Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 26 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
24 de maio de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO MATEUS 26Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 26 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

MATEUS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)

 



MATEUS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
24 de maio de 2021, 0:50
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1529 palavras

1 todos estes ensinamentos. Ou seja, o discurso sobre os sinais da prometida segunda vinda, e as parábolas relatadas nos caps. 24 e 25. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 555.

3-5 Trata-se de uma reunião do Sinédrio (supremo tribunal dos judeus) na época da Páscoa. Bíblia Shedd.

3-15 O mais provável … é que os incidentes registrados nos v. 3 a 15 [O plano para tirar a vida de Jesus e a unção de Jesus em Betânia] tenham ocorrido na noite do sábado anterior. No entanto, Mateus os coloca aqui por causa de sua influência significativa na traição de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 555, 556.

5 para que não haja tumulto. Centenas de milhares de peregrinos judeus subiam a Jerusalém para a Páscoa, e os tumultos eram uma possibilidade real. Os líderes religiosos sabiam que muitas pessoas admiravam Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 indignaram-se os discípulos. João registra a objeção hipócrita de Judas (Jo 12.4-6) e Mateus indica que os outros concordaram com ele. Bíblia de Genebra.

14 EntãoJudas Iscariotes, indo ter. O sermão na sinagoga de Cafarnaum, cerca de um ano antes (Jo 6:22-65), tinha sido o ponto crucial na história de Judas (DTN, 719). Embora exteriormente ele tenha permanecido com os doze, em seu coração ele havia abandonado a Jesus. Aqui a exaltação por parte de Cristo do ato de devoção de Maria, no jantar de Simão, foi uma condenação indireta da atitude de Judas e o impulsionou à ação (DTN, 563, 564, 720). CBASD, vol. 5, p. 558.

15 eu vo-Lo entregarei. A oferta de Judas resolveu o dilema dos líderes em Jerusalém. Eles queriam silenciar Jesus, mas estavam paralisados pelo medo do povo (ver com. do v. 5). O problema deles era como levar Jesus em custódia sem provocar uma revolta popular em Seu favor. … Judas proveu o elo que faltava na trama sacerdotal para prender Jesus de forma conveniente (Mc 14:11), “sem tumulto” (Lc 22:6; cf. Mc 14:1, 2). Não é admirar que os sacerdotes e anciãos “alegraram-se” (Mc 14:11). CBASD, vol. 5, p. 558.

trinta peças [moedas] de prata. Aproximadamente 120 dias de trabalho. Andrews Study Bible.

O valor legal do resgate de uma vida humana, o preço de um escravo. Bíblia Shedd.

17 pães asmos. Na época da Páscoa, celebravam-se sete dias de pães asmos (sem fermento), em memória da saída apressada do Egito, quando não se podia preparar pães para a viagem, e os israelitas levaram consigo a massa antes que levedasse (Êx 12.34). Durante esta época, removia-se qualquer sinal de levedura das casas, sinal de purificação da podridão do pecado (cf. 16.6). Bíblia Shedd.

18-30 Esses versículos mostram claramente que Jesus comeu a refeição da Páscoa com Seus discípulos na noite anterior à crucificação. Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 a tarde. Jesus ia celebrar a Páscoa com um dia de antecedência, pois no dia oficial do feriado religioso nacional de Páscoa, Ele mesmo estaria sendo retirado, morto, da Cruz, o Cordeiro de Deus imolado. Bíblia Shedd.

23 comeu comigo do mesmo prato (NVI). Era costume – ainda praticado por alguns no Oriente Médio – pegar um pedaço de pão, ou de carne envolto em pão, e mergulhá-lo numa tigela de molho sobre a mesa (feito de frutas cozidas). Bíblia de Estudo NVI Vida.

há de me trair (NVI). Naquela cultura, assim como entre os árabes hoje, comer junto com uma pessoas equivalia a dizer: “Sou seu amigo e não lhe farei nenhum mal”. Esse fato tornou o ato de Judas ainda mais desprezível. Bíblia de Estudo NVI Vida.

24 ai. O fato de as Escrituras terem predito a conspiração de Judas em nada o absolveu de sua responsabilidade pessoal no assunto. Deus não o havia predestinado a trair o Mestre. A decisão de Judas foi uma escolha deliberada de sua parte. CBASD, vol. 5, p. 558.

26-29 Na antiga aliança, a refeição da Páscoa era uma celebração do livramento de Israel da escravidão do Egito. Ao transformar Sua última refeição pascal na instituição da Ceia do Senhor, Jesus mostra o constante enfoque na redenção, através de toda a revelação de Deus. A Ceia do Senhor demonstra a continuidade essencial que há entre a antiga e a nova aliança, revelando que o verdadeiro significado da Páscoa está no livramento efetuado pela morte de Jesus. Bíblia de Genebra.

26 isto é o Meu corpo. No Catolicismo Romano, estas palavras são citadas como base da doutrina da transubstanciação, que ensina que os atributos físicos externos do pão e do vinho permanecem imutáveis, enquanto a essência invisível é transformada no corpo e sangue de Cristo. Calvino e outros Reformadores reconheceram que os elementos (pão e vinho) representam o corpo e o sangue de Cristo. Jesus disse estas palavras estando fisicamente presente com os seus discípulos, de modo que uma identificação literal dos elementos com a substância física de Jesus não podia ter ocorrida aos discípulos. Bíblia de Genebra.

Alguns tem interpretado literalmente esta afirmação simbólica de Jesus, aparentemente esquecendo que Ele, muitas vezes, falou em sentido figurado em relação a Si mesmo. Por exemplo, “Eu sou a porta” (Jo 10:7) e “o caminho” (Jo 14:6). Mas é lógico que Ele não estava se transformando assim numa porta ou num caminho. O verbo “é” na frase “é o Meu corpo”, é usado no sentido de “representar”. CBASD, vol. 5, p. 562.

28 Aliança. O sangue que Jesus derramou no Calvário validou a “nova aliança” ou “testamento” assim como o sangue de bois ratificava a antiga aliança (Êx 24:5-8; Hb 9:12-23; cf Gl 3:15). Sem a morte vicária de Cristo, o plano de salvação nunca teria se tornado uma realidade. mesmo os que foram salvos no tempo do Antigo Testamento o foram salvos em virtude do sacrifício então por vir (Hb 9:15). Eles foram salvos ao olhar pela fé para o que ainda estava no futuro, assim como as pessoas encontram a salvação hoje, olhando para a morte de Cristo no passado. CBASD, vol. 5, p. 562.

29 reino de Meu Pai. Fazemos injustiça ao serviço da Comunhão se o celebramos apenas com corações tristes e sombrios. Como a antiga Páscoa [Passover], ela é uma celebração do que Deus fez para libertar Seu povo do estado de pecado e o que Ele fará para nos libertar do mundo de pecado. Os cristãos deveriam, portanto, participar do serviço com respeito, reverência e alegria. Andrews Study Bible.

30 hino. A comunhão da Páscoa terminava com a segunda metade dos salmos de hallel (“louvor”) (Sl 115-118). Bíblia de Estudo NVI Vida.

36 Getsêmani. O nome significa “prensa do azeite”, lugar em que o azeite é extraído da oliva. Bíblia de Estudo NVI Vida.

38, 39. Jesus não morreu de modo tão sereno quanto muitos mártires, justamente por não ser um mero mártir: era o Cordeiro de Deus que carregava sobre Si a punição dos pecados de toda a espécie humana. a ira de Deus foi desencadeada contra Ele. Somente isso pode explicar satisfatoriamente o que aconteceu no Getsêmani. Bíblia de Estudo NVI Vida.

38 profundamente triste. Não é possível compreender a tristeza profunda e a dor misteriosa que se abateu sobre Jesus quando Ele entrou no jardim do Getsêmani. Essa estranha tristeza confundiu os discípulos. … Em parte, o sofrimento era físico, mas isso era apenas o reflexo visível do sofrimento infinito de Cristo como o portador dos pecados do mundo. CBASD, vol. 5, p. 564.

39 cálice. Jesus está horrorizado diante da perspectiva de suportar a ira de Seu Pai. Jesus tinha de enfrentar a morte sabendo que Seu Pai não estaria com Ele, mas contra Ele, em ira e juízo. Bíblia de Genebra.

49 beijou. Gr kataphilein, “beijar com ardor ou com abraços”, o mesmo verbo usado com referência ao pai do filho pródigo, quando ele recebeu a este último com amor (Lc 15.20). Bíblia Shedd.

51 cortou-lhe a orelha. Pedro provavelmente tinha a intenção de cortar a cabeça do homem, mas uma mão invisível teria desviado o golpe. Apenas Lucas registra a recuperação milagrosa da orelha decepada. CBASD, vol. 5, p. 567.

57 Caifás. Jo 18.13 diz que, em primeiro lugar, Jesus foi conduzido a Anás, sogro de Caifás, devido ao fato de os judeus considerarem-no sumo sacerdote, mesmo depois de as autoridades civis terem nomeado Caifás, contrariamente à lei. Bíblia Shedd.

65 rasgou suas vestes. Era proibido ao sumo sacerdote rasgar suas roupas (Lv 10:6; 21:10). Andrews Study Bible.

… porque elas representavam o caráter perfeito de Jesus Cristo (DTN, 709). Caifás, assim, condenou a si mesmo diante da própria lei que defendia e se desqualificou para servir como sumo sacerdote. CBASD, vol. 5, p. 571.

69-75 Todos os evangelhos registram o incidente [traição de Pedro], mostrando quão profundamente ele impressionou a mente da igreja primitiva. É um testemunho tanto da fraqueza humana quanto da grandeza da misericórdia de Deus. Bíblia de Genebra.

74 jurar. Esta não é uma linguagem suja. Significa jurar no sentido de fazer um juramento em um tribunal. Adicionalmente, Pedro parece estar “amaldiçoando” no sentido de invocar uma maldição sobre si mesmo se suas palavras não forem verdadeiras (ver 5:34-37). Andrews Study Bible.

75 chorou amargamente. Ou, “irrompeu em lágrimas”. Se Pedro tivesse acatado com seriedade a admoestação de Jesus para “vigiar e orar” (v. 41), ele nunca teria proferido as palavras traiçoeiras pelas quais derramava lágrimas. Mas, embora parecesse a Pedro que tudo estava perdido, incluindo a si mesmo, o amor do Salvador o ergueu e o resgatou de forma segura através de sua trágica experiência. Nenhuma hora é tão escura, nenhuma mágoa ou derrota tão amarga que a luz do amor de Jesus não possa fortalecer e salvar o perdido (ver DTN, 382). CBASD, vol. 5, p. 573.



MATEUS 26 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
24 de maio de 2021, 0:40
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MATEUS 26 – A trajetória de Cristo fora planejada no Céu antes mesmo de existir pecadores. Nenhum plano humano pegaria o Messias de surpresa (Atos 2:22-24).

Jesus terminou de ensinar os princípios do Céu aos súditos do reino de Deus aqui na Terra (v. 1) e logo apontou que a páscoa do Antigo Testamento tinha um significado profético. Portanto, a páscoa que iniciaria em dois dias seria diferente, e a última páscoa válida (vs. 2-5).

O ato de Maria de Betânia de ungir Jesus revela uma entrega de vida a Cristo (vs. 6-13), mas Jesus elevou este gesto para revelar Sua entrega pelos pecadores. “A unção é importante porque a palavra Messias ou Cristo se refere a alguém que foi ungido para sua missão. Jesus considerou a atitude da mulher uma preparação de certa forma prematura, mas não inconveniente, para seu sepultamento” (Joe Kapolyo).

Com isso, Jesus deixava claro que não era Judas que O entregaria àqueles que seriam o assassino do Messias (vs. 14-16). Na verdade, Jesus deseja salvar ao traidor (vs. 20-25), tanto quanto o blasfemador e os escandalizados (vs. 31-35).

Antes de Sua morte pascal, Jesus substituiu a celebração da Páscoa pela celebração da santa ceia (vs. 26-35). Depois da celebração da “ceia-modelo” que revelaria sua morte pelos pecadores, Ele saiu cantando do recinto em que estava com Seus discípulos e foi para o jardim do Getsêmani a derramar Sua alma perante o Pai (vs. 36-45).

Tal oração não mudou em nada a situação, apenas preparou o coração de Jesus para aquela terrível ocasião (v. 46-75).

Embora não houvesse nada agradável no sofrimento de Cristo – o cálice seria o mais amargo -, nada sairia fora dos desígnios de Deus:
• “Acaso, pensais que não posso rogar a meu Pai, e Ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos?” (v. 53);
• Como, pois, se cumpririam as Escrituras, segundo as quais assim deve suceder?” (v. 54);
• “Tudo isto, porém, aconteceu para que se cumprissem as Escrituras dos profetas. Então, os discípulos todos, deixando-O, fugiram” (v. 56).
• “Então Pedro se lembrou da palavra que Jesus Lhe dissera: Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes…” (v. 75).

Cada detalhe da paixão de Cristo foi planejado para nos salvar. Reflita nisso e reaviva-te! – Heber Toth Armí.



MATEUS 25 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
23 de maio de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO MATEUS 25Primeiro leia a Bíblia

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MATEUS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

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MATEUS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
23 de maio de 2021, 0:50
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1183 palavras

1 o reino dos céus. Jesus e pelo menos quatro dos discípulos estavam [na terça à tardinha] na encosta ocidental do monte das Oliveiras. Os sol se pôs, e as sombras do crepúsculo foram se aprofundando. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 542.

1-13 A demora da volta de Cristo distingue o sábio do tolo. Estar pronto significa estar preparado para uma longa espera; o zelo de pouca duração é inadequado. Bíblia de Genebra.

Na hora da vinda de Cristo, revelar-se-á quais são os crentes verdadeiros que confiam em Cristo e aguardam Sua vinda, e quais são aqueles cuja profissão religiosa não inclui a “vigilância” – a fé transformadora em Cristo. Bíblia Shedd.

2 néscias. As cinco “virgens néscias” não são hipócritas (PJ, 411), são “tolas”, por não terem se rendido ao trabalho do Espírito Santo. CBASD, vol 5, p. 543.

3 azeite. Simboliza o Espírito Santo (PJ, 408; ver Zac 4:1-14), do qual os membros da igreja aqui representados são destituídos. Eles estão familiarizados com a teoria da verdade, mas o evangelho não efetuou nenhuma mudança em sua vida. CBASD, vol 5, p. 543.

4 as prudentes. As virgens prudentes da parábola representam os cristãos que entendem, apreciam e se valem no ministério do Espírito Santo. São “sábios” de fato os cristãos que hoje acolhem o Espírito Santo em suas vidas e cooperam com Ele na Sua tarefa designada (ver Jo 14:16, 17; 16:7-15). CBASD, vol 5, p. 543.

5 e, tardando. Os cristãos de hoje fariam bem em lembrar que o atraso do Esposo celestial não se deve a qualquer falta de preparação da parte dEle. Ele poderia ter vindo há muito tempo se Seu povo estivesse pronto para recebê-Lo e se tivesse sido fiel em completar a tarefa que lhe fora designada de preparar o mundo para a Sua vinda (ver DTN, 633, 634). CBASD, vol 5, p. 54

6 à meia-noite. O momento em que as donzelas cansadas de esperar estariam mais sonolentas. “Meia-noite” representa a escuridão espiritual, a hora mais tenebrosa. Grandes trevas espirituais cobrirão a terra nos últimos dias. CBASD, vol 5, p. 544.

8 do vosso azeite. A preparação das virgens néscias não tinha sido completa nem séria, mas superficial. CBASD, vol 5, p. 544.

14 Pois será. Enquanto a parábola das dez virgens (Mt 25:1-13) enfatiza a preparação pessoal para o retorno de Cristo, a dos talentos sublinha a responsabilidade do trabalho para a salvação dos outros. Assim, “vigiar” (Mt 24:42) inclui tanto a preparação pessoal quanto o trabalho missionário individual. CBASD, vol 5, p. 544.

14-30 A parábola dos talentos emprega a palavra “talento” (peso de 30 kg de prata equivalente a 6.000 denários) no  sentido de uma fé e capacidades que Deus concede aos crentes, que implicam em uma compreensão do amor de Deus revelado em Cristo e suas consequentes implicações. Bíblia Shedd.

Um talento de prata … correspondia a mais de 18 anos de salário comum. CBASD, vol 5, p. 545.

15-28 Esta parábola [dos talentos], como as outras duas neste capítulo, tem o seu foco naquilo que os cristãos deveriam estar fazendo entre o “agora” e a Segunda Vinda – outra descrição para o que significa “vigiar”. Andrews Study Bible.

15 talentos. A palavra “talento”, em português, significando um dom natural ou habilidade, é derivada desta parábola. Bíblia de Genebra.

24 Senhor, sabendo que és. O servo admite francamente que seu procedimento não foi devido à ignorância ou à falta de capacidade. Foi deliberado. CBASD, vol 5, p. 545.

25 O servo que não fez uso do talento agiu assim porque desconfiava de seu senhor e o odiava.Não quis arriscar-se e fazer o dom circular. Preferiu a neutralidade (Mt 5.15, 16) e isentar-se da responsabilidade. Bíblia Shedd.

…ele supôs que todo o lucro iria para o seu mestre, e ele seria responsabilizado por qualquer perda. Ele não estava disposto a aceitar a responsabilidade envolvida, e faria o mesmo se oportunidades maiores lhe fossem oferecidas. CBASD, vol 5, p. 546.

27 juros. A palavra grega assim traduzida era usada a princípio no sentido de “prole”, sendo os juros os “filhotes” do dinheiro investido. Andrews Study Bible.

29 Os dons de Deus multiplicam-se se os utilizarmos, pois transformam nossas vidas, de tal maneira que ficamos em condições de receber muito mais da plenitude que nos oferece o Senhor. O amor gera mais amor, a fé gera mais fé, a obediência à Palavra de Deus produz uma fonte de virtude que vai influenciando nosso ambiente (2Pe 1:3-7). Bíblia Shedd.

31-46 A base do julgamento: a vida frutífera em boas obras que são o sinal exterior da presença de Cristo no coração de quem sinceramente crê nele. Bíblia Shedd.

32-40 A separação e julgamento são baseados em como os seguidores de Jesus tratam o menor e o marginal enquanto eles esperam pelo retorno de Jesus. Esta parábola não está ensinando salvação pelas obras da lei, o que Paulo rejeita (Rom 3.27). Ela articula as obras éticas e sociais que caracterizam o próprio trabalho de Jesus, e o que, depois, o apóstolo Tiago  requer dos seguidores de Cristo (Tg 2:14-16). Andrews Study Bible.

32 Nos campos de Israel, as ovelhas e os cabritos viviam juntos; as ovelhas tinham alto valor, e os cabritos, pouco valor. Bíblia Shedd.

40 Quando refletirmos o caráter de Jesus perfeitamente, agiremos como Ele pelos necessitados e, por meio de nós, ele poderá consolar e socorrer os outros. A melhor prova de amor a Deus é o amor que nos leva a levar “as cargas uns dos outros, e assim cumprir a lei de Cristo” (Gl 6:2; cf 1Jo 3:14-19; ver com. de Mt 5:43-48). CBASD, vol 5, p. 548.

41 fogo eterno. Descrito em outros lugares como “fogo inextinguível” (ver com. de Mt 3:12) e “fogo do inferno” (ver com. de Mt 5:22). Todos os três se referem às chamas do último dia que hão de consumir os maus e todas as suas obras (2Pe 3:10-12; Ap 20:10, 14, 15). A palavra aionios traduzida como “eterno” ou “para sempre”, significa “que dura um tempo”, no sentido de ser algo contínuo e não sujeito à mudança caprichosa. Os antigos papiros gregos contêm numerosos exemplos de imperadores romanos descritos como aionios. … É, portanto, claro que as palavras “eterno” e “para sempre”, na língua portuguesa, não refletem como precisão o significado de aionios. O termo significa, literalmente “época duradoura”, e expressa permanência ou perpetuidade dentro dos limites. Por sua vez, “eterno” e “para sempre” é de duração ilimitada. A duração de aionios deve, em cada caso, ser determinada pela natureza da pessoa ou coisa que ela descreve. No caso de Tibério César, por exemplo, aionios descreve um período de 23 anos, ou seja, o tempo de sua ascensão até sua morte. No NT, aionios é usado para descrever tanto o destino dos ímpios quanto o estado futuro  dos justos. Seguindo o princípio acima referido, vemos que a recompensa do justo é a vida que não tem fim, a recompensa dos ímpios é morte para a qual não há fim (Jo 3:16; Rm 6:23, etc.). … Esse “fogo eterno”, aionios, não significa que ele é de duração infinita. Isso fica claro a partir de Judas 7. Obviamente, o “fogo eterno” que destruiu Sodoma e Gomorra queimou por um tempo e depois se extinguiu. CBASD, vol. 5, p. 550, 551.

44 quanto foi que Te vimos […]? Eles não conseguiram aprender a grande verdade que o amor genuíno de Deus se revela no amor para com os Seus filhos sofredores. A verdadeira religião envolve mais do que o assentimento passivo aos dogmas. CABSD, vol. 5, p. 551.



MATEUS 25 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
23 de maio de 2021, 0:40
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MATEUS 25 – A negligência nos estudos impede de conseguir resultados elevados. A negligência de pequenos gestos de amor no casamento pode resultar em grandes desgraças, como o divórcio. A negligência no trabalho pode levar ao desemprego.

• Pior que tudo isso, é a negligência espiritual. A qual resulta na perdição total da salvação. Quase alcançar a vida eterna, significa totalmente perdido, ou seja, receberá a morte eterna.

Para ilustrar essa verdade tão séria, Jesus…
1. …contou a parábola das dez virgens (vs. 1-13);
2. …na sequência, apresentou a parábola dos talentos (vs. 14-30);
3. …concluiu seus ensinamentos falando do grande julgamento (vs. 31-46).

Tais ensinamentos estão vinculados aos ensinos sobre os sinais do fim do mundo do capítulo anterior. Jesus revela-Se mais preocupação com a preparação dos Seus servos para Sua vinda do que revelar quando será o fim do mundo.

• Parece que agimos de forma contrária à preocupação de Jesus; negligenciamos a preparação e revelamos avidez pelas informações escatológicas.

O capítulo em pauta não fala de crentes e ateus, de espirituais e seculares, sinceros e hipócritas. Os indicados representam crentes ativos na igreja visível de Cristo. Sobre a parábola das virgens, Ellen G. White declarou: “A classe representada pelas virgens loucas não é hipócrita. Tem consideração pela verdade, advogaram-na, são atraídos aos que creem na verdade, mas não se entregaram à operação do Espírito Santo”.

A diferença entre salvos e perdidos não está no sono, ou nas atividades realizadas (vs. 31-46), mas na motivação para viver o cristianismo sob a regência do Espírito Santo. Os talentos dados como dons do Espírito Santo visam nossa preparação; negligenciá-los, significa preparar-se para a perdição (vs. 14-30).

Alberto Timm observa que “boas intenções são essenciais, mas nem sempre bastam”. Por isso, “deveríamos refletir mais na cena de julgamento de Mateus 25:31 a 46”.

O final do discurso de Cristo neste último sermão registrado por Mateus “não é uma parábola, mas uma descrição em linguagem apocalíptica com um símile no v. 32”, e revela “o tipo de critério que será usado [no juízo divino], e tem a intenção de ser uma advertência para nós” (H. L. Ellison).

A procrastinação é inimiga da preparação para a salvação. A negligência espiritual impedirá muitos crentes de entrar no Céu. Portanto, reavivemo-nos imediatamente! – Heber Toth Armí.



MATEUS 24 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
22 de maio de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO MATEUS 24Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 24 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

MATEUS 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MATEUS 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
22 de maio de 2021, 0:50
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1845 palavras

1 Tendo Jesus saído. Provavelmente, na terça-feira à tarde. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 528.

para Lhe mostrar. Josefo compara as paredes de pedra branca do templo à beleza de uma montanha coberta de neve (Guerra dos Judeus, v.5.6 [223]) e dá a dimensão fabulosa de algumas das suas pedras: 45 x 5 x 6 côvados(cerca de 20 x 2 x 2,7 m). O templo, naquela ocasião, estava em processo de construção havia quase 50 anos (ver Jo 2:20) e a obra de construção de todo o complexo de pátios e edifícios não foi concluída até cerca de 63 d.C., sete anos antes de ser totalmente destruído pelo exército de Tito. CBASD, vol. 5, p. 529.

2 pedra sobre pedra. Esta profecia se cumpriu durante a conquista romana de Jerusalém, no ano 70 d.C. Bíblia de Genebra.

Cumprido literalmente em 70 d.C., quando os romanos, comandados por Tito, destruíram completamente Jerusalém e os edifícios do templo. As pedras eram até mesmo separadas à força umas das outras, para achar as sobras das folhas de ouro do teto que se derreteram quando o templo foi incendiado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Josefo descreve vividamente a destruição do templo e os esforços de Tito para salvá-lo (Guerra dos Judeus, vi.4.5-8 [249-270]). A excelente construção do edifício assegurava que ele resistiria a ataques indefinidamente. A própria cidade de Jerusalém era considerada, para todos os efeitos práticos, inexpugnável, mas Jesus previu que seria destruída pela força. CBASD, vol. 5, p. 529.

3 vinda. Do gr parousia, “presença” ou “chegada”. A palavra parousia ocorre comumente nos papiros por ocasião da visita de um imperador ou rei. … é mais comumente usada para denotar a vinda de Cristo (2Ts 2:1), ou de homens (1Co 16:17). … não há nada, no termo parousia que signifique uma vinda secreta. CBASD, vol. 5, p. 529.

7 nação contra nação. Escritores judeus e romanos descrevem o período de 31-70 d.C. como um tempo de grandes calamidades. … As previsões sobre “fomes, e pestes, e terremotos”, do v. 7 (ARC), sem dúvida também se referem principalmente ao mesmo período. Jesus advertiu os primeiros cristãos a não considerar a luta política, fomes, pestes e terremotos daquele tempo como sinais do “fim” imediato do mundo. CBASD, vol. 5, p. 531.

fomes. Uma grave fome na Judeia, ocorrida por volta do ano 44 d.C., é mencionada em Atos 11.28. Houve, ao todo, quatro grandes períodos de fome durante o reinado de Cláudio, em 41 a 54 d.C. CBASD, vol. 5, p. 531.

terremotos. Houve uma série de grandes terremotos entre 31 d.C. e 70 d.C. Os piores deles foram em Creta (46 ou 47), Roma (51) Frígia (60) e Campânia (63). Tácito também fala de furacões particularmente severos e tempestades no ano 65 d.C. (Anais, xvi.10-13). CBASD, vol. 5, p. 531.

15 abominação da desolação. O claro contexto dos próximos cinco versos (vv 16-20) é a destruição de Jerusalém, que aconteceu em 70 d.C. Portanto, esta profecia de Daniel (Dn 9:26-27) aponta para, entre outros eventos, a destruição de Jerusalém por Roma. Andrews Study Bible.

quem lê entenda. …”quem lê Daniel”. Bíblia de Genebra.

Esta referência ao livro de Daniel é uma evidência de que Jesus acreditava que Daniel era uma pessoa histórica, que era profeta e que escreveu o livro que leva seu nome. Pelo fato de a profecia de Daniel apontar claramente o tempo em que o Messias havia de aparecer, os rabinos, em séculos posteriores, amaldiçoavam aqueles que tentavam fazer algum cálculo desse tempo (GC, Sanhedrin, 97.b, ed. Soncino, Talmude, p. 659). CBASD, vol. 5, p. 533, 534.

16 fujam para os montes. Segundo Eusébio, historiador da Igreja primitiva, os cristãos fugiram de Jerusalém durante a guerra judaica, em obediência á profecia. Bíblia de Genebra.

As montanhas da Transjordânia, onde estava localizada Pella. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Josefo diz (Guerra dos Judeus, vi.9.3 [420]) que mais de um milhão de pessoas morreram durante e, após o cerco da cidade, mais de 97 mil foram levadas em cativeiro. No entanto, durante uma trégua temporária, quando os romanos inesperadamente levantaram o cerco de Jerusalém, todos os cristãos fugiram e é dito que nenhum deles perdeu a vida. Seu local de retiro foi Pela, uma cidade no sopé a leste do rio Jordão, cerca de 30 km ao sul do mar da Galileia. De acordo com Josefo, Tito, comandante dos exércitos romanos, confessou que nem os seus exércitos nem as máquinas do cerco poderiam ter sucesso em romper os muros de Jerusalém, a menos que o próprio Deus assim o quisesse. A defesa obstinada da cidade enfureceu tanto os soldados romanos que, quando finalmente entraram, seu desejo de vingança não conhecia limites. CBASD, vol. 5, p. 533.

20 Oraisábado. Quarenta anos depois da ressurreição, o sábado seria tão sagrado quanto era quando Jesus pronunciou estas palavras, na encosta do monte das Oliveiras. Ele não sugere nenhuma alteração na sacralidade do dia, como muitos cristãos hoje supõem ter ocorrido quando Ele saiu do túmulo. A agitação, excitação, o medo e os incidentes de viagem durante a fuga de Jerusalém seriam inapropriados para o dia de sábado. CBASD, vol. 5, p. 533, 534.

24 se possível. Os fiéis obedeceram ao conselho da “Testemunha Verdadeira” a Laodiceia para “ungir” seus “olhos com colírio” (ver com. de Ap 3.18) e, portanto, são capazes de distinguir entre o verdadeiro e o falso. A forma da frase no grego significa que é impossível Satanás enganar aqueles que amam e servem a Deus com sinceridade (ver … GC, 561, 623, 624). Verdadeiro amor à verdade e diligência em obedecer a todas as instruções que Deus deu para estes últimos dias serão a única proteção contra os enganos do inimigo, os espíritos enganadores e as doutrinas dos demônios. CBASD, vol. 5, p. 534, 535.

26 não saias. Ou seja, “nem sequer tenha curiosidade para ouvir o que eles têm a dizer, não dê a impressão de concordar com eles, estando presente ao ouvi-los falar”. “Sair”, aqui, significa colocar-se em terreno encantado e, assim, estar em perigo de cair no engano. CBASD, vol. 5, p. 535.

27 como um relâmpago. A vinda de Cristo será evidente, sem ambiguidade e visível a todos. Bíblia de Genebra.

Não haveria nada de secreto ou misterioso sobre o retorno de Jesus. Todos saberiam do Seu retorno à Terra, pois todos O veriam (Ap 1:7). As palavras de Cristo não deixam margem para um arrebatamento secreto, para uma vinda mística ou para qualquer outra falsa teoria inventada por piedosos e excessivamente zelosos pretensos “profetas”. A humanidade iria “ver” Jesus “vindo sobre as nuvens do céu” (Mt 24:30, cf. Mt 16:27; 26:64; Mc 8:38; 14:62; At 1:11; Ap 1:7). Não haveria dúvida quanto ao evento. Quando Jesus retornar, todos saberão disso sem que nada tenha que ser dito. CBASD, vol. 5, p. 535.

29 Jesus descreve o escurecimento do sol e a queda das estrelas como ocorrendo ao fim da tribulação (vv 21-22). … Isto se relaciona com o fim do período dos 1.260 dias proféticos em 1798 d.C. Andrews Study Bible.

o sol. O escurecimento do sol aqui predito ocorreu em 19 de maio de 1780, conhecido como o grande dia escuro. CBASD, vol. 5, p. 536.

a lua. Na noite do dia 19 de maio de 1780, a luz da lua foi velada, assim como havia ocorrido com o sol durante as horas do dia. CBASD, vol. 5, p. 536.

as estrelas. Sem dúvida, a maior chuva de meteoros que a história testemunhou se cumpriu em 13 de novembro de 1833. Esses dois fenômenos, de 1780 e 1833, cumpriram exatamente as previsões de Jesus, pois ocorreram no tempo especificado. Eles não foram os únicos eventos dessa natureza, mas os que melhor atenderam às especificações da profecia. CBASD, vol. 5, p. 536.

os poderes do céu. O abalo das “potestades do céu” não se refere aos fenômenos descritos na primeira parte do versículo [“Logo em seguida à tribulação daqueles dias”], mas a um tempo ainda futuro, quando os corpos celestes ”serão movidos de seus lugares, abalados pela voz de Deus”. Isso acontecerá quando Sua voz abalar também a Terra (ver PE, 41), na abertura da sétima praga (Ap 16:17-20; GC, 636, 637; PE, 34, 285; cf. Is 34:4; Ap 6:14). CBASD, vol. 5, p. 536.

30 sinal. O “sinal” que vai distinguir o retorno de Cristo dos enganos dos falsos cristos é a nuvem de glória com a qual Ele retornará à Terra (ver PE, 15, 35; GC, 640). CBASD, vol. 5, p. 536.

lamentarão. A lamentação das nações é uma alusão a Zc 12.10-12. Bíblia de Genebra.

20-42 A segunda vinda de Cristo será rápida e repentina. Não haverá oportunidade para arrependimento ou barganha de última hora. A escolha que já fizemos determinará nosso destino eterno. Life Application Study Bible Kingsway.

40 um será tomado, e deixado o outro. Alguns veem aqui uma referência ao arrebatamento secreto. No entanto, a ida de pessoas salvas ao Céu antes da segunda vinda contradiz 1Ts 4:16, 17 e Hb 11:39, 40, passagens que ensinam que os salvos chegarão juntos ali. A ressurreição dos mortos fiéis, por ocasião da segunda vinda, será sucedida pela reunião de todos os salvos para o encontro com o Senhor noa ares, de forma nada secreta. A frase simplesmente significa que nem todos estarão prontos quando Cristo regressar. Bíblia de Estudo Andrews.

Um será tomado. Do gr. paralambano, cujo significado literal é “tomar para si” ou”levar consigo”, usado nos papiros com o sentido de receber ou tomar para si artigos que lhe pertencem. Paralambano é usado em Mateus 17:1 … [tb em Cl 4:17; 14:3] … É antibíblica a doutrina conhecida como”arrebatamento secreto”, segundo a qual os santos serão arrebatados secretamente da Terra antes do retorno visível de Cristo. Seus defensores apelam para as declarações de Cristo nos v. 39 a 41, como prova. Mas esses versículos não ensinam tal coisa. A “vinda” de Mateus 24 é sempre, sem exceção, a aparição literal e visível de Cristo (v. 3, 27, 30, 39, 42, 44, 46, 48, 500. Nessa vinda, “todos os povos da Terra […] verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu” (v. 30). Jesus adverte sobre a natureza de uma vinda secreta de Cristo atribuída aos falsos profetas (v. 24-26; ver com. do v. 27). O que Jesus quis dizer com ser “levado” e ser “deixado” é esclarecido pelo contexto. Aqueles que são deixados são os servos maus, que, em vez de continuar em suas atividade normais, … serão castigados e receberão sua parte com os hipócritas (v. 48-51). CBASD, vol. 5, p. 538, 539.

Deixado. Do gr. aphiemi, “mandar embora”, “dispensar”. … Os justos são, literalmente, “recebidos” e os ímpios, “dispensados”. CBASD, vol. 5, p. 538, 539.

42 vigiai. Um estado ativo, e não espera passiva, de acordo com os vs. 45-51. Bíblia de Genebra.

Este é o ponto central de todo o discurso de Mt 24-25. Ninguém sabe exatamente quando Jesus voltará, nem mesmo os anjos (v. 36). Somos instruídos a reconhecer quando está perto (v. 32, 33). Mas, em certo sentido, sua vinda será inesperada, como a de um ladrão na noite. Bíblia de Estudo Andrews.

44 ficai também vós apercebidos. Aqueles que sinceramente desejam  a vinda de Jesus estarão prontos, não importa quando o Senhor aparecerá. CBASD, vol. 5, p. 539.

45 a quem o senhor confiou. Esta parábola se aplica especialmente aos líderes religiosos e espirituais da “família da fé” (Gl 6:10; cf Ef 2:19), cujo dever é suprir as necessidades de seus membros e que, por preceito e exemplo, devem testemunhar de sua crença na proximidade da vinda de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 539.

 a seu tempo. É dever do pastor alimentar e pastorear “o rebanho de Deus” (1 Pe 5:2) dando-lhe exemplo (v.3 ) de vigilância e preparação. … cabe a cada pastor cumprir fielmente a responsabilidade que lhe foi confiada (ver Ez 34:2-10). CBASD, vol. 5, p. 539.

 

Nota: As épocas a que se refere Mateus 24 são:
vs 5 a 20 – perseguição da igreja por Roma pagã e destruição de Jerusalém
vs 21, 22, 29 – perseguição da Idade Média
vs 24 a 27 – Ilusões dos últimos dias
vs 30, 31 – Volta de Jesus



MATEUS 24 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
22 de maio de 2021, 0:40
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MATEUS 24 – A curiosidade, ao contrário do que alguns falam, é característica também masculina. Intrigados com o final do sermão de Jesus em Mateus 23, homens maduros inquiriram-nO na abertura do capítulo 24. Contudo, a curiosidade foi ainda mais atiçada quando Jesus declarou que o Templo seria destruído. Analise as perguntas:

1. Quando sucederão estas coisas?
2. Que sinal haverá de tua vinda?
3. Quais os sinais do fim dos tempos?

Estas três curiosas indagações dos discípulos, respondidas por Jesus no restante do capítulo, não formam nenhum método de interpretação profética do livro de Apocalipse. Jesus responde às perguntas dos discípulos, nada mais; portanto, cuidado para não complicar e/ou deturpar as palavras do Mestre.
Mateus 24 e 25 formam um só sermão. Nestes dois capítulos, o Pregador dos pregadores ressaltou a característica que separa, não somente à igreja do mundo, como também o preparo do despreparado cristão religioso. Veja quantas vezes enfatizou-se o cuidado com o engano:

1. A primeira premissa do sermão diz: “Cuidado com os falsos profetas [pregadores] do fim dos tempos. Muitos líderes, com identidade falsa […] vão enganar muita gente” (vs. 4-5, AM);

2. Argumentando ainda (vs. 11-12), Jesus afirmou contundentemente: “Para aumentar a confusão, falsos pregadores irão enganar muita gente”. Falta de amor caracteriza o falso cristão.

3. Fortalecendo o que já dissera (vs. 24-25), Jesus não deixou dúvidas: “Falsos messias e pregadores mentirosos surgirão aos montes. Suas credenciais e seus espetáculos impressionantes, se possível, iludiriam até os escolhidos de Deus. Fiquem atentos, pois eu vos avisei com antecedência”.

O foco é a segunda vinda de Cristo em glória (vs. 29-35) e o verdadeiro preparo dos verdadeiros cristãos (vs. 36-51). Desde antes da queda de Jerusalém até o dia da segunda vinda, é imprescindível preparar-se (vs. 1-51). Sinais celestiais, terrestres, sociais e religiosos visam alertar-nos: Não descambem para a falsidade.

“Fiquem firmes, […] é isso o que Deus quer” (v. 13).

Contudo, muitos serão enganados (advertência enfatizada por Jesus nos versos 5, 11 e 24). Por isso, a necessidade da pregação do verdadeiro evangelho (v. 14) a todos.

Atenção! Jesus também não quer ninguém especulando a data de Seu retorno (v. 36). A ênfase é na urgência da preparação!

“Então, vigiem. Vocês não têm como saber quando seu Senhor irá se Manifestar” (v. 44) – Heber Toth Armí.



MATEUS 23 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
21 de maio de 2021, 1:00
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