Reavivados por Sua Palavra


COLOSSENSES 1 – COMENTÁRIO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ
24 de outubro de 2021, 0:40
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COLOSSENSES 1 – Quando tornar-se cristão não está vinculado a conhecer o verdadeiro Cristo, é necessário meditar nesta curta, porém, profunda, carta de Paulo aos crentes de Colossos.

Jesus é Supremo e deve ter supremacia em todas as áreas da vida. Observe os seguintes pontos deste primeiro capítulo:
1. Cristo tem a supremacia na mensagem do Evangelho (vs. 1-12);
2. Por causa de Cristo, a cruz também deve ter supremacia na vida do cristão (vs. 13-14);
3. Na criação, Cristo tem e deve ter a supremacia – Ele é Criador (vs. 15-17);
4. Na igreja, Cristo tem a supremacia e deve ser tratado como Ser supremo (vs. 18-23);
5. Por mais nobre que sejam nossas atividades, Cristo precisa ter supremacia sobre elas, como teve no ministério de Paulo (vs. 24-29).

Só quem não conhece a Jesus não dá a Ele o devido lugar. Ele deve ser central na vida diária e religiosa. Paulo “argumenta com humildade e escreve com a força de um amor que expressa consideração” – observa Eugene Peterson. Ainda diz que o apóstolo “apresenta algo que os cristãos vieram a apreciar muito em Paulo: a união de um intelecto brilhante e determinado com um coração terno e maravilhosamente bondoso”.

Certamente, quem realmente conhece a Jesus e é transformado por Ele, deixa de ser arrogante e lhe dá a supremacia em tudo: Torna-se humilde e submisso a Cristo.

Jesus não foi criado. Ser o primogênito da Criação não significa ser o primeiro a ser criado. Pelo contrário, Ele é a causa de toda criação: Acima e abaixo, visível e invisível, de absolutamente tudo, inclusive de todos os anjos, Ele é soberano, com Ele tudo começou e tem propósito nEle. Desta forma, Jesus é tão eterno, divino e poderoso quanto Deus Pai. Se realmente tudo foi criado por Jesus, é impossível ser Ele criado. Ele não é criatura, mas Criador. Contudo, Ele Se fez criatura e, ao morrer na cruz, tornou-Se nosso soberano Salvador:

O maior milagre indescritível é o ato do divino Jesus de resgatar-nos de nossa situação deplorável de pecado.

Neste capítulo devemos reconhecer que Cristo é agente da criação, Senhor do Universo, Cabeça da igreja e Administrador de nossa reconciliação.

Portanto, vamos dar a Jesus a honra que Ele realmente merece! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



AMANHÃ COMEÇAREMOS A LER COLOSSENSES!
23 de outubro de 2021, 22:02
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FILIPENSES 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
23 de outubro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO FILIPENSES 4 – Primeiro leia a Bíblia

FILIPENSES 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

FILIPENSES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



FILIPENSES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
23 de outubro de 2021, 0:50
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757 palavras.

1 Coroa. Do gr. stephanos, “uma grinalda da vitória”, não um diadema real… Os filipenses eram a coroa de vitória de Paulo, mostrando que o apóstolo não tinha corrido em vão (Fp 2:16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 162.

No Senhor. Expressão favorita de Paulo, que a utiliza cerca de 40 vezes. CBASD, vol. 7, p. 162.

2 Pensem concordemente. Se cada um for semelhante a Cristo, anmbos estarão em harmonia. União espiritual com Cristo é o remédio para a enfermidade da igreja. CBASD, vol. 7, p. 162.

3 Clemente. Não há apoio razoável para identificar nesta pessoa com o famoso Clemente, bispo de Roma (c. 90-99 d.C.). Este Clemente parece ter sido um ativo e humilde membro da igreja filipense. CBASD, vol. 7, p. 163.

4 Alegrai-vos. Paulo não se cansa de repetir que a alegria é um dos santos privilégios do cristão. CBASD, vol. 7, p. 163.

Sempre. O Senhor é sempre o mesmo … A habilidade de Cristo em dar paz ao coração não depende de circunstâncias externas; assim, a pessoa que está centralizada nEle se alegra constantemente. CBASD, vol. 7, p. 163.

6 Andeis ansiosos. A admoestação de Paulo proíbe a ansiedade doentia que é inevitável para os que são dependentes de si mesmos em meio às dificuldades. … O pensamento da proximidade da vinda do Senhor deve nos ajudar a ficar livres de ansiedade sobre as coisas terrenas e a ser tolerantes nos relacionamentos interpessoais. CBASD, vol. 7, p. 163.

7 Paz de Deus. Pode não ser possível ao cristão sempre estar em paz com todas as pessoas (Hb 12:14); ver com. de Rm 12:18), mas falhar em alcançar essa condição não deve interferir no recebimento da paz de Deus no coração. Esta paz está fundada na fé em Deus e no conhecimento pessoal de Sua bondade. Flui de um senso de Sua constante presença e produz confiança e amor puro. CBASD, vol. 7, p. 164.

Guardará. A paz de Deus, como uma sentinela, ronda o coração e a mente para guardar as afeições e os pensamentos contra a ansiedade. CBASD, vol. 7, p. 164.

8 Tudo que é verdadeiro. Isto não deve ser limitado à veracidade. O conceito escriturístico de verdade é derivado da compreensão da natureza de Deus e de Cristo, que são a fonte de tudo que é verdadeiro. … se refere a tudo o que é moral e espiritualmente sensato, tudo que é compatível com aliança com Aquele que é “a verdade” (Jo 14:6). CBASD, vol. 7, p. 164.

Justo. … coisas puras, modestas, inocentes, irrepreensíveis e acima de reprovação. CBASD, vol. 7, p. 164, 165.

Puro. Embora a pureza sexual esteja incluída neste termo, isso não esgota todo o seu significado, já que outras formas de pureza devem estar na mente do cirstão. Por exemplo, ele deve estimar pureza de ambição, desejo e motivo. CBASD, vol. 7, p. 165.

De boa fama. Respeitável, louvável, coisas que se harmonizam com os ideais cristãos. CBASD, vol. 7, p. 165.

Vosso pensamento. O desenvolvimento do caráter cristão exige o pensar correto … Em vez de pensar sobre diferenças com o próximo ou estar ansioso sobre necessidades diárias, devemos exercitar a mente em virtudes cristas. CBASD, vol. 7, p. 165.

E ouvistes, e vistes. Tão importante quanto o ensino formal é a vida do mestre. Paulo …, pela graça de Deus, conseguiu viver para constantemente indicar a seus leitores seu exemplo pessoal. CBASD, vol. 7, p. 165.

11 Em toda e qualquer situação. Paulo não limita as condições sob as quais deve estar contente. … Se pudéssemos contemplar o futuro com os olhos de Deus, veríamos a vantagem de sermos conduzidos nos caminhos determinados por Deus (DTN, 224, 225). CBASD, vol. 7, p. 166.

12 Humilhado. Ou, “condições desfavoráveis”. Paulo fala de necessidades físicas, não de deficiências espirituais. CBASD, vol. 7, p. 166.

13 Tudo posso naquele que me fortalece. Em Cristo, há força para cumprir o dever, poder para resistir à tentação, e paciência para sofrer sem reclamar. Há graça o crescimento diário, coragem para as múltiplas batalhas e energia para o serviço fiel. CBASD, vol. 7, p. 166.

18 Sacrifício. Fazer o bem aos outros com um coração amoroso é elevar a Deus um sacrifício aceitável. CBASD, vol. 7, p. 167.

19 Meu Deus. Paulo aceitou a oferta como sendo feita não a ele, mas a Deus, de quem era ministro. Deus aceita as ofertas como se fossem feitas a Si. CBASD, vol. 7, p. 167.

22 De todos os santos. Esta e’ uma referencia geral aos membros da igreja em Roma [de onde Paulo, aprisionado, escrevia], distinguindo-os de “irmãos”. CBASD, vol. 7, p. 168.

Casa de Cesar. A palavra “casa” (oikia) aqui significa a equipe domestica do cortejo do imperador. … O fato de alguns dos servos de Nero terem se tornado cristãos mostra que o evangelho pode frutificar mesmo nos locais mais improváveis e sob as circunstâncias mais desencorajadoras (AA, 465, 466). CBASD, vol. 7, p. 168.



FILIPENSES 4 – COMENTÁRIO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ
23 de outubro de 2021, 0:40
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FILIPENSES 4 – Pare, ouça e reflita!

Depois de apelar para permanecer firmes no Senhor (v. 1), Paulo relacionou itens com seus apelo pela unidade e a paz, conforme o Comentário Bíblico Broadman:
1. Evódia e Síndique (vs. 2-3);
2. A paz de Deus (vs. 4-7);
3. O que levar em conta (vs. 8-9);
4. Reação de Paulo aos presentes dos filipenses (vs. 10-20);
5. Saudações e bênçãos finais (vs. 21-23).

Neste capítulo há um imperativo: Alegrem-se no Senhor (v. 4). Da prisão, possuindo razões para lamentar e reclamar da situação em que se encontrava, ordenou e reiterou a ordem de alegrar-se no Senhor.

O crente não é mal humorado. Não anda mostrando carranca aos outros. Ele é feliz! Tal felicidade acontece quando…
• …se resolve diferenças (v. 2),
• …equilíbrio evidencia que pertencemos a Deus (v. 5);
• …substituímos preocupação por oração (v. 6);
• …a paz de Deus invade coração e mente (v. 7);
• …finalmente, nossos pensamentos forem elevados (v. 8).

Ainda neste capítulo encontra-se um dos versículos mais conhecidos de Paulo: “Tudo posso naquele que me fortalece”; contudo, muito mal interpretado.

Atenção! O texto não diz que o cristão torna-se…
• …super humano;
• …super poderoso;
• …alguém blindado;
• …alguém que tudo o que planeja acontece;
• …uma pessoa sem problemas;
• …uma pessoa desprovida de sofrimento.

O contexto mostra que o fiel e verdadeiro cristão pode passar por quaisquer adversidades por piores que sejam, mas, independente de toda oposição e dificuldades, a tudo supera confiando em Deus (vs. 10-13).

A felicidade não é ausência de dificuldades, é essência teológica do cristianismo; Paulo conta seu testemunho e revela segredos:

“Já aprendi a estar contente, a despeito das circunstâncias. Fico satisfeito com muito ou com pouco. Encontrei a receita para estar alegre, com fome ou alimentado, com as mãos cheias ou vazias” – O segredo? Depender de Cristo em qualquer situação.

“A carta se encerra com uma bênção. Possivelmente, Paulo esperava que ela fosse lida diante da igreja reunida. Pode ser por causa de um apoio deliberado à sua dominante preocupação com a unidade, que ele ora para que a graça de Cristo estivesse no espírito deles” (Broadman).

Deus não quer promotores de desunião e tristeza, mas com promotores de união e alegria de Sua Igreja!

Oremos: “Senhor, transforma nossa tristeza em alegria” – Heber Toth Armí.



FILIPENSES 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
22 de outubro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO FILIPENSES 3 – Primeiro leia a Bíblia

FILIPENSES 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

FILIPENSES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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FILIPENSES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
22 de outubro de 2021, 0:50
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414 palavras

1 Segurança. As admoestações paulinas eram para a segurança dos filipenses, que estavam expostos a perigos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 152.

8 Sublimidade. Literalmente, “excepcionalidade”. Paulo percebeu que o conhecimento pessoal de Cristo sobressaia em valor a todas as outras realizações. CBASD, vol. 7, p. 154.

10 Sofrimentos. Aquele que esta unido com Cristo e experimenta a operação do poder de Sua ressurreição inevitavelmente compartilha os sofrimentos de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 156.

15 Tenhamos esse sentimento. Literalmente, “pensar assim” ou “ter esta mente”. O apóstolo chama todos os crentes maduros a ter a mesma atitude que ele tem em relação ao crescimento cristão. Paulo admoesta a continuar progredindo com o propósito de ganhar o prêmio. CBASD, vol. 7, p. 158.

Esclarecerá. Do gr. apokalupto, “descobrir”, “liberar o que estava velado”. Se algum cristão maduro não visse a necessidade de desconsiderar o passado e acelerar rumo à perfeição, Paulo estava certo de que Deus lhe revelaria a necessidade. Quando avançamos sinceramente na corrida cristã, Deus revela os eventuais erros de doutrina ou prática. CBASD, vol. 7, p. 158.

16 Alcançamos. Paulo está dizendo: “Descubra o que contribuiu ao desenvolvimento cristão no passado e siga o mesmo plano no futuro”. O método de consecução do cristão não muda. Infelizmente, há muitos que, com rápidos progressos, iniciam a caminhada cristã, mas se cansam e não continuam com a mesma graça do início da jornada. eles se tornam dependentes da experiência passada, em vez de fazer novos avanços e apreciar novas vitórias. A satisfação com conquistas passadas leva ao descuido. As conquistas de ontem não bastam para hoje. O cristão deve avançar continuamente. CBASD, vol. 7, p. 158.

17 Sede imitadores. [Paulo] Não estava tentando tirar a atenção deles de Cristo e voltá-la para si mesmo, mas levá-los a Cristo por meio de sua experiência cristã (cf. 1Co 4:16; 1Ts 1:6). CBASD, vol. 7, p. 158.

18 Inimigos da cruz. Se estas pessoas fossem inimigas declaradas da cruz ou se negassem que Cristo morreu para fazer expiação pelo pecado, não seriam perigosas para a igreja. No entanto, eles professavam ser seguidoras do Salvador, enquanto sua vida demonstrava que eram estranhas ao poder do evangelho. A mente estava nas coisas terrenas e “a amizade do mundo é inimiga de Deus”. Uma vida imoral é inimizade para com a cruz, porque Cristo morreu para nos fazer santos. CBASD, vol. 7, p. 159.

21 Todas as coisas. A transformação dos corpos e caracteres humanos é apenas uma manifestação do poder soberano de Cristo. Sua obra total abrange a sujeição de todas as fases da criação ao governo divino. CBASD, vol. 7, p. 160.



FILIPENSES 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
22 de outubro de 2021, 0:40
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FILIPENSES 3 – Alguém disse que “o mais perigoso tipo de ateísmo não é o ateísmo teórico, mas o ateísmo prático. Este é o mais perigoso tipo. E o mundo, e mesmo a igreja, está repleta de pessoas que prestam culto com os lábios em lugar de um culto com a vida”.

“Os judeus colocavam a sua confiança no fato de serem circuncidados, em serem descendentes de Abraão e na realização de cerimônias exteriores e obrigações da lei mosaica – coisas que não poderiam salvá-los. O verdadeiro cristão vê sua carne como pecaminosa, sem qualquer capacidade de merecer salvação ou de agradar a Deus” (John MacArthur).

Laercio Mazaro declarou: “Quantidade não é garantia de qualidade”, e fez uma referência a Serranta Wiersbe que disse: “Algumas pessoas avaliam o ministério exclusivamente através de estatísticas”.

Ministério não deve estar focado em estatísticas assim como a salvação não é pelas obras. Ministério é pastoreio, ministrar espiritualmente (ações imensuráveis), assim como a salvação é pela fé em Jesus.

Moisés Silva sintetiza o capítulo em pauta da seguinte forma, o qual intitula-o de “Polêmicas doutrinárias”:

1. Judaizantes como contexto para a teologia:
• Paulo toma a ofensiva (vs. 1-3);
• Jactância sínica (vs. 4-6).
2. Essência da teologia paulina:
• Falência espiritual (vs. 7-8);
• Riqueza espiritual (vs. 9-11).
3. Teologia prática:
• Frustração e esperança (vs. 12-14);
• Maturidade através da obediência (vs. 15-16);
• Padrões de comportamento (vs. 17-19);
• Cidadania celestial (3:20-4:1).

Há muito falsos líderes religiosos assim como existem muitos falsos crentes na igreja. Eles são hipócritas, inimigos da cruz de Cristo, e tem como Deus ao próprio ventre, isto é, vivem, “não para a glória de Deus (1Co 10:31), mas para autoindulgência e gratificação pessoal” (Francis D. Nichol).

Paulo foi às lágrimas neste capítulo. Porque, em vez dos falsos líderes eclesiásticos “gloriar-se na cruz de Cristo, esses inimigos de Cristo gloriavam-se no seu vergonhoso estilo de vida. Em vez de exaltar a Cristo como a fonte de sua esperança, eles deificavam os seus apetites. Em vez de concentrar a atenção no alvo celestial, chafurdavam no lamaçal do que é terreno! Não é de admirar que Paulo chorasse!” complementa Hebert Douglas.

O cristão deve ter Cristo no coração para reger seu estilo de vida e, o Céu, como alvo primário em tudo na vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz



FILIPENSES 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
21 de outubro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO FILIPENSES 2 – Primeiro leia a Bíblia

FILIPENSES 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

FILIPENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



FILIPENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
21 de outubro de 2021, 0:50
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1285 palavras.

Mesmo amor. Amor mútuo produz reciprocidade de pensamento e ação unida (cf. Jo 13:35; Cl 1:4; 1Ts 3:12; 2Ts 1:3). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 138.

Mesmo sentimento. Paulo afirma a necessidade de os crentes demonstrarem que aqueles que estão em harmonia com Deus vivem em harmonia uns com os outros. Poucas coisas contradizem mais a fé do que a incapacidade dos cristãos de viver e trabalhar em harmonia uns com os outros. CBASD, vol. 7, p. 138.

Vanglória. Não se devem fazer planos nem estabelecer alvos que seja instigados por ambição egoísta ou pelo desejo de sobrepujar os outros. Nada, nem mesmo por um fim que seja bom em si mesmo, é agradável a Deus se instigado por esses motivos. CBASD, vol. 7, p. 138.

Superiores. A humildade se volta para a excelência do outro e o julga a partir desse ponto de vista. … A pessoa piedosa é humilde e deseja que outros sejam preferidos em posição e honra. Isso não a torna alheia aos defeitos alheios dos outros quando estes se manifestam, mas a faz modesta e discreta mesmo diante desse fato. Esse padrão cristão reprova o amor excessivo a cargos e desperta contentamento em qualquer lugar ou função em que a providência de Deus determine estar (cf. com  de Fp 4:11, 12). CBASD, vol. 7, p. 138, 139.

4 O que é dos outros. Os cristãos têm responsabilidade particular em relação ao bem espiritual alheio. … Se a pessoa não está ciente do retorno do Senhor, não é interferência imprópria contar-lhe da brevidade desse evento. É do interesse da pessoa e é dever do amigo ensiná-la ou lembrá-la dessas coisas. O mundo depende da igreja para informá-lo acerca da vida por vir, e todo aquele que ama a Cristo ama o próximo a ponto de esclarecer-lhe sobre a necessidade de preparo para o breve retorno de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 139.

Não julgou como usurpação o ser igual a Deus. O apóstolo falou do estado de Cristo: igualdade com Deus. Então, ele se volta para os pensamentos de Cristo a fim de dar uma compreensão de Sua mente e, assim, capacitar os filipenses a imitá-Lo. O raciocício de Paulo é coeso. Em uma sentença, ele mostra que a mente de Cristo, consciente da igualdade com Deus, decidiu renunciar à glória associada àquele estado para realizar o propósito compassivo de salvar a humanidade perdida. CBASD, vol. 7, p. 140.

Ser igual. Isto é, continuar a existir em igualdade com Deus. … Paulo declara esta posição apenas para mostrar a disposição de Cristo em renunciá-la em favor da salvação dos seres humanos. CBASD, vol. 7, p. 140.

A Si mesmo se esvaziou. Este esvaziamento foi voluntário (ver com. de Jo 10:7, 18). Não era possível a Cristo manter todas as características da Divindade e ainda efetuar a encarnação. CBASD, vol. 7, p. 140.

Forma de servo. Uma característica externa do servo é prestar obediência inquestionável. Como ser humano, o Filho decidiu obedecer ao Pai (cf. com. de Hb 5:8). Não se apegou à soberania divina, mas ao serviço, que se tornou a atitude predominante de Sua vida (Mt 20:28). Toda a vida de Cisto foi subordinada à vontade do Pai, assim como a nossa vida deve ser (MDC, 14, 15; DTN, 208). … Quando compartilhamos o verdadeiro espírito de Cristo, quando Ele habita em nós e vivemos a vida do Filho de Deus, o objetivo de admoestação de Paulo se cumpre em nós. Seremos, então, como Cristo. CBASD, vol. 7, p. 140.

Semelhança. Ele era plenamente humano e também divino. CBASD, vol. 7, p. 140.

Tornando-Se. Isto indica que o ato supremo da humilhação pessoal consistia na submissão voluntária de Cristo à morte. CBASD, vol. 7, p. 141.

Obediente. Isto é, a Deus (ver com. de Rm 5:18, 19; Hb 5:8). CBASD, vol. 7, p. 141.

Até a morte. A obediência de Jesus foi prestada a ponto de entregar a vida. Na verdade, já era humilhação para Deus tornar-Se homem; e, então, sendo homem, sofrer a vergonhosa morte da cruz. CBASD, vol. 7, p. 141.

Morte de cruz. A ênfase não está apenas no fato de que Cristo morreu, mas no tipo de morte. Foi uma morte que envolveu vergonha e sofrimento intensos. A crucificação era reservada a escravos, a não romanos e aos criminosos mais vis. CBASD, vol. 7, p. 141.

12 Todo joelho. Neste versículo, Paulo utiliza a ideia de Isaías 45:23, aplicando-as à última adoração universal ao Salvador (cf. com. de Rm 14:11). Estas palavras ainda não se cumpriram, mas é uma segurança de que virá o tempo quando toda criatura reconhecerá a supremacia de Cristo (cf. Ap. 5:11-14). Isto ocorrerá apenas quando o grande conflito terminar e todos, incluindo Satanás e seus seguidores, se ajoelharem aos pés de Jesus e admitirem que os caminhos de Deus são justos (GC, 666-670). CBASD, vol. 7, p. 142.

Debaixo da terra. Os conjuntos “no céu”, “na terra” e “debaixo da terra” estão baseados num idiomatismo hebraico que denota toda a criação (ver com. de Êx 20:4). “Debaixo da terra” pode se referir ao reino figurado dos mortos (ver com. de Is 14:9, 10, 15, 16). CBASD, vol. 7, p. 143.

11 Para a glória de Deus Pai. Esta frase está ligada à expressão “toda língua confessará” (v. 11), isto é, a confissão universal que Jesus Cristo é Senhor traz glórias a Deus. … Este versículo [11] levam ao clímax da breve apresentação dos princípios relacionados à humildade e exaltação. Na primeira parte (v. 1-4), ele adverte que não deve haver exaltação própria ou briga entre os filipenses. Assim, (v. 5-8), Cristo é estabelecido como modelo de humildade. Na última parte (v. 9-11), demonstra que o humilde Jesus foi exaltado à maior glória que tinha deixado de lado na encarnação. O apóstolo espera que seus leitores aprendam que Deus pode exaltar apenas quem humildemente O têm servido aqui na terra. CBASD, vol. 7, p. 143.

12 Desenvolvei. …as Escrituras ensinam que cada pessoa deve cooperar com a vontade e o poder de Deus. Devemos nos esforçar para entrar (Lc 13:24), nos despir do velho homem (Cl 3:9), nos desembaraçar de todo peso, “correr com perseverança” (Hb 12:1), resistir ao diabo (Tg 4:7) e “perseverar até o fim” (Mt 24:13). A salvação não é pelas obras, mas deve ser desenvolvida. Ela decorre apenas da mediação de Cristo, mas é vivida por cooperação pessoal. CBASD, vol. 7, p. 144.

Temor e tremor. O cristão deve temer que sua vontade não esteja continuamente submetida a Cristo ou que os traços carnais de caráter controlem a vida. Ele deve temer confiar em sua própria força, soltar a mão de Cristo ou tentar trilhar o caminho sozinho (PJ, 161). Tal temor conduz à vigilância contra a tentação (1Pe 1:17, 5:8). à humildade (Rm 11:20) e ao cuidado para não cair (1Co 10:12). CBASD, vol. 7, p. 144.

13 Efetua. Neste versículo, o apóstolo enfatiza que o poder para a salvação vem de Deus, e que este poder opera em nós para alcançar o propósito divino. CBASD, vol. 7, p. 144.

Tanto o querer como o realizar. Deus provê tanto o estímulo para a determinação inicial na aceitação da salvação quanto o poder para efetivar a decisão. … Ele provê o estímulo que desperta em nós o desejo de ser salvos, nos capacita a tomar a decisão de alcançar a salvação e nos supre com a energia para efetivar a decisão para que a decisão seja realizada em nossa vida. Assim, a redenção é figurada como uma obra cooperativa entre Deus e o ser humano, em que Deus fornece todos os poderes necessários ao ser humano.  CBASD, vol. 7, p. 144.

Sua boa vontade. A “boa vontade” de Deus é que as pessoas sejam salvas. Ninguém deseja mais a nossa redenção do que o Pai. CBASD, vol. 7, p. 144.

21 Buscam o que é seu próprio. Em vista do louvor aos filipenses…, a Timóteo… e a Epafrodito…, é surpreendente ver esta acusação da parte de Paulo. Muitos dos que estavam com ele (4:21) parece que não compartilhavam de seu espírito abnegado. Fica sugerido que esses recuaram da perigosa jornada a Filipos e que Paulo teve de chamar Timóteo, o qual ele gostaria que permanecesse a seu lado. CBASD, vol. 7, p. 144.