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TEXTO BÍBLICO ATOS 16 – Primeiro leia a Bíblia
ATOS 16 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ATOS 16 – COMENTÁRIO SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1357 palavras
1 um discípulo … Timóteo. Na pequena comunidade judaica de Listra, Paulo encontrou este jovem, que em parte era judeu e em parte, grego. Como seu pai, Timóteo havia sido criado como um grego e, assim, não tinha sido circuncidado. Sua mãe era judia. Bíblia de Genebra.
Uma vez que, 15 anos mais tarde, Paulo se dirige a Timóteo como a um jovem (ver 1Tm 4.12), este devia ser adolescente nesta ocasião. Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 circuncidou-o. Por uma questão de prudência, a fim de que sua obra entre os judeus fosse mais eficaz. Foi diferente do caso de Tito (v. Gl 2.3), em que a circuncisão foi recusada pelo fato de alguns a exigirem como pré-requisito para a salvação. Bíblia de Estudo NVI Vida.
É provável que o próprio Paulo tenha realizado o rito. A princípio, este ato parece inconsistente com sua conduta em relação a Tito, a quem ele se recusou a circuncidar ( ver com. de Gl. 2:3) e com seu ensino geral sobre a circuncisão (ver com. de 1Co 7:18, 19; Gl 5:2-6). Mas há uma diferença evidente entre os casos de Tito e Timóteo. Tito era um grego, e circuncidá-lo equivaleria a ceder num princípio de que Paulo não desejava abrir mão. A origem mista de Timóteo fazia dele um judeu, pois o código rabínico afirmava que o filho de mãe judia era considerado judeu (Yebamoth, 45.b, ed. Soncino, Talmude, p. 297). Caso tanto seu pai quanto sua mãe fossem judeus fiéis, ele teria sido circuncidado no oitavo dia (Lv 12:3), mas as diferenças religiosas entre o casal impediram isso. … Caso [Timóteo] fosse incircunciso, isso se tornaria uma fonte de dificuldade para os judeus, os quais pensariam que um mau judeu não poderia ser um bom exemplo de cristão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 337, 338.
7 Espírito de Jesus. Assim como “Espírito Santo” era às vezes usado de maneira intercambiável com “Deus” (ver 5.3, 4), assim também aqui “Espírito Santo” é usado de modo intercambiável com “Espírito de Jesus” [cf. v. 6]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 procuramos. A primeira das várias passagens usando o pronome plural “nós” começa aqui, indicando que o autor estava com Paulo e Silas. Bíblia de Genebra.
Lucas, o “médico amado” (Cl 4:14), estava a descrever os missionários na terceira pessoa (“ele”, “eles”). Agora ele adota a primeira pessoa, aparentemente indicando que ele havia se juntado à equipe missionária. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A conclusão é que Lucas está informando ao leitor o fato de ele ter-se unido ao grupo em Trôade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11 Samotrácia. Ilha no nordeste do mar Egeu. Era um lugar apropriado para os navios ficarem ancorados em vez de arriscarem uma viagem noturna. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 Filipos. Filipe II da Macedônia, o pai de Alexandre Magno, tinha estabelecido uma grande colônia grega aqui, e dado a ela o nome de Filipos. Os romanos a conquistaram em 167 a.C. e a fizeram parte da província da Macedônia. Bíblia de Genebra.
Muitos legionários aposentados do exército romano se estabeleceram ali, mas poucos judeus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 onde nos pareceu haver um lugar de oração. De acordo com a lei judaica, pelo menos dez homens eram necessário para se formar uma sinagoga. Não havendo um lugar de oração, poderia ser estabelecido ao ar livre, preferivelmente perto de água. Bíblia de Genebra.
mulheres que para ali tinham concorrido. Elas se reuniam para ler e estudar as Escrituras, e acolhiam bem a assistência de algum professor judeu que chegasse a visitá-las. Bíblia de Genebra.
14 Lídia. Seu nome pode estar associado ao seu lugar de origem, o distrito helenístico da Lídia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
da cidade de Tiatira. Tiatira era conhecida pela lã e pelo tingimento. Púrpura era um tingimento dispendioso. Bíblia de Genebra.
temente a Deus. Lídia era uma gentia que, assim como Cornélio (ver 10.2), cria no Deus verdadeiro e seguia os ensinamentos morais das Escrituras. Não era, porém, uma convertida plena ao judaísmo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
o Senhor lhes abriu o coração. Iluminação e persuasão divinas são necessárias para que o coração cego pelo pecado responda ao evangelho (Jr 13.23; Jo 6.44, 65; Rm 9.16; 1Co 2.14). Bíblia de Genebra.
16 espírito adivinhador. Lit. “um espírito de pitonisa”. O termo provavelmente se refere a uma serpente mística [Píton] que, segundo se acreditava, guardava o templo e o oráculo do deus grego Apolo, em Delfos. Bíblia de Genebra.
O termo “píton” veio a ser aplicado às pessoas pelas quais o espírito de Píton supostamente falava. … Como essas pessoas falavam involuntariamente, o termo “ventríloquo” era empregado em referência a elas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Um fato considerado comum no primeiro século, que era dominado pela cosmovisão astrológica. Andrews Study Bible.
Fica clara a crença da população local de que a escrava possuía habilidades sobrenaturais. Sem dúvida, seus gritos frenéticos eram considerados oráculos e aceitos como tais. Seus donos se aproveitavam da suposta inspiração da jovem e a faziam dar respostas àqueles que a procuravam. CBASD, vol. 6, p. 345.
adivinhando. Do gr. manteuomai, “adivinhar”, “profetizar”. O termo só é usado aqui no NT. Na LXX, a palavra sempre é usada para se referir às palavras de profetas mentirosos (Dt 18:10; 1Sm 28:8; Ez 13:6; etc.). Neste caso, pode ser interpretada com o mesmo sentido: “fingir predizer o futuro”. CBASD, vol. 6, p. 345.
17 Deus Altíssimo. Um judeu entenderia que este seria Javé. um gentio aplicaria este nome a Zeus. Bíblia de Genebra.
19 agarrando em Paulo e Silas. Porque Paulo e Silas eram ambos judeus e líderes do grupo missionário, eles foram presos. Seus companheiros eram gentios (Lucas, um gentio da Antioquia da Síria, e Timóteo, um meio gentio de Listra) e não foram acusados. Bíblia de Genebra.
21 costumes … não é permitido. Se alguma religião deixasse de receber a aprovação de Roma, era considerada religio ilicita. O judaísmo tinha reconhecimento legal, mas o cristianismo, não. Bíblia de Estudo NVI Vida.
22 fosse açoitados [NVI]. Com varas [NKJV: beaten with rods, “batidos com varas”]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Paulo e Silas eram cidadãos romanos (v. 37) e deveriam ter ficado livres de tal tratamento. Mas, no clima de agitação, isto foi ignorado. Bíblia de Genebra.
24 cárcere interior … no tronco. Não somente para segurança máxima, mas também para tortura. Bíblia de Estudo NVI Vida.
cárcere interior. Era comum que as prisões romanas tivessem uma seção externa e interna. Na primeira, ficava a sala da guarda, onde entravam luz e ar. Depois dela, se localizava o cárcere interior, onde a porta era fechada, deixando fora a luz e o ar. As condições dentro dessa cela eram horrendas, infligindo um castigo terrível sobre o prisioneiro. CBASD, vol. 6, p. 348.
tronco. Era uma estrutura de madeira com buracos nos quais a cabeça, os pés e as mãos do prisioneiro eram colocados, deixando-o numa posição de extremo desconforto. … No caso de Paulo e Silas, somente os pés foram presos e o restante do corpo ficou jogado no chão, uma posição dolorosa para homens tão castigados como os apóstolos. CBASD, vol. 6, p. 348.
27 para se matar. Se um preso fugisse, a vida do guarda era exigida no seu lugar. (v. 12, 19). Tirar a própria vida abreviaria a vergonha e a aflição. Bíblia de Estudo NVI Vida.
30 que devo fazer para ser salvo? O carcereiro tinha ouvido dizer que eram pregadores de um caminho da salvação (v. 17). Agora, com o terremoto e com a morte iminente, queria saber a respeito do caminho. Bíblia de Estudo NVI Vida.
31 creia no Senhor Jesus. Declaração concisa do caminho da salvação (ver 10.43). Bíblia de Estudo NVI Vida.
33 batizado. Note a necessidade da crença (v. 31) antes do batismo. Comparar com 2:38. Andrews Study Bible.
34 alegrou-se muito. Sempre a consequência da conversão, independentemente das circunstâncias. Bíblia de Estudo NVI Vida.
37 romanos. Era ilegal açoitar um cidadão romano (cf. v. 38), ainda mais no caso de não ter havido processo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Cidadãos romanos eram isentos de açoitamento e tortura. Se os cidadãos romanos fossem julgados numa corte romana, eles tinham o direito de apelar sua causa a César (25.11; 26.32). Bíblia de Genebra.
Venham eles mesmos. Paulo e Silas não estavam querendo ser escoltados para fora para apaziguar um orgulho ferido, mas para publicamente demonstrar a sua inocência por amor à igreja de Filipos, pensando no futuro dela. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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ATOS 16 – Deus é dono, mentor e regente da missão. A missão não é do homem, o crente cumpre a missão de Deus.
• Deus age e intervêm na missão, os missionários são apenas Seus instrumentos.
Após a unanimidade das decisões do primeiro concílio na cidade de Jerusalém, Paulo integrou Timóteo à equipe em sua segunda viagem missionária. Ao retornar e fortalecer os conversos da primeira viagem e apresentar o resultado do concílio, as igrejas estavam sendo fortalecidas na fé e aumentavam em número. Eram igrejas vivas, não mornas nem mortas (vs. 1-5).
A organização missionária era estabelecida por Deus. Foi Deus que incumbiu Paulo e Silas de pregar o evangelho na Europa. Para isso, Ele mesmo os sustentou. Na cidade de Filipos, Deus, através da dupla missionária, conduziu a Sua missão miraculosamente.
1. Deus direciona a missão, inclusive quanto ao método a ser utilizado, o qual pode até contrariar a razão e a lógica humanas. Mesmo quando consagrados missionários estabelecem seus planos, é o Espírito Santo que os direciona, muitas vezes contrariando a vontade humana. É importante saber que seguir o método de Deus pode resultar em sofrimento ou chegar à conclusão que o fracasso está à vista, mas a lógica divina mostrará o sucesso (vs. 6-10, 20-24).
2. Deus interfere nas adversidades que os missionários enfrentam ao seguir Sua direção e Seus métodos missionários. Paradoxalmente, após pregar a verdade e libertar uma jovem possessa de espírito adivinhador, de status importante na cidade, os missionários foram acusados falsamente e presos em prisão desumana, e ainda açoitados como criminosos e submetidos a tortura alucinante. Contudo, fortalecidos por Deus, oraram e cantaram na prisão; então, sobreveio um terremoto – Deus está no comando (vs. 16-19, 25-26).
3. Deus é o responsável pelos resultados da Sua missão; Seus instrumentos não gerenciam resultados. Através da pregação de Paulo, Deus alcançou Lídia e Sua família (asiáticos da cidade de Tiatira); a jovem escrava (grega); e, na prisão, o carcereiro (que era romano) com toda sua família. Assim, o evangelho teve alcance transcultural. E, além dos missionários serem libertos da prisão, Deus providenciou o carcereiro para limpar os vergões deles. E, ainda receberam pedidos de desculpas dos oficiais de justiça (vs. 27-40).
Com Deus, fracassos se transformam em bênçãos missionárias! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ATOS 15 – Primeiro leia a Bíblia
ATOS 15 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ATOS 15 – COMENTÁRIO SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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1766 palavras
1-35 Um grupo vindo da Judéia chega a Antioquia e reivindica que a circuncisão é necessária para a salvação. Para resolver a controvérsia resultante, uma delegação é designada para visitar Jerusalém (vv 1-2). … Esta é uma história crucial. O que deve ser exigido dos gentios para que estes se tornem cristãos? Andrews Study Bible.
1 Circuncidardes. Esta exigência prova algo que não fora dito com clareza em outra passagem bíblica. Paulo e Barnabé não exigiam que os conversos gentios fossem circuncidados. Aqui se inicia o relato da primeira grande controvérsia da igreja cristã. Certamente ela surgiria logo que o cristianismo saísse das fronteiras da Palestina. Os primeiros conversos ao cristianismo eram judeus que preservavam a maior parte das práticas e dos preconceitos da religião na qual haviam sido criados. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 315.
Não podeis ser salvos. Este era o cerne do problema. A circuncisão não podia ser exigida dos gentios com base na antiguidade do costume nem como condição para se tornar membro da igreja. CBASD, vol. 6, p. 317.
2 Paulo e Barnabé. Os apóstolos estavam no centro da disputa, pois as exigências dos judaizantes representavam uma condenação direta do trabalho que os missionários haviam realizado na Cilicia, Antioquia e em toda a primeira viagem missionária. Mas os dois sabiam que sua obra só poderia ser interpretada como um triunfo da graça de Deus. Eles haviam proclamado a salvação pela fé em Cristo. Então não podiam permanecer em silêncio enquanto os conversos eram levados a crer que a aceitação da graça divina pela fé não era suficiente e que ritos exteriores eram necessários para a salvação. CBASD, vol. 6, p. 317.
Apóstolos e presbíteros. Pedro, João e Tiago, o irmão do Senhor, estavam em Jerusalém (Gl 2:9,1:19). Juntamente com os presbíteros (At 11:30) e talvez outros apóstolos. Eles pareciam ser os líderes da jovem igreja. O fato de se levar a difícil problemática da circuncisão a um concílio de apóstolos e presbíteros, em Jerusalém, é um precedente significativo para a organização da igreja. CBASD, vol. 6, p. 318.
7 Debate. O que fica evidente na maneira como a questão foi tratada é que o Espírito trabalha com seres humanos e, por meio deles, realiza Sua vontade a despeito de fragilidades e desavenças pessoais. CBASD, vol. 6, p. 319.
10 Puderam suportar. Os judeus perderam de vista o real significado dessa lei [de Moisés] e a transformaram numa série de cerimônias para tentar garantir a salvação. … a verdadeira natureza do cristianismo não se encontra em formas e cerimônias. A essência do cristianismo é a vida espiritual e a adoração a Deus em espírito e em verdade. O cristianismo devia se libertar das formas, dos rituais e das cerimônias típicas, uma vez que Cristo já era uma realidade viva. Se o sentido básico da decisão do concílio de Jerusalém tivesse sido incorporado plenamente à experiência posterior da igreja, grande parte do erro e da apostasia teria sido evitada. CBASD, vol.6, p. 320, 333.
11 Fomos salvos. A salvação é pela graça (ver Rm 3:21-26; 5:1, 2; 11:5, 6; Ef 2:5, 8). As obras são consequência do recebimento da salvação (Rm 8:4; Ef 2:9, 10; Ef 2:12, 13). CBASD, vol. 6, p. 320.
13-21 Claramente o concílio decide que os gentios não precisam se converter ao judaísmo, obedecendo a todos os aspectos da lei cerimonial – incluindo a circuncisão – para se tornarem cristãos. Andrews Study Bible.
19 Julgo eu. Literalmente, “eu decido”. As palavras de Tiago sugerem que ele exercia autoridade. Mas o que vem em seguida não é um decreto, pois, quando finalmente promulgado, sua autoridade se baseou nos apóstolos e presbíteros (ver E f 16:4). CBASD, vol. 6, p. 322.
20 que se abstenham [da contaminação dos ídolos, … das relações sexuais ilícitas, da carne de animais sufocados e do sangue]. Obedecer a estas quatro regras ajudaria gentios e judeus a manterem companheirismo. Duas observações são úteis aqui: 1) Estas proibições se baseiam nas leis que se aplicavam tanto a judeus quanto aos “estrangeiros que habitam entre vocês”, em Lv 17-18. O concílio de Jerusalém parece adotar este modelo do AT, argumentando que obedecer a estas regras ajudaria não-judeus a viver e adorar sem ofender a seus vizinhos judeus. 2) Todos estes quatro itens listados estavam associados a templos pagãos. A abstenção destes quatro itens – e se afastar de templos pagãos – tornaria óbvio que os cristãos gentios haviam deixado a idolatria para adorar o único e verdadeiro Deus. Andrews Study Bible.
22 Toda a igreja. Isto mostra a importância da participação dos membros da igreja nas decisões. Eles opinaram na escolha dos representantes enviados com a carta. Nos séculos seguintes, os leigos passariam a ser excluídos dos concílios oficiais. CBASD, vol. 6, p. 325.
Silas. Conhecido como Silvano nas cartas de Paulo, acompanhou Paulo em sua segunda viagem missionária (15:40 – 18:2) e foi apontado como coautor das cartas a Tessalônica (1Ts 1:1, 2; 2Ts 1:1). Andrews Study Bible.
28 não vos impor maior encargo. A circuncisão, a apresentação de sacrifício, os ritos de purificação e todos os atos formais que faziam parte da religião judaica ou que foram acrescentados a ela não seriam exigidos dos gentios batizados na igreja cristã. CBASD, vol. 6, p. 333.
29 Coisas sacrificadas a ídolos. Estas palavras dão uma definição mais precisa da advertência de Tiago contra as “contaminações dos ídolos”. CBASD, vol. 6, p. 327.
Destas coisas fareis bem se vos guardardes. Pode surgir a dúvida do porquê de o concílio de Jerusalém não ter especificado que todos os dez mandamentos eram obrigatórios. A resposta é que o concílio não tratava acerca do decálogo. A adoração a Deus, a observância do sábado, a honra aos pais, a permissão de que o próximo viva e desfrute a vida, a honestidade e o contentamento eram fatores tão elementares na vida moral básica do cristianismo que nem necessitariam ser mencionados. Estas não eram as questões que motivariam o concílio. Conforme já destacado, as proibições estavam ligadas a coisas relacionadas aos gentios, que, mesmo após a conversão, precisariam ser alvo de atenção, quer para evitar o pecado aberto, quer para se abster de práticas que traziam discórdias à igreja. Comer sangue ou carne cujo sangue não fora drenado implicava envolver-se em idolatria e fornicação, práticas comuns entre os gentios, nas quais se envolviam sem pensar no quanto eram prejudiciais para o corpo e a mente. Portanto, eles precisavam ser advertidos contra elas, a fim de se absterem. CBASD, vol. 6, p. 333, 334.
Ainda não era chegado o tempo para a proclamação do sentido pleno do ensino de Paulo (Gl 2:2). Ele aceitou a decisão do concílio como uma solução satisfatória do assunto debatido e nunca se referiu depois a suas exigências, nem mesmo ao falar sobre um dos pontos da decisão, isto é, o consumo de alimentos oferecidos a ídolos (1Co 8; 10). Na verdade, seu conselho em relação à comida não estava em total harmonia com a decisão do concílio, embora certamente não seja contrário a seu espírito e sua intenção. Paulo argumenta que não era necessariamente errado comer alimentos oferecidos a ídolos, pois os deuses que os ídolos representavam não existiam. Errado seria deixar de considerar a sensibilidade de outro cristão, que não comia tais coisas e se sentiria incomodado com o outro que o fazia. Tal instrução tenderia a evitar atritos desnecessários entre judeus e cristãos gentios em sua convivência social. Quando Paulo abordava a questão da impureza sexual, algo que ele fez diversas vezes, também não fazia referência ao concílio de Jerusalém, mas ao princípio bíblico básico no qual a decisão do concílio se baseou. Em outras palavras, ele lidou com o problema com base no fato de que o cristão pertence a Deus e todo seu ser se torna um templo habitado pelo Espírito Santo. Diante de tal presença divina, não deve existir a impureza. Logo, a importância do concílio não se faria sentir, em primeiro lugar nas consequências ligadas a suas proibições específicas. Em vez disso, a decisão foi significativa ao liberar a igreja cristã gentílica de ritos religiosos realizados como um fim em si mesmos. CBASD, vol. 6, p. 334.
33 Em paz. Esta é a tradução da expressão de despedida comum em hebraico. Não significa que os homens receberam permissão para ir embora calados, mas que as orações da igreja para que tivessem paz os acompanhavam (comparar com Mc 5:34). CBASD, vol. 6, p. 328.
37 Queria. Evidências textuais (cf. p. xvi) favorecem a variante “estava determinado”. Sem dúvida, foi a ligação familiar de Barnabé com João Marcos que o fez querer levar o jovem novamente em uma viagem missionária, a fim de lhe dar a oportunidade de se redimir (ver Cl 4:10). Sem dúvida, ele reconhecia, ao contrário de Paulo, que as circunstâncias desculpavam, pelo menos parcialmente, a recuada anterior de João Marcos (ver com. de At 13:13). Paulo, o ávido e corajoso guerreiro de Cristo, entendia que quem agisse assim, nas palavras do próprio Senhor, não estaria “apto para o reino de Deus” (Lc 9:62) e precisaria de disciplina pelo menos por um período, a fim de se preparar melhor. CBASD, vol. 6, p. 328.
38 Não os acompanhando. Estas palavras sugerem que a queixa de Paulo contra Marcos era que, ao voltar para Jerusalém, ele deixara de cumprir sua parcela de responsabilidade na viagem. CBASD, vol. 6, p. 328.
39 Desavença. Do gr. parxusmos, “irritação”, “raiva aguda”. Deste termo vem a palavra portuguesa “paroxismo”, que significa o auge de uma crise ou de um sentimento. A amizade de longa data selada pelo auxílio que Barnabé dera a Paulo num momento crucial (ver com. de At 9:27) e a realização de uma grande obra em conjunto tornaram dolorosa a separação entre os dois. Esta é a última menção que Atos faz a Barnabé e Marcos. Para a igreja, o resultado foi a realização de duas viagens missionárias, em vez de uma só. Embora os apóstolos tenham diferido sobre quem estava apto a participar da obra, não havia divergência quanto ao trabalho a ser feito em prol do evangelho. Paulo cita o nome de Barnabé em suas epístolas (ICo 9:6; Gl 2:1, 9, 13; Cl 4:10). Ao escrever para os coríntios (ICo 9:6), Paulo afirma que o apóstolo Barnabé dava o mesmo exemplo nobre que ele, labutando com as próprias mãos, sem precisar de auxílio financeiro das igrejas. Em Colossenses 4:10, ele revela que voltou a receber João Marcos como companheiro na obra (Fm 24) e reconheceu que o jovem lhe era “útil para o ministério” (2Tm 4:11). Depois de trabalhar com Barnabé em Chipre, parece que Marcos retornou com Pedro e ficou com ele em Roma (IPe 5:13). Pode ter sido durante essa permanência em Roma que Marcos tenha voltado a trabalhar com Paulo. CBASD, vol. 6, p. 328, 329.
40 Paulo, tendo escolhido a Silas. Ver com. do v. 34. Isto revela o interesse de Silas pelo evangelismo entre os gentios. Ele era tão capacitado quanto Barnabé, pois tinha o dom de profecia. Podia então usar o título de apóstolo, no sentido mais amplo de “missionário”, pois foi enviado pela igreja de Antioquia. CBASD, vol. 6, p. 330.
Compilação: Tatiana W / Jeferson Q
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ATOS 15 – A igreja deve passar por inúmeras experiências, boas e ruins, a fim de amadurecer. Deus não quer uma igreja débil, sem raízes no lugar certo e sem convicta necessidade da dependência de Seu poder.
O martírio de Tiago e a prisão de Pedro em Atos 12 levaram à Igreja…
· …à maior consagração e dependência do Senhor da existência.
· …ao amadurecimento espiritual.
· …do crescimento qualitativo ao quantitativo.
A primeira viagem missionária de Paulo (Atos 14-15) fez com que a igreja…
· …pensasse e investisse mais na missão.
· …avançasse mais com a pregação para alcançar mais pagãos.
· …tivesse mais experiência de vida, o que é essencial à maturidade.
O crescimento encontra dificuldades. Em Atos 15 alguns problemas exigiram da igreja a organização de um concílio. Mario Veloso oferece-nos os seguintes pontos:
1. Em Antioquia: O problema (15:1-3):
a) Problema na doutrina.
b) Contenda doutrinária.
c) Viagem a Jerusalém: Relatórios em Fenícia e Samaria.
2. Em Jerusalém: A solução (15:4-29):
a) Reunião do concílio e relatório;
b) O Concílio delibera (15:6-21):
· Primeiro, se reúnem.
· Segundo, realiza-se a discussão:
1) Uso de alimentos oferecidos a ídolos;
2) Comer carne de animais estrangulados;
3) Conduta moral dos crentes gentios.
· Os líderes se pronunciam.
c) Pedro: A experiência (15:7-11).
d) Paulo e Barnabé: Os sinais (15:12).
e) Tiago: As Escrituras (15:13-18).
3. Decisão do Concílio (15:19-29): Composta de dois elementos:
a) Nomeação de uma comissão que levaria a carta a Antioquia.
b) Conteúdo da carta:
· Identifica os autores e destinatários.
· Reconhece a existência do problema e sua origem.
· Apresentação dos portadores da carta.
· Conteúdo da decisão.
4. Em Antioquia: Alegria (15:30-35)
a) Entrega da carta: Todos receberam.
b) Alegria de todos.
Após isso, Paulo e Barnabé iniciaram uma nova aventura missionária, mas não sem fortalecer a fé dos conversos da primeira viagem (15:36-41).
Enfim, reuniões administrativas, Concílios e Organização Eclesiástica são importantes, porém, “não importa quão importante a organização possa ser para a proteção da igreja e para garantir a harmonia de ação, ela não deve vir para tomar das mãos do Mestre e disciplina que só a Ele cabe dar” (Tiago White).
Toda decisão administrativa deve, primariamente, “parecer bem ao Espírito Santo”, depois, aos homens consagrados; então, a alegria será resultado da dependência do Senhor da Igreja. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ATOS 14 – Primeiro leia a Bíblia
ATOS 14 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ATOS 14 – COMENTÁRIO SELECIONADOS
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/atos/14
A maioria das pessoas que acompanham à mídia provavelmente pode citar pelo menos um pregador que deixou a fama subir à cabeça. Não vou dar a eles mais publicidade do que isso – sabemos o que eles fizeram para receber notoriedade. Não há nada de errado em confiar em nossos líderes espirituais. No entanto, pregadores famosos se tornaram celebridades apenas porque muitas pessoas olharam para eles em vez de olhar para o Criador.
Paulo curou um homem aleijado de nascença e muitos testemunharam esse milagre. Ouvimos essas histórias e acreditamos nelas, mas pare por um momento e pense como teria sido presenciar isso. Posso imaginar que tenha sido algo bastante grandioso e inspirador. Certamente chamou a atenção da multidão.
O que Paulo e Barnabé fizeram quando as pessoas pensaram que eles eram deuses e quiseram honrá-los e oferecer sacrifícios para eles? Ficaram horrorizados com a ideia. Rasgaram suas roupas em sinal de tristeza. Eles correram para a multidão e imediatamente redirecionaram suas mentes para o Deus vivo, nosso Criador, que é quem nos sustenta.
Somos líderes espirituais que procuram dirigir o foco das pessoas para Deus?
Cathy Robertson Kabanuk
Professora e assistente social, Fall River Mills, Califórnia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1278
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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726 palavras
1 Falaram de tal modo. Eles falaram em diversas ocasiões. Em algumas delas, não só judeus, mas também gentios pareciam estar presentes. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 306.
Grande multidão. Assim como na pregação em Antioquia da Síria (At 11:21,24), houve êxito na pregação do evangelho em Icônio. CBASD, vol. 6, p. 306.
3 Muito tempo. Provavelmente, meses. Como os novos crentes eram muitos, era necessária uma longa permanência para confirmá-los na fé. CBASD, vol. 6, p. 306.
6 Sabendo-o. Sem dúvida, havia pessoas do lado dos apóstolos com contato suficiente com o grupo de oposição, a ponto de saberem do plano. CBASD, vol. 6, p. 307.
9 Fixando nele os olhos. A fé do coxo resplandeceu em sua face, e Paulo reconheceu nele alguém pronto a ser curado e se tornar um sinal para o povo de Listra. CBASD, vol. 6, p. 308.
Possuía fé. Este é um pré-requisito para o milagre. CBASD, vol. 6, p. 308.
12 Júpiter … Mercúrio. Do gr. Zeus … Hermes, ou seja Zeus, chefe de todos os deuses, e seu filho Hermes, arauto e mensageiro dos deuses, patrono da eloquência. No panteão romano, os equivalentes a esses deuses eram Júpiter e Mercúrio, nomes usados pela versão ARA. A adoração a Zeus e Hermes parecia bem popular na região de Listra. CBASD, vol. 6, p. 308.
13 Sacrificar. O sacrifício devia consistir de cortar a garganta de bois e derramar parte do sangue sobre o altar. CBASD, vol. 6, p. 309.
14 Rasgando as suas vestes. Entre os judeus, esta era uma expressão de horror, sobretudo como protesto contra a blasfêmia (Mt 26:65). Paulo e Barnabé perceberam que era isso que os habitantes pagãos de Listra estavam prestes a fazer em ignorância. Não se sabe até que ponto a população compreendeu este ato, mas seu caráter drástico deve ter chamado a atenção e detido o povo. CBASD, vol. 6, p. 309.
15 E vos anunciamos. Para os idólatras, a mensagem que exaltava o Deus vivo em lugar de ídolos devia ser, de fato, uma ótima notícia, especialmente considerando que Jesus Cristo Se fez Deus encarnado, o Salvador da humanidade. CBASD, vol. 6, p. 309.
18 Com dificuldade que impediram. Tamanha era a avidez do povo em reatar o ato de adoração. Sem dúvida, alguns dos que foram impedidos deixaram as “coisas vãs” e passaram a servir o Deus vivo. De todo modo, Paulo trabalhou em Listra o suficiente para que uma igreja fosse fundada ali. A judia Loide, junto com a filha Eunice e o neto Timóteo estiveram entre os primeiros conversos (2Tm 1:5). CBASD, vol. 6, p. 310.
19 Instigando as multidões. A mudança súbita de atitude por parte do povo de Listra lembra a transformação da multidão em Jerusalém, das hosanas para o clamor “Seja crucificado!” (Mt 21:9; 27:22). Não é difícil compreender essas ondas de emoção no caso de pessoas supersticiosas, como os licaônicos, tradicionalmente vistos como não confiáveis. CBASD, vol. 6, p. 310.
Apedrejando a Paulo. A forma de punição característica dos judeus, nesse caso ajudados pelos habitantes pagãos de Listra. Este é o único episódio registrado da vida de Paulo em que sofreu esse tipo de ataque (2 Cor 11:25). CBASD, vol. 6, p. 310.
20 Levantou-se. A recuperação da consciência de Paulo, a demonstração imediata de vigor e a ousadia ao entrar de novo na cidade podem ter sido consideradas um milagre. O fato de um apedrejado por uma multidão irada, considerado morto, reviver e sair andando como se nada houvesse acontecido era uma evidência ainda mais clara do poder de Deus do que a cura do coxo. CBASD, vol. 6, p. 311.
22 Fortalecendo. A ação de Paulo aqui está em harmonia com a ordem de Jesus a Pedro: “Tu,pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (Lc 22:32). Paulo podia fazer isso por meio de advertências e exortações extraídas das próprias tribulações e dos livramentos que recebera. CBASD, vol. 6, p. 311.
26 Que haviam já cumprido. Paulo e Barnabé haviam sido enviados pela igreja em Antioquia para a realização de uma tarefa específica: a evangelização dos gentios. Então podiam retornar para sua congregação com a alegria de uma missão cumprida. Embora tivessem apenas iniciado a obra de pregar aos gentios, o que realizaram fora bem feito. CBASD, vol. 6, p. 313.
28 Não pouco tempo. Naturalmente, Paulo se sentia mais atraído por Antioquia do que por Jerusalém, pois foi ali que os gentios formaram uma igreja pela primeira vez, e essa era a igreja que o enviara como missionário. Durante este período, com certeza, os dois apóstolos continuaram a atrair muitos conversos gentios, além dos que já haviam sido conquistados. CBASD, vol. 6, p. 313.
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ATOS 14 – Pela graça divina o evangelho se espalha. O evangelho tem poder de penetrar em muitos corações quando compartilhado pelo poder do Espírito Santo. Contudo, os missionários regidos por Deus enfrentam não apenas oposição mas incompreensão, rejeição e até perseguição.
O capítulo 14 de Atos é assim esboçado por F. F. Bruce, no capítulo “Icônio, Listra e Derbe” de seu livro:
1. Aventuras em Icônio (vs. 1-7);
2. Cura milagrosa em Listra (vs. 8-13);
3. Proclamação do Deus vivo (vs. 14-18);
4. Perseguidos em Listra, os missionários vão a Derbe e depois voltam sobre seus passos (vs. 19-23);
5. Retorno a Antiquia pelo rio Orontes (vs. 24-28).
Deus abriu as portas para os apóstolos anunciarem as boas novas de salvação aos gentios. A pregação ousada/destemida foi o método usado. Uma multidão de judeus e gregos creu; todavia houve alguns incrédulos entre os judeus que, motivados por sua descrença, incitaram e irritaram os ânimos dos gentios contra os evangelistas (vs. 1-2).
Reflita que em todos os tempos:
• Apesar dos obstáculos (adversidades), aqueles que fazem a vontade de Deus continuam perseverantemente falando ousadamente no Senhor, confirmando a palavra de Sua graça e realizando sinais e prodígios graciosos (v. 3).
• O verdadeiro evangelho suscita ódio aos que preferem à mentira. O coração desprovido de amor não mede esforços para atacar aos Servos do Senhor. Ao serem expulsos, os dedicados missionários insistem na pregação do evangelho por onde vão (vs. 4-7).
• A cosmovisão de pessoas moldadas por filosofias e tradições antibíblicas interpreta incorretamente a exposição do evangelho, deturpa conceitos divinos e age cegamente. Neste caso, pessoas assim precisam do esforço dos crentes a fim de corrigirem a visão distorcida; as palavras dos cristãos devem ter como propósito a conversão dos pagãos (vs. 8-18).
• O Grande Conflito é mais nítido quando o verdadeiro evangelho entra em contado direto com o reino das trevas. Paulo sentiu na pele o que realmente isso significa. Ele foi apedrejado, arrastado e diagnosticado morto após pregar o evangelho, mas Deus preservou sua vida (vs. 19-20).
• O instrutor bíblico deve fazer discípulos pregando antes, durante e depois da conversão das pessoas. Não se deve esquecer os recém-conversos, enquanto amadurecem é importante instruí-los na liderança eclesiástica (vs. 21-23).
• Relatar testemunhos missionários enriquece/aviva a igreja de Cristo (vs. 27-28).
Reavivemo-nos! Vamos evangelizar mais… – Heber Toth Armí.