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859 palavras
Jonas é identificado como um nativo de Gate-Hefer (2Rs 14:25) que previu a prosperidade da nação de Israel. A prosperidade se deu nos dias de Jeroboão II. … Gate-Hefer ficava na fronteira do território de Zebulom, 4,4 km ao norte pelo lado leste de Nazaré [hoje Khirbet ez-Zurra’]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1099.
Entre as lições ensinadas pela profecia de Jonas, sobressai a verdade de que a graça de Deus traz salvação a todos (Tt 2:11), e que ela não era, de fato, limitada aos judeus, mas devia ser revelada também aos gentios. … Ao se referir aos “ninivitas” que responderam ao apelo de Jonas para o arrependimento, Jesus condenou os judeus farisaicos e orgulhosos de sua época (ver Mt. 12:41; Lc 11:32). Também condenou a todos que, em sua complacência religiosa e falsa sensação de segurança, se enganam em pensar que são o povo favorecido de Deus, e que isso lhes garante a salvação. CBASD, vol. 4, p. 1100.
Ao ler o livro de Jonas, veja o grande quadro do amor e compaixão de Deus, e perceba que ninguém está fora dos limites da redenção. O evangelho é para todo que se arrepende e crê. Life Application Study Bible Kingsway.
As referências de Jesus ao livro (Mt 12:39, 40; Lc 11:29, 30) mostram que o Senhor o considerou histórico. CBASD, vol. 4, p. 1100.
3. Jonas se dispôs. O profeta se levantou, não para obedecer a Deus, mas para fugir. … Por não gostar da missão que devia cumprir, ele estava disposto a se separar do serviço de Deus, pondo-se numa posição em que, sem a intervenção da graça divina, ele poderia perder a salvação. CBASD, vol. 4, p. 1102.
A atitude de Jonas representa a relutância dos israelitas em compartilhar o amor e a misericórdia divinas com outros, mesmo sendo esta a missão que Deus lhes deu (Gn 12:3). Eles, como Jonas, não queriam que não-judeus (gentios) obtivessem o favor de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
Nínive estava a leste. Jonas decidiu ir para o oeste, o mais que poderia. … Jonas entendeu que é melhor obedecer as ordens de Deus imediatamente. Por não fazer isto, Jonas pegou um alto preço por fugir. É muito melhor obedecer desde o começo. Life Application Study Bible Kingsway.
4. O Senhor não abandonou Jonas mesmo quando o profeta tentou fugir dEle. CBASD, vol. 4, p. 1102.
4, 5. Os atos de Jonas aparentemente não incomodavam sua consciência. A ausência de culpa não é sempre um barômetro confiável se estamos ou não fazendo algo correto. Tendo em vista que podemos negar a realidade, não podemos medir obediência por nossos sentimentos. Em vez disso, devemos comparar o que fazemos com os padrões de Deus para a vida. Life Application Study Bible Kingsway.
7. Lancemos sortes. A tripulação lançou sortes para determinar o culpado … Seu sistema funcionou, mas somente porque Deus interveio para que Jonas soubesse que ele não poderia fugir. Life Application Study Bible Kingsway.
O Senhor controlou o método a fim de determinar quem era o culpado. CBASD, vol. 4, p. 1102, 1103.
8. Declara-nos, agora. As muitas perguntas curtas dão uma vívida impressão sobre a agitação a bordo do navio em perigo. CBASD, vol. 4, p. 1103.
9. Hebreu. O nome pelo qual o israelita era designado, com frequência, por parte daqueles que não eram de sua etnia. CBASD, vol. 4, p. 1103.
Deus dos céus, que fez o mar e a terra. Essa é a primeira declaração confessional de Jonas … Jonas, apesar de ser ortodoxo em suas crenças, recusa-se a cumprir sua missão divina em Nínive. Bíblia de Estudo NVI Vida.
SENHOR. Do heb. Yahweh, o nome pessoal de Deus (ver vol. 1, p. 149, 150). O termo “Deus” (do heb ‘Elohim) é um nome genérico para a Divindade e “Senhor” (do heb ‘Adhonai) é um título. A palavra ‘elohim é usada, com frequência, para falsos deuses (Êx 18:11; etc.). O nome Yahweh, portanto, designa o Deus verdadeiro. CBASD, vol. 4, p. 1103.
10. Que é isto que fizeste! Uma exclamação e não um pedido de informação. CBASD, vol. 4, p. 1103.
12. Lançai-me. Aqui não é claro se Jonas falou por inspiração divina. De qualquer forma, sua ação foi corajosa. Faltava a Jonas coragem moral (v. 2, 3), mas não a física. CBASD, vol. 4, p. 1103.
13. Alcançar a terra. Era costume dos antigos navios viajar ao longo da linha costeira, por isso o navio não estava muito longe da terra. CBASD, vol. 4, p. 1103.
14. Rogamos-Te. Os marinheiros estavam apreensivos para não ofender mais ainda ao Senhor, lançando um de Seus adoradores á morte. CBASD, vol. 4, p. 1103.
Ironicamente, os marinheiros pagãos fizeram o que a nação inteira de Israel não fez – buscaram a Deus e juraram servi-Lo. Life Application Study Bible Kingsway.
15 E cessou o mar da sua fúria. A calma veio repentinamente; portanto, os marinheiros reconheceram isso como um ato de intervenção divina. CBASD, vol. 4, p. 1103.
17 Um grande peixe. O registro não indica se o peixe foi criado para a ocasião, ou se o Senhor empregou um tipo existente capaz de engolir um homem. O peixe não é identificado, e a especulação sobre esse ponto é irrelevante. CBASD, vol. 4, p. 1103.
Três dias e três noites. Pode-se demonstrar que, de acordo com o hebraico, a expressão não significa necessariamente três dias completos de 24 horas, um total de 72 horas (sobre este problema, ver com. de Mt 12:40 [período em que Jesus esteve sepulto]). CBASD, vol. 4, p. 1103, 1104.
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JONAS 1 – Jonas falhou? No que ele errou? Se os Dez Mandamentos fossem utilizados friamente para apontar seu erro, conclui-se que ele não praticou idolatria, não prostrou-se diante de imagens de esculturas, não tomou o nome de Deus em vão, não ignorou o sábado, nem matou, adulterou, roubou, ou falou inverdades sobre alguém, nem mesmo tenha cobiçado coisa alguma do seu próximo… Então,
• Por que Jonas pagou um alto preço se estava aparentemente em dia com a ética do Decálogo?
• Ou sua vida não estava em harmonia com a vontade de Deus?
• Por que uma tempestade em sua vida?
• Por que foi descoberto e então atirado ao mar para morrer afogado?
Note! Deus deu a Jonas uma tarefa clara: “Vá depressa à grande cidade de Nínive e pregue contra ela, porque a sua maldade subiu até a minha presença” (Jonas 1:2). Em vez de obedecer à ordem, Jonas fugiu na direção oposta, embarcando num navio para Társis. A fuga da presença de Deus é uma forma de desobediência direta à ordem divina.
Portanto, a ideia da desobediência em relação a Deus vai além dos Mandamentos específicos de Êxodo 20:3-17. Jonas foge para escapar da responsabilidade para com Deus e o próximo. A história de Jonas mostra que desobedecer a Deus vai além dos Dez Mandamentos, é uma rejeição ao propósito e ao chamado que Ele designou para o indivíduo. Considere o seguinte texto:
Liberte os que estão sendo levados à morte;
Socorra os que caminham trêmulos para a matança!
Mesmo que você diga: “Não sabíamos o que estava acontecendo!”
• Não o perceberia Aquele que sonda os corações?
• Não o saberia Aquele que preserva a sua vida?
• Não retribuirá Ele a cada um segundo o seu procedimento? – Provérbios 24:11-12.
Provérbios 24:10 diz: “Se você vacila no dia da dificuldade, como será limitada a sua força”. Vacilante estava o profeta Jonas diante da responsabilidade de salvar os condenados pecadores. Não estamos vacilando também?
Deus preserva nossa vida objetivando que alcancemos outras vidas com a mensagem do evangelho (Mateus 28:18-20). Estamos fugindo como Jonas desta missão? Como vivemos a vida preservada por Deus?
Seguir a vontade de Deus exige coragem para superar nossos medos, preconceitos e resistências. Obedeçamos aos propósitos divinos para nossa vida! Por que fugir? – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: OBADIAS – Primeiro leia a Bíblia
OBADIAS – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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A história de Edom reflete o contínuo desdobramento da lei da “iniquidade dos pais sobre os filhos” (ver Êxodo 20: 5). Os edomitas odiavam os israelitas, muito após a morte de Esaú e esta hostilidade continuou especialmente depois que eles se recusaram a permitir que os filhos de Israel tomassem o caminho mais curto através do seu território em seu caminho para Canaã (veja Números 20: 14-21).
A descrição que Obadias fez de Edom foi: “O orgulho do seu coração te enganou” (v 3.). Eles estavam orgulhosos de sua aparentemente inexpugnável fortaleza no alto de uma montanha, onde existiam várias áreas de armazenamento subterrâneo para a captura de água da chuva. Esta antiga fortaleza era chamada de Sela, e hoje a conhecemos como Petra. As pessoas hoje podem visitar esta antiga fortaleza, alguns a cavalo, através de uma estreita passagem de aproximadamente 1,5 quilômetros de comprimento, que em alguns trechos não é mais larga do que a extensão dos braços abertos. Os edomitas se sentiam muito seguros em sua fortaleza e se orgulhavam dela! Herbert Edgar Douglass, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/22/obadias/
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OBADIAS 1 – Ao analisar a mensagem curta do profeta Obadias, nota-se que o alvo é um povo pedante, orgulhoso, autoconfiante e indiferente ao povo e à mensagem de Deus.
Edom é originário de Esaú, filho do patriarca Isaque com Rebeca; irmão de Jacó, que originou aos israelitas. Assim, edomitas e israelitas eram irmãos; porém, em constante tensão, pelo ódio abrigado no coração dos descendentes do irmão mais velho.
• Obadias mostra que a arrogância e o orgulho levam à queda. No mundo atual, onde o sucesso muitas vezes é medido por status e poder, é crucial lembrar que a humildade é uma virtude. Devemos erradicar a arrogância e o sentimento de superioridade, buscando a humildade e reconhecendo nossa dependência de um Ser Superior que é Deus (Obadias 1:1-7).
• Devemos estar vigilantes e atentos aos sinais dos tempos. A sabedoria e o entendimento humanos são limitados e podem facilmente falhar. No mundo moderno, onde o conhecimento e a informação estão em constante mudança, é importante manter uma perspectiva espiritual e estar atentos aos ensinamentos divinos (Obadias 1:8-9).
• Precisamos aprender a ser solidários e empáticos, especialmente em tempos de adversidades. A indiferença e a alegria com o sofrimento alheio são atitudes condenáveis. No mundo atual, onde há tanto sofrimento e desigualdade, é essencial praticar a empatia e apoiar aqueles que estão em necessidade ou situação vulnerável (Obadias 1:10-14).
• É importante estarmos cientes que nossas ações têm consequências. O conceito de justiça divina enfatiza que o mal será punido e o bem recompensado. No contexto atual, isso nos lembra a importância de agir com justiça e integridade, sabendo que nossas ações não passarão despercebidas (Obadias 1:15-16).
• Mais importante ainda é saber que Deus sempre visa a restauração; até mesmo em um contexto de condenação. Obadias 1:17-21 revela que já sempre esperança de redenção e restauração para aqueles que buscam o bem. Mesmo em um mundo corrupto e cheio de ódio, existe a promessa de um futuro melhor. É necessário manter a fé e trabalhar para restaurar a fé das pessoas que sofrem injustiças e humilhações em nossa sociedade opressora.
Carecemos da graça, da sabedoria e do poder de Deus para navegar num mundo podre e cheio de ódio; preparando-nos para um futuro onde justiça e retidão prevalecem! Animemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: AMÓS 9 – Primeiro leia a Bíblia
AMÓS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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612 palavras
1 Vi o Senhor. O profeta recebe um vislumbre da Majestade do Céu, retratada como pronta a punir o povo rebelde (ver Is 6:1; Ez 10:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1084.
Junto ao altar. Alguns interpretam este “altar”como aquele do culto ao bezerro em Betel, e o Senhor colocando-Se ali com o propósito de condenar e julgar. Outros creem que … aqui se trata do altar de holocausto em Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 1084.
Fere. Isto, provavelmente, refira-se ao anjo destruidor (ver 2Sm 24:15, 16; 2Rs 19:35). CBASD, vol. 4, p. 1084.
Capitéis. Do heb. kaftor. Provavelmente aqui kaftor descreve um capitel ou coluna. CBASD, vol. 4, p. 1084.
Umbrais. Este ataque seria tão forte que a estrutura do edifício se abalaria e enfraqueceria; os umbrais seriam sacudidos, e a estrutura, destruída. CBASD, vol. 4, p. 1084, 1085.
Matarei. A estrutura em colapso é retratada como ferindo ou matando as pessoas, com as ruínas caindo sobre elas. CBASD, vol. 4, p. 1085.
Até ao último deles. Ou, aqueles que sobreviveriam à destruição. Eles não teriam chance de escape, pois seriam mortos à espada. CBASD, vol. 4, p. 1085.
6 Câmaras. “Câmaras” designam poeticamente o lugar de habitação de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1085.
7 Como os etíopes. Israel estava em igualdade com outras nações. Os israelitas eram o povo escolhido somente sob condição de obediência à vontade de Deus (ver com. [CBASD] de Êx 19:5, 6; Mt 3:7-9). Israel permanecia como escolhido de Deus à medida que escolhesse a Deus. Quando o povo se apartava de Deus, tornava-se estranho para Ele. CBASD, vol. 4, p. 1085.
Filisteus. A menção dos filisteus e siros pode ter chamado a atenção de Israel para o fato de que eles, como filhos de Jacó, não eram os únicos que receberam o privilégio de viver na terra prometida. Na verdade, tanto os siros como os filisteus habitavam no território que Deus prometera 1a semente de Abraão (Gn 15:18). Israel havia falhado em seguir adiante pela fé para possuir toda a terra. então, nos dias de Amós, o povo rebelde do norte devia saber que viver na terra prometida não significava necessariamente a aprovação de Deus; pois, seu vizinhos pagãos também moravam lá. CBASD, vol. 4, p. 1085.
Caftor. Provavelmente deve ser identificado com a ilha de Creta (ver com. [CBASD] de Gn 10:14). CBASD, vol. 4, p. 1085.
11 O tabernáculo. Um ‘tabernáculo que cai” é uma figura trágica que representa o estado espiritual de Israel antes do cativeiro. Com a queda do Israel étnico, o cumprimento desta passagem deve ser encontrado em Cristo, o Israel que surgiu da oportunidade perdida pelo Israel literal (ver Mt 23:37, 38; At 13:44-48…). CBASD, vol. 4, p. 1086.
Levantando-o das suas ruínas. Referência às ruínas da casa de Davi e à promessa do Messias que viria da linhagem desse monarca. O livro de Amós termina com palavras de restauração. Bíblia de Estudo Andrews.
13 Eis que vêm dias. Os v. 13 a 15 descrevem, em linguagem impressionante, as muitas bênçãos que poderiam ter sido recebidas pelo Israel literal …, mas que seriam dadas a todos os que compusessem o verdadeiro Israel de Deus (ver PR, 300). CBASD, vol. 4, p. 1086.
O que lavra. O “lavrador”alcançaria o “ceifeiro”, porque semeadura e colheita seguiriam uma à outra sem pausa. Tão abundante seria a colheita e a vindima que, figurativamente falando, não haveria tempo de se fazer a colheita completa antes que a semeadura seguinte começasse. CBASD, vol. 4, p. 1086.
14 Reedificarão. A referência principal desta frase era ao retorno dos judeus do exílio, do final dos 70 anos de cativeiro (ver 2Cr 36:22, 23; Jr 29:10-14). No entanto, este versículo também aponta para o futuro, para as cenas finais do grande conflito entre Cristo e Satanás, quando os “cativos”resgatados do pecado habitarão em eterna paz e felicidade (ver Is 65:21, 22; Pr, 300). CBASD, vol. 4, p. 1086.
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AMÓS 9 – “Amós deve ser classificado entre os mais importantes profetas por causa da eloquência simples e clara, do vigor e da grandeza de seu pensamento. Poucos profetas são mais penetrantes em compreender os fundamentos do mundo natural e moral, ou apresentam mais conhecimento sobre o poder, sabedoria e santidade de Deus” (CBASD).
Embora a visão inicial de Amós 9, que viu Deus junto ao altar, seja um sinal de julgamento, o livro encerra com uma nota de esperança (vs. 11-15). A “descrição cuidadosa” que Amós faz “abrange a transgressão em toda parte e é como um gráfico revelador dos acontecimentos da vida diária das pessoas. Nenhuma prática do mal parece ter escapado à sua atenção. Ele contou que era seu dever alertar Israel, Judá e as nações vizinhas acerca dos juízos divinos que certamente viriam sobre eles se persistissem na iniquidade. No entanto, ele conclui seu livro com um glorioso quadro do triunfo final da justiça sobre a iniquidade” (Idem).
A mensagem de juízo proferida pelo profeta Amós se cumpriu, e a intenção de restauração prometida também Se cumpre. “A destruição que abateu o reino do norte foi um juízo direto do Céu. Os assírios foram meramente o instrumento de que Deus Se serviu para realizar o Seu propósito… Nos terríveis juízos acarretados sobre as dez tribos, o Senhor havia tido um sábio e misericordioso propósito. Aquilo que não mais podia fazer por intermédio deles na terra de seus pais, procuraria realizar espalhando-os entre os pagãos. Seu plano para a salvação de todo aquele que escolhesse apropriar-se do perdão mediante o Salvador da raça humana devia de alguma forma ser cumprido; e nas aflições levadas a Israel, estava Ele preparando o caminho para que Sua glória fosse revelada às nações da Terra. Nem todos os que foram levados cativos eram impenitentes. Entre eles havia alguns que tinham permanecido leais a Deus, e outros que tinham se humilhado perante Ele. Por intermédio desses, os ‘filhos do Deus vivo’ (Oseias 1:10), Ele levaria multidões no reino assírio ao conhecimento dos atributos de Seu caráter e beneficência da Sua lei” (EGW, PR, 391-392).
Independente de nossa posição e situação, também podemos contribuir com o propósito de Deus de testemunhar de Seus maravilhosos planos de restauração. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: AMÓS 8 – Primeiro leia a Bíblia
AMÓS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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862 palavras
1. Frutos de verão. Do heb. qayits, os primeiros frutos maduros, especialmente os figos. O propósito desta visão era mostrar que o povo estava maduro para o julgamento e que a tolerância de Deus havia chegado ao fim. A longanimidade divina resultará apenas na continuidade do pecado de Israel. Essa figura representa adequadamente o dia do juízo para Israel. Em vez de um cesto de frutos, a LXX diz: “uma gaiola de pássaros”. Isso apresenta o pensamento de que Israel seria levado em cativeiro como uma ave apanhada em armadilha ou cesto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1082.
2. Passarei por ele. Ver com. de Am 7:8. Nada mais pode ser feito por uma safra no tempo da colheita. A safra será tratada de acordo com os frutos que produziu. CBASD, vol. 4, p. 1082.
Israel estava pronto para ser levado para o cativeiro semelhante a um pássaro preso numa gaiola ou num cesto. Nada mais poderia ser feito pela safra inteira de frutas porque já era tempo da colheita (v.2). O tratamento a ser dado aos frutos será de acordo com o tipo de fruto produzido. Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.
3. Silêncio! Uma indicação da apatia ou da mudez que acompanha o sofrimento severo e inevitável, sofrimento profundo demais para ser expresso em palavras. O luto da terra, aqui descrito em referência primária a Israel depois do cativeiro assírio, era uma demonstração em pequena escala dos efeitos da quarta das sete últimas pragas (ver GC, 628). CBASD, vol. 4, p. 1082.
O povo será entregue aos inimigos de guerra. Haverá cadáveres por toda a terra de Israel e as canções que trouxeram prazer ao perverso serão transformadas em lamentações (v.3). As riquezas não serão de nenhuma valia àqueles que oprimiram os outros e eles perceberão que a sua vida de pecado trouxe juízos divinos sobre eles. Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.
5. Festa da Lua Nova. O primeiro dia do mês (1Sm 20:5, 24, 27; ver vol. 2, p. 85, 86) era dedicado ao serviço religioso e, aparentemente, era o dia em que todos os negócios eram suspensos (ver com. de Nm 28:11; 2Rs 4:23). Este é um exemplo de observância formal das instituições sagradas, sem o verdadeiro espírito de devoção. Em seu egoísmo, esses apóstatas regateavam o tempo que seu formalismo religioso exigia deles Esse tipo de culto se torna uma maldição em vez bênção. CBASD, vol. 4, p. 1082.
Muitas pessoas da terra de Israel ficavam ansiosos para que a festa religiosa da Lua Nova ou o sábado passassem, mostrando que observavam estes dias apenas formalmente, sem o verdadeiro espírito de devoção. Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.
Para abrirmos. Literalmente, “abrir”, com o propósito de vender. CBASD, vol. 4, p. 1082.
Efa. Ver vol. 1, p. 144, 145, Ao pesar mercadoria com balanças enganosas, o comerciante recebia mais dinheiro do que deveria. CBASD, vol. 4, p. 1082.
Eles estavam ansiosos para enriquecer através da falsidade e do engano (v.5). Ao comprarem o pobre por uma moeda de prata e o necessitado por um par de sapatos novos, mostravam que negavam a justiça aos pobres a fim de obterem até mesmo pequenos benefícios para si mesmos (v.6). Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.
6. O refugo. Em tempos de escassez, o “refugo” que normalmente servia para alimentar animais, poderia ser vendido para consumo humano. CBASD, vol. 4, p. 1082.
9. Farei que o sol. O dia do Senhor é apresentado, com frequência, acompanhado de cataclismos no mundo natural (ver Is 13:10; Jl 3:15; etc.; cf. Am 5:20). CBASD, vol. 4, p. 1083.
10. Converterei as vossas festas. Ver Lm 5:15; Os 2:11; Am 5.16, 17; 8:3. CBASD, vol. 4, p. 1082.
Pano de saco. Este era um símbolo de luto (1Rs 20:31; Is 15:3; Jl 1:8, 13), como também a raspagem da cabeça (Jó 1:20; Is 3:24; 15:2). CBASD, vol. 4, p. 1083.
Por filho único. O luto pelo único filho representa, de modo especial, uma profunda I tristeza (ver Jr 6:26; Zc 12:10). CBASD, vol. 4, p. 1083.
11. Enviarei fome. O profeta aponta diretamente para um tempo em que, devido à contínua desobediência, seria tarde demais para os israelitas buscarem a Palavra de Deus em uma tentativa de evitar os juízos divinos. Sofrimentos profundos, às vezes, estimulam as pessoas a se refugiarem nas Sagradas Escrituras. Infelizmente esse sofrimento vem, com frequência, tarde demais para produzir um efeito benéfico. Isso não ocorre porque o amor de Deus é retirado do pecador, mas porque o pecador se torna tão endurecido em suas iniquidades a ponto de desejar apenas fugir das consequências de suas transgressões e não abandonar os caminhos ímpios. Assim, ele “entristece” o Espírito Santo para além de toda esperança de verdadeiro arrependimento e reforma de caráter (ver Gn 6:3, 5, 6; ver com. de ISm 28:6). No “Dia do Senhor”, um pouco antes do segundo advento de Cristo, essa experiência do antigo Israel se repetirá. Impenitentes do mundo todo, sofrendo, sob as sete últimas pragas, buscarão escapar da calamidade por todos os meios, até mesmo se voltando para a Palavra de Deus, cujo estudo e obediência foram rejeitados no passado (ver GC, 629). CBASD, vol. 4, p. 1083.
12. Andarão. Do heb. nua, “tropeçar”, cambalear”, ou “mover-se de modo instável”. CBASD, vol. 4, p. 1083.
13. As virgens formosas e os jovens. As condições mencionadas nos v. 11 e 12 são tão severas que afetarão até mesmo os que estão no pleno desabrochar da energia da juventude. CBASD, vol. 4, p. 1083.
Viver o culto. Literalmente, “modo”, aqui significando um modo de adorar ou um sistema religioso (ver At 9:2; 19:9, 23). CBASD, vol. 4, p. 1083.