Reavivados por Sua Palavra


AMÓS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
18 de março de 2021, 0:40
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AMÓS 9 – A restauração da humanidade e do mundo acontecerá apesar da incredulidade da maioria. Um remanescente fiel experimentará das alegrias pelo cumprimento real das profecias de Deus.

Estude o último capítulo de Amós, onde temos:
• A revelação de um juízo iminente contra todo pecador impenitente (vs. 1-6). Isso deve nos levar à reflexão e autoanálise, pois ninguém conseguirá driblar a Deus (II Coríntios 5:10).
• Após a investigação divina, o juízo resultará na sentença de aniquilação dos perversos, opressores e arrogantes (vs. 7-10). O resultado será morte plena, esse é o infeliz salário do pecado (Romanos 6:23).
• Ao executar a sentença nos ímpios, Deus reformará tudo o que o pecado deformou, trazendo bênçãos abundantes, promovendo paz e tranquilidade (vs. 11-15). O resultado será vida plena (Apocalipse 21 e 22).

Álvaro César Pestana destaca dois pontos do livro. Para ele, Amós…
1. mostra que os corruptos e ambiciosos não escaparão de Deus: No nosso mundo cheio de ganância e de exploração do próximo uma leitura deste livro poderia ajudar muito. No fim das contas, tudo não vai acabar em pizza!
2. prova que o chamado profético não tem limitações sócioculturais: Ele era um caipira iletrado, mas tornou-se o instrumento de Deus para corrigir os “intelectuais” e os “colunáveis” de seu tempo.

Dionísio Pape observou que, “Amós cumpriu a sua missão ingrata e perigosa. Antes de deixar a nação de Israel, sua terra missionária, ele não perdeu a ocasião de advertir o povo do perigo em que jazia enquanto não voltasse ao Senhor […]. No caminho de volta, Amós anunciou as suas visões apocalípticas, chamando o povo ao arrependimento e à fé no SENHOR”. Contudo, não houve “conversão em massa […]. No entanto, Amós não se desanimou. Como todos os profetas do SENHOR, Amós vivia na esperança certa do triunfo final do Senhor. A apostasia materialista de Israel não podia ofuscar os raios rutilantes da glória vindoura do dia do Senhor”.

Alguém declarou: “Quando Amós viu que Israel não ia ouvi-lo, regressou a Judá e pôs os seus escritos em forma de livro, para que o povo todo pudesse ler e entender”. Desta forma, suas palavras inspiradas chegaram até nós!

Podemos deliciar-nos com a esperança revelada nesse livro!
• Arrependamo-nos!
• Consagremo-nos!
• Preparemo-nos!
• Aguardemos!

Cristo logo virá! – Heber Toth Armí.

Tendo o privilégio e após a oportunidade de estudar por nove dias as mensagens de Amós, diga-nos quão útil foi pra você o conteúdo desse livro:



AMÓS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
17 de março de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO AMÓS 8 – Primeiro leia a Bíblia

AMÓS 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

AMÓS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

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AMÓS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
17 de março de 2021, 0:50
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862 palavras

1. Frutos de verão. Do heb. qayits, os primeiros frutos maduros, especialmente os figos. O propósito desta visão era mostrar que o povo estava maduro para o julgamento e que a tolerância de Deus havia chegado ao fim. A longanimidade divina resultará apenas na continuidade do pecado de Israel. Essa figura representa adequadamente o dia do juízo para Israel. Em vez de um cesto de frutos, a LXX diz: “uma gaiola de pássaros”. Isso apresenta o pensamento de que Israel seria levado em cativeiro como uma ave apanhada em armadilha ou cesto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1082.

2. Passarei por ele. Ver com. de Am 7:8. Nada mais pode ser feito por uma safra no tempo da colheita. A safra será tratada de acordo com os frutos que produziu. CBASD, vol. 4, p. 1082.

Israel estava pronto para ser levado para o cativeiro semelhante a um pássaro preso numa gaiola ou num cesto. Nada mais poderia ser feito pela safra inteira de frutas porque já era tempo da colheita (v.2). O tratamento a ser dado aos frutos será de acordo com o tipo de fruto produzido. Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.

3. Silêncio! Uma indicação da apatia ou da mudez que acompanha o sofrimento severo e inevitável, sofrimento profundo demais para ser expresso em palavras. O luto da terra, aqui descrito em referência primária a Israel depois do cativeiro assírio, era uma demonstração em pequena escala dos efeitos da quarta das sete últimas pragas (ver GC, 628). CBASD, vol. 4, p. 1082.

O povo será entregue aos inimigos de guerra. Haverá cadáveres por toda a terra de Israel e as canções que trouxeram prazer ao perverso serão transformadas em lamentações (v.3). As riquezas não serão de nenhuma valia àqueles que oprimiram os outros e eles perceberão que a sua vida de pecado trouxe juízos divinos sobre eles. Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.

5. Festa da Lua Nova. O primeiro dia do mês (1Sm 20:5, 24, 27; ver vol. 2, p. 85, 86) era dedicado ao serviço religioso e, aparentemente, era o dia em que todos os negócios eram suspensos (ver com. de Nm 28:11; 2Rs 4:23). Este é um exemplo de observância formal das instituições sagradas, sem o verdadeiro espírito de devoção. Em seu egoísmo, esses apóstatas regateavam o tempo que seu formalismo religioso exigia deles Esse tipo de culto se torna uma maldição em vez bênção. CBASD, vol. 4, p. 1082.

Muitas pessoas da terra de Israel ficavam ansiosos para que a festa religiosa da Lua Nova ou o sábado passassem, mostrando que observavam estes dias apenas formalmente, sem o verdadeiro espírito de devoção. Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.

Para abrirmos. Literalmente, “abrir”, com o propósito de vender. CBASD, vol. 4, p. 1082.

Efa. Ver vol. 1, p. 144, 145, Ao pesar mercadoria com balanças enganosas, o comerciante recebia mais dinheiro do que deveria. CBASD, vol. 4, p. 1082.

Eles estavam ansiosos para enriquecer através da falsidade e do engano (v.5). Ao comprarem o pobre por uma moeda de prata e o necessitado por um par de sapatos novos, mostravam que negavam a justiça aos pobres a fim de obterem até mesmo pequenos benefícios para si mesmos (v.6). Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.

6. O refugo. Em tempos de escassez, o “refugo” que normalmente servia para alimentar animais, poderia ser vendido para consumo humano. CBASD, vol. 4, p. 1082.

9. Farei que o sol. O dia do Senhor é apresentado, com freqüência, acompanhado de cataclismos no mundo natural (ver Is 13:10; Jl 3:15; etc.; cf. Am 5:20). CBASD, vol. 4, p. 1083.

10. Converterei as vossas festas. Ver Lm 5:15; Os 2:11; Am 5.16, 17; 8:3. CBASD, vol. 4, p. 1082.

Pano de saco. Este era um símbolo de luto (1Rs 20:31; Is 15:3; Jl 1:8, 13), como também a raspagem da cabeça (Jó 1:20; Is 3:24; 15:2). CBASD, vol. 4, p. 1083.

Por filho único. O luto pelo único filho representa, de modo especial, uma profunda I tristeza (ver Jr 6:26; Zc 12:10). CBASD, vol. 4, p. 1083.

11. Enviarei fome. O profeta aponta diretamente para um tempo em que, devido à contínua desobediência, seria tarde demais para os israelitas buscarem a Palavra de Deus em uma tentativa de evitar os juízos divinos. Sofrimentos profundos, às vezes, estimulam as pessoas a se refugiarem nas Sagradas Escrituras. Infelizmente esse sofrimento vem, com freqüência, tarde demais para produzir um efeito benéfico. Isso não ocorre porque o amor de Deus é retirado do pecador, mas porque o pecador se torna tão endurecido em suas iniquidades a ponto de desejar apenas fugir das conseqüências de suas transgressões e não abandonar os caminhos ímpios. Assim, ele “entristece” o Espírito Santo para além de toda esperança de verdadeiro arrependimento e reforma de caráter (ver Gn 6:3, 5, 6; ver com. de ISm 28:6). No “Dia do Senhor”, um pouco antes do segundo advento de Cristo, essa experiência do antigo Israel se repetirá. Impenitentes do mundo todo, sofrendo, sob as sete últimas pragas, buscarão escapar da calamidade por todos os meios, até mesmo se voltando para a Palavra de Deus, cujo estudo e obediência foram rejeitados no passado (ver GC, 629). CBASD, vol. 4, p. 1083.

12. Andarão. Do heb. nua, “tropeçar”, cambalear”, ou “mover-se de modo instável”. CBASD, vol. 4, p. 1083.

13. As virgens formosas e os jovens. As condições mencionadas nos v. 11 e 12 são tão severas que afetarão até mesmo os que estão no pleno desabrochar da energia da juventude. CBASD, vol. 4, p. 1083.

Viver o culto. Literalmente, “modo”, aqui significando um modo de adorar ou um sistema religioso (ver At 9:2; 19:9, 23). CBASD, vol. 4, p. 1083.



AMÓS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
17 de março de 2021, 0:40
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AMÓS 8 – A rejeição a Deus é o motivo da ausência de inúmeras bênçãos. Como Deus quer abençoar, alerta-nos dos perigos de afastar-se dEle.
• Pecados afastam-nos das bênçãos!

“O terrível pecado de Israel atraiu grave acusação. As festividades e o sábado irritavam os empresários iníquos, pois esses dias provocavam uma calmaria nos seus negócios desonestos, [vs. 4-5], e abrandavam a opressão dos pobres [v. 6] (cf. Is 1.13-17; Lv 19.35-36; Dt 25.13-16). O juízo detalhado pela ‘glória de Jacó’, [v. 7], abarcava luto, [vs. 8-10], e fome da palavra do Senhor, [vs. 11-14]. A idolatria e o orgulho extinguiram a luz que Deus dispensou pela sua palavra” (Merrill F. Unger).

• Angústia e aflição surgem automaticamente quando nosso coração indisciplinadamente se inclina para a direção contrária à revelação de Deus e Seus princípios de felicidade.
• O estilo de vida em harmonia com o materialismo, hedonismo e o humanismo certamente estará em desarmonia com a vontade de Deus, e isso resulta em caos, conflitos e agonias.

“Dã e Berseba eram santuários pagãos nos limites setentrional e meridional da terra [v. 14]. As divindades padroeiras desses centros idólatras seriam impotentes para ajudar na iminente calamidade” revelada na visão do “cesto de frutos maduros. O cesto de frutos perecíveis da terra simbolizava a iminência do fim de Israel [vs. 1-3]” (Unger).

• Aqueles que vivem esplêndida e regaladamente distante do Senhor, futuramente perceberão que tomaram a pior decisão quando tinham diante de si a melhor opção.
• As religiões falsas, as formalidades religiosas e as espiritualidades genéricas se revelarão sem efeito algum diante do acerto de contas com o Juiz do Universo.
• Quando a vida moral se encontra em franco estado de putrefação certamente está à beira da autodestruição.
• A existência aparentemente segura, rica e aprazível que deixa Deus em segundo plano, ou sem espaço na nossa agenda, se deparará com as terríveis consequências das escolhas sem importância.
• O arrependimento ignorado no presente pode gerar, no futuro, um arrependimento por não ter se arrependido quando o tempo de graça era oferecido.
• Rejeição ou negligência à Palavra de Deus no presente poderá extinguir-se no futuro, correndo sério risco de ser demasiado tarde.
• A fome por Deus deve ser saciada hoje, para não morrer de fome no dia do juízo final.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



AMÓS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
16 de março de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO AMÓS 7 – Primeiro leia a Bíblia

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AMÓS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

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AMÓS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
16 de março de 2021, 0:50
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1086 palavras

1. Gafanhotos. Ou, “locustas”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1078.

2. Perdoa. Na esperança de que seria capaz de evitar o cumprimento desta profecia, Amós sinceramente suplica perdão a Deus por Israel. O profeta coloca a confiança não na justiça, mas na misericórdia divina. CBASD, vol. 4, p. 1078.

Subsistirá … ? O profeta pergunta: “Se Israel tiver que suportar o severo juízo que as imagens da visão mostraram, como ele sobreviverá?” CBASD, vol. 4, p. 1079.

3. O SENHOR Se arrependeu. Ver com. de Nm 23:19. .. Ameaças divinas são realmente profecias condicionais; seu cumprimento ou descumprimento é condicionado às ações humanas certas ou erradas. CBASD, vol. 4, p. 1079.

4. O grande abismo. Uma possível referência a fontes subterrâneas ou a nascentes (ver Gn 7:11; 49:25) que secariam em um período de estiagem. CBASD, vol. 4, p. 1079.

7. Um prumo. Um instrumento utilizado pelos construtores a fim de fazer um trabalho preciso, vertical e perpendicularmente. O “fio de prumo” simboliza o Senhor examinando a conduta de Israel. CBASD, vol. 4, p. 1079.

8. Porei o prumo. A fim de ver se o muro atende às especificações. Israel, é claro, ficou aquém das exigências divinas e seria rejeitado. CBASD, vol. 4, p. 1079.

Jamais passarei por ele. O reino do norte não mais devia ser poupado (cf Am 8:2). A contínua adesão de Israel ao mal não mostrava perspectiva de arrependimento, e, assim, o profeta não mais intercede. O reino do norte deve experimentar a tomada pela Assíria e ser levado em cativeiro (ver 2Rs 18:9-12). CBASD, vol. 4, p. 1079.

Com a espada. Jeroboão II era popular por causa de suas guerras bem-sucedidas … No entanto, a sua “casa”, ou dinastia, foi subvertida pela espada quando Salum assassinou Zacarias, o filho de Jeroboão (ver 2Rs 15:8-10). CBASD, vol. 4, p. 1079.

10. Amazias, o sacerdote. A mensagem direta do profeta, atacando a condição pecaminosa do povo de Israel, naturalmente despertou oposição ressentida. O sacerdote em Betel (ver 1Rs 12:31, 32; 13:33) acusou Amós diante do rei. Amazias era, provavelmente, o chefe dos sacerdotes de ídolos. Ele astuciosamente se esforçou para fazer a predição de Amos contra a casa real parecer traição. Assim, ele esperava silenciar as mensagens dirigidas contra Israel por meio de Amós. CBASD, vol. 4, p. 1079, 1080.

Tem conspirado. Em seu ódio aos filhos de Deus, os ímpios freqüentemente acusam os justos de subverter o governo (ver Jr 37:11-15; 38.4, At 16:20, 21; 17:6,7). CBASD, vol. 4, p. 1080.

Amazias era o sacerdote em Betel, representando a religião oficial de Israel. Ele não estava preocupado em ouvir a mensagem de Deus; Ele só estava preocupado com sua própria posição. Manter sua posição era mais importante do que ouvir a verdade. Não deixe seu desejo de prestígio, autoridade ou dinheiro mantê-lo ligado a um emprego ou posição que você deve deixar. Não deixe que nada entre você e obedeça a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

Profetas como Amós eram muitas vezes vistos como traidores e conspiradores porque se manifestaram contra o rei e seus conselheiros, questionando sua autoridade e expondo seus pecados. Os reis costumavam ver os profetas como inimigos e não como porta-vozes de Deus que realmente estavam tentando ajudá-los e à nação. Life Application Study Bible Kingsway.

12. Vai-te, ó vidente, foge. Alguns têm inferido, a partir desta acusação sacerdotal, que Jeroboão II não tomou nenhuma providência em resposta à acusação de Amazias. Talvez o rei julgasse que as declarações de um visionário não deveriam ser levadas a sério. Como Herodes, ele talvez tivesse medo do povo (ver Mt 14:5), que, ele presumia, ficaria impressionado com a mensagem de Amós. Assim, o sacerdote apóstata Amazias recorreu à própria autoridade, numa tentativa de intimidar Amós e fazê-lo sair do país. CBASD, vol. 4, p. 1080.

Come o teu pão. Talvez uma insinuação de que Amós fosse pago para profetizar e, assim, ganhava a vida por sua piedade. Amazias pode ter atribuído a Amós os motivos mundanos que influenciavam a si mesmo. CBASD, vol. 4, p. 1080.

13. O santuário do rei. Evidentemente, tanto Amazias quanto Amós consideravam Betel a capital religiosa da nação. CBASD, vol. 4, p. 1080.

O templo do reino. Literalmente, “o santuário do rei”, isto é, uma capela fundada ou financiada pelo rei (ver 1Rs 12.26-33). CBASD, vol. 4, p. 1080.

14. Eu não sou profeta. Sem medo, Amós nega a insinuação de Amazias (ver v. 12) e declara que ele não é um profeta por profissão ou para ganhar a vida; mas, simplesmente, por causa do chamado de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1080.

Filho de profeta. Os jovens educados nas escolas dos profetas eram chamados de “filhos dos profetas” (ver 1Rs 20:35; 2Rs 2:5). Amós não foi educado em qualquer instituição. É um erro comum supor que quem não foi formado de acordo com os padrões vigentes não foi realmente educado. CBASD, vol. 4, p. 1080.

7:14, 15 Sem nenhuma preparação, ou educação especial, Amós obedeceu ao chamado de Deus para “Vá, profetize ao meu povo Israel”. A obediência é a prova de um servo fiel de Deus. Você está obedecendo o chamado de Deus para você? Life Application Study Bible Kingsway.

Colhedor de sicômoros. Isto se refere a quem colhe figos dos sicômoros para uso próprio, ou a quem os cultiva para os outros. O figo do sicômoro é inferior ao verdadeiro figo, e precisa ser perfurado algum tempo antes de ser colhido a fim de se tornar comestível (ver com. de Lc 19:4). Uma vez que rendia muitas colheitas de frutos durante o ano, essa árvore fornecia emprego estável para o colhedor. CBASD, vol. 4, p. 1080.

15. O SENHOR me tirou de após o gado. A ordem de Deus era imperativa, e Amós não poderia deixar de obedecê-la. Aquele não era o momento para o profeta voltar só porque Amazias, o sacerdote de Betel, se opôs a ele. CBASD, vol. 4, p. 1080.

16. Ora, pois, ouve. Consciente de sua missão divina, Amós fala com santa ousadia. Os que são enviados por Deus não precisam temer pessoas que tentam fazer calar a mensagem. CBASD, vol. 4, p. 1080, 1081.

17. Tua mulher. Doloroso seria o sofrimento de Amazias como um marido e pai cativo. Esta profecia não diz que sua esposa seria uma “prostituta” por opção, mas podia ser que ela suportaria a violência do vencedor, quando a cidade fosse tomada por um exército invasor (ver Is 13:16; Lm 5:11). CBASD, vol. 4, p. 1081.

Na terra imunda. Provável referência a um país “gentio”. É dito com frequência que as iniquidades e a idolatria de um povo contaminam a terra (Lv 18:24, 25; Jr 2:7). CBASD, vol. 4, p. 1081.

Será levado cativo. Amós confirma, pela repetição, a sua profecia sobre o cativeiro de Israel (v. 11), indicando que o propósito divino não seria alterado. Como um verdadeiro profeta de Deus, ele não pode mudar a mensagem por causa de pressão externa. O cativeiro alcançaria o Israel impenitente, e de fato o alcançou (2Rs 17:1-9). CBASD, vol. 4, p. 1081.



AMÓS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
16 de março de 2021, 0:40
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Alguém escreveu que “Amós temia tanto a Deus que não receava mais ninguém. Ele proclamou uma mensagem muito avançada para seu tempo. Entre os males que Amós denunciou estão exatamente os mesmos de nossa época”.

Moisés Carneiro destaca as principais características de Amós. Ele era…
• …humilde, não escondia sua origem;
• …sábio, usava linguagem ao alcance do povo;
• …sagaz, prendia a atenção do povo por julgar primeiro os seus inimigos;
• …destemido, não lisonjeava, mas falava a verdade;
• …fiel, “Assim diz o Senhor” era sua mensagem.

O juízo iminente de Deus a um povo impenitente viria em forma de gafanhotos (v. 1-3) e de fogo que causaria seca (v. 4-6); contudo, a intercessão do profeta pelo povo infiel resultou na retirada da punição divina. Então, após adiar o castigo, Deus, graciosamente, mostrou outra visão ao profeta, a do prumo; onde ficou evidente que o povo de Deus estava fora do prumo, deficiente moralmente. Assim, Deus revelou a Amós que estendera demasiadamente Sua misericórdia, agora a justiça exigia punição (vs. 7-9).

Amazias, o pomposo conselheiro espiritual de Jeroboão (rei do povo de Israel), deturpou as palavras de Amós e o difamou ao rei. Amazias, então, proibiu ao profeta de pregar e sugeriu deixar Betel (vs. 10-13).

“Amazias recebia um gordo salário pelas funções como capelão real […]. Amós não era pregador assalariado. Pregava por conta própria, sacrificando-se para falar a verdade, nua e crua, dizendo que a profissão de fé no SENHOR, sem vida moral e sem compaixão para os pobres, é uma revoltante nulidade” (Dionísio Pape).
Infelizmente Amazias, um “fraco conformista religioso aconselhou a Amós a fugir para Judá. [Felizmente] a resposta de Amós mostrou sua magnífica estatura espiritual naquela decadente era sincretista [vs. 14-17]. Havia pelo menos uma alma valente para resistir à vaga de iniquidade e cômodo conformismo” (Merrill F. Unger).

Precisamos…
• …Aceitar os mensageiros de Deus;
• …Reconhecer nossa real situação;
• …Correr a Deus para encontrar solução;
• …Ser transformados e moldados pela Palavra de Deus.

Dionísio Pape exclamou: “Quão presunçoso aquele que pensa que uma profissão de fé, algumas assistência aos cultos, alguma contribuição ocasional aos cofres sacros compensam a falta de pureza moral, de honestidade, e de compaixão!”.

“Senhor, temos dificuldades para enxergar nossa pobreza espiritual, ajuda-nos, por favor. Transforma-nos!” – Heber Toth Armí.



AMÓS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
15 de março de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO AMÓS 6 – Primeiro leia a Bíblia

AMÓS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

AMÓS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

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AMÓS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
15 de março de 2021, 0:50
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1263 palavras

1-6 Amós direcionou sua crítica àqueles que viviam em autocomplacência e luxo em Israel e Judá. Estilos de vida ricos e confortáveis podem fazer as pessoas pensarem que estão seguras, mas Deus não está satisfeito se nos isolarmos das necessidades dos outros. Deus quer que cuidemos deles assim como Ele cuida de nós. O reino de Deus não tem lugar para egoísmo ou indiferença. Devemos aprender a colocar as necessidades dos outros antes de nossas necessidades. Usar nossas riquezas para ajudar os outros é uma forma de nos protegermos contra o orgulho e a complacência. Life Application Study Bible Kingsway.

1. À vontade. O povo estava em um estado de autoindulgência e segurança ilusória (ver Is 32:9; Sf 1:12). CBASD, vol. 4, p. 1074.

Monte de Samaria. Ver Am 3:9; 4:1; ver com. de 1Rs 16:24. Localizada em uma colina que lhe dava posição de comando sobre a pequena planície que a rodeava, e poderosamente fortificada com muros compactos, a cidade de Samaria era, sem dúvida, considerada inexpugnável por seus habitantes.Sua força poderia facilmente ter alimentado um sentimento de confiança naqueles que dependiam mais de fortificações materiais do que da proteção de Deus. Essas compactas fortificações exigiram dos poderosos exércitos do império assírio de dois a três anos (ver vol. 2, p. 119, 120) para a tomada de Samaria (ver com. de 2Rs 18:9,10). CBASD, vol. 4, p. 1074.

Notáveis. Do heb. nequvim, “os ilustres” ou seja, os líderes da nação. CBASD, vol. 4, p. 1074.

Principal das nações. Israel ostentava este título orgulhoso porque era o escolhido de Deus, escolhido por Ele para levar ao resto do mundo o conhecimento divino (cf. Êx 19:5; 2Sm 7:23; ver p. 13-17). CBASD, vol. 4, p. 1074.

Aos quais. Isto se refere aos líderes da nação, chamados a dar orientação às pessoas, e que, portanto, deveriam ter sido modelos de retidão e justiça. CBASD, vol. 4, p. 1074, 1075.

2. Calné … Hamate … Gate. … as três cidades mencionadas neste versículo são citadas a Israel como exemplos de lugares prósperos que, posteriormente, foram destruídos ou subjugados e, assim, se assemelhavam ao que aconteceria à Samaria impenitente. CBASD, vol. 4, p. 1075.

3. Estar longe. Em sua presunção, Israel adiava a hora do julgamento divino para um tempo distante. CBASD, vol. 4, p. 1075.

Trono da violência. Enquanto Israel adiava o dia da calamidade, a violência era entronizada em seu meio. CBASD, vol. 4, p. 1075.

4. Camas de marfim. Ou, divãs encrustados com marfim, em que os ricos se reclinavam durante suas refeições, em seu luxo e libertinagem. Como um boiadeiro e um agricultor, portanto, um homem simples (ver Am 7:14), Amós se sente chocado com a vida sensual das classes superiores de Samaria. CBASD, vol. 4, p. 1075.

O marfim era um luxo importado, raro e extremamente caro. Mesmo uma pequena quantidade de marfim simbolizava riqueza. Algo tão extravagante como uma cama incrustada com marfim mostra o desperdício de recursos que deveria ter sido usado para ajudar os pobres. Life Application Study Bible Kingsway.

Do rebanho. Evidentemente, bezerros foram colocados para engorda a fim de suprir as mesas desses ociosos de Israel. CBASD, vol. 4, p. 1075.

6. Taças. Do heb. mizraqim, vasos sacrificiais usados para libações de vinho e para aspersão do sangue (ver Ex 38:3; Nm 7:13; 1Cr 28:17; 2Cr 4:8, 22; Zc 14:20). Amantes do luxo, esses príncipes sacrílegos usavam os utensílios em suas festas, atestando a falta de piedade e o amor ao excesso (ver Dn 5:2-4). CBASD, vol. 4, p. 1075.

O mais excelente óleo. Talvez aquele que devesse ser usado somente no serviço divino (ver Ex 30:23-25). Se tivessem consciência de sua pecaminosidade, as pessoas teriam se lamentado e evitado ungirem-se (ver 2Sm 14:2). CBASD, vol. 4, p. 1075.

Não vos afligis. As pessoas se tornaram tão imersas na sensualidade que não estavam preocupadas com a ruína que recairia sobre Israel. CBASD, vol. 4, p. 1075.

A ruína de José. Os problemas dentro do reino do norte, aqui chamado de “José”, eram de pouco interesse para os que se entregavam ao prazer desenfreado. CBASD, vol. 4, p. 1075.

7. Ireis em cativeiro. Os v. 7 a 11 anunciam a punição da nação para os crimes mencionados nos v. 1 a 6. Rejeitados por Deus, os israelitas deviam ir para o cativeiro e a ruína. A infeliz distinção de Israel é que ele vai ser o “primeiro” dos dois reinos israelitas a ir para seu destino. CBASD, vol. 4, p. 1076.

8-11 As pessoas construíram casas luxuosas para exibir suas conquistas. Embora não seja errado viver em casas confortáveis, não devemos deixar que isto se torne fontes de orgulho e auto glorificação. Foi Deus quem nos deu nossas casas, e elas devem ser usadas para o serviço, não apenas para exibir aos outros. Life Application Study Bible Kingsway.

8. Jurou. Aqui Deus fala segundo a linguagem e a experiência humana (ef. Jr 51:14; Am 4:2). CBASD, vol. 4, p. 1076.

Soberba. Já é ruim desperdiçar dinheiro ganhado honestamente em edifícios suntuosos, mas os israelitas tinham assegurado seu luxo e esplendor através da desonestidade, particularmente, da injustiça para com os pobres (ver Am 2:6, 7, 3:10, 4:1). CBASD, vol. 4, p. 1076.

9. Dez. Talvez uma referência aos “dez” de Amos 5:3, o remanescente das guerras travadas nos últimos estágios da história de Israel. Deve-se ter em mente que Israel não perdeu a prosperidade em um desastre único. A desintegração do país se deu em etapas (ver 2Rs 15:19, 20, 29; 17:5-18). CBASD, vol. 4, p. 1076.

Morrerão. Se esses “dez” se salvassem da guerra, morreriam de fome ou pestilência no cerco de Samaria (ver 2 Rs 17:5). CBASD, vol. 4, p. 1076.

Há de queimar. Geralmente os judeus enterravam os mortos, mas, em certos casos, a cremação era empregada (ver Lv 20;14; 1Sm 31:12). A cremação pode ter sido necessária naquele momento por causa do grande número de mortos, pelo tipo de peste ou porque não se podia chegar à sepultura fora da cidade por causa do cerco. CBASD, vol. 4, p. 1076.

No seu mais interior. O parente próximo é aqui retratado como falando com algum sobre vivente escondido em um canto da casa. CBASD, vol. 4, p. 1076.

Não menciones. Esta proibição tem sido interpretada de diversas formas; (1) Era resultado do total desespero dos sobreviventes que sentiam que, por ser o dia do julgamento, era tarde demais para invocar o nome do Senhor Eles não invocaram a Deus na vida, não poderiam invocá-Lo na morte. [demais 4 opções omitidas] … Talvez um sentimento de desespero por parte dos israelitas sobreviventes seria a melhor explicação para a proibição, a sensação de que seria de nenhum proveito invocar o Senhor naquela circunstância. CBASD, vol. 4, p. 1076, 1077.

12. Rocha. A parte final deste capítulo revela a loucura dos que pensam que, em sua própria força, podiam desafiar o julgamento de Deus e resistir ao inimigo enviado para os castigar. Os cavalos não podem galopar com segurança sobre os penhascos rochosos. A frase “na rocha” é usada para representar tanto o lugar de arar com bois como de correr com cavalos. CBASD, vol. 4, p. 1077.

Alosna. Do heb. laanah, uma planta do gênero Artemisia, de sabor muito amargo (ver Dt 29:18; ver com. de Pv 5:4). O fruto da perversão da justiça em Israel foi o mais amargo erro e a injustiça. CBASD, vol. 4, p. 1077.

13. Lo-Debar. Lo-Debar era o nome de um lugar em Gileade (ver 2Sm 9:4, 5; 17:27). CBASD, vol. 4, p. 1077.

14. Uma nação. Referência aos assírios, que, como instrumentos da ira de Deus (ver Is 10:5,6), invadiriam Israel a partir do norte, especificamente “desde a entrada de Hamate”, cidade na parte superior da Síria (ver com. de Nm 34:8; Am 6:2). Expressões semelhantes em outras ocasiões indicam um aviso de que a contínua recusa ao arrependimento traz desastre nacional (ver Is 5:26; Jr 5:15). CBASD, vol. 4, p. 1077.

Arabá. Do heb. aravah. Arabá é a depressão que se estende do mar da Galileia até o golfo de Áqaba (ver Dt 1:1). Provavelmente o rio de Arabá designa algum fluxo que corre para o extremo norte do Mar Morto. Significativamente, esses limites norte e sul marcam o território recuperado por Jeroboão II no período de maior prosperidade de Israel (ver 2Rs 14:25). CBASD, vol. 4, p. 1077.



AMÓS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
15 de março de 2021, 0:40
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Antes de querer curtir a vida é preciso saber o que realmente é viver. Alguns se autodestroem e chamam isso de curtição. Outros fazem coisas que antecipam a morte, e chamam isso de vida.

Pecar não é sinônimo de viver. Pisar princípios divinos não significa curtir a vida. Pelo contrário, agir em desarmonia com Deus e Sua vontade é como deixar o celular acabar a bateria e não conectá-lo à energia para recarregá-lo.
• Viver longe de Deus significa fim da vida, assim como um celular sem bateria é imprestável.

O capítulo apresenta alguns pontos importantes:
1. Embora os pecadores arrogantemente descartem a Deus em sua vida, Deus ainda assim alerta sobre os perigos vindouros almejando salvá-los (vs. 1-7).
2. Infelizmente o orgulho e a arrogância não se inclinam perante a advertência divina, portanto, não ficarão impunes frente ao justo juízo divino (vs. 8-14).

“No capítulo 6, Amós continua a lamentar o pecado do povo: indiferença e indulgência (vs. 7-14); injustiça, imoralidade e idolatria (vs. 7-14). ‘Ai dos que andam à vontade em Sião’ – que descrição de alguns crentes de hoje” (Warren W. Wiersbe).

PESSOAS…
• …iludidas com pensamentos equivocados sobre si mesmos precisam dar ouvidos ao que Deus diz a fim de que desçam do seu salto alto e reconheçam que sem humilhação não há salvação (vs. 1-2).
• …cegas para a revelação divinas precisam permitir que Deus abra seus olhos para que vejam que a negligência aos recursos oferecidos pelo Céu é uma decisão pelo desastre, um compromisso com a catástrofe – embora estejam no luxo, cheios de pompa, entre os prazeres do pecado, arrogantemente desprezando aos necessitados, esbanjando dinheiro em coisas supérfluas, alimentando seus vícios, obcecados pela vaidade, sem perceberem que o fim se aproxima (vs. 3-7).
• …entorpecidas com seus pecados precisam serem advertidas com relação a um julgamento prestes a vir sobre o mundo, onde Deus revelará publicamente Sua indignação contra os arrogantes, autoconfiantes, vaidosos, orgulhosos, opressores, injustos e indiferentes (vs. 8-14).

Materialismo, intelectualismo, hedonismo, humanismo e tantos outros “ismos” são obstáculos para que os pecadores percebam sua real situação e, sua tremenda necessidade de um divino e poderoso Salvador.

Que nossos olhos sejam abertos com a mensagem deste capítulo para que sejamos despertos e busquemos ao Senhor a fim de que vivamos… – Heber Toth Armí.