Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
6 de maio de 2022, 0:50
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1969 palavras

O estudo do santuário e suas festas ocupa, atualmente, uma disciplina semestral completa do curso de teologia. Sua simbologia está diretamente relacionada com o ministério de Jesus. Apresentamos aqui um breve resumo deste conteúdo, através dos comentários selecionados.

2 festas. Ou, “ocasiões determinadas”, incluindo o sábado semanal (v. 3). Andrews Study Bible.

santas convocações (ARA; NVI: “vocês proclamarão”).

3 sábado do descanso solene. A tradução não imprime a força suficiente que tem o original hebraico. As variantes da tradução aparecem como um “sábado de completo repouso”,”um sábado perfeito”, “um sábado de descanso solene”. O sábado é diferente de todas as outras festas e santas convocações (ver v. 37, 38), pois ele se originou na criação (Gn 2:1-3), enquanto as festa anuais e os “sábados” tiveram sua origem com a nação judaica. O sábado do sétimo dia “foi estabelecido por causa do homem” (Mc 2:27) e, por isso, é um compromisso do homem para sempre. As festas anuais foram feitas para os judeus e cumpriram seu propósito quando o tipo encontrou o antítipo, na cruz de Cristo (Cl 2:16, 17). O sábado do sétimo dia está incorporado à lei de Deus, os dez mandamentos,  Sua constituição para a humanidade. Pelo fato de ter sido criada antes que o pecado entrasse no mundo, a lei permanecerá depois que o pecado não mais existir (Is 66:22, 23). Por outro lado, as festas anuais judaicas eram apenas temporais, locais e de aplicação cerimonial, adequadas às condições da Palestina [tempos de colheita determinados pelas estações do ano], e não para serem aplicadas ao mundo todo. … Todas essas festas serviam a um propósito, e foram adaptadas às condições dos judeus enquanto vivessem na Palestina, antes da vinda do Messias. Todas elas cessaram, mas o sábado do sétimo dia permanece. … Ele [Cristo] acrescentou: “de sorte que o Filho do Homem é SENHOR também do sábado” (Mc 2:28). É o dia que pertence ao Senhor. Ninguém o pode falsificar, pois não tem o direito de fazê-lo. É o “santo dia do SENHOR”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 869.

é sábado do SENHOR. A expressão indica propriedade. Se Deus tivesse falado do primeiro dia da semana como “Meu santo dia” ou “o sábado do SENHOR”, hoje ninguém teria dúvida sobre o significado desse dia. Em vez disso, Ele usa várias expressões sobre o sétimo dia, como Seu. CBASD, vol. 1, p. 869.

4 Estas são as festas fixas do Senhor (NVI). Repetindo a introdução (v. 2) ao estabelecer o descanso do sábad0 (v. 3) à parte dos festivais anuais que se seguem. O sábado, o fundamento do tempo sagrado, foi estabelecido antes do pecado e antes da nação de Israel. Portanto, é válido para todos os humanos. Mas os festivais anuais eram parte do sistema ritual israelita temporário que prenunciava maiores realidades cumpridas pelo trabalho salvífico de Cristo (Cl 2:16-17; aqui, “sábados” se refere à práticas rituais nos dias de descanso, não basicamente ao repouso sabático semanal. Andrews Study Bible.

5-14 a Festa dos Pães Asmos. Guardava-se separada da Páscoa, apesar de estas festas terem íntima conexão uma com a outra. A Páscoa era celebrada no dia 14 do mês de Nisã, veja 23.5 [modelo da morte de Jesus, que ocorreu entre o por-de-sol de quinta e o de sexta], enquanto a festa dos pães asmos começava no dia 15 e continuava durante sete dias. Juntas formavam uma festividade dupla, assim como também é o caso da festa dos tabernáculos, juntamente com o dia da expiação. No tempo de Jesus, as festas da Páscoa e dos Pães Asmos já eram tratadas como uma só, Mc 14.1, 12; Lc 22.1. Isto se devia, sem dúvida, ao fato de não haver intervalo entre as duas destas, e também porque ambas celebraram a mesma libertação do Egito, Êx 12.1-28. Bíblia Shedd.

5 a Páscoa. Comemorava a histórica saída do Egito, Êx 12. O ponto central da celebração era a morte do cordeiro pascal que redimia os primogênitos da morte. A festa enfatizava o direito de Deus sobre os primogênitos e a contínua necessidade da redenção do homem. O cordeiro, do qual nenhum osso devia ser quebrado, tipificava Cristo como o nosso Cordeiro pascal que eu a Si mesmo em sacrifício por nós, Jo 19.36; 1 Co 5.7. As duas festas vinham na época do começo da sega da cevada. Bíblia Shedd.

primeiro mês. Os israelitas tinham três sistemas de se referirem aos meses. Num dos sistemas, os meses eram simplesmente numerados (como aqui e no v. 24). em outro, os nomes cananeus eram usados (abibe, bul, etc.), dos quais somente quatro são conhecidos. No terceiro sistema, os nomes babilônicos (nisã, adar, tisri, quisleu, etc.) eram usados – comente nos livros exílicos [durante e após o exílio babilônico]- e ainda são usados hoje. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 Festa dos Pães Asmos (ARA;NVI: “pães sem fermento”). Durante a Festa, era trazido o primeiro feixe da colheita da cevada (cf v. 10, 11). Bíblia de Estudo NVI Vida.

7 nenhuma obra servil fareis (ARA; NKJV: “não fareis trabalho costumeiro”). O trabalho feito para ganhar a vida, não serviços domésticos leves. O único sábado (dia de descanso) cerimonial quando mesmo o trabalho doméstico era proibido era o Dia da Expiação (vs. 28, 20). Andrews Study Bible.

9-14 A Festa das Primícias  que as primeiras grãos colhidos fossem ofertados a Deus. Os israelitas não podiam comer a comida de suas colheitas até que tivessem feito essa oferta. Hoje Deus ainda espera que coloquemos de lado a Sua porção primeiramente, não por último. Dar sobras para Deus não é uma maneira de manifestar agradecimento. Life Application Study Bible.

10 molho das primícias da vossa messe (ARA; NVI: “feixe do primeiro cereal que comerem”).

11 no dia seguinte ao sábado. No primeiro dia da semana, apontando para a ressurreição de Cristo nesse dia (JO 20:1) como os “primeiros frutos ” daqueles que morreram (1 Co 15:20) e retornarão à vida (1 Co 15:12-58). Andrews Study Bible.

13 duas dízimas de um efa de flor de farinha (ARA; NVI: “dois jarros da melhor farinha”).

sua libação será de vinho, a quarta parte de um him (ARA; NVI: “uma oferta derramada de um litro de vinho”)

15 Na época do Antigo Testamento era chamado a festa das semanas aquilo que nós chamamos de “pentecoste”, que é a palavra grega usada no Novo Testamento, e que significa justamente “cinquenta dias”, ou seja, as sete semanas que se contam desde a época da oferta de gratidão pelas primícias. Celebrava-se no 50º dia depois da festa dos pães asmos. Foi durante essa festa que o Espírito Santo desceu sobre a Igreja Apostólica, que se verificou com grandes sinais, cinquenta dias depois da ressurreição do Senhor Jesus Cristo de entre os mortos, At 2.1-4. Bíblia Shedd.

16 cinquenta dias. O Pentecostes simboliza o derramamento do Espírito Santo. Assim como os pães movidos eram oferecidos 50 dias após o molho movido, houve um período de 50 dias entre a ressurreição de Cristo e o derramamento do Espírito Santo, no Pentecostes (At 2:1-4). Cristo passou 40 desses dias na terra instruindo e ajudando os discípulos (At 1:3). Então, Ele subiu ao Céu e, durante 10 dias, os 11 discípulos continuaram a orar e suplicar, até que o Pentecostes se cumpriu plenamente. Com o Pentecostes, veio a plenitude do Espírito (At 1:8; 2:4). No Pentecostes, o trabalho dos discípulos se uniu ao de Cristo e o resultado foi glorioso para o reino do Céu. Esses dez dias foram importantes para a igreja. Também foram importantes no Céu. Quando Cristo “subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens” (Ef 4:8). Aqueles que ressuscitaram por ocasião da morte de Cristo “saíram dos sepulcros depois da ressurreição” e subiram com Ele ao Céu, e foram, então, apresentados diante do Pai como as primícias da ressurreição (ver Mt 27:52, 53). CBASD, vol. 1, p. 872.

19 oferta pacífica (ARA; NVI: “oferta de comunhão”).

21 nenhuma obra servil fareis (ARA; NVI: “não realizareis trabalho algum”).

24 primeiro dia do sétimo mês Hoje conhecido como o Ano Novo Judaico (Rosh Hashanah, “o começo do ano” [civil]), mas não chamado assim na Bíblia (a expressão em hebraico é usada somente em Ez 40.1 numa fórmula de datas). Bíblia de Estudo NVI Vida.

toques de trombeta. Trombetas eram tocadas no primeiro dia de cada mês (Sl 81.3). Não havendo calendários disponíveis, as trombetas soando pela terra inteira eram um sinal importante do começo da nova estação, do fim do ano agrícola. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A maioria das trombetas usadas eram feitas de chifres de carneiro (shofar), mas algumas das trombetas mais especiais eram feitas de prata batida. Life Application Study Bible.

27 Dia da Expiação [26-32]. Arão devia entrar no Lugar Santíssimo somente uma vez ao ano (16.29-34), no dia que os judeus de hoje chamam Yom Kippur. … O dia era tipológico e prenunciava a obra de Cristo, nosso sumo sacerdote (v. Hb 9.7; 13.11, 12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Completava a lista de festas de descanso “solene”, v 3. Cf 16.1-10n. Esta a festa que mais falava sobre a obra sacrificial e sacerdotal de Jesus Cristo, Hb 9.6-28. Bíblia Shedd.

32 de uma tarde a outra celebrareis o vosso sábado. Esta passagem é entendida como uma indicação geral de quando todos os tipos de sábados, incluindo o sábado semanal, começam e terminam. Andrews Study Bible.

33-43 Festa dos Tabernáculos (ARA: NVI: “festa das cabanas”). Cabanas era a última das três festas anuais de peregrinação (Êx 23.14-17; Dt 16.16). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Comemorava a jornada dos israelitas pelo deserto depois da saída do Egito. Exigia-se que os israelitas vivessem por sete dias em cabanas feitas de galhos de árvores. Era também chamada a festa das colheitas, uma vez que vinha no fim da sega. O jejum do dia da expiação era, pois, seguido por uma festa de júbilo. Bíblia Shedd.

34 Esta primeira descrição da Festa dos Tabernáculos, vv 34-36, nos indica também o primeiro cumprimento do seu significado: é a vinda do Senhor Jesus Cristo para morar entre os homens. Pois Jesus não podia ter nascido em dezembro, que é um mês de neve em Jerusalém, durante o qual nenhum rebanho estaria nos campos (Lc 2.8-11). Que [Jesus] provavelmente nasceu  na época da Festa dos Tabernáculos, em outubro, pode ser calculado assim: Zacarias exercia seu turno em julho (Lc 1.5, 8) por ser do turno de Abias, o oitavo turno do ano eclesiástico que começava em março (1 Cr 24.10). Foi o mês da concepção de João Batista, Lc 1.23-24, que nasceu, pois no mês de abril do ano seguinte. Jesus nasceu seis meses mais tarde, Lc 1.26, portanto em plena Festa dos Tabernáculos. Bíblia Shedd.

39 Esta segunda descrição da festa dos Tabernáculos, depois de se ter encerrado o assunto das festas (vv 37-38), aponta para o segundo cumprimento do seu significado: a segunda vinda de Cristo, depois da qual Deus vai habitar entre os homens, fazendo Seu tabernáculo entre eles, Ap 21.1-3. Bíblia Shedd.

42 tendas. A palavra hebraica assim traduzida é sukkot, também traduzida por “cabanas” (como no v. 34), que dá à festa o seu nome. Até mesmo hoje os judeus ortodoxos constroem cabanas pequenas (v. Ne 8.13-17) para se lembrarem das cabanas nas quais habitavam quando Deus os tirou do Egito no período do êxodo (v. 43). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A Festa dos Tabernáculos comemorava o tempo em que Israel viveu em tendas no deserto durante os 40 anos de peregrinação (ver Dt 16:12-15). É bom lembrar como Deus conduziu Seu povo no passado. É bom trazer à lembrança Suas providências, pois a natureza humana é inclinada a questionar a vida e a sorte do presente. Faz bem pensar nas muitas bênçãos concedidas por Deus a Seu povo e no modo maravilhoso como Ele tem dirigido a sua vida. Isso nos torna mais agradecidos, e a gratidão é uma parte vital da religião. CBASD, vol. 1, p. 873.

44 A adoração envolve tanto celebração quanto confissão. Nos feriados nacionais de Israel, a balança tendia em favor da celebração – cinco  ocasiões alegres para duas solenes. O Deus da Bíblia encoraja a alegria! Deus não pretende que a religião seja apenas meditação e introspecção. Ele também que celebremos. Uma reflexão séria e confissão imediata são essenciais. Mas isto deve ser equilibrado com a celebração do que Deus é e do que Ele fez pelo Seu povo. Life Application Study Bible.



LEVÍTICO 23 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ
6 de maio de 2022, 0:40
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LEVÍTICO 23 – As festas orientadas por Deus são pedagógicas. Como estão relacionadas ao Santuário, elas ensinam o processo da salvação; o objetivo é a proclamação do evangelho para reavivar o povo de Deus e, evangelizar àqueles que ainda não pertencem a esse povo.

Levítico 23 trata de sete festas instituídas pelo Senhor: Páscoa (Levítico 23:4-5); dos Pães Asmos (Levítico 23:6-8); das Primícias (Levítico 23:9-14); Pentecostes (Levítico 23:15-22); das Trombetas (Levítico 23:23-25); da Expiação (Levítico 23:26-32); e, dos Tabernáculos (Levítico 23:23-44).

A sequência dessas festividades nos brinda um calendário profético. O ano deveria começar com a Páscoa, indicando o sacrifício de Cristo (Mateus 26:27-28; 27:46; João 19:31-37; substituída pela Santa Ceia 1 Coríntios 5:7; 11:23-26); ligando com a festa das primícias que retratava a ressurreição de Cristo e dos primeiros frutos da salvação (1 Coríntios 15:20-21; Apocalipse 14:4). Ao retirar o fermento na festa dos Pães Asmos, ilustrava a obra de santificação do pecador liberto do pecado pelo sangue de Cristo (Êxodo 12:8-20; 1 Coríntios 5:6-8; 15:22; Apocalipse 14:4-5). No quinquagésimo dia na sequência, acontecia o Pentecostes, que retratava a descida do Espírito Santo sobre o crente, apontando para a “Chuva Temporã” (Joel 2:23; Atos 2:1-41) e a “Chuva Serôdia” (Joel 2:23; Apocalipse 14:6; 18:1).

No sétimo mês do calendário religioso de Deus, acontecia a festa das trombetas, alertando os salvos para os eventos subsequentes, como sendo sinais do segundo advento de Cristo ou prenúncios do juízo (João 12:31; Apocalipse 8:1-9:19; 1 Pedro 4:17; Apocalipse 14:7; Joel 2:1). O décimo dia do sétimo mês era o Dia da Expiação, apontando para a purificação do povo que aceitou o sacrifício provido por Deus (Malaquias 3:1-3; 1 Coríntios 3:16-17; 2 Coríntios 6:16-17; Daniel 8:14; Apocalipse 11:19; 14:6-12, 20). Finalmente, a festa dos Tabernáculos encerra a celebração didática de Deus mostrando a alegria no Céu por Cristo graciosamente oportunizar a morada dos fieis na Pátria Celestial (Zacarias 14:16; Apocalipse 7:9-12; 14:1-5; 19:6-10; 21:1-22:7).

Jesus está ilustrado na oferta de sacrifício e no Sacerdote que tudo faz perante o Senhor a fim de que Sua entrega e ministério sejam aceitos em favor de nós; já que somos indignos de qualquer favor, Sua graça está claramente em evidência nesses rituais, cuja finalidade é levar-nos para morar no Céu. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 22 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
5 de maio de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 22 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 22 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LEVÍTICO 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LEVÍTICO 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
5 de maio de 2022, 0:50
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1068 palavras

1-9 Porque haviam tantas orientações com respeito aos sacerdotes? Os israelitas deveriam estar bem familiarizados com sacerdotes do Egito. Sacerdotes egípcios estavam interessados principalmente com política. Eles viam a religião como um caminho para obter poder. Portanto, os israelitas estariam desconfiados quanto ao estabelecimento de uma nova ordem sacerdotal. Mas Deus queria que Seus sacerdotes servissem a Ele e ao povo. Seu trabalho era religioso – ajudar o povo a se aproximar de Deus e adorá-Lo. Eles não poderiam utilizar de sua posição para obter poder porque não lhes era permitido possuir terras ou tomar dinheiro de quem quer que fosse. Todas essas orientações tranquilizavam o povo e ajudavam os sacerdotes e atingir seu propósito. Life Application Study Bible.

2 que se abstenham das coisas sagradas (ARA; NVI: “que tratem com respeito as coisas sagradas”). Tudo o que era usado no tabernáculo devia ser rigorosamente limpo, cerimonialmente e de outras formas. Se algum sacerdote se tornasse impuro, devia cuidadosamente evitar tocar ou mesmo se aproximar das coisas sagradas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 865.

3 eliminado da minha presença. Excluído da comunidade que cultuava a Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Qualquer pessoa cerimonialmente imunda que comesse alimentos santos de um sacrifício se arriscava à morte (7.20-21). A imundícia (morte) e a santidade (vida) não deveriam se misturar. Bíblia de Genebra.

4 leproso. A maior parte da contaminação que podia atingir o sacerdote era apenas de natureza temporária, e a exclusão do serviço do santuário duraria só até a tarde. No entanto, os que contraíam lepra ou fluxo eram excluídos até que fossem declarados limpos outra vez. Isso durava o tempo necessário para a recuperação. Durante a exclusão, eles eram mantidos pelos outros sacerdotes, mas não podiam comer das coisas oferecidas porque elas simbolizavam o carregamento dos pecados. CBASD, vol. 1, p. 865.

5 que tocar em algum réptil, com o que se faz imundo (ARA; NVI: “tocar em alguma criatura… que o torne impuro”).

7 Posto o sol. O dia terminava ao pôr do sol. Naquela hora, as portas do santuário eram fechadas e encerrados os serviços do dia. Por isso, se o sacerdote estivesse contaminado até a tarde, ele podia oficiar só no dia seguinte. CBASD, vol. 1, p. 865.

9 para que, por isso, não levem sobre si pecado e morram (ARA; NVI: “para que não sofram as consequências do seu pecado nem sejam executados por tê-los profanado”). As leis da pureza eram as mesmas para os sacerdotes e o povo, mas as penalidades eram muito mais severas para os sacerdotes, que tinham maiores responsabilidades. Cf Nadabe e Abiú (10.1-3) e os sacerdotes infiéis do tempo de Malaquias (Ml 1.6-2.9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 Nenhum estrangeiro comerá das coisas sagradas (ARA; NVI: “Somente o sacerdote e a sua família poderão comer da oferta sagrada”). estrangeiro. Heb zar, da raiz zur, “afastar-se”. Aqui se refere a qualquer pessoa que não fosse sacerdote ou levita, portanto um leigo, um estranho. … Outras palavras para “estrangeiro”, propriamente dito, são gêr, que dá a ideia de errante, um viajante sem moradia fixa, e goy[plural goyin], que se refere às pessoas que não pertencem à nação israelita, e se traduz “gentio”. Bíblia Shedd.

12 se casar com estrangeiro (ARA; NVI: “se casar com alguém que não seja sacerdote”).

13 repudiada (ARA; NVI: “se divorciar”).

19-25 Somente o melhor deveria ser oferecido a Deus; somente aquilo que vem de um coração grato e voluntário, a dedicação das melhores qualidades do nosso ser, é aceitável a Deus. … Até os pagãos achavam que os ídolos que adoravam eram dignos de sacrifícios perfeitos, sem defeito. Bíblia Shedd.

Animais com defeitos não eram aceitáveis como sacrifício porque não representavam a natureza santa de Deus. Além disso, os animais nao deveriam ter qualquer defeito [impureza] para prefigurar a vida perfeita e sem pecado de Jesus Cristo. Quando damos o melhor de nosso tempo, talento e tesouro a Deus em vez do que é imperfeito ou comum, declaramos o verdadeiro significado da adoração e testificamos da dignidade suprema de Deus. Life Application Study Bible.

20 o animal deve ser sem defeito. A palavra para “defeito” é a mesma usada em 21:17-23, onde se refere aos defeitos dos descendentes de Arão. Um sacrifício defeituoso seria um insulto a Deus (Ml 1:8-9, 13-14) e não representaria a Cristo, que é o nosso Sacrifício moralmente perfeito. Andrews Study Bible.

23 No caso das ofertas voluntárias opcionais, uma espécie de sacrifício pacífico (cap. 3), pequenos defeitos eram tolerados. Bíblia de Genebra.

Se … era uma oferta voluntária e não um voto, o ofertante podia apresentar um animal, mesmo que fosse desproporcionado ou com algum defeito. Essas ofertas eram usadas, com frequência, pelos pobres. Se tivesse chifre quebrado, defeito na perna ou cicatriz na pele, nenhum desses defeitos tornava o animal impróprio para o consumo. CBASD, vol. 1, p. 865.

24, 25 Referia-se a animais castrados que poderiam ser empregados nas fazendas, mas não deveriam ser sacrificados como oferta a Deus. Bíblia Shedd.

25 como pão de vosso Deus (ARA: NVI: “como alimento do seu Deus”).

27, 28 Matar um animal logo depois do seu nascimento demonstrava pouco respeito pela vida e, portanto, era incompatível com a santidade. Bíblia de Genebra.

Apresentando de novo  Êx 22:30. Isso, e a seguinte lei que proibia o sacrifício de uma fêmeas e seu filho no mesmo dia (v. 28) mostra respeito pela vida animal (comparar com Êx 23.19; Dt 22:6-7). Andrews Study Bible.

Os animais recém-nascidos não eram considerados como tendo existência própria e independente antes de completar uma semana de vida. Os israelitas entendiam este mandamento como um desejo da parte de Deus de lhes ensinar a misericórdia, Êx 23.19; 34.26; Dt 14.21; 22.6-7. Bíblia Shedd.

Deve-se manter o princípio da bondade para com os animais ainda hoje. Não se deve matá-los desnecessariamente, mas estar ciente do cuidado terno e solícito que o próprio Criador tem pelas criaturas do campo e da floresta (Mt 10:29). Até mesmo as criancinhas se ressentem quando algum dano é feito aos animais. Não se deve perder a sensível apreciação que as crianças têm pela bondade. Qualquer tipo de crueldade é revoltante. Os médicos devem estar alerta para não se tornarem insensíveis ao sofrimento dos outros. Os ministros não devem se esquecer das fragilidades humanas e da necessidade de simpatia mais do que de repreensão. CBASD, vol. 1, p. 865.

29 fá-lo-eis para que sejais aceitos (ARA; NVI: “ofereçam-no de maneira que seja aceito em favor de vocês”.

30 naquele mesmo dia. A mesma regra era aplicada à Páscoa (Êx 34.25); a oferta de comunhão [ARA: “voto ou oferta voluntária”], por outro lado, podia ser reservada e comida no dia seguinte (7.16).



LEVÍTICO 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
5 de maio de 2022, 0:40
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LEVÍTICO 22 – Jamais deveríamos subestimar a importância do livro de Levítico. Seu valor é imensurável. “Levítico ocupa posição central entre os cinco livros de Moisés, com Gênesis e Êxodo de um lado e Números e Deuteronômio, de outro. Assim como o santuário era essencial no culto de Israel, do mesmo modo Levítico contém a essência das introduções dadas em relação ao serviço de adoração. É o embrião do evangelho e, a partir dele, o Novo Testamento pode ser melhor compreendido; sem ele, parte dos evangelhos e das epístolas permaneceria na obscuridade. Cristo Se apresenta como sacerdote e sumo sacerdote, o Cordeiro de Deus, nossa oferta pelo pecado, o sacrifício imolado cujo sangue era aspergido em volta do altar, como o pão que desceu do céu, a luz do mundo, o incenso fragrante. Essas e muitas outras alusões não seriam claramente compreendidas sem a luz de Levítico. Paulo examinou profundamente esse livro quando escreveu Hebreus e discutiu as doutrinas da fé cristã. Subentende-se que o Israel espiritual, hoje, não pode negligenciar esse livro” alerta-nos o Comentário Bíblico Adventista.

O líder espiritual, que é representante do verdadeiro Deus, precisa demonstrar seu compromisso em sua conduta e no convívio familiar (Levítico 22:1-16), assim como os diáconos e bispos/presbítero nas orientações de Paulo (1 Timóteo 3:1-12; 5:17-22; Tito 1:6-9).

Além disso, os sacrifícios ministrados pelos sacerdotes deviam ser desprovidos de defeitos e fisicamente perfeitos; o propósito deles era apontar para uma oferta perfeita, que seria ministrada por um Sumo Sacerdote perfeito (Levítico 22:17-33; Hebreus 7:25-28).

O evangelho inclui a oferta, o sacerdote e o sumo sacerdote. Há uma correlação que nenhum desses itens deve ser desvinculado dos outros. O evangelho resulta em adoração genuína! Adoração deve envolver o adorador inteiro; e, a devoção genuína ao verdadeiro Deus deve receber constante reflexão.

O tabernáculo não era lugar de espetáculo; nem lugar de diversão; nem lugar de passear; nem lugar de socializar-se; nem lugar de recreação. Era lugar de adoração ao Deus que proveu perdão e salvação; lugar em que o Soberano do Universo Se encontrava com Seus súditos. Era lugar do desgraçado encontrar graça, do desesperado encontrar esperança, do condenado experimentar a absolvição.

Ainda hoje, o Santuário Celestial oferece estes maravilhosos benefícios (Hebreus 2:17-18; 4:16). Desfrutemos desses privilégios! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 21 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
4 de maio de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 21 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 21 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LEVÍTICO 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LEVÍTICO 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
4 de maio de 2022, 0:50
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865 palavras

1-24 Nestes versículos são registradas as regras de pureza específicas aos sacerdotes. Bíblia de Genebra.

A mensagem de Levítico 21 é para os sacerdotes e suas famílias. Eles deviam se proteger de qualquer tipo de contaminação. O povo devia fazer certas coisas proibidas aos sacerdotes. Por sua vez, os sacerdotes comuns tinham mais liberdade do que o sumo sacerdote. Havia uma gradação de conduta que se tornava mais rígida conforme a posição da pessoa. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 862.

1 O sacerdote não se contaminará (ARA; NVI: “não poderá tornar-se impuro”). Tornar-se cerimonialmente impuro “por causa de um morto” significa tocar um cadáver. Life Application Study Bible.

A santidade (vida) e a morte são incompatíveis entre si. Bíblia de Genebra.

2 salvo por seu parente mais chegado. Um cadáver, fosse por um santo ou pecador, era considerado impuro. CBASD, vol. 1, p. 862.

4 homem principal. O sacerdote não podia seguir o costume normal de chorar pelos mortos, mas sempre manter a dignidade do ofício sacerdotal. CBASD, vol. 1, p. 862.

5 Não farão calva na sua cabeça (ARA; NVI: “não raparão a cabeça”). [Juntamente com o corte das extremidades da barba e o ferir a carne,] São sinais de luto, empregados pelos pagãos. Um sacerdote que revelava sinais externos de desespero não estaria em condições de preencher seu lugar apontado no culto do Templo. Bíblia Shedd.

Costumes de luto envolvendo a desfiguração do corpo também foram banidos, pois os sacerdotes, na qualidade de homens santos, tinham de ter corpos íntegros (Dt 14.1, nota). Bíblia de Genebra.

6 Santos serão. Embora Deus não tenha dois padrões de conduta para Seu povo, Ele espera que os ministros deem exemplo à igreja por meio de uma vida santa. O serviço de Deus sempre exige o melhor. Há três coisas enfatizadas neste capítulo sobre as qualificações para o sacerdócio: 1. Condição física. … A perfeição física representava a perfeição de caráter pela qual todos deviam lutar. 2. Santidade. Sua vida devia ser sem mancha e a família, sem reprovação. Uma igreja pode ser acertadamente julgada pela vida de seus membros, e talvez o teste mais preciso seja o padrão de santidade manifestado na vida do ministro. 3. Consagração. Os sacerdotes não podiam permitir que algo interferisse no serviço a Deus. O sumo sacerdote não devia chorar a perda de um ente querido, ou assistir aos funerais de um familiar (ver v. 10, 11). Coisa alguma deveria afetar a obra de Deus. CBASD, vol. 1, p. 862.

7 ou desonrada (ARA;NVI: “que tenha perdido a virgindade”).

9 Se a filha de um sacerdote se desonra, prostituindo-se, profana a seu pai; será queimada (ARA; NVI: “Se a filha de um sacerdote se corromper, tornando-se prostituta, desonra seu pai; deverá morrer queimada”). [A filha de um sacerdote nunca poderia argumentar que se prostituía por condições de pobreza, pois os sacerdotes e suas famílias deveriam ser mantidos pelas ofertas do povo. Outro agravante era que a prostituição cultual estava associada a muitas religiões dos povos de Canaã.]

10 O sumo sacerdote. Embora as regras fossem rigorosas para um sacerdote, havia ainda mais rigor para o sumo sacerdote. … Ele não… podia rasgar as vestes, … chegar perto de um morto, nem que fosse seu pai ou sua mãe. As palavras de Cristo aos discípulos refletem esse ideal (Mt 8:22). CBASD, vol. 1, p. 862-863.

11 Não se chegará a cadáver algum (ARA; NVI: “Não entrará onde houver um cadáver”).

12 Não sairá do santuário. Os sacerdotes comuns serviam apenas por um curto período a cada ano; o sumo sacerdote permanecia sempre no seu posto. Ele deveria estar sempre disponível, por isso não poderia se ausentar em viagem. Um sacerdote poderia substituir o outro em caso de emergência, mas ninguém podia oficiar no lugar do sumo sacerdote. Em tempos posteriores ele passou a ter um substituto. CBASD, vol. 1, p. 863.

14 Tanto o sacerdote ofertante como o animal oferecido deviam estar isento de qualquer mancha ou defeito, para satisfazerem às exigências de Deus. Só Cristo cumpriu plenamente estas exigências, sendo em Si mesmo sem defeito ou mancha de pecado, e tendo feito do Seu corpo um sacrifício perfeito, como ofertante e como Vítima, 2 Co 5.21; 1 Pe 1.19; Hb 7.26-28; Ml 1.8.

15 E não profanará a sua descendência. Os filhos das uniões mencionadas no v. 14 desqualificavam o sucessor do pai no ofício sagrado, assim como ele se desqualificava ao violar a lei que proibia esses casamentos. Essas regras foram dadas para preservar o sacerdócio como uma ordem santa. Os sacerdotes deveriam ser puros em todos os aspectos, para que pudessem merecer o respeito do povo. CBASD, vol. 1, p. 863.

17 em quem houver algum defeito. Os portadores de defeitos podiam servir em deveres menores, mas jamais podiam subir ao altar (v. 21). … acender o fogo ou remover as cinzas. Podiam examinar os leprosos, cuidar das portas e manter o pátio em ordem; porém, não podiam desempenhar qualquer função estritamente sacerdotal (v. 23). Eles não eram privados da renda regular dos sacerdotes e podiam comer das ofertas dadas a eles. CBASD, vol. 1, p. 863.

para oferecer o pão de seu Deus (ARA; NVI: “para trazer a seu Deus ofertas de alimento”). Bíblia Shedd.

18 de rosto mutilado. Ou seja, com defeito na face. CBASD, vol. 1, p. 863.

ou desproporcionado. Literalmente, ter “algum membro fora dos padrões normais”. Tudo o que tem a ver com a adoração a Deus deve ser perfeito. CBASD, vol. 1, p. 863.



LEVÍTICO 21 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ
4 de maio de 2022, 0:40
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LEVÍTICO 21 – O livro de Levítico não é exclusivo aos levitas. Até o capítulo anterior, as orientações são concernentes à nação de Deus na Terra. Deste capítulo em diante, o foco é a liderança espiritual. Contudo, “uma vez que o sacerdócio ilustra os crentes desta era, as várias ordens quanto à pureza cerimonial, casamento, etc. mostram a importância de os cristãos ficarem longe do pecado (2Tm 3:16-17)”, alega Merrill Unger.

A santidade não é obra de mãos pecaminosas. Pecadores não alcançam santidade pelas próprias habilidades. “O sacerdote é santo ao seu Deus”, e deveria ser considerado santo pelo povo; “porque ele oferece o alimento do seu Deus”. O próprio Deus é quem dá a ordem: “Considerem-no santo”; por qual razão? Por suas obras perfeitas? Por seu padrão impecável? Não! De forma alguma. Deus mesmo responde: “Porque eu, o Senhor, que os santifico, sou Santo” (Levítico 21:7-8).

O foco nunca é o pecador, é o Senhor. O devaneio dos perfeccionistas, legalistas e fariseus modernos está em focarem no ego, em lugar da perfeição de Cristo. Deus declara “Eu Sou o Senhor” (Levítico 21:12). Ele reitera: “Eu Sou o Senhor, que o santifico” (Levítico 21:15, 23). Qualquer santidade baseada na humanidade não passa de falsidade espiritual. A religiosidade desfocada é uma aberração teológica; é rígida, baseada na crítica, no julgamento, na condenação, na humilhação objetivando promover o próprio orgulho e vaidade satânica.

A função sacerdotal deveria ser realizada por pessoas sem defeitos físicos, pois apontava para Cristo. Contudo, “os portadores de deficiências, como coxos, cegos e anões, estavam afastados da função sacerdotal, mas não da condição sacerdotal. Isso ilustra que os defeitos na vida do crente não anulam sua posição ‘em Cristo’ nem sua recepção da graça (‘Comerá o pão do seu Deus, tanto do santíssimo como do santo’, 22), mas limitam sua utilidade no ministério” explica Unger.

Servir a Deus é um privilégio, que vem junto com uma exigência essencial de santidade, a santidade do Senhor. Do casamento ao luto a postura do líder religioso deveria ser diferenciada.

Diante disso, “numa geração corrupta e adúltera, a santidade e a pureza da vida podem ser atribuídas somente á obra santificadora do Espírito na vida do crente”, salienta R. K. Harrison. Então, consagremo-nos ao serviço divino! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 20 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
3 de maio de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 20 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 20 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LEVÍTICO 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LEVÍTICO 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
3 de maio de 2022, 0:50
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1498 palavras

Em Levítico 20, parece que a taça da misericórdia de Deus secou. Em vez de procurar conciliar os rebeldes, Ele ordena a pena de morte para quem sacrifica seus filhos a Moloque, amaldiçoa seus pais, ou participa de adultério (espiritual ou fisicamente). Na verdade, o pecado de sacrificar seus filhos a Moloque era tão grande que Deus diz que aqueles que praticam esse tipo de adoração abominável estão espiritualmente contaminando Seu santuário! Isso é muito sério! Conquanto Deus seja paciente e longânimo, Ele às vezes tem que dizer, até para seu próprio povo: “Basta!” Melodious Eco Mason, em http://revivedbyhisword.org/en/bible/lev/20/.

A maioria das ofensas mencionadas neste capítulo foi discutida nos capítulos 18 e 19. Ali, o apelo ao povo se dá essencialmente no nível espiritual, um apelo ao seu sendo de justiça. Aqui, as ofensas são consideradas crimes contra o estado e, portanto, devem ser punidas. A punição, geralmente, é a morte. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 860.

No cap. 20, muitos dos mesmos pecados alistados no cap. 18 são mencionados de novo, mas desta vez com a especificação da pena de morte. O Deus de Israel é um Deus zeloso que não tolera rivais (v. nota em Êx 20.5). Requer lealdade exclusiva (v. Êx 20.3). Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 que der de seus filhos a Moloque. Não era simplesmente uma dedicação da criança a Moloque, mas era sacrificá-la como oferta queimada (2Rs 23:10; Jr 32:35; ver Jr 7:31; 19:5; Ez 16:21; 23:37). CBASD, vol. 1, p. 860.

Sacrificar crianças aos deuses era uma prática comum em religiões antigas. Os amonitas, vizinhos de Israel, faziam do sacrifício de crianças a Moloque (seu deus nacional) uma parte vital de sua religião. Eles viam isso como um grande presente que eles poderiam oferecer para desviar o mal  ou para apaziguar deuses irados. Deus tornou claro que esta prática era detestável e estritamente proibida. Tanto nos tempos do AT como do NT o Seu caráter torna o sacrifício humano impensável: 1) Contrariamente aos deuses pagãos, Ele é um Deus de amor, que não precisa ser aplacado (Êx 34:6); 2) Ele é o Deus da vida, que proíbe o assassinato e encoraja práticas que conduzem à saúde e felicidade (Dt 30:15, 16). 3) Ele é o Deus do desamparado, que mostra especial cuidado com as crianças (Sl 72:4). 4) Ele é um Deus de altruísmo, que ao invés de demandar por sangue, dá Sua vida por outros (Is 53:4, 5). Life Application Study Bible.

será morto. A pena era severa contra os pecados graves da idolatria. do adultério, do incesto e das perversões sexuais, porque desonravam a Jeová e destruíam a estrutura da sociedade humana. Bíblia Shedd.

3 contaminando assim o Meu santuário. Tamanho pecado cometido pelo povo escolhido de Deus ou outro morador em Sua terra prometida automaticamente aparentemente contaminaria o Seu santuário, que representava Sua administração, no sentido de  arruinar Sua reputação (“nome”; Dt 12:5) no mundo. Andrews Study Bible.

6 Cf v. 27; 19.26. Consultar médiuns, na tentativa de se comunicar com os espíritos dos mortos, era um pecado que acarretava a penalidade da morte, tanto para o médium como para aquele que o consultava. Estes versículos também são uma condenação ao espiritismo dos nossos dias. Bíblia Shedd.

Somente Deus devia ser consultado – por meio do sacerdote ou de um profeta. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Todo mundo está interessado no que reserva o futuro, e frequentemente procuramos outros por orientação. Mas Deus nos adverte contra buscar conselho no oculto. Mediuns e espíritas eram banidos porque Deus não era a fonte de sua informação. No melhor caso, praticantes do oculto são fraudes, em cujas predições não se podem confiar. No pior, eles estão em contato com espíritos malignos e são, portanto, extremamente perigosos. Não precisamos buscar no oculto informação sobre o futuro. Deus nos deu a Bíblia para que tivéssemos, por ela, toda a informação que precisamos – e o que a Bíblia ensina é digno de confiança. Life Application Study Bible.

7 sede santos. Esta é, como foi enfatizado anteriormente, a nota tônica de levítico e o que Deus deseja que seu povo tenha em mente. A razão para isso é simplesmente: “Eu sou o Senhor vosso Deus”.  CBASD, vol. 1, p. 860.

8 Guardai os meus estatutos (ARA). NVI: “Obedeçam aos meus decretos”. O v. 7 destaca a santificação, sendo seguido da injunção “guardai os Meus estatutos”; então, surgem as palavras “Eu sou o SENHOR que vos santifico”. Santificar-se e guardar os estatutos divinos estão aqui combinados – como deve ser na vida real. A alegação de que a santificação pode ser obtida sem obediência à vontade de Deus é uma afirmação espúria. CBASD, vol. 1, p. 860.

9 Jesus citou este texto em Mc 7.10. Bíblia de Genebra.

seu sangue cairá sobre ele (ARA; NVI: “merece a morte”). Se alguém matasse esse tipo de réu, a responsabilidade por esta morte não cairia sobre quem o matou, mas sim sobre o próprio homem que se mostrasse digno de ser eliminado. Bíblia Shedd.

A morte parece uma penalidade severa por simplesmente amaldiçoar alguém. Que grande responsabilidade os pais tinham ao educar uma criança de modo que ela aprendesse a respeitar a autoridade. Disso a pessoa se lembra quando vê pais que se submete ao abuso de um filho que não apenas se recusa a obedecer, mas grita, chuta, rebela-se e até agride o pai ou a mãe. Esses pais se arrependem por não terem tomado atitude firme a tempo e por terem permitido que o filho agisse, sem terem imposto limites. No entanto, maior arrependimento poderá vir com a compreensão de que, se tivessem agido prontamente e com sabedoria, o filho poderia ter sido salvo para o reino de Deus. CBASD, vol. 1, p. 860.

10-21 Os detestáveis atos listados aqui eram muito comuns entre as nações pagãs de Canaã; suas religiões eram exuberantes em deusas do sexo, prostituição cultual e outros pecados grosseiros. As práticas religiosas imorais dos canaanitas refletiam uma cultura que tendia a corromper todo aquele que entrava em contato com ela. Em contraste, Deus estava construindo uma nação para exercer uma influência positiva no mundo. Ele não queria que os israelitas adotassem as práticas canaanitas e caíssem em devassidão. Assim, Ele preparou o povo para o que eles enfrentariam na terra prometida ao ordenar que evitassem pecados sexuais. Life Application Study Bible.

Não é agradável ler os v. 10-21, nem há intenção de sê-lo. As coisas mencionadas são vergonhosas e vis e, portanto, a sentença é, geralmente, a morte. CBASD, vol. 1, p. 860.

Esta lista de estatutos contra pecados sexuais incluem punições extremamente severas. Por quê? Deus não tolerava estas ações pelas seguintes razões: 1) Elas destroem o comprometimento existente entre os parceiros casados; 2) Elas destroem a santidade da família; 3) Elas distorcem o bem estar mental das pessoas; 4) Elas disseminam doenças. Os pecados sexuais sempre foram amplamente disseminados, mas a glorificação do sexo entre pessoas que não são casadas entre si frequentemente ocultam tragédias e sofrimento por trás dos bastidores. Quando a sociedade mostra pecados sexuais como atrativos, é fácil esquecer do lado escuro. Deus tem boas razões para proibir pecados sexuais: Ele nos ama e quer o melhor para nós. Life Application Study Bible.

12 fizeram confusão (ARA; NVI: “O que fizeram é depravação”). O incesto, mencionado em várias formas (11-21), é destruidor da vida familiar, corroendo a pureza do lar. Bíblia Shedd.

13 praticaram coisa abominável (ARA; NVI: “praticaram ato repugnante”). A homossexualidade foi um dos pecados de Sodoma, uma causa primária da sua destruição por Jeová, Gn 19.5, 13. Este pecado foi praticado em Israel, por alguns benjamitas, mas castigado pelas demais tribos, Jz 20.1-11. Bíblia Shedd.

16 Heródoto, historiador grego, mostra que este pecado fazia parte da religião supersticiosa do Egito; motivo adicional de condená-lo. Bíblia Shedd.

17 vir a nudez dela (ARA). NVI: “se envolver sexualmente com ela”.

20 morrerão sem filhos. Esta penalidade pode não ser muito drástica hoje, mas nos tempos antigos ela o era. Morrer sem filhos significava não ter parte na esperança de Israel, o que praticamente significava estar fora da aliança. CBASD, vol. 1, p. 860.

21 imundícia é (ARA; NVI: “comete impureza”). Se [o irmão] tivesse morrido, isto não seria mais pecado. Se não deixara descendência, não somente seria permitido, mas até exigido tomar sua viúva para lhe suscitar descendentes, Dt 25.5; Mt 22.24-30 Seria para “guardar seu nome vivo em Israel”. Bíblia Shedd.

22, 23. O fato de os cananeus terem sido punidos pelos vários pecados, até o ponto de extermínio, revela claramente que as Leis de Deus não eram apenas um código particular para Israel, mas que tinham sido gravadas até nas consciências dos próprios pagãos, Rm 1.18-27. Bíblia Shedd.

23 nos costumes da gente. Deus desejava que Seu povo se mantivesse separado das nações ao redor nos costumes, no vestuário, na moralidade e até na alimentação. O ideal de Deus para Israel é a separação completa do mundo. CBASD, vol. 1, p. 860.

26 separei-vos. Israel devia se distinguir de todas as outras nações, não apenas no modo de adorar, mas também nos ideais, objetivos, vida social e recreativa, dieta e vestuário. Deus “separou” Seu povo de todos os demais, não apenas para torná-lo diferente, mas para que representasse, em cada hábito, a perfeição do caráter divino. Assim, até as nações pagãs viriam a reconhecer a superioridades das leis de Deus (Dt 4:6-9). CBASD, vol. 1, p. 861.