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646 palavras
1 Sentença. Ou “carga”. Em sentido técnico, como aqui, “oráculo”, “mensagem solene”. […] Depois de ter transmitido uma série de mensagens contra Judá e Jerusalém, Isaías dirige a atenção a outras nações. Esta seção inclui os cap. 13 a 23. As mensagens não eram destinadas primeiramente às nações às quais fazem referência, mas ao povo de Deus, Israel, a fim de que pudesse entender como Deus lida com as nações. […] No período patriarcal, Babilônia era a grande potência do Oriente. Mas, cerca de 800 anos antes do tempo de Isaías, Babilônia foi ofuscada por nações como Egito, Assíria e o império heteu que ocuparam posições dominantes no antigo Oriente Médio. Embora, nos dias de Isaías, Babilônia fosse um reino vassalo do império assírio, ela começava a recuperar seu poder perdido, e dentro de mais um século se tornaria outra vez a nação principal da Ásia Ocidental. […] Durante os reinados de Sargão e Senaqueribe, Merodaque-Baladã, de Babilônia, se tornou uma série ameaça ao poder assírio. Ele foi expulso de Babilônia várias vezes, mas sempre regressava. […] Enfurecido pelas frequentes revoltas de Babilônia, Senaqueribe, em 689, destruiu a cidade, que foi reconstruída mais tarde naquele século […]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 160, 161.
2 Alçai um estandarte […] acenai-lhes com a mão. Deus daria um sinal para a destruição da Babilônia. […] Mover as mãos ou acenar era um gesto de ira e ameaçava juízo contra a cidade […]. CBASD, vol. 4, p. 161.
3 Meus consagrados. Ou, “meus dedicados”, pessoas separadas para uma tarefa específica. Os assírios (Is 10:5), os babilônios (Jr 25:9; Hc 1:6) e, mais tarde, os medos e persas (Is 13:17; 45:1-4; cf. Dn 5:30,31) tiveram que desempenhar seus papéis divinamente designados na história. CBASD, vol. 4, p. 161.
Os que com exaltação se orgulham. A Assíria (ver Is 10:7-14) e Babilônia (ver Dn 4:30; 5:20-28) foram orgulhosas e arrogantes ao exercerem o poder dado a elas pelo Céu. CBASD, vol. 4, p. 161.
4 Passa revista às tropas. O exército é revistado para a batalha contra a Babilônia. Deve-se notar que Isaías 13 é intitulado “profecia contra Babilônia” (v. 1), e que em sua totalidade o capítulo é uma previsão literal da queda e desolação d Babilônia histórica. Mas os escritores do NT apresentaram a queda da Babilônia histórica como um tipo da queda da Babilônia simbólica (ver Ap 14:8; 17:16; 18:4; 19:2). Portanto, a descrição dada neste versículo da queda da Babilônia histórica pode também ser considerada uma descrição da queda da Babilônia simbólica com todos os os detalhes aplicados à queda da Babilônia simbólica (sobre o duplo cumprimento de algumas previsões, ver com. [CBASD] de Dt 18:15; e também p. 21, 22). CBASD, vol. 4, p. 161.
5 Os instrumentos. Isto é, os meios usados por Deus para levar juízo sobre Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 161.
6 O Dia do SENHOR. Esta expressão ocorre pelo menos 20 vezes nos escritos dos profetas do AT. É sempre empregada com referência ao tempo do juízo divino sobre uma cidade ou nação (em vez de indivíduos), ou ao castigo final dos habitantes de todo o mundo. […] Por outro lado, “o Dia do Senhor” é quando, historicamente, se encerra o tempo de graça de uma cidade ou nação, e, por fim, o destino de todos é fixado para sempre. Durante o “dia da salvação”, pessoas e nações estão livres para exercer o poder que Deus dá para escolher entre o bem e o mal, mas com a chegada do “Dia do Senhor”, a vontade de Deus se torna suprema, não sendo mais limitada pelo exercício da vontade humana. CBASD, vol. 4, p. 161, 162.
Como assolação. Nas Escrituras, “o Dia do Senhor” jamais é mencionado como um tempo quando os seres humanos terão uma segunda chance, outra oportunidade de aceitar a salvação. “O Dia do Senhor” é sempre um dia de juízo, destruição e trevas (ver Jl 1:15 2:1, 2; Am 5:18-20; etc. CBASD, vol. 4, p. 162.
21 Sátiros. Do heb. se’irim, plural de sa’ir, literalmente, “peludo” ou “desgrenhado”. Viso que os bodes são peludos, a expressão “peludo” passou a significar “bode”. […] Conforme usada aqui, sa’ir significa simplesmente “bode [selvagem]”. CBASD, vol. 4, p. 162, 163.
Compilação e digitação: Jeferson Quimelli
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ISAÍAS 13 – A partir deste capítulo, até o capítulo 23, Isaías agrupou várias profecias contra nações contemporâneas a Israel, com lições atemporais, úteis para nossos dias; as quais merecem nossa devida atenção.
Mesmo que nos dias de Isaías, Babilônia ainda não oferecia perigo aparente a Judá, Deus já via no futuro seu crescimento expoente. Apesar da imponência alcançada como sua grande potencia política no cenário mundial, ela veria sua ruína total não muito tempo depois. “Se uma lição pode ser extraída desta profecia é a de que o orgulho precede a queda (Prov 16:18). Babilônia, a glória e orgulho dos caldeus, conheceria a mais profunda humilhação”, salienta Siegfried Schwantes.
Embora Isaías 13 tenha um contexto específico e histórico, encontramos vários princípios de vida aplicáveis de forma relevante nos dias atuais, como por exemplo:
• Assim como a Babilônia enfrentou consequências por suas ações pervertidas, devemos aprender com os erros do passado para não repeti-los, vindo a sofrer da mesma forma (Apocalipse 18:2-4).
• É importante reconhecer que nenhum Império, ou mesmo um indivíduo, é invulnerável. Por isso, é sábio praticar a humildade em todas as nossas conquistas (Daniel 4:1-37).
• Vendo as consequências nefastas das escolhas erradas, devemos nos conscientizar de nossa responsabilidade associada a cada uma de nossas decisões.
• O reconhecimento da transitoriedade das riquezas materiais e a necessidade de buscar uma vida menos centrada em bens deste mundo é uma verdade que salta do fúnebre relato profético de Babilônia.
• A profecia contra a Babilônia dos dias de Isaías se cumpriu (Jeremias 51:11, 28; Daniel 5:28, 31); estudando-a compreendemos os eventos proféticos e entendemos melhor os planos divinos.
• A Babilônia antiga nesta profecia aponta para a Babilônia escatológica, existente antes do segundo advento de Cristo (Isaías 13:9-10; Mateus 24:29-30; Marcos 13:24-27; Lucas 21:25-28), ilustrando o mundo todo: “Castigarei o mundo por causa de sua maldade, os ímpios pela sua iniquidade. Darei fim à arrogância dos altivos e humilharei o orgulho dos fieis… Por isso farei o Céu tremer, e a Terra se moverá de seu lugar, diante da ira do Senhor dos Exércitos no dia do furor de Sua ira” (Isaías 13:11, 13; Apocalipse 6:12-17; 18:1-24; 19:11-15).
Diante disso, preparemo-nos consagrando-nos humildemente diante de Deus, esperando pacientemente pela segunda vinda de Cristo. Clamemos pelo pleno reavivamento! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ISAÍAS 12 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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328 palavras
1. Graças te dou, ó SENHOR. Este capítulo é um salmo de ação de graças, uma continuação apropriada do capítulo anterior, no qual o Messias liberta os justos das mãos dos opressores.
2. Deus é a minha salvação. No tempo da invasão de Senaqueribe, foi Deus que salvou Seu povo, nãos os muros que cercavam Sião ou os exércitos de Judá (Is 37:33-36). Nos últimos dias, o remanescente fiel será salvo do poder do inimigo pelas mãos do Senhor.
4 Tornai manifestos os Seus feitos. O povo de Deus é encorajado a relembrar as misericórdias divinas e a contar a outros as bênçãos recebidas. Se houvesse mais louvor entre o povo de Deus haveria menos desânimo e crítica. O ser humano falha em não relembrar as misericórdias do Céu e, com isso, tende a se esquecer de Deus (Rm 1:21-23) e a se demorar nos erros de seus irmãos.
5 Coisas grandiosas. Incontáveis são os atos de misericórdia da parte de Deus para com Seus filhos. Então, por que não relembrá-los e cantar louvores ao Senhor por Suas misericórdias? Cantar afasta o desânimo, o medo e a tentação e fortalece contra os ardis do diabo.
6 O Santo de Israel. O profeta não representava um Deus distante, que Se encerra num Céu santo, mas um Deus que habita com Seu povo (Is 57:15; 66:1, 2). O fato de Deus estar com Seu povo – Emanuel, “Deus conosco”- era a mensagem da vida do profeta e de suas palavras (ver Is 7:14; 8:8, 10). Os que foram libertos do pecado interior e dos inimigos exteriores (ver com. do v. 1) não podem permanecer em silêncio. Não é suficiente pensar que só no futuro, sobre o mar de vidro, será o momento de se unir ao cântico dos remidos. É nosso privilégio nesta vida alçar a voz e cantar, com a alegria e paz do Céu no coração. Este hino de louvor (Is 12) conclui o que é chamado de “Livro de Emanuel” da profecia de Isaías.
Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4, p. 156, 159.
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ISAÍAS 12 – Há riqueza de conteúdo nesse tão pequeno capítulo.
“A promessa de resgate de Israel e seu retorno do exílio tornou-se ocasião para a composição deste salmo de ações de graças por uma salvação já operada. A sombra da ira divina se retirara e de novo brilhava o sol da misericórdia. O salmista atribui a Deus a salvação, que deve ser interpretada primeiro em termos históricos e depois em termos espirituais. A libertação do jugo assírio-babilônico era um fato concreto, mas torna-se também um símbolo da salvação do jugo do pecado. Possuído de plena confiança em Deus, o salmista rejeita todo o temor. Deus é a razão de ser de sua força e de sua alegria. Em seu júbilo transbordante, ele convida os demais a valer-se desta salvação que Deus oferece tão gratuitamente como a fonte oferece o líquido precioso. Nota-se que o salmista fala não de poço mas de fontes de salvação. Poços precisam ser cavados com penoso esforço. A fonte jorra livremente como um dom de Deus”, comenta Siegfried Schwantes.
Este comentarista adventista ainda refere-se a Isaías 12 quando escreve que nos versículos 4 a 6 “o coração do salmista transborda de ações de graças em vista dos feitos maravilhosos do Senhor em favor de Seu povo. Ele convida a todos a cantarem louvores ao Senhor por Sua intervenção miraculosa e a proclamar este fato em toda a Terra. O testemunho daqueles que experimentarem a salvação deve ressoar em todo mundo, para que outros também se beneficiem da redenção que o Senhor oferece a todos. Ninguém melhor que o ‘habitante de Sião’, o membro da comunidade da fé, que experimentou em sua vida o poder transformador da graça divina, tem razão para exultar e jubilar. A presença do ‘Santo de Israel’ no meio do seu povo deve alijar toda ansiedade quanto ao futuro. Se Deus é por nós nada temos a temer”.
Nessa mesma temática, Ellen White é enfática: “Nada temos a temer quanto ao futuro, a menos que esqueçamos a maneira em que o Senhor tem nos guiado”.
Diante destas reflexões, podemos afirmar que o mesmo Deus que atuou em benefício de Israel antigamente, atua em nosso favor atualmente. Portanto, devemos confiar e depender dEle… então nos alegraremos e reavivaremos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: ISAÍAS 11 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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541 palavras
3 A vista dos seus olhos. Os seres humanos tendem a julgar pela aparência, mas o conselho de Cristo é: “não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça” (Jo 7:24). […] Muitos cristãos formam opiniões precipitadas sobre seus irmãos e os criticam sem motivos reais. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4. p. 153.
6 O lobo. O reino do Messias fará mudanças no reino animal bem como na vida humana. Derramamento de sangue e crueldade não existirão mais. Os instintos básicos do mundo animal serão transformados por completo. CBASD, vol. 4. p. 154.
9 O meu santo monte. Ali não ferirão nem destruirão, porque os interesses de um não conflitarão com os do outro. O bem-estar de um será o de todos. O egoísmo será coisa do passado. O único pensamento do ser humano será para o bem de seu próximo e o viver para a glória de Deus. CBASD, vol. 4. p. 154.
10 Morada. Os que encontram a Cristo encontram paz e descanso, uma paz que o mundo não pode dar e que os ímpios jamais conhecerão. […] Desse modo, o ser humano pode encontrar neste mundo uma breve e feliz amostra do descanso glorioso e da paz do mundo eterno. CBASD, vol. 4. p. 154.
11 Tornará. Era propósito de Deus que, quando os judeus retornassem do cativeiro, tendo aprendido as lições que Ele queria que aprendessem, rapidamente se colocassem à altura de Seu plano glorioso para eles como nação. Assim, o mundo logo seria preparado para a vinda do Messias e para a proclamação do evangelho […]. No entanto, Israel falhou outra vez, e a libertação prometida será cumprida no fim do mundo, quando Deus estender Sua mão para libertar Seu povo deste mundo mau e guiá-lo à Canaã celestial (ver com. [CBASD] de Ap. 18:4). CBASD, vol. 4. p. 154, 155.
12 Israel […] Judá. No que se refere às nações literais de Israel e Judá, o cumprimento da promessa feita aqui ocorreu na libertação do cativeiro babilônico. Contudo, a falha em viver à altura dos privilégios gloriosos concedidos a eles, ao retornarem do cativeiro, tornou inevitável sua rejeição como nação (ver com. do v. 11). CBASD, vol. 4. p. 155.
13 A inveja de Efraim. A história do povo de Deus foi de ciúmes, inveja, problemas, dissensões e guerra. A visão de Isaías do futuro não seria perfeita ou completa se não incluísse a cura das antigas feridas e a conciliação entre Israel [aqui identificado pela sua mais eminente tribo, Efraim] e Judá. Antes da extinção final do reino do norte, Ezequias empreendeu esforços sinceros para despertar um espírito de reconciliação convidando os membros das tribos do norte a irem a Jerusalém para celebração da Páscoa nacional (2Cr 30). CBASD, vol. 4. p. 155.
15 O Eufrates. As duas nações da Antiguidade que mais duramente oprimiram o povo hebreu foram Egito e Babilônia, e ambas foram feridas pela mão do Senhor a fim de livrar Seu povo. O Egito foi ferido no êxodo, quando o Senhor secou as águas do Mar Vermelho. Babilônia foi ferida perto do fim dos 70 anos de cativeiro (que no tempo de Isaías estava ainda no futuro), quando Ciro desviou o Eufrates de seu curso para que pudesse tomar a cidade de Babilônia […]. CBASD, vol. 4. p. 155.
16 Assíria. Isto é, Mesopotâmia, o berço da Assíria. Nos dias de Isaías, Babilônia era uma província da Assíria […]. CBASD, vol. 4. p. 156.
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ISAÍAS 11 – O profeta Isaías expôs suas mensagens proféticas num período crucial para Israel, quando o reino estava à beira do colapso devido à apostasia e desobediência a Deus. Nesse cenário sombrio, Isaías apresenta uma visão de esperança, destacando a vinda de um remanescente de Jessé, o Messias, Emanuel, que traria não apenas salvação aos israelitas, mas seria uma grandiosa bênção a todas as nações.
Não importa nossa origem étnica, estamos todos inseridos nos planos divinos. Nenhum de nós é ignorado pelo Soberano do Universo que está conduzindo a história caótica deste mundo para um reino de paz e glória. Numa sociedade marcada por divisões, conflitos, desigualdades e guerras, Isaías 11 convoca a buscar a unidade na diversidade.
• O evangelho verdadeiro é a força transformadora que reúne pessoas de todas as nações, línguas e culturas, formando um remanescente mundial que testemunha a glória redentora de Deus.
Um remanescente mundial é descrito em Isaías 11 vinculado a uma visão de esperança e restauração que ecoa através dos séculos. Somos chamados a compreender esta visão; pois, em Cristo, somos parte desse remanescente que transcende fronteiras e anuncia a redenção universal.
• “Mediante o sacrifício [de Cristo] feito pelo amor, os habitantes da Terra e do Céu se acham ligados a Seu Criador por laços de indissolúvel união”, atesta Ellen White.
Jesus é o ramo que surgiu de Jessé e de suas raízes brotou um renovo. O Espírito Santo repousou sobre Ele ungindo-O no dia do batismo. Seu plano é restaurar o mundo que o pecado destruiu e restaurar a humanidade que o diabo arruinou (Isaías 11:1-5). Ainda, “a natureza criada aguarda, com grande expectativa, que os filhos de Deus sejam revelados… a própria natureza criada será liberta da escravidão da decadência em que se encontra, recebendo a gloriosa liberdade dos filhos de Deus. Sabemos que toda a natureza criada geme até agora, como em dores de parto. E não só isso, mas nós mesmos… gememos interiormente, esperando ansiosamente… a redenção de nosso corpo” (Romanos 8:19-23), mas logo toda natureza será transformada (Isaías 11:6-9).
Deus está operando para unir todas as nações (Isaías 11:10-16). Na Nova Terra Ele alcançará Seu propósito (Apocalipse 22:1-5), quando haverá uma árvore especial, cujas folhas servirão para a cura das nações. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ISAÍAS 10 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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1-4 Ai. Começa o julgamento daqueles que oprimem o povo de Deus. As ações específicas que acarretam o juízo são as seguintes: leis injustas, decretos opressivos, privação do direito aos pobres, recusa em fazer justiça aos oprimidos em meio ao povo do Senhor e abuso de pessoas dependentes, como as viúvas e os órfãos. Bíblia de Estudo Andrews.
5 Cetro da minha ira. Os assírios eram instrumentos nas mãos de Deus para disciplinar nações ateias, inclusive as nações ímpias de Israel e Judá, que caíram na apostasia. Depois, a soberania dos assírios seria julgada (v. 12). Bíblia Shedd.
A vara […] do meu furor. O cap. 10 começa com um oráculo em forma de ai e com uma acusação contra o povo de Deus. Neste versículo, muda para um segundo oráculo em forma de ai contra a Assíria. O tema geral do cap. 10 é o direito do Senhor de julgar todo o mundo, tanto o povo da aliança quanto as outras nações. A dignidade soberana de Deus para julgar já fora mencionada em 2:4. No cap.10, A Assíria é inicialmente um instrumento do juízo divino contra seu povo (ver também 5:26-29; 7:18-20; 8:7, 8), mas também recebe o juízo do Senhor quando excede os limites. A Assíria é julgada por ser orgulhosa. Bíblia de Estudo Andrews.
7 A Assíria achava que era lema quem traçava os planos de conquista, imaginava que Deus era apenas uma divindade local como os muitos “deuses” das várias tribos. Na realidade, porém, era a Assíria que nada mais fazia senão executar os julgamentos pronunciados por Deus. Bíblia Shedd.
9 As seis cidades aqui mencionadas tinham sido capitais de civilizações, ou poderosas cidades independentes. Cada um tinha sua divindade local, e todas haviam sido conquistadas pelos assírios entre 538 e 720 a.C. Agora, pensava fazer o mesmo com Jerusalém (11). Bíblia Shedd.
12 a arrogância do coração. A Assíria é julgada pelo tratamento desumano dado ao povo de Deus. Seu apetite por destruição ultrapassava os limites do dever e continuou a destruir outras nações, indo muito além dos propósitos divinos (ver o v. 7). Os assírios não entendiam que o real trato de Deus com seu povo era a punição por causa da infidelidade à aliança. Bíblia de Estudo Andrews.
15 A lógica mostra que as criaturas não são maiores que o Criador. Bíblia Shedd.
17 Num só dia. O cumprimento histórico da profecia se lê em 2Rs 19.35. Bíblia Shedd.
19 Tão pouco. O que sobrar dos soldados assírios seria um resto tão pequeno que até uma criança poderia arrolá-los. Bíblia Shedd.
20-34 os restantes de Israel. O remanescente dos fiéis, formado por aqueles que confiavam em Deus, faria o êxodo da Assíria (ver menções anteriores a este tema em 1:9; 4:2; 6:13; 7:3). O povo do Senhor é encorajado a não temer. No livro de Isaías, os convites a não temer estão entre as palavras mais preciosas e confortantes de Deus a seu povo (1:10, 14; 43:1; 44:2). Paulo cita esta passagem em Rm 9:27. O julgamento da Assíria abre caminho para outra perspectiva no trato de Deus com o povo. O remanescente do Senhor voltaria para ele. Em última instância, o desejo divino é salvar o remanescente arrependido de seu povo. Seu propósito é garantir uma corrente intacta de continuidade da sua vontade em meio a seus escolhidos. A determinação de Deus de salvar um remanescente que iria cumprir seus propósitos já fora sinalizada por meio de nome de um dos filhos de Isaías: Um-Resto-Volverá (ver mais sobre o REMANESCENTE em Rm 11:2-5; Ap 12:17). Bíblia de Estudo Andrews.
e22 O restante. De todo o Israel, logo só sobrou Judá, depois do cativeiro de 722 a.C. De Judá, sobrou apenas o resto que foi levado para o cativeiro na Babilônia, em 597 a.C. Dos cativos, sobraram apenas os que quiseram restaurar Jerusalém em 538 a.C. […]. E finalmente, quem sobrou para constituir o verdadeiro Israel, obediente a Deus, foi só Jesus, cujos membros são feitos, pela Sua graça, no Novo Israel de Deus. Bíblia Shedd.
26 Orebe. Refere-se à vitória milagrosa de Gideão. Bíblia Shedd.
28-32 Uma descrição da marcha dos exércitos da Assíria contra Jerusalém, contendo a lista das cidades pelas quais haveriam de passar, terminando na sua própria ruína. Nobe se acha a 16 km de Jerusalém. Bíblia Shedd.