Reavivados por Sua Palavra


II TESSALONICENSES 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
3 de novembro de 2021, 0:40
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II TESSALONICENSES 2 – Parece que a euforia da heresia é maior que a ousadia da verdade.

“Circulava na igreja de Tessalônica ideias errôneas sobre a proximidade da volta de Cristo. Esta carta corrige pontos de vista equivocados com respeito aos acontecimentos prévios ao regresso de Jesus em glória e majestade. Paulo adverte que existem cartas… fraudulentas, possivelmente enviadas em seu nome confundindo aos crentes com respeito à Segunda Vinda de Jesus” (Raúl Quiroga).
• Precisamos e acatamos estas advertências ou fugimos ou atacamos suas exortações?
• Aceitamos ou não as correções de Paulo neste capítulo?

Acompanhe em tua Bíblia estes pontos extraídos do comentário da Bíblia de Estudo Andrews:
• “A principal contribuição teológica de 2 Tessalonicenses é o ‘pequeno Apocalipse’ de 2:1-12… Os leitores do apóstolo talvez soubessem [identificar os principais personagens mencionados], mas hoje não temos a mesma certeza e precisamos analisar toda a estrutura profética das Escrituras a fim de alcançar uma melhor compreensão”.
• “Em 1 Tessalonicenses, os cristãos corriam o risco de perder a esperança na segunda vinda. Em 2 Tessalonicenses, Paulo enfrenta o extremo oposto: a ideia de que a segunda vinda seria imediata ou já se fazia presente de alguma forma no âmbito espiritual. Contudo, o apóstolo escreve que, antes do retorno de Jesus, seria revelado o ‘homem da iniquidade’ (2:3), cuja vinda seria ‘detida’ (vs. 6-7), até o momento apropriado. Antes da chegada do homem da iniquidade (ou o ‘iníquo’, v. 8), a segunda vinda não ocorreria”.
• “Uma boa maneira de entender a passagem [referente ao homem da iniquidade (vs. 3-4) e daquele que o detém (vs. 6-7)] é à luz das descrições paralelas em Dn 7:8, 19-26. A grande apostasia predita em 2 Tessalonicenses pode muito bem se referir à apostasia que ocorreu dentro do próprio cristianismo (‘no santuário de Deus’, 2Ts 2:4) ao longo da Idade Média. Em última instância, expressões como ‘o homem da iniquidade’ (v. 3), ‘o filho da perdição’ (v. 3) e ‘o iníquo’ (v. 8) apontam para Satanás. Contudo, os rótulos também podem se aplicar aos agentes que Satanás usa ao longo da história para cumprir sua vontade”.

Diante da apostasia globalizada, nada melhor do que cooperar com Deus na proclamação da verdade revelada na Palavra inspirada (vs. 13-17)!

Busquemos discernimento profético nessa Palavra! – Heber Toth Armí.



II TESSALONICENSES 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
2 de novembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO II TESSALONICENSES 1 – Primeiro leia a Bíblia

II TESSALONICENSES 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

II TESSALONICENSES 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II TESSALONICENSES 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
2 de novembro de 2021, 0:50
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268 palavras

É justo para com Deus. Isto é, justo do ponto de vista de Deus, que não vê como o ser humano e é capaz de tomar decisões completamente justas, já que conhece todos os fatos e discerne os motivos no coração. CBASD, vol. 7, p. 269 [Nota: 2Ts 1:6 na NVI: “É justo da parte de Deus retribuir com tribulação aos que lhes causam tribulação”].

Dê em paga. Os princípios de justiça exigem que os homens sejam recompensados segundo suas obras. Os que desprezam a expiação do Salvador estão desprotegidos e se expõem à justa retribuição (ver com. de Rm 2:6; Gl 6:7; Ap 22:2). CBASD, vol. 7, p. 269.

Tribulação. Aqueles que afligem os tessalonicenses não são identificados aqui, mas a partir da narrativa em Atos 17:5 a 9, é evidente que os judeus foram os instigadores da perseguição. CBASD, vol. 7, p. 269.

10 Glorificado nos Seus santos. Cristo será glorificado diante da multidão celestial pelas obras de Suas mãos: os milagres de Sua graça (ver Mt 13:43; TM, 18, 45, 50). Por toda a eternidade, o Salvador receberá glória à medida que Seus santos tornarem mais plenamente conhecida a sabedoria de Deus em Seu maravilhoso plano d salvação, o qual ˜estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Ef 3:10, 11). CBASD, vol. 7, p. 271.

Admirado. Os santos têm aguardado o Libertador, mas a concretização de suas expectativas supera as esperanças mais otimistas. Eles nunca pensaram que o Senhor seria tão glorioso. Quando a beleza de Sua presença irromper sobre eles, ao fascínio será acrescentada uma admiração reverente (ver Is 25:9). CBASD, vol. 7, p. 271.

12 Glorificado. Exaltamos o nome de Cristo quando revelamos o poder salvífico de Sua graça em nossa vida. Esta glorificação é mútua: para que O glorifiquemos Ele nos concede Sua glória para aperfeiçoar em nós o Seu caráter (ver Jo 17:10, 22). CBASD, vol. 7, p. 2712.



II TESSALONICENSES 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
2 de novembro de 2021, 0:40
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II TESSALONICENSES 1 – Você já fez alguma coisa boa que teve um resultado negativo? Você acha que Deus pode tentar corrigir um erro e Sua solução causar mais problemas?

Leia atentamente!

A primeira carta aos tessalonicenses não foi um erro, mas obteve resposta negativa. Não que as pessoas eram incrédulas, mas porque deram ênfase exagerada em doutrinas verdadeiras. A primeira carta abordou o dia da volta de Jesus e os crentes que a receberam precisaram de correção em uma segunda carta devido ao exagero na preparação para a volta de Jesus.

Leia várias vezes as duas cartas, perceba a diferença nas ênfases de Paulo. Uma parece que ele pisa no acelerador, na outra, ele pisa no freio. Uma foi escrita para corrigir um erro, a outra foi escrita para resolver outro erro, erro este produzido pela interpretação errônea da primeira carta inspirada por Deus.

Certamente que nós, como os crentes tessalonicenses, precisamos das duas cartas para vivermos o cristianismo coerente e equilibradamente.

Na segunda carta, “a ênfase é em como manter uma igreja saudável com um testemunho efetivo em resposta adequada à sã escatologia e à obediência à verdade”, diz John MacArthur.

Nesta carta, Paulo…
• …Elogia aos crentes. Não os critica pela incompreensão da primeira carta (vs. 1-4);
• …Consola aos crentes perseguidos. Não os ataca por adulterar o significado de sua mensagem anterior (vs. 5-10);
• …Intercede pela igreja para que Deus graciosamente aceite a vida de seus membros (vs. 11-12).

Percebeu que Paulo não ataca diretamente ao problema? Seria ele frouxo? Estaria ele negligenciando a busca por solucionar o mal entendido?

William Kelly auxilia-nos a encontrar respostas: “Como na primeira epístola, o apóstolo não ataca o erro de imediato, mas prepara o coração dos santos de modo gradual e completo a fim de sedimentar a verdade e excluir o erro quando for exposto. Assim operam a graça e a sabedoria divinas: Não apenas tratam do erro e do mal, mas colocam o coração em ordem”.

Reflita:
1. Não são as personalidades enérgicas dentro da igreja que resolvem os problemas, mas as pessoas dependentes da sabedoria do Espírito.
2. Nem sempre o método certo resolverá o problema, pior ainda é quando for avaliado pelo resultado que o método certo estava errado.

“Senhor, coloque em ordem nosso coração ainda hoje…” – Heber Toth Armí.



I TESSALONICENSES 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
1 de novembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO I TESSALONICENSES 5 – Primeiro leia a Bíblia

I TESSALONICENSES 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

I TESSALONICENSES 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I TESSALONICENSES 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
1 de novembro de 2021, 0:50
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1372 palavras

1 Tempos e as épocas. Paulo cuidadosamente explica “com respeito aos que dormem” (1Ts 4:13) …, mas, … não propôs discutir a cronologia dos últimos dias. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 253.

2 O Dia do Senhor. Neste versículo, “o Dia do Senhor” se refere ao segundo advento de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 253.

Como ladrão. Pelo uso da imagem de um ladrão, o apóstolo enfatiza a surpresa da segunda vinda, alertando os leitores a estar prontos para a ocorrência em qualquer tempo (ver com. de 1Ts 4:15). CBASD, vol. 7, p. 253.

3 Paz e segurança. Estas palavras, ditas por aqueles que não se prepararam para o retorno do Senhor, se referem à tranquilidade interna e à segurança externa e revelam o estado de satisfação mental dos interlocutores. A calma é indevida porque o desastre está às portas, e o descrente deve aprender com o cristão, que está vigilante, pronto para os eventos dos últimos dias. As Escrituras ensinam que o tempo que imediatamente precede o aparecimento de Cristo será de angústia universal (ver com. de Lc 21:25, 26). CBASD, vol. 7, p. 254.

4 Em trevas. Isto é, em ignorância e, indiretamente, em iniquidade. No NT, a palavra “trevas” é utilizada com frequência para um estado de pobreza espiritual e reprovação (Mt 4:16; 6:23; Jo 3:19; At 26:18; Rm 13:12). CBASD, vol. 7, p. 254.

6 Não durmamos. “Dormir”, neste versículo, indica indiferença à proximidade da vinda de Cristo, uma letargia que impede o cristão de estar preparado para os eventos finais (cf. Mt 25:5). CBASD, vol. 7, p. 254.

Demais. Isto é, os filhos das trevas que estão inconscientes dos terríveis e gloriosos eventos que anunciam o retorno do Senhor. CBASD, vol. 7, p. 255.

Sóbrios. Paulo … admoesta o cristão a ser constante, temperante, calmo, em vista do grande “dia” que está por vir. CBASD, vol. 7, p. 255.

8 Da fé e do amor. Fé é agarrar a justiça que Cristo transmite ao crente. Amor, o principal atributo do caráter de Deus (1Jo 4:8), é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo de Deus (Rm 5:5). CBASD, vol. 7, p. 255.

9 Porque Deus. Paulo apresenta sua compreensão dos propósitos de Deus como a base da esperança da salvação (v. 8). CBASD, vol. 7, p. 255.

Nos destinou … para alcançar a salvação. A palavra [destinou] se relaciona ao propósito de Deus para com os homens, que é e sempre tem sido benevolente (ver com. de Jo 3:16, 17; 2Pe 1:9). … O Senhor deseja e planeja que todos os homens sejam salvos (ver Is 55:1; Jo 7:37; Ap 22:17) e, ao entregar Seu Filho, possibilitou a salvação. CBASD, vol. 7, p. 255.

10 Durmamos. O estado do cristão morto comparado ao dos crentes vivos no momento do retorno de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 255, 256.

11 Consolai-vos, pois. Paulo mostra que a obra de encorajar os desanimados não é apenas do ministro. Todos os cristãos devem confortar os companheiros. CBASD, vol. 7, p. 256.

Edificai. Por consideração mútua de importantes temas como a vinda do Senhor e a glória da herança dos santos, os membros da igreja devem fortalecer espiritualmente uns aos outros (cf com. de Ml 3:16-18; At 20:32). CBASD, vol. 7, p. 256.

13 Vivei em paz. Esta firme injunção sugere que a unidade da igreja em Tessalônica foi abalada, possivelmente pelo desacordo entre oficiais e leigos. CBASD, vol. 7, p. 256.

14 Desanimados. Do gr. oligopsuchoi, literalmente, “alma pequenas”, isto é, aqueles que tem coração pequeno ou os medrosos. Esses cristãos, possivelmente sobrecarregados com o pesar pelos mortos (1Ts 4:13-18) ou com dúvidas acerca do tempo do retorno de Cristo (1Ts 5:1-11), deviam ser confortados, não repreendidos. Os cristãos deveriam oferecer palavras de conforto e encorajamento às almas tímidas e carentes (Hb 12:12, 13; cf. Gl 6:2). CBASD, vol. 7, p. 257.

15 Retribuir mal por mal. A tendência natural é agir assim, mas o proceder cristão é diferente. Cristo proíbe a retaliação e motiva Seus seguidores a retribuir o mal com o bem (ver com. de Mt 5:38-48 cf. com. de Rm 12:17). CBASD, vol. 7, p. 257.

segui sempre o bem. Paulo sabia que, ao seguirem o bem, teriam pouco tempo para se envolver com o mal. CBASD, vol. 7, p. 257.

17 Orar sem cessar. Um espírito de constante oração deve exalar da vida cristã. A conexão com o Céu nunca dve ser quebrada (ver com. de Lc 18:1). CBASD, vol. 7, p. 257.

18 Em tudo. Isto é, em todas as circunstâncias, de alegria ou pesar. CBASD, vol. 7, p. 257.

19 Apagueis. Do gr. sbennumi, “extinguir”, “apagar”, “asfixiar”, “suprimir”. A palavra é utilizada em relação a apagar fogo (Mt 12:20; Mc 9:44-48; Ef 6:16; Hb 11:34) e à insuficiência de óleo das lâmpadas (Mt 25:8). Como o Espírito está associado ao fogo, o vocábulo sbennumi é especialmente adequado. É possível que alguns membros da igreja tessalonicense, que exercitavam os dons espirituais com entusiasmo, tenham esfriado o ardor (ver com. de 1Co 12:1; 14:1). CBASD, vol. 7, p. 258.

21 Julgai. Deve-se fazer uma discriminação cuidadosa para se distinguir entre o falso e o verdadeiro (ver AA, 263). CBASD, vol. 7, p. 258.

Todas as coisas. Especificamente, a manifestação do Espírito (v. 19, 20). Deus proporcionou testes para determinar se um profeta é genuíno: (1) O verdadeiro profeta deve confessar a Cristo na vida e na palavra (1Jo 4:1-3), bem como reconhecer e confessar a divindade de Cristo (1Jo 2:22, 23). (2) Os ensinos devem estar de acordo com as Escrituras (ver At 17:11; Gl 1:8, 9). (3) O resultado ou fruto de seus ensinos deve ser bom (Mt 7:18-20). CBASD, vol. 7, p. 258.

Retende. O crente não deve apenas testar os dons espirituais. Tendo diferenciado o verdadeiro e o falso, o bom e o ruim, deve reter o bom a despeito de todas as tentações para abandoná-lo. CBASD, vol. 7, p. 258.

22 Abstende-vos de toda forma de mal. Paulo … reconhece que o “mal” tem muitas aparências e alerta os conversos contra as muitas formas em que ele é mascarado. Essa admoestação tem sido utilizada algumas vezes para proibir fazer o que é certo apenas porque parece errado a alguns espectadores. O conselho pode ser adequado em determinadas circunstâncias, mas não é o que o apóstolo está apresentando aqui. Há também muitas exceções a esta regra. Jesus curou no sábado (Jo 5:2-16; etc.) e comeu com os publicanos e pecadores (Mt 9:10-13) CBASD, vol. 7, p. 258, 259.

23 Em tudo. Cada aspecto da existência deve ser submetido ao poder purificador do Espírito de Deus. CBASD, vol. 7, p. 259.

Espírito, corpo e alma. Paulo não está dando um estudo sobre a natureza humana, mas deixa claro que nenhuma parte da vida dos conversos é deixada intocada pelo poder santificador de Deus. … É possível [, entretanto,] ver significado especial nas divisões que Paulo faz. Quanto a “espírito” (pneuma, ver com. de Lc 8:55), pode-se entendê-lo como o princípio superior de inteligência e pensamento com o qual o  ser humano é dotado e pelo qual Deus Se comunica por meio do Espírito Santo (ver com. de Rm 8:16). … Por “alma” (psuche, ver com. de Mt 10:28) … pode-se entender a parte da natureza humana que se expressa por meio dos instintos, das emoções e dos desejos. … O significado de “corpo” (soma) parece evidente. A estrutura corporal (carne, sangue e ossos) é controlada pela natureza superior ou pela natureza inferior. Quando a mente santificada está no controle, o corpo não é maltratado. A saúde floresce. … A santificação que não inclui o corpo não é completa. Nosso corpo é o templo de Deus. Devemos sempre tentar mantê-lo santo e glorificar a Deus nele (1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 7, p. 259.

Irrepreensíveis. Aquele que é santificado será conservado por Deus e apresentado irrepreensível no grande dia da vinda do Senhor (cf. com. de Jd 24). CBASD, vol. 7, p. 260.

25 Orai por nós. Os ministros e os leigos precisam das orações uns dos outros, e ambos devem orar para que nada impeça o avanço da mensagem do evangelho aos confins da terra (T5, 718). CBASD, vol. 7, p. 260.

26 Ósculo santo. No Oriente, o beijo era um modo comum de expressar amor e amizade na saudação (ver Lc 7:45; At 20:37). O “ósculo santo” ou “ósculo de amor” (1Pe 5:14) era símbolo de afeição cristã. CBASD, vol. 7, p. 260.

27 Conjuro. O uso de uma palavra forte (cf. Dt 6:13) indica que alguns dos líderes tessalonicenses estavam relutantes em ler a epístola para todos os crentes, ou que alguns dos membros estavam indispostos a ouvir sua leitura (cf. 2Ts 3:14). CBASD, vol. 7, p. 260.

Seja lida. Isto é, publicamente, diante dos cristãos reunidos (cf. com. de Cl 4:16). CBASD, vol. 7, p. 260.

28 A graça de nosso Senhor. A cristologia do apóstolo se projeta ao longo da epístola. No início (1Ts 1:1) e no final, ele invoca a graça de nosso Senhor Jesus Cristo sobre os crentes. CBASD, vol. 7, p. 260.

Evidência histórica favorece Corinto como a cidade de onde Paulo escreveu esta epístola (ver p. 222). CBASD, vol. 7, p. 260.



I TESSALONICENSES 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
1 de novembro de 2021, 0:40
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I TESSALONICENSES 5 – Esta carta inspirada orienta o crescimento e amadurecimento do crente. Nesse aspecto, como observou John Blanchard, “o crescimento cristão requer mais do que conhecimento da Bíblia; ninguém se alimenta decorando cardápio”.

Assim como para matar a fome não adianta decorar receitas, para nutrir a alma não adianta decorar a Bíblia. Então, precisamos viver os princípios revelados nas páginas sagradas mediante o incessante agir do Espírito Santo.

Neste último capítulo de sua carta, Paulo não está enchendo de tantas informações aos crentes de Tessalônica, porque Ele percebe ser mais útil exortá-los a que experimentem viver à luz que já conheciam.

Podemos destacar os seguintes pontos deste capítulo:

1. A vinda do dia do Senhor é certa: Deus virá julgar o mundo, e recompensar os fieis (v. 1).

2. O dia da vinda do Senhor é incerto para nós; contudo, Deus dá dicas de que, quando as pessoas estiverem vivendo as falsas promessas de paz e segurança, experimentariam repentinamente o drama das desgraças de seus pecados (v. 2).

3. O dia do Senhor é de juízo e condenação para os incrédulos, ímpios e rebeldes; em contraste, será um dia de redenção e salvação para aqueles que andam na luz da Palavra de Deus e se preparam para se encontrar com Jesus (vs. 4-11).
a) Deus quer pessoas focadas na revelação, não pessoas envolvidas com preocupações desta vida;
b) Deus quer pessoas esperançosas pelo cumprimento de Suas profecias, não pessoas insensatas com a sensação de que as coisas deste mundo material trarão segurança e proteção.

Após falar do dia vindouro, Paulo aborda questões que preparam seus leitores para o futuro:
• Honrar e respeitar aos líderes espirituais colocados por Deus para administrar sua igreja (vs. 12-13);
• Promover a paz na congregação, orientar, corrigir os indisciplinados, consolar os desanimados, amparar aos fracos, ser paciente e, desestimular a vingança (vs. 13-15);
• Alegrar-se, orar e ser gratos continuamente (vs. 16-18);
• Não apagar o Espírito Santo com uma conduta resistente à obediência à vontade de Deus (v. 19);
• Prezar pelas profecias; examinar tudo para, então, evitar o que é mal (vs. 20-22);
• Praticar a santificação total na vida diária promovida por Deus (vs. 23-24);
• Orar pelos líderes espirituais e ler na igreja as cartas apostólicas (vs. 25-28).

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Agora, escreva como esta carta alcançou teu coração…



I TESSALONICENSES 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
31 de outubro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO I TESSALONICENSES 4 – Primeiro leia a Bíblia

I TESSALONICENSES 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

I TESSALONICENSES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I TESSALONICENSES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
31 de outubro de 2021, 0:50
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Obs: Tendo em vista a importância deste capítulo em sua descrição do tempo do fim e da Volta de Cristo, recomendamos fortemente o estudo destes comentários (em especial do v.13 em diante), inda que um pouco mais longos que o costume (2224 palavras).

1 Nós vos rogamos. Em vez de recorrer à autoridade apostólica e distribuir ordens aos ouvintes, com tato e humildade, Paulo solicita-lhes que ouçam e se dirige a eles como irmãos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 243.

3 Santificação. Do gr. hagiasmos (ver com de Rm 6:19). A vontade de Deus … pode ser cumprida apenas com nossa completa consagração. Cristo morreu para possibilitar nossa santidade (Ef 5:25-27), mas esse resultado não é obtido num momento. A justificação é efetuada momentaneamente, quando o pecador arrependido aceita o perdão de Deus, o que não ocorre com a santificação, que é obra contínua da graça (ver com. de Rm 12:1, 2). “Não é obra de um momento, uma hora, um dia, mas da vida toda” (AA, 560). CBASD, vol. 7, p. 243, 244.

Abstenhais. Deus espera que o cristão se mantenha longe do pecado e não se exponha à tentação (ver com. de 1Co 6:18). CBASD, vol. 7, p. 244.

Prostituição. Em nossos dias, quando os padrões de conduta sexual são diminuídos, a castidade é considerada antiquada e os divórcios são frequentes, essa imposição merece atenção escrupulosa de cada professo seguidor do Senhor. CBASD, vol. 7, p. 244.

5 Lascívia. A expressão “desejo de lascívia” pode ser traduzida como “paixão do desejo”. CBASD, vol. 7, p. 245.

6 Nesta matéria. Paulo … claramente lida com pureza sexual. … o apóstolo se mantém no assunto nos v. 3 e 7, e ,,, cuidadosamente afirma que a fornicação é uma forma de roubo, uma vez que toma o que pertence ao outro. CBASD, vol. 7, p. 245.

Testificamos. Paulo tinha alertado fielmente os conversos contra as influências corruptoras presentes na sociedade. Tal admoestação solene precisava ser levada a sério pela igreja de Deus na atualidade, cercada como está pelas influências de uma sociedade corrupta. CBASD, vol. 7, p. 245.

Vingador. Aquele que forma o laço o qual une esposo e esposa, também cuida deles (ver Mt 19:5, 6). … Paulo relembra seus leitores que o pecado, especialmente o tipo do qual ele trata aqui, não permanecerá sem punição. Essa declaração é dada como a primeira razão para não defraudar o irmão. CBASD, vol. 7, p. 245.

7 Chamou. Ver com. de 1Ts 3:12. O chamado de Deus é uma razão poderosa para os filhos de Deus se absterem de qualquer impureza (ver com. de 1Co 6:18-20; 1Pe 1:14-16). CBASD, vol. 7, p. 245.

Santificação. A santidade deveria caracterizar cada aspecto da vida do cristão. CBASD, vol. 7, p. 2436.

8 Rejeita. Aquele que rejeita o conselho de Paulo (v. 3-7) rejeita a palavra de Deus. CBASD, vol. 7, p. 246.

Vos dá. Paulo não fala de sua inspiração pessoal pelo Espírito Santo, mas da provisão que Deus tem feito para Seu povo ser vitorioso sobre todas as formas de pecado. O Senhor não chamou Seus filhos apenas à santidade e lhes concedeu ordens explícitas contra a impureza, mas concedeu poder para alcançarem Seu alto padrão. Assim fortalecido, o cristão é capaz de superar todos os obstáculos na busca de um caráter como o do Mestre (cf. Ef 3:16-19; Fp 4:13; Cl 1:11). CBASD, vol. 7, p. 246.

9 Amar-vos uns aos outros. O propósito da instrução divina é promover o amor fraternal no coração dos crentes (cf. com de 1Ts 3:12). O amor fraternal fervoroso é uma das mais fortes evidências de conversão (AA, 262). CBASD, vol. 7, p. 246.

10 Na verdade, estais praticando. Os tessalonicenses já tinham demonstrado amor para com os crentes do norte da Grécia, e Paulo os elogiara no início da epístola pela “abnegação do vosso amor” (ver com. de 1Ts 1:3). CBASD, vol. 7, p. 246.

Progredirdes cada vez mais. O amor que os tessalonicenses exibiam ainda não era perfeito. O apóstolo solicitou-lhes que se empenhassem em realizações ainda maiores. O caminho do cristão é de progresso contínuo. Apenas quando amamos uns aos outros plenamente é que o amor de Deus é aperfeiçoado em nós (1Jo 4:12, 20, 21). CBASD, vol. 7, p. 246.

11 Tranquilamente. Isto é, ter uma vida sossegada, viver com calma. Havia fanatismo entre os crentes tessalonicenses. … A partir do contexto e do teor da epístola, parece que esses pontos de vista inquietantes estavam ligados à doutrina do segundo advento (ver 1Ts 4:13-18; 5:1-11; cf. AA, 228, 229). CBASD, vol. 7, p. 246.

Cuidar do que é vosso. Dá-se a impressão que alguns membros da igreja tinham se intrometido em assuntos alheios, possivelmente, até mesmo em assunto da igreja (cf. com. de 2Ts 3:11, 12). CBASD, vol. 7, p. 247.

Trabalhar. … parece que alguns estavam ensinando que, em vista do segundo advento, era muito tarde para ocupações comuns. Como resultado, alguns pararam de trabalhar pela subsistência e, para sustento próprio, dependiam da generosidade dos irmãos. CBASD, vol. 7, p. 247.

12 Dignidade. A admoestação não se refere a relações comerciais, mas a ter uma vida cristã consistente, tomando conta dos assuntos pessoais e trabalhando diligentemente para se sustentar. CBASD, vol. 7, p. 247.

Para com os de fora. A coerência na vida cristã é um testemunho ao mundo descrente. CBASD, vol. 7, p. 247.

De nada venhais a precisar. O cristão deve ter como objetivo ser independente, não depender de outros para sustento pessoal. CBASD, vol. 7, p. 247.

13 Não queremos. O apóstolo aborda um novo tópico: o destino dos cristãos mortos em relação ao retorno de Cristo. Pode ser que Timóteo, ao retornar de Tessalônica (1Ts 3:6) , tenha trazido notícias de que os membros da igreja estavam preocupados com o destino daqueles que faziam parte do grupo, mas morreram depois de convertidos. Como compartilhariam das glórias do reino de Cristo em Sua vinda? Paulo passa a considerar o assunto em detalhes (1Ts 3:13-18) e lida com o tópico relacionado: o tempo da vinda de Cristo (1Ts 5:1-11). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 247.

Aos que dormem. Do gr. koimao, “dormir”, “morrer”. … Cristãos morriam continuamente. As inscrições gregas demonstram que uma sepultura era conhecida às vezes como koimeterion, palavra utilizada também para um dormitório ou quarto de dormir. No uso cristão pensava-se na morte como um sono, aguardando a manhã da ressurreição. CBASD, vol. 7, p. 244.

Para não vos entristecerdes. Parece que os tessalonicenses sofriam desnecessariamente por aqueles que morreram depois de aceitar o evangelho. Os que permaneceram temiam que o falecido perdesse a gloriosa experiência que os cristãos esperavam desfrutar no retorno de Cristo. Paulo devota os v. 13 a 18 para desfazer esse mal-entendido e para consolar os crentes. … Paulo não está mostrando aversão ao pesar natural. Ele ensina os crentes a não imergir em desesperadora tristeza humana, mas a erguer a cabeça em expectação da reunião com os amados que partiram na época do retorno do Senhor e da ressurreição. CBASD, vol. 7, p. 247, 248.

Como os demais. … os não cristãos. CBASD, vol. 7, p. 248.

14 Se cremos. O grego mostra que não há expressão de dúvida. A cláusula condicional considera como verdade a morte e ressurreição de Jesus. … A morte e ressurreição de Jesus dão ao cristão uma firme esperança de ressurreição (ver Jo 14:19; ver com. de 1Co 15:20-23). Logo, os tessalonicenses não deveriam se desesperar quando seus amados morressem. CBASD, vol. 7, p. 248.

Em sua companhia. Isto é, com Jesus, da sepultura. Paulo chega ao ponto crucial da resposta aos tessalonicenses angustiados. Eles estavam preocupados com o destino dos mortos. O apóstolo lhes assegura, numa declaração categórica, que Deus planejou que os cristãos que morreram fossem ressuscitados assim como Jesus. Essas palavras garantiram aos crentes que seus amados não foram esquecidos. Essa convicção inspirada satisfaria as inquietações e lhes daria descanso mental. … Deve-se observar que Paulo está preocupado principalmente com o fato de que os justos mortos não foram esquecidos, não com os detalhes cronológicos da ressurreição. Estes são apresentados em 1 Coríntios 15:23: “Cristo, as primícias, depois, os quer são de Cristo, na Sua vinda.” … Alguns ensinam que Paulo fala de almas desencarnadas que ascenderão ao Céu na morte e retornarão com Jesus quando Ele vier à Terra na segunda vinda. No entanto, a Bíblia não ensina em nenhum lugar que a alma humana é imortal e que ascende ao Céu na morte (ver com. de Mt 10:28; Lc 16:19-31; 2Co 5:2-8). Além disso, a interpretação está completamente fora de harmonia com o contexto. Paulo não fala de almas imortais, mas dos “que dormem” (v. 13), dos “que em Jesus dormem” (v. 14, ARC), “os mortos em Cristo” (v. 16). Os “mortos em Cristo” ressuscitarão (v. 16), não descerão. Os vivos não são descritos como os que precedendo, com referência a estar com o Senhor (v. 15). Todos entrarão no reino juntos (v. 17). Se os mortos precedessem os vivos e passassem algum tempo com o Senhor antes da ressurreição, a linguagem do apóstolo não teria sentido, na verdade, seria absurda. O conforto seria inapropriado. Paulo deveria ter dito aos tessalonicenses para dispersar todas as preocupações porque seus amados estavam desfrutando a paz do Céu. No entanto, não foi o que Paulo fez. Ele não podia fazer isso. Seu ensino estava em harmonia com o do Senhor (ver com. de Jo 14:3). Alguns comentaristas, vendo os problemas envolvidos, sem reserva admitem que “não se fala aqui das almas desencarnadas” (Jamiesen, Fausset e Brown). CBASD, vol. 7, p. 248, 249.

15 Nós, os vivos, os que ficarmos. Isto é, aqueles que, em contraste com os justos mortos, permanecerão vivos até o retorno de Cristo. Aqui, Paulo parece expressar uma esperança de que ele e os conversos a quem está escrevendo estarão vivos quando Cristo vier, uma esperança comum aos cristãos de todas as épocas. No entanto, ele não afirma explicitamente que viverá até aquele grande dia (ver Rm 13:11; 1Co 10:11; Fp 4:5; Tt 2:13; ver nota adicional do com. de Rm 13). CBASD, vol. 7, p. 249.

Vinda, Do gr. parousia (ver com. de Mt 24:3). A palavra parousia algumas vezes foi utilizada para a chegada de um general romano para celebrar uma procissão triunfal pelas ruas de uma cidade. A palavra é adequada para descrever o retorno triunfal de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 249.

De modo algum precederemos. Do gr. phthano. Paulo assegura aos leitores que os cristãos vivos não se unirão ao Senhor antes daqueles que dormiram. … Este ensino deixa claro o verdadeiro estado daqueles que morreram “em Cristo”. Eles estão adormecidos, aguardando a vinda do Senhor. Ainda não foram unidos ao Senhor, mas, como os cristãos vivos, aguardam o segundo advento para a tão esperada união com o Mestre (cf. Jo 11:23-25). Nenhuma classe tem precedência sobre a outra; ambas serão levadas juntas em glória ao Senhor na Sua vinda. CBASD, vol. 7, p. 249.

16 O Senhor mesmo. Cristo não enviará um substituto, nem virá espiritualmente. Ele virá pessoalmente. O mesmo Jesus que ascendeu ao Céu descerá de lá. CBASD, vol. 7, p. 249.

Arcanjo. Do gr. archaggelos, “anjo principal”, “primeiro anjo”, composto de archi, um prefixo que denota “liderança” ou “importância” e aggelos, “anjo”, portanto, “o líder dos anjos”. No NT, a palavra archaggelos ocorre apenas aqui e em Judas 9, em que Miguel é declarado o arcanjo. Este Comentário apoia o ponto de vista de que Miguel é nosso Senhor, Jesus Cristo (ver com. de Dn 10:13; Jd 9; Ap 12:7). Esta interpretação possibilita conceber a voz de Cristo como a voz do arcanjo, sendo ouvida enquanto Ele desce (ver com de Jd 9). CBASD, vol. 7, p. 250.

E os mortos em Cristo. A expressão “os mortos em Cristo” é utilizada aqui para distinguir os santos que dormem das outras duas classes de pessoas: (1) os ímpios mortos que, em massa, não serão ressuscitados na segunda vinda de Cristo; (2) os cristãos vivos aos quais é assegurado que os amados mortos não estarão em desvantagem quando Jesus regressar, mas receberão atenção prévia ao serem ressuscitados primeiro e, assim, colocados em pé de igualdade com os santos vivos. CBASD, vol. 7, p. 250.

17 Arrebatados. Do gr. harpazo, “arrebatar” (ver com. de At 8:39; Fp 2:6; Ap 12:5). De harpazo, por meio do verbo do latim rapio, é derivada a palavra “rapto”, um termo que alguns utilizam num sentido teológico técnico para descrever o arrebatamento dos santos que Paulo menciona aqui. Aqueles que utilizam a palavra “rapto” ensinam que a aparição audível e visível de Cristo de Cristo com poder e grande glória será precedida alguns anos antes por Sua vinda de modo secreto e invisível nos ares para arrebatar Seus santos, enquanto o restante da população vive durante um período marcado por uma tribulação sob o governo do anticristo. No entanto, esta passagem, com a qual eles descrevem a vinda secreta, anuncia a vinda de Cristo com uma “palavra de ordem”, a “voz de arcanjo” e a trombeta de Deus” (v. 16) e dificilmente representa um evento secreto. … A trombeta também é mencionada em Mateus 24:30-31, num contexto que claramente descreve a vinda visível… As duas passagens [Mateus 24 e I Tessalonicenses 4] caracterizam um único evento que ocorrerá num determinado momento. Esse é o ensino uniforme de todas as Escrituras (sobre determinados conceitos falsos em que baseia o arrebatamento secreto, ver Notas Adicionais a Apocalipse 20, Nota 2).  CBASD, vol. 7, p. 251.

Para o encontro com o Senhor. No momento do encontro, o desejo mais estimado do cristão será realizado: ele estará unido Àquele a quem ama acima de todos os outros (cf. com. de Fp 1:23). CBASD, vol. 7, p. 251.

Estaremos para sempre com o Senhor. Paulo não tenta levar os leitores mais além do momento extático do encontro. Os discípulos de todas as épocas estarão finalmente unidos com o Mestre, o futuro está seguro. Não há necessidade nesta conjuntura de escavar o que está adiante. No entanto, sabemos de outras escrituras que depois da união os redimidos continuarão a jornada iniciada e seguirão com Cristo para o lar celestial (ver com. de Jo 14:2, 3). Dessa forma, estarão “para sempre com o Senhor”. CBASD, vol. 7, p. 251.

18 Consolai-vos … uns aos outros com estas palavras. É mais que uma sugestão. De modo carinhoso, o apóstolo ordena que os crentes meditem nestas “palavras” (v. 13-17), para perceber a importância do conforto e de compartilhar essa consolação uns com os outros, afim de que todos fossem encorajados pela mensagem. CBASD, vol. 7, p. 251, 252.



I TESSALONICENSES 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
31 de outubro de 2021, 0:40
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I TESSALONICENSES 4 – Se o futuro, conforme apontado pela Bíblia, não estiver em nossa mente no presente, nossa perspectiva de vida será deprimente.

Álvaro César Pestana sintetiza os seguintes pontos. Observe-os com atenção: Os cristãos…
• …devem manifestar santidade na vida sexual, reservando o exercício da mesma para o casamento. Deus é juiz nesta questão (vs. 1-8);
• …devem viver em amor fraternal, mas não devem abusar ou ser abusados nesta questão. Amor fraternal não nos permite viver como desocupados à custa da irmandade (vs. 9-12);
• …vivem consolados e animados pela segunda vinda de Jesus. Tal fato nos dá força para viver de modo disciplinado no presente (vs. 4:13-5:11).

“O capítulo 4 marca uma mudança. Paulo deixa de olhar para trás e começa a contemplar o que está a sua frente. Seu assunto é caracteristicamente prático. Se nos três primeiros capítulos ele esteve lembrando proveitosamente aos mesmos como haviam sido salvos, nesses dois capítulos seguintes ele lhes ensina como devem viver”, diz J. Sidlow Baxter.

Cristianismo não consiste apenas em crer no evangelho, mas em vivê-lo na prática. E, prática cristã não resulta de mero conhecimento da revelação divina, mas de assimilar à vida os princípios revelados. Sem essa compreensão não pode haver progresso nem reavivamento espiritual (vs. 1-2).

O crente recebe o Espírito Santo em seu batismo, O qual santificará a vida e o corpo do cristão. Sendo assim, é abominável qualquer tipo de sexo fora do casamento. O chamado de Deus é para sair da impureza para a santidade e cada um deve honrá-lO através do seu corpo, pois Deus julgará isso antes da segunda vinda de Cristo (vs. 3-8).

Mesmo após ter falado sobre o amor nos relacionamentos que deve haver entre os crentes, Paulo reitera sabendo de sua relevância. Isso traz suas implicações (vs. 9-18):
1. O cristão não vive para perturbar as pessoas;
2. O crente trabalha para suprir suas necessidades e ainda ter para cuidar dos outros;
3. O converso viverá à altura que impactará a vida dos incrédulos;
4. O filho de Deus não será ignorante com respeito aos mortos: Saberá que…
• …ninguém vai morto ao céu;
• …ao Cristo voltar no mundo, vivos e ressuscitados fiéis serão arrebatados;
• …a esperança bíblica acompanhará aos cristãos nos momentos mais críticos.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.