Reavivados por Sua Palavra


OSEIAS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
6 de março de 2021, 0:40
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OSEIAS 14 – Deus ama curar, restaurar e perdoar. Deus tem prazer em oferecer a segunda chance aos que já desperdiçaram todas as oportunidades da vida. Deus sonha quando não existe perspectiva positiva alguma. Ele espera, mesmo quando parece ser em vão fazê-lo.

O arrependimento (vs. 1-3) é o caminho para experimentar o cumprimento das promessas divinas (vs. 4-9). Em detalhes, o esboço de Thomas E. McComiskey:

A comovente súplica de Jeová a Israel para que volte para Ele:
1. Israel aprende como deveria ser seu arrependimento (vs. 1-3);
2. Jeová confirma a restauração de Israel (vs. 4-7);
3. Os caminhos de Jeová são os justos (vs. 8-9).

O último capítulo do livro do profeta Oseias encerra “com a convicção profética usual de que o objetivo derradeiro de Deus é curar e salvar. Os ídolos serão removidos, a sabedoria será restaurada, e Israel será renovado (14.1-9). Deve-se, no entanto, lembrar que essa purificação não acontecerá sem juízo […]. Os caminhos de Deus estão certos, mas os ímpios precisam tropeçar para que isso fique demonstrado (14.9)” (Paul R. House).

O juízo do ponto de vista bíblico é positivo. Deus quer aniquilar tudo o que é fruto do pecado e do coração pervertido. Deus quer vivificar e vindicar o justo. Para isso Ele precisa julgar para saber quem é quem.

Sobre o último versículo, A Bíblia Andrews explica: “Os padrões de justiça são os caminhos de Deus. Nosso relacionamento com eles determina se somos considerados justos ou ímpios”.

Mais lições de vida:
• O drama de Oseias reflete o drama de Deus desde o início do livro (a lida com a prostituta que depois adultera), até o final. Por isso o profeta clama: “Volta, ó Israel, para o Senhor…” (v. 1).
• Nenhuma obra de nossas mãos e nenhuma potência humana pode salvar como salva o amoroso e gracioso Deus.
• Deus pode e quer perdoar qualquer iniquidade.
• O fato de apelar revela desejo intenso de salvar; por isso, Deus não reluta em expressar Seus mais apaixonantes apelos aos pecadores.
• Confissão, oração, súplica e submissão a Deus constituem o caminho para a restauração.
• A base para reavivamento espiritual é o amor e a misericórdia de Deus oferecidos aos pecadores carentes de perdão e salvação.
• O verdadeiro reavivamento espiritual resulta em reforma da verdadeira religião.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

E você, o que aprendeu neste último 14 dias estudando Oseias?



OSÉIAS 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
5 de março de 2021, 1:10
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OSEIAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
5 de março de 2021, 0:50
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1339 palavras

1 Culpado. Isto, evidentemente, refere-se ao culto de Baal (para o qual, sem dúvida, a adoração do bezerro havia preparado o caminho), que havia sido introduzido em Israel por Acabe, por influência da rainha Jezabel (ver IRs 16:29-33). Graças aos esforços de Elias (IRs 18) e do rei Jeú (2Rs 9, 10) esse mal recebeu um revés, mas não foi erradicado e irrompeu novamente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1025.

Morreu. A idolatria de Efraim resultou em degradação nacional e morte política. 0 reino perdeu a posição alta e exaltada, e sua honra foi lançada ao pó. Efraim se tornou espiritualmente morto, pronto para o enterro que viria em breve (ver Ef 2:1). Abandonar o Senhor e se divertir com o pecado sempre traz um resultado certo: a morte (ver Ez 33:10, 11;
Rm 6.23).CBASD, vol. 4, p. 1025.

O afastamento do reino do norte de Israel se deu desde a sua fundação, quando o primeiro rei, Jeroboão I, desobedeceu a Deus e cometeu três pecados: (1) impedir que o povo do norte fosse a Jerusalém adorar, construindo bezerros de ouro como alternativa para adorar a Deus; (2) a expulsão dos levitas do país e a nomeação de não levitas para o sacerdócio; e (3) a nomeação de um novo dia festivo, sem a aprovação de Deus (1Rs 12:25-33). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/08/.

2. Agora. A palavra marca significativamente a transição a partir da introdução do culto a Baal (ver com. do v. 1) às condições dos dias de Oseias. Era uma coisa abominável fazer e adorar uma imagem de escultura como uma representação material do verdadeiro Deus, como fez Jeroboão I (ver 1Rs 12:25-33), violando assim o segundo mandamento e negligenciando a instrução solene de que a adoração a Deus deve ser espiritual, não material (ver Ex 20:4-6; Jo 4:24). Mas foi duplamente hediondo introduzir outros deuses, como o fenício Baal, em violação direta ao primeiro mandamento, que requer a adoração exclusiva ao Senhor (ver Ex 20:3). E, então, nos dias de Oseias, todas as formas de idolatria continuavam “mais e mais”, até que a nação ficou infestada com essas falsas religiões. CBASD, vol. 4, p. 1025.

Beijam bezerros. Era costume dos adoradores de ídolos beijar o objeto de adoração (ver IRs 19:18). Se não fosse possível se aproximar da imagem (como a Lua), o sinal era enviado pelo adorador, beijando sua própria mão (ver com. de Jó 31:27). CBASD, vol. 4, p. 1025.

3. Como nuvem de manhã. A prosperidade de Efraim seria de curta duração (ver Sl 37:35, 36). A apostasia traria sobre ele a punição certa e rápida. Estas quatro figuras: a nuvem da manhã, o orvalho da madrugada, a palha e a fumaça muito expressivamente denotam a natureza transitória da existência nacional de Israel. A Bíblia está cheia de figuras que representam a transitoriedade da vida humana (ver Is 40:6-8; Tg 4:14, etc). CBASD, vol. 4, p. 1026.

4. Não há salvador. Oseias aqui se refere ao Senhor como o único Deus verdadeiro, ao passo que todos os outros deuses eram fraudes (ver Is 43:10-12; Is 45:20, 21). A libertação de Israel do Egito foi uma prova incontestável do poder de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1026.

6. Eles se fartaram. Nas ricas pastagens do amor e da bondade de Deus, o Seu povo se fartou. Efraim é como um animal de trabalho doméstico (ver com. de Os 10:11) que, em um pasto demasiadamente luxuriante, torna-se teimoso e incontrolável. CBASD, vol. 4, p. 1026.

Ensoberbeceu-se-lhes o coração. Literalmente, “o invólucro do seu coração”, isto é, o pericárdio, a membrana que envolve o coração. Israel havia fechado seu coração a Deus. O castigo divino é retratado como o rasgar do coração fechado, por um leão. O profeta apresenta um impressionante paralelo com o dia do juízo, quando os corações serão abertos diante de Deus (ver Hb 4:13; 10:30, 31). CBASD, vol. 4, p. 1026.

Esqueceram. Em vez de se lembrar de Deus com gratidão e moldar a vida de acordo com Sua graça abundante, o povo se encheu de orgulho e se esqueceu do Criador. Quanto mais os bens deste mundo são procurados e valorizados, mais Deus, o grande doador de todos os bens, é esquecido. Este foi o grave pecado de Israel para o qual o profeta tantas vezes chama a atenção da nação (ver Os 2-5; 4:7; 10:1). CBASD, vol. 4, p. 1026.

7. Como leão. Uma figura que apropriadamente descreve a destruição que inevitavelmente se segue ao pecado de Israel. As bestas vorazes mencionadas aqui, o leão com sua ferocidade e o leopardo com a sua agilidade, simbolizam a breve invasão dos assírios, que traria fim ao reino do norte (ver 2Rs 17:1-6). CBASD, vol. 4, p. 1026.

8. Como ursa. Poucos animais são mais ferozes do que a ursa quando roubada de seus filhotes ou quando está faminta. A LXX, para esta frase de abertura traz: “Vou encontrá-los pelo caminho da Assíria, como uma ursa feroz.” As três feras mencionadas: o leão, o leopardo e o urso adequadamente exibem o poder de Deus e o furor de Sua ira. Se o pecador escapar do leão, o leopardo o alcança; se ele fugir do leopardo, a ursa selvagem o encontra. Parece que Oseias está se esforçando para demonstrar ao povo a realidade do que significa a visitação da ira divina. O profeta aqui emprega as mesmas figuras aterradoras do mundo animal que, muitas vezes, são utilizadas em outras passagens para simbolizar as nações que Satanás emprega para se opor e devorar o povo de Deus (ver Jr 4:7; 50:17, 44; Ez 32:2; Dn 7:4-7). CBASD, vol. 4, p. 1026.

9. A tua ruína. Israel se destruiu com as armas do orgulho, idolatria, sensualidade e anarquia. O pecado é sempre suicida (Pv 8:36; Ez 18:20; 33:10, 11; T5, 120). CBASD, vol. 4, p. 1026.

Teu socorro. A crise extrema de Israel poderia ser, se o povo quisesse, a oportunidade de Deus (ver Is 49:14-16; Hb 13:5). 0 versículo é ao mesmo tempo um fim trágico e um começo confortador, uma garantia de que por um lado, se a ruína de Israel foi causada por suas decisões, por outro, ainda estava aberta para eles uma oportunidade de voltar ao Senhor. Enquanto por toda a história humana ira e ruína são o deserto do pecador, a bondade e a misericórdia são a dispensação de um Deus amoroso e justo. CBASD, vol. 4, p. 1027.

10. 0 teu rei. As perguntas, neste versículo, mostram claramente que os reis da própria escolha de Israel (ver com. de Os 8:4) não poderiam ajudar a nação. A razão pela qual os israelitas pediram um rei era para que ele pudesse julgá-los e sair diante deles para lutar suas batalhas (ISm 8:19, 20). Seu medo do que as nações hostis poderiam fazer-lhes provocou uma crise que, como julgavam, apenas um rei poderia resolver adequadamente. Na crise que estava diante deles — frente à ] ameaça da invasão assíria — o Senhor pergunta: “Onde está agora o rei que vai levá-los para defender todas as suas cidades e as suas fortalezas, e dar-lhes a vitória? Onde estão os juizes e os príncipes que os livrarão do perigo?” Naturalmente, a resposta é que auxiliares tão poderosos não podem ser encontrados. CBASD, vol. 4, p. 1027.

11. Dei-te um rei. Este rei, sem dúvida, é Saul (ver ISm 8:4-7; 9:22-10:1). … E um pensamento sóbrio afirmar que Deus pode punir as pessoas, concedendo-lhes o que desejam. CBASD, vol. 4, p. 1027.

12. Atadas juntas. Como um homem, segundo o costume, guarda o dinheiro em um saco e deposita em algum lugar secreto a fim de que possa ser preservado, do mesmo modo, Deus havia guardado cuidadosamente os pecados de Efraim (ver Dt 32:34, 35; Jó 14:17). O dia do acerto de contas de Efraim havia chegado. CBASD, vol. 4, p. 1027.

14. Meus olhos não vêem em Mim arrependimento algum. O que de fato Ele faz é chamar a morte e o sheol para fazer o trabalho deles, e, nesse momento, a compaixão vai estar ausente enquanto faz o que é para Ele uma “obra estranha” (Is 28:21). CBASD, vol. 4, p. 1028.

15. Aquele que ele viceja. Trata-se um jogo de palavras. O nome de Efraim, por derivação comum, é derivado de um radical que significa “ser frutífero” (ver Gn 49:22). CBASD, vol. 4, p. 1028.

Vento leste. Ventos do leste na Palestina, vindos do deserto, tendem a ser quentes e escaldantes (ver com. de Jr 18:17). Os exércitos poderosos da Assíria são representados por esta imagem. CBASD, vol. 4, p. 1028.

Serão despedaçados. Sobre os costumes bárbaros nas guerras antigas ver com. de Jz 1:6; 2Rs 8:12, cf. 2Cr 25:12. CBASD, vol. 4, p. 1028.



OSEIAS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
5 de março de 2021, 0:40
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Ser escolhido por Deus não é garantia de salvação. Saul foi escolhido por Deus, e se perdeu. Do mesmo modo, o povo de Israel, caso não perseverasse no caminho do Senhor, estaria irremediavelmente perdido.

O mesmo pode ser dito dos cristãos: “Aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mateus 24:13). “Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, fortalecei-vos” (I Coríntios 16:13). “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (I Coríntios 10:12).

Israel foi o povo escolhido por Deus. Entretanto, não perseverou nos caminhos do Senhor. Sua condição não era das melhores. Talvez muitos de nós estejamos exatamente assim.

• Pelos acontecimentos descritos em 1 Reis 11:1-40, Israel do Norte se sobressaia como nação (v. 1). Como quase sempre acontece, a prosperidade prepara a humanidade para a pecaminosidade; assim, o povo de Deus estava em queda livre por causa da atração pela idolatria (vs. 2-3). E ainda está.

• A religião adaptada ao gosto do freguês e não ao gosto de Deus, a igreja que “fabrica deuses”, e os profissionais da religião que promovem seus próprios produtos visando cada vez mais lucros, dão ao povo uma religião vazia e oca, uma espiritualidade desprovida de conteúdo sólido, deixando as pessoas áridas na fé. Mas Deus continua revelando Seu terno e eterno amor desejando salvar pelo menos alguns dos pecadores que fingem conhecê-lO (vs. 4-6).

• Deus é rejeitado; e, Seu amor, desprezado pelos pecadores condenados. Que miséria! Quanta insensatez! Tamanha loucura não tem igual! Ficamos horrorizados com Israel, mas não somos tão diferentes. É possível que muitos de nós estejamos tão iludidos espiritualmente quanto o antigo povo de Deus. O aviso divino através de profetas é uma forma de despertar corações iludidos para um reavivamento e uma reforma (vs. 7-15).

• Quando a solução ofertada por Deus é rejeitada, não resta outra coisa senão deixar que cada um colha o tipo de sementes que plantou. O juízo é o momento de acertos de contas com quem não tem juízo. Nesse dia, os que foram loucos não serão poucos (vs. 15-16).

No dia do julgamento divino as pessoas ficarão com raiva de si mesmas por todas as atitudes negligentes que tiveram (Apocalipse 6:12-17).

Portanto, permaneça firme, não na rebelião, mas no caminho da salvação. Não seja teimoso, mas fiel e piedoso.

“Senhor, renova-nos, fortaleça-nos!”– Heber Toth Armí.



OSÉIAS 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
4 de março de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 12 – Primeiro leia a Bíblia

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OSEIAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
4 de março de 2021, 0:50
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548 palavras

1. O vento leste. Ver com. de Jr 18:17. Seguir o vento oriental é buscar vãs esperanças e planos impraticáveis. Em medida mais ampla, a alusão é feita ao poder destruidor do vento leste [do deserto], tornando-o figurativamente uma representação maior de algo que é vão e vazio. Ele representa o que é nocivo e destrutivo. O vento leste na Palestina, trazendo grandes extensões de resíduos de areia, é abrasador e destrutivo para a vegetação, opressivo para o homem, violento sobre o mar (ver Sl 48:7) e em terra (ver Jó 27:21; Jr 18:17). Portanto, seguir o vento leste significa destruição. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4, p. 1019

2. Contenda. Jacó. Em um sentido particular, Jacó aqui representa o reino do norte, em contraste com Judá, mas num sentido mais amplo, o nome abrange tanto as dez tribos que compunham Israel, como as duas tribos  que formavam Judá. CBASD, vol.4, p. 1020.

3. Pegou do calcanhar. … lutou com Deus. A menção do nome de Jacó (v. 2) faz referência, no v. 3, a dois eventos importantes na vida do patriarca. Evidentemente o objetivo de Oseias é admoestar seu povo a imitar o comportamento de seu progenitor e lembrá-lo da distinção que Jacó tinha obtido, assim, como um incentivo para que o imitassem. … O fim de toda a luta com Deus não era para conquistá-Lo, mas para conquistar a si mesmo. O reconhecimento da fraqueza é o nosso poder, e aqueles que se aproximam de Cristo com a súplica: “Não Te deixarei ir se me não abençoares” (Gn 32:26), descobrirão que isso alcança o poder de Deus. CBASD, vol.4, p. 1020.

4. Lutou. A experiência de Jacó como um exemplo a ser seguido pelo povo de Deus é mais integralmente descrita e tratada neste versículo, a fim de estimular Israel a fazer o mesmo. Essa experiência traz algumas lições importantes: (1) A eficácia da oração fervorosa e persistente nessa luta (ver Ef :18; Fp 4:6; 1Ts 5:17). … (2) Somente com a ajuda de Deus podemos superar o problema do mal em nossa vida. CBASD, vol.4, p. 1020, 1021

10. Símiles. Trata-se de comparações semelhantes parábolas, símbolos que mostram o invisível por meio do visível. … A LXX, para esta oração, diz significativamente: “Eu fui representado por meio dos profetas.” As símiles tornaram as mensagens dos profetas mais cativantes, mais fáceis de entender e de serem lembradas. CBASD, vol.4, p. 1023.

11. Montões. Do heb. galim, “montes de pedras”, assim como os agricultores removiam as pedras do solo arável e as deixava empilhadas em montes inúteis para fácil remoção. Os altares idólatras, tanto de Gileade (que significa “montão da testemunha”; ver com. de Gn 31:47) quanto de Gilgal, deviam ser transformados em montes de pedra. CBASD, vol.4, p. 1023.

12. Jacó fugiu. A fuga de Jacó e a servidão a Labão (v. 12) são comparadas com a experiência de Israel no Egito (v. 13). CBASD, vol.4, p. 1024

13. Profeta. A alusão, aqui, é feita ao profeta Moisés (ver Êx 3:4-12; Sl 77:20; Is 63:11-14). Como o Israel antigo foi preservado pelo profeta Moisés, assim também o povo de Deus, hoje, é preservado por dar ouvidos aos mensageiros designados por Deus e por ordenar a vida em harmonia com os conselhos assim transmitidos (ver 2Pe 1:19). CBASD, vol.4, p. 1024

14. Ira. Por causa da falsidade de Efraim e de sua falta de devoção, ele provocou a ira amarga do Senhor. A culpa e a punição de Efraim não seriam eliminadas (ver com. de Jz 2:20; 2Rs 13:3). CBASD, vol.4, p. 1024

Sangue. Efraim havia derramado sangue em profusão (ver Os 4:2; 5:2). CBASD, vol.4, p. 1024

Opróbrio. A desonra que Efraim causou a Deus por meio da idolatria e da iniquidade retornou para ele. Aqueles que se rebelam contra Deus e trazem opróbrio ao Seu nome devem esperar a retribuição divina (ver 1Sm 2:30). CBASD, vol.4, p. 1024



OSEIAS 12 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
4 de março de 2021, 0:40
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Enquanto a natureza de Deus é inclinada a procurar pelo pecador, a nossa natureza é inclinada a se afastar de Deus. É por isso que precisamos da educação, repreensão e correção divina desde a infância. O pior, é que a maioria nunca aprende.

Perversão religiosa, ignorância espiritual e corrupção moral não ficarão sem punição. Deus quer livrar a humanidade de Sua ira contra o pecado, por isso Seu amor é revelado intensamente intentando alertar e atrair ao pecador. Caso o homem não queira seguir os planos divinos, terá de seguir o destino estipulado pelo pecado.

• Deuses de fantoches ou religião “fake fazem as pessoas brincarem de adoração como se fosse consagração verdadeira. Assim vivia Efraim, e assim vivem muitos crentes do século 21. Entretanto, Deus, almejando salvar ao pecador, reportou à história do início de Israel (vs. 1-6) quando Jacó, no ventre materno, lutou com seu irmão (Gênesis 25:26). Depois, já adulto, lutou com Deus (Gênesis 32:24-28); e, em Betel, se humilhou, chorou e orou, e então, encontrou-se com Deus. Houve, então, reavivamento e reforma (Gênesis 28:12-22; 35:1-15). A mesma atitude deveria ter manifestado Efraim e cada um de nós caso precisamos manifestar caso queiramos ser abençoados e salvos.

• Conquistas mundanas, sucesso material, fama secular e grandeza financeira não significam bênçãos nem segurança reais; o escândalo religioso, a moralidade em decadência, espiritualidade tola e lixo místico levam a sociedade à decadência, e muitos pensam que ela está se aperfeiçoando. Apesar dos pecadores não enxergarem a triste realidade, Deus desperta Seus agentes para revelar a podridão da alma e alertar do juízo vindouro contra o mal (vs. 7-11).

• Fraudulentos, hipócritas, traiçoeiros, trapaceiros, inconsequentes e perversos como Jacó podem se converter, se humilhar e se entregar ao Salvador antes que venha a desgraça por causa da rejeição aberta ao plano divino. Esperar pelo arrependimento é especialidade de Deus ligada ao perdão e Seu poder de reverter o quatro fatídico resultante do pecado (vs. 12-14; II Pedro 2:1-3; 3:7-13).

A prosperidade material cria paz e seguranças ilusórias nos indivíduos que “vegetam” neste mundo incerto, injusto, idólatra e imoral. A teologia da prosperidade prepara a humanidade para ir à perdição com tranquilidade (I Tessalonicenses 5:3).

O evangelho da prosperidade é perversão da verdade bíblica; portanto, devemos conhecer pessoalmente a Cristo e o evangelho descrito na Bíblia! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



OSÉIAS 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
3 de março de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 11 – Primeiro leia a Bíblia

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OSEIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
3 de março de 2021, 0:50
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638 palavras

Laços de amor. Uma expressão significativa, mostrando que esses laços são muito diferentes dos utilizados para domesticar animais selvagens. … Deus não atrai as pessoas desse modo. … nos atrai de modo racional, cortejando a inteligência e apelando aos afetos (ver com. de ls 1:18). Deus nos chama de uma maneira adequada à dignidade de nossa natureza, conforme fomos criados à Sua imagem (Gn 1:26, 27). Ao trabalhar pelas pessoas, devemos sempre seguir esse método de amor (ver ICo 9:19-23; lTs 2:7, 8; 3:12;  Hb 5:2). Cristo nos atraiu com cordas humanas ao Se fazer homem, viver e Se sacrificar para o nosso bem (ver Jo 12:32; At 10:38). Uma das razões do Filho de Deus se fazer um de nós foi para nos atrair com as cordas de simpatia, ao partilhar uma natureza comum conosco. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1017.

como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas (ARA). NVI: “tirei do seu pescoço o jugo”.

5. Para a terra do Egito. Tendo sido tributário da Assíria desde os tempos de Menaém (2Rs 15:17-20), Israel se revoltou e procurou a ajuda do Egito (2Rs 17:1-4). No entanto, nenhuma ajuda vinda do Egito seria permitida. Israel seria obrigado a se submeter ao jugo da Assíria. O cativeiro assírio seria um castigo sobre eles por pecados dos quais não haviam se arrependido. CBASD, vol. 4, p. 1017.

7. Meu povo. Quão expressivamente isso mostra que, apesar de toda a culpa de Israel em apostasia persistente, a nação ainda era “Meu povo” para Deus! CBASD, vol. 4, p. 1017.

8. Como te deixaria, ó Efraim? O pensamento do v. 8 representa uma transição de previsões sombrias de castigo severo para promessas consoladoras de misericórdia. Com frequência, nas profecias de Oseias, castigos e promessas se alternam e, às vezes, se misturam. Embora Efraim merecesse completa destruição por causa de suas iniquidades, o Senhor, por Sua misericórdia e Seu amor duradouro, continuou a lutar pelo arrependimento e pela reforma da parte de Seu povo (ver Jr 31:20). CBASD, vol. 4, p. 1017.

Zeboim. Admá e Zeboim estavam entre as cidades da planície de Sodoma, que foram destruídas por Deus (Gn 14:8; Dt 29:23). Embora Israel fosse tão culpado e merecedor da ira como essas cidades (ver Mt 11:23, 24), Deus manifestou relutância em entregar o reino do norte nas mãos de seus inimigos ou destiná-lo à destruição. CBASD, vol. 4, p. 1017, 1018.

9. Não executarei. O profeta pinta um retrato glorioso da operação do amor divino. O Senhor não executaria o ardor da Sua ira, nem destruiria a Efraim totalmente. Se o amor de Deus no início de seu interesse por Israel fora algo grande e exaltado (ver v. 1-4), tornou-se maior ainda, como a expressão máxima da compaixão (v. 8, 9), na qual o Senhor Se recusa a desistir de Seu povo, totalmente indigno como se tornara, do amor que Ele lhe mostrou. CBASD, vol. 4, p. 1018.

Eu sou Deus. Esta é a razão básica para a misericórdia divina assim expressa. O caráter inerentemente santo de Deus não pode deixar de honrar e cumprir sua aliança de amor eterno com Israel. Ele é Deus e por isso deve ser medido pelo padrão divino desse amor (ver Rm 8:37-39; ljo 4:16), não pelo padrão vingativo do homem. CBASD, vol. 4, p. 1018.

O Santo. Isso explica por que Deus pune a iniquidade e ainda continua a mostrar misericórdia. A santidade que não pode tolerar a culpa também é a santidade da verdade e da fidelidade. CBASD, vol. 4, p. 1018.

10. Bramará como leão. A voz majestosa e imponente do Senhor, embora cheia de amor (Rm 2:4), também é plena do solene poder de juízo para aqueles que praticam a iniquidade. Deus chama os pecadores não apenas a correr para a Sua misericórdia, mas também para fugir da ira vindoura (ver Mt 3:7, 8). CBASD, vol. 4, p. 1018.

12. Judá ainda domina com Deus. O profeta apresenta a idolatria aberta de Israel em contraste com a condição espiritual do reino do sul, de Judá, que era aparentemente fiel ao Senhor. CBASD, vol. 4, p. 1018.



OSEIAS 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
3 de março de 2021, 0:40
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Desfrutar de bênçãos sem valorizar, respeitar e honrar ao doador através da obediência são maneiras de agir que evidenciam irreverência, ingratidão e egoísmo no coração.

Apesar de nossa atitude inconsequente, Deus nos trata como filhos desobedientes, mas alvos de Seu amor insistente, perseverante e atraente.

Neste capítulo “vemos o anseio de Deus e Seu desapontamento descritos de maneira bastante vívida. Adore a Deus enquanto lê o texto, tentando conectar-se com as emoções ali descritas” – sugere Erwing Lutzer. Depois reflita:
• Deus amou desde o início, chama de onde o pecador se encontra, ensina durante a existência, toma nos braços, cura, atrai, Se inclina – Se isso não revela amor, graça e misericórdia no Antigo Testamento, o que seria? (vs. 1-4).
• Deus ama com amor mais elevado que o mais nobre e puro amor humano. Quem ama educa, corrige e para isso disciplina, castiga e conversa – Sem a revelação sobrenatural através dos profetas quem alcançaria tais informações sobre as emoções do Soberano do Universo? (vs. 5-9).
• Deus amará a tal ponto de esperar a reconciliação com o rebelde e irreverente. O fogo da paixão de Deus almeja derreter o gelado coração do pecador impenitente. Sua ação movida de compaixão almeja realizar a transformação que gera restauração total da degradação causada pelo pecado – Se isso não for salvação pela graça, o que seria? (vs. 10-12).

O amor de um casal apaixonado, ou de pais e mães dedicados, pode ilustrar, mas jamais se iguala ao amor de Deus por Seus filhos, ainda que indisciplinados.

Embora não correspondido, o amor de Deus não perde o valor nem passa a agir motivado pela vingança. Pelo contrário, oferece esperança ao que O traiu e está vivendo na desgraça.

O pecado pode até nos afastar de Deus, mas Deus não se afasta do pecador (Isaías 59:1-17). O Deus do impossível oferece amor incondicional, infinito e sobrenatural aos praticantes do mal.

Os que desistiram de Deus, O substituíram pela miséria do pecado, O ignoraram devido a preferirem os próprios caprichos, devem saber que o amor de Deus não desistiu de intentar alcançá-los. Portanto, em Oseias temos o mesmo amor revelado por Jesus nas parábolas de Lucas 15, que chega ao auge da revelação do amor divino na parábola do filho pródigo.

Reavivemo-nos e voltemo-nos para Deus urgentemente! – Heber Toth Armí.