no santuário celestial (ver Hb 7:25). A fase horizontal do chifre pequeno, representado pelo império romano, estende-se além da destruição do templo de Jerusalém em 70 d.C. A fase religiosa [ou vertical] do chifre pequeno interferiu na ministração diária de Cristo no templo celestial (ver Ap 13:6). Bíblia de Estudo Andrews.
o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. Deitou por terra a verdade. O papado encheu a verdade de tradição e a obscureceu com a superstição. CBASD, vol. 4, p. 929.
Comparar com Ap 11:2, passagem em que o átrio do templo de Deus, onde seu povo terreno se reúne para adorá-lo, é pisado pelas nações/gentios por 42 meses (=1260 dias = 3 1/2 anos ou “tempos”). Este é o período de dominação e perseguição do chifre pequeno de Dn 7:25. Durante essa época, a mediação de Cristo no santuário celestial foi obscurecida por meio de um sistema de mediação (ver também Ap 13:6). Bíblia de Estudo Andrews.
14 Tardes e manhãs. Do heb. ‘ereb boqer, literalmente, “tarde manhã”, expressão que se compara à descrição dos dias da criação: “Houve tarde e manhã, o primeiro dia” (Gn 1:5), etc. Na LXX, a palavra “dias” vem depois da expressão “tardes e manhãs”. Na tentativa de fazer coincidir, ainda que aproximadamente, este período com os três anos da devastação do templo por parte de Antíoco IV, alguns sutilmente contaram as “2.300 tardes e manhãs” como 1.150 dias literais. A respeito disso, C. F. Keil advertiu que o período profético das 2.300 tardes e manhãs não pode ser entendido como “2.300 meio-días nem como 1.150 dias inteiros, porque tarde e manhã na criação constituem não a metade, mas o dia inteiro”. Depois de citar essa declaração, Edward Young diz: “Por isso, devemos entender que a frase significa 2.300 dias” (The Prophecy of Daniel, p. 174). Comentaristas têm tentado, mas sem êxito, encontrar algum acontecimento na história que se ajuste ao período de 2.300 dias literais. … O professor Driver tem razão ao declarar: ‘Parece impossível encontrar dois eventos separados por 2.300 dias (= 6 anos e 4 meses) que corresponda à descrição’” (Charles H. H. Wright, Daniel and His Prophecies, 1906, p. 186, 187). A única forma de se dar consistência a esses “dias” é computá-los no sentido profético mediante a aplicação do princípio dia-ano. CBASD, vol. 4, p. 929.
Até duas mil e trezentas tardes e manhãs. Tradução literal da expressão em hebraico. … Ao interpretar as 2.300 tardes e manhãs, o v. 26 acrescenta o artigo definido “da tarde e da manhã”, como se a expressão completa fosse: “as 2.300 tardes e as 2.300 manhãs”(comparar com Dt 9:25 – “quarenta dias e quarenta noites”). Isso quer dizer 2.300 dias. … Portanto, usando os princípios historicistas de interpretação profética, os 2.300 “dias” simbolizam 2.300 anos (comparar com as notas sobre 7:25; 9:24). Dn 8 indica que o período começa durante o império medo-persa, ao passo que Dn 9:24, 25 esclarece que seu primeiro segmento, de “setenta semanas” de anos (=490 anos) tem início com a ordem para restaurar e reconstruir Jerusalém após o exílio babilônico. descobrimos (em 9:25) que esta ordem do rei persa Artaxerxes I entrou em vigor em 457 a.C. Considerando 457 a.C. como o início dos 2.300 anos e lembrando que não existiu o ano “0” entre as eras a.C. e d.C., o fim deste período fica estabelecido em 1844 d.C. Bíblia de Estudo Andrews.
Santuário. Visto que os 2.300 anos conduzem a uma data tardia da era cristã, este santuário não pode ser o templo em Jerusalém, destruído em 70 d.C. O santuário da nova aliança é claramente o celestial, “que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb 8:2; GC, 411-417). Cristo é o sumo sacerdote desse santuário (Hb 8:1). CBASD, vol. 4, p. 929.
o santuário será purificado. A purificação do santuário celestial compreende toda a obra do juízo final, que começa com a fase investigativa e termina com a fase executiva, que resulta na erradicação permanente do pecado de todo o universo. Um aspecto importante do juízo final é a vindicação do caráter de Deus perante todos os seres do universo. As acusações falsas que Satanás apresentou contra o governo de Deus serão demonstradas sem fundamento. No final, se verá que Deus foi completamente justo na escolha de determinados indivíduos para comporem Seu futuro reino, e ao impedir outros de entrarem ali. Os atos finais de Deus despertarão nas pessoas a confissão: “justos e verdadeiros são os Teus caminhos” (Ap 15:3), “Tu és justo” (Ap 16:5), e, “verdadeiros e justos são os Teus juízos” (Ap 16:7). O próprio Satanás será levado a reconhecer a justiça de Deus (ver GC, 670,671). CBASD, vol. 4, p. 930.
O verbo exprime a ideia de restauração da ordem designada por Deus por meio de uma obra de restauração e juízo. Nos versículos anteriores, são relatadas as atividades do chifre pequeno contra Deus, seu santuário e a obra sacerdotal diária de Cristo. Agora, o serviço anual, o Dia da Expiação (ver Lv 16) é introduzido na visão. O Dia da Expiação era um dia de juízo no templo israelita. A purificação do santuário mencionada neste versículo corresponde à cena de julgamento em Dn 7. A purificação inclui uma obra de julgamento no tempo do fim. É importante lembrar que o objetivo de Daniel é encorajar o povo de Deus, ao prever com clareza o livramento dos justos e a derrota de seus inimigos. Bíblia de Estudo Andrews.
16. Gabriel. No AT, o nome Gabriel ocorre apenas aqui e em Daniel 9:21. O NT relata a aparição deste ser celestial para anunciar o nascimento de João Batista (Lc 1:11-20) e, mais uma vez, para anunciar a Maria o nascimento do Messias (Lc 1:26-33). O visitante angélico declarou de si mesma “Eu sou Gabriel, que assisto diante de Deus” (Lc 1:19). Gabriel ocupa a posição da qual Satanás caiu (ver DTN, 693; cf. DTN, 99). Gabriel também foi o portador das mensagens proféticas a João (Ap 1:1; cf. DTN, 99; ver com. de Lc 1:19). CBASD, vol. 4, p. 930.
17 tempo do fim. … num futuro distante a partir da perspectiva de Daniel (comparar com 8:26). Bíblia de Estudo Andrews.
22. Quatro reinos. Comparar com o v. 8 e com Dn 11:4; sobre os reinos helenísticos que surgiram do império de Alexandre, ver com. de Dn 7:6.0 cumprimento exato destes detalhes da visão garante que o que se segue certamente acontecerá conforme predito. CBASD, vol. 4, p. 931.
23 No fim do seu reinado. Isto é, depois que as divisões do império de Alexandre tivessem existido por algum tempo. O império romano surgiu de forma gradual e conquistou a supremacia só depois que as divisões do império macedônico se enfraqueceram. A profecia se aplica a Roma em suas formas pagã e papal. … “A igreja romana, dessa forma, secretamente se colocou no lugar do império mundial romano, do qual é a continuação real; o império não pereceu, apenas passou por uma transformação. […] isso não é mera observação sagaz’, mas o reconhecimento histórico do verdadeiro estado de coisas, e a maneira mais apropriada e frutífera de descrever o caráter dessa Igreja. Ela ainda governa as nações. […] E uma criação
política, e tão imponente como um império mundial, por ser a continuidade do império romano. O papa, que se autodenomina ‘Rei’ e ‘Pontífice Máximo’ é o sucessor de César” (Adolf Harnack, What Is Cristhianity? [Nova York; G. P. Putnams Sons, 1903], p. 269, 270). CBASD, vol. 4, p. 931.
Feroz catadura. Provável alusão à Deuteronômio 28:49 a 55. CBASD, vol. 4, p. 931.
Intrigas. Do heb. chidhoth, “enigmas” (Nm 12:8; Jz 14:12; Ez 17:2) ou “perguntas difíceis” (lRs 10:1). Alguns crêem que o significado nesta passagem seja “linguagem ambígua” ou “duplicidade”. CBASD, vol. 4, p. 931.
Acabarem. Pode ser uma referência a várias nações, ou talvez em específico aos judeus, que encheram a taça de sua iniquidade (ver Gn 15:16; Ed, 173-177). CBASD, vol. 4, p. 931.
24. Não por sua própria força. Comparar com “o exército lhe foi entregue” (v. 12). Alguns vêem aqui referência ao fato de o papado reduzir o poder civil à subserviência e fazer com que a espada do estado se levantasse em favor de seus objetivos religiosos. CBASD, vol. 4, p. 931.
25. Astúcia. Ou, “engano”. Os métodos deste poder são a sutileza e o engano. CBASD, vol. 4, p. 931.
Que vivem despreocupadamente. Isto é, enquanto muitos sentem que estão vivendo em segurança, serão destruídos inadvertidamente. CBASD, vol. 4, p. 931.
Príncipe dos príncipes. Príncipe dos príncipes. É evidente que se refere ao mesmo ser designado como “príncipe do exército”, no v. 11 , ninguém além de Cristo.Foi um governador romano que sentenciou Cristo à morte, mãos romanas O pregaram na cruz, e uma lança romana perfurou Seu lado. CBASD, vol. 4, p. 931, 932.
Sem esforço de mãos humanas. Isto implica que o próprio Senhor, ao final, destruirá esse poder (ver Dn 2:34). O sistema eclesiástico representado por esse poder continuará até que seja destruído sem esforço de mãos humanas, na segunda vinda de Cristo (ver 2Ts 2:8). Alguns comentaristas defendem o ponto de vista de que o poder do “chifre pequeno” (em Dn 8) simboliza Antíoco Epifânio (ver com. de Dn 11:14). No entanto, um exame cuidadoso da profecia torna evidente que esse rei selêucida perseguidor não cumpre as especificações reveladas. Os quatro chifres do bode (Dn 8:8) eram reinos (v. 22), e é natural esperar que o “chifre pequeno” seja também um reino. Mas Antíoco foi apenas um rei do império selêucida, portanto, parte de um chifre. Sendo assim, ele não poderia ser outro chifre. Além disso, esse chifre [na profecia] se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa da Palestina (v. 9). A entrada de Antíoco no Egito terminou em humilhação diante dos romanos. Seus êxitos na Palestina foram breves e seu avanço ao oriente foi interrompido por sua morte. Sua política de impor o helenismo fracassou por completo, e a sagacidade não lhe rendeu prosperidade notável (v. 12). Além disso, Antíoco não viveu no final (v. 23) dos reinos helenísticos divididos, mas em cerca da metade do período; seu poder dificilmente poderia ser atribuído a qualquer coisa além de sua própria força (v. 22); sua astúcia e estratégia mais fracassaram que prosperaram (v. 25); ele não se levantou contra nenhum “Príncipe dos príncipes” judeu (v. 25); ele deitou a verdade por terra (v. 12) de forma temporária e não teve êxito, pois isso levou os judeus a defenderem sua fé contra o helenismo Muito embora tenha dito palavras arrogantes, oprimido o povo de Deus e profanado o templo, durante um breve período, e se possam alegar alguns outros pontos parcialmente verdadeiros quanto às suas atividades, é óbvio que não se encontra em Antíoco um cumprimento adequado de muitas especificações da profecia (ver mais no com. do v. 14; Dn 9:25; 11:31). CBASD, vol. 4, p. 932.
27 espantava-me com a visão, e não havia quem a entendesse. Daniel percebeu quer o período era extenso, durante o qual aconteceriam coisas ruins para a causa de Deus no mundo e para seu povo. Por não saber quando o período começaria, não era possível descobrir quando iria terminar. ele precisou de explicações adicionais. Bíblia de Estudo Andrews.
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Não existiria verdade no mundo caso Deus não agisse. Mesmo existindo a Bíblia, poderes antagônicos ao reino divino exaltaram o engano, a doutrina falsa e a religião pervertida.
• Deus precisou proteger Sua verdade, pois a vontade do inimigo é que ela ficasse jogada por terra.
Se os livros de Romanos e Gálatas trouxeram ao mundo reavivamento na doutrina da justificação pela fé, promovendo reformas na doutrina da salvação, após ter sido deturpada por centenas de anos, o estudo do livro de Daniel trouxe reavivamento na doutrina da volta de Cristo, do santuário, da intercessão de Cristo e do julgamento pré-advento.
O capítulo em análise é extremamente importante ao cristão que deseja a plenitude da revelação bíblica. “Em muitos aspectos, Daniel 8 é o capítulo mais importante do livro. Ele contém a mais longa profecia de tempo. Também menciona o tempo do fim no contexto do santuário e sua purificação. Constitui a introdução dos capítulos 9 a 12” (G. Arthur Keough).
Observe os seguintes pontos do capítulo:
• Um carneiro com dois chifres: Representa a Média-Pérsia (vs. 1-4, 20);
• Um bode macho unicórnio, que ataca e destrói ao carneiro e tem seu chifre substituído por quatro chifres: Representa a Grécia, que após morrer Alexandre, o Grande, dividiu-se em quatro partes (vs. 5-8, 21-22);
• Uma ponta/chifre pequena/pequeno surge e toma posse da Terra Santa, além de desafiar a Deus: Representa Roma em suas duas fases, política e religiosa (vs. 9-12, 23-26).
O coração do capítulo (vs. 13-19) e seu ápice, o último versículo (v. 21), mostram quão aflito ficou Daniel com esta profecia, pois Deus revelou o quanto seria dificultada a propagação da verdade devido ao ataque dos que preferem à mentira.
Até 2300 tardes de manhãs (ou anos), então o santuário seria purificado (v. 14), responde às perguntas do versículo 13. Antes do advento de Jesus revelado em Daniel 7, uma redescoberta de inúmeras verdades lançadas por terra trariam despertamento espiritual.
Enfim, no tempo do fim, no ano de 1844…
• …terminou o período dos 2300 anos iniciado em 457 a.C.;
• …marcou o início da purificação do santuário celestial;
• …começou o juízo que antecede ao advento de Cristo;
• …a verdade bíblica foi restaurada na Terra devolvendo esperança aos crentes.
Releia, estude, reflita, aviva-te… compartilhe! – Heber Toth Armí.