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JOEL 3 – Deus age e vai intervir na história do mundo com juízo. Suas intenções visam eliminar o mal. Cada uma de Suas ações tem como objetivo combater a rebeldia e levar pecadores ao arrependimento, para que se salvem da condenação do pecado.
Conforme esboça Warren Wiersbe, o dia do juízo está sendo profetizado desde 2:28 e vai até 3:21. Do qual temos:
1. Antes do dia do Senhor: O Espírito será derramado (2:28-32);
2. Durante o dia do Senhor: O juízo será derramado (3:1-16);
3. Depois do dia do Senhor: Bênção será derramada (3:17-21).
“Uma vez que Joel provavelmente foi o primeiro profeta a registrar seus oráculos por escrito, seu livro oferece uma compreensão valiosa da história da profecia, especialmente pelo fato de fornecer uma estrutura para tratar do fim dos tempos, seguida à risca ao longo de toda a Escritura subsequente […]. Profetas posteriores, inclusive o Senhor Jesus, apenas desenvolveram o esboço, mas, como é característico da natureza divina da Escritura verdadeira, não consideraram necessário, em nenhum momento, se desviar dessa revelação inicial” (Montague S. Mills).
Antes da renovação, o juízo. Antes do juízo, o anúncio. Essa sequência de atos também se encontra no livro de Apocalipse. Além dessa aplicação geral, é possível destacar outras preciosas lições de vida, como por exemplo:
Deus…
• …quer chamar nossa atenção para a salvação, para isso Ele está disposto a tudo. No livro de Joel Ele aproveitou as crises visando despertar a consciência dos rebeldes de sua necessidade básica da dependência dEle.
• …anseia reavivar a chama da espiritualidade nos mortos espirituais ou apáticos à prática da fé; por isso, usa Seus mensageiros para despertar os indiferentes quanto à necessidade de renovação espiritual.
• …deseja que levemos a sério a malignidade do pecado, a necessidade do julgamento e a grandiosa importância do arrependimento por meio da oração e jejum, para experimentarmos a salvação através da graça divina.
• …almeja que Seus servos busquem Seu perdão, para que, justificados sejam cheios do Espírito Santo; e, assim, se beneficiem da restauração dos redimidos.
No fim, o bem vencerá o mal. “O livro termina com um tom de certeza por um motivo específico: Porque o Senhor habitará em Sião” (William MacDonald). Quem se posicionar ao lado de Deus, experimentará a vitória também! – Heber Toth Armí.
Conte-nos como estes três capítulos impactantes de Joel falaram ao teu coração durante estes três dias…
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TEXTO BÍBLICO JOEL 2 – Primeiro leia a Bíblia
JOEL 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JOEL 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
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2195 palavras
1. Tocai. Os v. 1 a 11 dão uma descrição mais detalhada do desastre causado pelos “gafanhotos” (ver com. de Jl 1:4) e do surgimento da praga (Jl 2:4). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1041.
Trombeta. Do heb. shofar, um instrumento feito de chifre de carneiro e usado para anúncios e convocações (ver vol. 3, p. 23,24). CBASD, vol. 4, p. 1041.
Sião. Este nome se aplica tanto a Jerusalém como à montanha sobre a qual a cidade se situava (ver com. do SI 48:2). CBASD, vol. 4, p. 1041.
Dia do SENHOR. Em vista do fato de o grande dia do Senhor se apressar em ritmo acelerado e de que poucos, mas preciosos momentos de provação permanecem, cabe ao povo de Deus despertar da letargia espiritual e buscar o arrependimento e a humilhação. Há muitos em Sião satisfeitos com suas conquistas espirituais. Eles se sentem “ricos” de bens, e “de nada sentem falta” (cf. Ap 3:17). Outros, que sentem necessidade, ou são muito letárgicos para efetuar uma mudança, ou então esperam que a falta seja suprida no tempo da chuva serôdia (ver TM, 507). Toda essa necessidade é despertada pelo toque da trombeta do vigia de Sião. E, enquanto o dia da graça perdura, é hora de empreender um trabalho de profundo arrependimento para purificar a alma de toda imundície e permitir que a graça opere plenamente no coração (ver com. do v. 14). CBASD, vol. 4, p. 1041.
2. Dia de escuridade. A linguagem pode ser entendida tanto em sentido figurado, representando a angústia e o desespero, ou literalmente, referindo-se à escuridão causada pela praga de gafanhotos, semelhante à que caíra sobre o Egito (Êx 10:15). … Um escurecimento real do sol é mencionado em Joel 2:31. CBASD, vol. 4, p. 1041.
5. Chamas de fogo que devoram. Este foi o barulho feito pelos gafanhotos quando desceram e consumiram toda a erva verde. CBASD, vol. 4, p. 1041.
7. Homens de guerra. Os gafanhotos são comparados a um exército bem disciplinado que supera todos os obstáculos (ver Pv 30:27). CBASD, vol. 4, p. 1042.
8. Não empurram. Literalmente, “e eles não se aglomeram”. CBASD, vol. 4, p. 1042.
9. Pelas janelas. As janelas das casas antigas não tinham vidraças e, portanto, não havia impedimento para a invasão dos gafanhotos. CBASD, vol. 4, p. 1042.
10. Treme a terra. Este versículo deve ser entendido em conexão com o v. 11. Ele descreve os fenômenos físicos que acompanham o Dia do Senhor. As condições aqui descritas não poderiam ter sido produzidas pelo exército de gafanhotos, a menos que a linguagem fosse altamente hiperbólica. A vivida descrição da invasão de insetos serviu apenas como uma ilustração dos julgamentos que cairiam sobre Judá no dia do Senhor (ver com. de Jl 1:4, 15). CBASD, vol. 4, p. 1042.
O sol e a lua. Comparar com Is 13:9-11; Am 8:9. Jesus mostrou como estes fenômenos físicos se manifestariam em conexão com o Dia do Senhor (Mt 24:29, 30). Joel concentrava sua atenção no grande Dia do Senhor, que poderia ter sido cumprido a respeito da nação de Israel (ver com. de Jl 1:4). Jesus mostrou como virá o grande dia do Senhor, e como o propósito de Deus está se cumprindo através da igreja (ver p. 21-23). CBASD, vol. 4, p. 1042.
11. Seu exército. A interpretação da praga de “gafanhotos” depende em parte da data que se atribui ao livro de Joel (ver p. 1035). Ao se presumir que o livro tenha sido escrito no tempo de Josias (2Rs 22; 23:1-30), é possível ver na vivida descrição da praga um presságio da invasão da Babilônia, da qual Ezequias já fora advertido (2Rs 20:16-18). Joel, então, teria sido contemporâneo de Habacuque e Sofonias, que também alertaram acerca da ameaça de invasão (Hc 1:6; Sf 1). A descrição de Sofonias do Dia do Senhor e sua exortação ao arrependimento são muito semelhantes às de Joel (ver Sf 1:14, 15; 2:1-3). CBASD, vol. 4, p. 1042.
12. Convertei-vos. Do heb. shuv, melhor, “voltar”, ou “retornar”. CBASD, vol. 4, p. 1042.
De todo vosso coração. Comparar com Dt 4:29; Jr 29:11-14. Apenas o arrependimento genuíno poderia evitar os ameaçadores castigos. CBASD, vol. 4, p. 1042.
13. Rasgai o vosso coração. Para um judeu, rasgar sua roupa era um sinal de grande tristeza. Isso significava que ele tinha sofrido alguma calamidade terrível (Gn 37:34; Lv 13:45, 2Cr 34:27; Jr 36:24). No entanto, como era possível a exibição de tais sinais exteriores de tristeza sem qualquer sentimento real íntimo, foi ordenado às pessoas que ao invés das roupas rasgassem o coração. CBASD, vol. 4, p. 1042.
E Se arrepende. Sobre o arrependimento de Deus, ver com. de Gn 6:6; 1Sm 15:11; ver também PP, 630. … A oração não muda a mente de Deus. Para Ele não há “variação, ou sombra de mudança” (Tg 1:17). Mas a oração muda o requerente (ver com. de Dn 10:13). Quando se cumprem as condições para que as orações sejam respondidas, Deus pode conceder ricas bênçãos. CBASD, vol. 4, p. 1042.
14. Quem sabe …? É Deus quem determina se a disciplina é necessária. 0 penitente pode ter a certeza de que, se apesar de sua mudança de coração, a disciplina vem, o castigo vai ser para o bem (ver Hb 12:5-11). Em vista do grande e terrível Dia do Senhor, prestes a irromper sobre um mundo condenado, o chamado de Joel ao arrependimento não diminui sua força (ver GC, 311; T6, 408, 409). O apelo tem uma dupla aplicação: para o mundano é um apelo para abandonar a loucura e o pecado e aceitar o Senhor Jesus Cristo, o único meio de salvação (At 4:12); para o professo religioso morno (Ap 3:16) é um apelo para despertar da letargia espiritual e ter a certeza da salvação (ver com. do v. 1). CBASD, vol. 4, p. 1043.
17. Pórtico … altar. O vestíbulo na entrada do templo (ver com. de 1Rs 6:3). O altar de bronze para holocaustos ficava no pátio em frente ao átrio (ver 2Cr 8:12; ver com. de 1Rs 8:64). O local de encontro era, portanto, exatamente na entrada do templo. CBASD, vol. 4, p. 1043.
18. Então, o SENHOR. As promessas eram condicionais e, como os israelitas nunca responderam ao apelo de Joel de todo o coração, aquelas promessas nunca se cumpriram para eles. No entanto, certas características das promessas seriam cumpridas, em princípio, em relação ao novo Israel (ver p. 21-23).
CBASD, vol. 4, p. 1043.
20. O exército que vem do Norte. Aqui, o norte, obviamente, é mencionado porque muitos dos inimigos de Judá entraram na Palestina pelo norte. A invasão de gafanhotos, embora provavelmente real, era também, presumivelmente, uma figura da invasão de exércitos hostis (ver com. de Jl 1:4). Alguns que defendem uma data mais antiga para Joel (ver p. 7) vêem aqui uma referência aos assírios. Aqueles que defendem uma data no tempo de Josias veem uma referência aos babilônios (ver Jr 1:14; 4:6). A devastação causada pelos babilônios poderia ter sido evitada mediante sincero arrependimento e reforma (ver p. 18). CBASD, vol. 4, p. 1043.
Mar oriental. O Mar Morto. CBASD, vol. 4, p. 1043.
Mar ocidental. Ou seja, o Mediterrâneo. CBASD, vol. 4, p. 1043.
O seu mau cheiro. Os corpos em decomposição dos enxames de gafanhotos exalavam um cheiro repugnante. CBASD, vol. 4, p. 1043.
21. Grandes coisas. Os gafanhotos efetuaram grande destruição; Deus operaria grandes coisas no livramento. CBASD, vol. 4, p. 1043.
22. Animais do campo. Os animais sofreram muito por falta de comida. Aqui, são chamados a se alegrar, porque os pastos e as árvores passaram a produzir abundante alimento. CBASD, vol. 4, p. 1043.
23. Regozijai-vos. Em sua imediata aplicação, este versículo se refere à restauração das chuvas adequadas. A chuva têmpora caía no outono e promovia a germinação dos grãos, enquanto a chuva serôdia caía na primavera e ajudava a colheita a amadurecer (ver vol. 2, p. 93). Em sua aplicação para ao novo Israel as chuvas representam o trabalho do Espírito Santo (TM, 506). CBASD, vol. 4, p. 1044.
Chuva. Do heb. geshem, frequentemente denota uma chuva violenta ou um aguaceiro. CBASD, vol. 4, p. 1044.
Temporã e a serôdia (ARA; NVI: “as de outono e as de primavera”). Na sua aplicação figurativa à igreja, a chuva [temporã] representa o início da efusão do Espírito Santo no dia de Pentecostes, enquanto a chuva serôdia representa o derramamento final do Espírito Santo, que produz “a maturação da colheita” (GC, 611; cf. AA, 54, 55). “A grande obra do evangelho não deverá encerrar-se com menor manifestação do poder de Deus do que a que assinalou o seu início” (GC, 611). As figuras das chuvas têmpora e serôdia se referem também à experiência cristã individual. “Assim é dado o Espírito Santo para levar avante, de um estágio para outro, o processo de crescimento espiritual. O amadurecimento do grão representa a terminação do trabalho da graça de Deus na alma” (TM, 506). A menos que a primeira chuva faça o seu trabalho, a chuva serôdia será ineficaz. Aqueles que desejam participar do “refrigério” devem “obter a vitória sobre toda tentação” (PE, 71). As figuras das chuvas têmpora e serôdia se referem também à experiência cristã individual. “Assim é dado o Espírito Santo para levar avante, de um estágio para outro, o processo de crescimento espiritual. O amadurecimento do grão representa a terminação do trabalho da graça de Deus na alma” (TM, 506). A menos que a primeira chuva faça o seu trabalho, a chuva serôdia será ineficaz. Aqueles que desejam participar do “refrigério” devem “obter a vitória sobre toda tentação” (PE, 71). A chuva serôdia dá “poder à grande voz do terceiro anjo” (PE, 86) e prepara “a igreja para a vinda do Filho do homem” (AA, 55). Prepara “os santos para estar de pé no período em que as sete últimas pragas serão derramadas” (PE, 86). Encoraja os sinceros a aceitar a verdade (PE, 271). CBASD, vol. 4, p. 1044, 1045.
24 – 27. Os v. 24 a 27 retratam os efeitos benéficos da chuva abundante sobre a terra seca e estéril. O v. 24 proporciona um notável contraste com Joel 1:10 a 12. CBASD, vol. 4, p. 1045.
[Nota: Eiras: pátios de secagem e tratamentos dos grãos; lagares: lugares de pisoteamento das uvas.]
25. Restituir-vos-eis os anos. Comparar com Jl 1:4. Assim também as recompensas futuras compensam amplamente todas as tristezas e provações da terra (ver Rm 8:18; PE, 17). CBASD, vol. 4, p. 1046.
26. Comereis abundantemente. Um contraste marcante com as condições anteriores (Jl 1:16, 17). CBASD, vol. 4, p. 1046.
27. Sabereis. As obras maravilhosas de Deus na restauração de Israel dariam evidência aos que haviam sido tentados a acreditar que Deus abandonara Seu povo, que Ele estava realmente trabalhando para o bem deles. Mesmo durante a praga, Deus demonstrara misericórdia para produzir um arrependimento e uma reforma tão necessários. CBASD, vol. 4, p. 1046.
28. Depois. A frase é indeterminada quanto ao tempo. Era plano de Deus doar ao estado restaurado de Israel as bênçãos espirituais aqui descritas (ver com. de Ez 39:29). Por causa da queda do povo e da consequente rejeição da nação judaica (ver p. 19, 20), as promessas não se cumpriram no Israel literal. Essas promessas foram transferidas para o Israel espiritual. Pedro identificou os acontecimentos no dia de Pentecostes como o cumprimento parcial da profecia de Joel (At 2:16-21). Em vez de “depois”, Pedro usou a expressão “nos últimos dias” (v. 17). CBASD, vol. 4, p. 1046.
Sobre toda a carne. Este pensamento se destaca pela enumeração das várias faixas etárias que participarão das bênçãos espirituais e também pelo fato de que escravo e livre receberiam o Espírito do mesmo modo. O contexto deixa claro que aqui se fala de algo mais além da recepção do Espírito que acompanha a conversão e opera a transformação da vida. Este derramamento especial do Espírito resulta na manifestação de dons sobrenaturais, como profecia. … Na igreja primitiva “a manifestação do Espírito” foi dada “a cada um visando a um fim proveitoso” (1Co 12:7). Vários dons estavam em evidência, como “a palavra de sabedoria”, “a palavra de conhecimento”, “fé”, cura”, “operação de milagres”, “profecia”, “discernimento de espíritos”, “uma variedade de línguas”, “e a capacidade de interpretá-las” (1 Co 12:8-10). Os acontecimentos do Pentecostes eram apenas um cumprimento parcial da previsão de Joel, que “atingirá seu pleno cumprimento na manifestação da graça divina que acompanhará a obra final do evangelho” (CC, ix). CBASD, vol. 4, p. 1046.
30. Prodígios. Sobre os fenômenos que acompanharão a segunda vinda de Cristo, ver Lc 21:25, 26; Ap 6:12-17; 16:17-21. CBASD, vol. 4, p. 1047.
31. Em trevas. Sobre o cumprimento dessa predição antes da segunda vinda de Cristo, ver com. de Mt 24:29; ver também GC, 308. CBASD, vol. 4, p. 1047.
32. Todo aquele que invocar. Era plano de Deus que, por extensas atividades missionárias, o remanescente de Israel levasse o conhecimento do verdadeiro Deus e de Sua salvação às nações que não O conheciam. Sua queda transferiu a tarefa para o novo Israel, a igreja (ver p. 21-23). CBASD, vol. 4, p. 1047.
Sobreviventes. Do heb. seridhim, da raiz saraày “fugir”, portanto, “fugitivos”, “sobreviventes”. A palavra é traduzida como “remanescente” somente aqui e em Isaías 1:9. A palavra mais comum para remanescente no AT vem da raiz sha’ary “sobrar”, “permanecer”. A última oração poderia ser traduzida como “haverá livramento para os sobreviventes, para aqueles a quem o Senhor chamar” (NVI). CBASD, vol. 4, p. 1047.
A terminologia aqui aponta para “os sobreviventes, para aqueles a quem o Senhor chamar.” (2:32b NVI). Israel foi chamado para ser o remanescente no contexto imediato da profecia, mas eles não se arrependeram e assim não experimentaram o reavivamento e a reforma prometidos. A profecia condicional não foi cumprida no tempo deles. Após a morte de Cristo e com o início da igreja primitiva a promessa foi estendida ao Israel espiritual. Durante o Pentecostes milhares responderam ao derramamento do Espírito Santo e ao testemunho de Pedro e dos primeiros apóstolos. Este foi o início da primeira chuva espiritual (temporã) (AA 54). … A profecia para o tempo final é tão condicional como a profecia foi ao antigo Israel. “E todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (2:32a NVI). “Todos os que consagram alma, corpo e espírito para Deus será receberão constantes novas dotações de poder físico e mental” (DTN, 287). Michael Hasel, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/11/.
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JOEL 2 – Faça um check-up de tua vida espiritual. Faça uma aferição da pressão de tua fé. Cheque os batimentos cardíacos de tua consagração. Avalie se o sedentarismo não está prejudicando a tua prática da verdadeira religião. Analise se estás progredindo espiritualmente ou regredindo drasticamente. Verifique se não existe nenhum tumor cancerígeno de pecado te corroendo por dentro.
Na época de Joel, “a situação era muito dramática, porque a comunidade da fé estava corrompida e em estado de confusão mental. Havia muito sincretismo religioso – mistura de rituais pagãos com o culto a Deus. Em resumo, eles precisavam de uma completa reorientação” (Zdravko Stefanovic).
Analise: nossa…
• …situação pessoal, familiar, eclesiástica tem sido semelhante ao povo de Israel no tempo de Joel?
• …comunidade de fé está corrompida, e em estado de confusão mental como o povo de Deus no passado?
• …religião está também seguindo um sincretismo religioso incluindo na adoração práticas alheias à revelação bíblica?
• …época tem necessidade de uma completa reorientação espiritual, pois nos iludimos nos sentindo melhores do que os ouvintes primários do profeta Joel?
Independente de tuas respostas a estas questões aprofunde-se no estudo do capítulo em pauta. Segundo Myer Pearman, o conteúdo deste capítulo pode-se resumir da seguinte forma:
• Invasão dos assírios simbolizada pela invasão dos gafanhotos (vs. 1-11). Os assírios eram como gafanhotos por causa de seu número e efeito destrutivo.
• Apelo ao arrependimento (vs. 12-17).
• Promessa de libertação (vs. 18-27).
• O derramamento do Espírito sobre a nação judaica (vs. 28-29). Esta profecia cumpriu-se parcialmente no dia de Pentecostes.
• Os sinais que precedem a vinda do Senhor (vs. 30-32).
Na época de Joel os gafanhotos devastaram toda vegetação. Os animais morriam porque não tinham nada para comer. Nesse cenário de seca e morte, a chuva temporã e serôdia (v. 23) reverteriam o quadro, trazendo restauração (v. 19).
Joel utilizou dessa realidade natural para tratar da realidade espiritual. As chuvas temporã e a serôdia, espiritualmente falando, referem-se à restauração que Deus sonha para o mundo devastado pelo pecado.
Aqueles que rejeitarem ao pecado e buscarem pelo refrigério da primeira e da segunda chuva espiritual serão transformados, e estarão preparados para o que Deus está preparando.
Para isso, precisamos diariamente do Espírito Santo agindo urgente e profusamente em nossa vida! Afinal, sem consagração não há restauração total! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO JOEL 1 – Primeiro leia a Bíblia
JOEL 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JOEL 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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924 palavras
Contexto histórico.Joel não diz nada sobre o tempo de sua escrita. Ele não faz como muito de outros profetas (ver Is 1:1; Os 1:1; Am 1:1; etc.), que mencionam os reis sob os quais profetizaram. … Embora nenhuma data possa ser comprovada de forma conclusiva, este Comentário adotou o 7º século … . CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1035.
Como as antigas palavras de Joel contém uma mensagem divina atemporal, essa incerteza não diminui a importância de seu estudo e aplicação para a vida dos intérpretes atuais. … A mensagem de Joel, assim como a do profeta Sofonias, é dominada por um único tema: o dia do Senhor, ocasião da retribuição divina. Biblia de Estudo Andrews.
1 Palavra do SENHOR. Joel garante ao leitor que sua mensagem não se originou de si mesmo. Suas palavras foram ditas pelo Senhor. Ele assegura ter a inspiração divina, assim como outros profetas (Os 1:1; Mq 1:1; etc.; cf. 2Tm 3:16; 2Pe 1:20, 21). CBASD, vol. 4, p. 1037.
Joel. O nome provavelmente significa “o Senhor é Deus”. … Nada se sabe sobre Petuel. CBASD, vol. 4, p. 1037.
Aconteceu isto … ? A calamidade era algo novo na memória das pessoas. … Por esse dispositivo eficaz Joel sublinha a importância incomum de sua mensagem. CBASD, vol. 4, p. 1037.
2 Velhos. Ou, anciãos. Membros proeminentes da sociedade que desempenhavam uma importante função de liderança nos tempos de Joel (2:16). Eles também são mencionados em outros livros da Bíblia (2Rs 23:1; Jr 26:17). Biblia de Estudo Andrews.
terra. O reino do sul, Judá (3:1, 20). Biblia de Estudo Andrews.
4 São usadas quatro palavras hebraicas diferentes para se referir aos gafanhotos. No entanto, não se sabe se estas palavras denotam quatro espécies diferentes de gafanhotos, quatro etapas diferentes do desenvolvimento de um só gafanhoto (isto é, da pupa até a maturidade) ou se são sinônimos usados simplesmente para acrescentar variedade ao texto. De todo modo, a imagem é a mesma: destruição total do suprimento de comida. Biblia de Estudo Andrews.
Cortador. Do heb. gazam, que vem de uma raiz que significa “cortar”, portanto, empregada para representar um gafanhoto cortador. CBASD, vol. 4, p. 1037.
Migrador. Do heb. ‘arbeh, usado para representar o enxame ou os gafanhotos migradores. Os gafanhotos que assolaram os egípcios são identificados como ‘arbeh (Êx 10:4-19). CBASD, vol. 4, p. 1037.
Devorador. Do heb. yelek, que se considera ser um rastejante, um estágio não-alado do gafanhoto. CBASD, vol. 4, p. 1037.
5 Ébrios. De modo poético, os bebedores de vinho são chamados a lamentar seu destino. Privados de seu meio favorito de indulgência, eles são convidados a despertar de sua letargia para derramar as lágrimas de desilusão. CBASD, vol. 4, p. 1038.
6, 7 O “povo … inumerável” é uma referência ao enxame incontável de gafanhotos invasores. Por meio de uma linguagem metafórica, comparando gafanhotos a leÕes, o profeta se refere à habilidade deste inseto de devorar a vegetação e desfolhar as árvores. Biblia de Estudo Andrews.
7 Tirou-lhe a casca. Depois que os gafanhotos devoram tudo que é verde e suculento, atacam a casca das árvores. CBASD, vol. 4, p. 1038.
8 Marido da sua mocidade. Sem dúvida, se trata daquele com quem a moça estava comprometida e a quem ela amava sinceramente, mas que morreu antes de se casarem. Em vez de um vestido de noiva, ela coloca uma roupa de luto feita com pano áspero de saco. Sob a lei mosaica, um compromisso de noivado, em seus aspectos gerais, era considerado como um casamento (ver com. [CBASD] de Dt 22:23; Mt 1:18-20). CBASD, vol. 4, p. 1038.
pano de saco. Tecido rústico e escuro usado para expressar penitência (Jn 3:5-8) ou luto (Lm 2:10, ARC). Biblia de Estudo Andrews.
9 Oferta de manjares. Ou, “oferta de cereais”(sobre a natureza desta oferta, ver Lev 2:1). Uma parte destas ofertas era para o sustento dos sacerdotes (Lv 2:3; 6:16; 10:12-15). CBASD, vol. 4, p. 1038.
10 E a terra, de luto. Mediante uma personificação simbólica, a terra é representada como estando de luto em sua improdutividade. CBASD, vol. 4, p. 1038.
12 A vide … a figueira … a romeira … a palmeira e a macieira. A enumeração dos efeitos da seca … em várias plantas e árvores é, sem dúvida, para enfatizar a sua gravidade. Os v. 10 a 12 também descrevem adequadamente os efeitos da quarta das sete últimas pragas (Ap. 16:8, 9; cf. GC, 628). CBASD, vol. 4, p. 1038.
13, 14 Este “desastre natural”da praga de gafanhotos era, na verdade, uma crise espiritual. Os sacerdotes são chamados a exercer liderança espiritual, humilhando-se diante do Senhor em autonegação e arrependimento, e também convocando o povo para ir ao templo clamar ao Senhor. Biblia de Estudo Andrews.
14 Assembleia solene. Do heb. ‘atsarah, do radical ‘atsar, “deter”, “restringir”, no sentido de interromper todo o trabalho com o propósito de convocar uma assembleia. CBASD, vol. 4, p. 1039.
15 O Dia do SENHOR. Uma expressão comum entre os profetas (Is 2:12; 13:6; Ez 30:3; Am 5:18; Sf 1:14; etc.; sobre o significado da expressão, ver Is 13:6). Primeiramente, Joel está se referindo aos julgamentos iminentes sobre Judá. Em princípio, suas previsões se aplicam também ao dia do julgamento final que virá sobre o mundo (ver p. 24, 25 [CBASD]). CBASD, vol. 4, p. 1039.
Como Joel e outros profetas revelam (Am 5:18-20; Sf 3:8-13), será um tempo de destruição para todos que recusarem o arrependimento e um momento de salvação para quem “invocar o nome do SENHOR”(2:32). Biblia de Estudo Andrews.
Todo-Poderoso. Do heb. Shadai (ver vol. 1 [CBASD], p. 149). CBASD, vol. 4, p. 1039.
16 Destruído o mantimento … da casa do nosso Deus, a alegria e o regozijo? Quando os hebreus da Antiguidade traziam essas e outras ofertas ao Senhor, era uma ocasião de alegria (ver Dt 12:5-7). A praga pôs fim a essa alegria. CBASD, vol. 4, p. 1039.
18 Geme o gado. Este versículo mostra o efeito da infestação de insetos e da seca sobre o reino animal. CBASD, vol. 4, p. 1039.
19 Fogo. O fogo e as chamas provavelmente simbolizam o calor abrasador do sol. CBASD, vol. 4, p. 1039.
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O segundo advento de Cristo é o momento de maior expectativa do crente, o que o motiva a um preparo constante. Portanto, deveríamos aprender a observar calamidades que assolam ao mundo como avisos de que o dia do Senhor está próximo.
Em cada época o povo de Deus precisou consagrar-se, arrepender-se, converter-se e voltar a comprometer-se com Deus. Sempre foi necessário mensageiros de Deus erguerem a voz e convocar relapsos espirituais a reavivar-se e reforma-se espiritualmente.
Este capítulo nos revela dois passos usados por Joel para isso, deixando-os como legados a nós:
• Convocação da nação/igreja (vs. 1-12): “Quando ocorrem catástrofes naturais, elas provocam muitas perguntas, como: ‘Por que Deus permitiu que isso acontecesse?’, ‘Por que algumas pessoas vivem, enquanto outras morrem?’, ‘Podemos aprender uma lição com essa experiência?’. Joel não tinha dúvida de que a praga dos gafanhotos podia levar a um conhecimento mais profundo e universal de Deus. Sob inspiração divina, o profeta relacionou no capítulo primeiro a crise nacional com a situação espiritual da terra […]. Mas, ao contrário de muitos outros profetas, Joel não gastou muito tempo analisando as faltas do povo. Ele estava muito mais interessado em enfatizar a cura prescrita pelo Médico de Israel” (Zdravko Stefanovic).
• Convocação dos líderes espirituais à consagração reais (vs. 13-20): “O profeta exortou os líderes espirituais a proclamar um dia nacional de oração e jejum para que as pessoas examinassem profundamente seu coração, renunciassem seus pecados e voltassem para Deus… No fim, esse desastre [dos gafanhotos] podia levar os fies a um relacionamento mais profundo com seu Senhor” (Stefanovic).
Temos curto tempo de vida. O tempo de graça também é curto – Satanás sabe disso (Apocalipse 12:12).
“Sabendo que esse tempo é curto, Satanás se empenha ao máximo para impedir-nos de atender ao apelo da reforma e reavivamento. Agora é, porém, o tempo de implorar que Deus desmascare os embustes de Satanás. Agora, enquanto a trombeta do juízo soa das páginas de Joel, precisamos atender ao apelo para arrependimento e dedicar a vida totalmente à conclusão da obra de Deus em nossa própria pessoa e no mundo” (Leo R. Van Dolson).
• Aproveite cada oportunidade para reavivar tua espiritualidade!
• Em vez de rasgar as vestes, deve-se rasgar o coração!
• Em vez de tristezas, promovamos consagração!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 14 – Primeiro leia a Bíblia
OSÉIAS 14 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
OSÉIAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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762 palavras
O último capítulo relembra as principais denúncias e as enquadra no contexto do arrependimento e da renúncia aos seguintes pecados: idolatria, dependência de alianças militares (em vez de depender de Deus) e apostasia. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Volta. O cap. 14 é um clímax apropriado para a mensagem de Odeias. O profeta faz um último apelo ao seu povo para abandonar a maldade e voltar para o Senhor. Ainda não era tarde demais. Mas o dia da oportunidade estava passando rapidamente. As nuvens de guerra iam escurecendo o horizonte ao oriente. A Assíria estava no auge de seu poder, e suas ambições imperialistas logo engoliriam a nação israelita embriagada pelo vício e idolatria. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1029.
2 Tende convosco. O povo podia ter esperado que o retorno ao Senhor exigisse holocaustos ou presentes materiais. Todavia, o profeta não se refere a nenhuma dessas coisas. Um simples pedido de misericórdia acompanhado de arrependimento sincero e confissão era tudo o que o Senhor exigia (ver com. [CBASD] do Sl 32:1). CBASD, vol. 4, p. 1029.
Toda iniquidade. O pecador sinceramente arrependido pode ser livremente perdoado. Uma vez perdoado, o pecado não é mais creditado na conta do pecador (ver com. [CBASD] do Sl 32:2). CBASD, vol. 4, p. 1029.
3 Assíria. O povo se empenhava no que dizia respeito a três dos seus pecados principais: esperar a ajuda da Assíria (ver Os 5:13, 7:11), confiar no cavalos e carros do Egito (ver Os 7:11; cf. Is 31:1) e permanecer na idolatria (ver Os 13:2; cf. Is 42:17). CBASD, vol. 4, p. 1030.
4 Curarei. Deus responde à oração penitente. A apostasia é aqui considerada como uma doença e somente o Médico divino podia curar as enfermidades da alma (ver Jr 8:22; Mt 9:12). CBASD, vol. 4, p. 1030.
É adequado um livro que anuncia o juízo terminar com uma nota de esperança: uma imagem que denota proteção. Bíblia de Estudo Andrews.
Amarei. Quando os pecados são perdoados e a justiça de Cristo cobre o pecador, não importa quão longe ele tenha ido, Deus o aceita como se ele nunca tivesse pecado. Seu registro passado de pecados de modo algum é mantido contra ele, e Deus o ama como a Seu próprio Filho (ver CC, 67). CBASD, vol. 4, p. 1030.
5 Como o orvalho. A imagem do orvalho está ligada à ideia de bênção (Dt 33:13; Mq 5:7). Bíblia de Estudo Andrews.
Em regiões em que há pouca chuva, o orvalho ajuda a refrescar as plantas carentes. Assim, o orvalho se torna um símbolo da fecundidade e a ausência dele, um sinal de seca e de devastação. Assim, Deus se tornaria a fonte da fecundidade espiritual de Israel. Como o orvalho cai, noite após noite, assim Deus, dia a dia, supriria graça suficiente para cada dia. CBASD, vol. 4, p. 1030.
Como o lírio. Uma figura sugerindo qualidades como beleza, pureza, perfume e rápido crescimento (ver Mt 6:28, 29). CBASD, vol. 4, p. 1030.
Suas raízes. As raízes do lírio são fracas, e, portanto, não são uma figura adequada de estabilidade prometida a Efraim. CBASD, vol. 4, p. 1030.
Como a do Líbano. Os cedros do Líbano ou das montanhas do Líbano. CBASD, vol. 4, p. 1030.
6 Como o da oliveira. Comparar com Jr 11:16. A oliveira é chamada de rainha das árvores frutíferas da Palestina. Era especialmente valiosa. Seu óleo era usado como alimento e iluminava. Seu fruto era tão abundante e útil, seu verde, tão esplêndido, e sua folhagem, tão firme e fresca, que provia uma imagem vívida da gloriosa perspectiva de Efraim. CBASD, vol. 4, p. 1030.
7 Voltarão. Por intermédio de Oseias, o Senhor procurou tornar o quadro o mais atraente possível, na esperança de que o convite não fosse recusado. O apelo constitui um clímax apropriado para o livro. CBASD, vol. 4, p. 1030.
O cereal. Literalmente, “eles vivificarão [cultivarão] os grãos”, ou “eles se fartarão com os grãos”(LXX). CBASD, vol. 4, p. 1030.
9 Quem é prudente. Oseias fecha sua profecia com o apelo para que seu povo seja atento às palavras que o Senhor falou por meio dele (para uma definição de sabedoria, ver com. [CBASD] de Pv 1:2). CBASD, vol. 4, p. 1030.
Os padrões de justiça são os caminhos de Deus. Nosso relacionamento com eles determina se somos considerados justos ou ímpios. Bíblia de Estudo Andrews.
Andarão neles. A questão foi claramente colocada diante dos israelitas. Havia dois caminhos diante deles. Eles poderiam continuar em seus maus caminhos e colher os inevitáveis ou poderiam buscar a Deus de todo o coração e obter a salvação. Os desígnios do Senhor, retos e imutáveis seriam cumpridos a despeito do que as pessoas poderiam fazer (Ml 3:6; Tg 1:17). Se elas se perdessem, a culpa seria delas, porque Deus as confrontou com cada estímulo para seguirem o caminho reto (Dt 30:15-20). CBASD, vol. 4, p. 1030, 1031.