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FILIPENSES 2 – Igrejas que lutam pela unidade vencem, enquanto igrejas divididas perdem. As conhecidas panelinhas são formas sutis de divisões na igreja.
Gene Getz, em sua introdução ao estudo do segundo capítulo de Filipenses, oferece-nos as seguintes indagações: “Você já perguntou a si mesmo qual tem sido a estratégia mais importante de Satanás desde os dias do Novo Testamento? Onde ele tem concentrado seus esforços a fim de frustrar a obra de Cristo? O que ele tem feito? E por quê?”
O capítulo em pauta ajuda-nos a evitar o estrago que Satanás intenta fazer em nossas comunidades de crentes. Baseando-me no esboço do Comentário Bíblico Adventista, deixo o seguinte esboço do capítulo:
1. Paulo exorta os filipenses à humildade com base no exemplo de Cristo (vs. 1-11)
2. Paulo admoesta os crentes a serem luz do mundo (vs. 12-15);
3. Paulo diz estar pronto a ser oferecido a Deus (vs. 16-18);
4. Paulo espera enviar Timóteo, assim como Epafrodito aos filipenses (vs. 19-30).
A exortação sagrada à humildade tem sua base na atitude de Cristo. Sendo que a conversão coloca Cristo no coração do converso, a unidade se efetivará através do amor altruísta e da mansidão (vs. 1-4).
A mais alta posição dentro da igreja é a de servo. Qualquer ambição que ultrapasse o limite de servo é uma porta que o crente abre para aquele que desejou ser igual a Deus e causou guerra no Céu (Apocalipse 12:7-9). Em contraste com Satanás, Cristo Se humilhou.
O apóstolo Paulo nos desafia a seguir o exemplo de Cristo. Leia Filipenses 2:5-11 em diversas versões bíblicas várias vezes e tente assimilar a mensagem destes versículos a tua vida diária.
Perceba que o crescimento espiritual depende de nosso envolvimento com o projeto divino, assim como o crescimento biológico depende de comer, exercitar-se e dormir. Desenvolver a salvação no cotidiano depende de obedecer à Palavra de Deus e permitir que Deus opere Seu querer em nós. Isso resultará em…
a) Realização espiritual desprovida de reclamações e dissenções;
b) Uma vida limpa das manchas do pecado;
c) Testemunho poderoso do cristianismo;
d) Satisfação aos líderes espirituais consagrados.
Temos em Paulo, Timóteo e Epafrodito exemplos reais do poder do verdadeiro evangelho. O que estamos esperando para experimentá-lo também?
Levantemo-nos, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO FILIPENSES 1 – Primeiro leia a Bíblia
FILIPENSES 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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425 palavras
1 Servos. Do gr. douloi. Alguns sugerem que ao aplicar esse termo a si mesmo, Paulo podia ter em mente a prática grega frequente de se libertar um escravo ao comprá-lo para um dos deuses. Uma transação de negócios fictícia era arranjada, e o escravo deveria pagar ao tesouro do templo seu preço de compra, dinheiro que ele teria poupado. O proprietário e o escravo iam juntos ao templo. O senhor recebia o preço de compra, e o escravo era supostamente vendido para o deus. Assim, o escravo se tornava propriedade particular daquele deus. Contudo, para fins práticos, ele estava livre. Paulo se considerava de Cristo comprado por preço. Sabia que não pertencia a si mesmo, pois fora comprado por Cristo, que o amava e por ele dera a vida. Essa compra não era ilusória, mas uma realidade viva. Ele estava sob pleno controle do Mestre. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 125.
6 Aquele que começou. Isto é, Deus. O apóstolo espera que seus conversos lembrem que Deus é o autor da salvação deles. CBASD, vol. 7, p. 126.
12 Coisas que me aconteceram. Paulo assegura aos filipenses que seu confinamento tem resultado em bênçãos, em vez de prejuízos. Os filipenses deviam compreender que, pela providência de Deus, as provas estavam sendo utilizadas para fazer a pregação do evangelho avançar. Como ocorre com frequência, a ira das pessoas termina por produzir glória para Deus. CBASD, vol. 7, p. 128.
15 Inveja e porfia. Ou, “inveja e rivalidade”. O apóstolo não menciona a causa da rivalidade. Mesmo em Roma devia haver um partido que tinha ciúmes da influência de Paulo; e, supostamente, sua prisão seria uma boa oportunidade para diminuir a influência de Paulo e fortalecer a posição deles. Paulo estava aprisionado, e eles tinham acesso ao povo. Os opositores podiam até concordar com Paulo na doutrina, mas procuravam prejudica-lo com inimizade. Como esses homens professavam pregar a Cristo, era difícil discernir os motivos deles. CBASD, vol. 7, p. 129.
18 Sempre me regozijarei. O regozijo de Paulo não era apenas momentâneo. Ele continuaria a se regozijar nos pregadores opositores assim como se alegraria na pregação daqueles que a faziam de boa vontade. CBASD, vol. 7, p. 130.
21 Lucro. O cristão não tem nada valioso para perder diante da morte, mas tem muito a ganhar. Ele perderá tentação, provação, labuta e tristeza, e ganhará, na ressurreição, a imortalidade. CBASD, vol. 7, p. 132.
30 Combate. Do gr. agõn, “uma competição”, expressão utilizada para competições atléticas ou entre gladiadores. Aqui se refere a conflitos com o inimigo. Os filipenses estavam enfrentando perseguições semelhantes ás que sobrevieram a Paulo. CBASD, vol. 7, p. 135.
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FILIPENSES 1 – Precisamos de líderes eclesiásticos que tiram os olhos das coisas materiais para fixá-los nas coisas espirituais; pois os crentes do presente precisam dos mesmos ensinamentos que os crentes do passado.
Nesta carta aos crentes de Filipo, “Paulo queria que eles fossem frutíferos na compreensão espiritual rica e profunda, de modo que permanecessem irrepreensíveis até o dia de Cristo. Esse dia será uma ocasião de julgamento das obras dos crentes, quando o Senhor se manifestar e a fidelidade deles for recompensada” (David S. Dockery).
Após a saudação (vs. 1-2), temos três tópicos no capítulo em questão, conforme apresentado por William MacDonald:
• Ação de graças e oração de Paulo em favor dos crentes (vs. 3-14);
• As glórias de Cristo, Cabeça da Igreja (vs. 15-23);
• O ministério confiado a Paulo (vs. 24-29).
A amizade cristã é uma das ênfases no primeiro capítulo da epístola. Gene Getz, comentando-o, destaca que: “Os relacionamentos humanos não acontecem simplesmente – nem mesmo em Cristo. Devem ser cultivados e mantidos cuidadosamente. Por exemplo, os filipenses faziam tudo para expressar seu amor em Cristo por Paulo. Conservaram abertas as linhas de comunicação. Paulo, por sua vez, fazia o mesmo”.
Os versículos 20-26 oferecem uma mensagem pouco percebida por aqueles que pouco estudam ou apenas leem superficialmente o texto sagrado. Destaco os seguintes pontos:
1. Cristãos verdadeiros têm como alvo diário engrandecer a Cristo na vida e na morte, não importa a situação (v. 20).
2. Desafios na existência cristã são tão grandes que, no sofrimento, o desejo de estar com Cristo no Céu é muito maior que viver ou morrer numa sociedade tão insana (vs. 21-23):
• O viver é Cristo, mas neste mundo até Cristo sofreu;
• O morrer é lucro, porque repousa até a ressurreição;
• Por isso, mais do que viver ou morrer por Cristo, melhor mesmo é ascender aos Céus para estar com Cristo.
3. Ainda que seja melhor estar no Céu em vez de viver numa sociedade opressora, servos de Deus estão dispostos a influenciar pessoas para Cristo até o dia de Seu advento (vs. 24-26).
A esperança do cristão não é morrer. A morte é salário do pecado (Romanos 6:23), nunca poderia ser caminho para o Céu. O caminho para o Céu é uma existência vivida em Cristo. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EFÉSIOS 6 – Primeiro leia a Bíblia
EFÉSIOS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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768 palavras
1 Filhos. O apóstolo faz uma transição natural de maridos e esposas para filhos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1154.
Obedecei. Isto é mais forte do que a palavra “sujeitai-vos”, que é usada para expressar a relação da mulher para com o marido (Ef 5:22), e indica uma relação diferente. Em toda a Escritura, a desobediência aos pais é tratada como um dos piores males (Rm 1:30; 2Tm 3:2). A obediência por parte dos filhos é razoável e justa. O bebê, ao nascer, é o mais indefeso de todos os seres e, durante anos, depende completamente do amor e ternura dos pais. Não pode haver vida em uma família sem a obediência dos filhos, pois a criança não é competente para julgar o motivo de certas formas de ação. Ainda mais importante, a criança desobediente aos pais certamente será desobediente a Deus, pois não conhece as disciplinas e restrições essenciais ao crescimento cristão. A palavra “obediência” não soa agradável aos ouvidos modernos, mas os que se ressentem dela como uma “imposição” devem assumir sua parcela de culpa pelo alarmante aumento da delinquência juvenil nos últimos tempos. CBASD, vol. 6, p. 1154.
4 Pais. O termo pode ser usado,genericamente para incluir pais e mães. No entanto, a primeira responsabilidade para a disciplina geralmente recai sobre o pai e, além disso, os pais com frequência precisam seguir esse conselho mais do que as mães. Às vezes, as mães tendem a ser indulgentes, e os pais, à severidade. CBASD, vol. 6, p. 1155.
Não provoqueis. Este conselho negativo é essencial para que a necessária obediência dos filhos se apoie em uma base moral. A passagem paralela de Colossenses dá o motivo para esta exortação: “Para que não fiquem desanimados” (Cl 3:21). A presente condição de baixa autoridade paterna, por vezes, se origina de posturas injustas e irritantes, até mesmo brutais cometidas pelos pais sobre os filhos, especialmente os indesejáveis. Muitas vezes, os filhos são considerados “perturbadores da paz” do lar, um aborrecimento. Outra causa comum de ressentimentos entre os filhos são as exigências caprichosas e incoerentes de alguns pais. Até mesmo obediência exterior é obtida por meios violentos, à custa da honra e do respeito. CBASD, vol. 6, p. 1155.
Admoestação. Do gr. nouthesia, “colocar na mente”. Esta palavra implica instrução ou disciplina que se transmite por meio da palavra, em forma de advertência. A admoestação ou conselho incentiva a criança quando está correta e avisa quando procede de forma errada. Tem sido seriamente sugerido por alguns educadores que a criança deve ser deixada para formar suas próprias ideias e convicções religiosas, uma vez que é injusto impor a religião a ela quando está despreparada para pensar por si mesma. Este raciocínio é enganoso, pois é impossível a uma criança crescer sem nenhum tipo de convicção religiosa. Se os pais ou responsáveis não instruírem seus filhos na verdade, alguém vai instruí-los no erro. Não há neutralidade nessa questão. CBASD, vol. 6, p. 1156.
8 Certos. O escravo pode ter a certeza de que sua vida e seus atos são observados pela Providência, e que as recompensas que sobrevêm a outros também serão suas. As grandes promessas de ordem espiritual são para todos os crentes. CBASD, vol. 6, p. 1157.
11 Revesti-vos. Paulo usa frequentemente a figura de “revestir-se”. Aqui, refere-se a colocar a armadura que protege o cristão. CBASD, vol. 6, p. 1159.
Toda a armadura. Do gr. panóplia, “armadura completa”. A armadura é de Deus, porque Ele é o único que fornece cada equipamento em particular (Ef 6:14-17). O cristão é convidado a se revestir dela e lutar bravamente na batalha. Aquele que fez a armadura garante sua eficácia. CBASD, vol. 6, p. 1159.
Do diabo. Do gr. diabolos. Se o conflito fosse apenas com seres humanos, a necessidade da armadura não seria tão evidente, mas é preciso enfrentar as artimanhas e astúcias do diabo. As tentações que Cristo sofreu revelam as sutilezas dos métodos do diabo, sempre dirigidos para os pontos mais frágeis da pessoa. É muito mais fácil lidar com a hostilidade aberta do que com a fraude. A armadura de Deus é planejada para defender contra os ataques cheios de astúcia que, de outra maneira, destruiriam o guerreiro cristão. CBASD, vol. 6, p. 1159.
12 Dominadores deste mundo. Literalmente, “governantes do mundo das trevas deste século”. É evidente que Paulo se refere aos espíritos malignos, que exercem certo grau de autoridade sobre o mundo. CBASD, vol. 6, p. 1159.
22 Console. Paulo sabia o quanto seus leitores estavam preocupados com seu bem-estar e desejava aliviá-los de toda preocupação desnecessária, bem como mostrar-lhes como um cristão pode suportar os sofrimentos com alegria. CBASD, vol. 6, p. 1162.
24 Sinceramente. Literalmente, “em incorruptibilidade”. Em suas palavras finais, Paulo dirige a atenção dos leitores às realidades eternas. CBASD, vol. 6, p. 1163.
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EFÉSIOS 6 – A batalha entre o bem e o mal é real, e não há meio termo: Ou tomamos o partido do bem ou nos posicionamos ao lado do mal.
O bem está no evangelho, o qual afeta profundamente todos os relacionamentos. A primeira parte do capítulo, baseando-me em Warren Wiersbe, obtemos os seguintes pontos:
1. Filhos cristãos (vs. 1-3):
• São cristãos (“no Senhor”);
• A obediência correta;
• A obediência é ordenada;
• A obediência traz bênçãos.
2. Pais cristãos (v. 4):
• Não deve provocar seus filhos;
• Deve nutri-los;
• Deve discipliná-los;
• Deve instrui-los e incentivá-los.
3. Servos cristãos (vs. 5-8):
• Devem trabalhar como se estivesse servindo a Cristo;
• Fazer um bom trabalho é a vontade de Deus;
• Serão recompensados pelo Senhor.
4. Senhores cristãos (v. 9):
• Deve-se preocupar com o bem-estar de seus funcionários;
• Não deve ameaçá-los;
• Deve sujeitar-se ao Senhor;
• Não deve ter favoritismo.
A batalha espiritual é intensa, quanto mais nos identificamos com Deus. A última parte do último capítulo de Efésios, conforme Hernandes Dias Lopes, oferece-nos os seguintes pontos:
1. O inimigo (vs. 11-13) contra quem lutamos na mais terrível batalha mundial é…
• …invisível;
• …maligno;
• …astuto;
• …persistente;
• …numeroso;
• …oportunista.
2. O equipamento que precisamos para essa batalha (vs. 14-17):
• Cinturão da verdade;
• Couraça da justiça;
• Calçado do evangelho;
• Escudo da fé;
• Capacete da salvação;
• Espada do Espírito.
3. O poder para vencer essa guerra (vs. 10-13): Precisamos…
• …do revestimento do poder de Deus;
• …do revestimento de toda a armadura de Deus;
• …de vigilância constante;
• …estar a postos e não ceder às pressões;
• …continuar atentos mesmo depois de uma vitória consagrada.
4. A energia com a qual devemos lutar essa guerra (vs. 18-20): A oração é o poder para a vitória:
• O tempo da oração: “Orando em todo o tempo”;
• A natureza da oração: “Com toda oração e súplica”;
• A esfera da oração: “No Espírito”;
• A vigilância da oração: “E, para isso mesmo, vigiando”;
• A perseverança da oração: “Com toda perseverança”;
• O alcance da oração: “E súplica por todos os santos, e…”.
5. O encorajamento para lutar essa guerra (vs. 21-24):
• Não estamos sozinhos na batalha;
• Mesmo em guerra, somos o povo mais abençoado do mundo.
Encontramos em Efésios os propósitos de Deus para os cristãos e para a igreja, vamos vivê-los. Lutemos, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
O que você achou interessante ao estudar a carta de Efésios?
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EFÉSIOS 5 – Se cremos em Cristo e aceitamos de fato e de verdade Seus preciosos ensinamentos, uma mudança será nitidamente perceptível em nosso comportamento e em nossos relacionamentos.
Estudando o livro de Efésios, nota-se que o alvo de mudança para o cristão é sobre-humano. De fato, a vida cristã é sobrenatural (vs. 1-2). Para que você experimente profundamente a essência da verdadeira religião bíblica determine-se a trocar o tempo dedicado às mídias sociais, filmes, novelas e seriados – que intentam impor comportamentos pagãos em quem os assiste –, pelo que realmente importa para a eternidade. Com oração, reflita hoje, neste pensamento:
“Convido-vos a olhar para o Homem do Calvário. Olhai para Aquele cuja cabeça foi coroada com a coroa de espinhos, que suportou a cruz da ignomínia, que desceu passo a passo o caminho da humilhação. Olhai para Aquele que foi um homem de dores e que sabia o que é padecer, que foi desprezado e rejeitado pelos homens […]. Olhai para o Calvário até que o vosso coração se enterneça diante do maravilhoso amor do Filho de Deus. Ele não deixou nada por fazer para que o homem caído pudesse ser elevado e purificado […]. Oh! Se pudesse vir sobre vós o batismo do Espírito Santo, para que fôsseis imbuídos do Espírito de Deus! Então, dia a dia vos tornaríeis mais semelhantes à imagem de Cristo…” (Ellen G. White).
Completando a argumentação ética-teológica dos capítulos anteriores, o capítulo em pauta ensina, quer gostemos ou não, que verdadeiros cristãos…
1. …Vivem em pleno relacionamento de amor (vs. 1-7);
2. …Agradam a Deus não se deixando influenciar pelos atos dos ímpios (vs. 8-14);
3. …Praticam a sabedoria divina no dia a dia (vs. 15-17);
4. …São capacitados a viver o ideal de Deus quanto mais buscam a plenitude do Espírito Santo (v. 18);
5. …Se unem para adorar a Deus em harmonia, submetendo-se uns aos outros (vs. 19-21);
6. …Praticam a essência do verdadeiro evangelho primeiramente em casa, no mais íntimo dos relacionamentos: O matrimônio (vs. 22-33).
Se o evangelho não funciona em casa, o que parece evangelho na igreja não passa de meras formalidades religiosas que iludem os ignorantes.
Busquemos viver o verdadeiro evangelho. Convertamo-nos realmente ao evangelho bíblico. “Senhor, ajuda-nos!” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EFÉSIOS 5 – Primeiro leia a Bíblia
EFÉSIOS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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1202 palavras
1-21 Neste texto, Paulo usa o termo “andar” no sentido de “viver” ou “comportar-se”. A passagem contrasta o modo cristão de “andar” ou “viver” com o estilo de vida do descrente. … Podemos sentir a tentação de desanimar, pensando que nunca seremos tão puros e sábios como se exige aqui. Mas, em vez de interpretar a passagem como um padrão intimidador, devemos vê-la com o espírito de ação de graças que Paulo advoga. Agradeça a Deus por estar atuando a fim de imbuir sua vida com a pureza e sabedoria divinas. Bíblia de Estudo Andrews..
1-7 imitadores de Deus. O padrão para o comportamento cristão é excepcionalmente elevado, uma vez que devemos ser imitadores de Deus, espelhando o amor de Cristo por nós (v. 1, 2). Portanto, não nos deve surpreender o fato de o padrão de pureza sexual para os cristãos também ser elevado (v. 3-7). Ao levar uma vida piedosa de amor, os cristãos excluem a luxúria [lascívia, emoção de intenso desejo pelo corpo] de sua vida. Em lugar do linguajar obsceno tão comum, os cristãos praticam “ações de graças” (v. 4). Bíblia de Estudo Andrews.
Uma maneira de imitar a Deus é ter um espírito perdoador (4.32). Também imitamos a nosso Senhor ao Agirmos “como” (v. 2; 4.32) Ele agia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 Entregou em sacrifício por nós, quer dizer no nosso lugar. A mesma palavra aparece em Rm 8.32 para descrever o sacrifício do Pai. Bíblia Shedd.
Aroma suave. A mesma frase aparece 40 vezes no Pentateuco (LXX). Enfatiza a aceitabilidade do sacrifício. Bíblia Shedd.
3-4 convém … inconvenientes. Banalizar o relacionamento sexual (“chocarrices”) ou, por outro lado, idolatrá-lo, está em descompasso com a nossa identidade de “santos”. Uma vez que fomos convocados dentre a raça humana (1.4-6) para portar a imagem restaurada de Deus (4.24), podemos aceitar os dons de Deus, inclusive a sexualidade, com ações de graça, e restituí-los ao seu uso apropriado (Pv 5.18-19; 1Tm 4.1-5; Hb 13.4). Bíblia de Genebra.
nem conversas tolas nem gracejos imorais. O contexto, com a palavra “obscenidade”, mostra a impropriedade não do humor em si, mas de piadas sujas e de conversas desse tipo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
ações de graça. Com uma atitude de gratidão por tudo o que Deus nos tem dado, poderemos afastar todos os pensamentos impuros e palavras más. Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 idólatra. O cobiçoso deseja certas coisas mais que a Deus …, incorrendo assim na idolatria. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 Filhos da desobediência. É um hebraísmo [expressão da língua hebraica] significando pessoas rebeldes diante do apelo do evangelho (cf. 2.2; Cl 3.6). Bíblia Shedd.
participantes com eles. Os cristãos precisam considerar o terrível destino dos não-cristãos e recusar a juntar-se a eles em sua loucura. Bíblia de Genebra.
7 não participem. Embora os cristãos convivam nos relacionamentos sociais com o próximo, como também acontecia com o Senhor Jesus (Lc 5.30-32; 15.1, 2), não devem participar do modo de vida pecaminoso dos incrédulos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 filhos da luz. Este estilo de vida bane a escuridão. Bíblia de Estudo Andrews.
Essa seção acentua o contraste entre a luz e as trevas, demonstrando que os pertencentes ao Senhor, que é “luz” (1Jo 1.5), i.e., puro e verdadeiro, não apenas têm avida iluminada por ele, mas também são o meio de introduzir essa luz nas áreas escuras da conduta humana (cf. Mt 5.14). Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 tu que dormes … mortos. Duas figuras que retratam o pecador (cf. 2.1) Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 insensatos … sábios. Tendo realçado o contraste entre a luz e as trevas, Paulo agora passa ao contraste entre a sabedoria e a insensatez. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 Remindo o tempo. São as mesmas palavras do gr que vêm muito bem traduzidas em Cl 4.5: “Aproveitai as oportunidades”. Bíblia Shedd.
18 não vos embriagueis. O êxtase temporário induzido pelo álcool nunca pode competir com a recompensa duradoura oferecida por uma vida cheia de alegria, sob a inspiração do Espírito. Bíblia de Estudo Andrews.
Não se embriaguem … deixem-se encher pelo Espírito. O tempo presente em grego é usado para mostrar que a plenitude do Espírito Santo não é uma experiência de uma vez por todas. Repetidas vezes, conforme requeira a ocasião, o Espírito reveste de poder para a adoração, para o serviço e para o testemunho. A oposição que há entre estar cheio de vinho e estar cheio do Espírito é evidente. … Quando [Paulo] fala aqui a respeito de deixar-se encher pelo Espírito … refere-se a estar debaixo do controle de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
enchei-vos do Espírito. Quem está cheio do Espírito está cheio de Jesus e da Sua Palavra (Jo 14.16, 26; 16.12-15; 17.17). Bíblia de Genebra.
O contraste entre o vinho e o Espírito. O cristão cheio do Espírito não tem: 1) andar cambaleante (15); 2) dias perdidos (16); 3)mente entorpecida (17); 4) cântico discordante (19). Em contraste, tem um coração repleto de: 1) comunicabilidade; 2) louvor e música (19); 3) gratidão contínua e universal (20), e 4) desejo de servir (21). Bíblia Shedd.
21 Esse versículo de transição conclui uma série de expressões que ilustram o resultado de encher-se do Espírito (vs. 19-21, nota). Independente da classe social a que pertencem, todos os cristãos devem moldar sua conduta na sociedade pela humildade e bondade de Cristo (4.32 – 5.2; cf Lc 22.24-27; Jo 13.14-16). Essa submissão “uns aos outros” é a base para os modelos de autoridade nos diferentes relacionamentos examinados em 5.22 – 6.9. Bíblia de Genebra.
A lista de Paulo contrasta com exemplos extrabíblicos, os quais defendem um tratamento severo para manter a honra do marido, pai e senhor de escravos. … Fica claro que a submissão não se aplica somente às esposas e aos escravos, mas também aos maridos e senhores. Bíblia de Estudo Andrews.
22-32 Paulo ensina que os dois sexos se complementam e que um homem e uma mulher são iguais perante Deus. Bíblia de Genebra.
23 Salvador do corpo. … a Igreja só pode existir em união íntima com Cristo e em submissão total a Ele. Sua vontade fica claramente exposta na Bíblia especialmente no NT. Bíblia Shedd.
como também Cristo. A analogia entre o relacionamento de Cristo com a igreja e o do marido com a mulher é fundamental no trecho inteiro, Bíblia de Estudo NVI Vida.
25 Maridos. Paulo passa a mostrar que não se trata de sujeição unilateral, mas de um relacionamento recíproco. Bíblia de Estudo NVI Vida.
como também Cristo amou a igreja e a Si mesmo de entregou por ela. Em parte alguma do Novo Testamento, o amor de Cristo, de auto-sacrifício, é apresentado de forma mais direta a uma relação mais específica como um modelo a ser imitado (cf. v. 2). Bíblia de Genebra.
entregou-se. Entregar-se à morte a favor da amada é manifestação mais extrema de devoção que aquilo que se exige da esposa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
28 Assim também. O amor sacrificial de Cristo é o exemplo do amor que o marido cristão deve para a Sua esposa. Bíblia Shedd.
Se o marido e a mulher se tornam “uma só carne”, logo, quando o homem ama a esposa, ama aquela que se tornou parte de si. Bíblia de Estudo NVI Vida.
31 Numa só carne. O mistério da união do homem com a sua mulher é um tipo de união mais alta de Cristo com os Seus num só Corpo ou numa só existência. Bíblia Shedd.
33 O conselho ainda se aplica hoje: o que uma esposa mais deseja é o terno amor de um marido dedicado. Bíblia de Estudo Andrews.