Filed under: Sem categoria
1113 palavras
Atacados pelos assírios, os refugiados moabitas fugiriam para Sela, no país de Edom, ao sul. Moabitas desesperados enviariam um tributo em cordeiros para Jerusalém, pedido pela proteção de Judá. Jerusalém seria um refúgio seguro por um tempo. Isaías advertiu Judá para aceitar estes refugiados como um sinal de compaixão durante o tempo de devastação dos inimigos [assírios]. Life Application Study Bible Kingsway.
1 Enviem cordeiros como tributo. Assim como o rei Mesa enviava cem mil cordeiros ao rei Acabe, de Israel, todos os anos (v. 2Rs 3.4), agora o Moabe orgulhoso, que tantas vezes oprimira Israel, é aconselhado, em sua crise, a submeter-se ao rei de Jerusalém. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Sela. Capital naturalmente fortificada dos edomitas, ao sul do mar Morto, situada num planalto rochoso que se levanta 300 metros acima da cidade vizinha de Petra (v. 42.11). O nome significa “penhasco”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O povo de Moabe foi forçado a deixar suas cidades, fugir para o deserto e se estabelecer nas rochas. Então, numa condição desolada, eles foram chamados a reconhecer a supremacia do “monte da filha de Sião” [Jerusalém] com pagamento de tributo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
2 vaus do Arnom (ARA). NVI: “lugares de passagem do Arnom”.
As mulheres estavam fugindo para o sul, para escapar do invasor que vinha do norte. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 esconderijo. Jerusalém era a principal fortaleza da Palestina quando os assírios vieram desfazer a revolta [dos filisteus] mencionada em 14.32.
destruidor. Provavelmente a Assíria. opressor. Moabe. Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 Em benignidade. Heb. hesedh, “solidariedade”, “graça”, “misericórdia”, “favor”, o grande tema de Isaías, e também de Oséias. Bíblia Shedd.
As palavras do v. 4, uma advertência a Moabe, também se aplicam ao reino de Cristo. O profeta parece divisar um tempo quando um representante da casa de Davi, o Messias …, governará Moabe. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
tenda de Davi. V. 9.7; Am 9.11… “Tenda”ou “casa”equivale a “dinastia”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 Da soberba de Moabe. O orgulho e a arrogância eram as evidentes fraquezas de Moabe e as principais razões para sua destruição (ver jr 48:29; Sf 2:10). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
Moabe, apesar de ser nação pequena, é tão orgulhoso e desafiador como a Assíria e a Babilônia. V. 10.12; 14.13; 25.11; Jr 48.42. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Sua arrogância. Literalmente, “seu falar ocioso”, “sua jactância”(comparar com Jr 48:30). A altivez de Moabe era falsa e provaria ser vã. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
7 Uivará Moabe. Se Moabe tivesse dado ouvidos ao conselho do Senhor, seu trono teria sido estabelecido com justiça e misericórdia; mas, visto que se recusou, o resultado seria pesar e destruição. Toda a nação choraria de angústia quando chegasse a hora da destruição. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
Pasta de uvas. Literalmente, “bolos de uva”. … Talvez bolos de uvas fossem um dos principais produtos de Quir-Haresete, e seus habitantes lamentariam a perda de seu principal meio de sobrevivência. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
8 talaram os melhores ramos da vinha (ARA). NVI: “pisotearam as melhores videiras”.
Sibma. Esta cidade foi designada [à época da ocupação de Canaã] a Rúben (Nm 32:37, 38; Js 13:15, 19) e era famosa por suas uvas (Jr 48:32). As vinhas deste país belo e próspero foram destruídas pelos invasores cruéis. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
Até Jazer. Isto é, os ramos da florescente vinha de Hesbom e Sibma se estendiam ao norte até jazer, uma cidade da fronteira norte …, originalmente em Gileade… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
sarmentos (ARA). NVI: “brotos”.
mar. Provavelmente o mar Morto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 Caiu já dos inimigos o eia (ARA; NVI: “gritos de alegria”). Em tempos de prosperidade este seria o grito de júbilo dos ceifeiros; mas, em tempo de guerra (ver com. do v. 7), seria o grito do invasor ao tomar posse da colheita e destruir árvores e vinhas. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
10 Fugiu a alegria. A época de colheita nos campos e nas vinhas era um período de alegria e celebração. Em vez disso, lágrimas tomariam o lugar do riso. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
A pisadura das uvas (esmagar as uvas com os pés) era o clímax da estação da colheita, um tempo de muita alegria nas vinhas. Mas a alegria da colheita logo cessaria porque o povo, em seu orgulho, ignorou Deus e se rebelou contra Ele. Life Application Study Bible Kingsway.
11 Coração. Considerado pelos hebreus como o órgão das emoções (ver com. [CBASD] de 43:30). Aqui as emoções são descritas como vibrantes e tristes como as notas de uma lira acompanhando um canto fúnebre. O profeta expressa empatia para com o povo contra quem profere a mensagem. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
12 Nos altos. Isto é, cumprindo os pesados deveres da idolatria. Bíblia Shedd.
Nada alcança.O deus de Moabe, Camos, era mero ídolo (v. 44.17-20; 1Rs 11.7). Bíblia de Estudo NVI Vida.
O falso deus moabita não pode fazer nada. As orações a qualquer outro deus além do Senhor são inúteis. Essa foi a lição divina ensinada por meio do profeta Elias no monte Carmelo (1Rs 18:20-40). Bíblia de Estudo Andrews.
Quando o povo de Moabe experimentou a ira de Deus, eles buscaram seus próprios ídolos e deuses. Nada aconteceu, porém, porque não havia ninguém para salvá-los. Quando buscamos nossos próprios meios de fuga para superar nossos problemas diários, o efeito é o mesmo: nenhum prazer, passatempo ou idéia religiosa criada pelo homem virá para nos salvar. Nossa esperança está em Deus, o único que pode ouvir e ajudar. Life Application Study Bible Kingsway.
13, 14 Tiglate-Pileser III invadiu Moabe em 732 a.C.; Senaqueribe invadiu Moabe no mesmo ano em que invadiu Judá, 701 a.C. O primeiro evento ocorreu três anos após a previsão de Isaías, caracterizando Isaías como um verdadeiro profeta. Nesses eventos, o povo de Israel viu a profecia cumprida diante de seus próprios olhos. Life Application Study Bible Kingsway.
Confira outra profecia de curto prazo no oráculo contra a Arábia (21:16, 17). … O fato de Deus deixar um remanescente não só de Israel, mas também das nações, fala em favor de seu grande propósito de salvar o mundo inteiro, tanto israelitas quanto não israelitas. Bíblia de Estudo Andrews.
13 Esta é a mensagem que o SENHOR há muito pronunciou. O significado é que a mensagem de Isaías é apenas uma repetição de antigas mensagens transmitidas. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
14 Tais como os de jornaleiros. Um jornaleiro trabalha enquanto dura seu contrato. ele não permanece além desse período. Assim seria com o juízo prestes a cair sobre Moabe. Pequeno e débil. Moabe não seria destruído por completo. Um remanescente permaneceria, mas seria pequeno e débil. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
Filed under: Sem categoria
ISAÍAS 16 – A profecia acerca de Moabe ocupa dois capítulos no livro sagrado escrito pelo profecia Isaías. Aqui, esta mensagem é uma continuação do capítulo anterior.
Deus almeja uma transformação no coração orgulhoso e na sociedade pervertida. Ele quer arrancar nossa exigência por justiça, para substituí-la por amor, bondade e compaixão.
• Nesta profecia Deus pretendia transformar a sociedade judaica e moabita, e inclusive a sociedade de nossos dias!
Por isso, embora a profecia de Isaías tenha uma tonalidade predominantemente de julgamento e condenação sobre Moabe, há elementos e expressões suficientes indicando uma poderosa nota de esperança:
• Enviar cordeiros como tributo ao Governante da Terra é o caminho para encontrar graça e perdão. Deus provê a trajetória da restauração (Isaías 16:1).
• A menção de um trono estabelecido em amor e fidelidade, com um Juiz que busca a justiça e defende o que é justo, refere-se ao governo do Messias, que seria honesto e compassivo, em lugar de uma liderança política corrupta (Isaías 16:5).
• Apesar da profecia de julgamento, o fato de Deus estabelecer um prazo específico (dentro de três anos) para a desonra de Moabe sugere um fim ao sofrimento e uma limitação no período da disciplina. Isso é graça divina em busca da restauração humana (Isaías 16:13-14).
Observe que “a profecia deixa claro que o sofrimento que viria a Moabe, era o resultado de seu orgulho e arrogância (16:6). Este orgulho levou Moabe a cometer crimes que afrontavam a consciência da humanidade (Amós 2:1-3). Uma maneira de minorar o castigo seria buscar o favor do Deus de Israel (16:1). Israel por sua vez, deveria mostrar misericórdia para com os moabitas cuja situação desesperadora era como a de pássaros lançados fora do ninho. Em vez de vingar-se dos moabitas, deviam ajudá-los com conselhos, servir-lhes de sombra contra o sol ardente, esconder os fugitivos, abrir as portas aos desterrados (vv. 2-4). Atos de misericórdia como estes abririam caminho para Um que Se sentaria no trono de Davi e que julgaria os habitantes da Terra com justiça (v. 6)” (Siegfried Schwantes).
O julgamento equilibra com a promessa de um futuro restaurado, incentivando a esperança mesmo diante das consequências iminentes por causa do pecado. Em lugar de vingança o povo de Deus deve oferecer esperança!
Para isso, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: ISAÍAS 15 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
669 palavras
15:1-16:14 Profecia ou oráculo contra Moabe (ver também 25:10 e, nos escritos de outros profetas, Jr 48:1-47; Ez 25:8-11; Am 2:1-3; Sf 2:8-11). A origem de Moabe remonta à história de Ló e suas filhas (Gn 19:30-38; ver também Nm 22-25). O antagonismo entre Moabe e Israel é comprovado em uma das maiores descobertas arqueológicas, a chamada pedra Moabita (do nono século a.C., encontrada em 1868), na qual o rei Mesa celebra sua vitória sobre Israel. … Israel não recebeu permissão para guerrear contra eles durante o processo de conquista (ver Dt 2:1-23). Bíblia de Estudo Andrews.
1 Sentença contra Moabe. Ou, “mensagem solene com respeito a Moabe”. … Pouco se sabe da geografia política e da história de Moabe, e, portanto, muito dessa profecia não está claro. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
Moabe. País a leste do mar Morto e inimigo perpétuo de Israel (v.25.10; 2Rs 13.20). Quir. Orivavelmente Quir-Haresete, 24 km ao sul do rio Arnom e talvez capital de Moabe nesse período. “Quir” significa “cidade”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Moabe … oprimiu Israel e invadiu suas terras (Jz 3:12-14), lutou contra Saul (1Sm 14:47) e contra Davi (2Sm 8:2, 11, 12). Moabe seria punida por tratar Israel cruelmente. Life Application Stuby Bible Kingsway.
Esta profecia começou a cumprir-se em 712 a.C., nas invasões de Sargom II, da Assíria na Palestina …, e em 701, quando Senaqueribe repetiu a invasão, chegando até Jerusalém. Outros golpes foram sofridos entre 600 e 590 a.C., nas invasões dos caldeus, e depois os persas e árabes foram reduzindo a nação inexpressiva. Bíblia Shedd.
2 Dibom. Uma cidade 5 km ao norte do Arnom, onde foi achada a famosa “Pedra de Moabe”, no ano 1868. A pedra é uma inscrição descrevendo as guerras entre Moabe e Israel (cf 2 Rs 3.4-27). Rapada. No oriente, o raspar voluntário da barba era sinal de luto. Bíblia Shedd.
altares idólatras (NVI; ARA: “montes”). Santuários erigidos no cume dos montes, e em geral associados ao culto pagão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Nebo … Medeba. Na famosa Pedra Moabita, o rei Mesha se vangloria de ter sido ordenado por Quemos [divindade pagã] a tomar Nebo de Israel, e de ter sitiado a cidade e matado 7 mil homens, mulheres e crianças, os quais ofereceu a seu deus. Mesha declara que Medeba foi tomada por Onri [rei do reino de Isarel do Norte], que com seu filho Acabe, a ocupou por muitos anos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
3 roupas de lamento. Roupas toscas (v. Jó 16.15; Jr 48.37; Lm 2.10), feitas de pelos de bode. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 Hesbom. O pranto seria ouvido mais ao norte. Hesbom (Tell Hesban) está cerca de 10 km ao norte de Medeba e 24 km a nordeste da foz do Jordão. Os armados de Moabe clamam, sua alma treme. Era tão terrível o açoite que viria sobre Moabe que mesmo os soldados estariam em pânico e gritariam de terror. Os que deveriam ajudar não poderiam fazê-lo, os que deviam ter coragem se encheriam de terror. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
5 Zoar. Cidade situada no extremo sudeste do mar Morto (cf Jr 48.34). É para Zoar que Ló fugiu de Sodoma (Gn 19.20-23). Luíte. Nome de um pico ao oeste do monte Nebo, a 1,6 km de distância, que se consagrava aos sacrifícios oferecidos aos ídolos. Novilha de três anos. Símbolo da plenitude, do vigor e da saúde, ou possivelmente, nome de uma cidade que, transliterando do hebraico, seria Eglate-Shelishia .. Não se descobriu, porém, nenhum lugar com este nome. Bíblia Shedd.
Beer-Elim. Beer significa “poço”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 As águas de Ninrim. Mencionadas também em Jeremias 48:34, e talvez seja o local de um reservatório usado para fins de irrigação. Acredita-se que Ninrim ficava junto a um leito de rio que desembocava nas margens ao sudeste do Mar Morto. Quando o reservatório foi destruído, a área ficou desolada. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
9 Dimom. Um rio perto do extremo sul do mar Morto, que forma a divisa entre Moabe e Edom. O Rolo do mar Morto traz “Dibom” (cf v 2). Bíblia Shedd.
um leão. Referências ou ao exército (v 5.29; Jr 50.17), ou a leões de verdade (v. 13.21,22). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Compilação e digitação: Jeferson A Quimelli
Filed under: Sem categoria
ISAÍAS 15 – Se nosso coração estiver enternecido pela compaixão e amor divinos, nos comoveremos diante do sofrimento alheio – ainda que a dor seja pela ação da justiça divina.
Isaías 15 é uma mensagem a respeito de Moabe. É uma profecia proferida em forte linguagem poética, descrevendo a devastação do reino moabita de uma forma que evoca emoção e reflexão.
O século 8 a.C foi um período de grande instabilidade na região do Oriente Médio, e a Assíria emergiu como uma potência dominante. Moabe, como muitos outros reinos da região, estava sujeito às pressões e ameaças da Assíria.
O contexto político envolve a dinâmica de poder entre as nações e as consequências para Moabe. Além do olhar político, o profeta enxergou e comunicou o que Deus lhe revelou; e, neste caso, “quando Nabucodonosor marchou contra Judá, em 597 a.C., para sufocar a revolta liderada por Joaquim, rei de Judá, os caldeus tiverem apoio dos moabitas (II Reis 24:2). Esta atitude pouco cordial dos moabitas pode ter dado ensejo a esta profecia”, comenta Siegfried Schwantes.
Zoar, uma cidade ao sul de Moabe, representa a extensão do clamor; o caminho de Luíte pode simbolizar um ritual de lamento; e a menção de Horonaim, uma cidade moabita, indica que a destruição seria proclamada ao longo do caminho, aumentando ainda mais o lamento e a aflição (Isaías 15:5, 9).
A menção de várias cidades moabitas indica que a lamentação se estenderia por toda terra (Isaías 15:1-4, 6-8). “Era tão terrível o açoite que viria sobre Moabe que mesmo os soldados estariam em pânico e gritariam de terror. Os que deveriam ajudar não poderiam fazê-lo, os que deviam ter coragem se encheriam de terror… A cena representada diante do profeta é tão terrível que seu coração se comove de piedade e clama pelo povo ferido” (CBASD).
• Diferente dos moabitas que promoveram sofrimento, os representantes de Deus se compadecem dos que sofrem pelas consequências dos próprios erros.
• O amor cristão nos instiga a sentir a dor do próximo, mesmo que essa dor tenha lógica e motivos para existir.
• Por mais que as pessoas mereçam a desgraça pelos seus pecados, quem serve a Deus sente empatia pelos sofredores, assim como revela o profeta Isaías!
Busquemos um coração como o de Isaías! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: ISAÍAS 14 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
1634 palavras
1 O SENHOR Se compadecerá de Jacó. Este capítulo continua a profecia do cap. 13 a respeito da queda de Babilônia (Is 13:1; cf. 14:28). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 166.
Estrangeiros. Isto é, gentios. Isaías introduz um de seus temas favoritos: o grande ajuntamento de pessoas de todas as nações para adorar o Deus verdadeiro […]. Esta profecia se cumpriu em parte no tempo do AT (ver p. 16), e de forma mais completa no grande ajuntamento de gentios nos tempos apostólicos (At 10:1, 2, 48; 11:18; 13:46-48; etc.). Também tem se cumprido hoje à medida que pessoas de todas as nações conhecem o evangelho de Cristo. CBASD, vol. 4, p. 166, 167.
3 Dar-te descanso. Assim como os israelitas tinham sido escravos no Egito, seriam cativos em Babilônia; e, como Deus lhes dera descanso da servidão do Egito, assim lhes daria descanso do cativeiro. A terra prometida seria esse local de descanso, mas Israel, por causa do pecado, outra vez não entrou no descanso prometido. Portanto, esta promessa está reservada para o Israel espiritual, que será reunido de todas as nações e liberto da tentativa final de Babilônia de escravizar o mundo. O povo de Deus finalmente encontrará “descanso” na Canaã celestial, a terra renovada. CBASD, vol. 4, p. 167.
4 Motejo. Do heb. mashal, palavra traduzida na ARA como “provérbio” 22 vezes e como “parábola” seis vezes (ver vol. 3 [CBASD], p. 1061. CBASD, vol. 4, p. 167.
5 A vara. Vara e cetro são símbolos de poder. O Senhor quebraria por completo o poder de Babilônia (ver com. de Is 13:19-22). CBASD, vol. 4, p. 167.
7 Toda a terra. Literalmente, a descrição do mundo quando o rei de Babilônia cessasse sua obra (v. 4), e simbolicamente, quando o governo de Satanás chegar ao fim (ver com. de Is 13:4). Somente então a terra terá descanso e sossego. O destino de Satanás trará alegria ao povo de Deus, pois a opressão terá acabado, e os santos herdarão a Terra renovada e reinarão para sempre. Num sentido figurado, o mundo todo, que por tanto tempo gemeu sob a maldição do mal, se regozija ao se libertar do poder do opressor. CBASD, vol. 4, p. 167, 168.
8 Ciprestes. Do heb. beroshim, “zimbros [fenícios]”. O “rei da Babilônia (v. 4) é comparado a uma árvore (ver Dn 4:11, 22; cf. Jz 9:8-15; Ez 31:16). As outras “árvores” da “floresta” se regozijam quando essa “árvore” pretensiosa e arrogante é cortada. Os monarcas assírios se gabavam de terem cortado as florestas e deixado o país como deserto (ver Is 37:24). Do mesmo modo, os exércitos de Babilônia devastaram os países conquistados (ver Jr 25:11). Haverá alegria universal quando a obra de destruição [do mal] for concluída. “Apóstolos e profetas” exultarão com a queda da Babilônia espiritual (Ap 18:20; cf. 19:1-6). CBASD, vol. 4, p. 168.
9 O além. Do heb. she’ol (ver com. de Pv 15:11), a morada figurada dos mortos. A mesma palavra é traduzida como “cova” (Is 14:11). She’ol é personificado saudando o rei da Babilônia (ver v. 15). Aqueles a quem matou lhes dão as boas-vindas, a quem uma vez escravizou povos como um tirano, e enviou outros à morte. De forma figurada, os poderes do mal serão tirados de seus “tronos” na Terra para descer às sombras da morte (ver Ap 20:10, 14). Ezequiel usou a mesma metáfora (Ez 32:18-32; comparar com Is 24:22; Ap 6:15, 16; 19:20). CBASD, vol. 4, p. 168.
10 Como nós. O rei da Babilônia, que matou tantos outros, seria morto. Satanás […], que conduziu tantos à ruína e à morte, finalmente entrará no reino da morte (ver Ap 20:10). O autor da morte provará de seu fruto amargo. CBASD, vol. 4, p. 168.
10 Gusanos. Do heb. rimmah, “larva”. […] o orgulhoso rei de Babilônia está no she’ol, sobre uma cama de gusanos, coberto de vermos. “Os caminhos da glória conduzem ao túmulo.” CBASD, vol. 4, p. 168.
12 Estrela da manhã. Do heb. helel, literalmente “brilhante”, da raiz halal, que significa “emitir luz”, “brilhar”, “ser brilhante”. […] Aplicados a Satanás, os diferentes termos (helel, heophoros, Lúcifer, etc.) refletem a posição elevada que ele tivera no Céu, ao lado de Cristo, e indicam que ele é o rival de Cristo. Nenhum desses termos é um nome próprio, embora todos tenham esse sentido; em vez disso, são termos atributivos que denotam a elevada posição da qual Lúcifer caiu. Essa descrição se aplica a Satanás antes de sua queda, quando, depois de Cristo, era o mais poderoso no Céu e líder das hostes angélicas (ver descrição mais ampla de Satanás, sob a designação do “rei de Tiro”, no com. de Ez 28:12-19). CBASD, vol. 4, p. 168, 169.
Lançado por terra. Na guerra contra Cristo, Satanás foi derrotado, expulso do Céu e lançado para a terra (ver Ap 12:7-9; ver com. de Ez 28:16-18). CBASD, vol. 4, p. 169.
13 Acima das estrelas de Deus. Ver com. de Jó 38:7. O desejo por exaltação própria foi a causa da queda de Lúcifer. Antes da queda, ele era o anjo mais belo e sábio. Orgulhou-se excessivamente da honra que Deus lhe conferiu e buscou glória ainda maior. CBASD, vol. 4, p. 169.
Monte da congregação. Lúcifer aspirava a sentar-se no “monte da congregação”, mas o Senhor o lançaria “fora do monte de Deus”. CBASD, vol. 4, p. 169.
14 Semelhante ao Altíssimo. Lúcifer desejava ser como Deus em posição, poder e glória, mas não em caráter. Ele desejava para si a honra que a hoste angélica prestava a Deus. Sendo apenas uma criatura, ele buscou a honra devida somente ao Criador. Em vez de procurar tornar Deus supremo nas afeições da hoste angélica, buscou para si mesmo o primeiro lugar. CBASD, vol. 4, p. 169.
15 Reino dos mortos.Do heb. she’ol, morada figurada figurada dos mortos (ver com. do v. 9). Da elevada posição à qual aspirava, Satanás seria lançado às profundezas mais baixas, e ali seria esquecido (ver Lc 10:18; Ap 12:9). Há uma série de contrastes marcantes em Isaías 14:4 a 19, entre exaltação e completa humilhação. CBASD, vol. 4, p. 169.
17 Assolava as suas cidades. Uma descrição literal das conquistas babilônicas (ver com. dos v. 4 e 6). Quando Deus estava prestes a criar este mundo, Lúcifer, o “rei da Babilônia” espiritual (ver com. do v. 4), quis ser consultado. Ele pensou que pudesse melhorar a obra de Deus e prometeu um nível de existência mais elevado àqueles que o seguissem. Mas, quando assumiu o controle deste mundo, não fez nada além de transformá-lo num deserto amaldiçoado. Finalmente, todos verão que Satanás do mundo um vasto deserto, muito diferente do belo mundo que saiu das mãos de Deus (Gn 1:31). Desolação e morte, não alegria e vida, são os resultados inevitáveis do governo de Satanás. CBASD, vol. 4, p. 169, 170.
19 Lançado fora da tua sepultura. Devido ao ódio ao “rei da Babilônia” (ver com. do v. 4), a ele seria negado uma sepultura honrosa […]. Durante os mil anos, Satanás experimentará a morte em vida. Ao redor dele estarão todos os ímpios mortos, mas ele mesmo não poderá encontrar o descanso da morte. Para ele não haverá alívio da miséria e do remorso, nem do horror que trouxe sobre a Terra. Será um cadáver vivo para o qual um túmulo comum seria honroso demais (comparar com Is 14:9-11). CBASD, vol. 4, p. 170.
20 Mataste o teu povo. Quando o ser humano pecou, Satanás se tornou o príncipe deste mundo e o governante dos pecadores. Mas, nesses milhares de anos, tudo o que fez foi devastar este mundo e matar pessoas. No lugar da honra e glória que com tanta ânsia buscou, fez de si objeto de completa vergonha e desgraça. CBASD, vol. 4, p. 170.
21 Preparai a matança. Isto é, para os “filhos” do “rei de Babilônia” […] Morte e destruição serão o destino final de todos os filhos da iniquidade. Finalmente o próprio Satanás e todo o seu exército de maldade serão devorados pelas chama e reduzidos a cinzas (ver Ez 28:16-18; Ml 4:1-3; Ap 20:9, 10). CBASD, vol. 4, p. 170.
23 Vassoura da destruição. A cidade orgulhosa é comparada a resíduo e lixo, que deve ser varrido. Babilônia contaminara a terra, e não tinha o direito de permanecer onde continuaria a ofender o ser humano e o próprio Deus. O mundo ficaria mais limpo quando essa imundícia fosse varrida. Com essas palavras é concluída a sentença contra Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 170.
24 Como pensei. A longa mensagem contra Babilônia é seguida de um pronunciamento contra a Assíria. CBASD, vol. 4, p. 170.
25 A Assíria. Estas palavras se referem ao tempo quando Senaqueribe invadiu a Judeia e enviou parte de seu exército para sitiar Jerusalém. Seu jugo seria pesado para a terra por um tempo, mas, finalmente, Deus quebraria esse jugo e libertaria o povo. CBASD, vol. 4, p. 171.
28 Ano. Aqui começa outra profecia curta, desta vez contra a Filístia (v. 28-32). [Neste ano] Acaz morreu em cerca de 715 a.C. e foi sucedido por seu filho Ezequias que governou sozinho. CBASD, vol. 4, p. 171.
30 Os primogênitos dos pobres serão apascentados. Entrelaçada à profecia do juízo contra a Filístia está uma promessa de prosperidade para os pobres e desafortunados de Judá. Esta deveria ser a obra de Cristo, o Filho ideal do rei de Judá (ver Sl 72:2-4). Os “primogênitos” dos pobres são aqueles que herdam uma porção dupla, não de riquezas, mas de pobreza. CBASD, vol. 4, p. 171.
31 Ó Filístia toda. O profeta visualizava um tempo quando a Filístia […] não mais existiria. Toda a nação seria destruída. Como fumaça vinda do norte, um juízo cairia sobre a Filístia. Invasores babilônios se aproximaram da Palestina a partir do norte para trazer juízos sobre a terra (Jr 1:14; 4:6; 6:1, 22; Ez 1:4). Um século mais tarde, se predisse outra vez juízo desde o norte contra a Filístia. CBASD, vol. 4, p. 171.
Ninguém há que se afaste. Toda a frase diz, literalmente, “ninguém se aparta de seu objetivo”, significando neste contexto “nenhum desertor nas suas fileiras”. O inimigo desceria como uma unidade, sem desertores, e como um só homem cairia sobre sua vítima, a Filístia. CBASD, vol. 4, p. 171.
32 Aos mensageiros. Talvez uma delegação real enviada para consultar o profeta, que então responde. Depois de transmitir mensagens de destruição contra a Assíria, Babilônia e Filístia, a pergunta natural seria sobre o destino de Judá. A resposta é dada rapidamente: “O Senhor fundou a Sião”, e, portanto, ela não tem nada a temer. CBASD, vol. 4, p. 172.
Compilação e digitação: Jeferson Quimelli
Filed under: Sem categoria
ISAÍAS 14 – O contexto geral do livro de Isaías apresenta profecias dirigidas primariamente aos judeus; entretanto, há seções contendo alcance mais amplo no aspecto mundial/cósmico e também espiritual.
Isaías 14 revela o grande conflito existente e constante entre o bem e o mal, onde Satanás torna-se o personagem principal que se opõe a Deus e tenta corromper a humanidade. Suas ações envolvem engano, tentação e instigação ao pecado. Ao desafiar a autoridade divina, o Diabo busca levar outros para longe de Deus e de Seus maravilhosos planos, promovendo a desobediência e a rebelião.
As ações de Satanás têm influenciado as atitudes humanas desde os primórdios; tudo para atrair as pessoas a afastarem-se de Deus por meio do pecado, especialmente o orgulho (Gênesis 3:1-10; 4:1-17). Contudo, o engano, a mentira e a tentação são considerados instrumentos que Satanás utiliza para desviar indivíduos do caminho certo e da obediência a Deus.
Isaías 14 trata de profecias divinas envolvendo três povos:
• Babilônios (versículos 1-23). A queda de Babilônia resulta na libertação do povo de Deus que sofria opressão pelos babilônios. Assim como Lúcifer foi derrotado no Céu após suas atitudes arrogantes e orgulhosas, Babilônia seria derrotada na Terra pelas mesmas razões.
• Assírios (versículos 24-27). A ameaça assíria não é mais poderosa que a potente mão de Deus – nenhum poder humano pode frustrar os desígnios divinos (Jó 42:2). O que Deus determina, acontece; isso deve encher-nos o coração de certeza e esperança em Suas promessas.
• Filisteus (versículos 28-32). O mal será erradicado para preservar o povo de Deus. A destruição dos inimigos filisteus está vinculada ao cuidado protetor de Deus sobre Seu povo.
Isaías 14 destaca o julgamento divino sobre as nações deste mundo que se opõem a Ele e a Seus planos. Deus não permite que o mal prevaleça indefinidamente.
Deus está atento ao que acontece no mundo; e, não está indiferente ou apático diante das injustiças e crueldades que ainda imperam arruinando a humanidade. Como Juiz Soberano Ele dará fim ao mal – no tempo certo!
A soberania divina é parte fundamental para nossa compreensão do grande conflito universal, onde Deus é supremo sobre as forças cósmicas do mal.
É certo que Deus triunfará sobre todas as forças contrárias ao bem. O bem vencerá sobre o mal! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: ISAÍAS 13 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
646 palavras
1 Sentença. Ou “carga”. Em sentido técnico, como aqui, “oráculo”, “mensagem solene”. […] Depois de ter transmitido uma série de mensagens contra Judá e Jerusalém, Isaías dirige a atenção a outras nações. Esta seção inclui os cap. 13 a 23. As mensagens não eram destinadas primeiramente às nações às quais fazem referência, mas ao povo de Deus, Israel, a fim de que pudesse entender como Deus lida com as nações. […] No período patriarcal, Babilônia era a grande potência do Oriente. Mas, cerca de 800 anos antes do tempo de Isaías, Babilônia foi ofuscada por nações como Egito, Assíria e o império heteu que ocuparam posições dominantes no antigo Oriente Médio. Embora, nos dias de Isaías, Babilônia fosse um reino vassalo do império assírio, ela começava a recuperar seu poder perdido, e dentro de mais um século se tornaria outra vez a nação principal da Ásia Ocidental. […] Durante os reinados de Sargão e Senaqueribe, Merodaque-Baladã, de Babilônia, se tornou uma série ameaça ao poder assírio. Ele foi expulso de Babilônia várias vezes, mas sempre regressava. […] Enfurecido pelas frequentes revoltas de Babilônia, Senaqueribe, em 689, destruiu a cidade, que foi reconstruída mais tarde naquele século […]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 160, 161.
2 Alçai um estandarte […] acenai-lhes com a mão. Deus daria um sinal para a destruição da Babilônia. […] Mover as mãos ou acenar era um gesto de ira e ameaçava juízo contra a cidade […]. CBASD, vol. 4, p. 161.
3 Meus consagrados. Ou, “meus dedicados”, pessoas separadas para uma tarefa específica. Os assírios (Is 10:5), os babilônios (Jr 25:9; Hc 1:6) e, mais tarde, os medos e persas (Is 13:17; 45:1-4; cf. Dn 5:30,31) tiveram que desempenhar seus papéis divinamente designados na história. CBASD, vol. 4, p. 161.
Os que com exaltação se orgulham. A Assíria (ver Is 10:7-14) e Babilônia (ver Dn 4:30; 5:20-28) foram orgulhosas e arrogantes ao exercerem o poder dado a elas pelo Céu. CBASD, vol. 4, p. 161.
4 Passa revista às tropas. O exército é revistado para a batalha contra a Babilônia. Deve-se notar que Isaías 13 é intitulado “profecia contra Babilônia” (v. 1), e que em sua totalidade o capítulo é uma previsão literal da queda e desolação d Babilônia histórica. Mas os escritores do NT apresentaram a queda da Babilônia histórica como um tipo da queda da Babilônia simbólica (ver Ap 14:8; 17:16; 18:4; 19:2). Portanto, a descrição dada neste versículo da queda da Babilônia histórica pode também ser considerada uma descrição da queda da Babilônia simbólica com todos os os detalhes aplicados à queda da Babilônia simbólica (sobre o duplo cumprimento de algumas previsões, ver com. [CBASD] de Dt 18:15; e também p. 21, 22). CBASD, vol. 4, p. 161.
5 Os instrumentos. Isto é, os meios usados por Deus para levar juízo sobre Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 161.
6 O Dia do SENHOR. Esta expressão ocorre pelo menos 20 vezes nos escritos dos profetas do AT. É sempre empregada com referência ao tempo do juízo divino sobre uma cidade ou nação (em vez de indivíduos), ou ao castigo final dos habitantes de todo o mundo. […] Por outro lado, “o Dia do Senhor” é quando, historicamente, se encerra o tempo de graça de uma cidade ou nação, e, por fim, o destino de todos é fixado para sempre. Durante o “dia da salvação”, pessoas e nações estão livres para exercer o poder que Deus dá para escolher entre o bem e o mal, mas com a chegada do “Dia do Senhor”, a vontade de Deus se torna suprema, não sendo mais limitada pelo exercício da vontade humana. CBASD, vol. 4, p. 161, 162.
Como assolação. Nas Escrituras, “o Dia do Senhor” jamais é mencionado como um tempo quando os seres humanos terão uma segunda chance, outra oportunidade de aceitar a salvação. “O Dia do Senhor” é sempre um dia de juízo, destruição e trevas (ver Jl 1:15 2:1, 2; Am 5:18-20; etc. CBASD, vol. 4, p. 162.
21 Sátiros. Do heb. se’irim, plural de sa’ir, literalmente, “peludo” ou “desgrenhado”. Viso que os bodes são peludos, a expressão “peludo” passou a significar “bode”. […] Conforme usada aqui, sa’ir significa simplesmente “bode [selvagem]”. CBASD, vol. 4, p. 162, 163.
Compilação e digitação: Jeferson Quimelli